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Festival Les Femmes s’en melent 2016

Cartaz “Les femmes s’n melent “- 19 ª edição

 

Este evento musical, tornou indispensável aos olhos dos mais apaixonados, se estenderá ao longo de várias noites e várias cidades do Hexágono, não esquecendo , é claro, uma passagem pela capital , onde o festival acontecera´em vários lugares: Divan du Monde , o Instituto Sueco, em 104 , a Igreja Saint- Merri , o Centro Georges Pompidou e Machine du Moulin Rouge

Du 22 mars au 2 avril, c’est la 19ème édition de ce festival pas comme les autres. Les Femmes s’en Mêlent met non seulement la gente féminine à l’honneur, mais aussi – et surtout – des talents  tout juste éclos ou en devenir.

Et c’est là sûrement le plus important : la qualité des artistes sélectionnés. Car au delà de la ligne éditoriale, il s’agit bel et bien de découvrir  la fine fleure de la pop musique d’aujourd’hui et de demain. En revanche, pas de sexisme côté nationalités ! Des françaises Mansfield TYA (enfin des bretonnes, elles sont de Nantes), MenschOK Lou, Cléa Vincent ou Françoiz Breut aux américaines Emily Wells, Brisa Roche, Beau, K. Flay, en passant par les anglaises Georgia, Gwenno (enfin galloise puisqu’elle est de Cardiff), Jane Weaver… Sans oublier les suisses (The Chikitas), les belges (Kenji Minogue), les Néo Zélandaises (Aldous Harding), etc, Ce sont une trentaine d’artistes qui vont régaler leur public pendant deux semaines. Et comme à chaque fois, Les Femmes s’en Mêlent n’est pas réservé aux parisiens (7 dates seulement sur 30 au total) avec des concerts un peu partout en France : Onet Le Château, Nantes, Angers, Toulouse, Bordeaux, Figeac, Laval, La Roche-sur-Yon, Saint Lô, Périgueux, Besançon …

  • Aldous Harding débarque de Nouvelle-Zélande pour jouer ses touchantes chansons folk.
  • Le jeune duo new-yorkais Beau qui avait fait la première partie de Juniore aux Bains en janvier dernier.
  • Du bon rock’n’roll brut et révolté comme on l’aime, c’est signé The Chikitas, tout droit venue de Suisse.
  • La chanson française électronique de Cléa Vincent.
  • Le groupe pop-rock fantaisiste islandais-anglais Dream Wife, une pépite pour les oreilles et pour les yeux.
  • La poésie mélancolique à la française de Françoiz Breut.
  • La musique puissante et insaisissable de la talentueuse compositrice américaine Emily Wells.
  • Les morceaux pop-sixties aux synthés de la chanteuse galloise Gwenno.
  • Le duo belge complètement weirdo Kenji Minogue.
  • Le bon vieux rock charmeur de la chanteuse anglaise Laid Arad.
  • L’électro aérien de la Française Louise Roam.
  • L’univers disco cosmic de la Canadienne Princess Century.
  • La synth-pop légère et rêveuse du trio québécois Paupière.

 

Mansfield.TYA – La fin des temps (official video)

ALDOUS HARDING ‘STOP YOUR TEARS’ (Official Video)

Beau – Oceans

THE CHIKITAS – LaLaLaLa

Cléa Vincent – Retiens mon désir

Françoiz Breut – La Danse des Ombres [Official Audio]

OKLOU LIVE – ANIMAL CROSSING

Gwenno- ratolish Hiang Perpeshki

Kenji Minogue – Danny

Lail Arad – When We Grow Up

LOUISE ROAM – RAPTUS (Official)

PRINCESS CENTURY ‘Domestic’ [OFFICIAL VIDEO

Paupière – Cinq heures

 

De  22 de março à 2 de abril de 2016

 

