Invent


Eva Green

Eva Green é uma das maiores musas atuais, não apenas na França, mas também no mundo inteiro. Já estrelou ao lado de atores importantes como o lindíssimo Louis Garrel em um filme de Bernardo Bertolucci. Também foi bond girl de Daniel Craig em Cassino Royale.

Eva nasceu em Paris, filha da atriz, Marlène Jobert e do dentista, Walter Green.

Tem uma irmã gêmea- Joy

Eva has a non-identical twin sister Joy, who is married to an Italian count and lives in Normandy. According to her mother Marlène, Joy Green “was never attracted by the lure of the cinema and devotes all her spare time to her horses.”

Durante grande parte da sua infância morou na Inglaterra até decidir, aos 14 anos, ser atriz, iniciando seus trabalhos apenas no teatro.

Eva passou a infância na França e depois mudou para Londres onde estudou na Webber Douglas Academy of Dramatic Art.

Ela também trabalhou em várias séries da TV francesa como  Tout le monde en parle (em 2001) e Comme au cinema (em 2003).

Sua mãe nunca quis que ela escolhesse a profissão de atriz. Eva ignorou o conselho da mãe quando aceitou fazer Isabelle no filme de Bernardo Bertolucci The Dreamers em 2002.

 

Após ser descoberta por Bertolucci, realizou sua primeira estréia nos cinemas, aos 23 anos, ao lado dos atores Louis Garrel e Michael Pitt no romance dramático Os Sonhadores.

O filme gerou muita polêmica por conta do roteiro adaptado da obra de Gilbert AdairThe Holy Innocents. As fortes cenas de nudez e erotismos são grande marco desse primeiro trabalho da atriz.

Os Sonhadores – Trailer

A partir de então, a moça passou a gravar diversos filmes, como Cruzadas de Ridley Scott

Kingdom of Heaven ( Cruzada / Reino dos Céus) lançad0 em 2005.

 

A year later Green made her Hollywood debut opposite Orlando Bloom as the exotic Sybilla in Ridley Scott’s Kingdom of Heaven. She reportedly had to go through six screen tests to bag the role. But it ended in somewhat of a disappointment for the actress because Scott was forced to edit out a large part of her role due to the length of the film.

Eva Green and Orlando Bloom in Kingdom of Heaven

e como já havia citado antes, 007: Cassino Royale do diretor  Martin Campbell.

 

2006 proved to be a real turning point for the actress. Casino Royale introduced to the world a new Bond, Daniel Craig, and a new Bond girl, Eva Green.

Her performance as Vesper Lynd was appreciated and in fact she was called the fourth best Bond girl of all time.

Eva went on to win a BAFTA and an Empire award for her performance in Casino Royale.

Um ano depois, trabalhou novamente ao lado do ator Daniel Craig em A Bússola de Ouro.

Bruxa Serafina Pekkala.

She portrayed the witch Serafina Pekkala in The Golden Compass.

Em 2008 Eva Green fez o filme Franklyn

No filme, Ryan Phillippe interpreta Preest, um detetive mascarado à procura de seu inimigo pelas ruas de Meanwhile City, uma metrópole governada pela fé e pelo fervor religioso. Bernhard Hill é Esser, um homem falido em busca de seu filho rebelde pela cidade de Londres. Sam Riley interpreta Milo, um garoto de coração partido que tenta, desesperadamente, encontrar o caminho de volta (…) “à pureza do primeiro amor”. E por fim, Eva Green vive Emília, uma estudante de arte, que produz trabalhos cada vez mais complexos e “de morte”.

In 2009 Eva was then seen in Franklyn where she played the role of a schizophrenic woman.

Jamie Campbell Bower é o Rei Arthur e Eva Green, Morgana, na minissérie Camelot

Neste outro filme, Dark Shadows, as imagens mostram Eva Green como Angelique Bouchard, Johnny Depp como Barnabas Collins e Gully McGrath como David Collins.

 

Foi lançado nos cinemas em 2010 o novo filme de Jordan Scott, filha de Ridley Scott, “Cracks”.

Veja o Poster do filme e Miss G (Eva Green)

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A trama se passa nos anos 30, em um internato inglês isolado, onde as jovens se inspiram em sua professora de natação, a dinâmica e misteriosa senhorita G, interpretada por Eva Green.
A professora conta para suas alunas histórias românticas do mundo exterior, encorajando as meninas a saírem em busca de liberdade e independência, mas a rotina do universo do colégio é alterada coma chegada de uma estranha, Fiamma,  interpretada por Maria Valverde.

The same year she starred in Cracks, as boarding school headmistress Miss G who develops a fascination with one her teenage pupils. According to her, the relationship was not depicted graphically enough on screen: “The love scene is soft – I wanted to go even further. In the book, she’s more sexual.”

Ventre (Womb) 2010/11 é um filme do diretor Benedek Fliegauf, com Eva Green e Matt Smith nos papéis principais

She has finished shooting for Womb, a futuristic drama about a distraught widow who decides to clone her deceased husband.

Eva Green faz em 2011  Sentidos do amor – Perfect Sense

Susan e Michael se conheceram num momento que parecia propício para o início de um relacionamento. Michael tenta mostrar a Susan que nem todos os homens querem vê-la sofrer, assim como o ex-namorado. No entanto, o que parecia perfeito está ameaçado por uma pandemia que ameaça toda a humanidade.

The film is reportedly a love story set in a city where people are slowly losing their sensory perception.

Em 2013 , Eva Green estará no filme 300 Batlle of Artemisa.


300 Battle of Artemisia Official Trailer 2013

A atriz Eva Green vai participar da ação em 300: Battle of Artemisia, o novo filme do universo de 300, que tem como base a HQ Xerxes, escrita por Frank Miller. Foi o que ela deu a entender em entrevista à MTV.

No filme, Green vive a déspota Artemísia (e não uma deusa, como havia sido divulgado antes), rainha persa que convence Xerxes (Rodrigo Santoro) a unir seus exércitos e liderá-los em batalha contra os gregos.

“Vou fazer Artemísia, que existiu de verdade. Ela é uma personagem muito durona, quase como um homem. Será meu primeiro filme de ação, vai ser um desafio. Muito treinamento”, disse a atriz.

Como Eva Green acredita que esse será seu primeiro filme de ação, pressume-se que ela realmente terá mais cenas com dublês e ação do que em filmes como Cassino Royale.

Eva, além de uma ótima atriz, é grande ícone de beleza e moda.

Green realizou diversas campanhas de marcas renomadas no meio fashionista, além de aparcer em capas de várias das melhores revistas do mercado.

 

Dona de uma beleza pouco óbvia, com traços bem marcados que, ao mesmo tempo joviais, inocentes e extremamente característicos exalam um sex appeal nada convencional. Atualmente é um dos rostos mais cobiçados no meio cinematográfico e na indústria de propaganda.

Besides films, Eva has also modelled for Breil Jewels, Emporio Armani, Lancome, Heineken and Midnight Poison perfume by Christian Dior.

Eva Green foi o nome escolhido pela Dior para promover o perfume Midnight Poison.

Eva Green incarne tout d’abord l’élégance et le charme, et ce notamment à travers les campagnes de pub réalisées pour Armani, Montblanc et Dior.

A campanha publicitária da fragrância da casa de alta costura francesa tem a assinatura do estilista britânico John Galliano e é, segundo a marca, inspirada no conto da Cinderela. O spot televisivo e as peças para a imprensa remetem o espectador para ambientes mágicos e, ao mesmo tempo, fascinantes.

Ao escolher Green para figura desta campanha, a Dior pretende combinar o perfume com a imagem de uma mulher provocante e moderna.

Armani code


She is the international brand ambassador for German jewellery and watch maker Montblanc.

 

EVA GREEN – Don’ t Touch My Breil – HQ

Giorgio Armani was so impressed after seeing Eva in The Dreamers that he based his Spring collection of 2005 around her. In 2007, Green became the face of the house of Dior by John Galliano.

She appeared at Dior’s 30th Anniversary show in Versailles wearing a shocking pink kimono, a goth-geisha look designed by John Galliano himself.

She is also supporting UNICEF and wants to one day return to her first love theatre.

 

Homenagem mais que merecida, não acham?

Eva Green posa nua para a “bíblia de estilo” Tatler

A Bond Girl Eva Green posou nua para a edição de dezembro da revista Tatler, considerada uma “bíblia de estilo”, informa o jornal inglês Daily Mail. A foto é uma recriação de um retrato clássico da atriz britânica Charlotte Rampling, feito em 1973.

 

Mais Eva green, ce n’est pas seulement l’élégance… L’actrice est en effet aussi connue pour son « killer look ». Démonstration en images:

 

A atriz francesa Eva Green, que já namorou alguns dos atores mais cobiçados do cinema, como Daniel Craig  e Orlando Bloom , revelou acreditar que o amor dá muito mais trabalho do que tranquilidade.

“Quando eu amo alguém eu sempre dou tudo, talvez até demais. E, em seguida, tenho que trabalhar nisso o tempo todo. Quer dizer, os primeiros meses sempre são bons, mas depois dá muito trabalho. Não é mais tão apaixonado e louco como no início do relacionamento”, afirmou a morena.

Eva, que ficou mundialmente conhecida após interpretar Vesper Lynd em uma das edições do filme 007, também teve dois longos relacionamentos com os atores Yann Claassen e Marton Csokas  e admitiu estar curtindo fase solteira.

Eva was in a relationship with actor/director Yann Claassen who was several years her senior. After splitting from him, she began dating New Zealand actor Marton Csokas, again 14 years elder to her. She has enjoyed a steady relationship with Csokas whom she met on the sets of Kingdom of Heaven.

“Acho que não seria capaz de viver com alguém agora. Vejo que é bom ser independente e ter meu próprio espaço. Bom não ter compartilhar tudo. A rotina é assustadora para mim. Acho que isso é perigoso”, acrescentou a atriz.

