Invent


Carnaval em Paris

O Carnaval vem do latim carne levare, que significa “remover a carne”, e surgiu na Grécia como um agradecimento aos deuses à prosperidade de solo fértil e da colheita de bons alimentos. Foi adotado pelo calendário cristão como uma festa pagã por anteceder o período de privação e penitência da Quaresma. Porém essa comemoração se espalhou em todo mundo, e se tornou o que conhecemos hoje: uma festa mundial com muita folia e diversão. Apesar do Brasil ser conhecido pelo futebol e o Carnaval, foi lá na França em que começou a ganhar forma.

Para se ter uma ideia, o Carnaval de Paris foi, durante cinco séculos, um dos mais importantes do mundo, apesar do seu esquecimento por quase 50 anos. E foi dos parisienses a ideia do confete de papel (em 1891) e a serpentina (em 1892). As festas de Carnavais mais famosas da França são o de Dunkerque, de Limoux e o de Nice, onde existe uma das mais célebres festas do mundo com batalhas de flores, além dos floridos carros alegóricos. E diferente dos brasileiros, os franceses se fantasiam com os mais variados tipos de roupas para enfrentar o inverno europeu, máscaras com bastante brilho e pinturas faciais. E para se despedir dos festejos, na terça-feira gorda ou “Mardi Gras”, os foliões queimam um boneco do Rei Momo (ou Rei do Carnaval). A data também é marcada por tradições gastronômicas populares, pois é o dia de se comer muito crespes e bugnes (sonhos de carnaval).

PARIS

AFFICHE CARNAVAL DE PARIS 2015

 Intitulado o Passeio do Boi Gordo, (Boeuf Gras)  o Carnaval de Paris revive, para o prazer dos amantes dos strass, das máscaras, confetes e serpentinas.

O desfile parte da Place Gambetta, XXème, a partir das 13 hs, passa por Belleville, até a Place de la République. O cortejo deve chegar a Place de la Republique as 18 horas e a festa continua até as 21 horas.

 

Itinerário do Carnaval de Paris:

  • Partida da praça Gambetta as 14h
  • Avenida Gambetta até Ménilmontant
  • A direita: boulevard de Ménilmontant
  • Boulevard de Belleville
  • A esquerda: rua du Faubourg du Temple
  • Chegada praça de la République perto das 18h

A festa prossegue na  praça da République até as 21h.

O Carnaval de Paris foi, durante cinco séculos, um dos mais importantes do mundo e uma grande festa a partir do século X.

A multidão era tamanha que, no fim do século XIX e no início do século XX, a circulação de veículos era interrompida nos Grands Boulevards na terça-feira gorda e na quinta-feira da Quaresma.

Existem fotos que testemunham a importância da festa.

Após 45 anos de esquecimento, a iniciativa do renascimento do Carnaval de Paris foi tomada por Basile Pachkoff em 1993. Reanimou o cortejo do Passeio do Boi Gordo em 1998 e o das Rainhas da Quaresma, em 2009.

 

16th Carnival procession in Paris

 Carnaval de 2013

16th Carnival procession in Paris

16th Carnival procession in Paris

 

Carnaval des Femmes, Paris

Também em Paris,  em 15 de março de 2015, na Place du Chatlet as 13 horas, acontece o“Carnaval des Femmes” (Carnaval das Mulheres), a tradicional fete des blanchisseuses (festa das lavadeiras).

Mi-Carême – Promenade des blanchisseuses

Gustave Doré – L’escalier de l’Opéra de Paris au moment de la fête de la Mi-Carême.

File:Bal des blanchisseuses au lavoir Popincourt 1872.jpg

As mulheres costumam se vestir de rainhas e os homens que quiserem participar, devem estar fantasiados de mulher.

O percurso começa às 15h no Marais, na praça Châtelet, passando pelo boulevard Sébastopol, rue de Rivoli, rue Saint Martin, rue Sainte Croix de la Bretonnerie, rue des Rosiers, rue de Rivoli de novo e chegada ao Châtelet as 18h.

 Le cortège du Carnaval des Femmes, Fête des Blanchisseuses de la Mi-Carême 2011 passant devant le parvis du Centre Pompidou à Paris

 

Présentation de l’exposition par l’artiste :
Projet photographique :  Carnaval, une fête populaire
Ce projet photographique se propose de montrer le carnaval comme expression de la fête, du vivre ensemble, et d’une forme de bonheur partagé.
Dans plusieurs carnavals de Paris, j’ai retrouvé ce même sentiment de partage, de liesse populaire. Cet émerveillement est vécu autant par les spectateurs qui regardent le défilé que par les artistes, danseurs, musiciens, ou participants à la parade.
Attentive au déroulement de la procession festive, à la succession de ribambelles carnavalesques, je cherche à fixer les moments d’émotions, d’échanges, de sourires, de connivences entre la troupe des carnavaleux et les spectateurs ou curieux.
Par ces instantanés du cortège travesti et de l’éclat des démonstrations se succédant à un rythme effréné,  je donne à voir la joie qui se répand au milieu d’une foule passionnée dans ces moments inoubliables de réjouissance et de divertissement.
L’installation met en scène des séquences successives de ces différentes parades, expressions populaires artistiques, festives et folkloriques.

Fontes:

http://www.carnaval-paris.org/

http://blog.tripadvisor.com.br/2014/02/06/carnaval-ao-redor-do-mundo-franca/

http://dicasdefrances.blogspot.com.br/2012/02/o-carnaval-na-franca.html

http://pt.rendezvousenfrance.com/agenda/carnaval-paris-0

http://www.demotix.com/news/1787167/16th-carnival-procession-paris#media-1786937

http://farcejaire-eyragues.blogspot.com.br/2012/11/carnaval-es-arribat-paroles.html

http://fr.wikipedia.org/wiki/Mi-Car%C3%AAme_au_Carnaval_de_Paris

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Carreau du Temple – novas instalações

Bertrand Delanoë, prefeito de Paris, anunciou quinta-feira a nova cara do Carreau du Temple, famoso mercado do 3 arrondissement, construído em 1863.

Depois de ter sido um recinto fortificado dos Cavaleiros Templários na Idade Média, um salão de madeira após a Revolução e um mercado coberto sob Napoleão III, ele vai sediar o desfile de moda Yves Saint Laurent durante fashion FashionWeek.

 

Avant les travaux, l’état de la halle nécessitait une refonte totale de sa structure.

Esta nova instalação municipal dedicada  à cultura,  ao esporte e aos  eventos abrirá oficialmente suas portas no dia 25 de abril.

Le Carreau du Temple vu depuis l’angle de la rue Perré à Paris. | © FERNANDO JAVIER URQUIJO/STUDIOMILOU ARCHITECTURE

 O projeto custou  60 milhões de euros. Entre o piso de madeira de carvalho  e  a nova estrutura de aço, o Carreau du Temple oferece uma completa transformação.

 

L’espace des halles du Carreau du Temple à Paris, libérées de toute contrainte. | © FERNANDO JAVIER URQUIJO/STUDIOMILOU ARCHITECTURE

L’intérieur du Carreau du Temple avec les paravents amovibles. | © FERNANDO JAVIER URQUIJO/STUDIOMILOU ARCHITECTURE

L’entrée principale du Carreau du Temple à Paris. | © FERNANDO JAVIER URQUIJO/STUDIOMILOU ARCHITECTURE

  Détail de la façade du Carreau du Temple à Paris. | © FERNANDO JAVIER URQUIJO/STUDIOMILOU ARCHITECTURE

Carreau du Temple:  4 rue Eugène Spuller no 3 º – Metro: Temple

 

 

Crédito da foto: Cidade de Paris – Emilie Chaix – Fernando Javier Urquijo


Le Carreau du Temple au passé et au futur… por MAIRIEDEPARIS03

Le maire socialiste de Paris Bertrand Delanoë a inauguré jeudi le Carreau du Temple, ancien marché couvert typique de l’architecture métallique parisienne de la fin du 19e siècle, entièrement rénové, et son dernier grand chantier culturel à l’issue de ses deux mandats .

