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O 14 de julho não comemora a queda da Bastilha

A tomada da Bastilha retratada por Henri Paul Perrault. O ponto de partida da Revolução Francesa foi considerado violento demais para se tornar a data nacional da França

Tomada da Bastilha, em Paris, 14 de Julho de 1789. O comandante Bernard de Launay (à direita) é capturado. Pouco depois, sua cabeça desfilaria na ponta de uma lança. Óleo sobre tela, anônimo, data desconhecida.

Há mais de dois séculos os franceses param nesse dia para celebrar a tomada da histórica prisão por revolucionários, em frontal desacato ao poder real. Certo? Errado!

Faz parte do senso comum afirmar que no dia 14 de julho é comemorada a queda da Bastilha, ato que marcou o início da Revolução Francesa em 1789. Pouca gente sabe, no entanto, que a data entrou para o calendário cívico daquele país como a celebração de outro evento: a Festa da Federação, realizada em 14 de julho de 1790.

Festa da Federação, em Paris, 14 de Julho de 1790. Gravação de Isidore S. Helman sobre desenho de C. Monnet, 1790. Biblioteca Nacional da França.

A escolha do evento a ser celebrado foi feita no fim do século XIX, quando a Terceira República da França buscava consolidar o novo regime e construir um imaginário nacional próprio. Em 1880, o deputado Benjamin Raspail propôs o dia da tomada da Bastilha como data da festa nacional. Alguns parlamentares, no entanto, lembraram a violência que havia marcado aquela jornada revolucionária, quando o povo de Paris cortou a cabeça do governador da prisão e linchou os veteranos encarregados de vigiar os prisioneiros.

Por conta do caráter polêmico da tomada da Bastilha, os deputados preferiram escolher a manifestação de 1790, por ser mais consensual. A Festa da Federação marcou o momento em que, após os enfrentamentos do ano anterior, o povo francês se reconciliou.

Festa da Federação, em 14 de julho de 1790 no Campo de Marte (Paris).

A partir do dia 1º de junho de 1790, operários trabalharam ao lado de burgueses para transformar o Campo de Marte, em Paris, em um imenso circo com capacidade para 100 mil pessoas, no centro do qual se erguia o Altar da Pátria. A reforma, para a qual se recorreu à boa vontade dos parisienses, foi realizada em um clima de fraternidade e entusiasmo. Até mesmo o rei Luís XVI foi visto empunhando uma enxada, assim como o marquês de La Fayette, nobre que apoiava a revolução, apareceu em mangas de camisa.

Naquele momento a França ainda não era uma República. A agitação social do ano anterior havia levado a monarquia a aceitar uma Constituição. Até ali, os franceses ainda respeitavam seu rei, contanto que ele observasse as leis e a autoridade emanadas do povo. A Festa da Federação foi organizada justamente para celebrar uma decisão da Assembleia Constituinte de 7 de junho de 1790, que reunia as diversas milícias de cidadãos formadas nas províncias.

Assim, no dia 14 de julho de 1790, cerca de 100 mil soldados federados entraram em Paris e desfilaram da Bastilha ao Campo de Marte. Luís XVI, a rainha Maria Antonieta e o delfim (príncipe herdeiro) instalaram-se no pavilhão montado em frente à Escola Militar. Do outro lado, haviam erigido um arco triunfal. Nas tribunas, acotovelavam-se 260 mil parisienses.

Por fim, no ponto alto da celebração, La Fayette jurou fidelidade à nação, ao rei e à lei, juramento repetido pela multidão. Luís XVI jurou fidelidade à Constituição. Um Te Deum (hino litúrgico) encerrou a jornada, que terminou em vivas e abraços.

Não se contestou a monarquia, ratificou-se a revolução e se celebrou a união nacional. Foi esse espírito que os deputados do século XIX quiseram associar ao 14 de julho. Na memória coletiva, porém, a data sempre será lembrada como o dia em que o povo tomou a Bastilha, o maior símbolo do absolutismo francês.

 

fonte:

http://www2.uol.com.br/historiaviva/artigos/o_14_de_julho_nao_comemora_a_queda_da_bastilha.html

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2013/07/130714_franca_bastilha_fl

http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/14-de-julho-data-nacional-da-franca/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Festa_da_Federa%C3%A7%C3%A3o

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2013/07/130714_franca_bastilha_fl

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Maison Goyard

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Fachada da primeira loja da marca

A francesa GOYARD, maior referência de luxo no segmento de malas e bolsas, é um verdadeiro mito nos mercados onde atua. A marca, extremamente exclusiva e seletiva, tem enorme foco na personalização, que existe de várias formas, desde os baús e malas feitos completamente sob encomenda até as iniciais e faixas que são pintadas nos produtos, de forma que os clientes possam ter algo único, o que é o verdadeiro significado do luxo. Responsável por criar acessórios eternos para o estilista Karl Lagerfeld e a Duquesa de Windsor, a marca traz em seus detalhes o melhor da sofisticação e exclusividade francesa.

Tudo começou com François Goyard, um jovem artesão de apenas 17 anos que veio da Borgonha para Paris, em 1845, com o objetivo de trabalhar como aprendiz na Maison Morel, fundada em 1792 e então maior e mais prestigiosa fabricante de baús de viagem, caixinhas, cofrinhos e embalagens, que na época era um verdadeiro sucesso entre a nobreza francesa. Em oito anos, ele se transformou no herdeiro profissional do célebre Henri Morel e teve então uma ideia muito original e ousada: abriu uma loja ao público, em 1853, no número 233 da lendária rua Saint-Honoré (onde está até hoje, no mesmo prédio) e começou a oferecer suas sofisticadas e primorosas criações que levavam requinte e luxo na hora de viajar, iniciando um novo negócio, rebatizado como La Maison Goyard, que seria expandido nas três décadas seguintes, por seu filho Edmond.

