Invent


Cinémathèque Française tem mostra de cinema brasileiro

BRASIL ! UNE HISTOIRE DU CINEMA BRESILIEN

Até o dia 18 de maio, a Cinémathèque Française vai apresentar a mostra “Brasil! Une histoire du cinéma brésilien”. Trata-se de uma viagem através do cinema brasileiro através de debates e exibição de filmes que vão desde os mudos de Humberto Mauro e Mario Peixoto (Limite) até os recentes filmes de uma nova geração de cineastas da década de 2010 (como Esmir Filho, Kleber Mendonça Filho, Marco Dutra, Juliana Rojas).

Cena do filme "Bye, bye, Brasil", de Cacá Diegues. Foto: Divulgação

cenas do filem Bye, bye , Brasil de Cacá Diegues

byebyeBrasil6

O evento abriu exibindo “Bye, bye, Brasil”, com a presença do diretor, Cacá Diegues, convidado de honra.

Cacá Diegues, diretor de cinema brasileiro, convidado de honra de mostra  de cinema em Paris. Foto: Camila Maia/Agência O Globo

A mostra também passeia através das comédias leves da década de 1950, e de obras das grandes figuras do “Cinema Novo” da década de 1960, como Glauber Rocha e Cacá Diegues.

A retrospectiva da Cinémathèque Français oferece ainda a oportunidade de ver ou rever os clássicos, que tornaram-se cult movies, como “Cidade de Deus” e “Dona Flor e seus dois maridos”, e algumas projeções do chamado cinema marginal dos anos 1970.

” En présence de l’ambassadeur brésilien et de l’un des réalisateurs emblématiques du Cinema Novo, Carlos Diegues, la Cinémathèque Française ouvre un cycle consacré à un cinéma rare, peu connu, et pourtant un vrai filon de chef-d’œuvres et de pépites : le cinéma brésilien. 100 films au programme, de toutes les époques, sans oublier l’énigmatique film muet Limite de Mario Peixoto, tant adoré par Orson Welles et S.M. Eisenstein.

cinémathèquecyclebrésil

Après avoir évoqué le tournage de son nouveau film sur le cirque entamé à Lisbonne, Carlos Diegues nous en a donné un aperçu, excellente introduction à la projection qui suivait de son Bye Bye Brasil (1979). Un incroyable road movie sur des artistes de foire, le Roi des Gitans et la Reine de la Samba, la belle Salomé. Ils traversent le Nord du Brésil de part en part, ils vont de ville en ville, plus pauvre les unes que les autres, dans un camion baptisé Caravane Rolidei. En chemin, ils rencontrent, un jeune couple de paysans pauvres. Le jeune homme est un bon accordéoniste et sa femme est enceinte jusqu’aux yeux. Ils partent avec les artistes. Bye Bye Brasil est un véritable témoignage sur son époque et dessine avec précision le portrait d’un Brésil plein d’aberrations, d’injustices et de contradictions.

100 films, cent histoires différentes et extraordinaires… On est impatient de s’embarquer sur ce voyage envoûtant…”

Rita Bukauskaité

O cineasta Cláudio Marques é um dos convidados do evento Brasil! Une histoire du cinéma brésilien. O diretor iniciou sua participação debatendo a produção brasileira com os cineastas Cacá Diegues e Juliana Rojas, a crítica Tatiana Monassa e a pesquisadora Gabriela Trujillo. A conferência Panorama du cinéma brésilien aconteceu no dia 21 de março, um dia antes da exibição de “Depois da Chuva”, longa-metragem dirigido por Marques e Marília Hughes.

A dupla de cineastas esteve presente na sessão e conversou com o público sobre o filme, que vem colecionando críticas positivas desde a sua estreia em circuito comercial no Brasil, em janeiro. “A Cinemateca Francesa é o templo máximo do cinema mundial. É uma honra que ‘Depois da Chuva’ conste em uma retrospectiva de toda a história do cinema brasileiro, estando ao lado de filmes fundamentais, que nos formaram, orientaram e criaram em nós a paixão pelo cinema”, destaca Marques.

Apesar da longa trajetória internacional do filme, já apresentado em doze países, esta foi a primeira exibição da versão completa de “Depois da Chuva” na França (mostrado em Cannes como “work in progress”). Ambientado durante o movimento Diretas Já (1984), o filme traz um adolescente vivendo seu despertar político e amoroso, reunindo componentes históricos e os aspectos atemporais da juventude.

 
O filme “Casa Grande”, de Fellipe Barbosa, premiado diretor do curta “Beijo de Sal”

Aquele cara - Diretor: Dellani Lima

Em tempos de conservadorismo, um manifesto pela liberdade individual. Uma prosa biográfica sobre Jonnata Doll, um dos artistas contemporâneos mais expressivos de Fortaleza, Ceará.

O filme é baseado no livro homônimo de João Felício dos Santos e se passa entre os seculos XVI e XVII em um engenho de cana-de-açúcar.

Ganga – Zumba -1964- Cacá Diegues

Ganga bruta

Les bruits de Recife

Le Dieu noir et le Diable blond- Deus E o Diabo na Terra do Sol -1964-5

SANGUE MINEIRO – Humberto Mauro

SÃO PAULO- SOCIEDADE ANÔNIMA-1965

Fragmentos da vida –  1929 – José Medina

 

Une scène du film brésilien “Tourbillon” de Helvécio Marins Jr., et Clarissa Campolina. D.R.

l’année ou mes parents sont partis en vacances- o ano em que meus pais sairam de férias

 

Cinémathèque Française 

 51 rue de Bercy, 75012 Paris
Metrô: Bercy

As informações sobre toda a programação pode ser encontrada no site da Cinémathèque Française.

 

Fontes:

http://www.cinematheque.fr/

http://www.cinematheque.fr/fr/dans-salles/hommages-retrospectives/fiche-cycle/brasil-histoire-cinema-bresilien,619.html

http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/

http://www.kinoscript.com/ouverture-du-cycle-brasil-une-histoire-du-cinema-bresilien-a-la-cinematheque-francaise/
http://www.quartavia.com.br/#!Depois-da-Chuva-é-destaque-em-mostra-brasileira-na-Cinemateca-Francesa/c1by7/18D88CE4-29CC-4698-A905-38F9E7F94B53
http://lusitanie.info/2015/03/le-cinema-bresilien-en-100-films-a-la-cinematheque/

Read more...


Maratona de Paris e a Colour Run

run2

Com a chegada da primavera parisiense, começam as corridas e maratonas, tradicionais nesta época do ano. É hora de pôr as pernas de fora e “run baby, run”!

A Meia Maratona de Paris 2015 aconteceu no último dia 08/03, levando seu recorde de participantes para as ruas da Cidade Luz: foram mais de 35.000 finishers na prova.

A prova teve a participação de 43.500 corredores – um recorde de participação na corrida que é a segunda maior da França – atrás, em número de participantes, somente para a Maratona de Paris.

A novidade para este ano ficou por conta da direção do percurso – os corredores largaram em direção contrária à realizada nos últimos anos, e sairam da esplanada do Château de Vincennes ( ao leste da cidade ) em direção a Porte Dorée. Pontos como Nation, Bastille e Hôtel de Ville fizeram parte do percurso.

As mulheres , 34% das participantes da prova,  tiveram um crescimento de 4% com relação a 2014.

 A mais tradicional e importante das Maratonas é a Marathon de Paris, que é considerada uma das 5 mais importantes maratonas do mundo – são, em média, 40 mil participantes, um percurso de 42.195 km, que atravessa Paris do Champs Elysées, passando pelo bois de Vicennes e de Boulogne, oferece uma vista incomparável, com um publico super animado, que encoraja os participantes durante todo o trajeto.

Quem faz a inscrição para a Maratona de Paris, recebe pelo correio, aproximadamente uns seis meses antes da prova, uma camisa para ser usada nos treinos preparativos.  Isso é que é organização !!!

Mais de 50 mil corredores se inscreveram para participar da Maratona de Paris . Esse é o novo recorde da prova, que terá sua 39ª edição no dia 12 de abril de 2015, colocando os 42km da capital francesa entre os três mais populares do mundo. As inscrições já estão esgotadas.

A maratona, que tem largada e chegada na Champs-Élysées e passa por cinco bairros de uma das cidades mais linda do mundo, é o principal do evento esportivo no calendário francês. O interesse pela prova pode ser medido pela quantidade de competidores estrangeiros, que respondem por 41,5% das inscrições.

A charmosa Maratona de Paris é a única prova de 42 quilômetros que tem o privilégio de largar na frente do Arco do Triunfo. Paris tem um percurso quase todo plano e isso atrai corredores em busca de sua melhor marca pessoal ou aqueles que desejam realizar o desafio de completar sua primeira maratona. “Se é para sofrer, que seja em um lugar lindíssimo”, dizem.

“Paris não é uma cidade, é um mundo muito charmoso”.

Com uma temperatura variando entre 10ºC e 18ºC, o clima da Cidade Luz é favorável para uma boa corrida, colocando a prova entre as mais rápidas do mundo.

