Invent


Paris Mysterieux

Paris é uma cidade de múltiplas faces. A capital do luxo, da gastronomia, palco de eventos que mudaram a História do homem, onde grandes shows e exposições se encontram e a eterna cidade dos apaixonados é considerada uma das cidades mais misteriosas do Globo. Herança dos egípcios que tiveram parte de sua história contada nos grandes museus? Reflexo dos magos e alquimistas da idade média? Ou DNA intocável dos druidas?

 

Não se sabe exatamente o porque, mas a cidade Luz apresenta muitos mistérios prontos para serem descobertos pelos turistas mais corajosos e aventureiros.

Em uma rua, com o nome de Paradis ( Paraíso em tradução livre) se encontra o Manoir de Paris, uma mansão que apresenta, de forma interativa, os mais terríveis mistérios que assombraram a capital francesa

 As catacumbas, o crocodilo do Nilo que nadava no Sena, o fantasma da Ópera, o vampiro Lestat, o Sargento Betrand , que teve sua tumba profanada e a bruxa Le Voisin são alguns dos cenários e personagens retratados no espaço.

Le Comte – Copyright : Manoir

Le Cabaret – Copyright : Manoir H

Le Manoir de Paris : Archibald

La charmante Gertrude.

18 rue de Paradis, Paris 10th

www.lemanoirdeparis.fr

O Museu da Franco Maçonaria retrata a trajetória de uma das sociedades mais secretas e importantes da História. Com mais de 10 000 peças distribuídas em mais de 400m² há verdadeiras raridades como objetos que pertenceram a Voltaire e Lafayette.

Já os criminologistas podem conhecer o Museu da Prefeitura que retrata a História dos crimes em Paris. Mais de 2 000 peças são apresentadas retratando grandes períodos da História. Os visitantes podem ver, por exemplo, os registros de prisão de François Ravaillac, assassino de Henrique IV, o mandado de prisão de Louis XVI e os relatórios do Caso Landru ( 1919) e Petiot ( 1944).

Longe do circuito tradicional dos principais museus parisienses, o Museu da Magia está discretamente instalado em uma ruela calma, perto da famosa Place des Vosges.

Um museu pequeno, situado nos porões de um imóvel do século 16, mas com a maior coleção da Europa dedicada à arte e história do ilusionismo.

Visitar esse pequeno e simpático museu, é mergulhar em um mundo fantástico, interativo, lúdico, cultural e pedagógico.

O museu dedica uma parte especial à história da magia na França e a mágicos como Jean Eugène Robert-Houdin, considerado o pai do ilusionismo moderno.

Também estão expostos objetos usados em apresentações, como a primeira caixa utilizada nos Estados Unidos para realizar o famoso número da mulher cortada ao meio. O objeto foi utilizado pelo mágico Thurston.

A coleção inclui, ainda espelhos mágicos, jogos de ilusão de óptica, e uma série de bonecos automatizados e objetos utilizados por mágicos ao longo da história,

O Museu foi criado pelo colecionador Georges Proust, em 1993.

musée automates -

Musée de la Magie

quando: quarta, sábado e domingo das 14 h às 19 h

onde: Rue Saint-Paul, 11 – Paris

qto: 9 euros p/ adultos e 7 euros para crianças de 3 a 12 anos

site: www.museedelamagie.com

 Já no Museu de Cluny, dedicado a Idade Média, é possível ver a tumba do famoso alquimista Nicolas Flamel.

CATACOMBES DE PARIS

A maior parte das pessoas que visitam Paris guardam uma visão de glamour e sofisticação. Normalmente, elas só visitam monumentos esplendorosos, lojas luxuosas e jardins floridos. Mas existe uma outra faceta de Paris que é bem menos conhecida. Na verdade, a cidade é percorrida por imensas galerias subterrâneas onde jazem milhões de cadáveres, meticulosamente ordenados e expostos ao público. As catacumbas de Paris são uma visita mais do que inusitada! Elas representam um percurso histórico, cheio de ritos e mitos, onde sob a magnífica Cidade Luz,  jaz uma pequena cidade das trevas…

 As catacumbas de Paris foram instaladas em imensas galerias subterrâneas de onde era extraído o calcário utilizado na construção da cidade. No final do século XVIII, os cemitérios começaram a ser insuficientes para a quantidade de pessoas que deveriam ser enterradas. Com as guerras, a fome e as epidemias que devastaram a Europa durante centenas de anos, os cadáveres não paravam de se acumular e começaram a criar um problema grave de insalubridade e de transmissão de doenças. Os dirigentes da cidade decidem então fechar os cemitérios de Paris e transportar os corpos para esse imenso espaço vazio no subsolo da capital. O local passou assim a ser, impropriamente, chamado de catacumbas de Paris, em homenagem às antigas necrópoles de Roma.

Reza a história que os ossos eram transferidos à noitinha, em carrinhos cobertos por um véu negro. O cortejo era acompanhado por padres que acendiam tochas e entoavam cantos religiosos em homenagem aos mortos. No intuito de embelezar o local e de transmitir uma imagem menos dramática, os “organizadores” decidiram alinhar meticulosamente os ossos. A exposição dos cadáveres se transformou assim num alinhamento estético e organizado que visava transmitir a história da cidade e das múltiplas gerações de parisienses que repousam nesse local. As catacumbas de Paris se transformaram assim na maior necrópole visitada do mundo. Estima-se que cerca de 6 milhões de pessoas tenham sido instaladas nessas galerias.

Na entrada das catacumbas, você já deve entrar no clima do local. Acima da porta, encontra-se gravada na pedra a seguinte frase:  ”Arrète! C’est ici l’empire de la mort” (Páre! É aqui o império da morte!)

Catacumbas de Paris – “Pare! Aqui é o império da morte” – Autor: knecmotet – Flickr

A totalidade das galerias subterrâneas de Paris mede cerca de 300 km. No entanto, somente uma pequena parte é aberta ao público. O percurso oficial é de apenas 2 km. Mas é suficiente para ter uma boa idéia do local. O circuito começa na Praça Denfert-Rochereau.

Você terá então que descer 20 metros (cerca de 130 degraus!), passando por caminhos bem estreitinhos e portas apertadas para chegar às catacumbas propriamente ditas. Afinal, para ter acesso ao esqueleto de pessoas ilustres como Robespierre, Molière ou Rabelais tem que fazer por merecer!

Catacumbas de Paris – Autor: Jean-David & Anne-Laure – Flickr

Nas galerias, os esqueletos foram selecionados e dispostos conforme o cemitério de origem e a data da transferência. Assim, a cada “linhada” de ossos, existe uma plaquinha informando a origem dos mesmos.

 Catacumbas de Paris – Autor: Craigbooth – Flickr

Mas o mais legal desse lugar, é que durante o tempo do percurso, nós não podemos ignorar a presença da morte. Isso nos obriga a uma profunda reflexão sobre a efemeridade da vida. E é nesse espírito de filosofia existencial que várias placas foram espalhadas pelo local com citações e poemas sobre a morte. Um choque moral e psicológico na escuridão que faz com que a luz do exterior brilhe muito mais intensamente.

É incrível como somente a proximidade da morte nos ensina a dar o justo valor à vida…

Catacumbas de Paris – Autor: Willwhitedc – Flickr

Voyage dans la France hantée

L’Homme Vert des catacombes

Nombreux sont les cataphiles -les amoureux des catacombes- qui ont ressenti une présence inquiétante en déambulant dans les tunnels obscurs, entendu des bruits de pas ou même aperçu dans l’ombre une silhouette furtive. Selon la légende, il s’agit de l’Homme Vert, mystérieux personnage décrit pour la première fois par un carrier en 1777. Vif et insaisissable, il laisse parfois des empreintes de pieds nus dans la poussière des souterrains.

Catacombes de Paris

Endereço: 1 Avenue du Colonel Henri Rol-Tanguy, 75014 Paris, France

Tel +33 (0) 1 43 22 47 63

- Metro e RER B: Denfert-Rochereau

- Ônibus: 38, 68

- Parque de estacionamento mais próximo: Boulevard Saint-Jacques

- Vélib’ : 2, avenue René Coty

- Preço da visita: 3€

www.catacombes.paris.fr

 

18 rue de Paradis, Paris 10th

www.lemanoirdeparis.fr

MUSÉE DE LA FRANC-MAÇONNERIE

16 rue Cadet, Paris 9th

www.museefm.org

MUSÉE DE LA PRÉFECTURE DE POLICE

 

4 rue de la Montagne-Sainte-Geneviève, Paris 5th

Tel +33 (0) 1 44 41 52 50

www.prefecturedepolice.interieur.gouv.fr/content/download/2285/12028/file/musee_anglais.pdf

MUSÉE DE LA MAGIE

11 rue Saint-Paul, Paris 4th

Tel +33 (0) 1 42 72 13 26

www.museedelamagie.com

MUSÉE DE CLUNY, MUSÉE NATIONAL DU MOYEN ÂGE

6 place Paul Painlevé, Paris 5th

Tel +33 (0) 1 53 73 78 16

www.musee-moyenage.fr

Por falar nisso encontrei vários livros sobre Paris Mysterieux

 

 

Fontes:

http://br.rendezvousenfrance.com/pt-br/informacoes/paris-mysterieux

http://aurorartandsoul.com/2012/04/19/le-manoir-de-paris-une-nouvelle-facon-daborder-lhistoire-de-la-capitale/

http://www.avidafrancesa.com/catacumbas-de-paris-uma-visita-inusitada/

http://www.catacombes.paris.fr/

http://parispourlesenfants.e-monsite.com/pages/les-musees/le-musee-de-la-prefecture-et-de-la-police.html

http://www.museedelamagie.com/accueil1.html

http://radionotredame.net/emission/paris-secret/03-05-2014/

http://www.parismatch.com/Actu/Societe/Voyage-dans-la-France-hantee-535159

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Bienvenu a Paris

Todo mundo escreve sobre Paris…hoje vou dividir com vocês um texto excelente  de  Claudia Liechaviciusa  do site Viajar pelo mundo , espero que gostem !!!!

Eu acrescentei algumas imagens , alguns outros lugares e comentários.

Quer fugir daquele tipo de viagem que desperta apenas o consumismo desenfreado e mergulhar de cabeça onde o mundo fez história? E ainda, de quebra, acender o fogo da paixão? Isso não quer dizer que a Louis Vuitton e o aroma dos perfumes não aticem quem circula por lá, mas, com certeza, a história grita mais alto. Então, que tal dar um pulinho à França? Berço do Iluminismo. Ela influenciou o mundo inteiro com valores de liberdade, igualdade e laicidade no decorrer do século XVII – “Século das Luzes”. Cultura, arte, arquitetura e marcas do passado estão preservadas tanto na frenética capital, Paris, como nas românticas cidades do interior. Obras renascentistas, arte barroca, estilo gótico e rococó convivem pacificamente com o modernismo. Pelas ruas o cheirinho tentador das boulangeries e patisseries convida ao deleite. É uma festa para a mente, para o coração e para os sentidos. Vinhos, castelos, camembert, revoluções, baguetes, croissants, museus, cafés e não para por aí. Ah! Vai um croque-monsieur com uma taça de “champagne”? Santé!

PARIS, CIDADE LUZ
E o Rio Sena corre lentamente indiferente ao turbilhão de gente que vai e vem em Paris.

Romântica, madura, elegante e sempre surpreendente. É impossível ficar indiferente aos apelos da capital francesa. Debruçada às margens do Rio Sena, Paris é a cidade mais visitada do mundo! Para entender e dominar a cidade é preciso prestar atenção às referências que o Sena define. Margem direita ou Rive Droite abriga o elegante bairro de Champs-Elysées, Madeleine, Marais, Chatelet-Lês Halles e Palais Royal.

 

Na intelectual margem esquerda ou Rive Gauche é onde ficam alguns dos bairros históricos mais conhecidos, como Saint-Germain, Invalides e Quartier Latin. Com essa perspectiva fica fácil se achar pela cidade e encontrar as principais atrações: Museu do LouvreTorre Eiffel,PompidouNotre-DameBasílica de Sacre-CoeurMuseu D’OrsayOperaMoulin Rouge,Arco do Triunfo

Basílica de Sacre-Coeur.

