Invent


Uma loja de sapatos mágicos….

A  idéia é simples e com certeza você também já pensou nisso: o mesmo sapato usado com diferentes saltos, se adaptando ao momento ou estado de espírito da usuária. “Existem mais de cem patentes  similares, mas nenhuma deu certo, antes da minha”, explica Tanya Heath, canadense radicada em Paris que acaba de abrir seu Bar à Talons na Rue du Dragon em Saint Germain, aliás tem várias sapatarias bem legais nessa rua , fica a dica. Foram três anos de estudos de engenharia para chegar no encaixe ideal, aliás os saltos tem nomes de homem e os sapatos de mulher. Agora é só encontrar o casamento perfeito ou “os casamentos”, pois aqui a poligamia é permitida: cada sapato vem com dois saltos diferentes, no mínimo, e você pode comprar quantos quiser e abusar da variedade de composições. Animadíssima, Tanya também faz saltos sob medida, com tecidos e desenhos fornecidos pela cliente e está sempre na loja para dar aquele “auxílio fashion” .

A idealizadora do projeto, Tanya Heath, explica que foram três anos de estudos de engenharia para chegar no encaixe ideal entre saltos e bases de sapatos.

Tanya Heath  criou o sapato de multi alturas o primeiro com os saltos modificáveis . O mesmo sapato pode se transformar de um salto alto lindo para um sapato confortável em um clique.

“Todos os sapatos e os saltos são intercambiáveis para que você possa criar o sapato que não apenas respeite suas necessidades, mas também cumpre os seus desejos”.

A canadense radicada em Paris Tanya Heath, 41 anos, decidiu largar tudo, inclusive o bom emprego no mercado financeiro para investir em um negócio novo.

Inconformada com a exigência do salto alto no ambiente de trabalho, ela resolveu desenvolver um produto que combinasse glamour e conforto, sem comprometer o figurino corporativo.

Três anos de pesquisa, 14 engenheiros, um investimento de € 400 mil e a venda de seu apartamento em Paris resultaram no sapato de salto adaptável e na fundação da Concept Footwear.

 “Vendi meu apartamento em Paris para viabilizar as pesquisas e a criação da Concept Footwear Solutions, porque acredito no conceito de conforto com elegância”, diz.

Tanya conseguiu combinar tecnologia e inovação com estilo, moda e design.

“A mulher não precisa sofrer para chegar ao fim do dia impecável. Pode usar o salto baixo numa reunião e trocá-lo para a versão mais alta (9,5 cm) à noite”.

Funciona da seguinte maneira: ao comprar um sapato Tanya Heat a cliente recebe três diferentes saltos.

No momento da compra, basta encontrar o casamento perfeito ou “os casamentos”, pois aqui a poligamia é permitida: cada sapato vem com dois saltos diferentes, no mínimo, e você pode comprar quantos quiser e abusar da variedade de composições.

“Criei este sapato para que as mulheres tivessem um sapato que refletisse suas múltiplas facetas: inteligente, pragmática, bonita, sexy e tudo isso ao mesmo tempo”, disse Tanya Heath.

“A mulher pode apresentar-se a uma reunião de duas horas e logo depois tirar o salto alto”

 Para acionar o mecanismo de troca de salto basta pressionar um pequeno botão, encaixar o salto até ouvir um clique e pronto. Independente de quantas trocas a consumidora fizer, a estabilidade do sapato continua a mesma.

Os modelos custam de €260 a€550. Aconsumidora tem a opção de comprar outros modelos de saltos, além dos três diferentes que já vem com o sapato, que custam de €15 a€ 60.

Todos os saltos levam nomes masculinos em homenagem aos homens que fazem parte da história de Tanya ou de suas funcionárias, como, por exemplo, Christophe, Denis, Pierre ou François.

Criada para as Cinderelas modernas, os sapatos Tanya Heath permitem  trocar de um sapato confortável a um estilo mais elegante, com um simples clic. O segredo deles ? Os saltos podem ser trocados e se adaptam a todos os modelos da grife frenchy, e podem ser encontrados na loja  de Saint-Germain-des-Prés.