PERCURSO

A largada acontece em frente ao monumental Arco do Triunfo, erguido em 1836 para celebrar os feitos militares de Napoleão e de onde saem 11 avenidas, entre elas a Foch, onde acontece a chegada. Durante a corrida, os participantes passam por lugares como Place de la Bastille, Place de La Concorde, Museu do Louvre, Ponte di Mirabeau, Chateau de Vincennes, margens do Sena, Cathédralle Notre-Dame de Paris, Torre Eiffel e o Bois de Boulogne.

Corredores experientes, portando balões coloridos – vermelhos, amarelos, azuis, violetas, verdes e rosas -, servem de marcadores de ritmo para quem quiser acompanhá-los para completar a maratona em um tempo determinado de acordo com a cor do balão.

Ao longo do percurso, o incentivo dos espectadores é constante com gritos de: Allé, allé Brésil, Courage, Bravo. Muitas bandas de diferentes partes do mundo animam os corredores com grande variedade de ritmos. Mesas com frutas secas e frutas frescas dão um charme especial e ajudam a repor as energias.

A prova é excelente para diminuir marcas, por ser bastante plana. A concentração de público é muito grande ao longo dos 42 km, com pontos de animação a cada 500 m. Inúmeros pontos de abastecimento com água, fruta, cubos de açúcar, frutas secas e nos últimos 8 km abastecimentos com produtos típicos de diversas regiões francesas (queijos, pães, cidra, vinho e outros).

O Tunnel des Tuileries, próximo ao km 27, com quase 1 km de extensão, é a única parte da prova na qual você não verá lindas paisagens. Contudo, ao sair do túnel, Paris estará novamente linda aos seus pés.

A chegada é na Avenue Foch, logo atrás do Arco do Triunfo, próximo ao local da largada. O melhor acesso é de metrô Charles de Gaulle-Étoile, linhas 1, 2 ou 6.

 Curiosidades sobre a Maratona de Paris 2015

- Média de idade dos atletas: 40 anos;

- Um terço dos corredores está fazendo sua estreia nos 42km;

- 25% dos competidores são mulheres (um aumento de 4% em relação a 2014); e

- Os cinco países (exceto a França) com a maior quantidade de inscritos: Reino Unido, Estados Unidos, Espanha, Itália e Alemanha.

12 abril 2015
42 km – 109 euros
Saida : l’avenue des Champs-Élysées
8h45

A mais divertida é a Color Run, que contou com mais de 2 milhões de participantes em 2014 – um percurso de 5 km nas margens do rio Sena; cada quilômetro representa uma cor. No final, uma chuva de cores para festejar a chegada.

Capture d’écran 2015-03-26 à 12.19.37

Le 19 avril au départ de l’Hotel de Ville, 75001. 

La course la plus colorée du monde est de retour ! 5 km de fun et de couleurs, dans un ambiance musicale et estivale. Une fois vos kilomètres effectués, profitez du festival d’arrivée avec des lancers de poudre de couleurs, ahh vous allez être beaux !

19 abril 2015
5 km – 40 euros
Saida : Hôtel de ville
De 9h à 12h30

 

Fontes:

http://www.correrpelomundo.com.br/2015/03/meia-maratona-de-paris-2015-acontece-neste-domingo/

http://lulacerda.ig.com.br/paris-por-paulo-pereira-59/

http://oglobo.globo.com/blogs/pulso/posts/2014/12/04/maratona-de-paris-de-2015-bate-recorde-com-mais-de-50-mil-inscritos-556199.asp

http://ultrasonho.blogspot.com.br/2014/07/projeto-maratona-de-paris-2015.html

http://www.kamelturismo.com.br/index.php/2014/11/maratona-de-paris/

Read more...


11 museus imperdíveis em Paris

Muito além do Louvre, a Cidade Luz oferece museus para aplacar a curiosidade de quase todo tipo de público.

Falar em visitar Paris e não incluir no roteiro alguns museus é quase como ir a Roma e pular oVaticano. Diz a lenda, que a cidade conta com praticamente um museu para cada dia do ano, indo do grandioso Louvre (com mais de 35 mil obras) aos pequeninos e não menos curiosos museus da Boneca, da Mágica e das Artes Lúdicas (com foco em animações e videogame). Daí ser praticamente um sacrilégio limitar as opções ao mais cheio deles.

Para ajudar na seleção, Juliana Bianchi , da IG , pediu ajuda à brasileira Mariana Berutto, filha da criadora do site Conexão Paris, Lina Hauteville, que desde 1984 mora na Cidade Luz ao lado de um autêntico francês. “Nossa proposta é desmistificar a cidade para os brasileiros, que muitas vezes chegam com uma visão deslumbrada”, afirma ela, que listou abaixo seus museus preferidos.

 

1- Museu d’Orsay

 

Localizado na margem esquerda do rio Sena, o Museu d’Orsay está instalado em uma antiga estação ferroviária de Paris. Foto: Wikipedia
Localizado na margem esquerda do rio Sena, o Museu d’Orsay está instalado em uma antiga estação ferroviária de Paris. Foto: Wikipedia
Localizado na margem esquerda do rio Sena, o d’Orsay está instalado em uma antiga estação ferroviária de Paris, datada de 1900 (o relógio original ainda está lá). Seu principal cartão-postal é a galeria principal, com abóboda decorada e grande entrada de luz natural, de onde se pode começar o passeio entre pinturas, esculturas e fotografias assinadas por grandes mestres como Van Gogh, Rodin, Cezanne, Courbet, Degas, Manet, Monet, Renoir, Klint, Munch. Além de oferecer uma bela vista do canal, o museu ainda abriga um simpático café projetado pelos irmãos Campana.
Após ficar três anos fechado, o Museu Picasso reabriu no segundo semestre de 2014 para recontar a história do artista. Foto: Wikipedia
Após ficar três anos fechado, o Museu Picasso reabriu no segundo semestre de 2014 para recontar a história do artista. Foto: Wikipedia
Após ficar três anos fechado para reforma do prédio datado de 1659, o museu reabriu no segundo semestre de 2014 inteiramente dedicado a recontar a história de Pablo Picasso de forma cronológica. Aproveite para conhecê-lo durante um passeio pelo Marais. Por ser pequeno, não comprometerá-muito tempo do seu dia.
Com esculturas espalhadas pelo jardim e pela residência, o Museu Rodin é um dos mais charmosos de Paris. Foto: Wikipedia
Com esculturas espalhadas pelo jardim e pela residência, o Museu Rodin é um dos mais charmosos de Paris. Foto: Wikipedia
O jardim de esculturas do Museu Rodin pede uma pausa
Juliana Bianchi – O jardim de esculturas do Museu Rodin pede uma pausa
Com esculturas posicionadas pelo jardim, no prédio principal e no espaço antes ocupado pelo ateliê do artista, o Museu Rodin, inaugurado em 1919, é um dos mais charmosos de Paris. Principalmente em dias ensolarados. Ao todo são mais de 300 obras, incluindo peças de Camille Claudel. Vá sem pressa para aproveitar cada ângulo.
Centre Georges Pompidou vale pela arquitetura e por abrigar mais de 60 mil obras do Museu Nacional de Arte Moderna. Destaque para as exposições temporárias . Foto: Wikimedia Commons/ Maureen
Centre Georges Pompidou vale pela arquitetura e por abrigar mais de 60 mil obras do Museu Nacional de Arte Moderna. Destaque para as exposições temporárias . Foto: Wikimedia Commons/ Maureen
Mais conhecido pelos parisienses apenas como Beaubourg (referência à área onde se encontra), o espaço já valeria uma visita pela arquitetura industrial com grandes tubulações aparentes  projetada por Renzo Piano. Mas ainda abriga teatros, restaurante, biblioteca e o Museu Nacional de Arte Moderna, com mais de 60 mil obras, entre pinturas, fotografias, instalações e vídeo-arte. Como se não bastasse, as exposições temporárias apresentadas ali estão sempre na lista das mais interessantes em qualquer época do ano.
Grand Palais tem grande variedade de exposições. Foto: Wikimedia Commons
Grand Palais tem grande variedade de exposições. Foto: Wikimedia Commons
Construído em 1900 para abrigar a Exposição Universal, o Grand Palais chama atenção na paisagem próxima à avenida Champs Elysées por sua grandiosidade e cúpula envidraçada. Mas é o grande acervo e a variedade de exposições que abriga – indo de festivais de dança a feiras de joias e carros antigos – que o torna passagem obrigatória em Paris.
Palais de Tokyo é endereço certo para quem gosta arte moderna e contemporânea. Foto: Reprodução/ exposição
Palais de Tokyo é endereço certo para quem gosta arte moderna e contemporânea. Foto: Reprodução/ exposição “Henrique Oliveira. Baitogogo”, por André Morin
Localizado ao lado do rio Sena e com vista privilegiada para a Torre Eiffel, o Palais de Tokyo é endereço certo para quem gosta arte moderna e contemporânea. Assim como o Grand Palais, mantêm boa agenda de exposições temporárias que serve de ponto de encontro para jovens e parisienses descolados. O espaço abriga também livraria especializada em arte e design, e restaurantes.
Inaugurado em 2014, o museu da Fundação Louis Vuitton foi projetado pelo arquiteto Frank Gehry para abrigar parte da coleção particular do dono do grupo LVMH. Foto: Divulgação
Inaugurado em 2014, o museu da Fundação Louis Vuitton foi projetado pelo arquiteto Frank Gehry para abrigar parte da coleção particular do dono do grupo LVMH. Foto: Divulgação

Inaugurado em Paris em 2014 este museu-escultura, projetado no Bois de Boulogne pelo arquiteto Frank Gehry (que também assina o Guggenheim de Bilbao), já é uma atração em si pela novidade. Construído para abrigar parte da coleção particular Bernard Arnault, dono do conglomerado de luxo LVMH, recebe ainda mostras de artistas contemporâneos. Aproveite o restaurante interno para fazer uma pausa e observar um pouco mais a arquitetura.