Além disso, se a intenção é entrar em sintonia de cara com os franceses é preciso se esforçar para falar francês. Assim, tudo ficará mais fácil. Então, vamos por partes.

A primeira imagem que vem a cabeça de quem pensa em Paris é a Torre Eiffel.

 Símbolo supremo da cidade. Ela foi construída por Gustave Eiffel para a Exposição Universal de 1889, período em que a Revolução Industrial estava em ebulição. Escandalizou os críticos contemporâneos, o que prova que nem sempre a crítica tem razão. Foi projetada para comemorar o centenário da Revolução Francesa e seria desmontada pouco tempo depois, mas o sucesso foi tão grande que ela nunca mais saiu de lá.

 A torre tem três níveis. O primeiro, com apenas 57 metros de altura, pode ser alcançado pela escada de 360 degraus, pois as filas são sempre enormes para se tomar o elevador. No segundo nível é onde fica o Restaurante Julio Verne, um dos melhores de Paris tanto pela comida como pela vista. Indo de escada são 700 degraus, portanto o elevador é mais prático. O terceiro nível tem 274 metros de altura, só pode ser alcançado de elevador e têm limitação para o número de visitantes, no máximo 800 pessoas de cada vez. A altura total da torre é de 320 metros e se manteve como o edifício mais alto do mundo até 1931, ano em que foi inaugurado o Empire State Building de Nova York. Mesmo que a paciência seja curta para esperar na fila do elevador, pelo menos uma foto deve ser levada como prova de que a Cidade Luz foi visitada.

La tour Eiffel est une tour de fer puddlé de 324 mètres de hauteur située à Paris, à l’extrémité nord-ouest du parc du Champ-de-Mars en bordure de la Seine dans le 7e arrondissement. 
Hauteur : 324 m
Début de la construction : 28 janvier 1887
Date d’ouverture : 31 mars 1889
Adresse : Champ de Mars, 5 Avenue Anatole France, 75007 Paris

Torre Eiffel à luz do dia, linda de perto ou de longe.

Bem em frente à torre, em uma pequena colina que fica do outro lado do rio, ficam o Palais deChaillot e o Jardin du Trocadéro.

Foram construídos para a Exposição Universal de 1937. O palácio aloja quatro museus em suas alas em colunatas, um teatro e um cinema. Já, os jardins franceses são impecáveis. Continuando a caminhada chega-se ao Arco do Triunfo.

arc du triomphe

O monumento foi construído por ordem de Napoleão para celebrar suas vitórias. Fica bem no centro de uma pequena praça redonda chamada de Place de l’Etoile. Tem 50 metros de altura e o acesso é fácil. Lá de cima, o visual é lindo.

L’arc de triomphe de l’Étoile souvent appelé simplement l’arc de triomphe, construit de 1806 à 1836 sur ordre de Napoléon, est situé à Paris dans le 8e arrondissement, sur la place de l’Étoile, à l’extrémité ouest de l’avenue des Champs-Élysées, à 2,2 kilomètres de la place de la Concorde. Haut de 50 mètres, large de 45 mètres et profond de 22 mètres, il est géré par le Centre des monuments nationaux1. La hauteur de la grande voûte est de 29,19 mètres et sa largeur de 14,62 mètres. La petite voûte, quant à elle, mesure 18,68 m de haut et 8,44 m de large.

Ao fundo, o Arco do Triunfo.

Doze avenidas foram projetadas por Georges-Eugène Haussmann em forma de estrela, a partir do arco, para substituir as ruas apertadas e insalubres da cidade medieval, segundo Napoleão. O novo plano redesenhou a cidade num padrão geométrico interessante com ruas largas e ventiladas.

Avenue Champs-Elysées é a principal rua que parte do arco e a mais badalada da região, mas já foi um pântano. É um bom lugar para se tomar um café, escolher um restaurante ou bisbilhotar os ousados protótipos futuristas de veículos de todas as marcas nas vitrines das lojas.

L’avenue des Champs-Élysées est une grande et célèbre avenue de Paris. Elle est considérée par beaucoup comme la plus belle avenue de la capitale.

Ao fundo, o Arco do Triunfo.

Andando sempre pela Avenida Champs-Elysées em direção ao Louvre, várias maravilhas arquitetônicas brindam o trajeto. O Petit Palais funciona como um museu e também foi construído para abrigar uma Exposição Universal, a de 1900.

Em frente fica o Grand Palais com uma imponente fachada clássica feita em pedra, um magnífico telhado de vidro, estátuas de bronze e muito ferro trabalhado ao estilo Art Nouveau. Foi construído ao mesmo tempo em que o Petit Palais.

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O telhado de vidro do Grand Palais é uma obra-prima.
Vue de l’ensemble formé par le Grand et le Petit Palais depuis la tour Eiffel
Também por ali fica o Palais de l’Elysées que é cercado por um belíssimo jardim. Foi construído em 1718 e tem sido a residência oficial do presidente da República desde 1873.
Le palais de l’Elysée rue du faubourg Saint-Honoré dans le 8ème arrondissement.
Le palais de l’Élysée – l’entrée
Ainda nesse trajeto fica a Place de la Concorde, uma das praças mais suntuosas e históricas da Europa.
Inicialmente era chamada de Praça Luis XV quando o rei mandou que sua estátua equestre fosse colocada em lugar de destaque. O monumento durou menos de 20 anos e foi substituída por uma guilhotina, chamada de Viúva Negra. O nome da praça mudou para Praça da Revolução e Luis XV foi decapitado ali, em 1793, seguido por mais de mil outras vítimas. Com otimismo, ao acabar a revolução a praça foi denominada de Praça da Concórdia.
 La place de la Concorde avec la Fontaine des Mers, l’Obélisque, l’église de la Madeleine
Place de la Concorde e ao fundo a igreja de Ste. Marie de la Madaleine.
Ao lado da praça ficam duas mansões neoclássicas: o Hôtel de la Marine e o imperdível Hôtel Crillon.
Hôtel de la Marine
‘Hôtel de Crillon
Também fica perto a Igreja de Ste-Marie de la Madaleine que foi construída por Napoleão em estilo greco-romano e mais parece um imenso templo da Grécia Antiga do que igreja católica.
L’église de la Madeleine
Tem 52 colunas coríntias de 20 metros de altura e nenhuma cruz no alto.
No final do dia um tom dourado embeleza ainda mais os prédios da Rue do Rivoli (rua que passa ao lado da Place de la Concorde).
Atrás dela fica o Fauchon, loja com produtos alimentícios de primeira qualidade com apresentação impecável que é como um parque de diversões para quem adora gastronomia.
la terrasse
la terrasse
Merece uma visita, especialmente, de quem gosta de comer com requinte e com os olhos.
la boutique
la boutique
Depois dessa paradinha e de um pequeno descanso é hora de seguir andando pelo Jardin des Tuileries que se estende da Place de la Concorde até a Place du Carroussel.
 Os jardins das Tulherias, ou Jardins des Tuileries tem uma superfície de mais de 280 mil m², cheio de bosques, lagos e gramados aparados e desenhados.
É um dos espaços abertos mais procurados de Paris. No verão muita gente senta por ali para tomar sol.
Musée de l’Orangerie fica numa esquina do Jardin des Tulleries e é muito gracioso. Esteve fechado, em manutenção por um bom tempo, mas, felizmente, já abriu suas portas aos amantes de Monet, especialmente. Parte da série de ninféias, as pinturas do auge da carreira de Monet encontram-se em dois salões ovais no andar térreo.
A sensação é de que você está dentro dos quadros, pois as telas são gigantescas e fixadas em paredes arredondadas. Um show
l’Orangerie, photo by Lilian Lau
Com as paredes arredondadas a sensação é de estar dentro das obras de Monet.
 Também tem telas de Renoir, Cézannes, Picasso e vários outros pintores de destaque.
Agora chegou a hora da estrela maior de Paris. O Louvre. Ele contém uma das mais importantes coleções de arte do mundo e sua história vem dos tempos medievais. Já foi uma fortaleza construída em 1190 pelo rei Filipe Augusto para proteger Paris dos ataques vikings. No reinado de Francisco I, o calabouço e a torre foram substituídos por uma construção em estilo renascentista. Bem recentemente, em 1989, foi construída a pirâmide de vidro que serve como entrada. O acervo do Louvre é impressionante. Não dá para ver tudo de uma só vez. É preciso priorizar o que se quer ver. Entre os destaques: Mona Lisa (1504), de Leonardo da Vinci; Tumba de Phillipe Pot (século XV), de Antoine lê Moiturier; Vênus de Milo (século II AC), da Grécia; Cavalos de Marly (1745), de Guillaume Coustou entre tantas outras. É preciso um bom tempo para se aventurar pelas galerias do Louvre.
Museu do Louvre, ponto alto de Paris.
Le musée du Louvre est l’un des plus grands musées du monde et le plus grand musée de Paris par sa surface de 210 000 m² dont 60 600 consacrés aux expositions.
Date d’ouverture : 1793
Horaires : Horaires du vendredi De 09:00 à 21:45 – Tout afficher
Adresse : Musée du Louvre, 75001 Paris
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Museu do Louvre visto do Jardin des Tuileries.
Ainda na margem direita do Rio Sena fica o Moulin Rouge. Tradicional teatro de shows de vedetes bailarinas de “cancan” que entrou em funcionamento em torno de 1900. De original da antiga casa noturna restam apenas as pás vermelhas do moinho do lado de fora. Toulose-Laautrec imortalizou os espetáculos de cancan nos seus desenhos.
Opéra-Garnier - um dos maiores teatros de ópera do mundo – foi projetada por Charles Garnier para Napoleão III. É uma construção extravagante, parecido com um bolo de noiva. Tem uma escadaria de mármore de Carrara magnífica e capacidade para 1.900 espectadores.
Mais distante um pouco fica a Basílica de Sacré-Coeur, igreja neo-românica dedicada ao Sagrado Coração de Jesus que foi construída no período de 1870 a 1914 e abriga entre seus tesouros a imagem de Virgem Maria e o Menino, de Brunet. A igreja não é especialmente bonita, mas chama atenção pelo seu tamanho.
La basilique du Sacré-Cœur,  située au sommet de la butte Montmartre, dans le 18e arrondissement de Paris, est un édifice religieux parisien majeur.
Date d’ouverture : 1914
Hauteur : 83 m
Horaires : Horaires du vendredi De 06:00 à 22:30 – Tout afficher
Adresse : 35 Rue du Chevalier de la Barre, 75018 Paris
A região de Lês Halles – Châtelet foi uma das primeiras ocupadas pelos parisienses. Lês Hallet era a zona de um antigo mercado fundado na Idade Média e Chatêlet era como se chamava a antiga fortaleza medieval que protegia a entrada da cidade. Atualmente duas construções supermodernas contrastam com os ares do passado: o Fórum dês Halles, centro comercial; e, o Centre George Pompidou, centro cultural. Esse último é um edifício pelo avesso. O esqueleto do prédio, escadas rolantes, elevadores e tubulações de água e ar ficam à mostra. O acervo de arte moderna do museu é enorme. Na praça, do lado de fora, pessoas se reúnem para ver artistas de rua.
Forum des Halles
Centre George Pompidou
Centro Pompidou, obra da arquitetura moderna em Les Halles.
Le Centre national d’art et de culture Georges-Pompidou, communément appelé « Centre Georges-Pompidou », « Centre Pompidou » ou « Centre Beaubourg » et, familièrement, « Beaubourg », est un établissement polyculturel situé dans le quartier de Beaubourg, dans le 4e arrondissement de Paris, entre le quartier des Halles et le quartier Marais.
Date d’ouverture : 1977
Superficie : 103 m²
Adresse : 19 Rue Beaubourg, 75004 Paris
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As esculturas de Niki de Saint-Phalle, na fonte da Praça Stravinskij que fica ao lado do Centro Pompidou.
Cansou? Espero que não, pois ainda tem todo o lado esquerdo do Rio Sena. A Rive Gauche onde ficam os bairros históricos mais famosos de Paris, como, Saint-GermainInvalides e Quartier Latin. Essa margem está associada aos poetas, filósofos, artistas e pensadores radicais. Ainda mantém o espírito boêmio e os cafés nas calçadas. O Quartier Latin, que fica entre o Sena e os Jardins du Luxembourg, é a área mais antiga, repleta de galerias de arte, e livrarias. É desse lado do rio que a fachada da Sorbone, primeira universidade francesa, de 1253, domina o cenário.
Poucos bairros de Paris têm um passado tão rico como St Germain des Prés. Sua igreja histórica, seus cafés e boutiques da moda, cinemas e livrarias, dão a esse bairro uma aura particular.
Boulevard Saint-Germain.