Salto regulável é o novo lançamento da Tanya Heath 

Muita pesquisa, muito dinheiro, muita informação obtida das pessoas, muito trabalho levaram a empresária canadense Tanya Heath a lançar seu mais novo sapato o “Concept Footwear Solutions”, a ideia já era bem antiga, pois Tanya pensava da seguinte forma: Por quê usar saltos altíssimos e desconfortáveis apenas para ser objeto de desejo dentro da sociedade? Eis que ela decide contratar 13 engenheiros resultando num gasto de 600 mil euros, obtidos da venda do seu apartamento em Paris, foi uma jogada arriscada que poderia ter dado errado, mas o fato de ter ficado 3 anos fazendo pesquisa garantiram a aceitação de seu trabalho, o sapato que podemos regular o salto!

A empresária  Tanya Heath  lançou esta novidade em sapatos para o público feminino. Através de uma idéia bem antiga, a empresária lançou um calçado com um novo conceito: Porque usar saltos altíssimos e extremamente desconfortáveis para poder ficar elegante?

Os modelos custam entre 260 euros e 550 euros e comprando um dos modelos a pessoa irá receber 3 tipos de saltos: um de 4 cm, um de 9 cm e um salto stiletto, mas está achando que terminou? Se o cliente estiver insatisfeito e ainda quiser adquirir mais modelinhos de saltos, eles são vendidos individualmente pelo preço que varia de 15 à 60 euros, imagina só a economia de espaço que vocês mulheres, teriam no guarda-roupa!

 

Essa novidade é perfeita para as mulheres que desejam economizar não só no dinheiro, mas também no espaço do seu guarda-roupa, afinal você poderá usar o mesmo calçado todos os dias, variando apenas no tamanho do salto.

 

Na minha opinião, essa é uma idéia perfeita para as mulheres modernas, principalmente para aquelas que são apaixonadas por sapatos femininos – assim como eu. Dessa forma, as mulheres podem sair do trabalho e ir direto a um happy hour, fazer compras no shopping ou até mesmo sair para jantar com o marido.


Em minha opinião, foi uma das ideias mais brilhantes que eu já vi, se você adora seu sapato, mas sem querer na rua ele dá aquela “raladinha” no salto que deixa completamente inadequado para sair em qualquer lugar, essa realmente é a solução dos problemas das mulheres, porque basta apertar um botãozinho embaixo do sapato, afixar o salto e quando fizer um “clic”, pronto, você já pode sair usando na maior segurança.

 

Tanya Heath, conseguiu materializar um sonho, criar um sapato que troca o salto conforme a ocasião. Quer saltos quadrados para usar durante o dia todo e não cansam os pés, baixos para trajetos a pé ou cheios de estilos para a noite. Em alguns segundos você pode trocar o salto.

Combinações infinitas

Gostei desse mais punk

minha base preferida, por que eu  sou básica

Esse clássico é o preferido das clientes, pois é o que fica bem com qualquer salto da loja.

TANYA HEATH Paris

Bar à Talons

22, rue du Dragon
75006 Paris
+33 (0)9 83 80 43 27
Du Lundi au Vendredi : 10h – 19h
Le Samedi : 11h – 19h

www.tanyaheath.com

Fontes:

http://www.doitinparis.com/fr/mode-femme/adresse-mode/une-boutique-de-chaussures-magiques-16924

http://www.sapatosfemininos.com.br/tanya-heath-lanca-sapatos-com-salto-regulavel/

http://www.sapatos.net/2013/01/18/novidade-os-saltos-regulaveis-de-tanya-heath/

http://blogaleespindola.com/2012/10/05/3895/

http://pensomodafannylittmann.wordpress.com/2012/04/30/tanya-heath-saltos-adaptaveis-conforto-e-glamour-juntos/

http://amulhereamoda.blogspot.com.br/2012/09/fab-finds-remove-or-replace-heel.html

http://stajustina.com.br/blog/?p=51

http://colunas.revistaglamour.globo.com/parismechama/2013/10/16/um-sapato-varios-saltos-conheca-o-bar-a-talons/

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TOP 9 da Gastronomia na Cidade Luz