Localizado no Bois de Boulogne, o museu da Fundação Louis Vuitton vale pela novidade

Reprodução/ Conexão Paris

Localizado no Bois de Boulogne, o museu da Fundação Louis Vuitton vale pela novidade
No Palais Galliera, o Museu da Modaconta com rico acervo de roupas e acessórios que remontam a história do vestuário desde o século 18. Foto: Reprodução/ Exposição Jeanne Lanvin
No Palais Galliera, o Museu da Moda conta com rico acervo de roupas e acessórios que remontam a história do vestuário desde o século 18. Foto: Reprodução/ Exposição Jeanne Lanvin
Capital da moda, Paris não poderia ficar sem um museu totalmente dedicado ao tema. Com um rico acervo de roupas e acessórios que contam a história do mundo fashion desde o século 18, é parada obrigatória para quem gosta do assunto. Como as coleções permanentes não ficam expostas o tempo todo dada a fragilidade do material, é preciso aproveitar as mostras temporárias para deslumbrar-se.  Cheque a programação no site.
No museu Carnavalet, a história de Paris nos últimos séculos. Foto: Flickr/ Piero Sierra
Dedicado a história de Paris, o museu permite voltar no tempo por meio de quadros, objetos, fotos, móveis e reproduções de ambientes inteiros que marcaram a vida na Cidade Luz ao longo dos séculos. Pouco explorado pelos visitantes, é gratuito e uma agradabilíssima surpresa no centro do Marais. Se for no verão ou primavera, não deixe de reparar na beleza do jardim interno
Musée des Arts et des Métiers conta a história das profissões ao longo do desenvolvimento tecnológico. Foto: Reprodução/ © Musée des arts et métiers-Cnam/photo Michèle Favareille
Musée des Arts et des Métiers conta a história das profissões ao longo do desenvolvimento tecnológico. Foto: Reprodução/ © Musée des arts et métiers-Cnam/photo Michèle Favareille
Musée des Arts et Métiers 7, Paris.JPG – Wikimedia Commons
Outra grata surpresa na região é este museu, que conta a história das profissões ao longo do desenvolvimento tecnológico. A influência das técnicas de construção, da mecânica, da produção de energia , dos transporte e da própria ciência na vida das pessoas é retratada a partir de um grande acervo de objetos, ferramentas e materiais. Há ainda uma significativa coleção de autômatos (robôs no melhor estilo “Hugo Cabret”).
11 – Belleville
Museu de street art à céu aberto pelas ruas de Belleville. Foto: Arquivo pessoal/ Conexão Paris

Pouco explorado pelos brasileiros, o bairro de Belleville, em Paris, é um museu a céu aberto para quem gosta de street art. Nos muros da região onde viveu a cantora Edith Piaf (incluindo os do bar Aux Folies, onde ela cantava) pode-se ver o trabalho efêmero de diferentes artistas, que valem-se de diferentes técnicas e dos mais mínimos espaços disponíveis para se expressar.  A visita ao bairro fica ainda mais interessante ao lado da brasileira Fernanda Hinke, que faz tour guiado promovido pelo Conexão Paris, para contar cada detalhe do que está exposto nos muros (muitos deles cedidos pela prefeitura para esse fim).
Fontes:
http://turismo.ig.com.br/destinos-internacionais/2015-03-11/11-museus-imperdiveis-em-paris.html

Read more...


PAD – Paris Art et Design – edição 2015

No meio do Jardin des Tuileries acontece o PAD Paris, um salão que reúne 75 galerias francesas de prestigio. Exposição e venda dedicadas as artes decorativas do século XX, design, joias, cristais e ceramicas.

pad1

A arte e o design invadem o Jardin des Tuileries, em Paris!

Acontece em Paris, de 26 a 29/03, a edição 2015 do salão PAD – Paris Art et Design: um salão do belo e do bom gosto excepcional, que recebe os amantes e colecionadores de artes decorativas do século XX e do design contemporâneo, e onde se encontram as melhores galerias de arte e design francesas e internacionais.

PAD-Paris-Logo

pad2

Estão representados no salão, também, galerias de arte moderna, arte primitiva , objetos de curiosidade, joalheria, cerâmica e vidros contemporâneos. Um  verdadeiro trampolim para os jovens designers e os jovens futuros  marchands d’art.
PAD contribui, dessa forma, para o dinamismo do mercado de arte e design parisiense e a projeção internacional dos marchands franceses, com aproximadamente 75 galerias e 40 mil visitantes, colecionadores, profissionais da arte e do design, que frequentam e que são esperados a cada edição.

Benoît Lemercier, entre sculpture et mobilier.

Benoît Lemercier,entre sculpture et mobilier - Chez Dutko, Stand 46.

Se estiver em Paris nesta época, não deixe de conhecer!

Les coups de coeur de Point de Vue à Paris Art Design

Marie-Bérangère Gosserez.

Marie-Bérangère Gosserez.

Pour le PAD, elle a choisi ce fauteuil en acier bleui au chalumeau, tube et piétement en acier chromé et laiton, réalisé en partenariat avec le ferronnier d’art Pouenat. Un manteau d’astrakan bleu nuit vient lui donner une allure royale.

gosserez

Jean-Christophe Charbonnier.

Jean-Christophe Charbonnier.

Charbonnier copie

88-gallery

88 Galery

Paire de grands lustres Venini, circa 1960. Joachim Franco stand 39

Galerie Pablo Touchaleaume | PAD – stand 23

touchaleaume

dumonteil

Dumonteil

afrique

Afrique

berreby

Berreby

boccara

Boccara

bert

Bert

botella

Botella

broccardo

Broccardo

franck-laigneau

Franck Laigneau

jousse

Jousse

minet-meranda

Minet Meranda

sevres

Sevres

PAD Paris – De 26 a 29 de março

Jardin des Tuileries – Esplanade des Feuillants, 75001 – Paris

Entrée 234 rue de Rivoli
Face à la rue de Castiglione, Paris 1er
Métro : Tuileries, ligne 1

 

Fontes:

http://www.pad-fairs.com/paris/fr/

http://lulacerda.ig.com.br/categoria/variedades-direto-de-paris/

http://www.parisrivedroiterivegauche.com

http://www.lefigaro.fr/sortir-paris/2015/03/25/30004-20150325ARTFIG00040-les-5-nouvelles-tetes-du-paris-art-design.php

http://www.lexpress.fr/styles/familles-royales/paris-art-design-2015-les-coups-de-coeur-de-point-de-vue_1662792.html

http://www.hotel-britannique.fr/blog/2015/02/12/art-paris-art-fair/

Read more...


Pressionisme,as obras-primas de grafite sobre tela

arte 1

Nada de restrições quando o assunto é arte. Tem uma exposição que está bombando em Paris!

O “Pressionisme” surgiu a partir dos anos 1970 com os grafiteiros que exibiam contra a lei sua arte em muros e paredes de grandes cidades. Este movimento, em Paris, ficou conhecido como Pressionisme.

Até o dia 13 de Setembro de 2015 a Pinacotèque de Paris estará exibindo a exposição Le Pressionisme, les chefs-d’oeuvre du graffitti sur toile.  A proposta da mostra é expor obras da década de 1970 que ficaram em clandestinidade por um grande período e que hoje em dia, conquistam espaço no mundo das artes plásticas e galerias de arte.

 le-pressionisme-pinacotheque-paris-660x500

Lady Pink - Autoportrait - 1981

LADY PINK (Sandra Fabara ; Américaine née en 1964. Autoportrait 1992. Peinture aérosol sur toile 96×131 cm. Collection privée, Paris © Photo : Pierre Gallien. Studio Objectivement

Artistas do “pressionisme” como Keith Haring e Jean-Michel Basquiat são apresentados nesta exposição, bem como Coco e Bando. A exposição mostra uma centena de obras realizadas entre 1970 e 1990.
78-3000

TOXIC (Torrick Ablack; Américain, né en 1965)
Peace 2 the 3rd Power
Peinture aérosol sur métal
200 x 303 cm (triptyque)
Collection Gallizia Collection privée, Paris
© Photo: Pierre Guillien – Studio Objectivement

O movimento como um todo, com a sua história e os seus grandes mestres, permaneceu longe da cena de arte tradicional e do olhar de um público que pode finalmente descobrir e admirar as obras-primas.