Fontes:

http://www.infoconcert.com/festival/les-femmes-sen-melent-lfsm-1667/concerts.html

http://www.lfsm.net/fr/programme/paris.html

https://www.facebook.com/festivallfsm/

http://www.rockmadeinfrance.com/actu/talent-aiguille-pour-les-femmes-sen-melent/18015/

http://www.eden-charleroi.be/agenda/event/les-femmes-sen-melent/id/552/d/1340

http://www.fillealamodz.com/programmation-festival-les-femmes-sen-melent-2016/

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Dom Quixote de Jules Massenet no Theatro São Pedro

Dom Quixote  Um clássico internacional abre a temporada de óperas do Theatro São Pedro. A ópera em cinco atos composta pelo francês Jules Massenet é baseada no libreto de Henri Caïn e inspirada no romance de Miguel de Cervantes.

Jules Massenet

Cain, Henri, BNF Gallica.jpg

Henri Caïn

 Miguel de Cervantes

A estreia acontece  hoje, dia 02 de março e terá seis récitas, nos dias 04, 06, 09, 11 e 13 de março. Dom Quixote, uma ópera orquestrada à altura da grande figura criada por Cervantes, terá regência e direção musical do maestro Luiz Fernando Malheiro e concepção e direção cênica de Jorge Takla, que faz a sua estreia como diretor no Theatro São Pedro.

Ensaio da ópera "Dom Quixote", de Jules Massenet, no Theatro São Pedro, em São Paulo

Ensaio da ópera ” Dom Quixote “, de Jules Massenet no Theatro São Pedro

“Composta por Jules Massenet com elegante inspiração, magnificamente orquestrada e com uma simplicidade à altura de grande figura criada por Cervantes. Sucinta, discreta e comovente, a cena da morte do herói deixa claro que em sua obra, Massanet ainda era senhor do mesmo senso do drama musical que fez a glória de Manon, mais de 25 anos antes.”

Ensaio da ópera "Dom Quixote", de Jules Massenet, no Theatro São Pedro, em São Paulo

Ensaio da ópera ” Dom Quixote “, de Jules Massenet no Theatro São Pedro

 

Dom Quixote é uma coprodução com o Theatro Municipal do Rio de Janeiro e uma homenagem aos 400 anos de falecimento de  Cervantes, escritor espanhol que criou uma das mais conhecidas personagens da literatura mundial. A obra é fonte permanente de inspiração na música, balé e ópera. A música foi abordada por compositores de diferentes épocas como Telemann, Mendelssohn, Richard Strauss e Ravel. Do austríaco Minkus, recebeu a música para um dos grandes clássicos do balé. O compositor francês Jules Massenet, um dos mais inspirados autores da cena lírica parisiense da Belle Époque, estreou sua versão em ópera no ano de 1910, sendo uma de suas últimas criações.

Para esta montagem, o cenógrafo Nicolas Boni inspirou-se nas gravuras de Gustave Doré, os figurinos ficam por conta de Fabio Namatame, desenho de luz de Ney Bonfante e a coreografia de Nuria Castejon. A Orquestra do Theatro São Pedro (Orthesp) será regida pelos maestros MalheiroPedro Messias (9 de março), com a participação do Coral Lírico Paulista, regido por Nibaldo Araneda.

Destacam-se no elenco a mezzo-soprano Luisa Francesconi na personagem da Bela Dulcineia, o baixo Gregory Reinhart no papel-título e o barítono Eduardo Amir como Sancho Pança.

Gregory Reinhart

A ópera traz ainda o elenco estável do Theatro São Pedro: a soprano Roseane Soares (Pedro), a mezzo-soprano Cecília Massa (Garcias) e os tenores Anibal Mancini (Rodriguez) e André Rabello (Juan). Os atores Alexis RadouxDaniel Klepacz e Rodrigo Veloso vivem os bandidos.

A mesma montagem de Dom Quixote será apresentada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em cinco récitas, de 13 a 22 de abril.

 

Dom Quixote

O protagonista é um fidalgo castelhano que, ao mergulhar profundamente nos romances de cavalaria, passou a viver no universo das personagens retratadas nos livros. O romance narra as suas aventuras em companhia de Sancho Pança, seu amigo e fiel escudeiro que, apesar de ter uma visão mais realista do mundo é fascinado pelo seu mestre. Quixote apaixona-se perdidamente por Dulcineia e, para realizar um pedido dela, parte pelo mundo em suas aventuras. Com a missão cumprida, retorna para a musa e tem uma desilusão amorosa.