Go Where Gastronomia  selecionou os TOP 9 em Paris: 9 lugares para lá de especiais, que tem a cara – e o gosto – da cidade mais charmosa do mundo. – Claudia Gazel, para Go Where Gastronomia

1. PÂTISSERIE – PIERRE HERMÉ

O famoso chef pâtissier que fez escola na Ladurée não tem limites quando o assunto são os macarons. Além dos tradicionais, como caramelo e chocolate, arrisca sabores que levam pimenta, azeite e até rúcula. Seus doces também fazem bonito não só nas vitrines como entre os paladares mais exigentes. Não deixe de provar a tarte infiniment vanille e o macaron fruit de la passion et chocolat (maracujá com chocolate). 72, Rue Bonaparte – 75006

tarte infiniment vanille

macaron fruit de la passion et chocolat

2. FROMAGERIE – LAURENT DU BOIS

O fromager Laurent du Bois já ganhou o prêmio de Meilleur Ouvrier de France. E o que significa isso? Que ele é sumidade no assunto. A Sociedade de Meilleur Ouvrier de France existe desde 1929 e, a cada três anos, escolhe os melhores profissionais do país em determinadas categorias, entre elas a queijaria, premiando os artesãos que privilegiam o processo de criação e o respeito aos valores e tradições. É preciso dizer mais de Du Bois? Experimente o Chèvre frais (queijo de cabra fresco), o Comté, o Mont d’Or, o creme de leite vendido a granel e a manteiga bordier, que tem fama de ser a melhor da França. 47, Boulevard Saint Germain – 75005

3. SORVETERIA – MAISON BERTHILLON

Quando se fala em tomar sorvete em Paris, o primeiro nome que se cogita é a tradicional sorveteria Berthillon. Se não pretende sentar-se no salão de chá, encare a  fila que se estende pela simpática – e abarrotada – Rue Saint-Louis en Ile e experimente os tradicionais sabor de chocolate e de caramel au beurre salé (caramelo de manteiga salgada) ou o refrescante e sazonal fraise du bois (morango silvestre). 31 Rue Saint-Louis en l’Île – 75004 – www.berthillon.fr

salão de chá
4. CHOCOLATIER – HENRI LE ROUX

Entre as especialidade do mestre chocolatier estão as ganaches e o caramel au beurre salé (caramelo preparado com manteiga salgada). Foi com essa receita que, em 1980, Le Roux ganhou o prêmio de Meilleur bonbon de France no Salon International de la Confisserie, em Paris. Em 1981, Le Roux registrou a Marca CBS (Caramel au Beurre Salé). Em 2003  foi classificado como o Meilleur Chocolatier da França pelo Guide des croqueurs de chocolat. Prove também a barra de chocolate GOVIRO, com amêndoas caramelizadas e  flor de sal – 2 endereços em Paris:

01, Rue du Bourbon le Château-75006

24 rue des Martyrs-75009 

Tél. 01 82 28 49 83

5. COMIDINHA DE RUA – CREPE NO AU P’TIT GREC

Numa portinha apertada na Mouffetard, famosa e turística rua do Quartier Latin, a multidão se aperta para comer um dos melhores crepes de rua da cidade. Para o crepe salgado, peça a massa feita com trigo sarraceno, chamada galette. Feito sem pressa, o crepe tem massa bem crocante e enrolada em formato de cone. Opções para o recheio não faltam; são mais de 20, além daquelas que você mesmo pode criar, com ingredientes básicos como queijo, ovo, presunto e bacon.

62, Rue Mouffetard – 75005

Bar de tapas onde você encontra os melhores e mais saborosos produtos selecionados pelo renomado chef Yves Camdeborde, proprietário também do bistrô vizinho Le Comptoir. No pequeno balcão, os clientes se espremem e lutam para pedir o próximo petisco ou a próxima taça de vinho. O esquema é bem típico: barulho, descontração e todo mundo em pé. Não tem cardápio e as tapas disponíveis estão descritas em pequenos cartazes pendurados no teto. Prove o atum grelhado com molho agridoce, a linguiça chipolata, linguiça txistorra, o presunto cru e a rabada de boi para comer no pão. Ou espie o petisco do grupo ao lado e peça o que te fizer salivar; opções não vão faltar. O atendimento é ótimo, com direito a sorriso no rosto; basta aguardar sua vez. E, acredite: eles sabem exatamente a quem atender.