Après avoir été tour à tour un enclos fortifié de l’ordre des Templiers au Moyen Age, une halle en bois après la Révolution et un marché couvert métallique sous Napoléon III, il abritera le défilé de mode Yves Saint Laurent pendant la fashionweek qui débute la semaine prochaine à Paris, a révélé la mairie de Paris. Il ouvrira au public fin mars. ”Je vais en profiter beaucoup plus et Aidenbaum (Pierre Aidenbaum, maire socialiste du 3e arrondissement où se situe le Carreau) risque de me voir souvent!”, a lancé Delanoë en visitant le bâtiment, “symbole de la vitalité de Paris” et “legs pour de nombreuses décennies”.

Au terme d’un concours d’architecture en 2007, et à l’issue d’un débat participatif avec tous les habitants du quartier, le projet de rénovation du Carreau du Temple a été confié à l’architecte Jean-François Milou. D’un coût global de 60 millions d’euros, le nouvel espace de 7.000 m2 est situé sur deux niveaux et composé de plusieurs salles, d’un auditorium et d’un bar. Entièrement rénové en fonte de fer, bois de chêne industriel et verre, doté de panneaux photovoltaïques, il accueillera des activités sportives et culturelles dédiées aux scolaires, aux associations, au public et aux créateurs.

Construit au coeur de Paris, dans le quartier du Marais, haut lieu d’échanges commerciaux de la capitale au 19e et décor de nombre de romans, le Carreau du Temple a abrité la première foire de Paris en 1904, et de 1920 à 1933 différents clubs de tennis puis des clubs de patin à roulettes et de hockey sur patins avant de devenir un haut lieu de la fripe.

Fonte:

http://www.pariszigzag.fr/paris-au-quotidien/le-nouveau-visage-du-carreau-du-temple-

http://www.paris.fr/accueil/urbanisme/carreau-du-temple-l-architecture-epuree/rub_9650_actu_97195_port_23751

http://www.lemonde.fr/culture/article/2014/02/20/le-carreau-du-temple-a-paris-renait-en-beaute_4370628_3246.html

http://www.lefigaro.fr/flash-actu/2014/02/20/97001-20140220FILWWW00193-paris-inauguration-du-carreau-du-temple.php

http://www.lemoniteur.fr/133-amenagement/article/actualite/23737620-a-paris-la-renaissance-du-carreau-du-temple?23630685=23630680#23630685

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Marmottan comemora 80 anos e reune obras impressionistas inéditas

Este ano o Musée Marmottan Monet faz 80 anos de idade e para comemorar organizou uma exposição única que pretende ao mesmo tempo homenagear os colecionadores de obras impressionistas, que sempre exerceram papel de fundamental importância para a criação e manutenção do museu, e também proporcionar ao expectador algo inédito.

“Le cavalier sur la route” (1860-1865) de Jean-Baptiste Camille Corot

A exposição Les Impressionnistes en privé reúne 100 obras, entre pinturas, gravuras, desenhos e rascunhos, pertencentes a colecionadores particulares que, espalhados pelos quatro cantos do mundo, compartilham o mesmo entusiasmo pela arte e, sobretudo, a mesma paixão pelo movimento impressionista.

 

 

Vou dividir com vocês  o texto e imagens do site aviagemcerta.com.br

“Organizadas conforme o percurso histórico, as obras são apresentadas a partir do nascimento do movimento, em meados de 1860. Os precursores do movimento Jean-Baptiste Corot, Eugene Boudin – que foi quem “descobriu” Monet, revelando-o ao mundo da arte – e Johan Barthold Jongkind estão ali representados. Manet, cuja importância para o movimento é inegável dada sua coragem e ousadia – o mestre fora altamente rejeitado ao expor na época, marca presença com uma tela de tirar o fôlego: Un Bar aux Folies Bergère, de 1881  – coleção particular (foto abaixo).

Destaque para a interessantíssima série de caricaturas feitas por Monet (Coleção Christian Baraja) durante sua juventude, época em que fora descoberto por Boudin.

Em meados de 1874 – e à esta época é dedicada a segunda parte da exposição – o grupo formado por Monet, Renoir, Picasso, Degas, Sisley, Berthe Morisot, Guillaumin e Cézanne, entre outros, se reúne para um primeira exposição oficial.

O quadro de Monet Impression, soleil levant – que atualmente faz parte da coleção permanente do Marmottan – batiza o novo e polêmico movimento artístico e assim surge o Impressionismo.

Bosquet au jas de Bouffan – Paul Cézanne, 1975/1876.

Gardeuse d’oies – Sisley

Gustave Caillebotte, além de pintor, foi um dos maiores mecenas da época e aparece em destaque no museu nesta ocasião. Rico, Caillebotte pôde se dar ao luxo de colecionar obras de pintores amigos, com o Degas, Renoir, Sisley e Cézanne. Com sua morte, sua coleção foi herdada pelo Estado e, parte dessas obras foram doadas ao Musée du Luxembourg. Com cores marcantes, as telas do pintor se sobressaem na sala do museu.

 
Les soleils – Caillebotte, 1885.
Intérieur, femme à la fenêtre – Caillebotte, meados de 1880 (imagem: Comité Caillebotte).
Degas com o passar dos anos se desgarrou do movimento impressionista, seja pela escolha de diferentes temas ou até mesmo pela escolha pictural. No percurso da exposição, além de algumas telas que podem ser classificadas como impressionistas, o visitante pode conferir diversos desenhos do pintor.
Enfant – Degas, 1878/1880.

E ao final do percurso delicie-se com uma enorme tela de Monet que, rodeada por outras obras da mesma época, colocam um pé além do Impressionismo, beirando a abstração. Monet foi o último impressionista a falecer, em 1926.

Hemerrocales – Monet, meados de 1990.

E se você se identifica com a pintura que agitou o mundo das artes na segunda metade do Séc. XIX, dê-se este prazer: é a ocasião para ver obras que não se sabe se serão novamente expostas. E muitas delas de uma beleza sem igual.”

Halevy

Monet- Bras de la Seine 

Les impressionnistes en privé au Musée Marmottant Monet, du 13 février au 6 juillet 2014, Paris 16e.

.

 

 Edgar Degas (French, 1834-1917): Pagans and Degas’s Father, about 1895, oil on canvas, Scott M. Black Collection, Photography © Museum of Fine Arts, Boston 

 

Musée Marmottan;

2, rue Louis-Boilly

13/02 a 06/07/2014;

ter/dom – 10/18h e qui. até 20h

ingresso 10 euros (coleção permanente + exposição)

metrô La Muette/linha 9.

Agradecimentos: Sevice Presse Musée Marmottan.

Fontes:

http://www.marmottan.fr/fr/prochainement-musee-2576

http://aviagemcerta.com.br/2014/02/marmottan-comemora-80-anos-e-reune-obras-impressionistas-ineditas/

http://www.lepoint.fr/culture/en-images-les-impressionnistes-cote-prive-08-02-2014-1789493_3.php

http://www.exponaute.com/expositions/8644-les-impressionnistes-en-prive/

http://www.hotels-paris-rive-gauche.com/blog/2014/02/13/exposition-les-impressionnistes-en-prive-au-musee-marmottan-jusquau-6-juillet-2014/

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De la Chine aux Arts Décoratifs – exposição no Museu de Artes Decorativas


13  de fevereiro à 29 de junho de 2014  no musée des Arts Décoratifs à Paris

A exposição De la Chine aux arts décoratis,  desvendará pela primeira vez , a riqueza e a diversidade  excepcionais das coleções de arte chinesas , de objetos mantidos nas Artes Decorativas. Frutos de aquisições feitas nos primeiros anos da instituição , mas também de doações e legados de colecionadores generosos , essas coleções refletem a paixão pela arte chinesa na França, principalmente na segunda metade do século XIX e parte do século XX.