Fontes:

http://evagreenweb.com/eva/biography/

http://dresscodeemlyon.wordpress.com/2011/01/22/eva-green/

http://cinemamusicaeafins.blogspot.com.br/2007_07_01_archive.html

http://sound–vision.blogspot.com.br/2006/02/eva-green-nova-bond-girl.html

http://ohnotheydidnt.livejournal.com/11806092.html

https://www.femalefirst.co.uk/celebrity/Eva+Green-239039.html

http://movies.ndtv.com/photodetail.aspx?Page=48&ID=7680#talk

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A nova boutique Paul Smith – rue de Grenelle

La nouvelle boutique Paul Smith rue de Grenelle

O estilista britânico abre uma boutique 100% femme no 7ème arrondissement de Paris,” à l’angle de la rue de Grenelle et de la rue Saint-Guillaume”, na qual a decoração sabiamente estudada varia entre  ”écrin de luxe et galerie d’art.”

Com mais de 30 anos de carreira, o estilista inglês Paul Smith é referência na alfaiataria masculina, conhecido por suas camisas em cores e modelos extravagantes e pelos conjuntos com listras coloridas (símbolo de sua marca, que se repete também em produtos como seus perfumes).

Em 1976, apresentou sua primeira coleção de moda masculina. O seu trabalho foi tão reconhecido que atingiu literalmente a nobreza. Em 2001, Paul foi condecorado com o título de “Sir” pela rainha da Inglaterra, Elizabeth II, por sua contribuição ao mundo da moda. Sua marca tem mais de 200 lojas nas maiores capitais mundiais.

O estilista inglês Paul Smith, conhecido pelas listras multicoloridas, une em suas criações o casual à elegância.

Durante os mais de 30 anos de carreira, Paul Smith construiu um sólido império no mundo da moda. O estilista é referência na alfaiataria masculina com detalhes de elegância e requinte. As coleções, tanto masculinas como femininas, possuem combinações de cores vibrantes e estilo casual. A principal característica de suas criações são as listras coloridas.

A carreira de Paul Smith como estilista começou de forma inesperada. Até o fim da adolescência, sua paixão eram os esportes, e ele sonhava em ser ciclista profissional. No entanto, o estilista viu sua vida se transformar quando encontrou antigos amigos, que na época estudavam em uma escola de arte. Depois de uma conversa que abordou os maiores ícones da arte como Mondrian, Warhol, Kokoshka e David Bailey, Smith se inspirou e decidiu fazer parte deste mundo criativo.

A influência da arte e da fotografia moderna foi a base necessária para Paul Smith chegar ao sucesso de suas criações, que posteriormente iriam tornar-se referência de estilo. Entre as criações, o conjunto de listras coloridas se tornou sua marca registrada, e hoje estampam embalagens de perfumes, porcelanas, máquinas fotográficas, sapatos e artigos de decoração, como mobílias e tapetes.
A câmera clássica da Leica ganhou uma versão estilosa. O designer inglês Paul Smith colocou suas listras coloridas no modelo e deixou a X2 ainda mais charmosa.
Laptop Sleeve Bag in Stripe –  impressão Acme Made, em colaboração com Paul Smith.
As famosas listras coloridas de Paul Smith ilustram o conjunto de porcelana
Em 2002, Paul Smith uniu-se à Cappellini, empresa italiana de decoração, criando artigos para a linha Mondo. O resultado foram móveis que dão um tom de classe e bom gosto para os ambientes.
Sideboard criado por Paul Smithpara a linha Mondo, da Cappellini
Também produziu elegantes tapetes juntamente com a Rug Company, em 2005. A linha possui desenhos que passeiam entre o clássico oriental, o estilo colorido multiformas, temas florais e traços que lembram o movimento das ondas do mar.

Sem se esquecer de seu sonho de adolescência, ele reuniu suas habilidades criativas à paixão por bicicletas. Em 2006, criou um design para os modelos da empresa Mercin. No mesmo ano, o estilista firmou uma parceria com a tradicional marca de motocicletas Triumph, que resultou na coleção “Triumph by Paul Smith.

Modelo de motocicleta Triumph Bonneville T100, customizada por Paul Smith

Foram produzidas somente 100 unidades da “máquina com listras”, o que confirmou a exclusividade da inglesa Triumph.

Em sua mais recente parceria, realizada em maio de 2008, Paul Smith criou ternos e acessórios para os jogadores e a equipe técnica do clube inglês Manchester United. O estilista deixou sua marca registrada nas gravatas, cujas listras em diagonal ficam evidenciadas sobre a camisa branca que acompanha o conjunto. 

O estilista inglês, que ganhou fama com a moda masculina, hoje também faz sucesso com suas criações femininas. Ele aposta no estilo clássico, mas sempre com toques divertidos e originais.

Apaixonado pela arte e design,  proprietário de uma loja de antiguidades em Notting Hill, Paul Smith abriu uma nova loja em Paris  na rue de Grenelle,  no 7 º arrondissement de Paris.

Uma loja exclusivamente feminina e pensada como uma espécie de exposições de galeria de arte ,com três áreas distintas .

A primeira área dedicada exclusivamente a sapatos femininos  mostra fotografias do fotógrafo britânico Hugh Stewart.

A segunda área, a mais importante da loja é coberta com fotografias do livro “pequenos negócios”, de Irving Penn, com contraste preto e branco com apenas as peças femininas apresentadas nesta loja.

 

 

O último espaço dedicado para a linha de Paul Smith segundo Black Label é adornado com aquarelas da artista Lídia Webber. Decoração também cuidadosamente estudada, como o lustre luxuoso  de vidro de Murano .

 


Paul Smith

32 Rue de Grenelle

75007  Paris

Passionné d’art et de design, éternel chineur et propriétaire d’un magasin d’antiquité à Notting Hill, Paul Smith vient d’ouvrir une nouvelle boutique parisienne rue de Grenelle dans le 7ème arrondissement de Paris. Un magasin exclusivement féminin et pensé comme une sorte de galerie d’art puisqu’il expose dans trois espaces mode distincts différents artistes et designers. L’un, uniquement consacré aux chaussures féminines et mettant à l’honneur la ligne Men Only (inspirées de celles des hommes) dévoile deux clichés du photographe britannique Hugh Stewart. Le second et plus important espace de la boutique est recouvert de clichés tirés du livre “Small Trades” d’Irving Penn dont les sujets masculins et le noir et blanc contrastent avec les pièces uniquement féminines présentées dans cette boutique. Le dernier espace, consacré à la seconde ligne Paul Smith Black Label se pare d’aquarelles réalisées par l’artiste Lydia Webber, dont la préférée du créateur s’avère être une représentation d’un œuf à la coque. Une décoration savamment étudiée à reproduire également chez soi, puisque les clients pourront s’offrir quelques unes des œuvres exposées telles que le luxueux chandelier en verre Murano ou les jolies aquarelles de Lydia Webber.

Fontes:

http://www.vogue.fr

http://www.portaldoluxo.com.br/noticia_paul_smith.php

http://www.maxitendance.com/2012/12/paul-smith-femme-boutique-paris-7eme.html

http://www.paperblog.fr/5990681/boutique-paul-smith-une-boutique-parisienne-100-femme/

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Les Cocottes de Christian Constant

A gastronomia francesa vem mudando ao longo dos anos. Os tradicionais restaurantes, onde sentava-se durante horas para apreciar o serviço completo da casa, estão se adaptando aos novos tempos.

Prova disso é o Les Cocottes, do renomado chef Christian Constant- dono de quatro restaurantes na rue Saint-Dominique.

C’est parce qu’il est natif de Montauban comme le peintre qu’il a choisi d’appeler son premier restaurant Le Violon d’Ingres, en 1996. Puis, peu à peu, il a métamorphosé cette portion de Saint-Dominique en Constant street. Au 135 donc, son gastro, puis au 131, Les Fables de la Fontaine (étoilé tout-poisson), au 139, Le Café Constant (cuisine de ménage extra) et enfin, collé à la maison mère, Les Cocottes, son petit dernier. Pas interdit de penser que la famille s’agrandira encore. « Sur la gauche, il y a peut-être une idée », lance-t-il, gourmand, anticipant déjà la future enseigne, Les Marmites  !

Constant também foi um dos criadores da bistronomique, o conceito de comida estrelada de qualidade e com preços justos. No lugar de mesas, balcões. Onde um dia eram pratos, agora são as caçarolas que roubam a cena.

Muito descolado, o Les Cocottes é um desses lugares com proposta arejada. Todos se acomodam em um longo e moderno balcão, que se estende por um corredor. E não demora muito para que um “vizinho ” puxe conversa en français ou em qualquer outro idioma, já que estamos em uma das capitais do mundo.

Os pratos, simples e rápidos, são servidos em charmosas caçarolas de ferro fundido  ( cocottes, em francês), que conservam o calor e o sabor ! por muito mais tempo.

Na foto Christian Constant e o chef Philippe Cadeau

No comando Christian Constant se inspira no sudoeste da França para criar o menu, com alma caseira e tempero contemporâneo.

Constant treinou e inspirou uma geração de chefs, inclusive Yves Camdeborde do “Le Comptoir” e Thierry Breton do “Chez Michel”.

Lorsqu’il était chef de cuisine au Crillon, Christian Constant a formé une grosse brochette de ceux que l’on retrouve aujourd’hui aux commandes des bistronomiques ou des palaces : Yves Camdeborde (Comptoir du Relais), Jean-François Piège (Crillon), Éric Fréchon (Bristol), Jean-François Rouquette (Hyatt Vendôme), Christian Etchebest (Le Troquet), entre autres…

 

O lugar fica aberto do café da manhã ao jantar, e ainda que você não esteja com tanta fome, nada mais cool do que parar ali para ler uma revista ou um jornal, enquanto aprecia um espresso ou saboreia  uma autentica quiche. Aliás não só as quiches, mas as saladas, sopas e sobremesas  podem ser servidas para viagem.

Em tempo: as caçarolas , da marca Staub ( uma mania na França entre chefs e goumets) estão a venda…um charme!!!

Christian Constant – JC Marmara / Le Figaro

Dépourvu de toute vanité, fidèle à ses racines, sa passion du rugby et ses plats d’une implacable franchise, il préfère s’amuser de ses deux nouveaux trésors. Un livre-objet titré La Maison Constant qui abrite quatre opus de recettes (aux Éd. Mango) et son « taxi fumeur », un beau spécimen anglais garé juste devant Le Violon. Grand amateur de cigares lui-même, il n’allait tout de même pas laisser ses clients fumer sur le trottoir !