9, rue Carrefour de l’Ódeon – 75006 – www.hotel-paris-relais-saint-germain.com

7. BISTRÔ – L’ESSENTIEL

Cara, jeito e alma de bistrô. Enquanto espera sua mesa, divida o balcão com os habitués do bairro, diante dos presuntos que podem fazer sua felicidade no aperitivo. Depois, é só selecionar entre as 4 ou 5 opções de entrada, prato e sobremesa, que aparecem nas lousas espalhadas no pequeno salão do restaurante. Com certeza, encontrará opções típicas, como terrines, lentilhas, costela de porco, pato ou outros mais polêmicos, como rognon de veau (rim de vitela), bodin noir (linguiça preparada com sangue) e bochecha de boi (joue de boeuf). 168, rue d’Alesia – 75014

 

8. COZINHA MODERNA – TABLE VIVANT

 

Pierre Jancou, o proprietário, escolheu uma dupla de peso para coordenar sua cozinha: Sota (ex-Robouchon NY e Stela Maris) e Masaki (Stela Maris). No cardápio, três opções do dia, todas com ingredientes frescos e muitas, muitas ervas, para um resultado surpreendente e tempero perfeito, como o Risoto com tinta de lula e tomilho. A parede recoberta com azulejos em estilo Art Nouveau, original de época, dá charme extra ao local. 43, Rue des Petites Ecuries; www.vivantparis.com.

Pierre Jancou -Vivant Table. Photograph: Bob Peterson

9.BOULANGERIE – GONTRAN CHERRIER BOULANGER

Nascido numa família de boulangers e patissiers, Gontran Cherrier cresceu com o cheiro de pão e herdou da família o savoir faire. Mas também percorreu o mundo atrás de novas e diferentes maneiras de preparar seu pão.

Sua ambição é produzir receitas simples e, a partir dos melhores ingredientes, perfumar sua padaria desde cedo até o anoitecer. Prove os surpreendentes pães de rúcula e páprica e a focaccia. 22, Rue de Caulaincourt – 75018; www.gontrancherrierboulanger.com

 
Fontes:
http://www.assiettesgourmandes.fr/2013/12/propos-divers/henri-le-roux-chocolatier-caramelier/

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A festa do ano novo chinês em Paris

Cheio de cores, o Ano Novo Chines, atrai todos os anos uma multidão de espectadores. Os tradicionais desfiles nos XIIIeme, XXeme, IIIeme e IVeme, acontecem em fevereiro.

Os casais de Tigres ou de Leões farão as suas danças da felicidade e prosperidade para todo comércio asiático. As comunidades chinesas, de Belleville, originária da região do Wenzhou (ao Sul de Pequim) ou a do XIIIe arrondissement, vinda do Sudeste asiático (Laos, Tailândia, Vietname) – fazem todos os anos uma grande festa.
Milhares de pessoas se reunem nas avenidas de Ivry e de Choisy até a Place Italie. Verdadeiro convite à  viagem e ao sonho, desfiles, espetáculos, cerimônias tradicionais que embalam as ruas de  Paris.
A data de comemoração do Ano Novo Chinês depende da primeira lua cheia do ano, daí ela acontecer em dias móveis.

 

A comemoração do Ano Novo Chinês (Nouvel An Chinois) já é uma tradição em Paris e o desfile acontece no bairro 13ème (onde a comunidade asiática está em peso). A mudança de ano acontece no dia 31/01/2014, mas a comemoração acontecerá no domingo dia 09/02/2014 à partir de 13:30 hs. O ano de 2014 será simbolizado pelo cavalo.

Viva o cavalo de madeira !

 A astrologia chinesa utiliza 12 animais sagrados como símbolos para representar as energias dominantes de cada ano e das pessoas nascidas nos mesmos. No dia 31 de janeiro inicia-se o ano do Cavalo.

