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14ª edição da “Paris Plage” – Paris inaugura praia temporária às margens do rio Sena

Turistas e moradores de Paris ralaxam em praia inaugurada às margens do rio Sena nesta segunda-feira (20)  (Foto: REUTERS/Charles Platiau)

Turistas e moradores de Paris ralaxam em praia inaugurada às margens do rio Sena nesta segunda-feira (20)

(Foto: REUTERS/Charles Platiau)

Uma praia improvisada no coração de Paris, às margens rio Sena, estará aberta ao público a partir desta segunda-feira (20) até o dia 23 de agosto. Nela, turistas e moradores da capital francesa poderão curtir o sol do verão do hemisfério norte, relaxar e praticar esportes.

 Trata-se da 14ª edição da “Paris plage”, uma iniciativa da prefeita Anne Hidalgo para tentar proporcionar o clima de férias em um ambiente cercado por carros, prédios e asfalto.

“A ideia é que quem não puder sair da cidade no verão também desfrute do tempo livre para relaxar”, explicou a prefeita de Paris, que também informou que a ideia é inspirada em cidades como Barcelona, “que soube reconquistar o mar”.

ALex Lima à Paris Plages 2015

plan Paris Plages BdB

14ª edição da “Paris plage” coloca praia na beira do rio Sena, para diversão de turistas e parisienses

Iniciativa de praia às margens do rio Sena, em Paris, oferece esportes aquáticos e outras atividades gratuitas (Foto: REUTERS/Charles Platiau)

Iniciativa de praia às margens do rio Sena, em Paris, oferece esportes aquáticos e outras atividades gratuitas

(Foto: REUTERS/Charles Platiau)

14ª edição da “Paris plage” coloca praia na beira do rio Sena, para diversão de turistas e parisienses EFE

Iniciativa tenta oferecer clima de férias aos turistas e moradores. Esportes aquáticos e exposição são algumas das atividades gratuitas.

Entre as atividades oferecidas, todas gratuitas, estão esportes aquáticos, máquinas para fabricar cartões postais e uma biblioteca temporária onde são dados conselhos de leitura, com 300 títulos à disposição.

Paris Plages Culture

“• Comme tous les ans, le Louvre transporte ses œuvres à Paris Plages. Le thème de 2015 sera le Nil (non, pas la Seine, navré pour les chauvins) ; le stand du musée s’installera sur la voie Georges Pompidou tous les jours de 13h à 18h30 avec en prime de nombreux livres et objets d’érudition à gagner. 
• Les éditions Flammarion mettront à disposition une bibliothèque éphémère proposant 300 ouvrages pour tous les goûts : BD, poésies, essais et autres lectures sont à découvrir sur place tous les jours de 11h à 19h sur le Pont Marie. 
• La philosophie n’est pas désuète et c’est ce que compte vous faire comprendre Moshi avec ses ateliers ludiques où chaque débat aura pour réponse des photos ou dessins réalisés par les participants sur leurs smartphones. Un programme philo-artisitique qui se déroulera les mardis et jeudis de 18h à 20h et les autres jours à la même heure sur la voie Georges Pompidou.”

Algumas das novidades em relação aos anos anteriores são a instalação de uma pequena fazenda, de um clube náutico, a realização de um baile para crianças, aulas de tiro ao alvo e a segunda edição do “Le Louvre à Paris Plages”, uma iniciativa para levar o emblemático museu do Louvre às ruas da cidade.

“Faremos várias oficinas lúdicas para as crianças, mas também para os adultos, para que conheçam algumas das coleções que temos no museu, como a que viaja em torno da chamada “O Egito dos Faraós”, para, definitivamente, despertar sua curiosidade pela arte”, explicaram à Agência Efe os responsáveis pela atividade.

Le slogan de l'exposition est clair: «Le Louvre à Paris Plages. Embarquez pour un voyage de la Seine au Nil!» à Paris Plage .

Le slogan de l’exposition est claire: ” Le Louvre à Paris Plages. Embarquez pour un voyage de la Seine au Nil ! ” à Paris Plage

Du 20 juillet au 16 août, des reproductions des chefs-d’oeuvre du musée descendent sur les quais de Seine pour des expositions ludiques.

Le Louvre prend, pour la deuxième fois consécutive, ses quartiers d’été à l’ombre des palmiers et des papyrus … de la Seine.