Les Cocottes de Christian Constant
135, rue St.-Dominique

 75007 – Paris  ( pertinho da Torre Eiffel )

Metro: Ecole Militaire

Tel: 01 45 50 10 31

Almoço ( 12hoo-16hoo) e jantar (19h00 – 23h00)- de Segunda a Sábado – Não aceita reservas

Saiu até um livro…

Les cocottes de Christian Constant
ses meilleures recettes de cocottes

Philippe Cadeau
photographies Clay McLachlan
préface Fabien Galthié
Mango , Paris
collection Chefs
Parution :  mai 2009
 Gostou?   Visite o site oficial e inclua no roteiro da sua próxima viagem a Paris !!!
Back Camera

Les Cocottes de Christian Constant…

Au bout d’un long comptoir…la cuisine dans laquelle le chef Philippe Cadeau et son équipe préparent de délicieuses cocottes qui raviront une clientèle chic mélangée à quelques touristes  heureux de pouvoir gouter à la cuisine d’un grand chef.

Justement, parlons cuisine…En inspectant la carte, on a envie de tout goûter. Les entrées vont du confit de foie gras de canard à la soupe de potiron en passant par la crème de lentilles…humm tellement bon!!!!!

Après les entrées, les stars du restaurants…les cocottes. Vous aurez le choix entre les cocottes à la carte (cocotte à l’épaule d’agneau confit et pommes de terre boulangère, cocotte mini légumes etc.) mais également la cocotte du jour. La cocotte au pieds de porcs entourés de pommes de terre est tout simplement divine…

Enfin pour terminer ce bon repas laissez vous tenter par la tarte au chocolat servie avec de la chantilly, ou la gaufre chantilly, chocolat, caramel et beurre demi-sel. Voilà, vous avez une bonne adresse pour passer un moment convivial tout en dégustant des produits de qualité.

Entrées: entre 7 et 9 euros
Cocottes: entre 12 et 24 euros
Desserts: 6 à 8 euros
Les Cocottes de Christian Constant 135 rue Saint-Dominique
Déjeuner : midi – 16h00 Dîner : 19h00 – 23h00
Fermé le dimanche
Pas de réservation




Fontes:

http://www.maisonconstant.com/les-cocottes/

http://lancomebrasil.com/page/3/

http://girlsguidetoparis.com/archives/les-cocottes-de-christian-constant/#.UNnPb-RX3pU

http://www.gourmetviajante.com.br/viagens/Em+Paris+um+lugar+delicioso:+Les+Cocottes,371

http://www.paperblog.fr/1599753/les-cocottes-de-christian-constant/

http://chefdamien.750g.com/2010/05/18/355-les-cocottes-une-bonne-idee

http://www.lefigaro.fr/scope/articles-quartier/2008/10/08/08003-20081008ARTFIG00001-christian-constant-a-la-tour-maubourg-

http://www.lavaliseetlafourchette.com/les-cocottes-de-christian-constant/

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Garou

Pierre Garand (26 de junho de 1972, Sherbrooke, Québec), mais conhecido como Garou, é um cantor canadense. Celebrado na França pelo personagem Quasimodo na comédia musical Notre-Dame de Paris de Richard Cocciante e Luc Plamondon.

Belle

Dieu que le monde est injuste

Les cloches

Em 2000 começa sua prestigiada carreira solo com o seu álbum “Seul” (Sozinho), que consta de um incrível dueto com a cantora Céline Dion na canção “Sous le vent” (Sob o Vento). A canção deu a Garou e a Céline um NRJ Music Award, na categoria “Grupo/dupla/trio francês” em 2002. Garou ainda levou o Prêmio de Melhor Artista Masculino Francês e Melhor Site Musical.
Também em 2002, Garou ganha o World Music Award por “Maiores Vendas de Artista Masculino Canadense”.

Sous le vent

Seul

Je n’attendais que vous

Gitan

Que l’amour est violent

Em 2003 leva o Prêmio de “Melhor Artista Masculino Internacional do Ano” nas premiações polonesas “Wictory Award” e “Dragon Award”

Em novembro de 2003 lança seu segundo álbum, “Reviens”, e em junho de 2006 o seu terceiro álbum, o qual simplesmente batizou de “Garou”.

Et si on dormait

Ton premier regard

Passe ta route

L’aveu

La rivière de notre enfance (com Michel Sardou)


Dis Que Tu Me Retiendras

Je suis debout

Garou lançou “Tu es comme ça” com a cantora canadense (nascida no Quebec) Marilou Bourdon, e a música saiu como uma das melhores da Europa e expandiu sua “popularidade” por todo o continente.

Je suis le meme

L’injustice

Graças ao prestígio musical que adquiriu, Garou já passou por diversos países com sua turnê, como Polônia, Rússia, França, Bélgica, Suíça, Líbano e obviamente Canadá.
Garou é um dos cantores prediletos do público francês. Apresentou-se diversas verzes no NRJ Music Awards (prêmio anual da música francesa), e participa constantemente do projeto Les Enfoires (que também acontece anualmente).

Em Maio de 2008 lançou o seu primeiro trabalho em língua inglesa, “Piece of my Soul” (trad.: Pedaço da minha alma), promovido através do tema “Stand Up”.

Stand up

Heaven’s table

Em 2009 lança Gentleman Cambrioleur

Em 2010 Garou lança Version Integrale


Em Junho de 2011 estreia como o personagem Zark em Zarkana, novo espetáculo do mundialmente conhecido Cirque du Soleil.

Discografia

Álbuns
2000 : Seul
2001 : Seul … avec vous (ao vivo)
2003 : Reviens
2006 : Garou
2008 : Piece Of My Soul
2009 : Gentleman Cambrioleur
2010 : Version Integrale

Singles
Notre Dame de Paris (1998) (Musical com vários artistas)
“Belle” (com Daniel Lavoie e Patrick Fiori)
“Dieu que le monde est injuste” (lançado em 1999)
Seul (2000)
Seul
Gitan
Je n’attendais que vous
Sous le vent (com Céline Dion)
Que l’amour est violent
Seul… avec vous (2001) (ao vivo)
Le monde est stone
Reviens (2003)
Reviens (où te caches-tu?)
L’aveu
Et si on dormait
Passe ta route
La rivière de notre enfance (com Michel Sardou)
Garou (2006)
Je suis le même
L’injustice
Piece Of My Soul (2008)
Stand Up
Heaven’s Table
Burning

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Génération Goldman – sucesso na França!

Há um bom tempo que a França não via um fenômeno como “Génération Goldman”, que a menos de um mês nas lojas já foi certificado disco de diamante. 

O álbum de reprises de canções de Jean-Jacques Goldman reinterpretado por artistas da nova geração da música francesa como M Pokora, Tal e Marie Mai está surfando na onda dos álbuns de reprises responsável pelo sucesso de Nolwenn, dos Prêtres, Yannick Noah, Chimène Badi…  

Là-Bas: a homenagem de Marie Mai e Baptiste Giabiconi a Goldman

Há um bom tempo a música francesa não via um fenômeno como o disco “Génération Goldman”, que a menos de um mês nas lojas já foi certificado Disco de Diamante. Várias são as razões do sucesso: o embalo das festas de fim de ano com a tradicional troca de presentes nesta época é uma delas. A segunda pode ser explicada pela própria popularidade do Jean-Jacques Goldman que vem encantando plateias há quase trinta anos, e finalmente a terceira é a própria equipe escalada para o álbum. A My Major Company selecionou a dedo alguns dos artistas mais pops da França para reinterpretarem o cantor francês no álbum de reprises, todos fãs do Jean-Jacques, e que cresceram ouvindo as músicas dele como o M Pokora, a Tal, e a Amel Bent, que pediu que ele lhe escrevesse uma música para o último disco dela.
Para dar sequência à promoção do álbum a equipe escolheu a música “Là-bas”, interpretada por Marie-Mai e Baptiste Giabicone, na qualidade de single a ser ilustrada com um clipe.

Agora vou mostrar a vocês algumas outras músicas encontradas no CD:

Je te donne – Leslie & Ivyrise


Veiller tard - Shy’m

Génération Goldman - Zaz - Pas l’indifférence

Génération Goldman – Christophe Willem – Je marche seul

Génération Goldman – On ira – Judith & Florent Mothe

Génération Goldman – Corneille – Quand tu danses

Génération Goldman - Amel Bent - Comme toi

Génération Goldman – Envole-Moi – Tal & MPokora

Génération Goldman – Au Bout De Mes Rêves – Emmanuel Moire & Amandine Bourgeois

Génération Goldman – Il Suffira d’Un Signe – M. Rim, A. Vassili, B. Giabico

Il y a – Christophe Willem & Zaho

E onde se encontra Godman??  Jean-Jacques Goldman: va t-il revenir un jour?

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O Impressionismo e a Moda no Musée D’Orsay

“O Impressionismo e a Moda” no Musée d’Orsay

 

Impressionistas tomam conta da moda no Museu d’Orsay!!

O parisiense Museu d’Orsay, templo da pintura impressionista, apresenta   a exposição de 70 quadros de Manet, Monet, Renoir, Degas e Caillebote, entre outros, acompanhada de 40 vestidos usados por mulheres durante a época em que floresceu este movimento artístico, na segunda metade do século XIX.

A exposição, aberta até 20 de janeiro de 2013, é organizada de maneira conjunta pelo Museu d’Orsay, pelo Metropolitan Museum of Art de Nova York e o Art Institute de Chicago.

O diretor de ópera Robert Carsen multiplicou o efeito das obras-primas impressionistas, que desfilam uma atrás da outra, como modelos.

“Os impressionistas, apaixonados pela modernidade, se interesam pela moda, fenômeno que estava nessa época em pleno auge, com o desenvolvimento das revistas especializadas e das grandes lojas”, diz Gloria Groom, curadora da exposição.

“Ao estudar seus grandes retratos de mulheres, me dei conta que pintavam roupas contemporâneas que podiam ser encontradas nos desenhos de moda”, explica Groom, do Art Institute de Chicago.

A partir daí veio a ideia de utilizar o acervo do museu Galliera, vestidos que se aproximavam desses desenhos, revivendo as silhuetas de quem os usava.

