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“How to be parisian wherever you are – Love, style and bad habits” – livro de Audrey Diwan,Caroline de Maigret, Sophie Mas e Anne Beret

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É o livro do momento, por ser um tema que fascina as mulheres: “How to be parisian wherever you are - Love, style and bad habits” (Em versão literal, “Como ser parisiense onde quer que você esteja – Amor, estilo e maus hábitos”). Escrito por quatro amigas, Audrey Diwan, a top Caroline de Maigret, Sophie Mas e Anne Beret, quatro exemplos da parisiense em todo seu esplendor, as autoras se lançam em um exercício literário onde mostram o estilo de vida de uma parisiense, falando sobre vida social, família, receitas,onde se divertir, moda, beleza, life style, amor e homens.

As autoras Audrey Diwan, Caroline de Maigret, Sophie Mas e Anne Beret

Da esquerda para a direita: a jornalista Audrey Diwan, a embaixadora da Chanel e musa da Lancôme Caroline de Maigret, a produtora Sophie Mas e a escritora Anne Berest

livro - como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo

É um livro diferente, franco, autêntico e divertido sobre o que é ser uma parisiense hoje em dia — como elas se vestem, se divertem e se comportam — pelas autoras: a jornalista Audrey Diwan, a embaixadora da Chanel e musa da Lancôme Caroline de Maigret, a produtora Sophie Mas e a escritora Anne Berest,  que agora, compartilham neste livro:

A mulher francesa não é apenas magra, chique e elegante. É também um pouco egocêntrica, mandona e esnobe. O estilo que mata a concorrência feminina de inveja não é feito só daquele talento para fazer tudo parecer simples e natural. Nessa receita, rebeldia e espírito transgressor também são fundamentais.  Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo quebra justamente o ideal de perfeição atrelado a essa mítica figura, ensinando os truques de quatro mulheres deslumbrantes, contemporâneas e realizadas, para ir muito além da capacidade de se manter magras – mesmo com dieta à base de taças de vinho e bagettes diárias – ou de criar filhos perfeitamente comportados. A primeira lição que elas ensinam, aliás, é fugir dos padrões de bom comportamento.”

Para as autoras, cada parisiense carrega uma Simone em seu passado, segundo três categorias: as Simone Veil, as Simone de Beauvoir e as Simone Signoret – três mulheres icônicas na França.

O livro ainda fala sobre filhos, relacionamentos, trabalho, estilo, gastronomia, cultura, moda e muito mais. Revela segredos e defeitos, faz piada dos próprios sentimentos e comportamentos complicados e até contraditórios. As escritoras até admitem que as parisienses são meio esnobes, um pouquinho egocêntricas e imprevisíveis, mandonas e cheias de opiniões, mas também meigas e românticas, tudo com humor e estilo que vão do ácido ao sofisticado, sem rodeios e muito francas.

Aliás, ao longo do livro tem dicas curiosas do coração a beleza & tratamento, como:

– “Resolva os desentendimentos na cama, jamais numa longa DR”.

– Que estratégia usar para conquistar o homem desejado? “Cancele o encontro 15 minutos antes sem justificativa, pedindo mil desculpas“.

– “As francesas evitam usar base, que tem o mesmo efeito de uma mortalha. Ela unifica; logo, banaliza (…). Em vez da base, passe um creme hidratante, que os maquiadores profissionais utilizam como ponto de partida pra toda maquiagem. Depois, disfarce as imperfeições (olheiras, o lado do nariz, espinhas) com um corretivo, como o Touche Éclat da YSL, ou com um BB Cream. Se você realmente não consegue abrir mão da base, então desenvolva o hábito de misturá-la com um pouco de creme hidratante, para atenuar o efeito”.

–  “Combine preto com azul marinho (e rosa com vermelho, como Yves Saint Laurent)” .

Bem ao estilo bem low profile, Caroline de Maigret, modelo de grifes como a maison Chanel e atual e novo rosto da Lancôme afirma que a mulher francesa não é de aparecer ultra maquiada e super arrumada, e mostra num pequeno e divertido vídeo (4’49” em português) sobre 10 hábitos de “Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo:

Querem saber um pouquinho sobre estas 4 incríveis autoras?

Anne Berest é a autora de dois romances e uma biografia de Françoise Sagan, publicada em 2014  (lançada este ano pela editora Stock). Ela também escreve para televisão, cinema e teatro.

Audrey Diwan tornou-se roteirista depois de estudar jornalismo e ciência política. Escreveu o roteiro de La french, de Cédric Jimenez, com Jean Dujardin, e agora trabalha em seu primeiro longa-metragem como diretora. Também é colaboradora da revista Stylist.

Caroline de Maigret estudou Literatura na Sorbonne e depois mudou-se para Nova York para trabalhar como modelo. Voltou para Paris em 2006 para fundar sua gravadora. É embaixadora da Chanel desde 2012 e ajuda mulheres em todo mundo por meio da ONG CARE. Em 2014 se tornou musa da Lancôme. Em 2015, deve lançar uma linha de cosméticos com a Lancôme, e partilhar alguns truques que aprendeu trabalhando com alguns excelentes maquiadores.

Sophie Mas nasceu e cresceu em Paris. Depois de se formar pela Sciences Po e HEC, fundou sua própria empresa cinematográfica e trabalha como produtora em Los Angeles, Nova York e São Paulo.

O livro que tem o selo Fontanar, pela Editora Objetiva, foi lançado ao preço de R$30,70 e R$27,90 o e-book – e já está como o primeiro livro mais vendido – veja AQUI no NYTimes. Aliás, super interessante para dar de presente no Natal para as amigas.

 

How to be Parisian wherever you are: Meet Anne Berest.

Meninas superpoderosas: Caroline de Maigret, Anne Berest, Sophie Mas e Audrey Diwan: autoironia e humor Divulgação

Chega ao Brasil ‘best-seller’ que desconstrói mitos sobre a mulher parisiense.“Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo” teve lançamento em 18 países.

No idos do século XVIII, o filósofo Jean-Jacques Rousseau já dizia que a mulher parisiense, em seu vestuário e atitude, servia de modelo ao restante do mundo. O mito se cristalizou no centenário seguinte, nos romances de Honoré de Balzac e na adição de ingredientes de sedução e eroticidade. Objeto de estudos e da admiração de estrangeiros, a parisiense se tornou um substantivo e um adjetivo de múltiplos contornos e definições, ilustrada em versos, na literatura ou no cinema. Este ano, em meio a conversas e filosofias de bar, quatro amigas parisienses trintenárias decidiram elaborar sua desconstrução da lenda. Caroline de Maigret, Anne Berest, Audrey Diwan e Sophie Mas, amigas de longa data, juntaram-se para escrever um livro em que jogam com os clichês, descrevem as contradições e analisam a superficialidade e a essência da mulher parisiense contemporânea. A ideia, segundo elas, foi misturar sensibilidade e inteligência com autoironia e bom humor.

— Tudo começou como uma brincadeira e uma discussão sociológica, nos perguntando se somos ou não todos estes clichês que nos aplicam, e por quê. Procuramos fazer um calidoscópio da parisiense, falar cruamente sem nunca mentir — conta Sophie, assentada num café no bairro de Strasbourg Saint-Denis, próximo a sua casa.

A receita deu frutos. As confissões de bar e o brainstorming viraram “Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo”, com lançamento em 18 países , e  com direito a figurar na relação de best-sellers do “The New York Times”, nos EUA. Prova de que o mito perdura.

— Os franceses são amados e detestados, porque são de má-fé e altivos, e têm também humor. E aí entram a cultura, os séculos, a moda, a culinária, e esta mistura toda produz ao mesmo tempo algo irritante e atraente. Não somos como o Brasil, um país jovem, e por vezes todo este patrimônio é uma camisa de força para nós. Somos mais complicadas, mas estamos tentando ser mais abertas — diz Sophie.

Para as autoras, cada parisiense carrega uma Simone em seu passado, segundo três categorias: as Simone Veil, as Simone de Beauvoir e as Simone Signoret.

A primeira, como ministra da Saúde, entrou para a História no dia em que o aborto foi descriminalizado na França: arquétipo da mulher inteligente, feminista, iconoclasta, inabalável, ela é o modelo para as jovens politizadas, definem elas. A segunda, também feminista, encarna o típico jeito de amar da francesa, sendo “a mulher de” sem desparecer por trás do marido, no caso, o pensador Jean-Paul Sartre: ela é o ideal das sedutoras amazonas, que apreciam agradar sem demonstrar que se importam com isso. A terceira é a heroína que se sacrifica pelo homem que amou, o ator Yves Montand, que teve um caso com a estonteante Marilyn Monroe. Seu mantra: “O segredo da felicidade no amor não é ser cega, mas saber quando fechar seus olhos.”