É aonde encontramos os cafés e restaurantes famosos como Les Deux Magots, Café de Flore, Brasserie Lipp e Le Procope.

No século XX ele se transformou em um dos locais mais procurados da vida intelectual e artística da cidade, e, por consequência, o bairro da moda.

Saint-Germain-des-Prés é um dos melhores lugares para se ter uma idéia de como era a cidade nos tempos da revolução. Deu para notar que Rive Gauche abriga a nata dos intelectuais chiques de Paris.
Les Invalides é um grande complexo de prédios e compreende o Hotel des Invalides que foi construído em 1671, para acolher os veteranos de guerra feridos e sem lar, muitos dos quais haviam se tornado mendigos.
Já abrigou mais de seis mil soldados e, atualmente, ainda acolhe um pequeno número deles – menos de cem pessoas. Mais tarde incorporou a Igreja Dôme com seu reluzente telhado dourado. Ela foi construída como capela particular por Luis XV. O complexo é uma obra prima da arquitetura francesa.
Vista aérea do complexo, desde a Igreja até o final da Esplanada
Por ordem do rei Luís XIV (o Rei Sol)  foi construído durante o século XVII  a fim de acolher os soldados feridos e os veteranos de guerra sem lar. Atualmente ainda abriga uns poucos reformados e inválidos dos exércitos franceses (administrado pelo Instituto Nacional dos Inválidos), mas a maior parte da grande construção foi transformada  em museus.
Esse grande complexo é composto pela Igreja, por um pátio onde se encontram diferentes peças de artilharia e ainda vários museus de arte e história militar.
Hotel dos Inválidos com sua imponente cúpula dourada.
A Igreja Saint Louis des Invalides que fazia parte do projeto original da construção e que mais tarde foi alterado, sendo então anexada a Igreja do Dome, construída como capela particular por Luis XIV. Com sua cúpula dourada (recoberta de ouro cinco vezes) é talvez a maior atração de todo o local. Uma clarabóia separa as duas partes.
A pintura circular no interior da cúpula representa Luis XIV entregando a sua espada a Cristo na presença da Virgem Maria e dos Anjos. Sob ela repousam os restos mortais de Napoleão Bonaparte, trazidos da ilha Santa Helena em 1840, o luxo e o esplendor cercam seus restos mortais.
Ainda no Bairro dos Inválidos fica o Musée Rodin. Considerado um dos maiores escultores franceses, Rodin doou as obras que lá se encontram em troca de um apartamento de propriedade do Estado. “O Pensador” é sua obra mais importante exposta no museu.

 

Fundado em 1986 em edifício que originalmente serviu como estação de trem — erguida para a Exposição Universal de 1900 –, o Museu d’ Orsay reúne trabalhos produzidos no período entre 1848 e 1914. Não por acaso este foi uma das fases mais criativas e inovadoras da história, tanto do ponto de vista artístico como no campo da filosofia e das ideias, que influenciaram fortemente as obras da época.

 

Trazidas de outros três centros artísticos – incluindo o Louvre –, figuram no acervo do Orsay pinturas, esculturas e fotografias feitas por mestres do impressionismo, pós-impressionismo e realismo. Estão aqui trabalhos de Monet e Manet, Degas, Matisse, Cézanne, entre outros mestres. Chegue cedo para evitar filas e dedique cerca de duas horas para conhecer o amplo acervo. Você pode ser perder um pouco entre as várias salas e galerias do edifício, então tenha à mão um mapa atualizado das exposições. O Museu d’Orsay possui um ótimo café e boas vistas para o rio Sena, com o Louvre na margem oposta.

Le musée d’Orsay est un musée national situé à Paris, sur la rive gauche de la Seine, dans le 7e arrondissement, aménagé dans l’ancienne gare d’Orsay et inauguré en 1986.
Date d’ouverture : 1986
Horaires : Horaires du vendredi De 09:30 à 18:00 – Tout afficher
Adresse : 5 Quai Anatole France, 75007 Paris

A medieval Catedral de Notre-Dame, as torres góticas do Palais de Justice e a obra prima da também gótica Sainte-Chapelle atraem os turistas à Ile de la Cite.
Notre Dame
La cathédrale Notre-Dame de Paris, Notre-Dame de Paris ou Notre-Dame est la cathédrale de l’archidiocèse catholique de Paris. Elle est située sur la moitié est de l’île de la Cité, dans le quatrième arrondissement de Paris. 
Début de la construction : 1163
Hauteur : 69 m
Date d’ouverture : 1345
Horaires : Horaires du vendredi De 09:30 à 18:00 – Tout afficher
Adresse : 6 Parvis Notre-Dame – Place Jean-Paul-II, 75004 Paris
Palais de Justice
La Sainte Chapelle
La Sainte-Chapelle est une chapelle qui fut édifiée sur l’île de la Cité, à Paris, à la demande de Saint Louis afin d’abriter la Couronne d’Épines, un morceau de la Vraie Croix, ainsi que diverses autres reliques de la Passion.
Date d’ouverture : 26 avril 1248
Style architectural : Architecture gothique
Adresse : 8 Boulevard du Palais, 75001 Paris
As origens de Paris estão presas a essa pequena ilha em forma de barco no meio do Rio Sena.
Era habitada pelos celtas no século III AC. Foi uma das tribos, a Parisii que deu nome à cidade. Isso tudo mostra que a cidade tem história, muita história. Em certos locais por onde se passa a sensação é de uma volta ao passado. É como se fosse uma viagem no tempo!
Para sair da Ile de la Cité basta atravessar o Rio Sena.
Fontes:
http://www.viajarpelomundo.com/2009/04/bienvenue-franca.html

http://alinequeirozviagens.blogspot.com.br/2012_01_01_archive.html

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Claire Keim – Où il pleuvra

Vou dividir com vocês um texto do  do blog  a Musika francesa . Como sempre adicionei algumas imagens e alguns vídeos.
Claire Keim, ficou conhecida no meio musical com a bem sucedida participação no duo com Marc Lavoine em seu single Je ne veux qu’elle[2001].

Voltando um pouco mais no tempo, descobri que a Claire nasceu 08 de julho de 1975 em Senlis (Oise), e  foi apresentada ao mundo da atuação no Cours Florent, curso de arte dramática do Dominique Minot, em 1992. Ao lado da atividade de atriz  que a projetou no teatro, televisão e cinema com uma lista de mais de vinte filmes, incluindo Au Petit Marguery (1995), Le Roi danse (2000), Le Roman de Lulu (2001) e Féroce (2002), Claire Keim expande sua carreira aos registar uma música da trilha sonora da série Les Yeux d’Hélène 1994 .
Além de sua participação no grupo Wakam de electro jazz e no álbum do trio Les Nubians (2002). Claire Keim, como disse antes, ela participa de um dueto com Marc Lavoine (“Je ne veux qu’elle em 2001. A partir de 2005, a Claire passa a ter participação regular nas turnês do projeto Les Enfoirés até que em 2007, dá um primeiro concerto solo no Festival de Curta-Metragens em Draguignan.
La Boîte à Musique des Enfoirés

Les enfoirés 2008- Que serais je sans toi [Claire Keim, Julien Clerc, Bénabar, Amel Bent]

O primeiro álbum de Claire Keim, este que vos apresento, teve seu lançamento adiado várias vezes, até que finalmente foi apresentado ao público em 10 de janeiro de 2011. Intitulado Où il pleuvra (Onde vai chover) o disco foi dirigido por Francis Cabrel, nome famosos do folk francês que assina o texto do primeiro single, “Ça Depend“, um hit singular e uma ótima pedida para divulgar o álbum.

É interessante observar que normalmente poucas atrizes chegam ao ponto de gravar um disco e enfrentam certa dificuldade na aceitação do público ao se enveredarem por outro ramo artístico, no caso a música. Mas Claire Keim foi bem sucedida nessa tarefa, gravando seu primeiro trabalho discográfico.

Ela foi galgando os degraus da música pouco a pouco e o sucesso de Je ne veux qu’elle foi muito importante para testar a receptividade do público, a meu ver.
Où Il Pleuvra foi escrito e composto por ClaireKeim, a exceção da faixa Ça depend que foi escrita pelo cantor Ours.Apesar de eu ter gostado do disco achei que precisava de mais melodias marcantes, visto sua limitada quantidade de canções, 10 faixas no total. No entanto, ele tem seus méritos como a faixa Mes silences, onde a voz aveludada da Claire é inserida num contexto mais rock, com verdadeira competência e Où il pleuvrajá citada antes e assinada em parte pelo conhecido  Francis Cabrel, que demonstra ser uma viagem sensual e estimulante para o ouvinte, fazendo você querer ouvir outras faixas do mesmo tipo.

 

 

As demais canções assemelham-se um pouco à carro-chefe. A participação do Ours nesse trabalho lhe rendeu uma cara de pop-folk típico (Ce matin,Tel que tu es e C’était mieux qu’avant), mas mesmo essa uniformidade me agradou bastante.

 

 

” Esse é um disco perfeito para uma noite chuvosa ao lado da fogueira ou como trilha sonora de um dia ensolarado e feliz. Eu avalio o produto como de qualidade que atesta a boa escolha do repertório,perfeitamente adequado à voz da Claire. “ Ribamar Bezerra 

fontes:

http://clairekeim.artiste.universalmusic.fr/

https://www.facebook.com/clairekeim/photos_stream

http://musikafrancesa.blogspot.com.br/

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The Return

“The Return”, a nova curta-metragem de moda escrita e dirigida por Karl Lagerfeld  foi apresentada em Dallas, Texas, no desfile “Paris-Dallas”, que inaugurou o Métiers d’Art 2013/14, e simultaneamente em chanel.com.

Depois da apresentação da curta-metragem “Once Upon a Time…”, na qual Karl Lagerfeld explora os primeiros dias de Gabrielle Chanel em Deauville, em 1913, o kaiser volta a revelar o seu talento cinematográfico, ao dirigir “The Return”, que foca o regresso de Chanel ao mundo da moda e a reabertura da sua casa de Alta Costura, em 1954, em Paris.

Após 15 anos de ausência, devido à Segunda Guerra Mundial, Coco Chanel regressa com uma coleção notável, que viria a caracterizar o clássico visual Chanel e mudaria para sempre a forma como as mulheres viam a moda, mas que na altura foi muito mal recebida e criticada. Apenas Neiman Marcus, a loja de luxo baseada em Dallas, mostrou interesse pelas novas criações de Chanel.

Seu sucesso foi consolidado quando conceituadas lojas americanas, como Neiman Marcus, passaram a fazer pedidos de suas coleções. Karl diz que a América a redescobriu e, por isso, o filme é um agradecimento. Segundo ele, Chanel teria desistido não fosse pela acolhida da imprensa e das lojas americanas.

“The Return” conta com um elenco de luxo. Geraldine Chaplin interpreta o papel de Coco Chanel, ao lado de Amanda Harlech, que surge como editora de moda da Vogue Americana, Bettina Ballard, Sam McKnight a assumir o papel de mordomo e Rupert Everett como jornalista de TV americano.