O Ministro Baiard visita a exposição

Os impressionistas faziam posar as mulheres que os rodeavam, suas companheiras e amantes, mas o verdadeiro herói do quadro é o vestido, sua maneira de captar a luz, seus reflexos. Os pintores desse movimento eram especialistas em reproduzir a transparência da luz, seu resplendor fugidio.

 

Em “Mulher com papagaio” (1866), de Manet, a camisola rosa pálido de Victorine Meurent, modelo do pintor, provocou muitos comentários ao ser apresentada no salão de 1868. “Um rosado falso e raro”, segundo o escritor Théophile Gautier, uma roupa “suave” para Emile Zola.

Uma silhueta em S

Pintura de Manet, entitulada La Parisienne, em exposição no Museu D Orsay

Manet conhecia bem a moda. Sua “parisiense” veste uma roupa preta com anquinhas, ajustada na cintura e adornada com um chapéu alto. Ela arrasta a cauda do vestido com segurança, deixando entrever suas botas.

Os impressionistas se interessam “pela mulher em movimento”, diz Groom. Nos anos 1870, as crinoligas, anáguas usadas para armar os vestidos, eram rebaixadas na frente, enquanto na parte traseira eram infladas com almofadas. É o triunfo da silhueta em S, que se aprecia de perfil. O corpete ainda está lá para emprestar uma “cinturinha de vespa” às mais elegantes.

Albert Bartholomé pinta em “Invernar” sua esposa vestida com um traje de verão de algodão branco estampado com círculos e detalhes lilás. A roupa da senhora Bartholomé, exposta ao lado da tela na exposição, ostenta uma cintura de 32 centímetros.

 

A cor preta já estava na moda. No grande quadro “Senhora Charpentier e seus filhos”, de Renoir, a esposa do célebre editor usa um traje amplo de muita elegância.

 

Com “Naná”, Manet explora o que está por baixo. O corpete de cetim azul-céu da atriz que serviu de modelo, suas anáguas, seu salto alto, exibidos sob a atenção de um homem vestido, ofenderam a moral da época: o quadro foi rechaçado no salão de 1877.

 

Os trajes brancos florescem nos quadros ao ar livre. Para “Mulheres no Jardim” (1866), de Claude Monet, a companheira do pintor, Camille, veste quatro roupas diferentes para encarnar quatro mulheres em diversas poses.

Os quadros de Monet, Pissaro, Manet e outros são postos lado a lado com as vestimentas da época.

O mesmo vestido usado pela moça no quadro aparece exposto!

São cerca de 40 vestidos que datam de 1840 a 1880 e mostram o período de ascensão da burguesia aliados com o a vanguarda artística da época.  

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Na mostra, é possível observar o momento de transição para uma sociedade urbana com a ascensão da burguesia retratada por artistas em cenas do cotidiano, além das peças ricas em detalhes.

Também são expostos catálogos de costureiras ou magazines em plena ascensão, como o Le Bon Marché e o La Ville de Saint-Denis, além de frascos de perfume e artigos de beleza.

 

A mostra fica em cartaz até 20/01/2013

Depois dessa data, ela parte em itinerância pelos dois outros museus em 2013.

“L’Impressionisme et la Mode” 

Museu D’Orsay

1, Rue de la Legion d’Honneur, 75007

Aberto de terça à domingo de 10 hs- 18 hs (horário de inverno)/ de 9 hs-16hs (horário de verão)

 

 

Fontes:

http://www.anarellaonline.com.br/blog/dicas/impressionismo-e-a-moda-no-museu-dorsay

http://msn.lilianpacce.com.br/e-mais/o-impressionismo-e-a-moda-musee-dorsay-exposicao/

http://lo-v-it.com/moda-e-impressionismo-museu-dorsay-paris/

http://entretenimento.band.uol.com.br/cultura/noticia/?id=100000536079

http://alinehannun.blogspot.com.br/2012/09/museu-dorsay-tem-exposicao-sobre.html

www.musee-orsay.fr/

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Bûche de Noël

 A origem da “Bûche de Noel”

A tradição mandava que, na véspera de Natal, se fosse buscar um enorme tronco de madeira, denominado “bûche de Noel” e que o trouxéssemos para casa com grande cerimonia. Na noite de Natal, o dono da casa o colocaria no átrio e procedia à libação, derramando azeite, sal e vinho sobre ele, declamando  poesias. Em algumas famílias eram as  jovens da casa que acendiam o tronco de madeira com os pedaços de madeira  do ano anterior, que tinham sido cuidadosamente guardados para o efeito. Noutras famílias, esse privilégio cabia à mãe.

As cinzas deste tronco tinham, dizia-se, a faculdade de proteger a casa das trovoadas e dos poderes maléficos do diabo e afastava os maus espíritos por todo o ano. Este costume, que data do século XII, tinha lugar na grande maioria dos países europeus, principalmente na França e na Itália, onde o tronco de Natal era chamado ceppo. Na França, esta tradição manteve-se até meados do século XIX. O desaparecimento desta tradição coincide com a dos grandes átrios, que foram progressivamente substituídos pelos fogões em ferro fundido. O grande tronco foi então substituído por pequenos troncos de madeira, por vezes ornados por pequenas velas e vegetação, que se colocavam no centro da mesa como decoração Natalícia.
Hoje em dia, o tronco de Natal é um bolo tradicional feito com creme de café ou de chocolate e decorado com folhas de azevinho.

Uma outra vertente conta a história da “Yule log” ou “Bûche de Noël. Segundo o costume, na véspera de Natal arrumava-se um bom pedaço de madeira que era queimada na lareira. O pai, mãe ou filhos, dependendo da região, eram responsáveis por regar o “log” de vinho, óleo e sal antes de colocá-la no fogo. As cinzas, segundo eles, protegiam a casa e afastava os maus espíritos por todo o ano. Com a chegada de caldeiras e outros tipos de aquecimento no século XIX, o enorme tronco de madeira foi substituído por menores e depois por pinheiros. Decorado com velas e vegetação, tornou-se um item de decoração para a mesa de Natal, tornando-se então, uma deliciosa sobremesa.

Cada ano, o mercado oferece mil e uma variações do tradicional “log”, com novas cores, sabores e formas. Os padeiros são cada vez mais originais e criativos:

Log-in trufa negra: biscuit macio com amêndoas torradas, creme de mascarpone com trufa negra e trufa negra fresca ralada antes de servir. Pierre Hermé.
O log-barroco: pão-de-ló de castanhas, macio, praliné crocante, castanha cremosa rodeada por uma mousse de chocolate. Fauchon
O log de sabor tradicional: bolo de gengibre, figos, damascos, creme e praliné de chocolate escuro com crisp. Jadis et Gourmande.
A Log-Lenôtre Lagerfeld: Dacquoise com pó de gengibre, amêndoas e avelãs, compota de laranja, chocolate, torta de damasco e molho de laranja. Lenôtre 
O log Yule, embora um pouco longo para se preparar – uma média de uma hora de preparação e de várias horas de refrigeração – é fácil de fazer. E o que é um prazer de dizer “Eu é que fiz isso!” Escolha a receita que você mais gosta e divirta-se!

Bûche de Noël é tradicional em  alguns países francófonos (Quebec,França,Belgica,Liban),essa receita remete-se para o tempo em que queimavam-se lenha nas lareiras e foi inventada pelo chefe Pierre Lacan.

A “Bûche de Noël” é um rocambole sofisticado em forma de tronco de árvore, com recheio de « crème au beurre » (creme de manteiga). No Brasil, seria um rocambole de pão de ló, mas na França existem duas opções de massa: a mais simples é a “Biscuit de Savoie” (o pão de ló) e a mais tradicional e sofisticada (mas também mais complicada) é a «Pâte Génoise », todas a duas criadas na Renascença e trazidas por Catherine de Médicis. Qual a diferença ? Na Génoise, os ovos são batidos inteiros e não tem fermento e na “Biscuit de Savoie” as claras são separadas das gemas e tem fermento…

Bûche de Nöel é a aposta de docerias neste Natal

Espécie de rocambole com recheio à base de creme, o doce de sotaque francês ganha releituras nas vitrines da capital

Le Vin Pâtisserie: bolo de frutas cristalizadas com uva-passa, cereja e especiarias decorado com motivos natalinos

Muito comum na França, o Bûche de Nöel ganhou releituras apetitosas em diversas docerias da capital paulista. Se a receita clássica compõe-se de massa de pão de ló enrolada como um rocambole e recheada de creme à base de manteiga, por aqui o doce natalino aparece em versões como pistache, cheesecake e até brigadeiro.

Por mais variado que possa ser o sabor, a graça da guloseima é o formato, que lembra o tronco de uma árvore. De acordo com a tradição do país europeu, o doce faz referência à lenha usada nas lareiras durante o período das festas de fim de ano.

Veja abaixo onde encontrar o Bûche de Nöel na cidade:

■ JellyBread: faz duas versões do doce, que podem ser encomendadas até sábado (22). A chamada bûche intense é composta de musse de chocolate 70% cacau, biscoito fudge de chocolate amargo, creme de mais chocolate (R$ 86,00, para seis pessoas, e R$ 142,00, para dez). Já a bûche jardin de nöel consiste em um rocambole de brigadeiros com lascas de chocolate e suspiro (R$ 70,00, para seis; R$ 93,00, para oito; e R$ 116,00 para dez pessoas). Nos dias 23 e 24 o estoque do doce para pronta-entrega será limitado.

■ Kukla Cookies: são três receitas da sobremesa natalina. Uma delas leva massa de cheesecake coberta por frutas vermelhas. Para os fãs de chocolate, faz a versão musse e a de gianduia. Cada uma custa R$ 135,00, com um quilo, ou R$ 67,50, com 500 gramas. Quem quiser garantir a sua, deve encomendar até sábado (22). Excepcionalmente neste domingo (23), a loja estará aberta das 9h às 18h e terá algumas unidades do doce na vitrine. Na segunda, a disponibilidade também será sujeita ao estoque.

Kukla Cookies: releitura de uma cheesecake com frutas vermelhas

Kukla Cookies: releitura de uma cheesecake com frutas vermelhas
(Foto: Antonio Rodrigues)

■ La Patisserie Café Delicias: os bûches estão disponíveis para pronta-entrega e também sob encomenda, até o dia 28/12. Escolha entre framboesa, pistache ou praliné com chocolate. O bolo para até seis apetites custa R$ 75,00. Na versão maior, suficiente para oito, o preço sobe para R$ 95,00.