Obras que saíram das ruas e ganharam as telas estão na exposição Le Pressionisme, em paris, sobre a arte do grafite. Foto: Divulgação
Taxi 183 -Manifeste-
Taxi 183 – Manifeste – Non daté

PHASE 2 (Américain, né en 1958) Sans titre, 1985 Peinture aérosol sur toile • 153 x 233 cm Collection privée, Paris •

© Photo : Pierre Gallien – Studio objectivemen

TOXIC (Torrick Ablack ; Américain, né en 1965)Peace 2 the 3rd Power (Paix au 3e pouvoir), 1990 Peinture aérosol sur métal • 200 x 303 cm (triptyque) Collection privée, Paris • © Photo : Pierre Gallien -

BANDO (Philippe Lehman ; Français, né en 1965)

MODE 2 (Anglais, 1967) Mean Disposition (De méchante humeur), 1995 Peinture aérosol sur toile • 195 x 130 cm Collection privée, Paris • © Photo : Pierre Gallien – Studio objectivement

 CRASH (John Matos ; Américain, né en 1961) Sans titre, 1984 Peinture aérosol sur toile • 77 x 175 cm chacun (triptyque) • Collection privée, Paris •  © Photo : Pierre Gallien – Studio objectivement

TOXIC (Torrick Ablack ; Américain, né en 1965)TIS 4, 1990 Peinture aérosol sur métal • 200 x 303 cm (triptyque) Collection privée, Paris

© Photo : Pierre Gallien – Studio objectivement

T-KID 170 (Julius Cavero ; Américain, né en 1961) The Soldier (Le Soldat), 1985 Peinture aérosol sur toile •

137 x 103 cm Collection privée, Paris •  © Photo : Pierre Gallien – Studio objectivement

RAMMELLZEE (Américain, 1960-2010) Look (Regarde !), non datée Technique mixte sur toile • Collection privée, Paris • © Photo : Pierre Gallien – Studio objectivement

Bando – Silver and Black never lie ! – 1988

Bando – Silver and Black never lie ! – 1988

Informações práticas:
“O Pressionisme, as obras-primas de grafite sobre tela”
Pinacoteca de Paris
De 12 de março a 13 de setembro de 2015
28 Place de la Madeleine
75008 Paris
Fontes:
http://www.pinacotheque.com/fr/accueil/expositions/aujourdhui.html
http://cavendish.com.br/pelo-mundo/pressionisme-em-paris/
http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/
http://quefaire.paris.fr/fiche/105602_le_pressionnisme_les_chefs_d_oeuvre_du_graffiti_sur_toile
http://www.infoquartiers.com/infoquartiers/La_Pinacotheque.html
http://www.offi.fr/expositions-musees/pinacotheque-1-5826/le-pressionnisme-1970-1990-56376.html
http://www.timeout.fr/paris/quoi-faire-a-paris/tourisme/pressionnisme-les-chefs-doeuvre-du-graffiti-sur-toile
http://www.collectiongallizia.com/actions/expositions-collectives/pinacotheque-le-pressionnisme-1970-1990-du-12-mars-au-13-septembre-2015/
http://www.allbyso.com/Actualites/Le-Pressionnisme-1970-1990-Les-chefs-d-oeuvre-du-graffiti-sur-toile-de-Basquiat-a-Bando-Expo#.VRApAfnF-So
http://www.troispointzeromagazine.com/le-pressionisme-pinacotheque-de-paris/
http://urbanart-paris.fr/2015/03/vernissage-le-pressionisme-chefs-doeuvre-du-graffiti/

Read more...


Exposição de Liu Bolin na Galerie Paris-Beijing

 Liu Bolin, o artista célebre  pela sua série ‘Hiding’  se escondeu desta vez em Paris. A  exposição na Galerie Paris-Beijing  mostra sua novas fotos surpreendentes !

Apresento a vocês Liu Bolin, um atual artista chinês que utiliza seu proprio corpo, e, as vezes, de alguns modelos como uma tela em branco e se misturam ao ambiente de fundo, seja la qual for esse fundo; cabine telefonica, trator, prateleiras de supermecado, paredes, arvores, etc, conseguindo assim ‘desaparecer’ e se tornar um homem ‘invisivel’.

A marca registrada de Liu Bolin é estar escondido nas telas , muitas vezes em lugares bastante incongruentes .

NINE-DRAGON SCREEN

Liu Bolin é um homem invisível. Pelo menos é assim que ele se sentia na China com a opressão do regime e a cultura reinante. Por isso resolveu desaparecer na paisagem chinesa e depois mundial, se camuflando com pinturas em seu próprio corpo.

Em 2005, o governo chines fechou o atelie de Liu e de varios outros artistas, proibiram varias exposições de arte, e, como  forma de protesto, ele foi para as ruas, utilizando o corpo como tela, ‘invadindo’ e se misturando com os cenários, assim como as autoridades chinesas fizeram com o seu espaço.

A qualidade de pintura e camuflagem é impressionante, muitas pessoas passam despercebido por ele e so percebem  que existe alguém ali quando Liu se movimenta. Suas fotografias não possuem nenhum tratamento virtual.

Lui Bolin se torna invisível em suas próprias telas, ele faz um jogo visual muito interessante. Vai até um local geralmente muito famoso e conhecido e se pinta, se camufla! Depois, o difícil é  achá-lo dentre a obra! Pois ele faz parte da paisagem, cada detalhe tem de ser correto e a ilusão é perfeita, Bolin conta com a ajuda de dois assistentes. As pinturas costumam demorar várias horas, por vezes um dia inteiro.

Mas agora ele  está sendo reconhecido e está “aparecendo” no mundo das artes.

HIDING IN THE CITY – PARIS

Para sua nova exposição na Galerie Paris- Beijing , Paris é a sua tela –  você  pode encontrá-lo no porão de um grande banco , na farmácia, na tabacaria, no noticiário da televisão e até mesmo em pinturas famosas !

“Artiste mondialement connu et reconnu pour sa série de photo–performances de camouflage Hiding in the CityLiu Bolin fait découvrir en exclusivité au public parisien des images créées à Paris et en Chine au cours des deux dernières années.”

HIDING IN THE CITY – PARIS

HIDING IN THE CITY – PARIS – Photo: Open space, 2011

HIDING IN THE CITY – PARIS

HIDING IN THE CITY – PARIS - Photo: Graffiti, 2011

HIDING IN THE CITY – PARIS

HIDING IN THE CITY – PARIS - Photo: Safes, 2011

HIDING IN THE CITY – PARIS - Photo: Paris, Safe Door, 2011

HIDING IN THE CITY – PARIS - Photo: Paris archives, 2011

HIDING IN THE CITY – PARIS - Photo: Art Paris performance, 2011

HIDING IN THE CITY – PARIS

HIDING IN THE CITY – PARIS

Hiding in the City – Wall (2013)

Photo: Info port, 2011

 

 

Liu-Bolin-Galerie-Paris-Beijing36

Liu-Bolin-Galerie-Paris-Beijing3

Photo: Family photo, 2012

 

 

 

Photo: Three Goddesses, 2012

Photo: Panda, 2012

Photo: Green food, 2012

Photo: Bus stop, 2012

Liu-Bolin-Galerie-Paris-Beijing41

HIDING IN THE CITY – ITALY

Target n°1 - Cancer Village, 2013. Cette œuvre de Liu Bolin est exposée à la Galerie Paris-Beijing à Paris. Le plasticien s'est fait connaître par ses photos-performances dans lesquelles il se fond dans les couleurs du décor, comme ici dans un champ de blé.

A exposição também mostra as últimas esculturas do artista, dentre elas um punho de aço de mais de um metro de altura, e outras obras  que vão mostrar o lado menos conhecido de sua obra.

Liu-Bolin-Galerie-Paris-Beijing2

liu-bolin 3

Images Copyright of the artist & Galerie Paris-Beijing, Paris

JPEG - 217 ko

Liu Bolin / Courtesy Galerie Paris-Beijing

Liu-Bolin-Galerie-Paris-Beijing

JPEG - 681.5 ko

Liu Bolin, Hiding in the City Paris, Love, 2014
© Liu Bolin / Courtesy Liu Bolin / Galerie Paris-Beijing
Collection Guerlain

Liu Bolin prend Paris pour cible – entrevista com Le Figaro

VIDÉO – L’artiste chinois a réalisé une spectaculaire performance de groupe dans sa galerie Paris-Beijing pour sa nouvelle série «Target». Explications.

Liu Bolin, 42 ans, c’est désormais une institution de l’art contemporain chinois. Ses performances sont spectaculaires, car invisibles. Dans sa série Hiding in the city (caché dans la ville), il pose devant un mur, un monument, un arbre, un slogan, un tracteur. Et disparaît sous la peinture. Il n’apparaît pas dans sa nouvelle série Target, où il dispose ses jeunes modèles comme des mannequins ou des mimes. Nous l’avons rencontré en pleine orchestration d’une performance à 17 personnes, dans sa galerie Paris Beijing (IIIe) qui l’expose jusqu’au 2 mai.

