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CHRISTIAN DIOR, COUTURIER DU RÊVE no Musée des Arts Décoratifs

A expo da Dior (Foto: Adrien Dirand)

A expo da Dior (Foto: Adrien Dirand)

Christian Dior, couturier du rêve, no Les Arts Décoratifs, de julho de 2017 à 7 de janeiro de 2018

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O Musée des Arts décoratifs celebra o aniversário de  70 anos da criação da Maison Christian Dior . Esta exposição, rica e densa, convida os visitantes a descobrir o mundo de seu fundador e de costureiros de renome que o sucederam: Yves Saint Laurent, Marc Bohan, Gianfranco Ferré, John Galliano, Raf Simons e Maria Grazia Chiuri recentemente. Emoções, histórias vividas, afinidades, inspirações, criações e afiliações conectam esta seleção de mais de 300 vestidos de alta costura concebidos de 1974 até nossos dias.

Mais de 300 vestidos , centenas de ilustrações, esboços, fotos e artigos de moda, chapéus, jóias ou frascos de perfume  estão expostos para nos contar a história da casas mais famosas costura francesa.

Plus de 300 robes Dior, de l’époque du célèbre couturier à nos jours, sont exposées au Musée des Arts décoratifs à Paris à partir du 5 juillet pour une grande rétrospective, à l’occasion du 70e anniversaire de la maison. (AFP/CHARLY TRIBALLEAU)

Dividida em duas gigantes alas, a mostra celebra os 70 anos da maison e revisita criações dos sete estilistas que comandaram o ateliê.

Temas como Colorama e Petit Trianon exploram as diversas inspirações por trás das criações da grife, desde o uso preciso de todas as cores à estética do século 18.

 


 

 

Fontes:

http://www.lesartsdecoratifs.fr/francais/musees/musee-des-arts-decoratifs/actualites/expositions-en-cours/mode-et-textile/christian-dior-couturier-du-reve/

https://www.sortiraparis.com/arts-culture/exposition/articles/139369-christian-dior-l-exposition-au-musee-des-arts-decoratifs-photos-et-videos

http://vogue.globo.com/lifestyle/noticia/2017/07/um-giro-pela-exposicao-christian-dior-couturier-du-reve.html

http://www.leparisien.fr/flash-actualite-culture/retrospective-dior-au-musee-des-arts-decoratifs-pour-les-70-ans-de-la-maison-07-06-2017-7027392.php

https://www.timeout.fr/paris/art/christian-dior-couturier-du-reve

http://www.vogue.fr/culture/a-voir/diaporama/exposition-christian-dior-arts-decoratifs-paris-70-ans/42710#hristian-dior-robe-junon-haute-couture-automne-hiver-1949_image1

http://www.francebillet.com/place-spectacle/manifestation/Exposition-CHRISTIAN-DIOR–COUTURIER-DU-REVE-DIOR.htm#/calendrier/

https://www.dior.com/diortv/pt_br/videos/a-maison-dior/exposi%C3%A7%C3%A3o-christian-dior-couturier-du-r%C3%AAve-gama-de-cores

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Museu Gustave Moreau

Musée Gustave-Moreau foi todo reformado e abriu recentemente suas portas ao público.

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Au 14, rue de La Rochefoucauld dans le 9ème arrondissement de Paris se situe la maison familiale du peintre symboliste Gustave Moreau (1826 – 1898).

Antiga residência do grande pintor, com inúmeras obras de arte e mobiliário de época, o museu oferece, toda quinta-feira, uma visita guiada superinteressante e intimista que conta toda a história da vida e trabalho do pintor, o que dá maior proximidade às obras do artista. Atores da Comédie-Française, uma vez por mês, leem textos de escritores e poetas franceses.

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Gustave Moreau foi um artista não apenas francês, mas parisiense do século XIX. Se a sua obra resta talvez relativamente  desconhecida no Brasil, vale lembrar que ele foi igualmente professor na escola de Belas Artes de Paris e teve como alunos outros artistas que se tornaram celébres, como Matisse.
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Gustave Moreau é filho de  pai arquiteto e aprendeu com esse a história clássica e a mitologia, tão presente na sua obra. De saúde frágil quando criança, foi muito protegido pela mãe e desde muito cedo desenhar era o seu principal lazer. Como muitos artistas de seu tempo, sua obra é romântica, acadêmica, com uma pintada de “italianismo” ( desde cedo ele visitou a Itália, de onde voltou apaixonado), mas acima de tudo eclética. Ele não tinha como objetivo reproduzir a realidade em suas obras. Mas é muito difícil colocar o seu trabalho em uma só categoria, até hoje aparentemente ninguém conseguiu fazê-lo.
Ele fazia parte da alta burguesia da época e frequentava os grandes salões de condes e duquesas. Sua obra era muito admirada por personagens literários, dentre eles Oscar Wilde e Marcel Proust. Ou seja, era mais admirado pelos intelectuais do que pelo “povão”.
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Auto Retrato, óleo sobre tela por Gustave Moreau
A casa que ele adquiriu em 1852 e na qual viveu primeiro com seus pais e mais tarde sozinho (após o falecimento deles) tinha um atelier, e ele desde cedo se preocupava em relação ao fim que seria dado aos seus trabalhos. Então aparentemente ele sempre quis que a casa se  tornasse um museu, e preferiu conservar a maior parte do seu trabalho, que ele queria que fosse apresentado junto, para que as pessoas pudessem ter uma idéia de como ele era em vida. Pouco antes da sua morte a casa passou por importantes reformas, conservando o primeiro andar, mas o segundo e o terceiro foram transformados em grandes salas luminosas e espaçosas para acolher o seu trabalho.
Ele então “morava” no primeiro andar, considerado o seu apartamento:
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En janvier 2015, le musée Gustave Moreau, lieu d’exception créé par l’artiste lui-même, a révélé au public son rez-de-chaussée magistralement réhabilité.