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A produção conta, em 30 minutos, a história do retorno de Coco Chanel ao cenário da moda no contexto do pós-guerra, em meados de 1950. A imprensa francesa era sempre cruel, mas ela se manteve firme e apegada ao seu objetivo.

Eles chegaram a reproduzir a famosa escada espelhada, de onde Chanel costumava observar a reação do público às suas criações.

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Trailer of “The Return” by Karl Lagerfeld

“The Return” by Karl Lagerfeld – The Making of

A atriz Geraldine Chaplin interpreta Gabrielle Chanel, revivendo o retorno da estilista após 15 anos de fechamento de sua Haute Couture house. Na época, com a coleção recebida com pouco entusiasmo por parte da imprensa, mas com o apoio da mídia norte-americana, Coco reafirmou seu estilo e se tornou um ícone.

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 O roteiro gira em torno de Gabrielle Chanel durante a reabertura de sua casa de alta-costura em 1954

 

Fontes:

http://chanel-news.chanel.com/pt_BR/home.cat.by-karl.page.2.html

http://www.ohmycloset.com.br/the-return-filme-chanel/

http://moda.terra.com.br/veja-trailer-de-the-return-filme-de-lagerfeld-e-sobre-coco-chanel,1c7fffa2a3dd2410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

http://dailymodalisboa.blogspot.com.br/2013/12/the-return-o-novo-filme-de-karl.html

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Era uma vez…. Once Upon a time.. Chanel

Keira Knightley é COCO CHANEL em filme dirigido por Karl Lagerfeld

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Eis que o estilista da Chanel e de sua marca homônima, Karl Lagerfeld, coloca em prática mais um de seus vários talentos:  ele agora ataca de diretor. A produção consiste em um filme sobre Coco Chanel, intitulado “Once Upon a Time” (‘Era uma Vez’, em tradução), cuja protagonista da história será interpretada pela bela Keira Knightley.

Conta um pouco sobre a abertura da primeira loja da estilista francesa, em Deauville. Sua marca, por sinal, completou 100 anos  em 2013. Curioso(a) pelo filme? Então confira o teaser lançado, logo abaixo:

 

The Tale of a Fairy é novo curta de Karl Lagerfeld - ele fala sobre o uso imprudente do dinheiro e conta com elenco de queridinhos do estilista: Freja Beha e Baptiste Giabiconihabituées das passarelas da maison,Kristen McMenamy e Anna Mouglalis (embaixadora da marca) são alguns deles.

A l’occasion du centenaire de la maison française, Keira Knightley interprète Coco Chanel dans le film «Once Upon a Time» signé Karl Lagerfeld.

Deauville 1913, Gabrielle Chanel ouvre sa première boutique de mode. Pour célébrer le centième anniversaire de la maison, le directeur artistique de la maison Karl Lagerfeld signe un court-métrage qui retrace les débuts de la Grande Mademoiselle. C’est l’actrice et égérie Chanel Keira Knightley qui se glisse dans  la peau de la créatrice pour l’occasion. A cette époque, celle que l’on surnomme Coco Chanel signe un nouveau style épuré à contre-courant de la mode du début du siècle. Ses créations sobres et élégantes en jersey, aux tons noir et blanc, jusque là utilisé seulement pour confectionner les tenues de sport, remportent un succès immédiat alors que les besoins des femmes évoluent en raison des restrictions imposées par la première guerre mondiale. Gabrielle Chanel libère le corps, elle raccourcit les jupes et joue sur les codes masculins et féminins. Elle arbore elle-même un style androgyne en portant des pantalons, la fameuse marinière qui deviendra iconique, un canotier et une coupe de cheveux garçonne. Les mannequins Baptiste GiabiconiStella Tennant,Lindsey Wixon ou encore Caroline de Maigret rejoignent le casting de ce court-métrage événement. Le film sera révélé le 8 mai prochain à 20h30 lors d’une projection privée à l’hôtel Raffles de Singapour, la veille du défilé croisière 2013-2014 présenté dans la cadre de l’ancienne plantation de muscadiers sur le site de Loewen Cluster posé sur la colline de Dempsey. Il sera disponible en simultané sur le site chanel-news.com.

Photo ci-dessus: ©Olivier Saillant

Découvrez les premières images du film réalisé par Karl Lagerfeld:

 

Illustration de Karl Lagerfeld Chanel Once upon Time Coco Chanel

Illustration de Karl Lagerfeld

Fonte:

http://www.vogue.fr/mode/news-mode/diaporama/il-etait-une-fois-chanel-karl-lagerfeld-keira-knightley-baptiste-giabiconi-coco-chanel/13013#illustration-de-karl-lagerfeld-chanel-once-upon-time-coco-chanel

http://www.lindizzima.com.br/post/keira-knightley-sera-coco-chanel-em-filme-dirigido-por-karl-lagerfeld/998

http://era1x.com/tag/chanel-cruise-2012/

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Mais 4 filmes onde pode ser vista a cidade de Paris

E a minha listinha continua….Vamos lá..mais 4 filmes onde pode ser vista a cidade de Paris !!!!

Um lugar na platéia / Fauteuils d’orchestre

Um Lugar na Platéia : foto

Um Lugar na Platéia : foto

Um Lugar na Platéia : poster

Um Lugar na Platéia : foto

Sinopse: Jessica (Cécile de France) é uma jovem do interior, que chega a Paris determinada em conseguir um emprego no hotel Ritz. A idéia surgiu de sua avó, que é obcecada por luxo. Porém Jessica não consegue o almejado emprego, tendo que se contentar com a vaga de garçonete em um café na Avenue Montaigne. O local fica perto de um teatro, de uma sala de concertos e de uma casa de leilões, o que faz com que Jessica volta e meia sirva pessoas da classe artística. Um dia uma famosa atriz estreará seu novo espetáculo vaudeville, um pianista dará o último concerto de sua carreira e um triste colecionador de artes venderá seus quadros prediletos. Todos estes eventos ocorrerão simultaneamente, o que fará com que o café onde Jessica trabalha fique bastante agitado.

Cécile de France, a adorável protagonista

eUm Lugar na Platéia : foto Cécile de France

Um Lugar na Platéia : foto Cécile de France

Um Lugar na Platéia : foto Cécile de France, Sydney Pollack, Valérie Lemercier

Um Lugar na Platéia : Foto Albert Dupontel, Cécile de France, Danièle Thompson

Um Lugar na Platéia : foto Cécile de France

Um Lugar na Platéia : foto Cécile de France, Dani

“Tem filmes que são como aquelas músicas que a gente acha que não gosta mas se surpreende batendo o pé e assobiando a melodia. A comédia romântica Um Lugar na Platéia (Fauteils d’Orchestre, França, 2005), forçando a analogia, passa uma impressão parecida no primeiro contato. Mas diante do déjà vu despertado pelo enredo açucarado e parecido com tantos outros, percebe-se que são interessantes os desvios tomados pela diretora Danièle Thompson para driblar os clichês rumo ao final feliz no qual por tradição desemboca o gênero.

Depois das andanças do rato gourmet de Ratatouille e dos personagens do episódico Paris, Te AmoUm Lugar na Platéia também delimita seu cenário no mapa da capital francesa. A localização aqui é mais precisa, entre alguns quarteirões na Avenida Montaigne, que risca uma das regiões mais badaladas de Paris. Ali desembarca Jessica (Cécile De France) jovem interiorana que tenta conseguir um emprego no exclusivo Hotel Ritz, por recomendação da avó, senhora obcecada pela boa vida e pelo luxo que lhe aconselha: quando não se pode pertencer ao clube dos ricos, que se conviva entre eles. Jessica, porém, tem de se contentar com a vaga de garçonete em um bar.

Próximo de um teatro, de uma sala de concertos e de uma galeria de arte, o lugar é ponto de encontro de uma série de personagens infelizes que diante de Jessica, como se ela fosse uma fada facilitadora de desejos e transformações, estão em vias de tomar decisões que mudarão suas vidas. A atriz temperamental Catherine (Valérie Lemercier), entediada com os papéis populares na TV e no teatro tenta se vender mulher certa para estrelar a cinebiografia de Simone de Beauvoir. O renomado pianista Jean-François (Albert Dupontel), farto do fraque e da liturgia dos grandes concertos, deseja tocar o que bem entende em palcos menos solenes. E o colecionador de arte Jacques (Claude Brasseur), já se posicionando para o fim vida, decide leiloar seu valioso acervo e acertar as desavenças com o filho.

Danièle Thompson, roteirista do sucesso A Rainha Margot e diretora de filmes como Três Irmãs, primeiro sugere fazer de Um Lugar na Platéia um filme-coral à Robert Altman, com suas pequenas histórias que andam em paralelo rumo aos desfechos redentores. Mas o interesse da cineasta, e seu grande acerto, é erguer uma ponte entre a chamada grande arte e aquele espectador comum, espelhado em Jessica, o leigo que, pela sensibilidade, pureza e interesse, se deixa arrebatar por uma melodia, por uma escultura ou por uma grande interpretação. Enxerida e deslumbrada com o universo que descortina, Jessica, encarnação contemporânea de Poliana, é vivida com muita graça por Cécile, que lembra, também no visual, a doçura de Audrey Hepburn em seus tempos de Cinderela em Paris. E quando tudo enfim se encaixa e o alto astral toma conta da Avenida Montaigne, é capaz de até o espectador mais empedernido se surpreender batendo o pé e sorrindo de canto. Às vezes isso é mais bacana do que racionalizar se gostou ou não gostou.”  Por Marcelo Perrone

Amores Parisienses / On Connaît la Chanson

 

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De: Alain Resnais, França-Suíça-Inglaterra-Itália, 1997

Amores Parisienses/On Connaît la Chanson

De Alain Resnais, França-Suíça-Inglaterra-Itália, 1997.

Com Pierre Arditi (Claude), Sabine Azéma (Odile Lalande), Jean-Pierre Bacri (Nicolas), André Dussollier (Simon), Agnès Jaoui (Camille Lalande), Lambert Wilson (Marc Duveyrier), Jane Birkin (Jane), Jean-Paul Roussillon (o pai), Nelly Borgeaud (a médica), Götz Burger (Von Choltitz), Jean-Pierre Darroussin (o jovem com o cheque)

Argumento e roteiro Agnès Jaoui e Jean-Pierre Bacri

Fotografia Renato Berta

Música original Bruno Fontaine

Montagem Hervé de Luze

Produção Arena Films, Caméra One, France 2 Cinéma, Vega Film, Greenpoint Films, Canal+.

Cor, 120 min

Vou dividir com vocês o texto de Sérgio Vaz para o site 50 anos de filmes .

“Nos deliciosos 120 minutos de On Connaît la Chanson, no Brasil Amores Parisienses, de 1997, mestre Alain Resnais mostra uma espécie de quadrilha drummondiana. Com música, muita música, bem mais de uma dezena de finos exemplares da chanson française.

É assim: Simon (André Dussollier) está perdidinho de amor por Camile (Agnès Jaoui), que sequer percebe isso e está começando a namorar Marc (Lambert Wilson), que acontece de ser o patrão de Simon numa agência imobiliária, que está atendendo naquele momento dois clientes: Odile (Sabine Azéma), que é irmã de Camile, e Nicolas (Jean-Pierre Bacri), que é um hipocondríaco e no passado foi muito amigo de Odile, que está casada com Claude (Pierre Arditi).

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Essa quadrilha drummondiana, a trama do filme, o roteiro, foram criados por Agnès Jaoui e Jean-Pierre Bacri (os dois na foto acima), que são casados na vida real e fizeram vários filmes juntos, e são amigos de Alain Resnais e Sabine Azéma, que foram casados na vida real de 1998 – um ano após o lançamento deste filme – até a morte do cineasta genial, em março de 2014.

Vários dos atores do filme – André Dussollier, Lambert Wilson, Pierre Arditi, além da própria Sabine Azéma – trabalharam sob a direção de Resnais em diversos filmes.

É tudo uma quadrilha drummondiana. Resnaisiana.

E com música. Muita música.