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Entre as inovações da GOYARD na época, destacam-se a abertura de filiais nos luxuosos destinos de férias dos ricos, como por exemplo, Bordeaux, Biarritz e Monte Carlo, e de corners dentro das lojas de John Wanamaker, considerado pai do conceito de loja de departamento, nas cidades da Filadélfia e Nova York. A marca sempre optou por utilizar na confecção de seus produtos uma mescla de cânhamo (fibra natural que compõem boa parte de suas peças até hoje), linho e algodão de primeira classe. Além disso, recebia um tratamento final com uma goma, garantindo assim a impermeabilidade e resistência a chuva e a maresia.

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Na virada do século, Edmond resolveu participar de várias feiras e exposições internacionais, conquistando inúmeros prêmios e aumentando ainda mais o prestígio da marca. Nesta época, a GOYARD abriu um departamento especificamente para atender aos proprietários de animais de estimação, entre eles cachorros, gatos e até macaquinhos, que queriam seus bichanos vestidos com acessórios da grife francesa como sapatinhos, coleiras e caixas de transporte. Rapidamente a GOYARD se tornou a favorita da aristocracia europeia conquistando também clientes fiéis ao redor do mundo como o bilionário americano John Rockfeller, a atriz francesa Sarah Bernhardt, o escritor escocês Conan Doyle, criador do personagem Sherlock Holmes, a família Rothschild, o Duque e a Duquesa de Windsor, o Marajá de Kapurthala, o pintor Pablo Picasso e Gregory Peck.

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No dia 3 de dezembro de 1931 a GOYARD oficialmente obteve a patente do Malle Bureau, um baú de viagem que poderia ser convertido em um pequeno mobiliário, com uma mesa capaz de acomodar uma máquina de escrever. Ao contrário da rival Louis Vuitton, que se tornou um colosso nas mãos de Bernard Arnault, hoje proprietário do maior conglomerado de luxo do mundo, a GOYARD se manteve pequena e fiel às suas origens, fabricando todas as suas malas artesanalmente, inclusive as costuras, e unindo forças com outras marcas tradicionalíssimas, como os caviares da Prunier, para produzir malas e baús de viagem sofisticados para se carregar de tudo, desde escritórios portáteis a equipamentos necessários para jogar pólo (da sela ao chicotinho) ou degustar um champanhe ou um chá a qualquer instante. Apesar de toda a tradição e história, a GOYARD passou por maus momentos, principalmente no período de pós-guerra, quando as lojas de Boston, Biarritz e Monte Carlo foram fechadas.

Na década de 1990 a marca, que havia praticamente caído no esquecimento, ficando restrita a um pequeno nicho de endinheirados, foi adquirida pela família Signoles, que rapidamente começou aos poucos a introduzir bolsas mais modernas e com diferentes colorações e padrões. Além disso, os novos proprietários conseguiram resgatar os valores da marca e o processo de fabricação original, além de conservar o espírito familiar, fórmula que faria com que a GOYARD retornasse ao seu posto de marca de luxo. O sucesso foi crescente e nas duas décadas seguintes a Maison francesa caiu no gosto das celebridades mundiais por oferecer produtos práticos e extremamente exclusivos. Todas as peças podem ganhar listras e as iniciais de sua proprietária através dos serviços de personalização. Redescoberta por celebridades e fashionistas, a GOYARD voltou às páginas das revistas de moda graças à bolsa-fetiche Saint Louis Tote, vendida em três tamanhos e com uma exuberante cartela de cores. Outro modelo de sucesso é a shopping bag, que vem acompanhada com uma carteira pendurada, e tem várias opções de cores como verde, amarelo, laranja, azul, vinho e vermelho.

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Devido ao enorme sucesso de seu exclusivo monograma (batizado de Chevron, que significa viga, em francês, e data de 1892), clássica estampa com espécies de galhos entrelaçados em forma de Y e em tons de preto, bege e marrom, que remete à atividade ancestral da família, o transporte de madeira no Rio Sena (os pontos imitam troncos empilhados), a grife francesa expandiu suas operações para os Estados Unidos, Hong Kong e Japão, mercados ávidos por produtos luxuosos e sofisticados. No ano 2000, a marca alcançou grande popularidade ao iniciar uma parceria bem sucedida para venda de seus exclusivos produtos com a badalada loja de departamentos de luxo Barneys New York.
 