Além dos animais, os cinco elementos vitais também se revezam no horóscopo chinês. Em 2013 tivemos o ano da Serpente da água negra, um ano de inovações, surpresas, de traçar objetivos e de se dedicar verdadeiramente a eles. Já 2014 será o ano do Cavalo de Madeira, assim como foi em 1954. A expectativa é que o período seja marcado por grandes e profundas transformações.

Por ser um animal forte, disposto e trabalhador, o cavalo é considerado símbolo de vida. Na crença japonesa, o signo representa vivacidade, animação. Ele é considerado também símbolo de fertilidade.

Os anos regidos pelo Cavalo são cheios de aventura. As pessoas são mais meigas, românticas e carinhosas, o que favorece os relacionamentos. Na saúde, o cavalo trará tensão e estresse e, por isso é importante investir em bem-estar e qualidade de vida.

O ano é bom para quem quer alcançar o sucesso e transformar a própria realidade, superando questões de trabalho com determinação e coragem. Excelente época para abrir um negócio.

Como o cavalo é regido pelo elemento fogo, o ano será muito movimentado e até turbulento. Devido ao seu caráter impulsivo, pode provocar desgastes políticos. Confira os acontecimentos históricos que ocorreram em anos regidos por este animal.

- 1918 – Primeira Guerra Mundial

- 1930 – A grande depressão americana e a queda da bolsa

- 1942 – O auge da Segunda Guerra Mundial

- 1954 – Nasce a União Europeia Ocidental e morte de Getúlio Vargas

- 1966 – Revolução Cultural Chinesa de Mao Tsé-Tung

- 1978 – A crise do petróleo

- 1990 – Guerra do Golfo e libertação de Nelson Mandela, que trouxe grandes mudanças para a África do Sul

- 2002 – Guerra do Iraque e Afeganistão, deflagrada pelo atentado às Torres Gêmeas em Nova York

A comemoração é bem interessante: muitas danças tradicionais, desfile à fantasia e porque não parar em um restaurante chinês para fechar bem o dia?

 

Qual é o percurso do desfile?

Saída : 13h30 : 44 avenue d’Ivry
Avenue de Choisy
place d’Italie
avenue d’Italie
rue de Tolbiac
avenue de Choisy
boulevard Masséna
Chegada: avenue d’Ivry

Metrô Place d’Italie

Informações pelo +33(0)1 44 08 13 13

Preço: GRATUITO

Le Nouvel an chinois ou vietnamien (fête du Têt) 2014 tombera cette année le 31 janvier. Mais à Paris les animations dureront pendant plusieurs jours dans plusieurs arrondissement de la capitale. Nous fêterons le passage à l’année du Cheval de Bois. De nombreuses animations vous attendent avec des défilés, concerts, expositions, conférences, marché, danse… Un événement festif à partager en famille !

Le Nouvel an chinois à Paris, c’est la promesse de défilés grandioses avec dragons et feux de Bengale. Comme chaque année, les arrondissements de Paris redoublent d’imagination pour fêter cet événement qui ravira petits et grands. Entre marchés, concerts et autres spectacles, les petits comme les grands vont pouvoir se divertir et voyager vers une autre culture. Découvrez le programme mis à jour régulièrement des animations.

Les animations à Paris :