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Vue du Cabinet de Réception de Gustave Moreau

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Seu quarto

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 Le premier étage nous présente ses souvenirs familiaux les plus précieux : mobiliers, …

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Boudoir

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Vue du boudoir à la mémoire d’Alexandrine Dureux

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Musée Gustave Moreau

Mas o segundo andar é fabuloso com centenas de trabalhos do artista, de todos os tamanhos e de todos os tipos: pinturas, desenhos, gravuras e mesmo esculturas.
 

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Vue de l’atelier de Gustave Moreau au 2e étage du Musée Gustave Moreau

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Essa bela escada leva ao terceiro andar:

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escalier en spirale menant au troisième étage de la maison-musée Gustave Moreau

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Vue de l’atelier de Gustave Moreau au 3e étage du Musée Gustave Moreau

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Vue du meuble à aquarelles dans l’atelier de Gustave Moreau au 3e étage 

É uma ótima dica para os amantes de arte.

Apesar do Museu ser relativamente pequeno, é necessário no mínimo uma hora para admirar tudo, pois cada peça é realmente repleta de lembranças e obras do artista. Para se ter uma idéia, grandes móveis abrigam gavetas com centenas e centenas de pequenas pinturas ou desenhos de Moreau.
No total, são cerca de 850 pinturas (incluindo aquarelas e cartons) e cerca de 15 mil desenhos.

Au 14, rue de La Rochefoucauld dans le 9ème arrondissement de Paris se situe la maison familiale du peintre symboliste Gustave Moreau (1826 – 1898). Dans cette maison modeste et d’aspect provincial qu’il possédait depuis 1852 et où il avait vécu avec ses parents, l’artiste travaillait au troisième étage.

A la fin de sa vie, seul après la disparition de ses proches, Gustave Moreau a l’idée de créer un musée pour son œuvre. Il mûrit lentement ce projet et conserve avec lui la plupart de ses peintures, qu’il retravaille sans cesse et entasse rue de La Rochefoucauld. En 1895, Moreau décide d’entamer les travaux nécessaires. Il conserve l’appartement du premier étage, chargé de tant de souvenirs, et les pièces correspondantes du rez-de-chaussée mais sacrifie les deuxième et troisième étages de la maison afin de les remplacer par de vastes ateliers vitrés offrant le plus d’espace possible.

Le musée de Gustave Moreau est conçu comme un « grand œuvre » où tous les thèmes traités par le peintre devaient être présents. L’élégant escalier en spirale menant du second  au troisième étage s’impose comme l’un des chefs d’œuvres architecturaux du lieu. L’atelier du deuxième étage accueille les toiles de grande dimension ainsi que de nombreux dessins et des maquettes de sculptures en cire. Celui du troisième étage donne la part belle aux compositions mythologiques, aux personnages légendaires et aux couleurs flamboyantes.

Avant même d’avoir pris la décision de transformer sa maison pour qu’elle devienne l’actuel musée, Gustave Moreau envisageait de conserver en un « petit musée sentimental » les pièces de vie du premier étage où il avait vécu heureux avec ses parents. Le visiteur évolue entre la salle à manger où est entreposée une sublime collection de céramiques; la chambre de Moreau qui regroupe les souvenirs de famille; le boudoir consacré aux souvenirs d’Alexandrine Dureux, l’amie trop tôt disparue dont il avait racheté le mobilier, et le cabinet de réception où sont réunis des livres rares et des objets précieux, insolites, soigneusement recueillis par Moreau tout au long de son existence. Il ne s’agit donc pas de l’appartement tel que l’occupaient les parents de Gustave Moreau mais d’un véritable aménagement symboliquement orchestré par l’artiste autour de ses souvenirs et de ceux des êtres chers. Tout y est conservé ou restauré à l’identique, faisant entrevoir au visiteur les fastes d’un siècle révolu, en toute intimité.

 

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Museu Nacional Gustave Moreau

14 rue de La Rochefoucauld
75009 PARIS
Metrô trinité ou Saint Georges
http://www.musee-moreau.fr/

Horaires
Du mercredi au lundi : 10h – 17h15
Fermé le mardi et les jours fériés
A partir du 27 juin 2012, coupure entre 12h45 et 14h les lundis, mercredis et jeudis

Tarifs
Plein tarif : 6,50 €
Tarif réduit : 4,50 €
Gratuit pour les moins de 18 ans, les moins de 26 ans ressortissants de l’U.E. et le premier dimanche de chaque mois.