Paris Plages reçoit en effet au pied du tunnel des Tuileries des copies d’antiquités égyptiennes pour une exposition estivale autour de la culture égyptienne.

 Le visiteur découvre entre la Seine et le Nil, la vie quotidienne de l’Égypte antique.

Plusieurs parcours ludiques sont proposés aux visiteurs pour les amener au plus près de l’époque des pyramides. Au fil de l’eau, les estivants peuvent aussi profiter d’activités gratuites telles que jeux, mimes ou autres dessins autour de la civilisation des pharaons.

Toute la semaine, de 13h à 18h, des centaines de places pour le Louvre sont a gagner ainsi que de nombreux autres livres et lots sur la culture égyptienne.

Humour et pédagogie sont de mise pour faire revivre paysans et pharaons qui hantèrent jadis les rives du Nil et désormais celles de la Seine.

Turistas e parisienses se divertem na Praia de Paris EFE

Crianças pintam painel com o mapa de Paris durante inauguração de praia temporária às margens do rio Sena nesta segunda-feira (20) (Foto: REUTERS/Charles Platiau)

Crianças pintam painel com o mapa de Paris durante inauguração de praia temporária às margens do rio Sena nesta segunda-feira (20) (Foto: REUTERS/Charles Platiau)

Pessoas preparam barcos no rio Sena, em Paris, durante a inauguração da 14ª edição da 'Paris plages' (Foto: AFP PHOTO / MIGUEL MEDINA)

Pessoas preparam barcos no rio Sena, em Paris, durante a inauguração da 14ª edição da ‘Paris plages’

(Foto: AFP PHOTO / MIGUEL MEDINA)

Les voies sur berge

Ces voies sur berge sont un axe névralgique de la capitale en voiture. Mais pendant l’été, le centre se met au vert et Paris Plages s’installe sur 800 mètres, tout le long de la rive droite, du Pont-Neuf (1er) au square del’Hôtel de Ville Sully (4e). Au programme : bronzette sur les transats et sous les parasols, rafraîchissement sous les brumisateurs, et comme au club Med (la mer en moins), des GO animent des activités en journée : le jardin des brumes, les cours de taï-chi, la ludo plage, baby-foots, la bibliothèque éphémère et l’ensemble des animations culturelles, ludiques et sportives, terrains de pétanque…. Et bien sûr des buvettes seront montées pour l’occasion.

Homem prepara bóias de plásico para atividade no rio Sena, em Paris, durante inauguração de praia temporário nesta segunda-feira (20)  (Foto: AFP PHOTO / MIGUEL MEDINA)

Homem prepara bóias de plásico para atividade no rio Sena, em Paris, durante inauguração de praia temporário nesta segunda-feira (20) (Foto: AFP PHOTO / MIGUEL MEDINA)

Le bassin de la Villette en fête

 

Iniciativa tenta oferecer clima de férias aos turistas e moradores.
Esportes aquáticos e exposição são algumas das atividades gratuitas.

 

Paris Plages, côté buvette

Paris Plages, côté buvette

Du côté de la voie Georges Pompidou

Du côté du bassin de la Villette

De 20 julho à 16 de agosto de 2015 –  Diversos lugares de Paris

Paris-Plages 

M° louvre-Rivoli (1), pont-neuf (7), châtelet (1, 4, 7, 11, 14),
hôtel-de-Ville ( 1, 11), saint-paul (1), pont-marie et sully-morland (7).

Fontes:

http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2015/07/paris-inaugura-praia-temporaria-as-margens-do-rio-sena.html

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2015/07/20/paris-inaugura-praia-temporaria-as-margens-do-rio-sena.htm

http://www.alexlima.net/parisplages2015/

http://veja.abril.com.br/multimidia/video/paris-inaugurou-a-tradicional-praia-ao-longo-do-rio-sena/

http://entretenimento.r7.com/viagens/paris-inaugura-praia-temporaria-as-margens-do-rio-sena-20072015

http://jovempanfm.bol.uol.com.br/asfresquinhas/turismo/paris-inaugura-praia-temporaria-margens-do-rio-sena.html

http://www.lefigaro.fr/arts-expositions/2015/07/20/03015-20150720ARTFIG00220-paris-plages-expose-des-antiquites-egyptiennes-du-louvre.php

http://www.timeout.fr/paris/que-faire-a-paris/parisplages

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“Beauté Congo ” – exposição na Fondation Cartier