 

Palestra

O Theatro São Pedro realiza uma palestra gratuita que antecede todas as récitas de Dom Quixote. O ministrante é Sergio Casoy, que aborda de forma descontraída e informativa a vida do compositor, as circunstâncias históricas da composição, além da história da ópera e curiosidades.

Ensaio de "Dom Quixote"

Ensaio da ópera ” Dom Quixote “, de Jules Massenet no Theatro São Pedro

Orquestra do Theatro São Pedro

A Orquestra do Theatro São Pedro (Orthesp) é um conjunto sinfônico especializado em ópera, criado no ano de 2010, e atua neste que é um dos mais antigos teatros em atividade no país.
Ao longo destes anos, a Orthesp preparou e apresentou espetáculos de grande repercussão, como as estreias brasileiras de O Barbeiro de Sevilha, de Giovanni Paisiello, e A Volta do Parafuso, de Benjamin Britten, além das aclamadas montagens de O Elixir do Amor, de Gaetano Donizetti, e Werther, de Jules Massenet.

O grupo já recebeu muitos dos mais talentosos artistas da música erudita brasileira, como Fernando Portari, Paulo Szot, Rosana Lamosa, Gabriella Pace, Sílvio Viegas, Lutero Rodrigues, Luiz Fernando Malheiro, Roberto Duarte, entre outros, e estrelas internacionais, como Giuseppe Sabatini, Maria Bayo, Steven Mercurio, Maria Pia Piscitelli, Bruno Praticò e Nancy Herrera. Em 2012, a orquestra gravou CD em parceria com a pianista Karin Fernandes e recebeu, em 2011, o Prêmio Carlos Gomes na categoria Orquestras, pelo nível de qualidade alcançado em pouco tempo de atividade. Desde 1º de julho de 2014, Luiz Fernando Malheiro assumiu a direção artística da Orthesp.

Luiz Fernando Malheiro – regente e diretor artístico

Luiz Fernando Malheiro é o atual diretor artístico e regente titular da Orquestra Amazonas Filarmônica, diretor artístico do Festival Amazonas de Ópera (FAO), diretor artístico do Theatro São Pedro de São Paulo e regente titular de sua orquestra. Foi também diretor de Ópera no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Vencedor do Prêmio Carlos Gomes: Regente de Ópera (2012, 2011 e 2009) e Universo da ópera/2000, dirigiu no FAO/2005 a primeira montagem brasileira de O Anel do Nibelungo, de Richard Wagner, recebendo ainda mais dois prêmios: Universo da Ópera e Espetáculo do Ano. Gravou Fosca e Maria Tudor, de Carlos Gomes, em DVD e CD.

Regeu diversas vezes no Festival de Ópera de La Coruña na Espanha e dirigiu concertos e espetáculos à frente das orquestras Sinfônica de Roma, Sinfônica de Miami, do Teatro Olímpico de Vicenza, Sinfônica de Bari, Filarmônica Marchigiana, da Ópera Nacional de Sófia, Sinfônica de Porto Rico, Sinfônica da Galícia e a Sinfônica Castilha e Leon, do Teatro de Bellas Artes de Bogotá, do Teatro de Bellas Artes do México, Filarmônica do México e no Teatro Del Libertador de Córdoba, na Argentina. No Brasil, regeu as orquestras Sinfônica Municipal de São Paulo, Sinfônica do Tehatro Municipal do Rio de Janeiro, Sinfônica Brasileira, Sinfônica do Estado de SP, Sinfônica e Filarmônica de Minas Gerais, Sinfônica do Paraná, Sinfônica da Bahia entre outras.