Fontes:

http://en.parisinfo.com/paris-museum-monument/71431/Mus%C3%A9e-national-Gustave-Moreau

http://lulacerda.ig.com.br/

http://viverplenamenteparis.blogspot.com.br/2012/06/gustave-moreau-atelier-e-casa-do.html

https://www.babelio.com/liste/4637/Gustave-Moreau-en-son-musee

http://roughdreams.fr/2012/05/musee-gustave-moreau/

http://www.parissurunfil.com/gustave-moreau-maison-musee-oeuvre/

http://artiststudiomuseum.org/studio-museums/musee-gustave-moreau/

http://www.bigmammy.fr/archives/2013/04/27/27016393.html

http://www.goodmorningparis.fr/blog/museums/gustave-moreau-a-unique-museum-in-paris/

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Place de Fürstenberg

A place de Fürstenberg é conhecida por ser uma das mais charmosas praças de Paris.

O pintor Delacroix teve o bom gosto de se instalar no numero 6 . Veja como ele a pintou…

Se você está a procura da alma de Saint Germain des Près, é aqui que é preciso ir .

Para os puristas, a praça é na realidade uma rua, porque o centro não impõem um sentido giratório, mas deixemos isso de lado, o que interessa aos verdadeiros românticos , é o ambiente único que acontece quando a noite cai e seus lindos lampadários se acedem….

” Ela não tem nada de especial a não ser um charme discreto de cidade do interior. Ela é pequena, tão pequena que às vezes ela é chamada de placette e no seu centro vivem quatro grandes árvores. Na realidade mais uma rua que uma praça, seu comprimento é de 82 metros, da rue Jacob à rue de l’Abbaye. Construída em 1699 e batizada com o nome do cardeal Fürstenberg.

Os prédios à sua volta não pertencem à categoria privilegiada e chamada “arquitetura haussmaniana”. São prédios mais discretos, sem a elegância um pouco exagerada dos imóveis construídos com a famosa pedra calcária parisiense.  Eles datam do século XVII e guardam a memória de uma época. Alguns privilegiados aí moram e os apartamentos são vendidos e passados de mão em mão dentro de um círculo fechado.

Como já disse no número 6 se encontra o Musée Delacroix, atelier e casa do pintor até sua morte em 1863.

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MUSEE-DELACROIX

Ela é o coração de Saint Germain, bairro que sempre soube misturar gêneros diferentes: literatura, música, gastronomia, teatro, arte e moda. Bairro que cultiva a estética e um estilo de vida sofisticado. Um lugar fora do tempo, aparentemente calmo, onde o Atelier de Delacroix, as belas vitrinas dos grandes nomes da decoração e as quatro árvores criam o décor de cartão postal.

Os nostálgicos de uma Saint Germain que não existe mais encontram neste mínimo espaço a lembrança de um tempo passado.

Meu cantinho preferido de Paris.

Place de Furstenberg
75006, métro Saint Germain-des-Prés

Fontes:

http://www.pariszigzag.fr/paris-au-quotidien/lieux-romantiques-a-paris
http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/posts/2013/03/04/dez-lugares-romanticos-em-paris-488429.
http://www.conexaoparis.com.br/2012/08/20/praca-de-furstenberg/
http://www.pariszigzag.fr/sortir-paris/balade-paris/le-charme-discret-de-la-place-furstenberg-paris-visite-guidee-saint-germain-des-pres
http://www.paris-a-nu.fr/la-place-de-furstenberg/

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Museu Maison Victor Hugo – Paris

museu victor hugo

 Em torno das arcadas da Place des Vosges, no número 6  encontramos o Hotel Rohan-Guéménée onde viveu o escritor Victor Hugo de 1832 à 1848 e hoje é o Museu Victor Hugo.

L´Hôtel de Rohan-Guéménée: no segundo andar, Victor Hugo viveu por 16 anos

Vista da janela do seu apartamento

Com uma vida pessoal, política e afetiva digna de um homem incomparável e absolutamente único, Victor Hugo, tem um pouco de sua vida exposta na Maison de Victor Hugo em Paris, mais exatamente na Place des Vosges, a mais antiga de Paris, situada na Rive Droite; onde Victor Hugo viveu grande parte de sua vida.

 museu

Victor-Marie Hugo (1802-1885), foi um grande escritor francês, autor de grandes obras como Les Misérables e Notre-Dame de Paris.

Com uma rica história de vida, uma infância marcada por grandes acontecimentos e uma vida adulta rodeada sempre por pessoas influentes e de muitas amantes, Victor Hugo, escreveu mais de 30 livros e tornou-se um dos grandes nomes do romantismo francês.

Estando em Paris, eis um passeio imperdível para quem aprecia história, arte, literatura e grandes biografias como a de Victor Hugo.

O local expõe todo o mobiliário utilizado na época por Victor Hugo, as primeiras edições alguns de seus livros, mais de 400 desenhos executados pelo escritor, obras de artes, e ainda as penas utilizadas por Victor Hugo para escrever – Les Misérables. O primeiro andar é destinado a exposição dos objetos e no segundo andar está a casa do escritor.

Aí estão todas as obras gráficas do escritor assim com seus manuscritos, pinturas e esculturas que o homenageiam, caricaturas e fotos. O museu possui também uma importante biblioteca aberta aos pesquisadores.

museu Victor Hugo

O local onde ele viveu  de 1832 a 1848  fica na esplêndida Place des Voges. Victor Hugo tinha 30 anos quando se mudou para este apartamento de 280 metros quadrados , no segundo andar do Hotel de Rohan-Guéménée, com sua esposa Adele. E lá, eles viveram por 16 anos. Hoje, a antiga residência abriga um museu.

museu Victor Hugo

O apartamento de Victor Hugo, que virou museu em 1903, foi reconstituído com certa liberdade a partir de fotos e móveis que também foram usados em outros lugares onde o escritor morou. O espaço foi adaptado num percurso de sete salas, que vai contando a vida de Hugo através de documentos, gravuras, jornais, cartas, pinturas.