Uma das últimas e mais brilhantes criações da marca foi a Lancôme/Goyard Vanity Case, uma pequena maleta de maquiagens com itens da sofisticada Lancôme, vendida ao preço de US$ 18.000.
Além disso, buscando atrair novos consumidores a Maison contratou o artista plástico Toland Grinnell para capturar a essência da marca, só que desta vez para um novo público. O artista criou um baú que no seu interior possuía um sistema de som com 1.000 watts de potência, integrado a um iPod, mini-bicicletas com a marca GOYARD em seus assentos e acessórios, mini-refrigerador para cervejas, grelhas da marca George Foreman, skates desenhados e conversor de energia, para que o baú mágico possa funcionar em qualquer lugar do planeta, sem deixar os festeiros na mão.
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A marca apresenta ainda uma linha de produtos para animais que inclui entre outros itens pratos para viagem e coleiras.
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Em 2010 ocorreu outro grande lançamento: um livro de 200 páginas sobre a história da Maison que traz imagens de modelos criados ao longo dos anos, com edição de apenas 233 cópias, que vinha em uma mala própria, numerada. O preço? €6.000 e quem quisesse comprar, tinha que marcar um horário para ver a disponibilidade.
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O que faz a marca ser tão desejada é justamente não lançar coleções, e sim manter o espírito tradicional, baseado no que já foi produzido no passado. O máximo que se faz, de vez em quando, é lançar novas cores. Como é o caso da linha de produtos na cor cinza, introduzida recentemente. Já no Brasil a marca inaugurou seu primeiro ponto de venda em 2008 dentro da Villa Daslu em São Paulo, para vender suas bolsas, malas e acessórios em couro. Em 2012 a GOYARD inaugurou sua primeira loja localizada no hemisfério sul no shopping Iguatemi JK, também em São Paulo. A unidade é a única no mundo a oferece um atelier com uma artesã que faz o marquage, marcação das iniciais da cliente nos acessórios e que pode ser acompanhado pela consumidora. Isto vale para qualquer produto da marca, seja ele recém-adquirido, herdado ou trazido do exterior. As paredes da loja são idênticas às da loja original na rua Saint Honoré em Paris. A loja com 120 m² vende as coleções de bolsas (incluindo modelos consagrados como Saigon, Vendome, St. Honoré e Montecarlo), malas, baús e outros pequenos acessórios como carteiras.

Com 19 lojas espalhadas pelos endereços mais “its” do planeta a Maison Goyard chegou ao Brasil com uma loja em 2012, juntamente com a abertura do Shopping JK Iguatemi.

A loja do JK é linda e traz diversos itens da marca, como as famosas bolsas St Louis, os baús, as carteiras, entre tantas outros objetos de desejo.

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Existe também uma área de personalização, o famoso “marcage”, onde é possível gravar as iniciais do cliente em alguns produtos. Vale a pena a visita em uma das mais exclusivas lojas que estão no Brasil.

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Em ação inédita, a grife investiu na montagem de um atelier de marquage dentro da própria loja, que permite a personalização “in loco” dos produtos comprados. Serviço inexistente até mesmo na loja-sede da marca, na Rue Saint Honoré, em Paris. Os pedidos feitos ali seguem para serem customizados na fábrica, em Carcassone (França).

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Entre as alternativas de personalização, por enquanto, estão listas e monogramas, que serão feitos manualmente por uma artesã especialmente treinada na França com tintas preparadas com exclusivos pigmentos naturais, elaborados por um processo guardo a sete chaves pela Goyard.

 

Entre os produtos-ícones da marca criada em 1853 – época em que viajar era sinônimo de poder e elegância – por François Goyard, e adquirida em 1998 pela família Signoles estão as bolsas Saigon, Vendome, St. Honoré e Montecarlo. Todas com estampas atemporais

Esta será a 16ª loja da marca no mundo. Além de São Paulo e Paris, apenas Londres, Nova York, Los Angeles, São Francisco, Boston, Osaka, Kyoto, Tóquio, Hong Kong e Seul possuem esse privilégio.

A GOYARD, sofisticada grife francesa marcada pela exclusividade, possui apenas 18 lojas ao redor do mundo espalhadas por cidades como Paris, Nova York, São Paulo, Hong Kong, Londres, Seul, Kyoto, Osaka, Tóquio, Xangai, Beijing, Boston, Beverly Hills e São Francisco. Os produtos ainda são encontrados em poucas e exclusivas lojas de departamento, entre as quais Bergdorf Goodman e Barneys Nova York. Hoje em dia, a GOYARD produz pedidos especiais e peças sob encomenda, feita na pitoresca cidade de Carcassonne no interior da França.

Quer saber mais? Vá na loja em São Paulo no Shopping JK ou entre no site: www.goyard.com

As palavras de Dhora Costa, autora do livro “A história da bolsa”, da Editora Matrix, para “Comquebolsa” resumem claramente a importância da Goyard:  ”a marca francesa GOYARD, uma das maiores referências de luxo no segmento de malas e bolsas do mundo, produz objetos exclusivos e personalizados há mais de um século” e “chegou ao século XXI, era das massificações e da produção em série dos produtos de moda, revitalizada, mas ainda com um know how único que reúne competências de grandes artesãos para atender os desejos dos seus clientes, diferenciando-se das demais marcas de acessórios de luxo, por não seguir tendências comuns, mas inspirando-se em elementos atemporais justificando, assim, a sua longevidade no mercado mundial de acessórios.”

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Fontes:

http://luxo.ig.com.br/objetosdedesejo/2012-05-31/goyard-paulistana-sera-a-primeira-a-ter-servico-de-personalizaca.html

https://certusretail.wordpress.com/2013/07/06/maison-goyard/

http://www.comquebolsa.com.br/materiabolsagoyardfotoscomquebolsa/

http://styledchicas.blogspot.com.br/2012/11/e-uma-louis-vuiton-uma-dior-nao-e-goyard.html

http://blogdolorenzetti.com.br/2014/04/04/conheca-a-grife-de-bolsas-que-as-celebridades-usam/

http://www.goyard.com/en/news/new-boutique-openings

http://mundodasmarcas.blogspot.com.br/2009/10/goyard.html

http://www.paulalorentz.com.br/?p=1726

http://lariduarte.com/goyard-love-or-hate-it/sem-categoria

http://suportecomunicacao.com.br/blog/goyard-apresenta-chic-du-chien/

http://www.devambez.com/en/233/#1

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Sébastien Perez

Sebastian nasceu em Beauvais.    Durante sua infância, ele sonha e inventa histórias que ele mantém para si mesmo.  O seu encontro com Benjamin Lacombe, autor / ilustrador, lhe deu o desejo de compartilhá-los.