O interesse  que esses colecionadores  tiveram pela arte chinesa e , mais amplamente, para o Oriente Médio e Extremo Oriente , muitas vezes encontra-se no fascínio por alguns materiais e técnicas : porcelana , bronzes , jade e pedra dura apreciados pelos colecionadores do século XIX , esmaltes cloisonné , têxteis, roupas , tapetes, vidros, garrafas de tabaco , os chifres de rinoceronte , jóias, telas pintadas e papel ou painéis de laca .

Todos esses objetos são  convites para descobrir o  know-how chinês e para entrar em um mundo que tem atraído , intrigado e, muitas vezes serviu para criar novos conjuntos de vida. Eles também foram inspirados ao inventar uma nova gramática decorativa que permitiu a criação francesa de se renovar  renovar desde o tempo das exposições universais até períodos mais recentes .
Ao lado dos gostos desses colecionadores franceses , uma parte da exposição será dedicada ao gosto chinês para a coleção. Iconografia e motivos  simbólicos são descodificados para o público  entender melhor a arte e a cultura chinesa.
A exposição visa proporcionar uma abertura para a China do século XX e contemporânea através de cartazes e brinquedos , mas também obras de artistas ou designers chineses.

Crédit photo : Porte-miroir en forme de rhinocéros (djeiran), Chine, dynastie Ming,
Legs Charles Cosson, 1926, Musée des Arts décoratifs, Paris © DR
Brûle-parfum en forme de gui couvert, Chine, dynastie Qing, période Qianlong (1736-1796)
Emaux cloisonnés et champlevés sur cuivre
Musée des Arts décoratifs, Paris © Les Arts Décoratifs / photo : Jean Tholance
Vase (Meiping) (gauche) et brûle-parfum tripode (droite), Dynastie des Yuan ou des Ming, 2e moitié du XIVe siècle

Marque de Jingtai (1450-1457) pour le vase
Emaux cloisonnés sur alliage cuivreux
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Vase, Dynastie des Qing, XVIIIesiècle

Verre soufflé, couleurs associées à chaud, gravé à la roue
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Dynastie Qing, XVIIe siècle, Dynastie des Yuan, ou des Qing, première moitié du XVIIIe siècle

Agate, bois
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Récipient en forme de gui couvert, Chine, dynastie Ming, XVIe siècle

Jade patiné, bois
Don Jeanne Reutlinger, 1937
Musée des Arts décoratifs, Paris
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Récipient (jia), Dynastie des Shang, XIIIe-XIe siècles avant notre ère

Bronze
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Aiguière, Chine, dynastie Ming, XVIe siècle

Porcelaine de Jingdezheng, monture en bronze doré.
Don Alexis Rouart, 1898
Musée des Arts décoratifs, Paris
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Double gourde (paire), Chine, dynastie Qing, laque, XVIIIesiècle

Dépôt public Fondation Salomon de Rothschild, 1923
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Plat, Chine, dynastie Yuan (1279-1368)

Porcelaine avec décor en bleu de cobalt sous couverte
Achat Raoul Duseigneur, 1894, _ Musée des Arts décoratifs, Paris
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Assiette, Dynastie des Qing, vers 1730-1735

Porcelaine coquille d’œuf
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Brûle-parfum en forme de li ding, Chine, dynastie Qing 
Bronze patiné, Achat Laurent Héliot, 1892
Musée des Arts décoratifs, Paris
Femme de mandarin du 9e ordre, Chine du Sud, dynastie Qing (1remoitié du XIXe s.)

Gouache sur « papier de riz »
Don François Carnot, 1910
Bibliothèque des Arts Décoratifs, Paris
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Dame chinoise et sa servante, Chine du Sud, dynastie Qing, 1emoitié du XIXe siècle

Gouache sur papier de riz
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Chine du Sud, dynastie des Qing, 2e moitié du XVIIIe siècle

Papier végétal, impression à la planche de bois, au pochoir et pinceautage
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Vantail droit d’une porte, Dynastie des Ming, fin XVIe-début XVIIe siècle

Bois laqué peint
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Veste longue informelle, Dynastie des Qing, XIXe siècle

Satin de soie brodé, fils métalliques
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Casque d’armure impérial ou princier, Dynastie des Qing, XVIIIe siècle

Soie, fer, bronze
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Baigneurs Costume Mao, France, 2013

Petitcollin
Polyéthylène, tissu
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Les idées de Mao Zedong indiquent la direction, 1977

Commanditée par le Parti communiste chinois
Papier, offset couleur
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

Renforcer l’uion, combattre l’impérialisme, résister au réel hégémonisme, 1974

Commandité par le Parti communiste chinois
Papier, offset couleur
© Les Arts Décoratifs / Photo : Jean Tholance

L’exposition De la Chine aux Arts Décoratifs dévoilera, pour la première fois, la richesse et la diversité exceptionnelles des collections d’objets d’art chinois conservées aux Arts Décoratifs. Fruits d’acquisitions faites dans les premières années de l’institution mais aussi de dons et de legs de collectionneurs généreux, ces collections traduisent l’engouement pour l’art chinois en France, principalement dans la seconde moitié du XIXe siècle et le premier tiers du XXe siècle. L’intérêt que ces collectionneuses et collectionneurs ont eu pour l’art chinois et, de manière plus large, pour le Moyen-Orient et l’Extrême-Orient, réside souvent dans la fascination pour certains matériaux et pour les techniques : porcelaines dont l’Europe a eu tant de mal à percer le secret avec ces décors peints en bleu ou en émaux raffinés, bronzes, jades et pierres dures très prisés des collectionneurs du XIXe siècle, émaux cloisonnés, textiles, costumes, tapis, verres, flacons à tabac, cornes de rhinocéros, bijoux, papiers peints et paravents ou panneaux de laque. Tous ces objets seront autant d’invitations à découvrir les savoir-faire chinois et à pénétrer un univers qui a attiré, intrigué et qui a souvent servi à créer de nouveaux décors de vie. Ils ont aussi été source d’inspiration pour inventer une nouvelle grammaire décorative qui a permis à la création française de se renouveler depuis le temps des expositions universelles jusqu’à des périodes plus récentes.
En regard aux goûts de ces collectionneurs français, une partie de l’exposition sera consacrée au goût chinois pour la collection. Iconographies et symboliques des motifs seront décryptés au public pour mieux appréhender l’art et la culture chinois.
L’exposition souhaite apporter une ouverture sur la Chine du XXe siècle et contemporaine à travers des affiches et des jouets, mais aussi des oeuvres de designers ou de créateurs chinois.
En écho à l’exposition Les secrets de la laque française. Le vernis Martin dans la Nef des Arts Décoratifs, De la Chine aux Arts Décoratifs sera présentée dans les douze salles dites de la galerie d’études.

L’exposition dévoile, pour la première fois, la richesse et la diversité exceptionnelles des collections d’objets d’art chinois conservées aux Arts Décoratifs : émaux, textiles, costumes, tapis, verres, flacons à tabac, cornes de rhinocéros, bijoux, papiers peints et panneaux de laque.