Ele viveu aqui por 16 anos (de 1832 a 1848), onde escreveu grandes romances, inclusive parte de Os Miseráveis (Les Misérables). O local só virou museu no começo do século 20 e foi reconstituído a partir de fotos e documentos. Mas a escrivaninha e a pena de onde saíam suas obras, o busto feito por Rodin e parte do mobiliário são originais.

museu Victor Hugo

O apartamento foi dividido em salas que contam a história de Victor Hugo através de cartas, rascunhos, pinturas, gravuras, obras de arte e desenhos feitos pelo próprio escritor.

A visita ocorre em duas etapas: coleções permanentes, que é gratuita, e exposições temporárias, mas estas são pagas. Os objetos exibidos na primeira são principalmente documentos de trabalho do poeta, como aqueles relacionados à sua produção literária. A casa é aberta de terça a domingo, das 10h às 18h.

museu Victor Hugo

No seu apartamento, podemos visitar a sala de estar; a sala de jantar de inspiração medieval, ideia do próprio Victor Hugo, a sala chinesa também concebida pelo escritor, e o seu quarto. O mobiliário é magnífico! O interessante na visita é transportar-se ainda para o seu tempo e tentar imaginar os momentos de inspiração do escritor. Emocionante!

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

Sala de jantar de Victor Hugo/Foto de: Patrícia C. de Amorim

museu Victor Hugo

Sala Chinesa Foto: Divulgação

Parte do Museu Maison de Victor Hugo, em Paris (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

Parte do Museu Maison de Victor Hugo, em Paris (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

Os móveis eram quase todos concebidos por ele. Muita coisa ele realizava sozinho, para outras contava com a ajuda de profissionais, mas sempre supervisionado por ele.

Contam que Victor Hugo era uma personalidade muito forte e seguro de si, para não se dizer um tanto pretencioso. Alguns detalhes na sua casa mostram o quanto ele era centrado em si mesmo, como as suas inciais em todos os cantos da decoração (para não dizer as iniciais da sua amante!)

O quarto Foto: Divulgação

Ver onde a pessoa morou, seu estilo de vida, imaginar que tudo aquilo é absolutamente real e gerou boa parte da história que você gosta de ler é, realmente, espetacular. A cama onde o autor de “O Corcunda de Notre Dame” morreu é essa aí da foto

A entrada é gratuita e além de móveis originais, cartas, quadros, documentos e gravuras da imagem de Victor Hugo, é possível ver trechos manuscritos de suas mais importantes obras.

Na casa está o modo de entender a arte e a essência da filosofia de vida de Victor Hugo. Foi onde ele viveu grande parte de sua vida.

museu Victor Hugo

 Podemos ver a escrivaninha alta, já que ele preferia escrever em pé.

A visita promete ser realmente emocionante, especialmente para os fãs mais ardorosos, que poderão ver ali a mesma pena que foi utilizada para escrever suas obras mais importantes. Ao conhecer sua casa, o turista terá uma visão mais ampla do escritor e também da cidade que tanto inspirou suas histórias.

Victor Hugo foi um gênio, considerado o principal representante do romantismo francês. Era ativista dos direitos humanos e teve grande atuação política na França. Suas obras, além de intensa criatividade, traziam posições progressistas e enorme consciência social.

museu Victor Hugo

Sua imagem menos conhecida, ainda jovem

museu Victor Hugo

Maison Victor Hugo
6, place des Vosges, 75004
Metrô: Saint-Paul (linha 1), Bastille (linhas 1, 5 e 8 )
Fone: 01 42 72 10 16
Aberto de terça a domingo (exceto feriados), das 10h às 18h

Fontes:

http://www.maisonsvictorhugo.paris.fr/

http://www.parisladob.com/2012/02/06/top-5-museus-gratuitos-de-paris-5-maison-de-victor-hugo/

http://www.matraqueando.com.br/place-des-vosges-e-maison-victor-hugo-passeio-casado-e-gratuito-em-paris

http://www.parciparla.com.br/casa-do-victor-hugo/

http://blogs.diariodonordeste.com.br/andarilho/roteiros/visitando-a-casa-de-victor-hugo-a-grandiosidade-da-intelectualidade-francesa/

http://www.bigviagem.com/museu-maison-de-victor-hugo-em-paris/

http://roteirosliterarios.com.br/7-lugares-para-conhecer-usando-o-metro-de-paris/

http://viverplenamenteparis.blogspot.com.br/2012/09/casa-de-victor-hugo-em-paris.html

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Le Grand Bal Masqué du Chateau de Versailles – 24 de junho de 2017