Em 2007, aparece o primeiro livro de imagens Destins de Chiens  (Ed. Max Milo Juventude).

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“Nombre d’enfants ont vécu le deuil de leur animal domestique sans savoir comment se débrouiller avec cette première grande séparation. Doivent-ils taire le souvenir de leur compagnon de vie, ou -bien au contraire – laisser parler sa mémoire ? Destins de chiens propose une série de petits contes pour libérer cette mémoire… Sous forme de poèmes illustrés en noir et blanc, les destinées parfois terribles, parfois drôles ou tendres de ces quinze compagnons vous sont contées dans un humour noir proche de l’esprit d’un Tim Burton ou d’un Edward Gorey…”

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Ele gosta de explorar os seus medos e  a escrita torna-se uma cura para os medos de criança. Ele descobre que ele pode misturar história e ficção e  que o humor pode perfeitamente ir ao lado do cinismo e  do fantástico. Mas  ele não se esquece de mostrar em seus textos as ideias  de memória e tolerância.

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“Le chat… Quel animal mystérieux que celui-là !

Vous êtes-vous déjà demandé quelles pensées secrètes fleurissent derrière leurs yeux envoûtants ? Quelles idées farfelues leur passent par la tête ? Ou bien s’ils vivent des aventures extraordinaires lorsque vous avez le dos tourné ?

Eux seuls le savent mais voici imaginées ici pour vous quinze des plus facétieuses histoires de chats.”

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Apaixonado e curioso, Sébastien gosta de explorar territórios ricos e variados. Depois de descobrir as bruxas Généalogie d’une Sorcière   (Ed. Seuil), estudou as fadas  L’Herbier des Fées (Ed. Albin Michel) e perfurou os mistérios de Peter Pan em Journal de Peter  (Ed. Milan Jeunesse ), que agora estende seu universo saltando  de cabeça no para o mundo adulto, com a escrita de seu primeiro romance gráfico … 

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“Alors qu’elle explore le grenier de sa grand-mère, Lisbeth découvre un étrange et poussiéreux grimoire. En tournant les pages, elle apprend que sa douce grand-mère Olga serait une sorcière. Et la petite fille n’est pas au bout de ses surprises.”

L’Herbier des Fées, texte de Sébastien Pérez et illustrations de Benjamin Lacombe

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“L’Herbier des Fées est le carnet intime d’un éminent botaniste russe du siècle dernier. Détaché du Cabinet des sciences occultes de Raspoutine, en quête d’un élixir d’immortalité, ses recherches le mènent en forêt de Brocéliande, célèbre pour ses plantes médicinales et ses légendes. Ce qu’il découvre dans ces bois va bouleverser sa vie à jamais…”

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“Un jeune garçon arrive dans un orphelinat. Il a tout oublié, jusqu’à son prénom. Mais « Peter », celui que lui a choisi la mère supérieure, lui plaît. Maintenant, pour ne rien perdre de son histoire, il écrit et dessine dans un carnet toutes les aventures qu’il vit au jour le jour. Pour tout raconter à sa mère quand il la retrouvera… Le Journal de Peter, c’est l’histoire intime de ce jeune orphelin, devenu le célèbre Peter Pan.”

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“Yomon a grandi parmi les dragons. Fasciné par ces créatures majestueuses qu’il considère comme sa famille, Yomon se sent prisonnier de son corps d’enfant. Il le sait : son cœur est celui d’un dragon. Une nuit, il se rend auprès de Quiron, le plus ancien des dragons. Celui-ci lui raconte comment les rois des hommes ont combattu et mutilé les dragons pour dérober qui une dent, qui une griffe, qui des ailes, le souffle tonitruant et la pierre de feu. Pour devenir un dragon, Yomon va devoir récupérer ces 5 trésors. Dès la levée des brumes, sans hésiter, le garçon débute sa quête. Mais chaque roi lui réserve un accueil différent, et Yomon n’est pas au bout de ses surprises…”

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“Blanche-Neige, Cendrillon, Peau d âne, Raiponce…
Les plus célèbres princesses de contes sont prises à contre-pied pour dévoiler en deux phrases une anecdote amusante autour de leurs pieds !
Sous les beaux atours, on découvre des pieds poilus, des pieds aux ongles longs comme ceux d un grizzli ou encore des pieds qui sentent la sardine… Une façon de faire glisser avec humour ces jolies princesses de leur piédestal !”

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Lorsque Ouki se réveille un matin, le soleil a disparu ! Déterminée, La petite Inuit part à la recherche de l’astre perdu. Elle rêve de s’évader en volant comme un oiseau, toujours plus haut, attirée par la lumière..
Entre légendes et réalité, son voyage jusqu au bout du monde la mènera à un dilemme : continuer à suivre le soleil ou rester auprès des siens.
Une prise de conscience sur la soif de liberté et les traditions qui perdurent.

Fontes:

http://www.sebastienperez.com/

https://lateteenclaire.wordpress.com/2015/11/07/lherbier-des-fees-texte-de-sebastien-perez-et-illustrations-de-benjamin-lacombe/

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Museu Maison Victor Hugo – Paris

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 Em torno das arcadas da Place des Vosges, no número 6  encontramos o Hotel Rohan-Guéménée onde viveu o escritor Victor Hugo de 1832 à 1848 e hoje é o Museu Victor Hugo.

L´Hôtel de Rohan-Guéménée: no segundo andar, Victor Hugo viveu por 16 anos

Vista da janela do seu apartamento

Com uma vida pessoal, política e afetiva digna de um homem incomparável e absolutamente único, Victor Hugo, tem um pouco de sua vida exposta na Maison de Victor Hugo em Paris, mais exatamente na Place des Vosges, a mais antiga de Paris, situada na Rive Droite; onde Victor Hugo viveu grande parte de sua vida.