Das primeiras feministas do século XVII, as parisienses herdaram “esse biquinho blasé, acompanhado de uma expressão um pouco fria e distante, sua marca registrada”, apontam as autoras. Mas de um extremo ao outro, passando da indiferença à amizade, elas sabem estabelecer sólidos laços, garantem. A parisiense é apaixonada pela ideia do amor, “num grau patológico”. Escreve cartas que nunca serão enviadas. Gasta fortunas em lingeries que ninguém nunca verá. Apaixona-se por três homens na mesma semana com a mesma intensidade. Sonha com uma vida com alguém que ela nem mesmo conhece. E é incrivelmente fiel, mas nem sempre ao mesmo homem, sustentam elas.

Na França, é raro encontrar mulheres de 35 anos que passaram por alguma cirurgia estética, asseguram: “As mulheres parisienses não querem se passar por quem não são. Porque, na verdade, mais do que parecer jovem — o que é uma ilusão — o que elas querem é tornarem-se a melhor versão de si mesmas, por dentro e por fora, em qualquer idade.”

“Ser parisiense não é nascer em Paris, mas renascer nela”, disse o ator e cineasta francês Sacha Guitry (1885-1957). A premissa é confirmada pelas autoras, que nomeiam mulheres estrangeiras como verdadeiras parisienses, entre elas a austríaca Maria Antonieta, rainha decapitada na Revolução Francesa; a americana Joséphine Baker, dançarina, cantora e militante na Resistência durante a Segunda Guerra Mundial; a atriz Romy Schneider, nascida em Viena, “exemplo de feminilidade para as parisienses”; ou a britânica Jane Birkin, atriz e cantora, companheira de Serge Gainsbourg e adotada como “patrimônio nacional”.

Que livros a parisiense guarda em sua estante? “O estrangeiro”, de Albert Camus; “Partículas elementares”, de Michel Houellebecq; “Bela do senhor”, de Albert Cohen; “Bom dia, tristeza”, de Françoise Sagan; “Madame Bovary”, de Gustave Flaubert; “A espuma dos dias”, de Boris Vian; “Lolita”, de Vladimir Nabokov; “Viagem ao fim da noite”, de Louis-Ferdinand Céline, “As flores do mal”, de Charles Baudelaire; e “No caminho de Swann”, de Marcel Proust.

Para a parisiense, o tédio é seu jardim secreto; e a solidão pode ser um luxo. E não é porque há 150 anos um francês pintou “A origem do mundo” (Gustave Courbet, 1866) que ela pode andar nua a seu bel-prazer: “A nudez deve ser tratada como uma aparição”, defendem as autoras. E citam François Truffaut, em “O homem que amava as mullheres” (1977): “As pernas das mulheres são compassos que percorrem o globo terrestre em todas as direções, dando-lhe seu equilíbrio e sua harmonia.”

Para o escritor Alexandre Dumas filho (1824-1895), Deus criou o parisiense para que os estrangeiros nada pudessem entender dos franceses. Neste caso, poderia ser usado o substantivo feminino. Aos representantes do sexo masculino interessados, as quatro autoras ressaltam: “Não se esqueça, as parisienses têm estranhos gostos: elas devoram ostras e escargots”.

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Não vou colocar sinopse porque não vem ao caso, mas explico rapidinho que esse livro é uma coletânea de textos, dicas, listas e situações bem humoradas que tentam resumir em mais ou menos 250 páginas, a essência de ser parisiense.

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Você não precisa ler página por página para curtir o livro. Eu diria que é uma leitura descompromissada e deliciosa.

O que eu mais gostei em “Como ser uma parisiense” é que ele desmistifica a parisiense. Apesar de existir a visão daquela mulher naturalmente elegante e intocável, você repara que as atitudes são essenciais para dar vida ao estilo que tanta gente admira. E, acredite se quiser, essas atitudes e pensamentos não são muito diferentes do que já passou pela sua cabeça um dia.

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Com muito humor, o livro dá a oportunidade para as leitoras de conhecerem um pouco mais da maneira de viver da habitante da capital francesa. Após ler o livro, você tem a certeza que ser  uma parisiense é, antes de tudo, um estilo de vida, e que pode-se ser uma parisiense mesmo tendo nascido longe de Paris. Há momentos super engraçados, quando elas debocham delas mesmas, contando seus maus hábitos. A edição é um sucesso e está na lista dos 10 livros mais bem vendidos do momento. Escrito em inglês,  já foi traduzido para o português e será traduzido em breve em outros idiomas.

A modelo Caroline de Maigret, co-autora do livro "Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo", é vista em 6 de outubro de 2014, em Paris

A modelo Caroline de Maigret, co-autora do livro “Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo”

Abrace sem complexos a esnobe que vive dentro de você. Use vermelho com cor-de-rosa. Coma ostras em casa e vá pra cama antes da meia-noite em pleno réveillon. Estes são alguns dos conselhos do manual “Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo”.

Escrito a quatro mãos (francesas), o livro de 272 páginas chegou ao mercado brasileiro no início de novembro pela editora Fontanar e fala dos maus hábitos da parisiense até como segurar uma minissaia. “Amigas de toda a vida”, as autoras recorrem sem medo à ironia, ao estereótipo e às contradições da habitante da cidade-luz.

Segundo a modelo Caroline de Maigret e suas três cúmplices na tarefa de desvendar os segredos dessas misteriosas mulheres, as parisienses não se matam para ser amigas dos filhos, não dão duro demais pela aparência e não ligam para dentes super brancos.

Elas adoram azul marinho com preto, bolsas que não combinam com a roupa, e não sonham em subir ao altar usando um vestido bufante – ao contrário, adorariam casar vestindo um smoking, igual ao do noivo.

Grávidas, substituem o clássico “Bloody Mary” (aquele drink que mistura suco de tomate temperado com vodka) por um “Virgin Mary”, mas esse é o máximo de santidade que desejam – e os salto altos só são deixados de lado na sala de parto.

Na hora de organizar um jantar em casa, a ideia é aparentar que tudo foi improvisado e sem esforço, mesmo que antes tenha quase morrido de stress. E depois de discutir política, sabem direcionar a conversa para o segundo tópico preferido dos parisienses: “sexo”.

As mancadas listadas – ou “faux pas”, para não sair da linha – incluem usar jargão corporativo, ter uma foto do casamento na sala de estar ou mais de duas cores no cabelo.

- Você não é santa -

Quanto à infidelidade, a regra de ouro é negar. “O que é bom para você é bom para o relacionamento – você está apenas sendo uma namorada dedicada”, sugerem.

Em entrevista à AFP num café de Paris, Caroline de Maigret é a imagem da típica parisiense. Mas esta modelo de 39 anos, embaixadora da maison Chanel, insiste que o objetivo do livro é justamente desmantelar, e não fomentar, estereótipos.

“Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo” é também assinado por Anne Berest, Audrey Diwan e Sophie Mas. A ideia partiu de Caroline, interrogada mundo afora sobre os segredos da parisiense.

“Eu estava viajando muito e todo mundo me perguntava sobre as parisienses”, conta a modelo.

De Maigret diz esperar que o livro seja divertido e mostre que a parisiense sai da linha, mas que sirva também como uma espécie de manual de auto-ajuda para a mulher moderna.

- Tempo para viver -

Como muitas mulheres que combinam maternidade e trabalho, Caroline de Maigret diz que o tempo é seu maior artigo de luxo.

“Adoro ter tempo para almoçar e jantar com calma, e Paris me dá isso”, comenta. “Acho que hoje em dia existe muita pressão sobre as mulheres, e mesmo sendo um livro frugal, contém boas doses de feminismo”.

Antes de tudo, diz ela, sua intenção é acabar com a ideia de que a mulher parisiense é perfeita. Aberta às excentricidades, pula o café da manhã, leva ostras para comer em casa e se deita cedo na noite de ano novo.

“Esse ideal de mulher que cozinha, cria filhos perfeitos e é estilosa sem esforço é tão clichê”, desabafa. “É uma ilusão pensar que é possível ser todas essas mulheres ao mesmo tempo”.

“O livro é uma tentativa de explicar que, sim, você é essa mulher, mas não todos os dias, e dizer a todas nós que deixemos de correr atrás desse ideal”, agrega.

Ao contrário, Caroline de Maigret aconselha as mulheres a descobrirem quem são e a “concentrarem-se nisso”. “Desse jeito, sobra tempo para fazer muitas outras coisas”, conclui.