Exposition Beauté Congo – 1926-2015 – Vongo Kitoko © Fondation Cartier pour l’art contemporain

Congo Kitoko, Beauté Congo em francês, é o título de uma exposição gigantesca que começou 11 de julho em Paris, na Fondation Cartier pour l’art contemporain. Gigantesca porque, pela primeira vez, 350 obras de uns 40 artistas todos vindos da  República Democrática do Congo estão expostas numa retrospectiva única. As obras são de 1926 à 2015. Pintores, mas também escultores, fotógrafos, maquetistas, caricaturistas e músicos serão homenageados durante 3 meses até 15 de novembro de 2015, para tentar dar  uma visão geral do dinamismo da cena artística do Congo ainda muito pouco conhecida.

L’art contemporain du Congo à l’honneur à la fondation Cartier – PARIS

Beauté Congo – 1926-2015 – Congo Kitoko – “Kitoko” par André Magnin – 2015

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Chéri Samba, «La vraie carte du monde», 2011 Acrylique et paillettes sur toile, 200 x 300 cm Collection Fondation Cartier pour l’art contemporain, Paris.

Pilipili Mulongoy, Sans titre, 1955 Gouache et huile sur papier, 46 x 53 cm Musée royal de l’Afrique centrale, Tervuren, H.O.1.744.

© Bela Sara | Bela Sara, série de scènes marines, 1954-1960

© Mode Muntu | Mode Muntu, Femmes en brousse, 1975

Agitando 90 anos de arte moderna e contemporânea no Congo, a exposição Beauté Congo , 1926-2015, Congo Kitoko na Fondation Cartier  mostra os artistas precursores e  populares que participaram na vitalidade de uma arte desconhecida na Europa. Se a riqueza cultural do país é geralmente percebida através de seus tesouros históricos e étnicos, a escolha de tal exposição lança luz sobre as muitas facetas da criação congolêsa. Pintura, escultura, fotografia ou caricaturas: a diversidade dos meios apresentados oferece aos visitantes uma exploração das técnicas  através das épocas e influências. Nós  encontramos uma série assinada JP Mika que honra o “dandismo à Africana”; pinturas políticas como “A criança soldado” de Chéri SambaLittle Kadogo, I am for Peace, That is Why I Like Weapons(2004)  -; e obras mais poéticas, tais como aquarelas e guaches de Lubaki e Pilipili Mulongoy.

Chéri Samba, mimant son personnage, devant son tableau Little Kadogo – I am for Peace, That is Why I Like Weapons, 2004

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Le peintre congolais Chéri Samba devant son tableau « Hommages aux anciens créateurs » (1999), exposé dans l’exposition « Beauté Congo », à la Fondation Cartier, Paris.

Chéri Samba, Amour & Pastèque, 1984 Huile sur toile, 79 x 89 cm Collection privée

Uma imersão total na arte da República Democrática do Congo, apoiada por instalações sonoras que difundem uma seleção musical de jazz, soul e rap; continuando até as Noites Nômades organizadas pela fundação, convidando artistas e personalidades a investir nos espaços da exposição. Viva e atraente.!!!!

“C’est la plus grande exposition sur l’art congolais jamais réalisée qui vient d’ouvrir ses portes jusqu’au 15 novembre. A Paris, à la très chic et très branchée Fondation Cartier, « Beauté Congo » réunit plus de 300 œuvres de presque un siècle et démontre la profondeur artistique et l’envergure historique d’un art moderne et contemporain qui a trouvé sa place au Congo dès les années 1920.”

Exposition Beauté Congo Fondation Cartier

P Mika, Mandela dignité pour l’Afrique (détail), 2014, huile et acrylique sur toile, 170 × 160 cm

JP Mika, Kiese na Kiese, 2014
Collection Pas-Chaudoir, Belgique © JP Mika

Steve Bandoma, Je suis jeune, série Cassius Clay, 2014
Collection de l’artiste © Steve Bandoma

Kiripi Katembo, Tenir, série Un regard, 2011
Collection de l’artiste © Kiripi Katembo

Chéri Samba, Oui, il faut réfléchir, 2014
Collection de l’artiste © Chéri Samba

Jean Depara, Untitled, c. 1955-65
Collection Revue Noire, Paris © Jean Depara

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Jean Depara. Sans titre (Moziki de Léopoldville), c. 1955-1965. Tirage gélatino–argentique d’époque, 10,5 x 15,5cm. Collection Alexis Fabry.