O general nazista acaba de receber um telefonema furioso de Hitler – e aí dubla Josephine Baker!

A ação se passa nos dias atuais, quer dizer, os dias atuais de quando o filme foi feito, 1997, mas na primeira sequência, após os deliciosos créditos iniciais, ilustrados com desenhos de corpos montados com fotinhas dos principais atores, vemos – horror! – uma grande bandeira nazista. Um general nazista, Von Choltitz (Götz Burger) está ao telefone, recebendo uma ligação de Adolf Hitler, e o ditador está irado. Exige que Von Choltitz cumpra suas ordens e toque fogo em Paris. “Pela última vez” – ouvimos a voz do ditador berrar ao telefone –, “Paris tem que ser destruída! Em 24 horas!”

O general Von Choltitz põe o telefone no gancho e encara os membros de sua equipe, que o fitam com pavor estampado nos semblantes.

E então há um close-up do general Von Choltitz – e ele começa a cantar uma canção francesa!

Quer dizer, o ator que interpreta o general não canta a canção. A canção vem numa voz que não tem nada a ver com a do ator, nem de um general – uma voz fininha, fininha, aguda.

Götz Burger está dublando – e dublando tremendamente bem, os movimentos da boca perfeitamente sincronizados com o som – a gravação original de uma velha, conhecida canção, “J’ai deux amours”, de Vincent Scotto, Georges Koger e Henri Varna, com Josephine Baker, de 1930!

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Corta, e vemos que uma guia turística – Camile, a personagem interpretada por Agnès Jaoui – está levando um grupo de turistas a locais históricos de Paris. Naquele momento, ela está mostrando exatamente o prédio em que, durante a Ocupação, na Segunda Guerra Mundial, o alto comando alemão se instalou. Foi ali, diz a guia, que o general Von Choltitz recebeu o ultimato de Hitler – um ultimato que, como se sabe, ele não obedeceu.

Grandes clássicos da canção francesa, atores que são o crème de la crème

Entre os turistas que seguem Camile está Simon-André Dussollier (na foto acima), que absolutamente não é turista – é simplesmente apaixonado pela guia, e sempre que pode foge do trabalho na agência imobiliária para participar dos grupos, para ouvir a voz de sua amada.

Daí a algum tempo, veremos Simon-André Dussollier vestido em uniforme de gala da Guarda Republicana, imaginando-se desfilando junto com a tropa, e cantando a plenos pulmões os versos de Pierre Delanoë para a melodia quase marcial de Gilbert Bécaud na canção “Nathalie”. Quer dizer: André Dussollier dubla – com perfeição – a voz forte, poderosa de Bécaud. O narrador de “Nathalie” – a canção é de 1964, auge da Guerra Fria – é um francês em visita a Moscou, que está apaixonado pela russa que guia um grupo de turistas pela Praça Vermelha e outros locais históricos de Moscou. No final, o narrador sonha com o dia em que Nathalie irá visitar Paris, e seria ele, então, que serviria de guia para aquela russa linda.

On Connaît la Chanson é todo assim: vamos vendo momentos do dia-a-dia daquele grupo de personagens, e volta e meia os personagens começam a dublar belas chansons françaises. As letras se encaixam bem na trama, na fala dos personagens, como se tivessem sido escritas para o filme.

Diversas das músicas são clássicos, e são cantadas por gente importante da música francesa das últimas décadas. Os personagens são simpáticos, interessantes, a trama que entrelaça suas vidas é gostosa – e aquele grupo de atores é o crème de la crème do cinema francês. Não poderia ser diferente: o filme é absolutamente encantador, charmoso, delicioso, apaixonante. (Na foto abaixo, Agnès Jaoui e Sabine Azéma.)

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Para citar só algumas das canções que entram no filme, além das duas citadas acima:

* “Paroles, Paroles”, de Leo Chiosso, Giancarlo Del Re e Gianni Ferrio, com Dalida e Alain Delon;

* “Résiste”, de Michel Berger, com France Gall:

* “Ce n’est rien”, de Etienne Roda-Gil e Julien Clerc, Julien Clerc;

* “J’aime les filles”, de Jacques Dutronc e Jacques Lanzmann, com Jacques Dutronc;

* “Et moi, dans mon coin”, de e com Charles Aznavour;

* “Quoi”, de Guido De Angelis e Maurizio De Angelis, versão francesa de Serge Gainsbourg, com Jane Birkin.

Vemos as pequenas fraquezas, os pequenos equívocos que cometemos a cada dia

Alain Resnais estava com 75 anos quando fez este filme alegre, bem humorado, pra cima, alto astral. Acho isso absolutamente fascinante.

Há sutis, interessantes, fascinantes observações sobre o comportamento humano, em On Connaît la Chanson. As pequenas fraquezas, os pequenos equívocos, as pequenas besteiras que cometemos a cada dia em nossas vidas.

Por exemplo: Odile comete uma ação desagradável no seu trabalho. Recusa-se a dar um posto de trabalho a um jovem que parecia promissor. Depois, por uma dessas coincidências de que é feita a vida, julga ter encontrado, por mero acaso, o pai do rapaz, que conta que o filho está para ser pai, e está desempregado há muitos anos, mas agora, finalmente, tinha um emprego em vista. Arrependida, mortificada, Odile fará uma série de gentilezas para o filho daquele senhor que encontrou na rua – para depois descobrir que havia se enganado, que o filho do homem não era o rapaz a quem ela não dera o emprego.

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Outro exemplo: apesar de cortejada por Simon, Camile irá se interessar por Marc, o personagem de Lambert Wilson (na foto acima), que tem boa pinta, é mais jovem que o outro. Um pequeno imenso erro: o tempo mostrará que Marc é um absoluto mau caráter (aliás, o único mau caráter entre os personagens centrais da trama), enquanto Simon é gente finíssima.

E então mestre Resnais nos mostra esses pequenos equívocos, fraquezas, besteiras de que somos todos capazes. Mas faz isso com um olhar simpático para com aqueles personagens, um olhar compadecido, gentil. De uma maneira bem humorada, leve, agradável.

A narrativa é de uma simplicidade franciscana, uma clareza cristalina. Não há fogos de artifício. Aos 75 anos, inovador desde os anos 50, mestre Resnais não precisava, absolutamente, provar mais coisa alguma a ninguém.

Podia – como fez em seus últimos filmes – apenas celebrar a vida, os amores, o prazer de existir.

O filme ganhou sete Césars e teve 2,67 milhões de espectadores na França

On Connaît la Chanson venceu o César, o Oscar do cinema francês, em sete categorias, inclusive a de melhor filme. André Dussollier ganhou o prêmio de melhor ator, Jean-Pierre Bacri o de ator coadjuvante, Agnès Jaoui o de melhor atriz. O casal Jaoui-Bacri levou o de melhor roteiro, e o filme levou ainda os prêmios de melhor som e melhor montagem.

Estranhamente, ou ironicamente, o próprio Resnais foi indicado ao César de melhor diretor mas não levou o prêmio.

Algumas informações sobre o filme e sua produção, tiradas do site AlloCine, especializado em cinema francês:

On Connaît la Chanson teve uma excepcional bilheteria na França: 2,67 milhões de ingressos vendidos, um número altíssimo para qualquer produção, ainda mais para um filme dessa qualidadade, desse gabarito. Na verdade, essa comédia romântico-musical foi o maior sucesso do gênio Resnais em sua própria pátria. No entanto, há um dado surpreendente no AlloCine, que me espanta: Hiroshima, Mon Amour teve 2,2 milhões de ingressos em 1959. Diacho: como tinha francês inteligente naquele tempo!

* Esta foi a segunda vez que mestre Resnais filmou um roteiro escrito pelos jovens Jaoui-Bacri. É do casal o roteiro do díptico Smoking e No Smoking, lançado em 1993. Só que o roteiro daqueles dois filmes não era original, e sim baseado em uma peça do inglês Alan Ayckbourn, Intimate Exchanges. O roteiro de On Connaît la Chanson foi o primeiro escrito pela dupla para o cinema a partir de uma trama original criada por eles, que até então haviam escrito apenas peças para o teatro.

* Três anos depois deste filme, Agnès Jaoui estrearia seu primeiro longa-metragem como diretora, O Gosto dos Outros. Seu primeiro trabalho como diretora foi o trailer deste On Connaît la Chanson!

* Nos créditos iniciais, é dito que o filme é em homenagem a Dennis Potter (1935-1994). Dennis Potter foi um roteirista, produtor e diretor inglês, que chamou a atenção de Resnais por incluir canções populares no meio de suas produções.

* A única atriz do filme que canta com sua própria voz é Jane Birkin, a inglesa que trabalhou com Michelangelo Antonioni emBlow Up e depois se casaria com Serge Gainsbourg, da união deles dois resultando Charlotte Gainsbourg. Jane Birkin aparece em apenas uma sequência, no papel da mulher de Nicolas-Jean-Pierre Bacri. Mas na verdade ela também dubla, como todos os demais atores. Dubla-se a si mesma, já que a gravação original da canção   “Quoi” havia sido feita 12 anos antes do filme.

Mestre Renais prova que o grande cinema não precisa ser chato

Diz, ao final do texto, o Guide des Films de outro mestre, Jean Tulard: “Um filme ‘de canções’, que encanta pela pertinência de seu propósito – o jogo de aparências – mesmo se por trás do otimismo de fachada se adivinha uma profunda melancolia.”

Não há como não respeitar o Guide de Tulard – e que há melancolia, ah, é claro que há.

Mas obra de arte, para ser obra de arte, tem que ser aberta. Cada um interpreta como quiser.

Para mim, On Connaît la Chanson é uma das mais maravilhosas provas de que o bom cinema não tem que ser chato e achar o mundo todo uma merda horrorosa e sem saída.

Para mim, mestre Alain Resnais, com seu profundo amor à vida, depois da maturidade, é a prova de que o grande cinema não precisa ser chato.

A vida é curta – e/mas pode ser boa. Claro que ela é boa em especial para os gênios que até aos 90 e tantos anos fazem obras maravilhosas como este filme – mas por que não também não poderia ser boa também para nós, pobres seres humanos normais, gente como a gente, ordinary people, como os personagens deste filme esplêndido? “

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Cinderela em Paris/ Funny face

Sinopse : Um famoso fotógrafo de modas, Dick Avery (Fred Astaire), trabalha para a Quality Magazine, uma conceituada revista feminina. Dick cumpre as determinações da editora da revista, Maggie Prescott (Kay Thompson), que não está satisfeita com os últimos resultados e tenta encontrar um “novo rosto”. Dick o acha em Jo Stockton (Audrey Hepburn), uma balconista de uma livraria no Greenwich Village onde um ensaio fotográfico ocorrera recentemente. Após certa resistência, Maggie aceita Jo como a modelo que irá à Paris para fotografar e ser o símbolo da Quality. Jo só concorda pois lá poderá conhecer Emile Flostre (Michel Auclair), um intelectual cujas idéias ela idolatra. Entretanto, ao chegarem em Paris as coisas não correm como o planejado.
A atriz, que já fora bailarina, arrisca-se cantando e dançando ao lado de ninguém menos que Fred Astaire. Ele é o fotógrafo Dick Avery, que trabalha para a revista Quality, dirigida com mão de ferro por Maggie Prescott (Kay Thompson). Ele desafia a chefe a aceitar a desajeitada Jo Stockton (Audrey) para ser a nova modelo da revista. Apesar dela não ter uma beleza convencional, ela é elegante e inteligente, podendo representar muito bem a publicação. No entanto, Jo é uma intelectual amante de livros de filosofia e que não dá a mínima pra moda! Dick então tem que convencer a moça a aceitar o desafio e viajar para Paris, onde irão trabalhar, se apaixonar e interpretar belíssimas canções, tais como a doce “Funny face” que dá nome ao filme. Um musical super divertido e cheio de experimentações visuais deslumbrantes, além da rara presença em cena de Kay Thompson, cantora que treinava as maiores vozes de Hollywood, incluindo-se aí Judy Garland e Frank Sinatra.