■ Le Vin Pâtiserie: também propõem um trio de opções do doce. O l´esprit de noël é um bolo de frutas cristalizadas com uva-passa, cereja e especiarias coberto por pasta americana e decoração natalina (R$ 140,00 o quilo). Por R$ 115,00 o quilo, faz o chocolat noisette, um bolo de musse de chocolate meio amargo com praliné de avelã, e o buche de pistache com geleia de framboesa. Aceita encomendas até domingo (23).

 

Pâtisserie Mara Mello: minibûche de chocolate com tamarindos

Pâtisserie Mara Mello: minibûche de chocolate com tamarindos
(Foto: Tadeu Brunelli)

■ Pâtisserie Douce France: elabora seis opções de bûche, entre elas, a chamada de pleyel, à base de musse de chocolate branco com creme de framboesa e decoração que imita veludo vermelho. Da linha tradicional, o pão de ló enrolado pode receber creme de avelãs. Cada unidade serve quatro, seis ou oito pessoas e são cobrados R$ 16,00 por cada fatia. Encomendas são aceitas até o dia 22 de dezembro. Haverá alguns exemplares do doce nas lojas até terça (25).

■ Pâtisserie Mara Mello: até segunda (24), dispõe de minibûches para pronta-entrega. Cada uma custa R$ 10,00 e podem ser de caramelo com maçã, chocolate mais tamarindo ou baunilha.

 

Na França existe de todos os tipos e formatos…

 Authentique excentrique, gourmandise endiablée ou beauté sage, la bûche ensorcelle les tables festives des réveillons de fin d’année.

Fauchon – Bûche Cristal

Sous la robe immaculée de chocolat blanc, une onctueuse mousse cassis, une compotée de coing et des brisures de biscuit croquant au chocolat noir. Un joli cristal.

Prix: 90 euros/ 6 personnes

La Pâtisserie des Rêves – Bûche Vintage

Petit look rétro pour cette bûche traditionnelle mais pas que… Puisque sous le palais glissent pâte à la crème de marron, nuage de crème Chantilly et croustillant à la vanille et fleur de sel. Tout ceci twisté par une compote acidulée de griottes.

Prix: de 56 à 65 euros

Pierre Hermé – Gâteau à la Montagne

Clin d’oeil à la bûche de Noël traditionnelle, ce gâteau tout en assemblage de troncs et de neige meringuée célèbre le chocolat. Sous ses apparats joliment montagnards se révèle la finesse d’un vrai bon gâteau au chocolat très chocolat, construit en superposition de couches alternant biscuit moelleux au chocolat embelli d’éclats d’amandes et mousse cacaotée aux éclats de chocolat noir à la fleur de sel. Un sommet de gourmandise.
Prix: 185 euros/ 12 personnes (et+)

La Maison du Chocolat – Bûche Constellation

Une constellation de petites étoiles en chocolat dorées et pailletées pour embellir une superposition de saveurs: dacquoise aux zestes frais de clémentine de corse, mousse au chocolat noir république dominicaine, ganache tendre de chocolat au lait au caramel, fine feuille de chocolat noir craquant et génoise au cacao imbibée de jus de clémentines fraîches.
Prix: 120 euros/ 6-8 personnes

A la Mère de Famille – Bûche glacée par Julien Merceron

 

Cette année A la Mère de Famille, la bûche est glacée et a des oreilles. Elle associe la douceur du chocolat à la subtile acidité d’une confiture de clémentine, et l’onctuosité d’une mousse à la noisette au croustillant du praliné. Complètement givrée.

Prix: 38 euros/ 5-6 personnes

Chez Bogato – Gâteau Mont-Tricot de Noël

Gâteau Mont-Tricot de Noël. Ou comment revisiter la recette classique du Mont-Blanc: biscuit meringué aux éclats d’amandes, mousse légère au Mascarpone, coeur de cassis, brins tricotés de marrons glacés. Un dessert  tricoté main.

Prix: 56 euros/ 6 personnes

Sébastien Gaudard – Bûche griotte & pistache

Sébastien Gaudard. Ou comment donner un second souffle gourmand à la bûche pâtissière de tradition. Ici, elle est garnie d’une crème à la pistache ponctuée de griottes acidulées. Un gâteau de Noël bien roulé.

Prix: 36 euros/ 6 personnes

Lenôtre – Bûche LENÔTRE by Wilmotte

Lorsque Lenôtre donne carte blanche à Jean-Miche Wilmotte pour créer sa bûche, cela donne un gâteau de Noël design et innovant. Une alliance spectaculaire de la pâtisserie et de l’architecture. Sous la coque en tôle perforée de Chocolat Noir, un assemblage subtil de couches savoureuses: crème oncteuse Chocolat Noir intense, cont de Myrtille/Cassis et Baba, coeur Fruits Rouges et socle croustillant. Une bûche enflammée sur son lit de braises.

Prix: 145 euros/ 8-10 personnes

Ladurée – La Bûche Marie-Antoinette

Rose, framboise et litchi… Dans cette bûche, toute la sage exubérance de la reine.

Prix: 88 euros / 6 personnes

Jean-Paul Hévin – La Petite Marchande d’Allumettes

Sous une coque de chocolat, croquant au chocolat noir, biscuit aux amandes, gelée d’orange et yuzu et mousse chocolat noir se marient pour un Noël tout feu tout flamme. Une bûche à craquer.

Prix: 49 euros/ 6-8 personnes

 

Arnaud Delmontel – Bûche Vallée Blanche

Une chaîne de montagnes aux cimes enneigées… tel est le dessert que sert Arnaud Delmontel pour Noël. Sous la neige, la douceur d’un Opéra chocolat & framboise.

Prix: 39 euros/ 6-7 personnes

Carette – Bûche Everest

Mousse au chocolat Caraïbe, croustillant breton, crémeux Carambar et biscuit capucine & noisette… De quoi atteindre l’Everest.

Prix: 59 euros/ 6 personnes

 

Marcolini – Bûche « Chocolat Noir »

Mousse chocolat noir Cuba, panacotta caramel, nougatine amande et biscuit chocolat noisette. Une bûche de Noël qui croque, croustille et fond.

Prix: 68 euros/ 6-8 personnes

Hugo & Victor – Bûche Grimoire

Un grimoire qui s’ouvre pour laisser éclater au palais une déclinaison de grands crus de chocolat.

Prix: 78 euros/ 6-8 personnes

Un dimanche à Paris – Bûche Planètes Lactées

Une bûche gourmande où s’entendent merveilleusement chocolat au lait, caramel et noisettes…

Prix: 42 euros/ 6-8 perosnnes

Carl Marletti – La bûche Mont-Blanc

Ambiance poudrée pour cette bûche mêlant biscuit dacquoise aux noisettes, mousse légère à la crème de marrons et brisures de marrons confits.

Prix: 55 euros/ 6 personnes

 

fontes:

http://www.parisrivedroiterivegauche.com/lista-basica-dicas-informacoes-praticas/receitas/buche-de-noel-tradicional/

http://linguasdegato.blogspot.com.br/2005/12/origem-da-bche-de-noel.html

http://francesdicas.blogspot.com.br/2010/12/receitas-buche-de-noel.html

http://www.gostinhodointerior.com/2011/11/buche-de-noel.html

http://www.vogue.fr/culture/carnet-d-adresses/diaporama/buches-de-noel-2012/10645

http://vejasp.abril.com.br/materia/buche-de-noel-doce-natal

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Joyce Jonathan

Oi, pessoal! Mais uma dica de música. A cantora de hoje se chama Joyce Jonathan, uma cantora/compositora francesa, nasceu em 3 de novembro de  1989 em  Levallois-Perret, uma cidade próxima de Paris,  tem apenas 23 anos, mas que faz um enorme sucesso na França.

Suas músicas são daquelas boas para ouvir em qualquer lugar. O álbum da cantora “sur mes gardes” foi lançado em 2010, e em 2011 recebeu o prêmio do NRJ Music Award de revelação francesa do ano  e tornou-se disco de ouro, apenas cinco meses depois de seu lançamento  e de platina, menos de um ano após o lançamento. 

Suas composições são escritas em um estilo “folk intimista”, tendo sempre em vista suas experiências pessoais e temas como a família e o amor, temas que conquistaram um grande número de seguidores. Espero que curtam!

Je ne sais pas

L’heure avait sonné

“L’heure avait sonné”, terceiro clipe da cantora Joyce Jonathan.

A revelação da música folk francesa de 2010, Joyce Jonathan, está de volta com um novo clipe, ”L’heure avait sonné”, canção que fez parte da trilha sonora do primeiro episódio da quarta temporada da série americana “Gossip Giril”.

O sucesso de Joyce começou em setembro de 2009 com a difusão do single “Je ne sais pas” que precedeu o álbum “Sur mes Gardes”.

Joyce começou a ter aulas de piano aos cinco anos. Como a maioria dos jovens artistas, ela também começou a compor na adolescência, tendo como inspiração as artistas favoritas, Tracy Chapman e Teri Moïse. Antes dos vinte anos já tinha uma vasta produção musical. 
Em dezembro de 2007, decidiu apresentar sua maquete à My Major Company, conseguindo os 70.000 euros necessários para financiar o álbum em apenas seis meses. Apaixonada pelo primeiro álbum de Carla Bruni, “Quelqu’un m’a dit”, a artista procurou o estúdio onde ele foi realizado para a produção do seu próprio disco. Impressionado pelo talento da jovem, o ex-guitarrista do grupo “Téléphone“,  Louis Bertignac, dono do estúdio e colaborador dos dois primeiros trabalhos de Bruni concordou em cuidar pessoalmente dos arranjos. Como para a artista francesa o céu é o limite, convidou o cantor senegalês, Tété, para um dueto na canção que dá nome ao álbum. 
Sur mes gardes

Estudante de Psicologia, a artista pensa em fazer especialização em Musicoterapia e nem sabe dizer ao certo como nem porque decidiu enveredar pela música, mas ainda que não siga a carreira artística, terá deixado um bom legado musical para a posteridade.
Je te le dis quand même
Tant pis

Pas besoin de toi

My Space: http://www.myspace.com/joycejonathan

Wiki: http://fr.wikipedia.org/wiki/Joyce_Jonathan
Site Oficial: http://www.mymajorcompany.com/artistes/joycejonathan/

 

fontes:

http://deschansons.wordpress.com/2011/04/23/joyce-jonathan/

http://ovelhanegraa.blogspot.com.br/2011/09/eu-indico-joyce-jonathan.html

http://batomevinil.blogspot.com.br/2012/03/joyce-jonathan.html

http://amusicafrancofona.blogspot.com.br/

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Zazie

Isabelle Marie de Truchis de Varennes, (Boulogne-Billancourt 18 de abril de 1964), mais conhecida pelo seu pseudônimo Zazie, é uma cantora, produtora e compositora francesa. O seu estilo pode ser definido de pop-rock, com letras inteligentes, baseadas em jogos de palavras, trocadilhos e duplo sentido.  O seu pai é arquiteto e a sua mãe professora de música.