Ambroise Ngaimoko. Euphorie de deux jeunes gens qui se retrouvent, 1972. Tirage gélatino-argentique, 27 x 27 cm. Collection de l’artiste.

Jean Depara, Untitled (Moziki), c.1955-65
CAAC – The Pigozzi Collection, Geneva © Jean Depara

© Jean Depara | Jean Depara, Sans titre, 1955-1965

Mwenze Kibwanga, Untitled, 1954
Collection Pierre Loos, Bruxelles © Mwenze Kibwanga

Mode Muntu Kusaidia, l’entraide, 1980
Collection Michaël De Plaen © Mode Muntu

Antoinette Lubaki, Untiled, c.1929
Collection Pierre Loos, Bruxelles © Antoinette Lubaki

Albert Lubaki, Untitled, c. 1929
Collection privée et courtesy Galerie Loevenbruck, Paris © Albert Lubaki

© Albert Lubaki | Albert Lubaki, Sans titre, 1927

© Djilatendo | Série de Djilatendo

Exposition Beauté Congo Fondation Cartier

Vue d’exposition, œuvre de Cheik Ledy

Exposition Beauté Congo Fondation Cartier

JP Mika, détail de Top Sap (2011) et de Mopanzi Star (2011)

JP Mika, La Sape, 2014
© Pierre Bodo | Pierre Bodo, Afrique de demain, 2011
Monsengo Shula, Ata Ndele Mokili Ekobaluka, 2014
© Monsengo Shula | Monsengo Shula, Tôt ou tard le monde changera, 2014
© Chéri Samba | Chéri Samba, Oui, il faut réfléchir, 2014
© Chéri Chérin | Chéri Chérin, Parle menteurs des partis pourritiques, 2011
Chéri  Chérin- sape acrylique sur toile
Sylvestre Kaballa, Sans titre, c. 1950

Exposition Beauté Congo Fondation Cartier

Détail d’œuvre de Monsengo Shula

Exposition Beauté Congo Fondation Cartier

Bandes dessinées de Papa Mfumu’eto Ier

Exposition Beauté Congo Fondation Cartier

 Vue d’exposition

Exposition Beauté Congo Fondation Cartier

œuvre de Cheik Led

© Bodys Isek Kingelez | Bodys Isek Kingelez, Ville fantôme, 1996

© Bodys Isek Kingelez | Bodys Isek Kingelez, Ville fantôme, 1996

© Moke | Moke, Sans titre, 1974

© Moke | Moke, Kin Oyé, 1983

“Dans la jeune génération d’artistes congolais, certains poursuivent la tradition des peintres populaires tout en développant leur propre technique. Formé par Chéri Chérin, JP Mika peint, par exemple, ses portraits directement sur des tissus achetés au marché. Mais ce qui réunit tous ces artistes nés autour de 1980, c’est leur passion pour l’environnement urbain ainsi que pour les sujets liés à l’Histoire, aux événements politiques du pays, à la mémoire collective.

Pathy Tshindele fait des œuvres très différentes, dont certaines se rapprochent du graffiti. Sammy Baloji confronte l’histoire coloniale à l’histoire contemporaine en juxtaposant des photos d’indigènes du Katanga prises à la fin du XIXe lors d’expéditions belges avec des aquarelles d’aujourd’hui. Kiripi Katembo photographie, quant à lui, Kinshasa à travers ses flaques d’eau.

L’exposition ‘Beauté Congo’ est une sorte de miroir du Congo. À travers toutes ces œuvres qui parlent de l’époque coloniale, de la rue, de politique, on découvre les différentes facettes du pays. Mais l’art congolais a une telle diversité que rien ne relie vraiment le tout. À part peut-être sa vivacité.”

© Pathy Tshindele | Pathy Tshindele, Sans titre, 2009

© Sammy Boloji | Sammy Boloji, Groupe d’hommes Warua, 2011

© Kiripi Katembo | Kiripi Katembo, Subir, série Un Regard, 2011

Fondation Cartier pour l’art contemporain | Beauté Congo / 1926-2015 / Congo Kitoko

L’exposition Beauté Congo, 1926-2015, Congo Kitoko

de 11 de julho à 15 de novembro de 2015

Fondation Cartier pour l’art contemporain,

261 boulevard Raspail, 75014 Paris.