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Victor-Marie Hugo (1802-1885), foi um grande escritor francês, autor de grandes obras como Les Misérables e Notre-Dame de Paris.

Com uma rica história de vida, uma infância marcada por grandes acontecimentos e uma vida adulta rodeada sempre por pessoas influentes e de muitas amantes, Victor Hugo, escreveu mais de 30 livros e tornou-se um dos grandes nomes do romantismo francês.

Estando em Paris, eis um passeio imperdível para quem aprecia história, arte, literatura e grandes biografias como a de Victor Hugo.

O local expõe todo o mobiliário utilizado na época por Victor Hugo, as primeiras edições alguns de seus livros, mais de 400 desenhos executados pelo escritor, obras de artes, e ainda as penas utilizadas por Victor Hugo para escrever – Les Misérables. O primeiro andar é destinado a exposição dos objetos e no segundo andar está a casa do escritor.

Aí estão todas as obras gráficas do escritor assim com seus manuscritos, pinturas e esculturas que o homenageiam, caricaturas e fotos. O museu possui também uma importante biblioteca aberta aos pesquisadores.

museu Victor Hugo

O local onde ele viveu  de 1832 a 1848  fica na esplêndida Place des Voges. Victor Hugo tinha 30 anos quando se mudou para este apartamento de 280 metros quadrados , no segundo andar do Hotel de Rohan-Guéménée, com sua esposa Adele. E lá, eles viveram por 16 anos. Hoje, a antiga residência abriga um museu.

museu Victor Hugo

O apartamento de Victor Hugo, que virou museu em 1903, foi reconstituído com certa liberdade a partir de fotos e móveis que também foram usados em outros lugares onde o escritor morou. O espaço foi adaptado num percurso de sete salas, que vai contando a vida de Hugo através de documentos, gravuras, jornais, cartas, pinturas.

Ele viveu aqui por 16 anos (de 1832 a 1848), onde escreveu grandes romances, inclusive parte de Os Miseráveis (Les Misérables). O local só virou museu no começo do século 20 e foi reconstituído a partir de fotos e documentos. Mas a escrivaninha e a pena de onde saíam suas obras, o busto feito por Rodin e parte do mobiliário são originais.

museu Victor Hugo

O apartamento foi dividido em salas que contam a história de Victor Hugo através de cartas, rascunhos, pinturas, gravuras, obras de arte e desenhos feitos pelo próprio escritor.

A visita ocorre em duas etapas: coleções permanentes, que é gratuita, e exposições temporárias, mas estas são pagas. Os objetos exibidos na primeira são principalmente documentos de trabalho do poeta, como aqueles relacionados à sua produção literária. A casa é aberta de terça a domingo, das 10h às 18h.

museu Victor Hugo

No seu apartamento, podemos visitar a sala de estar; a sala de jantar de inspiração medieval, ideia do próprio Victor Hugo, a sala chinesa também concebida pelo escritor, e o seu quarto. O mobiliário é magnífico! O interessante na visita é transportar-se ainda para o seu tempo e tentar imaginar os momentos de inspiração do escritor. Emocionante!

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

Sala de jantar de Victor Hugo/Foto de: Patrícia C. de Amorim

museu Victor Hugo

Sala Chinesa Foto: Divulgação

Parte do Museu Maison de Victor Hugo, em Paris (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

Parte do Museu Maison de Victor Hugo, em Paris (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

Os móveis eram quase todos concebidos por ele. Muita coisa ele realizava sozinho, para outras contava com a ajuda de profissionais, mas sempre supervisionado por ele.

Contam que Victor Hugo era uma personalidade muito forte e seguro de si, para não se dizer um tanto pretencioso. Alguns detalhes na sua casa mostram o quanto ele era centrado em si mesmo, como as suas inciais em todos os cantos da decoração (para não dizer as iniciais da sua amante!)

O quarto Foto: Divulgação

Ver onde a pessoa morou, seu estilo de vida, imaginar que tudo aquilo é absolutamente real e gerou boa parte da história que você gosta de ler é, realmente, espetacular. A cama onde o autor de “O Corcunda de Notre Dame” morreu é essa aí da foto

A entrada é gratuita e além de móveis originais, cartas, quadros, documentos e gravuras da imagem de Victor Hugo, é possível ver trechos manuscritos de suas mais importantes obras.

Na casa está o modo de entender a arte e a essência da filosofia de vida de Victor Hugo. Foi onde ele viveu grande parte de sua vida.

museu Victor Hugo

 Podemos ver a escrivaninha alta, já que ele preferia escrever em pé.

A visita promete ser realmente emocionante, especialmente para os fãs mais ardorosos, que poderão ver ali a mesma pena que foi utilizada para escrever suas obras mais importantes. Ao conhecer sua casa, o turista terá uma visão mais ampla do escritor e também da cidade que tanto inspirou suas histórias.