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Lançamento do livro na vitrine da Colette

Lançamento do livro na vitrine da Colette

O lançamento na boutique Colette, em Paris, foi uma verdadeira festa, na qual se juntaram às autoras a editora-chefe da Vogue Paris, Emmanuelle Alt, e a modelo Saskia, e tomaram um chá na vitrine da boutique, para o delírio dos inúmeros fotógrafos presentes.

Ótima leitura

Meninas superpoderosas: Caroline de Maigret, Anne Berest, Sophie Mas e Audrey Diwan: autoironia e humor Foto: Divulgação

Meninas superpoderosas: Caroline de Maigret, Anne Berest, Sophie Mas e Audrey Diwan: autoironia e humor Divulgação

Quatro francesas respondem questionário sobre a parisiense

Caroline de Maigret, Anne Berest, Sophie Mas e Audrey Diwan , autoras do livro “Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo”, lançado em 18 países, respondem questionário sobre a mulher da capital francesa.

 

Confira:

A parisiense em três palavras?

Caroline de Maigret: Elegante, engraçada e chata.

Anne Berest: Chique, sem esforço, neurótica.

Audrey Diwan: Faz questão de nunca estar onde é esperada.

Sophie Mas: Aventureira, elegante, de má-fé.

Uma canção da parisiense?

CM: “Time is on my side”, Rolling Stones.

AB: “Je ne suis pas parisienne”, Marie-Paul Belle.

AD: “L’amour et la violence”, Sébastien Tellier

SM: “Je t’aime, moi non plus”, Serge Gainsbourg.

Uma cena de filme?

CM: “Amantes constantes”, Philippe Garrel

AB: Catherine Deneuve vestida de Yves Saint-Laurent comendo chips, em “La Chamade”, de Alain Cavalier.

AD: Quando Romy Schneider beija Michell Piccoli pela última vez, sem o saber, em “As coisas da vida”, de Claude Sautet.

SM: Catherine Deneuve em “A bela da tarde”, de Luis Buñuel.

A primeira frase de um livro?

CM: “Esta manhã, você decidiu fazer unicamente o que te dará prazer.”

AB: “Um vestido só tem sentido se um homem tiver vontade de tirá-lo”, de Françoise Sagan.

AD: “Eu me olho seguido no espelho”, em “Le Bavard”, de Louis-René des Forêts.

SM: “A primeira vez em que viu Bérénice, ele a achou francamente feia”, em “Aurélien”, de Aragon.

E a última?

CM: “Tudo não acaba sempre bem, mas como nos divertimos!”

AB: “E tudo recomeçou.”

AD: “Quem sabe? Um dia, talvez, eu serei feliz. Quem sabe?”, em “Os mandarins”, de Simone de Beauvoir.

SM: “Eles não se casaram, mas tiveram muitos filhos.”

O quadro da parisiense?

CM: “A origem do mundo”, Courbet.

AB: “Thérèse”, Balthus.

AD: “A liberdade guiando o povo”, Eugène Delacroix.

SM: Um Pierre Soulages, negro e simples.

Um desejo da parisiense?

CM: A negligência.

AB: Estar todo o tempo apaixonada.

AD: Que cada dia não se pareça forçosamente com o anterior.

SM: O exotismo.

Um país estrangeiro da parisiense?

CM: Em qualquer lugar.

AB: Onde quer que seja, em Channel N°5.

AD: Penso que a parisiense moderna gosta de se expatriar, não na Alemanha, mas em Berlim.

SM: Todos, desde que ela possa depois voltar para casa.

A bebida da parisiense?

CM: Um cálice de Borgonha.

AB: Um cálice de vinho tinto, obviamente.

AD: Café preto, vinho tinto, depende.

SM: Quatro expressos.

Um lembrança?

CM: Nós quatro a rir, chorar, brigar e rir novamente.

AB: Criança, retornar a Paris após férias.

AD: A primeira vez em que pousei as malas na minha casa em Montmartre. Olhei pela janela e soube que ela seria minha.

SM: Um piquenique de aniversário com amigos no Jardim de Tulherias, com champanhe na roda-gigante.

Um hábito da parisiense?

CM: Colocar os óculos de sol no verão e no inverno.

AB: Assumir seus defeitos.

AD: Ler na direção nos engarrafamentos.

SM: Parar de fumar.

Um mistério da parisiense?

CM: Se calar sobre detalhes fúteis do cotidiano, que só a ela pertencem.

AB: Sua capacidade de inventar sua vida, para se tornar sua própria heroína.

AD: A capacidade de fazer seus defeitos passarem por qualidades.

SM: Seu penteado despenteado.

O modelo de homem da parisiense?

CM: Entre o ultrafeminista e o machão.

AB: Woody Allen.

AD: Jean-Paul Belmondo em “Acossado”.

SM: Um homem que tenha humor, e que não nos leve muito a sério.

Que imagem tem da mulher brasileira?

CM: Sexy e cheia de vida.

AB: Alegre, generosa, pronta a encantar.

AD: Longínqua, fantasia de todos os parisienses.

SM: Sexy, uma mão de ferro em luvas de pelica!

 

 

The book is the story of…

It’s the story of four girlfriends. We’ve known each other forever and wanted to do something together. We had the idea at the end of a party, in the kitchen, over a glass of red wine.

What is the idea behind the book?

It’s absolutely not an address-style travel guide, it’s actually aimed at foreigners, abroad. The idea is that very often, the most Parisian of parisiennes often come from elsewhere, whether we’re talking Marie Antoinette, Joséphine Baker or Jane Birkin. It’s the female version of  Sacha Guitry’s idea that: “being Parisian doesn’t mean you were born in Paris, it’s about being re-born in Paris.” It’s an attitude. It’s the way you do your hair, the way you dress, the way you have become mates with the guy who serves your coffee in the morning, the way you’ve set up office in the café on the corner. It’s also the questions that Caroline and Sophie – who travel a lot – are asked most frequently.

How to be Parisian wherever you are: Meet Anne Berest

What are her flaws?

The Parisian assumes her faults, she even cultivates them. It’s like her attitude to age. No-one wants to get older, but she knows how to do something at each stage of her life. And the Parisian doesn’t really feel fulfilled until at least 30.

Where can we find her, when she’s not in Paris?

Anywhere she can order a good glass of Bordeaux and a cheese plate. And in the most improbable smoking areas… because she’ll always find one.

Above, Anne Berest. Credit: A.Guirkinger

 

Fontes:

http://lulacerda.ig.com.br/categoria/variedades-direto-de-paris/

http://intothegloss.com/2014/09/how-to-be-parisian-wherever-you-are-review/

http://en.vogue.fr/fashion-culture/fashion-books/diaporama/how-to-be-parisian-wherever-you-are-meet-anne-berest/20188

http://ela.oglobo.globo.com/vida/quatro-francesas-respondem-questionario-sobre-parisiense-14344763

http://www.f-utilidades.com/2014/11/12/book-do-dia-como-ser-uma-parisiense-em-qualquer-lugar-do-mundo

https://br.noticias.yahoo.com/ser-parisiense-traia-pule-caf%C3%A9-manh%C3%A3-diz-livro-193213325.html

http://coisasdagigi.com/2014/11/24/best-seller-do-ny-times-no-brasil-como-ser-uma-parisiense-em-qualquer-lugar-do-mundo/

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Salon du cheval de Paris

O Salão do Cavalo de Paris é uma excelente ocasião para admirar centenas de magníficos exemplares de cavalos de todas as raças e de assistir a vários espetáculos e atividades.

Os visitantes também poderão informar-se sobre a atualidade do setor equestre, graças aos numerosos expositores profissionais presentes para divulgar os últimos produtos, serviços e tendências do mundo do cavalo.

 

 

Na Noite do Cavalo 2014, o cavalo dança! Dias 28, 29, 30 de novembro 2014, no Salão do Cavalo de Paris

Organizada como parte do Salão do Cavalo de Paris (do 28 de novembro ao 7 de dezembro). A Noite do Cavalo acontecerá dias 28,29 e 30 de novembro de 2014, no Parc des Expositions Paris Nord Villepinte. O espetáculo HORSEDANCE, encenado por Antonio GIAROLA, simbiose entre dança e arte equestre, faz uma homenagem aos movimentos tanto fluidos como ritmados do cavalo.

théatre du centaure

Entre energia e harmonia HORSEDANCE será uma viagem onde as cores, sons e culturas do norte da África, Argentina e Espanha vão reunir-se através de um grande número de artistas de renome: Manolo, do Teatro de Centauro, a grande Companhia de Cordoba Equestre e a Guarda Republicana serão as atrações principais desta nova viagem.