Informations pratiques :
De la Chine aux Arts Déco, l’exposition au Musée des Arts Décoratifs

Du 13 Février au 29 Juin 2014,
Lieu : Musée des Arts Décoratifs

Les Arts Décoratifs – galerie d’études
107 rue de Rivoli
75001 Paris

Tél. : 01 44 55 57 50
Métro : Palais-Royal, Pyramides ou Tuileries
Autobus : 21, 27, 39, 48, 68, 69, 72, 81, 95
Horaires : 11h-18h mardi-dimanche | nocturne jeudi jusqu’à 21h
Tarifs : 9,5€ | 8€ tarif réduit

Site de l’exposition De la Chine aux Arts Décoratifs au Musée des Arts Décoratifs

Fontes:

http://www.france-chine50.com/

http://www.lesartsdecoratifs.fr/francais/accueil-292/une-486/francais/arts-decoratifs/expositions-23/actuellement/dans-la-galerie-d-etudes/de-la-chine-aux-arts-decoratifs-l/

http://www.lesartsdecoratifs.fr/francais/arts-decoratifs/expositions-23/prochainement-502/dans-la-galerie-d-etudes-608/de-la-chine-aux-arts-decoratifs-l/

http://www.sortiraparis.com/arts-culture/exposition/articles/68155-de-la-chine-aux-arts-decoratifs-lexposition

http://www.parisbouge.com/event/117444/

https://www.facebook.com/lesartsdecoratifs

http://www.evous.fr/En-fevrier-les-Arts-Decoratifs-exposeront-l-art-chinois-de-leurs-collections,1185242.html

http://www.expointhecity.com/2014/01/17/la-chine-aux-arts-decoratifs/

http://www.wanafoto.com/2014_02_01_archive.html

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Amaryllis novo café de Gerard Mulot em Saint Germain

Gérard Mulot é um conhecido pâtissier de Paris, cuja primeira loja nasceu no coração de Saint-Germain-des-prés em 1975, onde, após ampliação e algumas reformas, ela permanece até hoje.

É um dos endereços preferidos dos moradores do bairro, que não se importam em pegar fila para comprar seus deliciosos croissants , pães, tortas, doces, macarons e outros.

Se você é apaixonado por doces, não pode deixar de visitar a Gérard Mulot, em Paris. Toda a loja é de dar água na boca; são pães de todos os tipos, minitortinhas, tiramissú, além dos famosos e deliciosos macarons – com certeza, um dos grandes responsáveis pelo sucesso da marca. Também não deixe de experimentar o fresquíssimo pain au chocolat, espécie de croissant recheado que derrete na boca e custa apenas 1.50€.

A loja oferece, ainda, algumas opções de presentes, como caixinhas repletas de macarons dos mais diversos sabores, chocolates e muitas outras delícias.

76, rue de seine, Saint-Germain-des-prés, Paris

+33 01 43 26 85 77

Le salon © GP

 Há menos de 2 meses o pâtissier abriu um novo endereço no bairro. O Café Amaryllis é um salão de chá pequeno, bem acolhedor, onde é possível degustar todas as delícias, como éclairs, torta de framboesas , tarte tatin, tudo fresquinho e acompanhado por um bom chá ou café.

L’Amaryllis ? Le tout neuf salon de thé de Gérard Mulot. Les gâteaux au chocolat, les tartes aux fruits, les mille-feuilles du maestro de la rue Lobineau se goûtent ici en toute quiétude. Il y a également des propositions salées, proposées à demeure et mitonnées dans la cuisine vitrées par une jeune équipe sérieuse. Le lieu a le design chic et la clientèle semble communier, tout à la fois, dans le calme et la gaîté.

 

Vous y trouverez une carte variée de plats raffinés Gerard Mulot, des pâtisseries du moments autour d’un café, d’un thé “mariage frère” ou d’un chocolat maison!

 

Amaryllis

12, rue des Quatre-Vents – 75006;

seg/ter e qui/sáb. 11h/18h30;

metrô Odéon/linhas 4 e 10.

vous pouvez réserver une table au 01 43 26 91 03.

fontes:

http://aviagemcerta.com.br/2014/01/amaryllis-novo-cafe-de-gerard-mulot-em-saint-germain/

http://www.gerard-mulot.com/paris/actualites-gerard-mulot.php

http://www.gillespudlowski.com/84117/produits/paris-6e-un-the-chez-mulot#.UwFYvfldXTo

http://www.lefigaro.fr/sortir-paris/2013/12/10/30004-20131210ARTFIG00342-amaryllis-la-dinette-de-gerard-mulot.php

http://guia.melhoresdestinos.com.br/gerard-mulot-70-544-l.html

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Gustave Doré no Musée d’Orsay

Retrospectiva Gustave Doré  no Musée d’Orsay

Le Musée d’Orsay homenageia o imaginário de Gustave Doré (1832-1883), suas primeiras caricaturas e ilustrações, depois seus desenhos, pinturas , aquarelas, gravuras, esculturas. Esta grande retrospectiva irá propor seus grandes talentos e telas mais intimas, ilustrações fantásticas e esculturas barrocas.

Gustave Doré é sem dúvida um dos artistas mais prodigiosos do século XIX. Com apenas quinze anos de idade, ele começou uma carreira como caricaturista e depois ilustrador profissional – que lhe trouxe fama internacional – antes de abraçar todas as áreas da criatividade: desenho, pintura, aquarela, gravura e escultura.

Doré aplicou seu imenso talento a diferentes gêneros, da sátira à pintura histórica, criando, por sua vez, enormes telas e pinturas mais íntimas, aquarelas vibrantes, sumi-ês virtuosas, pinturas em pena incisiva e desenhos com tinta, gravuras, ilustrações fantasiosas, bem como esculturas barrocas, humorísticas, monumentais e enigmáticas.

L’Enigme

Como ilustrador, Doré se desafiou com os grandes textos (a Bíblia, Dante, Rabelais, Perrault, Cervantes, Milton, Shakespeare, Hugo, Balzac, Poe), que o tranformaram em um verdadeiro fornecedor de cultura europeia. Assim, ele tem um lugar especial na imaginação coletiva contemporânea, de van Gogh a Terry Gilliam, sem mencionar sua indubitável influência nos quadrinhos. Primeira em trinta anos, a retrospectiva irá explorar as incontáveis facetas de sua obra.

Gustave Doré. The Vale of Tears – 1883. Museu D’Orsay, Paris.

 

 

Elle se penchera aussi sur la place de Gustave Doré dans l’imaginaire, de Van Gogh à Terry Gilliam sans oublier la BD.

 

Gustave Doré, ‘Le Chat botté’ © Bibliothèque nationale de France

Gustave Doré, “Au secours ! Au secours ! Voilà M. le marquis de Carabas qui se noie” (détail), frontispice pour “Le Maître Chat” ou “Le Chat botté”, publié dans Charles Perrault, “Contes”, illustré par Gustave Doré, gravé par Adolphe François Pannemaker (1822-1900)

 

Gustave Doré, “Le château enchanté”, dessin préparatoire à La  Belle au bois dormant illustré vers 1867-69, Strasbourg, Musée d’art moderne et contemporain de Strasbourg  © photo Musée de Strasbourg

Aigle noir de la Prusse

 

Pauvresse à Londres

Enfance de Pantagruel

Joyeseté

18 de fevereiro – 11 de maio de 2014

Musée d’Orsay

1 rue de la Légion-d’Honneur

75007 – Paris
Telefone : 01 40 49 48 14
Fax : 01 45 44 63 82
Site internet

fontes:
http://www.musee-orsay.fr/

http://www.paris-lifestyle.com.br/saidas/exposicoes-espetaculos/gustave-dore-no-museu-de-

http://hospedagem-em-paris.guide-accorhotels.com/hotel-paris/exposicao-paris/gustave-dore-1832-1883-o-imaginario-no-poder-exposicao-no-museu-de-orsay-museu-de-orsay-paris-e-91814898

http://www.timeout.com/paris/en/art/gustave-dore-limaginaire-au-

http://www.victorhugohotel.com/pt-br/eventos/

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Exposição ” Star Wars Identities” chega em Paris

starwars_identities_Paris

Os nerds parisienses já estão comemorando: ontem, dia 15 de fevereiro, abriu, em Saint Denis, perto de Paris, uma mega exposição sobre o universo de Star Wars.