Preço : 10,50€.

Fontes:

http://fondation.cartier.com/#/en/art-contemporain/26/exhibitions/1771/now-on/1789/beaute-congo/

http://www.rfi.fr/afrique/20150712-beaute-congo-art-congolais-creativite-unique-afrique-cartier-fondation/?

http://www.rfi.fr/emission/20150709-exposition-kitoko-fondation-cartier-kinshasa-artistes-samba-mika

http://www.parisbouge.com/mag/articles/pourquoi-vous-irez-voir-lexpo-beaute-congo-a-la-fondation-cartier-2308

http://www.jeuneafrique.com/244796/culture/lart-congolais-devoile-fondation-cartier-lexposition-beaute-congo-1926-2015-congo-kitoko/

http://www.france24.com/fr/20150709-exposition-art-congolais-fondation-cartier-peinture-cheri-samba-cherin-lubaki-beaute-congo-rdc

http://24hcongo.com/actualites/la-une/beaute-congo-1926-2015-lart-congolais-devoile-par-la-fondation-cartier/

http://www.lemonde.fr/afrique/article/2015/07/10/andre-magnin-a-propos-de-l-exposition-beaute-congo-kinshasa-etait-un-centre-d-art-a-ciel-ouvert_4678612_3212.html

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The Art of The Brick de Nathan Sawaya – a incrível arte do Lego em Paris

De 14 de maio  até 30  de agosto de 2015, a Porte de Versailles acolhe um dos eventos mais original : The Art of The Brick de Nathan Sawaya .

Yellow - Nathan Sawaya - The Art of the Brick

Yellow. C’est l’oeuvre qui a donné sa notoriété à l’artiste

Esta exposição mostra mais de 100 esculturas incríveis, frutos da imaginação do americano. Este fã de LEGO®  largou a carreira de advogado em Nova Iorque para prosseguir a sua paixão :  construir um universo inteiro através de pequenos tijolos de sua infância.

Nathan Sawaya devant l’une de ses créations à voir Porte de Versailles. Photo : Photos : Sipa

Nathan Sawaya expose ses géants de briquettes à Paris

The art of the Brick  Nathan Sawaya art création briques lego critique avis photo by United States of Paris

The Art of the Brick, l'expo LEGO à Paris !

Destinado a pequenos e grandes, esta exposição itinerante  já atraiu mais de 2 milhões de visitantes de todo o mundo ! Mais de 100 obras, feitas com  um milhão de tijolos de Lego : Nathan Sawaya  se divertiu reconstruindo um dinossauro , com mais de 80.020 peças de LEGO ® e reinterpretou O grito  de Munch em versão 3D , algumas criações são realmente loucas !

Exposition l'Art du Lego® à la Porte de Versailles

The art of the Brick  Nathan Sawaya art création Munch Klimt briques lego critique avis photo by United States of Paris

Klimt et Munch voient leurs toiles  se parer de relief.

Entre  muitas obras , você vai encontrar na exposição a reconstituição  em LEGO® de obras mundialmente conhecidas,  tais como de O Pensador de Rodin, Vênus de Milo ou a Mona Lisa , o que exigiu mais de 4.500 peças para um resultado em  escala de 1 : 1 .

The Thinker, Nathan Sawaya - The Art of the Brick

O Pensador de Rodin

The Art of the Brick, l'expo LEGO à Paris !

The Art of the Brick, l'expo LEGO à Paris !

 O Beijo de Gustav Klimt

The Art of the Brick, l'expo LEGO à Paris !

Pour Nathan Sawaya, la vulgarisation de l’art passe aussi par la reproduction de pièces majeures de notre histoire artistique : La Joconde, La Jeune Fille à la perle de Vermeer, la Vénus de Milo, le David de Michel-Ange, On vous laisse la surprise de la découverte de certaines de ces oeuvres.