Surnommée « Zazie » en référence au roman de Raymond Queneau, Zazie dans le métro, elle affirme très tôt son penchant pour le domaine artistique. Sa mère est professeur de musique et son père, urbaniste.

Em 1992, lança o seu primeiro álbum Je, tu, ils  e o single ‘Sucré salé’.

Premier opus permet à Zazie d’offrir à son surnom une nouvelle histoire… La fille spirituelle de Queneau et de Gainsbourg s’impose grâce à deux chansons : “Sucré-salé” et “Je tu ils”. Le titre de cet album très autobiographique fait référence à un livre d’Howard Buten (“Quand j’avais cinq ans, je m’ai tué”), psychothérapeute américain spécialiste des problèmes de l’enfance qui passionnent Zazie. Ses textes raffinés, truffés de jeux de mots et d’amour, font déjà mouche. Une équipe solide vient l’épauler côté composition : Pascal Obispo, Vincent-Marie Bouvot… Le succès de l’album est confirmé par les Victoires de la musique où Zazie décroche le titre de révélation féminine de l’année.

Je, tu,Ils

Pouco conhecida fora da Europa, já vendeu mais de 3 milhões de cópias em mais de 15 anos de carreira. Zazie apresenta uma posição politizada em algumas de suas canções, como contra a discriminação de minorias e pelo anti-lepénismo. Zazie tem colaborado com diversos músicos franceses como Axel Bauer, com a música A ma place e Pascal Obispo com Les meilleurs ennemis.

Seu segundo album foi Zen

Zen

Larsen

Escolhi uma de suas canções mais conhecidas e polêmicas porque gosto muito dela, não pelo clip que a promoveu, apesar de bem bolado, mas pela musicalidade, ritmo e arranjos e pela letra, bem inteligente.

Un point c’est toi é o 3º single do album Zen, é a consolidação de sua carreira. Esse single tem 3 versões, sendo duas contendo apenas a música tema e uma terceira contendo 2 faixas, Un point c’est toi e Au diable nos adieux ambas músicas tem produção de Zazie e Vincent -Marie Bouvot, mas foram escritas por nossa artista. A foto do disco foi feita por Antoine Le Grand muito bem feita por sinal, Zazie sentada em uma cadeira virada posicionada com o encosto pra frente em uma pequena sala, com cortinas floridas em tons pasteis, avermelhados e marrons, parte da imagem encontra-se em meia sombra, acho que desejavam mostrar a sensualidade do clip e da música em si através dessa foto. Muito criativa e nada vulgar.

Un point c’est toi

Un point c’est toi’ fala do homem que Zazie deseja, nú, sem artifícios ou modismos, sem a imposição estética social.

A faixa seguinte, Au diable nos adieux fala de desilusão religiosa, de fé, de alguém que se importa apenas com uma pessoa e deixou os ídolos religiosos de lado, ao diabo nosso adeus representa para mim o quebrar de correntes, sem mais crenças em deuses e outras criaturas, apenas o amor por quem posso ver e ouvir. 

Lançou Made in love em 1998

Demonstrando ser completamente independente em seu trabalho, Zazie, na verdade, marcou sua carreira como uma artista de qualidade, esse trabalho prova isso.
Sendo seu 3º álbum de estúdio, Made in Love foi lançado em 11 de maio de 1998 e foi produzido por Ali Staton, Pierre Jaconelli e pela própria Zazie, alcançando a marca de 400. 000 exemplares vendidos. Letras e música quase exclusivamente compostas pela Zazie à exceção de “Chanson d’ami”, escrita porPhil Baron, muito bonita. 

Ça fait mal, ça fait rien

Neste trabalho temos um reforço na consolidação de sua carreira com um álbum de som mais rico e mais profundo que os anteriores, bem sucedidos entretanto. Temos canções mais tristes, escuros e vibrantes como a canção-título, assim como canções mais suaves a exemplo de “« Ca fait mal et ça fait rien », que por sinal teve o vídeo censurado pelo CSA.

Tout le monde

Temos ainda “Tout le monde”. Esta canção tornou-se um hino tecno-pop anti-Fn(Front National, partido de extrema direita de cunho nacionalista, fundado por Jean-Marie le Pen) e continua atual até os dias de hoje. Tous des anges é outro título de peso, suave, com um ar melancólico pra começar o CD bem “estilosamente”. Eu gostei muito de Cyber, remixada no DVD Rodeo Tour, ficando mais interessante ainda.

Tous les anges

O que fica claro é que a Zazie construiu um universo real, todo seu, pleno de inovação, de experimentos e bem sucedidas criações. Sua voz frágil invade-nos e transmite a arte sincera, o artista verdadeiro que produz sem o controle das tendências mercadológicas que tanto matam a “arte verdadeira”, criada com o coração. 

Graças a ele, Zazie tornou-se necessária em fins de milênio e por toda a extensão dos anos 2000, como um artista essencial da música pop francesa, com temas tão contemporâneos quanto a ecologia, a influência da internet, amulher-objeto ou as guerras no norte da África. Um disco para se ouvir cuidadosamente. Aproveitem é muito bom. MySpace da Zazie: http://www.myspace.com/zazieonline

Em 2001 lançou la Zizanie

“La ZiZanie” est sorti en 2001 et s’est vendu à 700 000 exemplaires !

Comment passer à côté de textes comme ”Si J’étais Moi”, “Qui M’aime Me Fuit”, “Dans La Lune” ou encore le tubesque “Rue de la Paix” que beaucoup considèrent comme un morceau joyeux et dansant qui pour moi est l’un des textes les plus triste de ZaZie … Bref un opus à découvrir absolument !

Rue de la Paix

Dans la lune

Si j’étais moi

Em 2004 lança Rodéo e em 2006 Rodéo Tour (ao vivo)

Eu gostei muito de Cyber, remixada no DVD Rodeo Tour, ficando mais interessante ainda.

 

La pluie et le beau temps

Em 2007 lança Totem

Je suis un homme

Frere Jacques

Jacques a dit

Za7zie -seu sétimo album , lançado em 2010

En effet, pour son septième album, Zazie s’est amusée sur le concept que pouvait évoquer ce chiffre et à décider de sortir sept mini-albums avec sept thématiques différentes collant aux sept différents jours de la semaine, parce que pour elle, écrire, c’est tout le temps et pas juste pour un album

Les pieds nus

Les lendemains qui déchantent

 

Cyclo, seu novo album 2013 Depois de uma grande turnê pela França em 2011, Zazie começou a trabalhar no seu oitavo álbum.

Nesta semana ela divulgou no Facebook o título do disco, “Cyclo” que foi produzido por Olivier Coursier, do grupo “aARON”, mixado por Tony Hoffer e será lançado na primavera “com as folhas das árvores”, escreve, “enquanto, isso nós o preparamos e pensamos em vocês”. 

La place du vide

 Petit à petit, Zazie nous révèle les surprises et les secrets de son huitième album. Ainsi, elle confirme le nom qu’il portera « Cyclo » … comme … « cyclothymique, cyclope, cyclomoteur » etc. !!

Elle annonce également la date de sortie apparemment prévue pour le 18 mars 2013 et surtout dévoile le nom des artistes qui ont collaboré avec elle.

Cet opus est donc mixé par le très célèbre Tony Hoffer (Depeche Mode, M83, Beck, etc.) et réalisé par le non moins célèbre Olivier Coursier, un des deux membres du duo AaRON, qui délaisse parfois son acolyte Simon Buret (qui, lui, tourne de plus en plus pour le cinéma …) pour travailler sur d’autres projets avec d’autres artistes …

Zazie s’entoure ainsi de grandes pointures pour ce nouveau disque qui devrait être un des événements de ce début d’année. Sans nul doute, un premier extrait devrait en porter les couleurs en amont de cette sortie dès lors très attendue.

Et pour illustrer ces informations, un petit mot écrit de la main même de Zazie :

 

Discografia

ZA7IE (2010)

Zest of (2008)

Totem (2007)

Rodéo Tour (ao vivo, 2006) Rodéo (2004)

Ze live (ao vivo, 2003)

La zizanie (2001)

Made in Live (ao vivo, 1999) Made in Love (1998)

Zen (1996)

Je, Tu, Ils (1992)

 

Fontes:

http://zazie-zen-lazizanie.skyrock.com/

http://zazie-fan.kazeo.com

http://nakanomontages.canalblog.com/tag/Zazie

http://musikafrancesa.blogspot.com.br/2010/11/zazie-un-point-cest-toi-single-1996.html

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Ile Saint Louis

O sul da ilha, com o Quai d’Orléans, visto da Ponte de la Tournelle.

île Saint-Louis é uma ilha situada em pleno coração de Paris, no 4°arrondissement, atrás da Catedral de Notre-Dame de Paris. Foi assim denominada em homenagem a Luís IX, tendo sido renomeada île de la Fraternité (“ilha da Fraternidade”), durante a Revolução francesa.

Anteriormente apelidada “ilha dos palácios”, em razão do grande número de mansões ali existentes, resultou da reunião da île aux Vaches (ilha das Vacas), a leste, com a ilha de Notre Dame, a oeste. Começou a ser urbanizada durante o reinado de Henrique IV .