LE GRAND BAL MASQUÉ DU CHÂTEAU DE VERSAILLES
24 Juin 2017 – 23h30
Dia 24 de junho tem um “Baile de Máscaras” no Castelo de Versailles, organizado por Hakim Ghorab, Diretor artistico e coreógrafo.
Neste dia será possível voltar no tempo com um toque de modernidade. Acontece nos jardins do Palácio – que nessa época já está em seu auge de beleza – um grande baile de máscaras, no melhor estilo Luis XV.
É uma festa privée, tradicional, que anualmente permite conhecer, rir e se destacar em uma atmosfera amigável e pouco usual.
Trajes de época e máscaras em estilo barroco são obrigatórios, mas a trilha sonora passa longe da valsa. Este ano com a participação do DJ GRANDMARNIER e muita música eletrônica .
Com a participação excepcional de Loïc Nottet!
A festa começa às 23:30h, com uma grande queima de fogos, e só acaba com o raiar do dia. Pra se acabar, mesmo. Os ingressos custam a partir de 90 euros e podem ser comprados pelo site do próprio chateaux.
Se estiver em Paris não perca.
Príncipes, cortesãs, duques e todos aqueles que sempre sonharam reviver a realeza francesa terão sua chance na noite de 24 de junho, no Palácio de Versailles. Na data, um dos mais famosos jardins da França será palco edição 2017 do Grande Baile de Máscaras, promovido pela administração local.
O evento, que começará com a apresentação de um espetáculo musical nas fontes do jardim, seguido por fogos de artifício, continuará noite adentro animado por muitos DJs, e coreografias, até a manhã seguinte.
Roupas de época e máscaras são obrigatórias e os ingressos estão à venda pela internet. São aguardadas cerca de 2 mil pessoas para partilhar essa experiência extravagante. Os portões estarão abertos a partir das 21h.
Com certeza essa será uma experiência inesquecível que contará com o simbolismo, a elegância, a extravagância e a magia que fazem parte do imaginário coletivo, com princesas, príncipes, pierrots e cortesãs espalhados por toda l’Orangerie e que estarão em contra-ponto à electronic dance music de nossos tempos.
A Orangerie do Castelo de Versalhes tornar-se-á, por uma noite, o mais elegante, o mais extraordinário e o mais requintado dos salões de baile…
A entrada para o Baile de Máscaras dá acesso ao espetáculo Grandes Águas Noturnas.

 Clip – Le Grand Bal Masqué du château de Versailles (édition 2017)

Le Grand Bal Masqué du Château de Versailles – édition 2016

Musée National du chateau de Versailles – Orangerie
Adresse: avenue de Paris, 78000 Versailles
Accès transport
RER C Versailles-Rive-Gauche
Tél : +33 (0) 1 30 83 78 89
Plus d’infos sur :
http://www.chateauversailles-spectacles.fr
http://www.chateauversailles-spectacles.fr/spectacles/2017/le-grand-bal-masque-du-chateau-de-versailles

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Bernard Buffet no Musée d’Art Moderne de Paris

O Museu de Arte Moderna da Cidade de Paris organizou uma retrospectiva da obra de Bernard Buffet (1928 – 1999), considerado um dos mais famosos pintores franceses do século XX, mas também um dos mais discutidos . Através de uma seleção de umas cem pinturas, a exposição oferece uma releitura de uma obra que foi realmente muito pouco vista. (até 26 de fevereiro de 2017).

“Esta é a primeira vez que um museu parisiense faz uma exposição retrospectiva da obra de Bernard Buffet. Este foi um dos mais famosos artistas franceses do século XX, e também aquele que foi o mais criticado, rejeitado pela crítica e pelo mundo da arte, inclusive por mim “, disse Fabrice Hergott, diretor do Museu de arte moderna da Cidade de Paris.

Bernard Buffet (1928-1999) foi descoberto em 1948 por um marchand incondicional Maurice Garnier, que organizou suas exposições todos os anos em fevereiro, sobre vários temas.  Sonhou que um museu fosse dedicado a ele, ele tinha guardado e comprou o que ele considerava o melhor do seu trabalho.

Bernard Buffet, “L’Atelier”, 1947, Musée Bernard Buffet, Surugadaira (Japon)/ © Musée Bernard Buffet © ADAGP, Paris 2016

Bernard Buffet é um artista precoce e notável, entrou com 16  anos na Escola de Belas Artes. Ele começou a expor em salões  aos 19 anos, logo foi notado e começou a vender sua  pinturas aos 20 anos. Aos 22 anos, ele exibiu suas obras em galerias de Nova York, Londres, Basel, Copenhaga e Genebra.

Bernard Buffet, “Autoportrait sur fond noir”, 1956, Collection Pierre Bergé/ © Dominique Cohas © ADAGP, Paris 2016

 Bernard Buffet encontrou o seu estilo muito rapidamente: ele  pintou naturezas-mortas, retratos em tons suaves, bege, cinza. Suas figuras são alongadas e angulares.

“”La Ravaudeuse de filets” , que causou sensação no Salon d’Automne, em 1948, rosto grande como fio, repara uma rede feita de um emaranhado de linhas.

Em 1948, ele ganhou o Prêmio da Crítica organizada pela galeria Saint-Placide com “ ”Deux hommes dans une chambre” onde um homem se despe e o outro está sentado nu em uma cadeira.

Auto-retratos recorrentes representam  a silhueta  sempre alongada, pincel na mão diante de uma tela, no canto esquerdo do quadro.

Aos 26 anos, pinta um tríptico pintado gigantesco e arrepiante sobre “o horror da guerra” cheio de corpos nus tiro, enforcados ou abatidos em paisagens desoladas e sob um sol frio.

Bernard Buffet, “Horreur de la guerre, L’Ange de la guerre”, 1954, Collection fonds de dotation Bernard Buffet, Paris

Um ano depois, o circo que o inspira: o seu “Clown” será reproduzido em todos os lugares.