Jorge Takla, concepção e direção cênica

Formado na École des Beaux-Arts e no Conservatoire d’Art Dramatique, em Paris, Takla atuou e dirigiu La Mama, em Nova York, de 1974 a 1976. No Brasil, dirigiu e produziu mais de 70 espetáculos, entre eles: O Rei e Eu (Rodgers e Hammerstein),West Side Story (Bernstein), My Fair Lady (Lerner e Loewe), Candide (Bernstein),Mademoiselle Chanel (Maria Adelaide Amaral), Vitor ou Vitória (Mancini-Bricusse),Últimas Luas (Furio Bordon), Medeia (Eurípides), Electra (Sófocles), A Gaivota e O Jardim das Cerejeiras (Tchecov), Cabaret (Kander e Ebb), Pequenos Burgueses(Gorki), Madame Blavatsky (Plínio Marcos) e Lembranças da China (Alcides Nogueira). Em ópera, destaque para o seu trabalho em La Traviata (Verdi), La Bohème e Madama Butterfly (Puccini), As Bodas de Fígaro (Mozart), Cavalleria Rusticana (Mascagni), I Pagliacci (Leoncavallo), Os Contos de Hoffmann (Offenbach),A Viúva Alegre (Lehár) e The Rake’s Progress (Stravinsky).

Foi diretor da Divisão de Teatro da CIE-Brasil de 2002 a 2004, período quando coordenou as produções de A Bela e a Fera (Broadway), Chicago (Broadway), A Flor de Meu Bem-Querer (Juca de Oliveira), Suburbano Coração (Chico Buarque), entre outras. Foi também administrador e diretor artístico do Teatro Procópio Ferreira de 1983 a 1992.

 

Ficha Técnica:

Luiz Fernando Malheiro, direção musical e regência
Pedro Messias, regência (9 de março)
Jorge Takla, concepção e direção cênica
Nuria Castejon, coreografia
Nicolas Boni, cenografia
Fábio Namatame, figurino
Ney Bonfante, desenho de luz
Christian Mourelhe, visagismo

Elenco:

A Bela Dulcineia (mezzo-soprano) – Luisa Francesconi
Dom Quixote (baixo) – Gregory Reinhart
Sancho Pança (barítono) – Eduardo Amir
Pedro (soprano) – Roseane Soares*
Garcias (mezzo-soprano) – Cecilia Massa*
Rodriguez (tenor) – Anibal Mancini*
Juan (barítono) – André Rabello*
Bandido 1 (ator) – Alexis Radoux
Bandido 2 (ator) – Daniel Klepacz
Bandido 3 (ator) – Rodrigo Veloso

*Elenco estável do Theatro São Pedro 2016

Fotos do ensaio por Heloísa Bortz

 

SERVIÇO:

Ópera “Dom Quixote”, de J. Massenet

Quando : 2, 4, 9 e 11 de março, às 20h; e dias 6 e 13 de março, às 17h

Onde: Theatro São Pedro (R. Dr. Albuquerque Lins, 207, metrô Mal. Deodoro – São Paulo. Tel.: 11 3661-6600)

Quanto : de R$30 a R$80

Ingressos à venda na bilheteria (acesso pela R. Barra Funda, 171) de terça a sábado, das 10h às 20h, e domingo das 10h às 18h; e pelo site IngressoRapido.com.br

Duração: 180 minutos

Capacidade: 636 lugares

 

 

 

Fontes:

http://www.theatrosaopedro.org.br/opera-dom-quixote/

http://www.movimento.com/2015/11/theatro-sao-pedro-sp-divulga-temporada-2016/

http://cultura.estadao.com.br/noticias/musica,opera-inspirada-em-dom-quixote-ganha-nova-producao-no-teatro-sao-pedro,10000019058

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/03/1745416-opera-dom-quixote-lembra-os-400-anos-sem-miguel-de-cervantes.shtml

http://www.movimento.com/2016/02/o-cavaleiro-da-triste-figura-na-terra-da-garoa/

http://www.aquelelugar.com.br/tag/jardins/

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César 2016

O César, prêmio máximo da academia francesa de cinema, faz 41 anos e a festa foi  dia 26 de fevereiro, no Théâtre du Châtelet, em Paris.