Victor Hugo foi um gênio, considerado o principal representante do romantismo francês. Era ativista dos direitos humanos e teve grande atuação política na França. Suas obras, além de intensa criatividade, traziam posições progressistas e enorme consciência social.

museu Victor Hugo

Sua imagem menos conhecida, ainda jovem

museu Victor Hugo

Maison Victor Hugo
6, place des Vosges, 75004
Metrô: Saint-Paul (linha 1), Bastille (linhas 1, 5 e 8 )
Fone: 01 42 72 10 16
Aberto de terça a domingo (exceto feriados), das 10h às 18h

Fontes:

http://www.maisonsvictorhugo.paris.fr/

http://www.parisladob.com/2012/02/06/top-5-museus-gratuitos-de-paris-5-maison-de-victor-hugo/

http://www.matraqueando.com.br/place-des-vosges-e-maison-victor-hugo-passeio-casado-e-gratuito-em-paris

http://www.parciparla.com.br/casa-do-victor-hugo/

http://blogs.diariodonordeste.com.br/andarilho/roteiros/visitando-a-casa-de-victor-hugo-a-grandiosidade-da-intelectualidade-francesa/

http://www.bigviagem.com/museu-maison-de-victor-hugo-em-paris/

http://roteirosliterarios.com.br/7-lugares-para-conhecer-usando-o-metro-de-paris/

http://viverplenamenteparis.blogspot.com.br/2012/09/casa-de-victor-hugo-em-paris.html

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Jardim do Hotel de Ville

O jardim do Hotel de Ville é florido e bem-cuidado, como todos os espaços verdes da cidade, além de ficar ao lado dessa obra-prima arquitetônica que é o prédio da prefeitura de Paris.

Funciona somente aos sábados, domingos e feriados, pois durante a semana o jardim pertence a uma escola.

Até o ano de 2001 o espaço de 1.600m2 era uma dependência dos apartamentos privados dos prefeitos de Paris. Sob a gestão de Bertrand Delanoë, os imóveis foram removidos para dar lugar a uma creche-maternal. Nas horas em que a creche estava fechada, o jardim não era utilizado.

Anne Hidalgo, a atual prefeita da cidade, desejava, desde o início de seu mandato, entregar este espaço verde ao parisienses e finalmente foi aberto ao público em 24 de janeiro de 2016.

Juste à côté la Seine, Notre Dame, l’Île de la Cité…

 

Petit coin de fougères à l’ombre des grands arbres.

pour apprécier un moment de quiétude sur ce banc qui n’attend plus que les visiteurs.

Une petite serre chauffée se laisse entrevoir dans le fond du jardin.

Un coin repos avec un beau laurier rose…

Les baies rutilantes des bambous sacrés (Nandina domestica)

Un camélia à fleurs doubles blanches…

As visitas podem ser feitas aos sábados, domingos e feriados, à partir das 9 horas. 

Fontes:

http://www.pariscotejardin.fr/2015/01/premiere-visite-du-jardin-de-lhotel-de-ville-paris-4e/comment-page-1/

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Le Procope

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Foto: Divulgação | A fachada do Le Procope, um dos restaurantes mais antigos do mundo.

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O Le Procope é o restaurante mais antigo da França – e um dos mais antigos do mundo.

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Fundado em 1686, o local já foi frequentado por Molière, Voltaire, Rousseau, entre tantas outras “celebridades” desde o século XVII, até os dias atuais. Sua história e arquitetura – e também a cozinha, sejamos justos – , despertaram tanto o interesse turístico, que o restaurante passou a ser deixado um pouco de lado pelos parisienses.

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Mas é numa hora pouco provável do dia que alguns encontros frugais ou de negócios – e até mesmo uma concessão para se levar a visita estrangeira ao local pitoresco- que lá temos encontrado o típico morador da cidade.

Pause Gourmande no Le Procope

Em uma atmosfera muito mais calma do que os movimentados horários de almoço e jantar, é possível degustar com prazer o menu da “Pause Gourmande“, que consiste em um menu com direito a uma bebida quente e um doce, no estilo chá da tarde, provando o que há de mais delicioso e tradicional da mesa francesa. E ainda com a visão deste fragmento da história.
Pode-se escolher do crepe flambado ao crème brûlée e voilá! já se pode dizer que sentou-se à mesa preferida de alguns dos mais importantes pensadores ocidentais.

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O crepe flambado do Le Procope. Foto: Divulgação (Foto: O crepe flambado)

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Le Procope ( @restaurantprocope1686 ) PAUSE GOURMANDE …

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Éclair au chocolat géant à la Brasserie Le Procope

O endereço do Le Procope:
13 Rue de l’Ancienne Comédie
75006 Paris

Fontes:

http://www.procope.com/

http://blogs.oglobo.globo.com/paris/post/cafe-da-tarde-no-restaurante-mais-antigo-de-paris-558720.html

https://www.facebook.com/CafeLeProcope/posts/1221196931308924

http://positiveeatingpositiveliving.blogspot.com.br/2009_07_01_archive.html

http://www.evous.fr/Les-plus-vieux-cafes-restaurants-salons-de-the-et-brasseries-de-Paris,1181040.html

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Lista dos melhores jambon/beurre de Paris segundo Le Figaro

Le Figaro.fr  publicou a lista dos melhores jambon/beurre de Paris.

Le jambon-beurre de Lazare par Éric Frechon ( Crédits: François Simon )

Para conhecer as delícias da gastronomia francesa você não precisa reservar um restaurante caríssimo, pedir um prato com um nome complicadíssimo e esvaziar sua conta bancária.Basta escolher um dos endereços abaixo, pedir um jambon/beurre – sanduíche baguette+manteiga+presunto parisiense – uma taça de vinho e pronto. Felicidade garantida!

Inverno ou verão, você pode pedir na hora do almoço, um jambon/beurre bem feito acompanhado por um bom vinho tinto e para finalizar um cafezinho.

Le plus gastro: Lazare

1-Lazare, brasserie na Gare Saint Lazare. Um dos melhores jambon/beurre de Paris. Preço:7.50 euros.
Parvis de la Gare Saint-Lazare, rue Intérieure, 75008 Paris
Tél.: 01 40 72 09 06.