A qualidade deste espetáculo equestre será dada graças a participação de artistas na Noite do Cavalo. Manolo do Teatro de Centauro, Sylvie Willms, Gianluca Copetta, a grande Companhia Equestre de Córdoba se juntarão com a presença tradicional da Guarda Republicana para oferecer um espetáculo dos mais fascinantes.

A equitação tradicional baseia-se na plena adesão do cavalo seguindo a vontade de seu cavaleiro, expressada pela ação das mãos e das pernas e pela posição na sela. Proibindo qualquer estresse, os cavaleiros irão pedir no momento de montar seus cavalos, uma sucessão de movimentos visando desenvolver a forca e a flexibilidade, sempre respeitando a harmonia muscular do animal.

Parc des Expositions Paris Nord, Villepinte
ZAC Paris Nord 2
93420 Villepinte 2
Duração do espetáculo : 1 h 45 

 

Desfile em Paris

150 chevaux et 70 attelages défileront dans la capitale et mettrons les chevaux islandais à l’honneur ! Cet événement célébrera l’ouverture de la  43e  édition Salon du Cheval de  Paris

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Village-enfant

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Le village enfants accueillera les plus petits pour un voyage dans le monde du cirque !!! Baptême à poneys, voltige, ateliers de soins et pleins d’autres surprises vous attende

A competição e o esporte 

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Venez assister à des épreuves d’exception Gucci Paris Masters, Championnat du monde du cheval arabe, Western, Indoor de France

Prática da competição

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Découvrez les différentes disciplines dressage, saut d’obstacles, CCE, horse-ball, polo, attelage, hunter, endurance, voltige… il y en aura pour tous les goûts ! Des professionnels  vous présenteront aussi les différents soins adaptés aux chevaux de concours

Bien être et Santé du Cheval

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Connaître, comprendre, soigner et aimer, telles sont les notions qui animent l’espace Bien-être et Santé du cheval

Vejam o vídeo do Salon du Cheval de Paris 2013

Salon du cheval de Paris

du samedi 29 novembre 2014 au dimanche 07 décembre 2014

Le plus grand événement équestre de l’année.Entre les courses, l’équitation sportive ou de loisirs, et le tourisme équestre, le marché hippique en France est en expansion et l’engouement des Français pour l’équitation toujours en progression. Le salon du cheval de Paris s’inscrit pleinement dans cette tendance forte.Une offre complète d’équipements pour le cheval et le cavalier, avec plus de 450 exposants, des événements internationaux, des spectacles et compétitions ; plus de 1800 chevaux, un village consacré aux enfants. Avis à tous les amoureux du cheval.

Spécificités du programme

Avec notamment au programme du Salon du cheval de Paris 2014 :

Hall d’exposition : 450 exposants, le village Enfants avec sa carrière et son rond de voltige, la carrière Fédérale, carrière Multisport & Western, le pôle métiers et formations…

Concours et spectacles :

Nuit du Cheval
Gucci Paris Masters CSI 5*
Championnat du Monde du Cheval Arabe
Paris’Cup d’Attelage
Master International de Voltige
Top of CREIF
CSO et Dressage jeunes chevaux…

 

Fontes:

http://www.salon-cheval.com/

http://www.evous.fr/Salon-du-cheval-de-Paris,1116388.html

http://www.tourisme93.com/document.php?pagendx=815&engine_zoom=FMAIDFC930028094

http://www.parisinfo.com/sortie-paris/106313/Salon-du-cheval-de-Paris

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Jeff Koons, a retrospectiva no Centre Pompidou

Jeff Koons, Balloon Dog (Magenta), 1994-2000 -Courtesy of the artist & Centre Pompidou, Paris — Photo © Philippe Migeat

A exposição acontece de 26 de novembro a 27 de abril 2015, no Centre Pompidou. É a primeira vez que uma instituição criteriosa como o Centre Pompidou expõe um artista como Jeff Koons.

O artista norte-americano Jeff Koons, de 58 anos, é foco de atenção no cenário das artes visuais desde os anos 1980. Seus trabalhos geram infindáveis discussões sobre temas como, por exemplo, o significado da arte na era da saturação da mídia, a vida do artista como obra e o impacto do marketing e do mercado de arte sobre a própria a arte. Koons é muitas vezes chamado de “o sucessor de Andy Warhol”.

Primeira grande retrospectiva na Europa , Jeff Koons , a retrospectiva  mostra sua obra polêmica de 1979 até os dias atuais . A viagem cronológica vai destacar os diferentes ciclos de sua obra , as primeiras obras concebidas como uma herança herdada da pop art , o diálogo atual com os grandes predecessores . Apresentação, em avant premiére de algumas das novas criações do artista norte-americano , mais suas obras mais famosas , incluindo Rabbit (1986) , Michael Jackson e Bubbles (1988), Balloon Dog (1994-2000) e a série aquário Equilibrium (1985) também estarão presentes.

Rabbit (1986)

Michael Jackson e Bubbles (1988)

  Clique aqui para ver um outro vídeo sobre a exposição : https://www.centrepompidou.fr/id/cABRrbG/r4ydaM6/fr

Un visiteur de l’exposition Koons au Centre Pompidou photographie un “Balloon dog”, le 25/11/14 (Jacques Brinon/AP/SIPA)

Jeff Koons est exposé au Centre Georges Pompidou à Paris jusqu’au 27 avril. ©Ginies/Sipa

“Le Centre Pompidou présente la première rétrospective majeure consacrée, en Europe, à l’oeuvre de Jeff Koons prenant pour la première fois la mesure complète de l’oeuvre de l’artiste américain, de 1979 à nos jours.

Le célèbre Popeye de Jeff Koons, au Centre Pompidou

Comment se servir de la palette fifties des aspirateurs Hoover pour créer un ready-made qui est à la fois du pop art et une référence au minimalisme de Flavin.  New Hoover Quik Broom, New Hoover Celebrity IV, 1980 , appartient à la collection Murderme, c’est-à-dire l’artiste Damien Hirst.

“Jeff Koons, la rétrospective” au centre Pompidou, à Paris

Jeff Koons considère les Inflatables comme sa première série. Elle se compose de jouets gonflables

Rabbit 1986 by Jeff Koons

Michael Jackson and Bubbles (1988)

L’artiste américain Jeff Koons aux côtés de son “Balloon dog” lors d’une exposition à Bâle Fabrice Coffrini  /  AFP/Archives

(c) Jeff Koons

Cette exposition organisée par le Centre Pompidou est la première exposition majeure organisée à Europe pour l’artiste. Sculptures, peintures, installations venues du monde entier composeront cette exposition. Suivant un parcours chronologiques, vous pourrez suivre et comprendre l’évolution artistique de Jeff Koons,depuis ses premières œuvre concue en héritage du Pop Art aux œuvres actuelle qui renvouellement l’art contemporain.

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© Jeff Koons

© Jeff Koons

Jeff Koons devant “Antiquity 3″, huile sur toile, exposée à la rétrospective

Cinco coisas que você não sabe sobre: Jeff Koons

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Jeff Koons, Teapot, 1979 Théière, Courtesy of the artist & Centre Pompidou, Paris

Jeff Koons, Gazing Ball (Ariadne), 2013 – Courtesy of the artist & Centre Georges Pompidou, Paris

Jeff Koons, La Rétrospective

E falando em poder de fast fashion, a H&M é a mecenas da primeira retrospectiva, em Paris, do artista Jeff Koons, com um ótimo suporte financeiro.

Jeff Koons au Centre Pompidou © H&M

Faz parte dos objetivos da empresa dar suporte à criação e ao design em todas as formas de expressão.

Jeff Koons Centre Pompidou

Quando: de 26 Novembro 2014  a 27  de Abril de 2015  das 11:00 às  21:00 h
Onde:  Centre Georges Pompidou

Endereço: 19 Rue Beaubourg, –  75003 Paris

Preços :  €13 / reduzido €10

Fontes:

http://www.meltyfashion.fr/hetm-soutient-l-exposition-jeff-koons-l-enseigne-de-mode-devient-mecene-a347658.html

https://www.centrepompidou.fr/cpv/resource/c76Mqn/r9jGGqe

http://blog.parisattitude.com/events/jeff-koons-exhibition-paris.html

http://slash-paris.com/evenements/jeff-koons-la-retrospective

https://www.artpresta.net/events/jeff-koons-au-centre-

http://blog.artsper.com/evenements/les-immanquables-du-mois-novembre/

http://leplus.nouvelobs.com/contribution/1282416-jeff-koons-au-centre-pompidou-un-artiste-subversif-non-classique-et-meme-conformiste.html

http://www.sortiraparis.com/arts-culture/exposition/articles/75029-jeff-koons-au-centre-pompidou

http://www.grazia.fr/mode/news/hm-reedite-son-sac-balloon-dog-pour-la-retrospective-jeff-koons-au-centre-po-705946

http://www.ladepeche.fr/article/2014/11/24/1997899-centre-pompidou-jeff-koons-entre-culture-populaire-art-savant.html

http://www.francesoir.fr/culture-art-expo/centre-pompidou-jeff-koons-lartiste-controverse-le-plus-cher-du-monde

http://www.stylecloseup.net/2014/12/18/jeff-koons-centre-pompidou/

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A street art faz homenagem ao grande Salvador Dali com exposição no Espaço Dali , em Paris

Obra de Arnaud Rabier

Obra de Arnaud Rabier- ARNAUD RABIER NOWART – Dali fait le mur

A street art faz homenagem ao grande Salvador Dali.