Star Wars Identities é uma exposição feita em parceria com o Lucas  Cultural Arts Museum, e conta com mais de 200 peças originais do filme, inclusive a tão famosa roupa do vilão Darth Vader. Ela também promete ser bem interativa, para fazer o público viver um pouco como Luke e Anakin Skywalker.

A febre em torno da saga é tão grande que os ingressos já estão sendo vendidos, mas a exposição só acontecerá de 15 de fevereiro a 30 de junho. Vai acontecer na Cité du Cinéma, em St. Denis. Se você se animou e já quer garantir o seu, só clicar aqui. Custa 22 Euros.

Os mais de 200 objetos selecionados por George Lucas estão espalhados em um espaço de 2 mil metros quadrados dentro da Cité du Cinéma. A exposição Star Wars Identities, que já passou pelos EUA e pelo Canadá, promete um olhar fantástico para dentro do mundo de Luke, Leia e Han Solo.

Entre as peças expostas, estarão figurinos, acessórios, maquetes, fotos, histórias e pedaços exclusivos dos filmes. E para quem quiser saber a que lado da Força pertence, basta responder a um questionário que será distribuído no começo da exposição com perguntas que darão uma noção se você está mais para Luke ou para Darth Vader.

 

Na exposição terá figurinos, acessórios, maquetes, fotos, histórias e trechos exclusivos dos filmes.

 

 

Que a força esteja com vocês!

 

 

 

Informações práticas
De 15/02/2014 a 30/06/2014

Cité du cinéma
20 Rue Ampère
93200 Saint Denis
17 euros (- de 14 ans)
17,50 euros (famille)
22 euros 

 

fontes:

http://www.starwarsidentities.fr/

http://www.starwarsidentities.fr/informations-pratiques

http://oparisien.blogs.sapo.pt/3487.html

http://www.parisprimetour.com/exposicao-do-star-wars-chega-em-paris/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

http://www.melty.fr/star-wars-identities-a-st-denis-le-15-02-que-la-guerre-des-etoiles-commence-a232272.html

http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/posts/2014/01/23/paris-recebe-exposicao-de-star-wars-517393.asp

http://www.sortiraparis.com/arts-culture/exposition/articles/67599-exposition-star-wars-identities-a-la-cite-du-cinema-de-paris

http://chickenorpasta.virgula.uol.com.br/2013/star-wars-identities-em-paris/

http://www.paris-lifestyle.com.br/saidas/exposicoes-espetaculos/star-wars-identites

 

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Pixar- 25 anos de animação , no Art Ludique em Paris

 

Acaba de ser inaugurado em Paris o Art Ludique – Le Musée. Localizado na Cité de la Mode et du Design, o museu, como o próprio nome diz, é dedicado à arte lúdica. História em quadrinhos, filmes, jogos, desenhos animados, tudo isso está previsto para o futuro do museu, que terá também uma coleção permanente.

 Art Ludique

Art Ludique

A exposição dedicada à Pixar, criada em 2006 no MoMA de Nova York, encontra-se em Paris, no recém-inaugurado Art ludique-Le Musée de la Cité de la mode et du design.

Por enquanto ele abre suas portas com uma exposição temporária, em comemoração aos 25 anos da PIXAR (PIXAR – 25 ans d’animation), que está fazendo o maior sucesso entre crianças, jovens e adultos. E por acaso existe idade para se encantar com Nemo perdido entre os recifes de corais, torcer para a Boh encontrar a porta certa ou se apaixonar pelo ratinho Remy? Esses e outros personagens poderão ser vistos na exposição, mas de uma forma bem distinta da usual.

 

Rascunhos, desenhos, telas e esculturas mostram os personagens desde a sua concepção até o resultado final. Pois se pensa que a Boh, do Monstros S.A., sempre teve esta carinha tão fofa, está enganado. Ela é resultado de muitos e muitos rabiscos em busca de uma feição que se adeque à história e, lógico, cative o público. Em lápis, tinta acrílica, guache ou pastel, você descobrirá o trabalho minuscioso que está por trás de cada uma das patas dos simpáticos bichinhos de Vida de Inseto ou das lindas paisagens de UP – Altas Aventuras.

Os Carros também marcam presença, como não poderia deixar de ser. E Toy Story também, lógico. Duas grandes instalações encerram a exposição: um zootropo (máquina circular que, composta de diversos bonecos, cria a ilusão de movimento) permite ao expectador desvendar parte dos mistérios da animação e uma projeção viaja por todos os universos dos personagens, bem de pertinho.

As últimas produções do estúdio de animação mais que famoso, “Wall-E”, “Up: altas aventuras” e “Valente” vieram enriquecê-la e fazem parte hoje dos mais de quinhentos desenhos, obras, esculturas e documentos originais apresentados. Na recepção, uma frase de John Lasseter, diretor artístico dos estúdios:

“O computador não pode criar a animação digital assim como o lápis não pode criar o desenho animado. Quem cria a animação digital é o artista”.

Fica claro. Para celebrar seu um quarto de século, a filial da Disney com vinte e dois Oscars decidiu revelar seus segredos de produção. De “Toy Story” a “Carros” passando por “Ratatouille”, estudos sobre personagens, cenários, escrita do roteiro e stroryboard, tudo é acessível aos fãs. Fascinante.

Exposição: Pixar, 25 anos de animação

Art Ludique – Le Musée  -

Cité de la Mode et du Design

34 quai d’Austerlitz – 75013

seg/sex. 11h19h (sex. até 22h) e sáb/dom. 10h/20h

metrô Gare d’Austerlitz/linha 10

ingressos 14 euros

até 02.03.2014.

Informações/reservas: 01 43 26 19 22, artludique.com

Voici un léger aperçu très incomplet de toutes les pièces exposées au musée Art Ludique de Paris pour l’exposition “Pixar : 25 ans d’animation”. Elle se tiendra du 16 novembre 2013 au 2 mars 2014, et nous la recommandons ;) Foncez-y !

 

Fontes:

http://artludique.com/musee.html

http://www.paris-lifestyle.com.br/saidas/exposicoes-espetaculos/exposicao-pixar-25-anos-de-animacao

http://aviagemcerta.com.br/2013/12/pixar-25-anos-de-animacao-no-art-ludique-em-paris/,

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ZAZ faz show pela primeira vez em São Paulo

 Isabelle Geffroy, é uma cantora francesa, mais conhecida como Zaz…Seu estilo mistura a variedade francesa de jazz, soul e acústico. Ela nasceu em 1 de maio de 1980, na cidade francesa de Tours. É famosa por seu hit “Je Veux”, número 1 nos charts franceses, de seu primeiro álbum, Zaz, lançado em 10 de maio de 2010. Sua voz se assemelha à Fréhel e Piaf.

Entre suas influências musicais, houve o Four Seasons de Vivaldi, cantores de jazz como Ella Fitzgerald, canções francesas, Enrico Macias, Bobby McFerrin, Richard Bona, o Afro, Latin e ritmos cubanos.

Em 2001, ela começou sua carreira cantando na banda de blues “Fiftya Fingers”. Ela cantou em grupos musicais em Angoulême, especialmente em um quinteto de jazz… Ela se tornou um dos quatro cantores da Izar-Adatz (Shooting Star), uma banda de variedade que consistia em dezesseis pessoas com quem excursionou por dois anos, especialmente no Midi-Pirinéus e do País Basco. Ela trabalhava no estúdio como corista em Toulouse e executado com vários cantores, incluindo Maeso, Art Mengo, Max Vladimir, Mader Jean-Pierre e Guerao Serge.