 Funny Face ” Bonjour Paris”

Quando Paris Alucina  / Paris When It Sizzles

 

Sinopse: Alexander Meyerheim (Noel Coward) é um produtor de Hollywood que contratou Richard Benson (William Holden), um roteirista, pois gostou do título da história prometida por ele: “A Moça que Roubou a Torre Eiffell“. Porém, nenhuma das 138 páginas que deveriam existir foram escritas, pois em vez de trabalhar no roteiro Benson ficou bebendo e se divertindo. Dois dias antes da chegada do produtor a Paris, Richard contrata Gabrielle Simpson (Audrey Hepburn), uma secretária temporária, para ajudá-lo a fazer o trabalho. Porém, o serviço toma um rumo inesperado.
Richard Benson é um escritor criativo, mas sem muita disposição para o trabalho, que prefere ficar bebendo e se divertindo em vez de escrever o roteiro contratado por Alexander Meyerheim, um produtor de Hollywood, que gostara do título da história prometida por ele: “A Moça que Roubou a Torre Eiffel. Como precisa entregar o trabalho, Richard contrata Gabrielle Simpson, uma secretária temporária, para que ela o ajude a realizá-lo.
Direção: Richard Quine
Roteiro: George Axelrod baseado na estória La fête à Henriette de Julien Duvivier e Henri Jeanson
Elenco: William Holden (Richard Benson/Rick), Audrey Hepburn (Gabrielle Simpson/Gaby), Grégoire Aslan (Police Insp. Gilet), Raymond Bussières (François (gangster #1)),  Noel Coward (Alexander Meyerheim), Tony Curtis(Maurice/Philippe, 2nd policeman) e Marlene Dietrich

Fontes:

http://www.adorocinema.com/filmes/filme-59645/

http://wp.clicrbs.com.br/cineclube/2007/11/?topo=13,1,1,,,13

http://50anosdefilmes.com.br/2014/amores-parisienses-on-connait-la-chanson/

http://vcviu.com.br/filmes/classicos/quando-paris-alucina-1964/

http://www.adorocinema.com/filmes/filme-7009/

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O Perfume

Como ontem falei sobre a cidade de Grasse, hoje não poderia deixar que falar sobre O Perfume !!!!

O Perfume é um romance do escritor alemão Patrick Süskind, publicado pela primeira vez em 1985. Foram vendidos 15 milhões de exemplares em quarenta línguas. O título original alemão é Das Parfum, die Geschichte eines Mörders (tradução literal em português, O Perfume, História de um Assassino).

 

LIVRO

Patrick Suskind baseou a história de Perfume a partir da teoria dos impulsos sexuais de Freud, onde o olfato constitui um dos sentidos primordiais quando o homem ainda não tinha o total domínio da visão. Este livro é um dos melhores, na minha opinião, e o filme fez jus ao livro.

Trecho do livro

“… As pessoas podiam fechar os olhos diante da grandeza, do assustador, da beleza, e podiam tapar os ouvidos diante da melodia ou de palavras sedutoras. Mas não podiam escapar do aroma. Pois o aroma é um irmão da respiração. Com esta, ele penetra nas pessoas, elas não podem escapar-lhe caso queiram viver. E bem para dentro delas é que vai o aroma, diretamente para o coração, distinguindo lá categoricamente entre atração e menosprezo, nojo e prazer, amor e ódio. Quem dominasse os odores dominaria o coração das pessoas.”

O livro conta a história de um homem que possui um olfato extraordinariamente apurado mas não possui cheiro próprio.

A história situa-se no século XVIII, em Paris, depois em Auvergne, em Montpellier, em Grasse e finalmente retorna a Paris. O protagonista, Jean-Baptiste Grenouille, nasceu no meio de tripas de peixe atrás de uma banca, onde a mãe, que algumas semanas depois foi executada por infanticídios, vendia peixe. Grenouille possui duas características excepcionais:

  • ele não tem cheiro nenhum, o que assusta sua ama e as crianças com quem ele vive no orfanato, mas permite que ele passe totalmente despercebido. Durante a história, essa ausência de odor, de que ele se dá conta somente bem mais tarde, será compensada pela criação de perfumes mais ou menos atraentes, que Grenouille utiliza de acordo com as circunstâncias a fim de ser notado pelos outros.
  • ele tem um olfato extremamente desenvolvido, o que lhe permite reconhecer os odores mais imperceptíveis. Conseguia cheirá–los por mais longe que estivessem e armazenava–os todos em sua memória, também excepcional para relembrar aromas. Esse olfato é sua única fonte de alegria, que ele aproveita para confeccionar, sem a mínima experiência, perfumes de qualidade excepcional.

Durante a sua vida teve vários acidentes e doenças, trabalhou como aprendiz de curtidor de peles e depois como aprendiz de perfumista e, graças às suas características, enquanto foi aprendiz de perfumista aprendeu várias técnicas para a criação de um perfume.

Grenouille um dia encontra uma jovem,com um perfume totalmente diferente de todos os outros milhares de perfumes que ele guardava na memória, e acabará por matá-la,com as suas próprias mãos, de tanto desejar apoderar-se do seu odor. Mas, esta jovem é apenas uma das muitas jovens que o protagonista acaba por matar (26 no total), em busca do perfume perfeito.

No final da história, Grenouille volta a Paris . O livro acaba quando o assassino é descoberto . Ele se enche de perfume perfeito e acaba sendo devorado pelas mulheres que o reconheceram: um final trágico para o protagonista. Bizarro, não? Pois foi um dos livros mais vendidos da década de 80 na Alemanha.

 

FILME

Título original: (The Story of a Murderer)

Lançamento: 2006 (França, Alemanha, Espanha)

Direção: Tom Tykwer

Duração: 147 min

O filme foi baseado no livro homônimo de Patrick Süskind com direção do alemão Tom Tykwer.

É o mesmo diretor responsável por “Corra, Lola, Corra”, de 1998.

A história acontece na França do século 18. Lá que nasceu Jean-Baptiste Grenouille, um órfão que veio ao mundo em pleno mercado de Paris. Segundo o narrador, um dos lugares com pior cheiro na cidade. Curioso que o sentido do olfato seja um dos poucos que ainda não puderam ser incorporados ao cinema, de modo que o diretor teve que se valer de outros sentidos para tentar passar os cheiros, que são tão importantes neste filme.

Tykwer mostra uma Paris que realmente parece mal cheirosa, suja, com suas ruas enlameadas, o chão do mercado coberto por restos de peixe, vermes, verduras, excremento. É neste ambiente que o recém-nascido Jean-Baptiste é abandonado pela mãe logo depois do parto. Ele é encontrado e levado a um orfanato, onde logo se vê que ele não é uma criança normal. A edição do filme mostra em planos rápidos as coisas que o bebê consegue cheirar com seu senso de olfato fora do comum.  Em dado momento vemos quando Jean-Baptiste, já crescido (interpretado por Ben Whishaw), vai parar nas ruas de Paris. Lá que ele descobre o cheiro mais maravilhoso que já sentiu, o do corpo de uma vendedora de frutas, que ele passa a seguir, e a garota acaba se tornando, acidentalmente, sua primeira vítima. Mas aparentemente ele nem se dá conta do que aconteceu. A única coisa que importa para ele é cheirar todo o corpo da moça, da cabeça aos pés. É então que descobre seu propósito na vida: ele quer descobrir como preservar o cheiro das coisas.

 Jean Baptiste Grenouille

“Perfume” é daquele tipo de filme fascinante que, mesmo a contragosto, nos faz torcer pelo assassino. Jean-Baptiste é uma espécie de artista, misto de gênio e de psicopata, cuja vida complicada não lhe deu as condições mínimas de saber se comportar como um ser humano decente. Ele sem dúvida é um assassino, e cada vez mais calculista com o decorrer do filme, mas parece agir mais por instinto do que por maldade.

Dustin Hoffman (fazendo o papel de um perfumista italiano) passa a Jean-Baptiste seus conhecimentos em troca das fórmulas para novos perfumes, que lhe rendem uma fortuna. É também de Hoffman que Jean-Baptiste aprende que um bom perfume é feito com 12 essências (mais uma 13ª, que pode ser apenas lendária), que formam seus “acordes”. Jean-Baptiste parte para a cidade de Grasse onde aprende a técnica da “eflorescência”, que consistiria em retirar lentamente o perfume de uma flor enquanto ela está morrendo. Não demora muito, Jean-Baptiste está usando desses conhecimentos para tentar retirar a “essência” do próprio ser humano (ou, no caso, mulheres jovens e bonitas), que ele começa a matar para suas experiências.

Com o decorrer do filme, a história toma ares cada vez mais delirantes, fugindo do plausível e culminando com um final tão simbólico quanto poético.

O livro, até pouco tempo considerado inadaptável para a linguagem cinematográfica, foi transformado em filme no ano de 2006 pelo diretor alemão Tom Tykwer(Corra, Lola, Corra). Süskind negociou os direitos de filmagem com o produtor, também alemão, Bernd Eichinger (A Queda, A Casa dos Espíritos). O filme contou com um elenco de celebridades, tais como Dustin Hoffman e Alan Rickman. O personagem central da história foi interpretado pelo jovem Ben Whishaw. O orçamento da produção extrapolou o valor de 50 milhões de euros, segundo informações contidas no site da Deutsche Welle. Além do cinema o livro foi inspiração para uma canção da banda Nirvana. Isso porque Kurt Cobain, vocalista e guitarrista, considerava “O Perfume” como sendo o seu livro favorito. A canção chama -se Scentless Apprentice, faixa 02 do álbum In Utero gravado em 1993.

Curiosidades

    • A música “Scentless Apprentice”, escrita pela banda de grunge americana Nirvana, é inspirada no “Perfume”.
    • A música “Herr Spiegelmann” da banda portuguesa Moonspell é inspirada no livro .
    • A música “Du riechst so gut” da banda alemã Rammstein é inspirada no livro, o qual é um dos favoritos do vocalista Till Lindemann.
“Scentless Apprentice”

“Scentless Apprentice” was inspired by the novel Perfume by Patrick Suskind, about a man born with an amazing sense of smell but no smell of his own. He was an apprentice in a perfume shop and becomes a murderer of young girls for their scent. This song is credited to all 3 members of the band. As Kurt Cobain said in interviews around the time In Utero was released, Dave Grohl came up with the drum beat and the guitar riff for the song. Kurt Cobain said in an interview that when Dave Grohl first brought this song to him, he didn’t think it was very good, but he decided to go along with it so he wouldn’t hurt Grohl’s feelings. All 3 members worked to refine the song and Kurt wrote the lyrics. Cobain also said he preferred having input from the other 2 to take the pressure off of him to come up with all the songs. He said he was looking forward to more collaboration like that in the future, a collaboration that sadly never came to fruition.

 

“Herr Spiegelmann”

 

“Du riechst so gut”

 

Fontes:

http://taemchoque.wordpress.com/2011/10/04/livros-filme-de-terca-perfume-a-historia-de-um-assassino/

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Grasse – suas fábricas de perfume e o Museu do Perfume

Algumas famas não vêm à toa e  resolvi falar de um produto que lembra imediatamente a França: o perfume. Artigo de luxo em alguns lugares, em outros, de desejo, o perfume sempre desperta imagens e sensações. Uma magia que inspira amores e paixões, já foi tema de filmes, de comedias e tragédias, usado no dia a dia, para conquistar, com poderes religiosos ou por simples prazer. Sua história é longa… remonta ao Egito Antigo, passando pelas Mil e uma noite do oriente até chegar no ocidente atual! Na França tem uma região conhecida pela fabricação do perfume, La Provence! Duas cidades são conhecidas por suas fabricas de perfumes: Grasse e Eze. A primeira, Grasse, é a mais conhecida, sendo a responsável por 50% dos perfumes fabricados na França!