Nem à margem direita nem à margem esquerda, mas cercada pelas águas do Rio Sena; a Ilha de São Luis é um enclave de calma aos fundos da Catedral Notre-Dame, no coração de Paris.

Vizinha à Ilha de La Cité, o berço da galo-romano Lutetium Parisiorum, a Ile Saint Louis tem uma área de 11 hectares. A origem do relevo fluvial é um aterro justaposto a zona de pastagens da época medieval, situação que deu origem ao primeiro nome, Ile aux Vaches, a Ilha das Vacas.

A ilha tem a forma de um paralelogramo cuja face mais longa mede 525 metros e a mais curta, 250 metros. Uma linha imaginária de uma extremidade a outra da ilha, e de orientação Sudeste à Nordeste, mediria 700 metros. Uma cruz divide a ilha em quatro partes iguais. A maior rua, a Rue Saint Louis en l’Ile e a Rue des Deux Ponts cujo início e o fim são duas pontes. As pontes que em outros idos se cobrava pedágio para atravessar, ligam a ilha ao “continente”: Pont Marie e Pont de La Tournelle.

Pont Marie

Pont  de la Tournelle

Era um pântano que se transformou no século XVII em uma elegante área residencial, endereço de artistas e de milionários. Dá para percorrer tudo em poucos minutos.

É um passeio imperdível! Tem oito ruas e quatro cais “quais”.
Comece pela Rue de St Louis-en-Île, que corta a ilha, e veja os hotéis, as lojinhas de guloseimas, com chocolates que parecem obras de arte, as vitrines das boulangeries (padarias), as vitrines de queijos (uma loucura a variedade!). Nessa rua fica também a sorveteria mais conhecida de Paris, a Berthillon.

 
Isso devido a sorveteria Berthillon, estabelecimento responsável por filas de espera que dobram esquina durante todas as estações, salvo no verão, quando fecha.

Berthillon

31,Rue Saint- Louis en l’île

75004 paris

Tel: 01 43 54 31 61

www.berthillon.fr

Ile du IVe arrondissement parisien, l’île Saint-Louis est l’une des deux îles naturelles restantes de la Seine à Paris, avec l’île de la Cité. En amont de cette dernière, l’île Saint-Louis est exclusivement résidentielle et abrite de prestigieux hôtels particuliers. © Alain Roy

Une oasis en plein Paris!

Nous aimons tous Paris, mais la ville peut vite devenir étouffante parfois, surtout pendant les beaux jours (au Printemps et en Eté). L’Ile Saint-Louis est ainsi une petite île située sur la Seine, en plein centre de Paris, ce qui en fait l’endroit idéal pour un séjour dans la capitale française. A la fois proche de tout, elle est aussi isolée du tumulte Parisien, protégée par les eaux de la Seine qui l’isolent. Mais alors, qu’est ce qui rend cette île si spéciale et exclusive? En fait, ici il y a le meilleur des deux Rives, c’est à seulement quelques pas du quartier du Marais et de St Germain, juste derrière l’Ile de la Cité et de la majestueuse Cathédrale Notre-Dame, juste à côté de la Rue de Rivoli et de ses nombreuses boutiques, et de l’Hôtel de Ville et du Musée du Louvre.

Cependant, si vous ne vous sentez pas d’humeur à vous promener dans la vile, ne vous en faites pas, il y a tout ce dont vous avez besoin sur l’Ile Saint-Louis. Une envie de glace? Direction la Maison Berthillon. Envie de faire un peu de shopping? Parcourez la rue Saint-Louis en l’Ile où se trouvent de nombreuses boutiques de vêtements avec des pièces uniques, des joailliers, et plein d’autres surprises. Vous avez envie de voir des performances de rue? Au Pont Saint-Louis, vous trouverez votre bonheur, C’est un pont, pour piétons seulement, qui lie l’Ile de la Cité à l’Ile Saint-Louis, c’est ici que vous verrez des musiciens, des danseurs, ou encore, des acrobates. Vous voulez connaître le must des activités parisiennes? Dans ce cas, faites une halte dans les commerces de bouche de l’île, prenez place sur les quais de Seine, et faites-vous un Apéro-pique-nique! Il n’y a rien de plus parisien que cela!

Alors, est-ce que vous hésitez toujours sur l’endroit où vous allez séjourner à Paris ? Je ne crois pas…

 Agora vou mostrar para vocês algumas imagens da Rue Saint Louis en l’Ile 

Rue de l’île Saint-Louis, elle traverse par son centre sur presque toute sa longueur, commence au quai d’Anjou et  finit à la rue Jean du Bellay

La rue Saint-Louis-en-l’île, qui est la colonne vertébrale, traversant l’île d’est en ouest.

04 - Rue Saint-Louis-en-l'Île

07 - 61 rue Saint-Louis-en-l'Île

Au n°61, une représentation de Bacchus :

08 - 61 rue Saint-Louis-en-l'Île (détail)

09 - La Cure Gourmande

Un magasin de friandises, à l’odeur particulièrement sucrée.

Escale gourmande au 38 Saint Louis

Deux jeunes passionnés (Didier Grosjean et Thibault Lhirondelle) ont décidé de reprendre la boutique de Bernard Lefranc. Ils proposent tout comme lui de la charcuterie à la coupe, des plats traiteurs comme ces lasagnes aux légumes ou ces poivrons farcis au chèvre appétissants, et bien sûr, des fromages en veux-tu en voilà.

La fromagerie propose également des produits d’épicerie: confitures et jus de fruits artisanaux, huile d’olive, et  des conserves de légumes artisanales.

Ouvert du mardi au samedi de 8h30 à 22h, et le dimanche de 9h30 à 16h, fermé le lundi.

Fromager 38 Saint-Louis

38, rue Saint Louis en l’Ile
75004 Paris
France
T.:  +33 (0)1 46 33 30 00

Galerie Bayman 

La complicité entre Afiz et son fils Angelo se manifeste dans le regard malicieux, la posture fière et accueillante, et cette expression sur le visage qui mêle la joie et l’attention. Afiz est parti de Kabul en 1982 et s’est installé rue Saint Louis en l’île pour notre plus grand bonheur. Spécialisée dans l’artisanat d’Asie Centrale, la Galerie Bamyan expose des meubles, des tapis et des textiles, des bijoux et des objets d’art. La gentillesse d’Afiz, sa compétence et sa recherche d’objets authentiques en font une figure de l’île Saint louis.

afizangelo.jpg

Ouverture tous les jours sauf lundi, de 11h30 à 20h.
Dimanche et jours fériés, de 14h30 à 20h30.

Galerie Bamyan
24, rue Saint-Louis-en-l’Ile
75004 Paris
France
T.:  +33.(0)1.46.33.69.66

Galerie Sylvain – Gilles Di MARIA / L’Ile aux Images

Sur l’Ile-Saint-Louis se trouve l’une des galeries d’art parisiennes les plus attachantes. Depuis 1976, on vient y dénicher une affiche Art déco ou Belle Epoque, réalisée par les plus grands noms d’un siècle d’histoire de l’art, de 1850 à 1950. Ainsi, vous tomberez forcément sur une merveille signée Jules Chéret, Pierre Bonnard, Alphonse Mucha ou encore Henri de Toulouse-Lautrec. Patience, la galerie l’Ile aux Images vous aidera à trouver l’affiche de vos rêves. Dans ce lieu d’art, on trouve aussi des photographies historiques ou vintages, des cartes postales anciennes, des lithographies originales comme Les Maîtres de l’affiche, ou encore, des livres d’art. Un joli endroit pour redécouvrir cet art publicitaire populaire.

Ouvert du lundi au samedi de 14h à 19h (et sur rendez-vous).

Galerie Sylvain – Gilles Di MARIA / L’Ile aux Images
51-53, rue Saint-Louis-en-l’Ile
75004 Paris
France
T. :  +33.(0)1.56.24.15.22
F. : +33.(0)1.56.24.15.53

Galerie Clorinde Martin

La Galerie Clorinde Martin est une petite galerie d’art située sur l’Ile-Saint-Louis. Entièrement dédiée à la sculpture et à la peinture contemporaine, on peut y découvrir des artistes comme JB Delarue, Battiste, Georges Vaillant ou Peter Kassel. Mais c’est le duo de sculpteurs Mazel-Jalix (pour Jean-Claude Mazel et Yann Jalix) qui retient toute l’attention. La raison ? Leurs sculptures de fruits en bronze. Comment ne pas fondre devant ses cerises géantes ou ce duo de tomates presque réelles ?

Ouvert tous les jours de 10h30 à 13h, et de 14h à 19h.


Duo de cerises, bronze – Mazel-Jalix

Galerie Clorinde Martin
77, rue Saint-Louis en l’île
75004 Paris
T. :  +33.(0)1.43.29.08.09
F. : +33.(0)1.55.42.16.31

Galerie Artludik 

La première galerie consacrée aux artistes qui créent les chefs d’oeuvre de la Bande Dessinée, du film d’animation, du cinéma, des mangas, du jeu vidéo… et qui dessinent, pour divertir, les images les plus marquantes de notre époque.
Créée par Jean-Jacques et Diane Launier en 2004 sur l’Ile Saint Louis à Paris, la galerie Arludik fut la première au monde à exposer les oeuvres originales issues du film d’animation, du cinéma, de la bande dessinée, des mangas, du jeu vidéo, afin de les instituer en véritable courant artistique contemporain : l’art ludique


La galerie Arludik accueille régulièrement des expositions sur les mangas ou les manhuas.

Galerie Artludik

12-14 rue Saint Louis en l’île

75004 Paris 

10 - 53 rue Saint-Louis-en-l'Île

Enseigne au n°53.

11 - 51 rue Saint-Louis-en-l'Île

La façade particulièrement chargée du n°51. Etudions-en quelques détails.

L’Hôtel Chenizot (51, rue Saint-Louis-en-l’île)

L’Hôtel Chenizot est un magnifique Hôtel de l’Île de Saint-Louis. Etant situé sur le côté sud de la rue Saint-Louis-en-l’ïle, la façade a échappé aux destructions massives opérées lors de l’élargissement de la rue il y a un siècle.

Elle est un splendide exemple de style rocaille -très à la mode dans la 1ère partie du XVIIIe siècle- avec de menaçantes chimères soutenant le balcon.