Em novembro de 2010, o álbum de estréia Zaz tornou-se duplo platina, e foi premiada como “Música Revelação” pela Academia Charles Cros. Zaz também ganhou o European Border Breaker Awards: ela foi nomeada a artista francesa mais tocada no exterior em 2010. Segundo uma pesquisa publicada pela L’Internaute, Zaz foi a cantora favorita dos franceses no ranking de 2010.

Esta nova diva francesa apresenta o show, Recto Verso, nos dias 22 e 23 de março, dentro da Festa Internacional da Francofonia no Sesc Pompeia.

Três letras formam o nome da cantora ZAZ, ou Isabelle Geoffroy, que vem ao Brasil pela primeira vez em março, como parte de sua turnê inédita na América Latina. A francesa de 33 anos, que conquistou o mundo com sua voz grave e suave, vem a São Paulo para apresentar os sucessos de seus dois discos, ZAZ (2010) e o mais recente trabalho Recto Verso, lançado em maio de 2013.

Puxada pela hit “Je Veux”, de seu primeiro álbum, ZAZ caiu no gosto do público com uma canção que condena a sociedade de consumo afirmando “que dinheiro não traz felicidade”. O álbum chegou ao topo das paradas francesas e transformou a cantora na nova sensação da nouvelle chanson no país.

A mistura de jazz, canção francesa e pop de ZAZ a fez estourar, na verdade, por toda a Europa, onde a artista tem cumprido, nos últimos meses, uma agenda de shows intensa, apresentando Recto Verso, todo cantado em francês.

Agora é a vez dos brasileiros terem a chance de vê-la ao vivo interpretando canções como “On Ira”, primeira faixa do novo disco; “Comme ci, comme ça”, um skiffle pontuado pelo piano de Fred Lafage; “Dans ma Rue”, regravação da música de Edith Piaf, a quem ela homenageia no disco de estreia; “Gamine”, um pop retrô à la B-52s; e “Nous debout”, que traz um clima mais soul, com toques country e belos acentos de guitarra, além de “Si”, “Les Passantes” e, claro, “Je Veux”.

On Ira

Comme ci comme ça

Dans ma rue

Isabelle  saiu  de Tours para morar em Paris, em 2006, decidida a ser cantora. Por lá, cantou em cabarés e nas ruas da capital por um ano, até que o anúncio de uma gravadora mudou a sua vida. Nele, o compositor Kerredine Soltani procurava uma jovem para interpretar canções de jazz, e ZAZ se enquadrava perfeitamente no perfil. No mesmo período, conheceu o cantor francês Raphaël que, seduzido pela sua voz, escreveu três das onze canções do primeiro álbum: “Éblouie par la nuit”, “Port Coton” e “La Fée”. A partir daí, não parou mais.

Com apoio do Institut Français, Bureau Export de La Musique, Consulado Francês em São Paulo e da agência Green Go, ZAZ faz duas apresentações na capital paulista, dias 22 e 23 de março, como atração principal do projeto Festa Internacional da Francofonia no Sesc Pompeia. A cantora também se apresenta em Belo Horizonte (dia 19) e no Rio de Janeiro (dia 20).

SERVIÇO
Data: 22 e 23 de março de 2014
Dia 22, sábado, às 21h30
Dia 23, domingo, às 19h00
Festa Internacional da Francofonia
Local: SESC Pompeia / Choperia
Endereço: Rua Clelia, 93 – Pompeia – São Paulo
Tel.: (11) 3871-7700
Ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia entrada) / R$ 4,00 (comerciário)
Venda online a partir de 10/03
Venda presencial nas Unidades a partir de 12/03
Censura: 18 anos.
www.zazofficial.com

Fonte:

http://www.inker.art.br/blog/?p=3421

http://www.lastfm.com.br/event/3803382+Zaz+at+SESC+Pomp%C3%A9ia+on+22+March+2014

http://www.lastfm.com.br/music/Zaz

 

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20 Coisas incríveis para fazer em Paris

1. Piquenique sob a Torre Eiffel

Não basta comprar o chaveiro, e visitar Paris sem fazer uma viagem para o topo da Torre Eiffel é impensável. Construída para a Exposição Mundial de 1889 e centenário da Revolução Francesa, a torre de 300 metrosé uma proeza da engenharia radical. Em sua parte superior, sua linha de visão pode se estender por mais de 65 km em dia claro. Para elevar em estilo, visite o restaurante Jules Verne dirigido por Alain Ducasse, um dos cinco maiores chefs no mundo.

Se o tempo estiver quente, compre uma baguette, patê e uma garrafa de vinho tinto, ou um champagne , para a área gramada abaixo da torre para um piquenique improvisado.

Melhor ainda  à noite, quando a torre é iluminada por cinco minutos a cada hora por 20 mil lâmpadas.

2. Se perder no Louvre

Você poderia gastar todo o fim de semana em Paris e só ver o Louvre . Com cerca de 35.000 obras de arte em exposição, a partir de antiguidades gregas e romanas a objetos egípcios e pinturas renascentistas, o museu cobre um vasto espectro de civilização. É uma atração imperdível, para os quais vale a pena bravar a fatiga entre as galerias. Depois de entrar pelo átrio cheio de luz da pirâmide de vidro do artista Im Pei, você vai encontrar muita arte dividida em três alas: Denon, Sully e Richelieu. Os imperdíveis incluem os cavalos Marly,  Liberdade Guiando o Povo de Delacroix, pinturas de Rubens para o ciclo de Medici, Lacemaker Vermeer e, claro, Mona Lisa de Da Vinci – se você pode suportar as multidões.

3. Entre na mania de lojas Concept-Store

Loja tipo Concept-Store  pode ajudar até mesmo os mais cansados a se apaixonarem por compras novamente. Diversificado, selecionado e autoritariamente na moda, as lojas Concept-store seduzem de uma maneira que as lojas de departamento só podem sonhar. Através da edição e apresentação inteligente e sedutora de bens de consumo, eles fazem as coisas brilharem de maneira hipnótica e com o tal do ” je ne sais quoi “.

Colette

As maiores lojas concept-store podem terem conceitos e personalidades muito diferentes. Há cosmopolitas, metropolitanas, glamourosas mas acessiveis para crianças como Colette ; a Merci, estilo bobo ( eu dou mais valor a minha casa que ao meu armario )  ; sofisticado e avant-garde L’Eclaireur .

L’Eclaireur

Mas o que todos elas têm em comum é uma gama de produtos muito diversificada, que pode ser divertida e sedutora ao mesmo tempo.

4. Admirar a Catedral de Notre-Dame e  tomar sorvete

A obra-prima gótica de Paris é a Catedral de Notre-Dame. Construída entre 1163 e 1334, mas danificada durante a Revolução Francesa, a catedral foi restaurada para criar um efeito magnífico. Suas torres gêmeas alcançam um equilíbrio perfeito, a rosácea é linda e  a fachada oeste de três portas com linhas de santos  esculpidos são uma inspiracao.

Suba a partir da torre norte para o sul para apreciar a alvenaria, e obter um close-up da galeria de quimeras, os pássaros e animais fantásticos e olhar sobre a balaustrada.

 

 

Em seguida, atravesse a rua para a sorveteria Berthillon, onde pode saborear o mais célebre sorvete da cidade.

 

Sua reputação vem crescendo desde 1954 graças a ingredientes naturais, diferentes tipos de creme e uma variedade de sabores deliciosos.

 

5. Perca-se na lendária cena jazz parisiense

Paris é jazz, com uma série de locais para assistir shows ao vivo. Polvilhados em toda a margem esquerda estão clubes tradicionais como o Caveau de la Huchette – uma adega medieval que tem sido um pilar na cena jazz por 60 anos.