LE FIGARO. – Votre célébrité n’a cessé de croître ces dernières années. Modifie-t-elle votre façon de travailler?

Liu BOLIN. - Oui, cela a influencé mon travail, car ce succès m’a permis d’imaginer d’autres performances de plus grande ampleur, avec beaucoup plus de gens. Celle que je dirige aujourd’hui à Paris n’est pas la plus grande performance que j’ai faite. J’ai fait poser 64 figurants sur la Grande Muraille de Chine, dans un endroit assez confidentiel, tout en bas, pour pouvoir agir en paix (il reste évasif). Ce type d’œuvre est très difficile à coordonner. D’autant qu’à l’époque, je réalisais en même temps à distance une performance à New York. La logistique était écrasante.

Vous vous êtes rendu célèbre en posant seul face au contexte chinois, passé et présent. À quoi correspond ce passage au grand nombre?

J’ai eu envie de travailler avec plus de monde lorsque j’étais à Bogota, en Colombie, il y a deux ans. J’ai vraiment été frappé par la violence de la ville. J’ai voulu faire une performance qui frappe, impressionne un peu plus. Tout seul, cela n’était pas assez fort, j’ai pris des locaux pour générer plus d’émotion. De plus en plus, je réalise que ma seule personne ne suffit plus.

Pourquoi ce titre «Target»?

Au début de mes performances, c’était moi, l’artiste, qui était blessé (le gouvernement chinois a fait détruire le village artistique de Suo Jia Cun, «la plus grande concentration d’artistes chinois», en novembre 2005, NDLR). Au fil de ma création, j’ai réalisé que c’était toute la société, le monde entier qui n’allaient pas bien. Ma série Target est là pour exprimer tout ce qui ne va pas, qui blesse l’homme et qui dépasse de loin mon cas personnel.

Vous sentez-vous concerné par les attaques perpétrées contre l’art en ancienne Mésopotamie?

J’en ai entendu parler mais je n’ai pas encore vu les vidéos de destruction des statues ni des sites archéologiques. Parmi les trois thèmes forts de mon œuvre, j’insiste sur la pollution culturelle par les magazines et les journaux. Je ne suis pas très optimiste sur le futur.

Votre série Target est-elle une référence à celles de Jasper Johns, l’un des derniers du Pop Art américain?

Je ne connais pas. Cela m’intéresse. Je vais regarder!

Pourquoi continuez-vous de vivre en Chine?

Je suis chinois et j’ai envie de vivre en Chine (rires). D’un point de vue théorique, on se sent d’ailleurs plus en sécurité aujourd’hui en Chine qu’ailleurs. Même qu’à Paris (rires).

Vous êtes un artiste heureux?

Quelle que soit l’époque, un artiste doit s’efforcer d’être heureux. Parce qu’il a les moyens d’exprimer ce qu’il pense du monde, parfois sa contestation.

Quand on devient un artiste riche, célèbre et populaire, on peut vraiment rester contestataire?

Ma contestation s’est ouverte sur le monde. D’être aimé et reconnu m’a offert une plus large tribune pour dire ce que je ressens. Donc, oui.

Target - Chinese Fans n°1, 2015. Jusqu'au 2 mai, l'artiste chinois, Liu Bolin expose ses oeuvres à la Galerie Paris-Beijing, à Paris.

Target – Chinese Fans n°1, 2015. Jusqu’au 2 mai, l’artiste chinois, Liu Bolin expose ses oeuvres à la Galerie Paris-Beijing, à Paris.

Liu Bolin montre le costume recouvert de peinture qu'il a porté lors du camouflage pour l'œuvre Hiding in the City   Wall.

Liu Bolin montre le costume recouvert de peinture qu’il a porté lors du camouflage pour l’œuvre Hiding in the City  Wall.

Liu Bolin pendant sa performance à la Galerie Paris-Beijing à Paris, le 19 mars.

Liu Bolin pendant sa performance à la Galerie Paris-Beijing à Paris, le 19 mars.

Performance de body painting de Liu Bolin, en collaboration avec Alexis Rero et d'autres artistes, à la Galerie Paris-Beijing à Paris, le 19 mars.

Performance de body painting de Liu Bolin, en collaboration avec Alexis Rero et d’autres artistes, à la Galerie Paris-Beijing à Paris, le 19 mars.

Photos © Liu Bolin / Courtesy Galerie Paris-Beijing

Liu Bolin. Photographies, sculptures et installations

A exposição está na Galeria  Paris- Beijing até 02 de maio de 2015 .

62, rue de Turbigo,   75003 Paris – Haut-Marais

Aberta de terça a sábado, das 11h às 19h Grátis!

fontes:

http://www.galerieparisbeijing.com/

http://www.lefigaro.fr/culture/2015/03/20/03004-20150320ARTFIG00338-liu-bolin-prend-paris-pour-cible.php

http://www.hotels-paris-rive-gauche.com/blog/2015/03/19/liu-bolin-galerie-paris-beijing/

http://www.telerama.fr/sortir/liu-bolin-l-homme-invisible-de-la-photographie,124380.php

http://inferno-magazine.com/2015/03/19/liu-bolin-recent-works-galerie-paris-beijing/

http://golem13.fr/liu-bolin-galerie-paris-beijing

http://www.artactuel.com/galerie-art/galerie-paris-beijing-196/evenement/liu-bolin-exposition-personnelle-6281.html

http://www.20minutes.fr/culture/diaporama-3105-photo-728019-exposition-liu-bolin-galerie-paris-beijing

Read more...


La Réserve Hotel Paris – um templo de elegância e bom gosto

A quinta essência do luxo parisiense de hotéis foi inaugurada: o chiquérrimo La Réserve Hotel Paris“.

© La Réserve

Fica do lado da rua do Faubourg Saint Honoré e da Avenue Montagine, na Avenue Gabriel,  a dois passos do Champs Elysées , com vista para Le Grand PalaisLa tour Eiffel , Panthéon e o obelisco de la Concorde. Um lindo prédio afastado da avenida, no meio de um jardim de árvores antigas que preserva a intimidade dos clientes.

O hoteleiro e vinicultor francês Michel Reybier mais uma vez se uniu ao lendário designer Jacques Garcia para criar um novo projeto, que resultou no hotel mais hype da capital francesa. Sua localização é maravilhosa, na exclusiva Avenue Gabriel, a meio caminho entre a Champs- Elysées e Faubourg Saint- Honoré. O La Reserve Paris está alojado na antiga residência do estilista Pierre Cardin. Oferecendo vistas excepcionais do Grand Palais, da Torre Eiffel, do Pantheon e do Obelisco na Place de la Concorde, o hotel coloca os hóspedes literalmente no coração de Paris. Jacques Garcia mais uma vez arrasou no projeto, seu bom gosto e talento imprimiram uma atmosfera discreta de um clube privado, apresentando um design interior contemporâneo e atemporal, elegante e aconchegante ao mesmo tempo. O hotel oferece um serviço refinado e verdadeiramente personalizado, estando sobre a chancela da Design Hotels of the World. Além de um spa com uma linda piscina interna, a propriedade dispõe de uma biblioteca e um restaurante francês contemporâneo,  Le Gabriel, dirigido por Jérôme Banctel, que já se tornou hot spot da Cidade Luz. O hotel abriu oficialmente no dia 19 de janeiro deste ano e acolheu celebridades e eventos dos mais exclusivos durante a Fashion Week.

lw0645_64557099_790x490

“A quelques pas de l’Elysée, le nouvel hôtel de luxe La Réserve a ouvert ses portes en toute discrétion courant janvier. Dans cet édifice typiquement haussmannien, le décor somptueux impose un cadre intime et chaleureux pour une clientèle privilégiée.”

Grand escalier  

DSC00402

DSC00399

“La Réserve est le fruit d’une association entre Michel Reybier -fondateur des marques de charcuterie Cochonou et Justin Bridou, reconverti depuis les années 90 dans l’hôtellerie de luxe- et le décorateur culte Jacques Garcia, à qui l’on doit notamment la rénovation du Château du Champs de bataille en Normandie ou, plus récemment, les “period rooms” du Louvre.”

lounge

Lounge

No La Reserve, nenhuma recepção  propriamente dita, mas uma acolhida personalizada para cada hóspede , e um acompanhamento do hall até seu quarto. A partir da entrada , podemos perceber que os materiais nobres estão em todos os lugares : tecidos nas paredes  e móveis, piso em parquet , lareiras de mármore … Cada item escolhido por Jacques Garcia é uma peça especial de um quebra-cabeça ultra luxuoso, sem cair na armadilha de enfeites.

Le bar de l’hôtel est chaleureux et cosy, tentures de velours rouge et pointes d’or. Vous pouvez y boire des cocktails ou grignoter une salade sur le pouce. Idéal pour les déjeuners professionnels ou les rendez-vous d’affaires l’après-midi.