Tudo começou com a produção de couro, isso mesmo, couro!! O odor que esse tecido deixa não é dos mais agradáveis e a nobreza da época concordava com isso! Foi então que Galimard teve a ideia de perfumar uma manta que daria de presente a Catherine de Médicis, ela, claro, ficou encantada pelo presente e a moda pegou! O problema foi que Nice destronou Grasse na produção de couro, que era extremamente caro na época, entretanto, a pequena cidade se especializou na segunda industria que pairava pela cidade, o perfume!

A partir de então, Grasse começou a se especializar na arte de criar e fabricar esses líquidos tão especiais e únicos. Atualmente, Grasse possui grandes fabricas de perfumes mundialmente conhecidas. Produz também algumas essências como rosa de maio, lavanda e jasmim, importando outras de todas as partes do mundo. Curiosidade: O limão verde é a essência importada do Brasil!

Visitar essa cidade é um passeio que vale a pena ser feito, seja de trem ou de ônibus,  você poderá visitar algumas das diversas fabricas de perfumes, assim como o museu do perfume criado em 1989 com seu belo jardim. Além de comprar os verdadeiros perfumes franceses um pouquinho mais baratos. Detalhe: os perfumes fabricados aqui não são importados, isso significa que apenas na França você pode adquiri-los.

Grasse é uma cidade bem pequena, mas muito charmosa. É conhecida como a capital mundial do perfume, fato que atrai centenas de turistas.

Lavanda, jasmim, rosa, flor de laranjeira, são todas flores plantadas na região e utilizadas especialmente para a fabricação de perfumes.

Em Grasse não estão apenas as matérias primas, ali também de fazem os concentrados que quando diluídos viram perfumes em diversas partes do mundo. Esta indústria um pouco artesanal vem perdendo espaço para os produtos químicos que imitam os olores, mas está conseguindo resistir.

Perfumarias turísticas em Grasse: Parfumerie Fragonard (usina histórica) Parfumerie Galimard (usina e loja) Parfumerie Guy Bouchara Parfumerie Molinard Na fábrica da Fragonard é possível fazer uma visita guiada grátis, incluindo o museu.

Fragonard

Podemos entender como é o processo de fabricação dos perfumes e a diferença entre uma Eau de Cologne e uma Eau de Parfum. Quando acaba a visitação, você pode experimentar os perfumes locais e comprar, claro. Os preços são bastante acessíveis, pois eles dizem que como não gastam dinheiro com publicidade e artistas famosos, podem vender mais barato.

Fragonard Boutique

Fragonard Soap

International Fragrance Museum

Grasse : Musée de la Parfumerie

No coração de Grasse, no primeiro andar da Usine Historique, se encontra o musée de la parfumerie  que apresenta uma maravilhosa coleção particular de frascos,  coffrets,alambiques, documentos e outros aparelhos que relatam a história da perfumaria desde a mais alta Antiguidade até os nossos dias.

Fragrance Library

The Distillation Process

The Extraction Process

 Aberto todos os dias, inclusive domingos e feriados. De Setembro à Junho de 9h à 18h00 (fechado de 12h30 à 14h de novembro à janeiro). Julho e Agosto de 9h à 18h30. Visite libre.

Musée de la Parfumerie

au 1er Etage de l’Usine Historique 20 bd Fragonard 06130 Grasse FRANCE Tél: +33 (0) 4 93 36 44 65 Fax: +33 (0) 4 93 36 57 32

 Grasse : Musée Fragonard

museu Fragonard é situado no hôtel de Villeneuve, magnifico local histórico restaurado no espírito das grandes moradias da cidade do século XVIII. Dedicado a criança mais célebre da cidade de Grasse, o pintor Jean-Honoré Fragonard (1732-1806), este museu apresenta algumas das grandes obras deste artista. Encontramos também uma coleção de pinturas de dois outros artistas da cidade, Marguerite Gérard (1761-1837) e Jean-Baptiste Mallet (1759-1835).

Musée FragonardEntrada livre Aberto todos os dias: De setembro à Junho de de 10h à 18h. Julho e Agosto de 10h à 19h (Fechado nos domingos de novembro, janeiro e começo de fevereiro)

Collection Hélène et Jean-François Costa.

Hôtel de Villeneuve 14, rue Jean Ossola 06130 Grasse FRANCE Tél: +33 (0)4 93 36 02 07

Grasse : Fabrique des Fleurs

Dedicada a perfumes e plantas aromáticas, a Fabrique des Fleurs está rodeada por um belo jardim de plantas aromáticas … nos arredores de Grasse, esta usina contemporânea inaugurada em 1986, está equipada com máquinas modernas para fabricação e embalagem de seus produtos .

Você pode visitar gratuitamente os laboratórios e áreas de embalagem; e você vai descobrir os segredos da experiência e da nossa arte de combinar métodos tradicionais e as mais modernas técnicas de fabricação

A fábrica está aberta diariamente, incluindo domingos e feriados, 09:00-18:00 (fechado das 12h30 às 14h novembro-janeiro). Visita guiada gratuita em todas as línguas europeias.

Grasse : Musée Provencal du Costume et du Bijou

É em Grasse, na casa da Marquesa de Cabris, irmã de Mirabeau, que abriu em 1997, o charmoso Museu provençal do Traje e Joalharia. Esta casa nobre agora acolhe  em suas salas uma coleção particular de costumes e bijoux provençaux dos séculos 18 e 19, pacientemente reunidos por Helena Costa.

Simples vestidos, ánaguas, rendas  leves, essas roupas contam a história do povo da região da Provence, agricultores, artesãos desta região. Este pequeno museu é a memória de uma vida simples, refinada e nobre na alegria desta pequena cidade ensolarada e perfumada.

O museu está aberto diariamente das 10h às 13h e 14h às 18h – inclusive domingos e feriados (fechado aos domingos, em novembro, janeiro e início de fevereiro). Passeio gratuito, folheto explicativo sobre pedido.

Musée provençal du costume et du bijou (à quelques pas de l’Usine Historique) 2 rue Jean Ossola 06130 Grasse FRANCE Tel: +33 (0) 4 93 36 44 65 Fax: +33 (0) 4 93 36 57 32

Grasse : La boutique Fragonard maison

 

 Com o espírito do museu  foi criada uma série de artigos para a casa:  toalhas de mesa, vidro, cerâmica e jóias … Descubra a loja Fragonard Maison.
O charme da Provence,  ligado a linhas bem contemporâneas, é o espírito Fragonard que une o universo do perfume ao da casa.

Descubra em Grasse, numa ruela do centro histórico , a loja dedicada a Casa.Linhas de produtos inspirados de coleções do museu provençal dos costumes e das bijuterias. Vocês irão encontrar reedições de bijuterias antigas, roupas de cama bordadas, vidros e frascos de perfumes e muitos souvenirs originais com bons preços. A boutique está aberta todos os dias de 10h à 18h30

Grasse : Fragonard Maison the home shop:

La boutique Fragonard maison(à quelques pas de l’Usine Historique) 2 rue Amiral de Grasse 06130 Grasse FRANCE Tél: +33 (0) 4 93 40 12 04 Fax: +33 (0) 4 93 40 12 04

La boutique Petit Fragonard

Ultimo filho da maison, Fragonard abriu em junho de 2013 uma nova loja inteiramente dedicada as crianças : jogos educativos, presentes decoração, moda e acessórios. Horários: De segunda à domingo de 09h30 à 19h30

Petit Fragonard

10 rue Ossola 06130 Grasse

Tél : 00 33 (0)4 93 36 51 51

Grasse : la boutique Fragonard Confidentiel

No centro de Grasse, num ambiente mágico encontramos esta loja com paredes coloridas, Fragonard abre suas malas de viagem !

Bijoterias com pedras semi-preciosas, vestidos, manteaux de seda ou de algodão, almofadas e colchas coloridas nos dão vontade de entrar no universo Fragonard.

Fragonard Confidentiel

3 Rue Jean Ossola 06130 Grasse FRANCE Tél: +33 (0) 4 93 36 40 62

A loja está aberta todos os dias : Setembro à Junho de 10h à 18h30. Julho e Agosto de 9h30 à 19h30. (Fechada nos domingos de novembro, janeiro e começo de fevereiro)

Fontes:

http://www.coisaparecida.com/2011/01/a-cidade-dos-perfumistas-e-perfumes/perfumes/ http://www.fragonard.com/parfums_grasse/FR/fragonard/grasse/ http://www.fragonard.com/ http://www.azurworld-brasil.com.br/general/os-magicos-perfumes-de- http://populayer.com/2013/08/29/travel-fragonard-in-fragrance-town-grasse-france http://gladesemnice.blogspot.com.br/2011/07/grasse-berco-da-perfumaria-de-luxo.html

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Visitantes podem entrar no famoso trem Orient Express em Paris

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Sala de estar do Orient Express (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Sala de estar do Orient Express (Foto: Charles Platiau/Reuters)

PARIS – Orient-Express. O nome por si só evoca a magia da arte da viagem, numa mistura de luxo e exotismo na exploração de mundos desconhecidos em ambiente único e de prestígio. Criado pelo engenheiro belga Georges Nagelmackers, o trem que revolucionou a história ferroviária e do turismo se aventurou pela primeira vez em seus trilhos em 4 de outubro de 1883.

Vagões do trem Orient Express

Considerado um ícone do estilo Art Déco, o Orient Express ligou Paris a Istambul do fim do século 19 até a década de 1970.

 Ao longo dos anos, em seu trajeto de 3.050 km (e 81h30m) entre Paris e Constantinopla, aproximou o imaginário da realidade, inspirou a literatura e o cinema e os afortunados espíritos aventureiros. Para quem desejar uma volta ao passado, o mítico trem, restaurado, está em exposição no pátio do Instituto do Mundo Árabe, em Paris, até 31 de agosto.

Cartaz da Exposição Il était une fois l’Orient Express

Cartaz da Exposição Il était une fois l’Orient Express

A mostra é organizada em conjunto com a SNCF, companhia ferroviária francesa, que em 2011 comprou em leilão sete vagões do Orient-Express — classificados como patrimônio histórico — e anunciou que tem planos de criar uma nova linha para recolocá-los em atividade. A última viagem do Orient-Express original ocorreu em 1977.

Trajetos do Orient Express de 1945 a 1962

Trajetos do Orient Express de 1945 a 1962

Orient-Express serviu de cena de crime para um dos mais célebres suspenses da escritora Agatha Christie, em desafio desvendado pelo detetive Hercule Poirot. A trama foi levada às telas por Sidney Lumet, estrelada por um elenco de nomes como Ingrid Bergman, Lauren Bacall, Albert Finney e Jacqueline Bisset, em “Assassinato no Expresso Oriente” (1974).

James Bond, interpretado por Sean Connery, também experimentou as sensações do trem em “Moscou contra 007” (1963).

Nesta exposição na capital francesa, é possível visitar uma locomotiva e quatro vagões — sendo um restaurante — e ver também objetos, imagens, filmes, arquivos e documentos que contam a história do trem em uma área de 800 metros quadrados em dois andares.

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L’exposition « Il était une fois L’Orient Express » Jusqu’au 31 août, les visiteurs pourront monter à bord de ce train mythique dont quatre voitures et une locomotive à vapeur ont été installées sur le parvis de l’Institut du monde arabe à Paris dans de 5ème arrondissement. La visite continue ensuite dans les 800 m² des salles d’exposition de l’IMA où de nombreux documents et objets d’époque, retracent l’histoire et l’épopée fantastique de ce célèbre train.

No vagão “Fléche d’or” pode-se admirar a suntuosa decoração idealizada pelo joalheiro René Lalique, também autor do décor do bar do “Train bleu”, igualmente em exposição. O vagão-restaurante “Anatolie”, com capacidade para 42 comensais e com 14 mesas, foi desenhado pelo célebre ebanista britânico Albert Dunn.

E para quem estiver faminto não apenas no olhar, o restaurante abre para o público de terça-feira a sábado, para um jantar com o chef estrelado Yannick Alléno no comando das panelas.

 

 

 

Visitantes que forem ao Institut du Monde Arabe (Instituto do Mundo Árabe) poderão conhecer por dentro parte do trem original: a locomotiva, três vagões de passageiros e um vagão restaurante.