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Le plus parigot: Le Petit Vendôme

2-Petit Vendôme, pequeno endereço no centro de Paris oferecendo um verdadeiro presunto e uma boa baguette.Preço, 4.10 euros.
8, rue des Capucines, 75002 Paris
Tél.: 01 42 61 05 88.

Le Petit Vendôme  - Crédit photo: Auriane Poillet/ Le Figaro

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Le plus bistronomique: 6 Paul Bert

3-  Paul Bert-  Alguns críticos consideram como o único verdadeiro bistrô de Paris. De acordo com o jornal, esta épicerie/cave oferece quatro escolhas de sanduiches preparados com chorizo, patês, terrines e o nosso querido jambon/beurre com manteiga meio salgada, baguette crocante, presundo impecável, mostarda e pepinos em conserva.Preço, 6 euros

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Le plus «beau gosse»: Gontran Cherrier

4- Gontram Cherrier, midiático padeiro parisiense, oferece também um excelente jambon/beurre com manteiga meio sal e suas deliciosas baguettes. Cherrier possui uma padaria em Montmartre. Anote o endereço para uma pausa almoço quando estiver visitando o bairro. Preço, 3.80 euros
22, rue Caulaincourt, 75018 Paris
Tél.: 01 46 06 82 66.

Gontran Cherrier
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Le plus MasterChef: L’Avant-Comptoir

5- L’Avant-Comptoir, um dos endereços preferidos em Paris para um aperitivo no balcão , vende sanduiches memoráveis. Compre um jambon/beurre preparado com duas fatias de presunto artesanal, um pão perfeito e manteiga de primeiríssima qualidade. Deguste alí mesmo, no balcão, ou então suba até o jardim Luxembourg e inicie-se na arte do piquenique. Preço, 4 euros.

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L’Avant-Comptoir,

3, carrefour de l’Odeon, 75006 Paris.

Das 12h às 23 hrs, todos os dias da semana

Fontes:

http://www.lefigaro.fr/sortir-paris/2013/10/17/30004-20131017ARTFIG00592-les-5-meilleurs-jambon-beurre-de-paris.php

http://www.conexaoparis.com.br/2014/01/24/paris-almoco-simples-barato-e-sublime/

https://www.timeout.fr/paris/le-blog/et-le-meilleur-jambon-beurre-de-paris-est-092916

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Como os parisienses se orientam em Paris

Vou dividir com vocês um texto  bem explicativo da Conexão Paris .

A superfície de Paris é de 105 km2 contra Berlin 889 e Londres 1579. Uma cidade pequena, uma cidade ideal para o pedestre, acessível à pé de todos os pontos do seu espaço. Nenhum local não é distante de mais de 5 km do seu centro geográfico que se situa na pirâmide do Museu do Louvre.

A cidade é estruturada por duas grandes divisões. A primeira os belos bairros do oeste contra os bairros populares do leste da capital. Os contrastes sociais são bem visíveis entre a avenue Montaigne e o boulevard Barbés, entre a grande burguesia e os trabalhadores imigrantes.

 

 

A segunda divisão é dada pelo rio, a rive droite (a margem direita) e o mundo dos negócios, do comércio de luxo, das grandes joalherias e a rive gauche (a margem esquerda) da cultura, da Sorbone e do mundo literário.

 

Este sistema de divisões estrutura e ordena o espaço da cidade. A divisão leste/oeste é equilibrada, apesar do emburguesamento da região da praça da Bastille. A divisão rive droite/rive gauche é desproporcional, a segunda representando só 35% do espaço.

 

Na representação turística da cidade, Paris é a rive gauche com o Quartier Latin, Saint Germain, a Sorbonne e a Torre Eiffel. Mas na realidade, Paris é antes de tudo rive droite. A margem direita contribui muito mais para a construção da imagem da capital francesa.

Este sistema de oposições e a divisão da cidade em bairros numerados faz parte do mapa mental de todo parisiense. Morar no 19 ou no 16 não tem o mesmo valor. O contraste é evidente entre a bela arquitetura com seus imóveis de pedra e fachadas esculpidas dos bairros 6,7,8,16 e as fachadas sem ornamentos dos prédios pintados de branco do 10, 18, 19.

Estas divisões e esta maneira de perceber a cidade são tão importantes que o endereço do domicílio pode influenciar de maneira positiva ou negativa a seleção de candidatos à um emprego. Ao indicar seu domicílio o parisiente já fornece um perfil social e econômico que poderá agradar ou não o empregador.

Para maiores informações sobre Paris leiam o excelente livro dos sociólogos Michel Pinçon e Monique Pinçon-Charlot, Paris Mosaique, editora Calmann Lévy.

Eles também escreveram Sociologie de Paris .

Fonte:

http://www.conexaoparis.com.br/2007/12/10/como-os-parisienses-se-orientam-em-paris/

http://www.babelio.com/auteur/Michel-Pincon/3577/videos

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Le Grand Bal Masqué du Chateau de Versailles – 24 de junho de 2017