Vinte e dois street artistas homenageiam Dali, criando obras em torno do trabalho do artista com o mesmo clima de provocação que se tornou a assinatura do mestre do surrealismo.

À esquerda, trabalho de Kouka: ao lado, tela de Thomas Mainardi

À esquerda, trabalho de Kouka: ao lado, tela de Thomas Mainardi

Thomas Mainardi -La metaphisique de l’Apocalypse 2014

Lado a lado, obra de Keith Haring e Zokatox

Lado a lado, obra de Keith Haring e Zokatox

Veronique Mesnager, expert em arte contemporânea, teve a ótima ideia de convidar jovens artistas urbanos para intervir no universo de Dali.

Obra de Speedy Graphito

Obra de Speedy Graphito SPEEDY GRAPHITO – Dans L’Oeil De Dalí

Trabalho de Pioc PPC

Trabalho de Pioc PPC

O resultado são obras inusitadas e inéditas, que estão em exposição no Espace Dali, em Paris.

Imperdível!

Até 15 de março de 2015.

ARNAUD RABIER NOWART - Cochon-tirelires déguisés en éléphants Daliniens avec apparition Avida Dollarsienne (c) Espace Dali BD

ARNAUD RABIER NOWART – Cochon-tirelires déguisés en éléphants Daliniens avec apparition Avida Dollarsienne

CODEX URBANUS - Selfie (Portrait du Codex en génie) (c)Espace Dali BD

CODEX URBANUS – Selfie (Portrait du Codex en génie)

ARTISTE OUVRIER - Da Lyre (c)Espace Dali BD

ARTISTE OUVRIER – Da Lyre (c)Espace Dali BD

HADRIEN-DURAND-BAÏSSAS-Babou-locelot-portrait-c-Espace-Dali1-2

HADRIEN DURAND-BAÏSSAS – Babou l’ocelot, portrait

JEROME MESNAGER - La charge des éléphants surréalistes (c)Espace Dali BD

JEROME MESNAGER – La charge des éléphants surréalistes (c)Espace Dali BD

Polymorphe, explosive, rebelle, déconcertante, drolatique, insolite, anticonformiste, populaire : s’agit-il de définir la démarche dalinienne ou celle du street art ? Au-delà de la démarche artistique, ce qui rapproche ces créateurs, c’est cette façon de dévoiler le monde: provocatrice, iconoclaste et sauvage. À l’instar de Dalí, les artistes du street art ne s’imposent aucune limite dans leurs sources d’inspiration, leurs matériaux, leurs supports, leurs revendications.

Une vingtaine d’artistes urbains ont ainsi relevé le défi. En dialogue avec les œuvres exposées à l’Espace Dalí, chacun d’eux a créé une oeuvre qui ose confronter l’univers surréaliste au vocabulaire et aux codes de l’art urbain : peinture, pochoir, dessin, lumière, son, installation.

Akiza, Artiste Ouvrier, Fred Calmets, Codex Urbanus, Hadrien Durand-Baïssas, Jadikan, Jérôme Mesnager, Les King’s Queer, Kool Koor, Kouka, Levalet, Thomas Mainardi, Manser, Nikodem, Nowart, Paella, Pioc PPC, Sack, Speedy Graphito, Valeria Attinelli, Zokatos.

Valeria Antinelli-Galipette 2014

Levalet- le castelet 2014

Manser – Godiva 2014

Nikodem, Infusion Vidéoprojetée anarmophique  2014

Jadikan – Stéreogramme 2014

Sack- L’oeil du coeur 2014

Paella – Rencontre au sommet 2014

Ajt Codexurbanus

Thomas Mainardi

Jerome Mesnager

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Kool Koor & Nikoden

Espace Dali

11 Rue Poulbot

75018 Paris

Tarifa: 11€50

Metro:

  • Anvers
  • Abbesses
  • Lamarck Caulaincourt
Horário:  Todos os dias de 10h à 18h. Nocturne du 1er juillet au 31 août : fermeture à 20h00

Fontes:

http://daliparis.com/fr/

http://daliparis.com/

http://thewallartmagazine.com/2014/10/03/dali-fait-le-mur/

http://www.pariszigzag.fr/balades-paris-insolite/expos-paris/dali-fait-le-mur

http://www.novaplanet.com/novamag/34785/dali-fait-le-mur-paris

http://www.montmartre-guide.com/evenements/nouvelle-exposition-a-lespace-dali/

http://www.parissurunfil.com/dali-fait-mur/

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Ator francês faz companhia a George Clooney em campanha da Nespresso

What else? A famosa marca da campanha Nespresso virou bordão e tem ator francês ao lado do galã George Clooney. Jean Dujardin, mais conhecido pelo filme “O Artista”, e colega de trabalho de Clooney em “Caçadores de obras-primas”, aparece no novo vídeo da marca .

Jean Dujardin et George Clooney

George Clooney e Jean Dujardin juntos na nova campanha Nespresso

 

Com estreia  no Brasil  dia 23 de novembro, a nova campanha da Nespresso, estrelada pelo embaixador da marca, George Clooney, conta com a presença do ator francês Jean Dujardin. A saga da campanha, que será um aperitivo do que vem pela frente, está disponível desde o dia 18 de novembro, em diversos sites de notícias, além dos canais oficiais da Nespresso no Youtube (www.youtube.com/nespresso) e no Facebook (www.facebook.com/nespresso).

Making of  do vídeo  da  Nespresso

Estou há muitos anos ligado à Nespresso e acho fantástico como estas campanhas continuam a surpreender e a causar reações tão positivas. É um enorme prazer ter a oportunidade de trabalhar com o Jean neste filme, mesmo que ele tenha levado a melhor!”, comenta George Clooney durante as filmagens.

Imagem da campanha Nespresso "How Far"

Sobre esta colaboração, Jean Dujardin acrescentou: “Gosto muito do humor subjacente às campanhas Nespresso e foi muito divertido trabalhar com o George Clooney nesta campanha. Adoro o café Nespresso e adorei beber um Grand Cru que estava destinado ao George!”.

George Clooney e Jean  Dujardin

A campanha publicitária completa, intitulada “How far” (“Até onde você iria por um Nespresso?”), marca a décima temporada seguida estrelada pelo embaixador da Nespresso, que, como novidade, disputa com o vencedor do Oscar de Melhor Ator de 2012, Jean Dujardin, as originais e icônicas sandálias brasileiras nos vídeos dirigidos pelo aclamado diretor Grant Heslo, produtor e roteirista com indicações ao Oscar.

As originais sandálias brasileiras estão envolvidas na disputa pela última cápsula de Nespresso tendo como cenário o Lago de Como, na Itália. “Com a nova campanha, nos desafiamos a criar um cenário divertido que o público possa se envolver tanto na TV quanto no online. Este ano, trabalhamos também com Jean Dujardin, que nos presenteou com uma dinâmica única para o comercial de TV, a fim de mostrar até onde ambos podem ir para degustar aquele incomparável momento Nespresso”, detalha Amanda Capucho, gerente de marketing da Nespresso Brasil.

 o ator George Clooney foi flagrado aproveitando o conforto de um bom par de chinelos Havaianas no backstage do novo comercial da nespresso.

“Como parte da campanha os vídeos e imagens da saga estarão disponíveis em paineis em aeroportos e mídias digitais, como portais e redes sociais, além de revistas, jornais e em anúncios na TV aberta e fechada”, conclui Capucho.

Um teaser na internet mostra o francês treinando a célebre frase com seu charmoso sotaque. Um outro vídeo teaser, que mostra George de chinelo, faz parte de uma coleção que pergunta “Até onde você iria por um Nespresso?”.