The art of the Brick  Nathan Sawaya art création Paris expo Porte de Versailles briques lego critique avis photo by United States of Paris

Il faut tout de même mettre en exergue cette reproduction d’une partie de la peinture de Chapelle Sixtine à l’échelle

The art of the Brick  Nathan Sawaya art création vitrail chartres briques lego critique avis photo by United States of Paris

Sans oublier le jeu de lumière suscité par cette reproduction d’un vitrail de la Cathédrale de Chartres. Les 17 842 pièces qui la composent, dont une majeures partie translucides, et ses 165 cm de diamètre laissent passer la lumière, imprimant sur le sol des motifs colorés : vraiment magique.

Ascension -Nathan Sawaya - The Art of the Brick

Son travail sur la représentation aérienne est aussi surprenant. Hanging on the Edge, un homme suspendu à une colonne de Lego® et Ascension, une figure suspendue, sont parfaits de grâce et de légèreté.

The art of the Brick  Nathan Sawaya Paris expo porte de versailles hugman art création briques lego critique avis photo by United States of Paris

Hugman (l’homme câlin) est une sculpture que l’artiste duplique et dissémine dans les rues, l’accrochant à un poteau ou un panneau. Collée au sol par les pieds et au niveau des mains sur la tige, il n’est pas rare que la silhouette soit arrachée, laissant les stigmates de sa présence via les parties collées. Ce « vol artistique » ravi l’artiste qui se dit que son travail a un aspect positif pour les gens.

Mask -Nathan Sawaya - The Art of the Brick

Plus de 30 000 briques ont été nécessaires pour réaliser ce triptyque grandeur nature Crown, Girl, Woman

Dark Despair - Nathan Sawaya - The Art of the Brick

The Art of the Brick, l'expo LEGO à Paris !

The art of the Brick  Nathan Sawaya art création Cello yo yo ma briques lego critique avis photo by United States of Paris

Nathan Sawaya cherche l’inspiration dans son quotidien.  Suite à une rencontre avec le maître du violoncelle Yo-Yo Ma, il viendra reproduire son instrument avec pas moins de 7 695 briques.

Il aime aussi explorer des sujets plus vastes avec la musique par exemple et ses icônes. Ses portraits de Bob Dylan, Janis Joplin ou Jimmy Hendricks en sont un exemple, mais ses créations sont aussi issues d’idées 100% originales comme ce visage de femme (à droite)

The Art of the Brick, l'expo LEGO à Paris !

Para realizar todas essas peças , o artista tem dois ateliers , um em Nova York e um em Los Angeles : um armazém LEGO® real, onde 4 milhões de tijolos são dispostos em caixas transparentes de acordo com sua cor, forma e tamanho.

The Art of the Brick, l'expo LEGO à Paris !

The art of the Brick  Nathan Sawaya art création briques lego 4 millions critique avis photo by United States of Paris

Nathan Sawaya sorri e diz que ele trabalha “o coração de um arco-íris LEGO® , ” e é um dos melhores clientes da empresa.

The Art of the Brick, l'expo LEGO à Paris !

Quando questionado sobre estas obras , Nathan Sawaya diz que quer mostrar  a todas as crianças que a arte é acessível , então ele já realizou ateliers de criação para crianças. Ele está orgulhoso de sua arte , que se aproxima a arte pixel, e vai  muito mais longe do que nós teríamos ousado .  Chama muito atenção  e deixa os visitantes especialmente impressionados com o seu vestido vermelho de  62.750 peças , e pelo seu Crowd, instalação anarnófica, em que um olho é revelado  em uma multidão de curiosos .

La pièce maîtresse de ce travail est Dress et cette magnifique robe rouge passion.

Exposition l'Art du Lego® à la Porte de Versailles

No final da exposição, impossível de escapar ,uma  loja propõe  toneladas de LEGO® , e coloca a disposição  tijolos  para liberar a sua criatividade!

The art of the Brick  Nathan Sawaya art création briques lego critique avis  train photo by United States of Paris

Pour terminer notre visite, le créateur nous propose un travail très novateur intitulé In Pieces. Fruit de la collaboration avec le photographe australien Dean West, Nathan Sawaya intègre ses créations dans des prises de vues réelles. Il en ressort un choc visuel subtil et léger, pas toujours perceptible au premier abord.

The art of the Brick  Nathan Sawaya art création Umbrella parapluie briques lego critique avis photo by United States of Paris

The Art of the Brick, l'expo LEGO à Paris !

photo by United States of Paris

Prepare-se para a invasão de tijolos …

Nathan Sawaya travaille surtout sur des oeuvres monochromes, exception pour ce Peace and Love fait avec les vieilles briques recyclées !