LE GRAND BAL MASQUÉ DU CHÂTEAU DE VERSAILLES
24 Juin 2017 – 23h30
Dia 24 de junho tem um “Baile de Máscaras” no Castelo de Versailles, organizado por Hakim Ghorab, Diretor artistico e coreógrafo.
Neste dia será possível voltar no tempo com um toque de modernidade. Acontece nos jardins do Palácio – que nessa época já está em seu auge de beleza – um grande baile de máscaras, no melhor estilo Luis XV.
É uma festa privée, tradicional, que anualmente permite conhecer, rir e se destacar em uma atmosfera amigável e pouco usual.
Trajes de época e máscaras em estilo barroco são obrigatórios, mas a trilha sonora passa longe da valsa. Este ano com a participação do DJ GRANDMARNIER e muita música eletrônica .
Com a participação excepcional de Loïc Nottet!
A festa começa às 23:30h, com uma grande queima de fogos, e só acaba com o raiar do dia. Pra se acabar, mesmo. Os ingressos custam a partir de 90 euros e podem ser comprados pelo site do próprio chateaux.
Se estiver em Paris não perca.
Príncipes, cortesãs, duques e todos aqueles que sempre sonharam reviver a realeza francesa terão sua chance na noite de 24 de junho, no Palácio de Versailles. Na data, um dos mais famosos jardins da França será palco edição 2017 do Grande Baile de Máscaras, promovido pela administração local.
O evento, que começará com a apresentação de um espetáculo musical nas fontes do jardim, seguido por fogos de artifício, continuará noite adentro animado por muitos DJs, e coreografias, até a manhã seguinte.
Roupas de época e máscaras são obrigatórias e os ingressos estão à venda pela internet. São aguardadas cerca de 2 mil pessoas para partilhar essa experiência extravagante. Os portões estarão abertos a partir das 21h.
Com certeza essa será uma experiência inesquecível que contará com o simbolismo, a elegância, a extravagância e a magia que fazem parte do imaginário coletivo, com princesas, príncipes, pierrots e cortesãs espalhados por toda l’Orangerie e que estarão em contra-ponto à electronic dance music de nossos tempos.
A Orangerie do Castelo de Versalhes tornar-se-á, por uma noite, o mais elegante, o mais extraordinário e o mais requintado dos salões de baile…
A entrada para o Baile de Máscaras dá acesso ao espetáculo Grandes Águas Noturnas.

 Clip – Le Grand Bal Masqué du château de Versailles (édition 2017)

Le Grand Bal Masqué du Château de Versailles – édition 2016

Musée National du chateau de Versailles – Orangerie
Adresse: avenue de Paris, 78000 Versailles
Accès transport
RER C Versailles-Rive-Gauche
Tél : +33 (0) 1 30 83 78 89
Plus d’infos sur :
http://www.chateauversailles-spectacles.fr
http://www.chateauversailles-spectacles.fr/spectacles/2017/le-grand-bal-masque-du-chateau-de-versailles

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Fabrice Moireau

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Nascido em Blois em 1962, Fabrice Moireau formou-se na Escola Nacional de Artes.

Aquarelista, cenógrafo, um arqueólogo amador e autor de livros ilustrados, Fabrice afirma não saber fazer outra coisa senão pintar.

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De suas muitas viagens, ele trouxe carnets de croquis que são verdadeiras testemunhas culturais e  etnográficas.

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Apaixonado pelo patrimônio arquitetônico , jardins e plantas, a sua busca contínua é traduzir, para a aguarela, a sutileza dos jogos de luz e transmitir a atmosfera de uma rua, uma paisagem, um curso água ..

Né à Blois en 1962, Fabrice Moireau est diplômé de l’Ecole Nationale Supérieure des Arts Appliqués et des Métiers d’Art de Paris. Il est aquarelliste depuis 1987. De ses nombreux voyages (Chine, Maroc, Egypte, Italie, Portugal, Etats-Unis, Hongrie, Grande-Bretagne, Turquie, Japon…), il rapporte toujours des carnets de croquis, véritables témoignages culturels et ethnographiques. Grand amateur du patrimoine architectural et des jardins, sa quête permanente est de traduire et de communiquer par l’aquarelle, le jeu subtil de la lumière et de l’atmosphère d’une ville, d’un toit, d’un jardin ou d’un paysage. Fabrice Moireau réalise toujours ses aquarelles in situ. Il effectue aux 4 coins du monde, des relevés aquarellés de façades de maisons anciennes, parfois à demi ruinées dont beaucoup ont valeur d’archive. Il poursuit aussi un travail intime sur Paris : Paris monumental, Paris des rues, Paris des jardins, Paris populaire.
Il a illustré de nombreux livres dont Paris aquarelles, Jardins de Paris aquarelles, Vallée de la Loire aquarelles, Alsace aquarelles, Londres aquarelles, Venise Aquarelles, New York Aquarelles…

 

Pour saisir les toits de Paris, Fabrice Moireau a sonné aux portes, a fait semblant d’être de l’immeuble, est monté au petit bonheur la chance pour peindre, le regard perché, au risque du vertige. Sa volonté ? Varier les monuments célèbres, les endroits publics et les recoins moins célèbres de la ville, Apporter des visions, des angles inédits et des points de vues saisissants. De cette quête est née une série d’aquarelles entièrement réalisées sur le vif. Ce qui le fascine, c’est ce monde en lévitation presque irréel, l’accumulation incroyable des techniques pour couvrir les toits, l’ingéniosité à se protéger de la pluie, du vent et de la monotonie. Le livre est une invitation au voyage vers un Paris libre !

« Paris est une ville blanche. Ses ombres passent du bleu gris-mauve à des ocres grises. Tout est dans l’opposition entre ces deux familles de couleurs incroyablement subtiles. Les ombres mauves, en hauteur, descendent vers le jaune. Pour réussir une ombre, il faut savoir la nuancer. » Fabrice Moireau

 

zoom

Fontes:

http://www.fnac.com/Fabrice-Moireau/ia380909

http://www.candidature-toitsdeparis.fr/portfolio/toits-de-paris-aquarelles-de-fabrice-moireau/

http://www.fnac.com/Fabrice-Moireau/ia380909

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