 

Fontes:

http://www.nespresso.com/pt/pt/pages/howfar

http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/

http://www.portaldapropaganda.com/comunicacao/2014/11/0002

http://www.techenet.com/2014/11/george-clooney-e-jean-dujardin-juntos-na-nova-campanha-nespresso/

http://www.youtube.com/user/nespresso/whatelse

https://www.facebook.com/Nespresso.Brazil?brand_redir=1

http://www.directmatin.fr/glamour/2014-08-29/dujardin-et-clooney-reunis-dans-une-pub-nespresso-690222

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A encantadora capela Nossa Senhora da Medalha Milagrosa em Paris

A Capela  Nossa Senhora da Medalha Milagrosa (Chapelle Notre-Dame de la Médaille Miraculeuse), situada na rue du Bac, é o lugar onde, segundo os católicos, ocorreu a aparição de Nossa Senhora das Graças. É uma das igrejas mais visitadas de Paris, principalmente pelos brasileiros.

Capela da Medalha Milagrosa, Paris

Capela da Casa-mãe das Filhas da Caridade, na Rue du Bac, em Paris, onde foi revelada, por Maria Santíssima a Santa Catarina Labouré, a Medalha de Nossa Senhora das Graças conhecida também como Medalha Milagrosa

A história da capela começa em 1813, quando o governo dá o hôtel Châtillon, um palacete aristocrático, para as irmãs da ordem das “Filles de la Charité”. O lugar passa a ser a sede da congregação, fundada por São Vicente de Paula e por Luisa de Marillac (Louise de Marillac).

Entrada da Capela da Medalha Milagrosa, Paris

Logo em seguida, começa a construção da capela, que termina em 1815 e é dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Após as aparições de 1830, o convento recebe uma onda de noviças e tem que ser ampliado. Em 1849, a capela é reformada e nos anos seguintes sofre outras modificações. No centenário das aparições, em 1930, a igreja é quase totalmente modificada e adquire a aparência que vemos hoje.

O órgão da igreja - estes dois quadros - São José e Santa Ana - estão na capela desde 1815

O órgão da igreja – estes dois quadros – São José e Santa Ana – estão na capela desde 1815

As aparições
Segundo fontes da época, relatos da própria vidente e documentos da Igreja Católica, Catherine de Labouré (Catarina) viu Maria por três vezes, em julho, novembro e dezembro de 1830. A jovem francesa, vinda da Borgonha, havia chegado ao convento naquele mesmo ano e era devota de São Vicente.

Capela da Medalha Milagrosa, Paris, França

Dizem que meses antes de ver Nossa Senhora, a moça teria visto o coração de São Vicente por três vezes. Em uma noite, rezando antes de dormir, teria pedido ao santo para ver a mãe de Jesus. Mais tarde, na mesma madrugada, teria sido acordada por um anjo, que lhe dizia que Maria a estava esperando.

A história da santa contada nos muros externos da capela

A história da santa contada nos muros externos da capela

Assim, foi a primeira das três aparições que Catarina teve. Em uma das visões, Nossa Senhora aparece soltando raios de luz das mãos, dizendo que gostaria que fosse feita uma medalha com aquela aparência e que todos que a usassem receberiam as graças, simbolizadas pelos raios.

Estátua de Catarina na Capela da Medalha Milagrosa, Paris, França

Ainda segundo os relatos, Catarina teria falado com o padre responsável pelo convento para fazer as medalhinhas, mas ele não acreditou no relato da noviça. Então, no começo do ano seguinte, ao terminar o período de formação, a jovem foi transferida para o asilo de Reuilly (Hospice d’Enghien-Reuilly), onde devia cuidar dos pobres e doentes da região. O lugar onde ficava o abrigo, que hoje faz parte do 12e arrondissement de Paris (perto da Gare de Lyon), era situado fora da cidade e famoso pela pobreza.

Corredor da Capela da Medalha Milagrosa, Paris, França

No começo de 1832, começa uma epidemia de cólera que vai deixar mais de 20 mil mortos. Catarina, então, consegue convencer o padre a fazer as medalhas. Em junho do mesmo ano, as freiras começam a distribuir as medalhas. Dizem que as curas e conversões aumentam. Em 1835, já são mais de um milhão de medalhas espalhadas pelo mundo.

Estátua de São VIcente de Paula e atrás algumas placas doadas pelos fiéis

Estátua de São VIcente de Paula e atrás algumas placas doadas pelos fiéis

Catarina morre em 1876, aos 70 anos, no mesmo local onde trabalhara por 46 anos (o hospice de Reuilly). Somente às vésperas da sua morte é que as outras noviças descobrem que foi ela que viu Nossa Senhora. Ela foi canonizada em 1947.

Mais placas dos fiéis

Mais placas dos fiéis

Algumas curiosidades da capela – para quem está de frente ao altar, vamos começar da direita para a esquerda

O altar das aparições – Foi o altar principal da capela de 1815 a 1856. Quando foi construído o altar principal que vemos hoje, ele foi transferido para a lateral. É chamado de altar das aparições porque teria sido o altar mostrado pela Virgem como o lugar de onde as graças seriam dadas às pessoas que as pedissem. É em mármore decorado com pedras preciosas.

A imagem de São Vicente e o relicário, dourado

A imagem de São Vicente e o relicário, dourado

Altar São Vicente na Capela da Medalha Milagrosa, Paris, França

É nesse altar que hoje está a cadeira que teria sido usada por Nossa Senhora na primeira aparição. É ali que está também o relicário com o coração de São Vicente. Aliás, esse coração viajou. Durante a Revolução, ficou na catedral de Turim, depois, em 1805, ficou na de Lyon e só foi para a Capela em 1947. No altar, há, ainda, a imagem de são Vicente, feita em 1930 e um mosaico que envolve o santo e completa a cena.

A cadeira

A cadeira

O altar do corpo de Santa Catarina – Em 1880, é erguido um altar no lugar onde Nossa Senhora teria ficado na segunda aparição, em 27 de novembro de 1830. Há uma imagem de Maria segurando um globo nas mãos, que foi a visão de Catarina nessa aparição. Ela é de 1930, obra de Real Del Sante, e realizada em mármore de Carrara. Em 1933, é realizada a exumação do corpo de Catarina, que estava na capela de Reuilly, e ele é, então, transferido para a Capela da Medalha. A frente do altar é recuada para ser o fundo do relicário.

Estátua de Nossa Senhora na Capela da Medalha Milagrosa, Paris, França

Aliás, quando exumaram o corpo da santa, ele estava intacto. Segundo os relatos, até mesmo os olhos de Catarina, de uma cor cinza-azulada, estavam inteiros. Ciência ou fé, o fato é que ele está lá, bem visível.

O corpo de Catarina Labouré

O corpo de Catarina Labouré

O altar principal – Realizado em 1856 pelo escultor Maldiney. Ele foi realizado a partir de um dos dois blocos de mármore que o governo deu para a congregação em 1850. É decorado com esculturas douradas e medalhões.

Altar principal da Capela da Medalha Milagrosa, Paris, França

O segundo bloco de mármore foi usado para realizar a imagem que está nesse altar: Nossa Senhora está em cima do globo, pisando numa serpente. De suas mãos saem raios e ela é coroada por doze estrelas, que simbolizam os apóstolos. Essa imagem foi descrita por Catarina em suas memórias. A escultura foi realizada também por Maldiney. Nesse altar, está o único elemento no mesmo lugar desde 1815: o sacrário. Ele é em prata dourada e tem a forma de um templo grego.

Nossa Senhora das Graças na Capela da Medalha Milagrosa, Paris, França

A estátua de São José – Data de 1914. Na época das aparições, havia um quadro de Santa Ana (hoje, é um dos quadros ao lado do órgão) e embaixo desse quadro, ficava a cadeira onde Maria se sentou na primeira aparição.

São José na Capela da Medalha Milagrosa, Paris, França

Na parte esquerda da capela estão as relíquias de Santa Luisa de Marillac, uma das fundadoras da ordem das Filles de la Charité. O relicário é em bronze dourado e guarda uma imagem do corpo da santa em cera. O mosaico, de 1934, mostra um evento da vida da Luisa, segundo o qual ela teria sido iluminada pelo Espírito Santo em uma noite de 1623.

Relíquias de Santa Luisa de Marillac na Capela da Medalha Milagrosa, Paris, França

O afresco principal – Na reforma de 1930, a elevação e o aumento da nave principal da igreja formaram um espaço grande no arco da abóboda. Então, recorreram a um jovem artista da escola de Belas-Artes de Paris, chamado André Mériel Bussy. Ele fez, então, uma pintura em azul claro, para combinar com os mosaicos recém-criados da capela, representando a primeira aparição de 1830: A Virgem, aclamada pelos anjos, apresenta a Catarina sua missão.