Nathan Sawaya travaille surtout sur des oeuvres monochromes, exception pour ce Peace and Love fait avec les vieilles briques recyclées !

The art of the Brick  Nathan Sawaya art création blue nageause briques lego critique avis photo by United States of Paris

Mais The Art of the Brick est aussi l’occasion pour l’artiste de sonder les tourments de l’âme humaine et d’aborder des sujets plus personnels. Par exemple, cette nageuse toute de bleue composée d’un fond vidéo dansant. Énigmatique.

Exposition l'Art du Lego® à la Porte de Versailles

Informations pratiques :
L’Incroyable art du LEGO de Nathan Sawaya
Du 14 mai au 30 août 2015
Lieu : Porte de Versailles
Horaires : tous les jours de 10h à 19h en juillet et août
Tarifs : 16,50€ adultes, 13,50€ -12ans, 54€ forfait famille

Fontes:

 http://www.sortiraparis.com/arts-culture/exposition/articles/83353-l-exposition-l-art-du-lego-a-la-porte-de-versailles

http://vivre.paris/lego-met-paris-en-bouteille

http://www.brasil.rfi.fr/geral/20150514-paris-recebe-esculturas-de-lego-de-nathan-sawaya

http://www.metronews.fr/culture/100-uvres-d-art-en-lego-rassemblees-porte-de-versailles/moen!S1tu7cEYfxbc/

http://www.luckysophie.com/2015/06/the-art-of-the-brick-l-expo-lego-a-paris.html

http://a3traveller.com/2014/10/15/lego-fan-tastic-the-art-of-the-brick/

http://7dasartes.blogspot.com.br/2012/08/as-incriveis-esculturas-de-lego-de.html

http://www.unitedstatesofparis.com/the-art-of-the-brick-exposition-nathan-sawaya-porte-de-versaille-paris-de-veritables-oeuvres-d-art-en-briques-lego/

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Barbapapa

Barbapapa, personagem de desenho animadoo, foi criado  em Paris. Foto: Reprodução Cartão  Posrtal

Fruto de uma história romântica, Barbapapa, personagem célebre de histórias em quadrinhos e desenho animado, nasceu em Paris há 45 anos. Mais precisamente no belo e inspirador Jardin du Luxembourg. Nos anos 1970, seus criadores, o casal formado pela arquiteta francesa Annette Tison, e o professor americano de matemática Talus Taylor,passeava pelas alamedas do jardim quando Taylor, que ainda não dominava a língua francesa, ouviu uma criança de uns três anos balbuciar algo que ele achou sonoramente engraçado “barbapapa”.

Taylor perguntou à mulher do que se tratava. Anne, como era carinhosamente chamada pelo marido,  lhe explicou que a criança pedia um doce, feito somente de açúcar e anilina, colorido e geralmente em tom rosa: o algodão-doce. A guloseima na França tem o nome de “barbe-à-papa”, que numa tradução literal, significa “barba do papai”.

O americano achou aquilo ainda mais engraçado. O passeio acabou e o casal sentou-se em um bistrô. Ali Annette então desenhou, em um guardanapo, o formato do que seria um algodão-doce e deu para Taylor, que, para completar a brincadeira, colocou um par de olhos, boca e nariz.

A criação do Barbapapa é fruto de uma romântica história passada no Jardin de Luxembourg, em Paris. Foto: Reprodução  do site oficial

anim barbapapa

Talus Taylor e Annette Tison, em Paris em 1982
 Annette Tison e Talus Taylor, casal criou o Barbapapa há 45 anos, inspirados por um passeio em Paris.Foto: Reprodução do Canal de TV Euronews

Ali nascia o simpático Barbapapa, meio sem forma, mas isso pouco importava, afinal, ele poderia se transformar em qualquer coisa e essa seria a maior graça do personagem e de sua família, formada por sua mulher, Barbamama, os “barbabebês” - sete filhos que no Brasil ganharam os nomes de Barbabela, Barbacuca,Barbalala, Barbaclic, Barbaforte, Barbatinta e Barbazoo - e mais a cachorrinha Lolita.

Os  personagens da  família Barbapapa, criados em Paris por talus Taylore Annette Tisn. Foto: Reprodução site

PERSONAGENS

§ Barbapapa: É o pai da família. Tem a cor rosa.