  • Nuit de Chine au Grand Palais
    La Nuit de Chine débarque au Grand Palais pour marquer le coup d’envoi de la célébration officielle du 50e anniversaire des relations diplomatiques entre la France et la Chine. Ce lundi 27 janvier 2014, direction la Nef du Grand Palais pour une soirée exceptionnelle et gratuite offrant spectacle équestre (clin d’oeil à l’année du cheval), acrobaties, spectacle de sons et lumières, concert et soirée électro rock. Un rendez-vous à ne pas manquer.
  • Nouvel An Chinois dans le Marais : 3e arrondissement
    Outre le défilé festif qui a lieu à partir de l’Hôtel de ville, le 3e arrondissement de Paris – aussi appelé le Marais – organise tout un éventail d’animations aux couleurs de la Chine du 27 janvier au 7 février 2014. Exposition, danse du dragon, rencontre et concert au programme.
  • Le Nouvel An, Place de l’Hôte de Ville : 4e arrondissement
    Le fameux défilé du 3e et 4e arrondissement se tiendra le dimanche 2 février 2014, place de l’Hôtel de Ville. Sans aucun doute, l’un des plus beaux défilés de la capitale, c’est un spectacle à ne pas manquer. Découvrez le parcours et le programme de cette édition.
  • Nouvel An Chinois dans le 13e arrondissement S’il y a bien un arrondissent où la fête du Nouvel An Chinois est de mise, c’est bien le 13e, réputé pour être le quartier chinois par excellence. Comme chaque année, le 13e vous offrira un défilé qui rassemblera des milliers de personnes de tous les coins mais également des animations. Le défilé se tiendra cette année le dimanche 9 février 2014.
  • Visites guidées spécial Nouvel an chinois à Paris
    Secrets de Paris et Gérard Soulier organisent des visites guidées, balades originales et inédites, pour découvrir le quartier chinois à l’occasion du Nouvel an chinois, le 31 janvier, 1er février et 9 février 2014. A vous la découverte des boutiques phares, des restos à tester et des temples bouddhistes.
  • Le Nouvel An Chinois à Belleville : 10e, 11e, 19e, 20e arrondissement
    Le Quartier de Belleville est également un quartier de prédilection pour la communauté asiatique. C’est pourquoi, encore cette année, les animations affluent pour fêter le Nouvel An Chinois. Au programme : arts martiaux, danses et défilé traditionnel du dragon. Le fameux défilé du Nouvel An Chinois de Belleville se tiendra le dimanche 2 février avec un rendez-vous festif le 5 février à la mairie du 11e.
  • Shanghai Trio fête le Nouvel an Chinois à la Cartonnerie : 11e arrondissement
    Shanghai Trio ouvre un pop-up store exceptionnel et récréatif à la Cartonnerie à l’occasion du Nouvel an Chinois le dimanche 2 février 2014. Shopping artisanal, brunch, dégustation, ateliers et concert sont parmi le programme de cette journée festive.
  • Le Nouvel an Chinois au Carrousel du Louvre
    Le Carrousel du Louvre célèbre le Nouvel an Chinois du 31 janvier au 8 février 2014 au pied de la pyramide inversée. Au programme, de nombreuses animations mais également une soirée de lancement exceptionnelle le soir le 31 janvier.
  • Le Nouvel An Vietnamien 2014 à l’Unesco à Paris
    Vous ne le savez peut-être pas mais le Nouvel an Chinois, c’est aussi le jour du Nouvel an Vietnamien (Têt). Le samedi 15 février 2014, l’association UGVF des vietnamiens de France, vous invite à participer à la fête du Têt à la Maison de l’Unesco dans le 7e. Spectacles, mets variés, marché exotique, espace de jeux et danse sont au programme de ce rendez-vous festif.
  • Nouvel an Chinois au Club Haussmann
    Côté soirée, si vous souhaitez sautiller toute la nuit pour célébrer l’année du Cheval, optez pour le Club Haussman qui vous propose une soirée toute particulière à cette occasion.
Nouvel An Chinois – Paris 2013

 

Fontes:

http://br.rendezvousenfrance.com/agenda/desfile-do-ano-novo-chines-em-paris-ano-do-cavalo
http://oguiadeparis.blogspot.com.br/2014/01/a-festa-do-ano-novo-chines-em-paris.html
http://dicasdefrances.blogspot.com.br/2011/02/ano-novo-chines-em-paris.html
http://www.sortiraparis.com/loisirs/guides/47124-le-nouvel-an-chinois-a-paris-2014
http://www.evous.fr/Nouvel-An-chinois-defiles-Paris-1119004.html

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RUNGIS O MERCADÃO FRANCÊS

Com aproximadamente 232 hectares de área e mais de 40 anos de história, o Marché de Rungis, localizado nos arredores de Paris e nas proximidades do aeroporto de Orly, é o maior centro de distribuição de produtos frescos do mundo.