A 41ª edição dos César premiou o melhor do melhor do cinema francês. Veja quem foram os vencedores desta festa em homenagem a uma das mais requintadas tradições da  França!!

L’affiche officielle des César  et c’est Juliette Binoche qui illumine le poster de la grand-messe du cinéma français. Elle succède ainsi à Fanny Ardant en 2015 et Isabelle Adjani en 2014.

Catherine Frot pose sur la scène du théâtre du Châtelet à Paris avec son César récompensant la meilleure actrice, vendredi 26 février 2016.

Catherine Frot pose sur la scène du théâtre du Châtelet à Paris avec son César récompensant la meilleure actrice, vendredi 26 février 2016. (PATRICK KOVARIK / AFP)

Meilleur film : Fatima de Philippe Faucon

Fatima – Meilleur Espoir Féminin – Zita Hanrot – Ceremonie – Cesar 2016

 

• Meilleure actrice : Catherine Frot dans Marguerite

Marguerite – Meilleure actrice – Catherine Frot – Cesar 2016

• Meilleur acteur : Vincent Lindon dans La Loi du marché

• Meilleure réalisation : Arnaud Desplechin pour Trois souvenirs de ma jeunesse

• Meilleur espoir féminin : Zita Hanrot dans Fatima

• Meilleur espoir masculin : Rod Paradot dans La Tête haute

La tête haute – Meilleur espoir Masculin – Rod Paradot – Ceremonie – Cesar 2016

 

• Meilleure actrice dans un second rôle : Sidse Babett Knudsen dansL’Hermine

• Meilleur acteur dans un second rôle : Benoît Magimel dans La Tête haute

• Meilleur premier film : Mustang de Deniz Gamze Ergüven

• Meilleur film étranger : Birdman d’Alejandro Gonzalez Iñarritu

• Meilleur scénario original : Deniz Gamze Ergüven et Alice Winocour pourMustang

 Meilleure adaptation : Fatima de Philippe Faucon

• Meilleure musique originale : Warren Ellis pour Mustang

• Meilleur documentaire : Demain de Cyril Dion et Mélanie Laurent

 Meilleur long-métrage d’animation : Le Petit prince de Mark Osborne

• Meilleur court-métrage : La Contre-allée de Cécile Ducrocq

 Meilleur court-métrage d’animation : Le Repas dominical de Céline Devaux

 Meilleurs décors : Martin Kurel pour Marguerite

• Meilleurs costumes : Pierre-Jean Larroque pour Marguerite

• Meilleure photo : Christophe Offenstein pour Valley of Love

• Meilleur son : François Musy et Gabriel Hafner pour Marguerite

• Meilleur montage : Mathilde Van de Moortel pour Mustang

César d’honneur – Michael Douglas – Ceremonie – Cesar 2016

L’acteur américain Michael Douglas, qui a reçu son deuxième César d’honneur à 71 ans, a évoqué avec humour sa carrière et remercié d’un sonore “Vive la France”, dans un discours entièrement en français.

“Quand j’ai vu ce magnifique montage vidéo [de ma carrière] je me suis demandé: mais c’est qui ce jeune dans ces films ?’” a-t-il lancé, pince-sans-rire. L’acteur, déjà récompensé d’un César d’honneur en 1998 a rendu hommage aux grands acteurs français, “Belmondo, Alain Delon, Jeanne Moreau, Trintignant”“Pourquoi cette récompense est si importante à mes yeux ? Parce que je suis dans un pays qui a vu naître des idoles, et qui a vu naître le cinéma”, a-t-il lancé, avant d’être chaleureusement applaudi.

 

Fontes:

http://www.academie-cinema.org/calendrier2.html

http://www.francetvinfo.fr/culture/cinema/cesar-2014/ce-qu-il-faut-retenir-de-la-ceremonie-des-cesar-2016_1333761.html

http://www.public.fr/News/Cesar-2016-et-les-nommes-sont-909305

http://www.allocine.fr/article/fichearticle_gen_carticle=18650467.html

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