En face du bar se trouve le grand salon, tapissé de marbre au sol et cheminées. Un brin kitsch d’inspiration italienne. On peut également y déjeuner ou dîner, avec la carte du bar.

lw0645_64557046_790x490

Michel Reybier, proprietário do hotel, conseguiu criar um lugar único em Paris, onde o luxo e a elegância se misturam com o serviço impecável e a discrição do local.

Volumes imensos com muita luminosidade envolvem os vários ambientes com o clima de apartamento particular do século XIX. Belas lareiras em mármore, biblioteca, piscina interior, bares, restaurante – tudo impecável.

Le petit plus de La Réserve : une très belle bibliothèque aux murs fournis de nombreux ouvrages reliés anciens et sa grande cheminée qui réchauffe encore un peu plus l’atmosphère de la pièce. Et pour ceux qui aiment profiter de leurs séjours en hôtel pour se relaxer, l’établissement est doté de trois cabines spa -dont une réservée aux hommes – , d’une remarquable piscine intérieure de 16 mètres de long, et d’une salle de sport.

La Bibliothèque

DSC00397

Un bar en self-service est mis à disposition dans une pièce secrète de la bibliothèque

La Réserve Paris – Hôtel & Spa, comme son nom l’indique, comporte un spa au sous-sol, signé Nescens (spécialiste suisse de soins anti-âge). Longue de 16 mètres, la piscine est un véritable havre de paix. Elle est réservée uniquement aux clients de l’hôtel

Spa – piscine

la-reserve-paris-hotel-luxe-paris-fancyoli-spa-pisicne

la-reserve-paris-hotel-luxe-paris-fancyoli-spa-pisicne

Un peu plus loin, derrière une porte habillée d’un éléphant (symbole des hôtels La Réserve) se trouve la salle de sport. Pas très grande, mais suffisante pour brûler vos calories sur le vélo ou le tapis après votre burger du midi.

la-reserve-paris-hotel-luxe-paris-fancyoli-spa-gym

O chique parisiense da Belle Époque está representado também na decoração aconchegante, com materiais nobres e luxuosos, cores fortes, veludos nos sofás, nas cortinas – tudo assinado por Jacques Garcia.

Um templo da elegância e do bom gosto para sua próxima viagem a Paris!

Dans les étages, 26 suites et 14 chambres attendent les clients de l’hôtel. Toutes sont décorées avec goût, depuis les grandes suites ambassadeur, présidentielle, Elysée ou deluxe ; jusqu’au “simples” chambres de taille plus classiques, qui restent toutefois haut de gamme. On note tout particulièrement l’immense suite Grand Palais de 200 mètres carrés et ses deux chambres, deux grands salons, deux bars privés, et surtout sa salle de bain tout en marbre et ouverte sur un balcon, offrant ainsi la possibilité au client d’admirer la vue des beaux quartiers de Paris depuis sa baignoire !

Confiram as fotos:

ambassador suite

Ambassador Suite

ambassador suite

Ambassador Suite

 Bar en chambre

salle de bain

Salle de bain

Baignoire avec vue

Chambre

room_LW0645_B1J_3_790x490

room_LW0645_B1K_1_790x490

DSC00401

E como o criador do hotel, Michel Reybier é um apaixonado de boas coisas, sempre na tradição, o estabelecimento conta, é claro, com um restaurante : Le Gabriel, que propõe pratos gastronômicos da cozinha francesa contemporânea inventados pelo chef Jérome Banctel… 

DSC00403

 

La-Reserve-Paris-Hotel-gastronomy

La-Reserve-Paris-Hotel-tea-time

Le Foie gras de Canard-Pomme verte au verjus-gelee de yuzu

La-Reserve-Paris-Hotel-Wine-degustation

Le Homard bleu-Carbonara doignon et chorizo-chips des Cevennes

le-gabriel-suggestion-du-chef-e889e

Sugestão do Chef no le Gabriel

La-Reserve-Paris-Hotel-Le-Gabriel-restaurant-

La Réserve Hotel Paris
42, Avenue Gabriel, 75008 – Paris

Tel: +33 1 58 36 60 60 / www.lareserve-paris.com

Fontes:

http://www.lareserve-paris.com/fr/

http://lulacerda.ig.com.br/paris-por-paulo-pereira-53

http://blog.hotelaparis.com

http://www.simonsays.fr/36647/aujourdhui-souvre-la-reserve-a-paris/

http://fancyoli.com/2015/03/02/lhotel-la-reserve-a-paris/

http://patriciabrandao.com.br/news

Read more...


Nova exposição de Antonio Veronese em Paris

Antonio Veronese: sucesso da arte brasileira em Paris (Divulgação)

Veronese em seu ateliê em Barbizon, na França

Veronese_2

Antonio Veronese é um grande artista. Nascido em 1953 em uma pequena cidade perto de São Paulo, Brotas, pintou a figura humana com uma modernidade e sensibilidade raras.  Rostos de crianças com olhares intensos que falam de violência, sofrimento, mas também de esperança. Veronese  tem “uma rara habilidade para capturar o homem”!

Antonio Veronese, l'atelier à 4 du matin

Radicado na França desde 2004, ele se sente - ao menos artisticamente - em casa. A troca de endereço, portanto, foi útil, embora tenha sido motivada por ameaças de morte, recebidas depois que Veronese denunciou casos de violência contra menores no Brasil.

O engajamento em favor de crianças e adolescentes carentes é uma das características de suas obras – além de uma espécie de obsessão por rostos. Antes de deixar o Rio – que o paulista de Brotas adotara por anos -, deu aulas de arte para menores infratores no Instituto João Luiz Alves, na Ilha do Governador. Em 1998, chegou a cobrar da então primeira-dama, Ruth Cardoso, medidas para tirar das ruas crianças abandonadas. Sua obra Just Kids (Apenas Crianças) é usada pela Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) para simbolizar os dez anos do Estatuto da Infância e da Adolescência (ECA), enquanto Save the Children (Salvem as Crianças) é símbolo dos 50 anos da ONU. Apesar de distante do Brasil, Veronese, de 55 anos, se diz ligado a essa temática e ao país. Mas se sente esquecido pela crítica brasileira, que, segundo ele, lhe dedica “a mais absoluta e total indiferença”.

Leia a seguir a entrevista do artista a VEJA.com.por Por Maria Carolina Maia

Veronese retoca tela ‘Just Kids’ – Divulgação

A tela ‘Save the Children’ – Divulgação

Você declarou à televisão estatal chinesa, a CC-TV, que é mais fácil abrir espaço para a arte brasileira em Paris do que no Brasil. Por que isso ocorre?
Porque o caldo cultural da França é mais suculento. Na área da pintura, que é um produto de consumo da classe média e da burguesia, a demanda é incomparavelmente maior do que a brasileira. E é natural que seja. Aqui, há política de estado e investimento público e privado em cultura. Fomentar e distribuir cultura deveria ser prioridade do Ministério da Cultura do Brasil. Uma vez, eu disse ao Gil [Gilberto Gil, ex-titular da Cultura] quando “estava” ministro: o PT quer distribuir renda, mas distribuir cultura é igualmente preciso.

A sua mostra Visages du Silence, realizada em 2003 em Paris, foi prorrogada três vezes e, em vez dos 15 dias previstos, durou dois meses. Isso contou pontos para a sua entrada no mundo da arte francês? 
Foi sem dúvida com essa exposição que eu arrumei um espaço na França, ajudado por um artigo que saiu no [jornal] Le Figaro. Senti de imediato que havia um interesse maior aqui, um carinho com os artistas. Foi um alívio, porque antes eu havia enfrentando uma pedreira. Havia feito uma exposição em Nova York em 2001, 28 dias após o ataque às Torres Gêmeas. A cidade estava paralisada pelo medo. Os americanos entravam na minha exposição, viam os meus rostos, e saíam correndo… Então, eu resolvi doar a exposição inteira para a [organização não-governamental] World Childhood Foundation, presidida pela rainha Silvia, da Suécia. Os trabalhos eram os mesmos rostos de duas exposições que eu havia feito no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio: 600 Meninos e Brasileiros.

Você considera esta a principal mostra da sua carreira?
As minhas principais exposições são essa de 2003, que teve lugar no Centro Cultural Brasil-França, e a de outubro de 2008, talvez a mais significativa, na sede da Unesco. Foi a partir daí que a coisa explodiu. Eu passei a receber convites sucessivos. Em dezembro de 2008, fui chamado para expor na Galeria Celal, onde recebi a visita da ex-primeira dama Danielle Mitterrand. Em março deste ano, expus no Grand Palais, onde esteve a ministra de Cultura da França, Christine Albanel. E, agora, tem essa individual no Museu Histórico de Saint-Cloud, que me honra. Essa é a primeira vez que não tenho de colocar a mão no bolso para montar uma exposição. O museu é subordinado ao Ministério da Cultura da França, que pagou tudo. No Brasil, nunca tive apoio oficial para expor.