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Bernard Buffet, “Nature morte à la sole”, 1952, Collection Pierre Bergé

 © Dominique Cohas © ADAGP, Paris 2016

Em 1958, Bernard Buffet que tinha então apenas 30 anos, a Galerie Charpentier organiza a sua primeira retrospectiva com uma centena de pinturas que quase provoca um motim.

Mo meio dos anos 1950 a pintura de Bernard Buffet mudou, ele coloca mais cor, mais espessura.

Todos os anos para sua exposição de fevereiro, há um tema diferente: em 1960, foram os “”Oiseaux”, enormes, disproporcionados ondulando sobre as mulheres nuas no chão, pernas abertas, reinterpretando o tema de Léda et le Cygne , que causou um escândalo.

Em 1965,  les “Ecorchés” close-up de cabeças ensanguentadas com olhos assustadores.

Temos “Plages”  monumentais em 1967, onde longas pernas se abrem ou  se dobram na areia.

Bernard Buffet, Les Plages, “Le Parasol”, 1967, Musée d’art moderne de la Ville de Paris/ © Musée d’Art moderne / Roger-Viollet © ADAGP, Paris 2016

Além de cenas terríveis e gigantescas tiradas do “Inferno”, de Dante, quando ele retorna ao estilo gráfico de suas primeiras paisagens pintadas.

Buffet pintou animais de perto, em primeiro planos: a coruja pequena , um grande inseto que recordam o seu gosto pelas ciências naturais.

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Bernard Buffet, Mes Singes, "Orang-Outan femelle", 1997, Collection fonds de doation Bernard Buffet

Bernard Buffet, Mes Singes, “Orang-Outan femelle”, 1997, Collection fonds de doation Bernard Buffet

 © Fonds de dotation Bernard Buffet © ADAGP, Paris 2016

Em 4 de Outubro de 1999, com a doença de Parkinson, Bernard Buffet cometeu suicídio em seu estúdio depois de preparar a sua exposição anual de 2000 na galeria Maurice Garnier batizada de “La mort” : seus esqueletos masculinos e femininos em roupas renascentistas brilhantemente coloridos parecem nos desafiar.

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The last Exhibition : La Mort… Bernard Buffet

© Bernard Buffet, “La Mort 7″, 1999

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Foi necessário quase 20 anos para um grande museu considerar digno de ser mostrado em todas as suas facetas. O debate sobre o valor de seu trabalho certamente não está fechado, mas esta retrospectiva dará a todos a oportunidade de fazer sua própria idéia sobre um pintor que, finalmente,  se conhece muito mal.

 

“En balayant l’ensemble de l’œuvre dans un parcours rétrospectif, mais très sélectif en raison de la grande productivité de l’artiste, l’exposition montrera la qualité et la variété insoupçonnées de ce qui restera peut-être comme une des œuvres picturales les plus fascinantes du siècle dernier et dont l’influence sera peut-être une des plus considérables.

Le parcours, organisé selon une présentation chronologique, s’ouvrira sur les débuts de Bernard Buffet, au moment où ses œuvres renouvellent le sens de tout un répertoire de formes et d’objets. Le contexte artistique de l’après-guerre, moment de débats autour de la question des réalismes, de la figuration et de l’abstraction, sera évoqué. Il s’agira de révéler le peintre comme un artiste paradoxal, qui se réfère à la peinture d’histoire à une époque de la disparition du sujet, qui allie peinture austère et aisance financière, grand succès public et rejet du monde de l’art.

Ainsi, à côté de ses thèmes de prédilection –autoportraits, natures mortes–, les différents sujets systématiquement exploités par Bernard Buffet au cours de ses expositions annuelles à la Galerie Garnier seront présentés : cycles religieux (La Passion du Christ), littéraires (L’Enfer de DanteVingt mille lieues sous les mers) ou allégoriques (Les OiseauxLes Folles). L’accent sera mis sur la réflexion constante de Bernard Buffet sur la peinture d’histoire (Horreur de la Guerre) et sur l’histoire de la peinture (Le Sommeil d’après Courbet), jusqu’à La Mort, spectaculaire dernière série se référant aux memento mori médiévaux.

À travers une abondante documentation, l’exposition sollicitera le regard du public sur les mécanismes de cette notoriété.”

Fontes:

http://www.mam.paris.fr/fr/expositions/exposition-bernard-buffet

http://culturebox.francetvinfo.fr/expositions/peinture/bernard-buffet-une-celebrite-meconnue-rehabilitee-au-musee-d-art-moderne-247485

http://www.elle.fr/Loisirs/Sorties/Musees-Expos/Gagnez-vos-places-pour-l-exposition-Bernard-Buffet-au-Musee-d-Art-moderne-de-la-Ville-de-Paris-3326027

http://www.parisphoto.com/agenda/bernard-buffet-retrospective

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Festival Photo Saint-Germain-des-Prés 2016

Paris é a Capital da foto no mês de novembro! De 4 à 20/11 de 2016, o Festival Photo Saint-Germain-des-Prés investe em 38 lugares :  museus, centros culturais galerias, livrarias, instituições, na rive gauche,  margem esquerda do Sena, com uma seleção de imagens sublimes, ” vintage” e contemporâneas . Esta é a quinta edição deste festival!!
Quinze dias de Exposições, mas também conferências, exibições, workshops e visitas  para esta programação chave em novembro.