12 - 51 rue Saint-Louis-en-l'Île (détail)

13 - 51 rue Saint-Louis-en-l'Île (détail)

Enfin, le clocher de l’église.

14 - Clocher de l'église Saint-Louis

Église Saint Louis

L’Eglise Saint-Louis en L’Ile est dédiée à Louis IX qui régna sur la France de 1226 à 1270 et qui venait prier sur l’Ile aux Vaches. Cette dernière, inhabitée et essentiellement recouverte de prairies, est rattachée à l’île Notre-Dame, renommée Ile Saint-Louis à la fin du XVIIIe siècle. © Alain Roy

Hotel Saint Louis en l’Isle

Niché au cœur de l’Ile Saint-Louis, l’hôtel Saint-Louis en l’Isle bénéficie d’une situation exceptionnelle. Havre de paix en plein cœur de Paris, l’Ile Saint-Louis est un village chargé d’une histoire prestigieuse, à l’image des hôtels particuliers qui s’y trouvent. A deux pas de Notre-Dame, du quartier du Marais, de la place de la Bastille et du quartier Saint-Germain, vous trouverez en l’Ile Saint-Louis une authenticité, un bien-être et une hospitalité uniques à Paris.

Hôtel de charme par excellence, l’hôtel Saint-Louis en l’Ile vous accueillera dans une atmosphère chaleureuse. Les pierres apparentes, la tomette et les poutres en chêne confèrent au lieu un cachet unique. Un ascenseur dessert tous les étages ainsi que la cave voûtée qui vous accueillera pour le petit-déjeuner.

Que ce soit dans le cadre d’un voyage touristique ou d’un déplacement professionnel, l’hôtel Saint-Louis en l´Isle saura répondre à vos attentes.

Notre équipe, efficace et souriante, se tiendra à votre entière disposition pour vous accueillir, vous conseiller et gérer vos réservation diverses : restaurants, navettes aéroports et gares, taxis, théâtres,…

Lobby

chambre

Reparem nos poutres no teto…um charme…

Banheiro

Café da Manhã

75, Rue Sain- Louis en L’Isle

75004 Paris

Tel: 33 01 46 34 04 80

Acesso a  Rue des Deux Ponts- Pont Marie

A outra rua também muito conhecida é a Rue des Deux Ponts, vou mostrar agora algumas imagens

L’ile Flottante. 31, rue des deux Ponts, Paris.

12 rue des Deux PontsParis 4

Le Grenier de Notre Dame Rue des Deux Ponts - Restaurante vegetariano

 Le Franc Pinot,  taverne, Rue des Deux Ponts en arrivant depuis le pont Marie.

La rue Brétonvilliers.

No vértice da cruz, o centro da ilha, está o bar café Le Louis IX. O nome do bistrô de esquina é homenagem ao santo que deu nome ao lugar. Isso bem depois de sua morte em Tunis, durante a oitava cruzada. Gilles, o atual proprietário é um simpático e pitoresco avarento como rege a tradição das famílias “severinas” da Auvérnia que vieram ganhar a vida em Paris trabalhando nos cafés.

Le Louis IX

23 Rue Des Deux Ponts 

 75004 Paris, França
09 61 07 27 00

O restaurante mais emblemático, mais folclórico, não necessariamente a melhor cozinha, é a Brasserie de l’Isle.

Detalhe edificante: o serviço dedicado à vasta clientela estrangeira é continental. Melhor dizendo, parisiense. Quer comer bem? Sugiro o Mon Vieil Ami, do chef Antoine Westermann. Quer se divertir? Não deixe de conhecer a Brasserie, mas trate os garçons com modos pertinentes, no bico da chuteira. Eles entram na dança.

Brasserie de L’Ile

55 Quai de Bourbon  75004 Paris, França
01 43 54 02 59

http://www.labrasserie-isl.fr/

A ilha Saint Louis é um dos pontos mais turísticos da capital e é preciso estar atento na escolha.Temos o restaurante Les Fous de l’Ile.

Um bistrô com uma boa cozinha considerada du terroir, que serve pratos típicos do interior da França como o confit de canard, o tartare de bouef e mousse au chocolat (sublime). Ele possui uma grande qualidade para nós, brasileiros. Servir refeições das 12.00h às 23.00h. O Les Fous de l’Île serve também café da manhã (8 euros) e brunch aos domingos (23 euros).

Ele não é caro. No almoço, uma fórmula com entrada + prato principal por 17 euros ou somente o prato principal por 15 euros.

Les Fous de l’Île

33 rue des Deux Ponts

75004 Paris.

Metrô Pont Marie.

pied de l’hôtel du Jeu dePaume.

Hotel du Jeu de Paume

O Hôtel Du Jeu de Paume , situado na famosa Ile Saint-Louis, a 2 passos da Notre Dame de Paris, apresenta quartos modernos com banheiro, televisão de tela plana e acesso gratuito à internet Wi-Fi.

Este local o receberá em um ambiente íntimo no coração do bairro mais antigo de Paris. Tem um terraço com um jardim mobiliado, onde você pode tomar um drink do bar.

O elegante salão da biblioteca apresenta cores quentes e está confortavelmente decorado. A sala de cafés-da-manhã está decorada em pedra e é iluminada por muita luz natural.

O Hôtel Du Jeu De Paume fica perto do metrô Saint-Paul e do outro lado da ponte da Estação RER (Rede Expressa Regional) B/C Saint Michel (diretamente do Aeroporto Roissy Charles de Gaulle) e a apenas 10 minutos das estações de metrô de Pont Marie e Cité.

Un hôtel pas comme les autres, car situé dans un endroit mi-insolite mi-secret de Paris, mais surtout très intime : l’Ile Saint Louis, en plein cœur de la capitale.

Pas comme les autres également, car doté d’une architecture bien à lui et dont la construction date du 17e siècle… de cette époque il reste des poutres vieilles de 300 ans et une atmosphère où authenticité rime avec romantisme.

Avec ses 4 étoiles et ses 30 chambres, l’hotel du Jeu Paume est un hotel unique et d’exception à Paris : sa localisation, son architecture et ses services, puisqu’il met à la dispositon de ses clients un sauna et de d’appareils de remise en forme.

Hotel atypique ne rime pas forcément avec prix prohibitif puisque vous pouvez dormir dans l’une des chambres de l’hotel du Jeu de Paume à partir de 150 euros la nuit.

Hotel du Jeu de Paume

54, Rue Saint-Louis en l’île

75004- Paris

tel: 01 43 26 14 18

Et si l’Ile St Louis m’était contée…

Avec sa nouvelle exposition, en partenariat avec la Galerie DDGl’Hôtel du Jeu de Paume livre une véritable déclaration d’amour à l’Ile Saint Louis. C’est au travers du regard et des clichés de la photographe Anna Lt., que l’île dévoile son vrai visage et sa personnalité.

L’Edito: le nouveau showroom design de l’Ile St Louis

Tout nouveau tout beau. L’Ile St Louis compte désormais son showroom de mobilier design, l’Edito! Cette maison d’édition de meubles contemporains permet de découvrir des créations de designers, réalisées sur-mesure au sein d’une manufacture Parisienne. En prime, ce mobilier est eco-conçu. Les bois utilisés, comme le noyer, le chêne ou l’érable, sont issus de forêts gérées durablement. Vous pourrez ainsi vous livrer à toutes les fantaisies, couleurs y compris, dans le plus pur respect de la nature. Le showroom L’Edito est complété par une salle d’exposition et l’accès à un auditorium. Il permet donc à tous d’assister à des expositions, conférences, événements pointus, Ateliers du Design et autre manifestations en lien avec le Design Contemporain. En prime, cette année le bois est à la mode, il rendra votre intérieur furieusement tendance, alors succombez!

Ouvert du lundi au vendredi de 10h à 19h, et le samedi et le dimanche de 14h à 19h.

L’Edito
18, rue de l’Hôtel de Ville
75004 Paris
France

 Contorne a ilha por fora e admire uma das mais lindas paisagens de Paris! Desça pelas escadas e dê um passeio pelas margens do Sena…. é como um sonho!

Na altura do Quai de Bourbon 45, há a pracinha mais romântica que eu já vi….sente no banquinho e fique simplesmente olhando para o rio, para a paisagem indescritível….

No Quai de Bourbon 19, é a casa aonde morou a escultora Camille Claudel, de onde saiu para ser internada até a sua morte.

Abaixo, a placa do edifício, com uma frase de Camille “Il y a toujours quelque chose d’absent qui me tourmente” Tem sempre alguma coisa ausente que me atormenta.

Placa no prédio aonde morou Camille Claudel

Outras imagens do Quai Bourbon

 L’ile Saint-Louis le quai Bourbon et le Pont Louis-Philippe

Ponte Saint Louis

 L’ile Saint-Louis le quai d’Orléans et le pont Saint-Louis

La Pointe de l’Ile Saint-Louis

 

Ponte de acesso para a Ilha Saint Louis, possui 70 metros e extensão por 16 de largura. 

Chegando na ponte atrás da Notre Dame, (Pont Saint Louis), que liga a Ile Saint Louis à Ile de la Cité, faça uma pausa para ouvir os músicos que tocam por lá nos finais de semana. É um ótimo programa.

 

Foto de Antonio Ribeiro

“As imagens que ilustram este post obedecem ao princípio de Eugène Atget (1857–1927), pioneiro da fotografia documental parisiense: “Fotografe só quando tiver a certeza que não está acontecendo nada.” A imagem da Ponte Louis Phililippe na abertura do vídeo foi feita com uma camera Hasselblad XPan em filme Tri-X às 5 horas da manhã em dia de verão quando não há tráfego de barcos e a superfice do Sena reflete como espelho antigo.” Antonio Ribeiro



fonte:

http://veja.abril.com.br/blog/de-paris/o-melhor-de-paris/ile-saint-louis-berco-do-blog-de-paris/

http://deepdelver.over-blog.com/article-paris-iv-3-3-les-rues-de-l-ile-saint-louis-56905644.html

http://www.linternaute.com/sortir/nature/les-iles-de-la-region-parisienne/eglise-saint-louis-en-l-ile.shtml

http://www.ile-saint-louis.com/oasis-paris-ile-saint-louis/

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