Você chegou a ser ameaçado de morte, em 2002 e 2003, por seu trabalho. Foi por isso que você resolveu deixar o Brasil? 
Não foi só pela pintura, mas por todo o meu trabalho contra a violência. Dei entrevistas denunciando coisas que testemunhei trabalhando como voluntário em presídios no Rio e em Brasília, fiz denúncias em exposições no Brasil e na Suíça, falei à imprensa nacional e internacional, à Anistia Internacional… E aí começaram os telefonemas… Às vezes, no meio da madrugada… Então, eu liguei para o [advogado] Técio Lins e Silva e disse: “Amigo, me ajuda a tirar o meu passaporte italiano porque o teto de zinco ‘tá ficando quente’”.

Pensa em voltar a viver no Brasil?

Minha casa em Barbizon é chamada de centro cultural do Brasil na floresta. Os franceses vêm aqui para ouvir bossa nova e tomar caipirinha de cachaça. O DVD do Carlinhos Lyra faz o maior sucesso e a francesada batuca na caixinha e canta com sotaque. Eu amo o meu país e às vezes me bate um “banzo” danado. Mas o Rio das minhas fantasias acabou em 1994 com a morte de Tom [Jobim], e hoje sua elite pensante cabe numa platéia do Canecão. A crise dessa cidade é sobretudo uma crise de inteligência. Para essa gente casmurra, carro blindado virou símbolo de status, e o meu Rio da bossa nova, quem diria, “dançou” no funk. Por tudo isso, eu vou ficando por aqui, mas sempre com um pied-à-terre [pé-na-terra] no Rio, pois não dá para cortar o cordão umbilical.

Como é sua rotina na França?
Eu moro em Barbizon, uma pequena cidade de pintores: aqui estão enterrados [Jean-François] Millet, [Theodore] Rousseau, [Jean-Baptist] Corot. [Pablo] Picasso alugou uma casa na região. Próximos, moraram [Paul] Cézanne e [Édouard] Manet, que pintou Déjeuner sur L´Herbe a 18 km daqui. Este é o berço do realismo e da chamada Escola de Barbizon, que era pré-impressionista. Como você vê, a coisa aqui é séria. Eu trabalho de domingo a domingo. Acordo às 9h, ando na Floresta de Fontainebleu com meu cachorro, volto para casa às 10h, como alguma coisa e pego firme no trabalho até às 17h, quando almoço. Faço uma “siesta” de 30 minutos, e pego firme de novo, até as 2h da madrugada, quando janto e tomo o meu vinho. Durmo às 4h, para driblar o fuso e falar com os filhos no Brasil.

Por que tantas pinturas de rosto? 
Ainda não deu tempo de fazer outra coisa. Platão disse que o rosto é a síntese do universo. Imagine ter esse filão inesgotável. Está tudo ali. Eu abri a caixa de Pandora.

Na sua opinião, qual é o papel do artista? 
Nós temos a obrigação da insolência. Afinal, quem manda na casa somos nós, o povo. A gente tem que ter brio e reagir contra a violência. A insolência é uma arma extraordinária para quebrar o iceberg da passividade. Insolência é o direito de desconfiar da solenidade caricata de um estado incompetente. Bertrand Russell [filósofo britânico] dizia que a solenidade é, muitas vezes, apenas um disfarce para a impostura.

Como tem se portado, a seu respeito, a crítica brasileira nos últimos anos?
Com a mais absoluta e total indiferença.

P1020576-2

« Les visages de Veronese » exposição individual do pintor Antonio Veronese de quinta, 19 de março a 28 de abril de 2015.

Nesta exposição encontraremos uma parte das obras apresentadas no Musée Historique de Saint Cloud.

« J’entends dire que les visages de Veronese évoquent les enfants prisonniers au Brésil… Mais c’est là une idée réductrice. Il est vrai que sa proximité pendant des années avec ces enfants en détresse a fortement marqué sa peinture, mais ce qu’elle dégage est plus profond… En réalité, c’est notre perplexité que peint Veronese, notre impuissance face à la vie et face au monde. Voilà pourquoi il est au delà des modes, voilà pourquoi c’est un classique. Il manquait à notre époque, empoisonnée par l’abstractionnisme galopant et par le nihilisme de l’art conceptuel, quelqu’un qui dessine le visage de la contemporanéité. C’est précisément ce que Veronese est en train de faire. » Modesto Lanzone (président du Italian American Museum of San Francisco, USA)

P1020561

P1020567

P1020566

P1020564

P1020559

P1020556

P1020555

P1020552

P1020549

P1020547

P1020542

P1020577

P1020576

ART DALIA GALLERY by Dalia Fayed

De 19 de março à 18 de  avril, 2015-
10 Rue Sainte Anastase (a deux pas du Musée Picasso) 75003-Paris

 

Fontes:

http://antonioveronese.unblog.fr/

http://elmaxilab.com/definicao-abc/letra-a/antonio-veronese.php

http://www.firstluxemag.com/les-visages-de-veronese/#.VQrauY7F-Sr

http://veja.abril.com.br/noticia/variedade/antonio-veronese-exposicao-arte-franca-pintura-475117.shtml

Read more...


O mundo imaginário de Tintin em Paris no Musée en Herbe

Que tal um passeio pela história dos lugares que foram cenários das aventuras do repórter e globe trotter Tintin? O personagem belga mais querido dos quadrinhos, criado por Georges Remi, aliás, Hergé,pousou as malas no coração de Paris para a exposição “Le Musée Imaginaire de Tintin” (O museu imaginário de Tintin).

 

Até o dia 31 agosto, a exposição traça a história de Tintin e de seus companheiros de aventura como Capitão Haddock, os irmãos da Dupont, o professo Girassole e, claro, seu fiel escudeiro e melhor amigo, o cãozinho Milú.

 

A mostra agrada a todas as gerações e propõe contar um pouco das história dos países pelos quais o herói passou ao longo de suas aventuras.

Tintin et les momies dans “Le secret des Pharaons” au Musée en Herbe à Paris/ © France 3 / Culturebox

Também tem a trajetória do personagem, criado há 80 anos, com peças que vêm do acervo do Museu Hergé, na Bélgica.

 Tintim e seus companheiros de aventura em desenho de Hergé. Foto: Divulgação

“Le Musée Imaginaire de Tintin” está em cartaz no Musée en Herbe .
Musée en Herbe
21 da rue Hérold, 75001 Paris
Metrô: linha 3 Bourse ou linha 4 Étienne Marcel
Horário: de 10h às 19h todos os dias e quinta-feira até 21h.
Preços: 6 €

“Le petit reporter né de l’imagination d’Hergé en 1929 est l’objet d’une exposition à Paris. Du 12 février au 31 août 2015, « Le Musée en Herbe » expose des dessins originaux d’Hergé mais surtout des authentiques pièces ethnographiques de musée qui avaient inspiré les aventures du reporter Bruxellois. Une exposition pour « familiariser les enfants avec les oeuvres que l’on trouve dans les musées »

Les visiteurs découvriront une évocation de l’architecture spectaculaire du Musée Hergé. Des dessins et planches originales retraceront la surprenante diversité de l’œuvre du dessinateur.Tintin & Milou, mais aussi tous les personnages de la série seront présents. Au cœur de l’exposition, des vignettes agrandies des albums de Tintin seront confrontées aux œuvres d’art et objets ethnologiques originaux, prêtés par le Musée du quai Branly, le Musée du Louvre et des galeries de renoms. Afrique, Amérique, Egypte, Chine, Tibet, seront représentés par les objets emblematiques des civilisations rencontrées par Tintin lors de ses nombreux voyages.”

LeMuseeImaginaireDeTintin-museeEnHerbe-Paris4

LeMuseeImaginaireDeTintin-museeEnHerbe-Paris22

Statuette Arumbaya dans “L’Oreille cassée” © France 3 / Culturebox

Tintin expo2

© France 3 / Culturebox

Tintin expo3

© France 3 / Culturebox

“À l’occasion du 40ème anniversaire du Musée en Herbe, Tintin pose sa valise à Paris!
Le Musée Hergé de Louvain-la-Neuve en Belgique est l’invité du Musée en Herbe.
Les visiteurs découvriront une évocation de l’architecture spectaculaire du Musée Hergé.
Des dessins et planches originales retraceront la surprenante diversité de l’œuvre du dessinateur.
Tintin et Milou, mais aussi tous les personnages de la série seront présents.
Au cœur de l’exposition, des vignettes agrandies des albums de Tintin seront confrontées aux œuvres d’art et objets ethnologiques originaux, prêtés par le Musée du quai Branly, le Musée du Louvre et des galeries de renoms. Afrique, Amérique, Egypte, Chine, Tibet, seront représentés par les objets emblematiques des civilisations rencontrées par Tintin
lors de ses nombreux voyages.”

 

Fontes:

http://www.musee-en-herbe.com/

http://fr.tintin.com/news/index/rub/0/id/4344/0/le-musee-en-herbe-le-musee-imaginaire-de-tintin

http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/

http://www.timeout.fr/paris/art/le-musee-imaginaire-de-tintin

http://golem13.fr/exposition-tintin-a-paris/

http://culturebox.francetvinfo.fr/expositions/tintin-pose-sa-valise-au-musee-en-herbe-et-devoile-ses-objets-chines-en-voyage-211585

Read more...


São Paulo participa do GOÛT DE FRANCE, o maior evento gastronômico francês do mundo.