 Festival Photo Saint-Germain

Légendes de gauche à droite :

1996_St-Germain1996_St-Germain1996_St-Germain

1/  Clara ChichinHypernuit – il y avait deux soleils -, © Clara Chichin, courtesy Galerie 1492.
2/  Paul-Émile Miot (1827-1900), Hymenée et Tané (sic!), Femmes Tahitiennes, 1869/70, tirage sur papier albuminé a partir d’un négatif en verre, 18.3 x 24.2 cm. © Daniel Blau Munich Courtesy: Daniel Blau Munich.
3/  Éric AntoineTraffic, 2016, ambrotype, 24 x 30 cm. ©Éric Antoine, courtesy Laurence Esnol Gallery.

 

Quando :4 – 20 novembro 2016
Para conferir a programação clique aqui !!!Vejam algumas das obras que serão expostas :

Edition 2016

Como chegar:
Acesso
Métro : lines 4, 7, 10, 12 / Stations Jussieu, Mabillon, Odéon, Rue du Bac, Saint-Germain-des-Prés, Sèvres-Babylone, SolférinoRER line B / Station Saint-Michel Notre-DameBus : lignes 27, 39, 63, 86, 87, 95

 

Fontes:

http://www.photosaintgermain.com/edition-2016-2/

https://www.instagram.com/photosaintgermain/

http://fr.actuphoto.com/36421-festival-photo-saint-germain-2016.html

http://www.francefineart.com/index.php/agenda/14-agenda/agenda-news/2212-1996-photo-saint-germain

http://www.leguidedesfestivals.com/index.php5?page=fiche&festi=28209

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Grand Musée du Parfum abrirá suas portas em dezembro

 

 

Paris terá, a partir de dezembro, um grande museu dedicado ao que os franceses fazem de melhor “O Perfume”.

Grand Musée du Parfum abrirá suas portas no espaço de 1.400m2, com um grande jardim onde, no passado, foi a maison de couture Christian Lacroix. A diferença deste novo museu com o que já existe em Paris (o Fragonard) é que o Grand Musée não está ligado a nenhuma marca específica, financiado por fundos privados e com o apoio do sindicado francês da perfumaria, que tem mais de 66 associados.

 

Apoiando-se nas últimas tecnologias, o museu vai retraçar três grandes etapas da historia do perfume – do Egito dos faraós até nossos dias -, convidando o público a sentir uma coleção olfativa única, constituída de mais de 60 aromas durante a visita.

O objetivo do museu é levar ao grande público o savoir-faire francês na perfumaria, o processo criativo em torno dela e as abordagens artísticas e científicas dos perfumistas.

O museu vai contar com uma livraria e uma loja conceito.

Aguardem mais notícias. Imperdível!

Le Grand Musée du parfum sera la première insitution dédiée à l’olfaction indépendante de toutes marques à ouvrir ses portes dans la capitale.Photo iStock

Une création pour la maison de parfum Caron de Jean-Pierre Baquère dans son atelier de Colombes, près de Paris le 23 avril 2014 (AFP/FRANCK FIFE)

Grand Musée du Parfum
73, Rue Faubourg Saint-Honoré – 75008 – Paris

Métro Miromesnil

 

Fontes:

http://www.musee-du-parfum.fr/

http://lulacerda.ig.com.br/paris-por-paulo-pereira-123/

http://revistaglamour.globo.com/Beleza/noticia/2016/09/museu-do-perfume-passa-ser-mais-uma-atracao-de-viagem-em-paris.html

http://www.sortiraparis.com/arts-culture/exposition/articles/122593-le-nouveau-grand-musee-du-parfum-ouvrira-ses-portes-en-decembre

http://www.leparisien.fr/flash-actualite-culture/ouverture-d-un-grand-musee-du-parfum-en-decembre-a-paris-22-08-2016-6060917.php

http://www.vogue.fr/beaute/buzz-du-jour/diaporama/paris-grand-musee-du-parfum/36497#paris-grand-musee-du-parfum-paris

http://madame.lefigaro.fr/beaute/paris-va-enfin-connaitre-son-premier-grand-musee-du-parfum-230816-115927

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Charlie Le Mindu no Palais de Tokyo

© Jerome Lobato / Olivier Ouadah. Courtesy Charlie Le Mindu

As criações de Charlie Le Mindu (nascido em 1986, vive e trabalha em Paris) são inspiradas por temas que parecem à primeira vista estranhos para o campo de cabeleireiro: fundo do mar, animais mitológicos, monumentos históricos ou a musa do punk Nina Hagen.

Charlie le Mindu crée des perruques folles, excentriques et novatrices

O iniciador da ” haute coiffure “, que considera a peruca como um adorno semelhante a roupa, fez escola em lugares como o famoso clube Berghain Berlim, onde ele penteava clubbers à noite  toda até o amanhecer. O criador multiplica suas colaborações com personalidades como Philippe Decouflé ,coreógrafo, as dançarinas do Crazy Horse ou a ícone pop Lady Gaga.

Charlie Le Mindu imagina peças que transformam uma mulher em uma criatura fantástica, escondendo na maioria das vezes o rosto e identidade da mulher que ele penteia.  são verdadeiras esculturas que disfarçam, escondem e alteram o corpo.