Do outro lado do rio, em Les Halles, você vai encontrar o lendário Au Duc des lombards . Com painéis de madeira, as paredes do clube sao forradas com posters de alguns dos grandes nomes que já tocaram aqui: Kenny Burrell, Johnny Griffin, Herbie Hancock e Wayne Shorter.

Bem como estrelas internacionais, o clube apresenta uma abundância de talentos locais.

Para uma outra ponta jazz, visite o New Morning , que reune blues e world music.

6. Ter uma super lição de Impressionismo

No Musée d’Orsay , você pode descobrir os fatores que formam o Impressionismo: o nascimento da ferrovia, a escola de Barbizon e o ar glorioso. Alojado em uma antiga estação ferroviária, projetado para coincidir com a Exposition Universelle de 1900, sua coleção é organizada em ordem cronológica, a partir de 1848 a 1914. No piso térreo, você pode ver ateliê do artista Courbet e as paisagens de Corot, Daubigny e Millet, precursores dos impressionistas.

Aqui você vai encontrar obras provocativas, como Olympia de Manet, que chocou o mundo da arte, mas preparou o caminho para as pinturas dos liberais Cézanne, Gauguin e Van Gogh nas galerias superiores.

 

Após a amostragem das obras, um pouco de ar fresco e uma imagem da cidade através de um reforçado telhado em caixotões.

O Museu de l’Orangerie é uma vitrine de Monet, exibindo oito pinturas alojadas em dois quartos ovais, as Nymphéas (lirios d’água )  .

7. Shopping no Marais

A reputação do Marais para lojas de grandes nomes está aumentando graças à jovens designers que criaram suas galerias-ateliers  no triângulo dourado do Marais, delimitado pelas ruas Charlot, Poitou e Turenne. Entre os melhores estão a boutique do ex-Diretor de Criação Lacoste Christophe Lemaire, que criou a sua marca própria de alta tecnologia têxtil japonesa

;  os editores de moda da marca Iro , onde os  designers Laurent e Arik Bitton vendem o que eles chamam de “colecao do básico ” – malhas skinny, jeans skinny e a mini- jaqueta perfecto de couro

;  instalação do espaço Laeticia Ivanez na boutique Les Prairies de Paris , todo o piso térreo para mostras de arte, shows e acontecimentos, enquanto no sub-solo sao exibidas as coleções glam-disco e colecao infantil. Nao perca a rua Francs-Bourgeois

8. Procure alguns ossos

“Pare! Este é o império da morte! ” Esta é a inscrição acima da entrada de ” Les Catacombes ” . Suas origens estão no século XVIII quando foi ” a resposta ” a uma crise de alojamento nos cemitérios. Na era do terror revolucionário, cavou-se profundamente em quilômetros de passagens subterrâneas não utilizadas que existiam desde os tempos romanos e transferiu-se os restos mortais de seis milhões de pessoas para as catacumbas. Os ossos de Marat e Robespierre e seus concidadãos estão todos aqui. Tenha em mente que você tem que descer uma escada de 20 metros para atingir a massa dos ossos. É uma visão extraordinária, mas pode ser preocupante, especialmente se você estiver ouvindo AC DC em seu iPod.

Outro lugar que vale a pena é o Père-Lachaise , cemitério mais famoso de Paris, que e’ casa de cadáveres ilustres, de Molière a Morrison.

9. Jante somente nas mais requintadas cozinhas francesas

Como seria de esperar, há uma infinidade de restaurantes franceses em Paris, mas apenas um punhado são realmente excepcionais.

L’ Ardoise

L’Ardoise , um dos melhores bistrots modernos da cidade, atrai gourmets ávidos para experimentar a cozinha de Pierre Jay; Lemarchand Grégory aperfeiçoou sua arte com Jamie Oliver em Londres antes de abrir seu restaurante estilo loft- bistro, le Frenchie

 , ao lado do mercado da rua Montorgueil; Chef Sylvain Sendra tem casa cheia todas as noites em seu bistrô Le Temps au Temps

perto da Bastille antes de ir para um espaço maior, Itinéraires , perto de Notre Dame;  Jean-Luc André é tão inspirado como decorador como ele é  como chef, e a decoração  peculiar de sua sala de jantar, Pétrelle , tornou-se popular entre designers da moda e estrelas de cinema, e onde os inspetores Michelin vão jantar nos seus dias de folga !

Não esqueceremos do Spring, onde o jovem chef americano Daniel Rose tem impressionado os críticos desde a abertura deste elegante bistro de apenas 16 lugares.

10. Lembre-se “A vida é um cabaré, meu amigo.”

Enquanto a Torre Eiffel estava levantando as ultimas vigas (1889), o Moulin Rouge estava levantando … saias.Hoje em dia , cabaret é um programa de extravagância para a noite inteira. Dançarinos e mágicos cumprimentam o foxtrot foxy, a dança é perfeitamente sincronizada, os figurinos sao belissimos e as belas dancarinas perfeitamente respeitáveis.

Os porsters de Toulouse-Lautrec emprestam um charme brega ao Moulin Rouge , enquanto 60 dançarinas Doriss dançam com sincronização perfeita. Figurinos são flamboyantes e o entreatos engraçados.

Em stageat Le Lido , 60 dançarinas Bluebell e um conjunto de bailarinos sacudindo seus corpos com panache em cenas de tirar o fôlego.

Para um tratamento especial opte para o novo tour “Atrás dos bastidores”. Paradis Latin é o mais autêntico dos cabarés, não só porque é familiar, mas também porque a clientela é em sua maioria franceses.

11. Esteja na ponta com os Centros Culturais

Os brilhante centros culturais parisienses  vao encorajá-lo a olhar arte com outros olhos.

O trendsetter é o Centro Pompidou . Desenhado por Richard Rogers e Renzo Piano, seu envelope de vidro com tubos coloridos de serviço ja e’ qualquer coisa e aqui voce encontra um museu de arte moderna, uma biblioteca e espaços de atuação e  repertórios do cinema.

Mais recentemente, Jean Nouvel construiu o Musée du Quai Branly que e’  casa para uma coleção de 300.000 objetos fortes de Artes Primitivas da África, Oceania, Ásia e Américas. Perto da Torre Eiffel , possui jardins luxuriantes e um anfiteatro ao ar livre., e transporta-nos para uma série de novos mundos. Estes museus estão entre os locais que abrem gratuitamente na noite dos Museus. ( http://www.nuitdesmusees.culture.fr ).

12. Fazer um hammam na Mesquita de Paris

Para uma experiência autêntica em um  hamman, visite o Hammam de la Grande Mesquita , um edifício bonito de 1920, com azulejos quadrados inspirado no Alhambra deslumbrantes em verde-e-branco.

Você pode desfrutar de uma sessão de vapor em uma série de diferentes temperaturas no interior requintadamente decorado com azulejos abobadados. Tenha em mente que swimwear decente é obrigatório. Depois de ter suado algumas de suas impurezas, faça uma gommage ( esfoliação), e depois uma massagem.

Depois, você pode relaxar em uma mesa de mosaico sob as folhagens  no bonito pátio-café da mesquita e até fumar sheesha. O hamman se tornou muito popular com os habitantes locais, por isso evite os finais de semana, pois e’ normalmente lotado.

13. Passeie por Saint-Sulpice e Luxemburgo

Para uma fatia do Paris civilizado, visite o sul de St-Germain-des-Prés, entre Odéon e Luxemburgo. Aninhado entre os edifícios históricos, boutiques de moda, padarias e livrarias e antiquário, está a Eglise Saint-Sulpice.

A construção da bela igreja começou em 1646, mas levou 120 anos e seis arquitetos para concluir: a fachada foi desenhada pelo italiano Jean-Baptiste Servandoni, mas ele morreu antes da segunda torre tivesse sido terminada, deixando-a cinco metros mais curta que a outra.