No dia 19 de março acontece o Goût de France, realizado em 150 países espalhados pelos cinco continentes. A iniciativa é uma parceria das embaixadas francesas com os restaurantes locais, que se propõem a criar um cardápio especial para a data. São 1000 cardápios no mundo todo, 53 deles só no Brasil.

O  evento foi idealizado pelo Chef Alain Ducasse, considerado um dos melhores do mundo , com o apoio do governo francês e das suas embaixadas e consulados.

alain-ducasse

Para Alain Ducasse: “ A culinária francesa é a interprete de uma  culinária que evoluiu, alcançando a leveza, e  a harmonia. O ponto comum é a generosidade, a partilha, o amor pelo belo e saboroso.A oportunidade de festejar a culinária francesa ao  redor do mundo será um parênteses encantador em sua história”.

O evento batizado de « Goût de France » foi inspirado nos jantares epicuristas promovidos internacionalmente em 1912 pelo mestre dos cozinheiros de todos os tempos, Auguste Escoffier, e reúne mais de 1000 chefs em cinco continentes na próxima quinta-feira 19 de março.

globe_c_pierre_monetta_1

Os representantes da gastronomia francesa no mundo irão a homenagear servindo um menu completo para seus fregueses, incluindo aperitivo, entrada, prato principal, queijo e sobremesa com chocolate, tudo regado com vinhos franceses, é claro.

Além de comer bem, os participantes contribuirão com ONGs locais já que 5% da renda será revertida para uma instituição de escolha da casa. No Brasil, participam restaurantes dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba, Pará, Bahia, Paraná, além de Brasília. Para conferir a lista completa de opções, visite o site do evento.

 O chef Erick Jacquin, que recebeu diversos prêmios de melhor francês da cidade, é um dos participantes do Goût de France

O chef Erick Jacquin, que recebeu diversos prêmios de melhor francês da cidade, é um dos participantes do Goût de France

 

O evento objetiva  celebrar e difundir toda a excelência e  sofisticação da gastronomia francesa, pelos quatro cantos do mundo, convidando o público mundial  a compartilhar de um legítimo jantar Francês com todo seu requinte.
O evento  apresentará  uma cozinha  viva, aberta e inovadora,  sendo fiel   a seus valores que são: o partilhar, o  prazer,   o respeito ao comer bem  e ao planeta.
Esta será uma ocasião de vivenciar sensorialmente todo o refinamento da gastronomia francesa,  e sua diversidade de nuances gustativas,    modelada com o toque especial dos chefs de cada região, que adaptarão alguns pratos usando as iguarias locais.
A cidade de São Paulo,  sendo uma das mais  representativas do mundo, naturalmente fará parte deste  mega evento, com mais de 20 restaurantes  participantes, somente na cidade, contando ainda com  Indaiatuba,  Campinas, Curitiba,  Guarujá e Santos.
O Menu será criado por cada chef,mas o serviço será tradicional: uma entrada fria, uma entrada quente, um peixe ou crustáceo, uma carne ou ave, um queijo ou seleção de queijos, uma sobremesa de chocolate, vinhos, e um digestivo francês.
Nesta versão atual, o  GOÛT  DE / GOOD FRANCE, contempla desde os restaurantes da mais alta gastronomia, ao bistrô de qualidade, que  participarão segundo a concepção de ofertar produtos frescos da estação, com menos gordura,menos açúcar e menos sal, primados pela máxima    excelência,que  além de histórica, é a marca da gastronomia mais sofisticada, famosa e apreciada do mundo.

Alain Ducasse comunicou que os menus « devem valorizar os legumes e produtos da estação, evitar muita gordura, açúcar e sal » entretanto cada um fará uma interpretação a sua maneira… A França é considerada um dos  melhores países para se comer no mundo, e sua gastronomia é reconhecida como patrimônio mundial pela Unesco.

Bon appétit.

7e6388677c811b04dc963aaa451778db

 

9561c4fada06f241ae1188c91a29eb3f

São Paulo é uma das cidades que conta com mais participantes no mundo, confira aqui a lista dos restaurantes participantes e faça sua reserva!

www.tbfoto.com.br LE VIN - SP/SP - 13/06/2011 Foto: Tadeu Brunelli ATENÇÃO: Toda foto deve ser publicada com o crédito do autor, de acordo com a Lei Nº 9.610 de 19/02/1998.

Le vin

 imagem_release_381444

Le Vin

Avek

Chef : Alain Uzan

Rua Joaquim Antunes, 48 – Pinheiros – zona Oeste – São Paulo-SP

Tel.: (11) 2507-5932

Bistrot de Paris

Chef : Alain Poletto

Villa San Pietro – Rua Augusta 2542 – Centro – São Paulo-SP

Tel.: (11) 3060-9736

Ça-va restaurant

Chef : Antonio Carlos Cirelli

Rua Carlos Comenale, 277 – Centro – São Paulo

Tel.: (11) 3285-4548

Chef Rouge Restaurant

Chef : Wagner Resende

Rua Bela Cintra, 2238 – Centro – São Paulo

Tel.: (11) 3081-7539

Eau French Grill

Chef : Thierry Buffeteau

Grand Hyatt Sao Paulo – Avenida das Nações Unidas, 13301 –Itaim Bibi – zona Oeste – São Paulo

Tel.: (11) 2838-1234

Espace cultural “Laurent”

Chef : Laurent Suaudeau

Rua Groelandia 372 –Jardins – São Paulo

Tel.: (11) 3887-0170

L’Amitié

Chef : Yann Corderon

Rua Manoel Guedes, 233 – Itaim Bibi – São Paulo

Tel.: (11) 3078-5919

Le Bilboquet

Chef : Rodrigo Fischer

Rua Vittorio Fazano, 49 – Centro – São Paulo

Tel.: (11) 2615-1511

Le Jazz Brasserie

Chef : Chico Ferreira

Rua dos Pinheiros, 254 – Pinheiros – zona Oeste – São Paulo

Tel.: (11) 2362-5065

On Va Manger

Chef : Jean-christophe Burlaud

Rua Sao Miguel, 89 – Bela Vista – São Paulo

Tel.: (11) 4561-1562

Oui

Chef : Caio Ottoboni

Rua Vupabussu, 71 – Pinheiros – São Paulo

Tel.: (11) 3360-4491

Restaurant La Casserole

Chef : Marie France Henry

Largo do Arouche, 346 – Centro – São Paulo

Tel.: (11) 3331-6283

Rive Gauche Cuisine

Chef : Luciano Gama

Shopping Cidade Jardim – Av. Magalhaes de Castro, 12000 – 3° Piso  – Berrini – zona Sul – São Paulo

Tel.: (11) 3758-2616

Sarrasin

Chef : João Souza

Rua Mello Alves, 227 – Centro – São Paulo

Tel.:  (11) 3031-1594

Skye Restaurant&Bar

Chef : Emmanuel Bassoleil

Av. Brigadeiro Luis Antonio, 4700 – Hôtel Unique – Bela Vista – São Paulo

Tel.: (11) 3055-4730

Tartar & Co.

Chef : Erick Jacquin

Av. Pedroso de Morais, 1003 – Pinheiros –  São Paulo

Tel. : (11) 3031-1020

Le Vin Bistro

Chef : Manuel Mendonça

Alameda Tiete, 184 – São Paulo

Tel .: (11) 3081-3924

Rua Paes de Araujo, 137 – Itaim Bibi – zona Oeste – São Paulo

Tel.: (11) 3168-3037

Morumbi Shopping – Piso Lazer – Av. Roque Petroni Junior 1089 Loja 48

Tel.:  (11) 5183-2982

Rua Armando Penteado, 25 – Higienópolis – zona Oeste – São Paulo

Tel.: (11) 3668-7400

L’Entrecote de Paris

Chef: Toninho

Rua Pedroso Alvarenga, 1135 – Itaim – São Paulo

Tel.: (11)3078-6942

Fontes:
http://int.rendezvousenfrance.com/fr/gout-france-good-france
http://saopaulo.ambafrance-br.org/Gout-de-France-restaurantes
http://fotojornalonline.blogspot.com.br/2015/03/sao-paulo-participa-do-gout-de-good.html
http://comidasebebidas.uol.com.br/noticias/redacao/2015/03/10/franca-inspira-jantar-simultaneo-em-150-paises-nos-cinco-continentes.htm
http://www.leblog.com.br/2015/03/gout-de-france-a-gastronomia-francesa-celebrada-no-mundo/
http://wikilicias.com.br/2015/03/13/le-vin-bistro-participa-do-gout-de-france-good-france/
http://www.diplomatie.gouv.fr/fr/politique-etrangere-de-la-france/tourisme/evenements-et-actualites-lies-a-la-23187/article/gout-de-france-good-france-un

Read more...

Flickr

RSS URL not defined

Entre em contato!

Tel. 55 11 9641 0432

Áreas atendidas – São Paulo, SP
_Higienópolis
_Pacaembú
_Perdizes
_Bela Vista
_Outras áreas: consulte!

Visite minhas redes sociais:

Scroll to top