Charliewood, par Charlie Le Mindu, du 17 mars au 9 avril (représentations du 17 au 19 mars les 25, 26, 31 mars, et les 8 et 9 avril dans le cadre du festival Do Disturb), au Palais de Tokyo, 13, avenue du Président Wilson, 16e.

Teaser: Charlie Le Mindu “Charliewood” at Palais de Tokyo

 

Fontes:

http://www.doitinparis.com/fr/sortir-paris/weekend-paris/paques-a-paris-suivez-notre-coolissime-to-do-list-2746/prendre-des-places-pour-lexpo-show-

http://www.palaisdetokyo.com/fr/exposition/charlie-le-mindu

http://www.telerama.fr/sortir/du-berghain-au-palais-de-tokyo-la-trajectoire-arty-du-coiffeur-charlie-le-mindu,139616.php

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Monumenta 2016. Huang Yong Ping, Empires

Criado em 2007 pelo ministério da Cultura, o conceito Monumenta consiste em pedir a um grande artista contemporâneo para ocupar 13.500 m2 da nave do Grand Palais em Paris com uma obra inédita, durante o tempo de uma exposição.

Desde 2007, de renome internacional artistas contemporâneos investem no Grand Palais com obras magistrais concebidos para a ocasião.

Depois de Anselm Kiefer , Richard Serra, Christian Boltanski , Anish Kapoor, Daniel Buren e Ilya Kabakov e Emilia, Huang Yong Ping assume o desafio em 2016.

Representante da vanguarda artística chinesa , ele imagina uma instalação espetacular, que é também uma reflexão sobre a transformação do nosso mundo .

Exposição organizada pela Réunion des Musées Nationaux – Grand Palais. Em parceria com a Kamel mennour , Paris.   A exposição tem o apoio da CMA CGM , principal parceiro , bem como o apoio de Gide , LVMH / Moët Hennessy . Louis Vuitton e La Vallée Village.   Com a participação de Chinese Business Club .

Une carte blanche de 13500 m² et 45 m de haut: un défi sans précédent lancé aux plus grands artistes contemporains.depuis 2007, Monumenta est un évènement sans équivalent dans le monde présentant des œuvres magistrales conçues pour l’occasion. Après Anselm Kiefer, Richard Serra, Christian Boltanski, Anish Kapoor, Daniel Buren et Ilya et Emilia Kabakov, Huang Yong Ping relève le challenge en 2016. Représentant de l’avant-garde artistique chinoise, il imagine une installation spectaculaire, une réflexion sur les transformations de notre monde.

L’artiste d’origine chinoise présentera son œuvre « Empires » à l’occasion de l’édition 2016 de Monumenta au Grand Palais, à Paris.

Même s’il expose en France depuis de nombreuses années, Huang Yong Ping est encore peu connu du grand public. Mais il devrait voir sa notoriété grimper en 2016. L’artiste d’origine chinoise, installé en région parisienne depuis 1989, va en effet investir la nef du Grand Palais, à Paris, à l’occasion du retour de Monumenta.

« Son art, d’un formidable onirisme, est capable de frapper les imaginations », avait affirmé Aurélie Filippetti en juin 2014, alors qu’elle était encore ministre de la Culture, pour justifier ce choix.

Huang Yong Ping, 61 ans, considéré comme l’un des fondateurs de l’art contemporain en Chine – où il a vu nombre de ses œuvres interdites –, est coutumier des installations monumentales et théâtrales. En 1989, avec « Les Magiciens de la Terre », ses livres lavés à la machine avaient envahi l’espace de la Grande Halle de la Villette. En 2009, il avait investi la chapelle des Beaux-Arts de Paris avec une Arche de Noé grandeur nature. Et à Saint-Brévin-Les-Pins, son « Serpent d’Océan », un squelette de serpent en métal de 120 mètres de long, a pris place en 2012 à l’embouchure de l’estuaire de la Loire. Entre temps, Huang Yong Ping a aussi représenté la France à la Biennale de Venise en 1999, avec « Un Homme, neuf animaux ».

« Un paysage symbolique du monde économique »

Avec « Empires », Huang Yong Ping présentera un « paysage symbolique du monde économique » d’aujourd’hui, indique la Réunion des musées nationaux. Un projet « composé d’une architecture de couleur constituée de huit îlots surplombée d’une structure dont l’ombre portée se mêle (…) à celle des nervures métalliques de la verrière ». A découvrir à compter du 8 mai prochain et jusqu’au 18 juin

 Monumenta 2016 Huang Yong Ping, Empires

Data : Do sábado 08 de maio 2016 ao sábado 18 de junho 2016

Onde : Le Grand Palais
Endereço: 3, Avenue Du Général Eisenhower, Paris 75008
Metro : Champs Élysées, Clémenceau
Site : www.grandpalais.fr
Horário : Segunda, quarta e domingo 10h – 19h ; quinta, sexta e sábado 10h – 00h
Preço : 7,5 euros

Fontes:

http://www.grandpalais.fr/fr/evenement/monumenta-2016-huang-yong-ping

http://www.grandpalais.fr/fr/article/monumenta-huang-yong-ping-empires-le-dossier-pedagogique

http://www.vogue.fr/culture/a-voir/diaporama/mais-qui-est-huang-yong-ping-lartiste-de-monumenta-2016-/23549

http://www.lesechos.fr/industrie-services/services-conseils/021563060052-ils-vont-faire-2016-huang-yong-ping-1188129.php

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