§ Barbamama: A mãe da família. Tem a cor preta e sempre ostenta flores na cabeça, como todas as “garotas” da família.

§ Barbabela: (Barbabelle,(em inglês)/(em francês)) A mais vaidosa, sempre preocupada com a aparência. Tem a cor lilás.

§ Barbaclic: (Barbabright(em inglês)/Barbibou(em francês)) Extremamente curioso, gosta de ciências. É azul.

§ Barbacuca: (Barbalib(em inglês)/Barbotine(em francês)) É estudiosa e gosta de livro. Tem a cor laranja.

§ Barbalala: Gosta de música. Tem a cor verde.

§ Barbaploc: (Barbabravo(em inglês)/Barbidur(em francês)) É o esportista da família e gosta de bancar o detetive. Tem a cor vermelha.

§ Barbatinta: (Barbabeau(em inglês)/Barbotine(em francês)) Gosta de pintura. É preto e o único barbapapa com pêlos.

§ Barbazoo: É o amigo dos animais e plantas. Tem a cor amarela.

 

La famille Barbapapa, au grand complet.

  As histórias do gentil gigante rosa e sua família foram publicadas em francês pela primeira vez no “L´École des loisirs”, depois, ganharam as páginas do “Éditions du Dragon d’Or” e tornaram-se um fenômeno. Chamada de Barbafamília, as aventuras destes personagens simpáticos e ecológicos à frente do tempo, foram traduzidas para mais de 30 línguas diferentes e fizeram sucesso em centenas de países ao redor do mundo.

No Brasil, quem foi criança na década de 1970 provavelmente sabe disso. Difícil encontrar alguém entre 45 e 50 anos que não se lembre com carinho do desenho animado da Família Barbapapa, transmitidos pela TV durante  o programa Globinho Supercolorido, apresentado pela jornalista Paula Saldanha.

Cada personagem tem uma cor e uma habilidade. Eles podiam assumir vária formas.

Abertura do desenho:

Depois, a Família Barbapapa caiu um pouco no esquecimento no Brasil.  Mas  em Paris até hoje os Barbapapas  enfeitam os objetos decorativos infantis, que também agradam aos adultos nostálgicos. Algo parecido com a nossa Turma da Mônica, do Maurício de Souza, personagens que até hoje agradam às crianças e ainda despertam o carinho dos adultos.

 

Bouteilles de sirop Barbapapa

Barbapapa

Em 19 de maio foi aniversário de 45 anos da primeira publicação das histórias do Barbapapa e os personagens viraram doodle da página de buscas do Google.

 

45º aniversário da criação do Barbapapa

No dia 19 de maio de 2015 a família Barbapapa virou doodle no Google. Foto: Reprodução Google

 Mas seu criador não chegou a ver as homenagens. Talus Taylor morreu em fevereiro deste ano, deixando sua esposa e parceira de criação e o legado dos imortais e queridos personagens parisienses.

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Talus Taylor était le créateur avec sa femme Annette Tison, de la série des Barbapapa, il avait imaginé ce gentil géant rose transformable à volonté en 1970.

Les Barbapapa pleurent la mort de l’un de leurs créateurs

uma homenagem original

Dessin hommage de Joann Sfar à Talus Taylor, le cocréateur avec Annette Tyson de Barbapapa.

l’auteur de BD Joann Sfar a lui aussi réagi en postant un dessin très émouvant

 

fontes:

http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Barbapapa

http://www.metronews.fr/culture/talus-taylor-le-papa-des-barbapapa-est-mort/mocb!wOftroDFnHSQ/

http://devoltaaosanos80.blogspot.com.br/2011/02/desenhos-antigos-da-tv-globinho.html

http://www.lefigaro.fr/bd/2015/03/01/03014-20150301ARTFIG00173-barbapapa-pleure-la-mort-de-l-un-de-ses-createurs.php

http://iwong.tripod.com/Barbpict.htm

http://www.rickstv.com/tvo/barbapapa.html

http://www.meltybuzz.fr/mort-de-talus-taylor-les-dessins-hommage-au-pere-de-barbapapa-a386664.

http://www.cmjornal.xl.pt/mais_cm/obituario/detalhe/talus_taylor_1933_2015.html

http://www.iconovox.com/blog/2015/02/22/mort-de-talus-taylor-papa-des-barbapapa/

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