Entusiastas de arte deve verificar os três murais de Delacroix na primeira capela.

Por perto está o jardim do Luxemburgo , que oferece um lugar elegante para relaxar e um playground para as crianças. Elas podem desfrutar tambem do carrossel tradicional de pôneis, o teatro de marionetes e o passeio de barcos de brinquedo que navegam através do lago.

14. Visite os marcos literários de Paris

Se você é um amante dos livros, então você estará no céu. Este é o lugar de descanso de muitos fantasmas literários, cuja grande obra você vai encontrar nas prateleiras de livrarias e na atmosfera de cafés .

No sul, no Cimetière du Montparnasse , você pode passear em meio à  lápides de famosos escritores: os filósofos Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir são enterrados lado a lado, e Baudelaire, Beckett e Guy de Maupassant também pode serem encontrados sob as árvores.

Enquanto isso, em St-Germain-des-Prés, na Margem Esquerda, há cafés onde você pode seguir os  passos desses famosos escritores, incluindo Café de Flore , Les Deux Magots e Les Editeurs. As lojas La Hune e Galignani oferecem uma ampla seleção de literatura francesa, e a  livraria 7L que profere uma série de títulos cosmopolitas em fotografia.

15. Caçar com Le Corbusier

Você pode literalmente identificar os cinco pontos da arquitetura moderna como você anda em torno desta casa deslumbrante e jardim projetados por um colecionador de arte suíça em 1923: a Villa La Roche. É a casa elevada por pilotis? Sim. Será que ela tem um plano liberado que você pode facilmente se deslocar? Sim. Há linhas oceanicas , janelas com faixada horizontal? Sim. Juntamente com a arquitetura e móveis imbutidos, você também pode ver todos os desenhos, planos, anotações, objetos e obras de arte que foram legados à Fondation Le Corbusier em sua morte em 1965. A coleção oferece uma fascinante visão moderna sobre a vida deste arquiteto visionário.

Quem está em Paris, não deve perder a oportunidade de visitar um de seus mais conhecidos projetos, a Villa La Roche, no décimo sexto “arrondissement”, região oeste de Paris. É um motivo a mais para se conhecer uma parte raramente procurada por turistas apesar de tão bonita e interessante.

Villa La Roche

Villa La Roche

A Fundação Le Corbusier é um pequeno museu que ocupa dois imóveis adjacentes: a Villa Jeanneret e a Villa La Roche. O lugar fica discretamente escondido por uma passagem magrinha, quase um beco em uma rua agradavelmente arborizada.

16. Ser convidado para um jantar secreto

Um cruzamento entre um jantar privado e um restaurante, “restaurantes clandestinos” estão surgindo em torno de Paris. Não existe nenhum endereço mais insider para um almoço em Paris do que no Loft ( http://www.lunchintheloft.com , 50 € por pessoa): a localização exata é revelada apenas uma vez você se inscrever para a festa de oito na casa de Claude Cabri. Um artista que adora cozinhar, Claude ampliou sua esfera de hóspedes um ano atrás, quando ele começou a enviar emailing sobre o seu blog de comida sob o nome misterioso de “Miss Lunch”.

Uma atmosfera mais profissional pode ser encontrado na Cozinha Oculta ( Hidden Kitchen - http://www.hkmenus.com , 80 € por pessoa) no apartamento chic do jovem americano Brad Perkins, chef cozinheiro e sua parceira Laura Adrian.

Nas festas dos seus jantares, 12 pessoas se sentam em uma mesa decorada com  luz de velas,  dez pratos são acompanhados de quatro vinhos cuidadosamente escolhidos.

A qualidade dos alimentos no Hidden Kitchen é surpreendente, e gastrônomos verdadeiros não devem perdê-la, mas você provavelmente vai se divertir mais na casa do Claude.

17. Remexer no mercado das pulgas

Os Mercados das Pulgas de Paris estão cheios de curiosidades, de vitrais em pedaços Philippe Starck e cadeiras Eames e ainda três metros de relógio. Os mercados principais são Do lado de fora do mercado são o Marché aux Puces de Clignancourt , a calma arborizada do Marché aux Puces de Vanves e o mercado design contemporâneo Les Puces du Design. Um dos poucos mercados de pulga restantes, onde você pode descobrir jóias a preços de banana sobre o bric-à-brac das bancas é o Marché d’Aligre . É onde todos os comerciantes sérios vão quando querem achar antiguidades originais de todo o país. Mas cuidado com os livros super caros e utensílios de cozinha.

 Marché aux Puces de Clignancourt

Marché aux Puces de Vanves

Pouces du Design

Marché d’Aligre

 

18. Assistir um filme na Cinemateca Francesa

Faça um passeio às margens frondosas do Parc de Bercy, onde você vai descobrir o edifício da nova Cinemateca Francesa. O instituto assume um lugar no coração da cultura cinematográfica francesa: fundada em 1936 para preservar filmes, era um lugar de encontro para Nouvelle Vague (New Wave) diretores da década de 1950 e 60, como François Truffaut, Jean-Luc Godard, Jacques Rivette e Eric Rohmer. Na sequência da sua transferência para Bercy, que agora possui quatro telas, uma livraria, um restaurante, espaço para exposições e do Musée du Cinéma e no espírito de seu fundador visionário, Henry Langlois, o instituto realiza grandes retrospectivas, filmes cult, clássicos e cinema experimental, juntamente com sessões de ” Perguntas e Respostas ” para todos os diretores de cinema que estão brotando e para aficionados do cinema francês.

19. Adorar o Rei Sol, em Versailles

Séculos de reformas fizeram o palácio de Versalhes mais suntuoso do mundo, por isso precisa de um dia inteiro para fazer justiça.

O palácio que hoje conhecemos foi em grande parte concebido sob o reinado de Luís XIV: as duas asas esplêndidas da Corte dos Ministros e a Capela Real deixou tão satisfeito o Rei Sol que ele mudou sua corte para Versailles, e depois raramente pôs os pés em Paris. No final do século XVIII, Louis XV, acrescentou a suntuosa Ópera Real, utilizada para concertos do Centro de Musica Baroca. Fins de semana de verão são a melhor época para ver o jardim, quando as fontes tocam música.

Dentro do castelo, o destaque é o Salão dos Espelhos, composto de 357 espelhos e é literalmente deslumbrante.

O nome tem relação com os 375 espelhos que cobrem a parede do fundo do Salon. No sentido contrário  às 17 enormes janelas, eles refletem a luz do sol e as paisagens dos jardins de Versailles.

 

20. Visite a nova estrela da cena artística

Descrito como um “espaço de criação artística”, CentQuatre 104 ocupa um edifício do século 19, na vasta rue d’Aubervilliers, que era usada como funerária municipal de Paris. Conhecida como a “fábrica de tristeza”, seus muros testemunharam a jornada final de massas de parisienses.

Agora eles escondem a prática de artistas que estão renovando o espírito criativo de Montmartre, que já foi um lugar muito frequentado de artistas modernos como Picasso, Ezra Pound e Stein Getrude. A Sala de Memória mostra imagens em preto e branco de eventos passados, enquanto o restaurante celebra a culinária multi-cultural da comunidade local e o Atelier le Balto é um espaço verde que será desenhado por jardineiros residentes todo ano. Os artistas residentes  mudam a cada ano e mostram as suas peças acabadas em quatro festivais anuais.

from the TimeOut Magazine Website 20 great things to do in Paris – Time Out Paris.

Fonte:

http://zenpasstravel.wordpress.com/paris/metro-parisiense/20-coisas-incriveis-a-fazer-em-paris/

http://viajantecronica.com/2011/01/04/villa-la-roche-um-corbusier-em-seu-roteiro-parisiense/

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