Afresco na Capela da Medalha Milagrosa, Paris, França

No lado direito da capela, a Via-Sacra é representada em mármore de Carrara. Na parede esquerda, medalhões lembram dois episódios vividos pelas freiras durante a Revolução Francesa: no primeiro, quatro religiosas são levadas para a guilhotina. No segundo, duas irmãs se preparam para serem fuziladas.

Indo para o fuzilamento

Indo para o fuzilamento

Resumindo, o lugar é mágico!!!!!Muito aconchegante! Da rua você não vê a capela, mas somente uma grande porta. Ao entrar, logo do lado direito tem uma lojinha que vende as famosas medalhas. Alias, é uma ótima dica de lembrança de Paris!E andando um pouco mais para frente, aos fundos, tem a entrada da igreja.

Tentei  não cair em questões pessoais de fé. Apesar de não frequentar nenhuma igreja, minha formação é católica. Independente da religião, é muito bonito ver a fé das pessoas. Por isso, não deixa de ser uma visita interessante.

entrada interna da Capela da Medalha Milagrosa, Paris, França

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Capela da Medalha Milagrosa
140, rue do Bac
75007 – Paris
Horários: Todos os dias, das 7h45 às 13h e das 14h30 às 19h
Terças-feiras: sem interrupções
Metrô: Sèvres-Babylone, linhas 10 e 12.

A  medalha Milagrosa!

Quem for ao local, deve procurar se ajoelhar nos degraus de frente para ao altar, pois a Nossa Senhora Milagrosa diz que quem for aos degraus e pedir algo, receberá as graças que saem pela palma de suas mãos.

 

Acessem o link abaixo para entenderem um pouco mais da história desta linda capela.

http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com/PT/a__Bem-vindo.asp

 

Fontes:

http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com/

http://www.dicas4fun.com.br/2013/a-encantadora-igreja-da-nossa-senhora-milagrosa-em-parisvale-a-visita/

http://www.adf.org.br/home/2013/11/a-medalha-milagrosa-devocao-propria-para-a-luta-contra-o-demonio-em-nossos-dias/

http://aparicaodelasalette.blogspot.com.br/2010_11_01_archive.html

http://diretodeparis.com/capela-da-medalha-milagrosa-um-dos-lugares-de-paris-mais-visitados-pelos-brasileiros/

http://www.necessairenamala.com.br/2013/06/a-capela-de-nossa-senhora-da-medalha.html

http://paixaoporparis.blogspot.com.br/2012/05/igreja-da-nossa-senhora-da-medalha.html

http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com/PT/b1_Um_encontro.asp

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Square Denys-Bühler,o lugar mais silencioso de Paris

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 Pouco  conhecido do público (que participa perfeitamente na paz e tranquilidade ) , o Square Denys Bülher é o jardim da paróquia  Saint- Jean . Um lugar de uma grande simplicidade , ideal para ficar tranquilo por alguns instantes.

Ssquare Denys-Bühler - Paris 7e

Faça uma pausa do barulho . Para encontrar a paz em Paris , encontramos uma praça ou melhor, a  praça mais silenciosa de Paris.

Pertinho do Invalides e sua multidão de turistas  se esconde o square Denys -Bühler . Aqui, o tempo parece ter parado . É um refúgio de paz escondido atrás da paróquia de Saint. Jean .

Apenas os curiosos terão a oportunidade de desfrutar da tranquilidade deste lugar confidencial. Após a chegada, você vai encontrar uma pequena casa  ”à colombage “.

Um pouco mais adiante , você vai descobrir o seu pequeno jardim de  uma simplicidade monástica.

Sente-se em um dos bancos e apenas desfrute do silêncio que prevalece lá. Aqui , só há pássaros que podem vir quebrar esta calma beneditina: o  square Denys -Bühler é um dos únicos que proíbem os jogos de bola . Além disso, este local secreto é mais apreciado por sua discrição que  por sua beleza.

Mas não falem muito , o endereço permanece entre nós … “este é o som do silêncio ” ♩ ♬

Square Denys- Bühler

De 8h durante a semana (9h no week-end) à 17h (dependendo das estações até às 21h).

Métro : La Tour Maubourg ou École militaire (ligne 8), Varenne (ligne 13)

 

Obs:  Curiosidades sobre a palavra Square

Square é uma palavra da língua inglesa, que em português significa quadradopraça ou largo.

Uma square pode ser uma praça em uma cidade, que consiste no local onde duas ou mais ruas terminam ou se intersetam. Muitas vezes as praças contêm grama e árvores no centro.

Uma das squares mais famosas do mundo é a Times Square (Praça do Tempo, em português), em Nova Iorque, no centro de Manhattan, um dos locais mais procurados por turistas. Também em Nova Iorque, é possível encontrar a Madison Square (Praça Madison), onde está localizado o Madison Square Garden, um conjunto de arenas onde é possível assistir a eventos esportivos e musicais.

Na gíria, uma pessoa considerada quadrada (square person) é uma pessoa vista como ignorante, que não se interessa pelos gostos e ideias mais modernas. É uma pessoa antiquada, convencional e conservadora, que não está disposta a aceitar ou experimentar coisas novas.

Assim como o quadrado como figura geométrica apresenta 4 lados do mesmo tamanho, muitas vezes a palavra square é usada para descrever equilíbrio e igualdade. Por exemplo, em inglês “to square a game” significa igualar o placar em uma determinada competição. Antigamente a expressão “square meal” significava  uma refeição substancial, que satisfazia a pessoa mas que também era uma refeição equilibrada.

A palavra square também é usada na medição de áreas. De acordo com o sistema métrico, uma área pode ser medida por metros quadrados. Em países em que o sistema métrico não é o sistema oficial (como os Estados Unidos, por exemplo), é mais comum usarem o square feet (medida em pés em vez de metros) e nãosquare meters (metros quadrados).

Fontes:

http://www.pariszigzag.fr/confidentiel/endroit-plus-silencieux-paris

http://unpetitpoissurdix.fr/2014/07/29/balade-architecturale-dans-le-7e-arrondissement/

http://parisalaventure.net/jardin-de-croix-square-denys-bulher-7eme/

 

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Novos Livros sobre Yves Saint Laurent

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O estilista Yves Saint Laurent não para de ser homenageado, depois dos dois filmes sobre sua vida e carreira. Agora é a vez de alguns livros que relatam sua história como criador: “Yves Saint Laurent“, da fotógrafa Roxane Lowit, com várias imagens do estilista, seus desfiles e o backstage; “Le Studio d’Yves Saint Laurent, Miroir et Secrets“, do escritor Jérome Savignon, que descreve o studio do costureiro como um templo sagrado da criação.

Yves Saint Laurent por Roxanne Lowits Photo © 2014 Roxanne Lowit.

Nas páginas de “Yves Saint Laurent by Roxanne Lowit“, o estilista francês aparece rodeado de musas como Jerry Hall – rosto do perfume Ópium durante oito anos –, Grace Jones, Paloma Picasso e Catherine Deneuve. O livro chega às editoras gringas em novembro e mostra Saint Laurent desde 1978, quando a fotógrafa o conheceu, até 2002, em seu último desfile.

City love Yves em Nova York, 1983

Musa eterna- 1988, Catherine Deneuve

Detalle a detalle

Haute Couture Fall 1985- Photo © 2014 Roxanne Lowit.

Rockstar wifey

Jerry Hall, 1995 Photo © 2014 Roxanne Lowit.

Pasión por el naranja

Haute Couture Spring 1993, Shalom Harlow Photo © 2014 Roxanne Lowit.

Sexy lady

RTW Fall 1984-Photo © 2014 Roxanne Lowit.

Locura romántica

Haute Couture Spring 1990, Katoucha Niane- Photo © 2014 Roxanne Lowit.

De rosa y más rosa

Haute Couture Spring 1993 Photo © 2014 Roxanne Lowit.

Musas de color

RTW Spring 1981 Photo © 2014 Roxanne Lowit.

Celebración

Fiesta Opium, 1978, Alya Chinn Photo © 2014 Roxanne Lowit.

RTW Fall 1984 Photo © 2014 Roxanne Lowit.

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” Le Studio d’ Yves Saint Laurent – Miroir et Secrets ” , um livro francês que foi publicado recentemente , lança luz sobre os acontecimentos nos bastidores da Maison de Yves Saint Laurent e mostra o processo criativo a partir da fase de esboço para a realização de protótipos com base em imagens e textos exclusivos .

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Plongez dans les coulisses de la création des collections haute couture de la maison Yves Saint Laurent avec cet ouvrage qui en retrace toutes les étapes. L’auteur nous dévoile l’envers du décor et nous invite au plus près de la démarche créatrice du couturier. ”Le studio d’Yves Saint Laurent - Miroir et secrets” de Jéromine Savignon, aux Editions Actes Sud, 18 euros. 