A visita continua no interior do instituto, onde é possível ver objetos, cartazes, filmes, fotografias e documentos relacionados ao luxuoso trem.

A Orient Express convidou o chef Yannick Alléno para assumir a direção do restaurante efêmero do famoso trem que se encontra estacionado em plena esplanada do Instituto do Mundo Árabe, na capital francesa.

Na esplanada do Instituto estão expostos a locomotiva de 1922, vagão salão Pullman, o vagão bar, um vagão leito e o vagão restaurante ocupado por Alléno. Os visitantes percorrem todos os vagões e continuam a exposição no interior do Instituto com objetos, documentos, posters, filmes e fotografias do Orient Express.

Vista de fora de um dos vagões do Orient Express (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Vista de fora de um dos vagões do Orient Express (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Cabine de passageiros em um vagão do Orient Express, tema de exposição em Paris (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Cabine de passageiros em um vagão do Orient Express, tema de exposição em Paris (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Vagão restaurante do Orient Express (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Vagão restaurante do Orient Express (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Visitante em um dos vagões do trem de luxo (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Visitante em um dos vagões do trem de luxo (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Área de serviço em um dos vagões do trem (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Área de serviço em um dos vagões do trem (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Vagão de passageiros do Orient Express (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Vagão de passageiros do Orient Express (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Orient Express - Restaurante

Orient Express – Restaurante

Orient Express - detalhes restaurante

Orient Express – detalhes restaurante

Alléno está encarregado de reproduzir as refeições do mitológico trem, dentro da mise en scène dos códigos da gastronomia francesa. As criações de Alléno são elegantes e audaciosas, um reflexo das viagens de uma outra época, entre os esplendores de Paris e Istambul.

Orient Express - Salão 2

Orient Express – Salão 1

Orient Express - Salão 1

Orient Express – Salão 2

Vagão Orient Express

Orient Express – Vagão Bar

 

Exposição Il était une fois l’Orient Express
Até 31 de agosto 2014
Intitut du Monde Arabe
1 Rue des Fossés Saint-Bernard, 75005 Paris
Horários : De terça à quinta de 9h30 à 19h,sexta até’as 21h30, sábado, domingo e feriados de 9h30 à 20h
Onde:  Niveaux -1, -2 et parvis
Preços:  De 8.50 € à 10.50 €,  gratuito – de 16 anos
Dernière minute :  À partir du 8 août, nocturnes les vendredis et samedis jusqu’à 22 heures et deux ” super-nocturnes ” le vendredi 22 août 2014 et le samedi 23 août 2014 jusqu’à 5 heures du matin.
 
Valor do jantar, sem bebidas: 120 euros por pessoa
Le Restaurant éphémère está aberto de terça a sábado, e propõe dois serviços : 19h00 e 21h30. Na sexta apenas as 21h30
Réservez
Réservation au restaurant : Yannick Alléno

Fontes:

http://www.imarabe.org/activites-evenements/collections-expositions/expositions/orient-express

http://www.orient-express.eu/

http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2014/04/visitantes-poderao-entrar-no-famoso-trem-orient-express-em-paris.html

http://mademoisellevoyage.com.br/blog/jantar-no-lendario-trem-orient-express-em-paris/

http://oglobo.globo.com/estilo/boa-viagem/locomotiva-do-lendario-orient-express-estrela-mostra-em-paris-12294932

http://anamargarida-memorias.blogspot.com.br/2014/05/exposition-lorient-express-paris-le-29.html

http://culturebox.francetvinfo.fr/expositions/patrimoine/exposition-orient-express-plus-de-200-000-visiteurs-des-nocturnes-en-aout-161287

http://www.mercimerciparis.com/lorient-express-a-paris/

http://charlottebocquet.com/journal/exposition-il-etait-une-fois-lorient-express/

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Mais 3 Filmes onde pode ser vista a cidade de Paris

Paris serviu de cenário para muitos filmes. Nesta semana escolhi  mais três que servem como uma visita virtual à Cidade, para quem quiser assistir antes de ir, matar a saudade ou simplesmente apreciar.

Paris (do Cédric Klapisch) 

São várias histórias que se cruzam formando uma história única, em que a cidade é a maior protagonista. Viaje !
É um filme para ver e se deliciar com as imagens de Paris.

Sinopse: O parisiense Pierre está doente e se pergunta se irá morrer em breve. O fato de contemplar a morte lhe faz dar mais valor à vida, seja a sua, a dos outros ou a da própria cidade. E seu estado faz com que ele olhe de forma diferente para as pessoas com quem cruza. Um dançarino, um arquiteto, uma agente social, um sem-teto, um imigrante africano, vendedores de frutas e legumes… todos parecem pessoas comuns, mas todos são, cada um à sua maneira, seres singulares. E, para cada um, seus próprios problemas são o que há de mais importante no mundo.

Paris (Paris), de Cédric Klapisch, mesmo diretor do delicioso Albergue Espanhol, foi um dos escolhidos da minha lista de filmes  onde pode ser vista a cidade de Paris. Produção francesa de 2008, com 130 minutos de duração. Como é costumeiro nos filmes de KlapischParis tem muitos personagens , com histórias distintas que, por circunstâncias do cotidiano, se encontram vez ou outra. O mote central está em Pierre (Roman Duris), um dançarino na casa dos quarenta anos que descobre ter um grave problema no coração e se não fizer um transplante, sua morte é certeira. Por causa da doença, ele começa a ver a vida, e o que acontece ao seu redor, de uma outra maneira, incluindo sua relação com a irmã Élise (Juliette Binoche) e suas sobrinhas.  Binoche tem uma interpretação bem contida, longe do brilho de outras películas da qual participou. O dia a dia dos parisienses é retratado ao longo do filme. No final das contas, Paris, a eterna cidade luz, é uma das personagens de Paris, o filme de Klapisch. Sempre é bom para quem conhece, rever os pontos turísticos da capital francesa, e para quem ainda não conhece, fica aquele gostinho de querer conhecê-la o quanto antes.

 

Pais Origem: França
Título original: Paris
Título em português: Paris
Ano de Produção: 2008
Gênero: Drama/Romance
Duração: 123 min
Direção: Cédric Klapisch
Elenco: Juliette Binoche, Romain Duris, François Cluzet

 

Em Paris, (de Christophe Honoré)

 

Mirko (Guy Marchand) tem dois filhos: os jovens Paul (Romain Duris) e Jonathan (Louis Garrel). O primeiro é confuso e o segundo irresponsável. Paul sofre do mesmo tipo de depressão que levou sua irmã ao suicídio, alguns anos antes. Ele vivia com a namorada Anna (Joana Preiss), mas após brigar com ela voltou a morar com o pai. Enquanto Jonathan vive aventuras românticas pela cidade, Paul se recusa a sair da cama e do quarto.

Em Paris : Foto Christophe Honoré, Louis Garrel, Romain Duris

 

 Meia noite em Paris

 

Sinopse: Gil (Owen Wilson) sempre idolatrou os grandes escritores americanos e sonhou ser como eles. A vida lhe levou a trabalhar como roteirista em Hollywood, o que fez com que fosse muito bem remunerado, mas que também lhe rendeu uma boa dose de frustração. Agora ele está prestes a ir a Paris ao lado de sua noiva, Inez (Rachel McAdams), e dos pais dela, John (Kurt Fuller) e Helen (Mimi Kennedy). John irá à cidade para fechar um grande negócio e não se preocupa nem um pouco em esconder sua desaprovação pelo futuro genro. Estar em Paris faz com que Gil volte a se questionar sobre os rumos de sua vida, desencadeando o velho sonho de se tornar um escritor reconhecido..

Meia Noite em Paris : foto

Título Original: Midnight in Paris (2011)
Direção: Woody Allen
Roteiro: Woody Allen
Fotografia: Johanne Debas e Darius Khondji
Música: Stephane Wrembel
Figurino: Sonia Grande
Gênero: Comédia / Romance
Duração: 94 minutos
País de Origem: Espanha / EUA

Viagem no tempo é um tema que encanta todo mundo. Quem nunca desejou uma máquina do tempo para voltar ao passado, conhecer artistas interessantes, que já morreram, ainda no auge de suas carreiras? Ou mesmo viajar ao futuro e ver como as coisas serão daqui cinqüenta anos ou um século? Em nossas mentes, a “era de ouro”, os melhores períodos da humanidade, já passaram ou ainda acontecerão. Pouca gente concorda que o mundo está agora em sua melhor performance.

Em “Meia-Noite em Paris”, o roteirista e diretor Woody Allen, brinca e fantasia através do personagem interpretado por Owen Wilson, Gil Pender, como seria voltar no tempo e se tornar amigo de personalidades grandiosas do século XX.

Meia Noite em Paris : foto

Gil Pender é um roteirista hollywoodiano do presente, que aspira uma carreira literária e acredita que a “era de ouro” se passou nos anos 1920, mais precisamente em Paris. Gil está em uma viagem à “cidade das luzes” com a família de sua noiva, Inez. Certa noite, ela decide sair para dançar com um casal de amigos, mas Gil prefere voltar ao hotel caminhando, enquanto divaga sobre o livro que está escrevendo. Ele se perde e acaba de frente para uma catedral, cujo sino acusa meia-noite. Uma carruagem repleta de estranhos divertidos e amigáveis pára e lhe oferece carona. Gil aceita e acaba na festa de aniversário do lendário e multifacetado Jean Cocteau, na década de 20.

  “Estupefato, petrificado, anestesiado, lobotomizado”, é como Zelda descreve o olhar de Gil, após ela e o marido, Scott Fitzgerald, se apresentarem. Depois de viver uma noite incrível, Gil retorna à escadaria da catedral todos os dias à meia-noite para ser prodigiosamente remetido ao passado, quando todos os seus ídolos estão vivos. Cole e Linda Porter, Ernest Hemingway, Pablo Picasso, Man Ray, Luis Buñuel, Salvador Dalí, Gertrude Stein, Archibald MacLeish, Djuna Barnes, Juan Belmonte e Matisse fazem parte do rol de grandes personalidades que Woody Allen insere na fabulosa viagem de Gil. Enquanto o escritor é absorvido por essa rotina invejável, sua noiva se interessa cada vez mais por um pseudo-intelectual pedante dos tempos de faculdade.

Além de Rachel e Owen, o filme conta com as atuações de Léa Seydoux, Michael Sheen, Alison Pill, Marion Cotillard, Adrien Brody, Kathy Bates, Carla Bruni, Kurt Fuller, John Hiddleston e Corey Stoll.

Nosso adorado Woody ganhou o Critics Choice e o Globo de Ouro de melhor roteiro original por esse filme.

Meia Noite em Paris : Foto Owen Wilson, Rachel McAdams, Woody Allen

Meia Noite em Paris : Foto Owen Wilson, Rachel McAdams, Woody Allen

Meia Noite em Paris : Foto Owen Wilson, Woody Allen

Meia Noite em Paris : Foto Owen Wilson, Rachel McAdams, Woody Allen

Meia Noite em Paris : Foto Michael Sheen, Nina Arianda, Owen Wilson, Rachel McAdams, Woody Allen

Meia Noite em Paris : Foto Michael Sheen, Nina Arianda, Owen Wilson, Rachel McAdams, Woody Allen

Meia Noite em Paris : Foto Michael Sheen, Owen Wilson, Rachel McAdams, Woody Allen

Meia Noite em Paris : Foto Carla Bruni, Owen Wilson, Woody Allen

Meia Noite em Paris : Foto Carla Bruni, Owen Wilson, Woody Allen

Meia Noite em Paris : Foto Marion Cotillard, Owen Wilson, Woody Allen

Fonets:

http://noelbsb.blogspot.com.br/2012/05/paris.html

http://www.cinefrance.com.br/filmes/paris-2008

http://cameralenta.com/2012/01/23/meia-noite-em-paris-woody-allen-2011/

http://www.pilulapop.com.br/2011/06/meia-noite-em-paris/

 

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