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“Loulou de la Falaise,” edited by Ariel de Ravenel and written by Natasha Fraser-Cavassoni (Rizzoli New York, 2014).

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E, pra finalizar, o livro daquela que era sua musa, “Loulou de la Falaisse“, de Ariel de Ravenel e Natasha Fraser-Cavassoni.

Um novo livro de Rizzoli , editado por Ariel de Ravenel e escrito por Natasha Fraser- Cavassoni ,  cuja contribuição para a moda continua além de seu falecimento em 2011. Sua vida em imagens mostrs um momento no tempo em que a criatividade borbulhava dando lugar a uma voz fresca e original na moda francesa .

Loulou de la Falaise photographed by Jean-Pierre Masclet.

De la Falaise in an embrace with Yves Saint Laurent, photographed by Pierre Boulat.

The ageless muse, photographed by Stewart Shining.

As muitas facetas da sua vida são capturadas  no livro ” Loulou de la Falaise “, editado por Ariel de Ravenel , um consultor de moda com sede em Paris que também dirige marca de la Falaise  . Com um prefácio de Pierre Bergé , parceiro de longa data de Saint Laurent, e entrevistas com pessoas íntimas de Loulou , incluindo Betty Catroux , Inès de la Fressange , Diane von Furstenberg , Christian Louboutin, Elsa Peretti , Paloma Picasso, André Leon Talley , e Oscar de la Renta , este volume elegante dispõe de mais de 400 imagens por fotógrafos contemporâneos lendários, de Helmut Newton e Richard Avedon para Steven Meisel , Michael Roberts, e Bettina Rheims.

Os livros foram lançados simultaneamente, Chez Colette Paris, dia 21 de novembro, com os autores presentes, assim como M. Pierre Berger, marido de Saint Laurent durante anos.

Grande mestre: Saint Laurent!

fontes:

http://lulacerda.ig.com.br/paris-por-paulo-pereira-44/

http://www.vogue.mx/moda/estilo-vogue/galerias/yves-saint-laurent-por-roxanne-lowit/3684/image/1229288

http://livre.fnac.com/a7221324/Marie-Jerome-Savignon-Le-studio-d-Yves-Saint-Laurent-miroir-et-secrets#bl=HGBPlsi1

http://www.lofficiel.nl/fashion/19/11/2014/nieuw-boek-yves-saint-laurent/

http://trendyslemag.com/2014/09/30/concours-inside-remporte-le-livre-le-studio-dyves-saint-laurent-miroir-et-secrets/

http://www.journaldesfemmes.com/mode/magazine/noel-notre-selection-de-livres-mode-a-offrir/le-livre-le-studio-d-yves-

http://balharbourshops.com/fashion/culture-watch/3415-an-ode-to-loulou



						
					

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Companhia aérea compara melhor de Paris e New York + livro “Paris versus New York” de Vahram Muratyan

Lindo! A nova campanha da British Airways mostra as semelhanças e diferenças de duas das capitais mais queridas do mundo. Filmado com uma Canon 5D, o timelapse desvenda as conexões entre Paris e New York, uma maneira lúdica e eficiente de evocar a ponte aérea oferecida pelo anunciante.

Mas imagens valem mais que palavras nesse caso. Eis o vídeo:

Mas vou aproveitar para mostrar para vocês outras comparações entre as duas cidades !!!

Paris vs New York 

Vahram Muratyan é um jovem artista gráfico de origem armênia criado em Paris. Em 2010, depois de uma longa temporada em Nova York, ele criou o blog Paris versus New York como uma espécie de registro visual de suas experiências, um bem-humorado confronto entre duas das mais míticas cidades do mundo.
O sucesso foi surpreendente. Além de contar com mais de 4,2 milhões de visitantes em poucos meses,ele chamou atenção pela criatividade de seu design e pela perspicácia de suas observações sobre as diferenças culturais. A homenagem visual se transformou em um delicioso livro que celebra as duas cidades sob um olhar apaixonado. Desde então, Muratyan firmou-se como um designer renomado, com uma carteira de clientes que inclui grandes nomes do mundo da moda, como Prada e Chanel.

 

 

THE COLLECTION

Um trabalho de ilustração e uma comparação original entre as cidades de Paris e New York.  Paris versus New York A tally of two cities » apresenta uns 20 cartazes coloridos sobre diversos temas urbanos.

Abaixo, você confere algumas das mais famosas e emblemáticas comparações criadas por Muratyan:

 Le Realisateur / The Director

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Paris V. New York: depardieu / de niro

“Depardieu and De Niro both started in the same movie, 1900, and appeared in films about transport around the same time. So it was all about the links between the two iconic, charismatic actors.”Vahram Muratyan

Paris V. New York: Quasimodo/King Kong

Vahram Muratyan says: “It all started when I wondered, if I was stranded on a desert island, what aspects of Paris and New York would I keep? What would be the perfect collection of things? They could be habits, or landmarks or food, anything that would bring the two cultures together in one image.”Vahram Muratyan

Paris V. New York: grand palais / grand central

“I love the colour of Grand Central station’s roof. So it was important to put it alongside the Grand Palais, to show the most fascinating ceilings in the two cities.”Vahram Muratyan

L’Obsession / The obsession

Paris V. New York: macaron / cupcake

“The cupcake and macaroon reference fashions in food. They contrast with the classics, like pastrami and patisserie.” Vahram Muratyan

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Les rues

Paris V. New York: orientation / location

“The streets are all parallel in New York. When I was a teenager, visiting the city, I was struck by how easy and efficient the system was. Drawing the streets was a way of drawing the state of mind of the people living there.” Vahram Muratyan

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08tri

La façade/ The Facade

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Le Cafe / The Coffee

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10bread

Le Vendredi Soir / Friday Night

15taxi

L’Allure / The Outfit

Paris V. New York: parisienne / madmen

“There’s an element of storytelling to this image. I imagined the Mad Men could have visited Paris, where they would seduce the Parisiennes.” Vahram Muratyan

“New Yorkers are obsessed with going to Paris, Parisians dream of going to New York, so this was my way of showing that it works both ways. Amélie’s father’s gnome visits New York, and at the end of Sex and the City, Carrie goes to Paris.”Vahram Muratyan

Paris V. New York: xs / xl

l'accompagnement

l’apéro

Le désir

le désir

Le styliste

le styliste

La présentation

la présentation

MundoMenta

neige

 


Paris vs New YorkZapping

 

Fontes:

 

http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/

http://parisvsnyc.blogspot.com.br/

http://www.koreus.com/video/paris-vs-new-york.html

http://www.fubiz.net/2010/11/02/paris-vs-new-york/

http://www.buzzfeed.com/mackenziekruvant/differences-between-paris-and-new-york

http://www.vahrammuratyan.com/

http://praler.org/2012/04/paris-x-nova-york-tambem-nos-livros/

http://otrecocerto.com/2013/10/30/paris-vs-nova-york/

http://www.theguardian.com/books/gallery/2012/apr/15/paris-versus-new-york-graphic

http://www.lifebehavior.net/2012/02/paris-x-new-york-dos-ciudades-un-mismo.html

http://mentacafe.com.br/?cat=15

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Drinks e jogos de tabuleiro

A ideia inicial do Oya, bar super simpático do 13ème arrondissement, é ser um ambiente agradável para os aficcionados por jogos de tabuleiro.

O dono faz parte dos fãs de jogos e oferece em seu estabelecimento mais de 500 opções de games para os clientes. Alguns são edições raras, em extinção, ou inexistentes na França.

A paixão acabou virando negócio, e além de drinks o bar vende também os jogos da casa, alguns baratos, outros nem tanto.

Na foto, uma amostra dos passatempos disponíveis, todos eles aquisições 2014. Um verdadeiro tesouro, e diversão garantida.

OYA CAFE tem um diferencial muito top que é a possibilidade de jogar tudo que tem pra vender.

Escolha o jogo, teste ele e se gostar um atendente pega um novinho para vender. O lugar serve como ponto de encontro da galera que joga. Meio loja e meio luderia. Precinhos camaradas e atendimento excelente.

Os atendentes falam tudo sobre qualquer game do local.


 


  • Endereço :25 rue de la Reine Blanche
    13e arrondissement -Paris
  • Telefone :01.47.07.59.59
  • Site web :www.oya.fr
  • Transporte :Métro : Les Gobelins

Fontes:

http://www.oya.fr/

http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/

http://www.timeout.fr/paris/bar/loya

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