Despertando a curiosidade de muitos, já esteve até nas telas do cinema francês, no filme Paris, de Cedric Klapish, onde um mundo à parte é revelado aos telespectadores. E não é história de cinema

 

Por Claudia Gazel

Um passado nada recente

A instalação de um mercado de gêneros alimentícios frescos na região central de Paris remonta ao século 12. O local passou a ser denominado Les Halles, alusão feita aos “halls” que abrigavam os comerciantes e seus produtos. Durante oito séculos o comércio cresceu e se desenvolveu no local, e, à medida que o tempo passava, mais e mais ruas e vielas eram tomadas não só pelos comerciantes mas por toda a vida gerada em torno dele. Bistrôs, restaurantes, pensões, boulangeries e uma multidão que ali circulava diariamente. No século 16 ocorreu uma grande reforma, com reorganização do espaço e alargamento das ruas, já que o transporte de carga tornara-se bastante complicado. Tamanha era sua importância para a cidade, que Les Halles chegou a ser chamado por Emile Zola, merecidamente, de o ventre de Paris (Le Ventre de Paris, de 1873).

Com a Revolução Francesa e o inchaço da cidade, sérios problemas de higiene passaram a ser observados no local, o que já levara Napoleão I a iniciar um projeto de reorganização e restruturação do mercado. Sem sucesso, em 1842 o então prefeito da cidade, Rambuteau, cria uma comissão para estudar a possibilidade de deslocamento do comércio de Les Halles. Um novo projeto ganha corpo e dez pavilhões cobertos são construídos entre os anos de 1852 e 1870. Um século depois, mais precisamente em março de 1960, decidese transferir definitivamente o mercado de Les Halles para Rungis e La Villette. E, no centro de Paris, o velho mercado é substituído pela nova estação de trem RER, um centro comercial, praças e jardins. E um novo desafio se coloca: encontrar um lugar de fácil acesso aos comerciantes, compradores e mercadorias – e grande o suficiente para que o problema de espaço não viesse a se repetir.

Nasce Rungis

Em 1964 começam os trabalhos para construção do mercado de Rungis.

 

Localizado a apenas 7 km de Paris e acessível pelas principais rodovias que ligam o interior à capital, ferrovias e aeroportos da cidade, o terreno escolhido parece ideal. Após cinco anos de obras, em março de 1969 nasce o gigante.

Rungis abre suas portas para se tornar o maior mercado no atacado de produtos frescos do mundo com uma sede administrativa e 15 pavilhões: peixes e frutos do mar (1), laticínios (4), frutas e legumes (9) e flores (1). Somente em 1973 o setor de carnes deixa La Villete para ocupar um novo pavilhão no Rungis.

 Destinado exclusivamente ao abastecimento de comerciantes e restaurantes e jamais ao consumidor final, para comprar em Rungis é preciso ser associado e apresentar uma carteirinha que comprova tal condição. Nos galpões, as mercadorias não têm preço exposto e tudo funciona no grés a grés, ou seja, de comum acordo – conforme a negociação feita no momento, o preço se estabelece e o negocio é fechado.

Preocupação com o amanhã

Rungis tem como princípios o respeito à biodiversidade, a promoção de produtos locais e regionais e a preservação do patrimônio culinário e gastronômico francês. A França tem quase 50 % de seu território destinado à produção agrícola e Rungis não poderia ser indiferente a isto. Sendo assim, o pequeno produtor, das terras mais distantes da França, também tem vez. Além disso, o mercado se propõe a ser um local de expressão e de valorização do terroir e, por isso, valoriza a comercialização e estimula o consumo de espécies diversificadas, sempre de olho na preservação do patrimônio culinário francês.

Higiene e segurança à toda prova

As normas de higiene e segurança e o controle de qualidade são extremamente rígidos. Submetidos constantemente à inspeção veterinária – no caso dos produtos de origem animal, essa inspenção é diária – às empresas não é permitido negligenciar. São exigidos estabelecimentos em bom estado, utlização de produtos de limpeza apropriados, protocolos de desinfecção dos locais destinados ao corte, roupas e acessórios adequados – o avental branco e o uso de chapéu é obrigatório – e temperatura ideais nas câmaras frias. No que se refere a este assunto, um investimento recente foi feito nos pavilhões de carnes, aves e peixes para modernização e maior segurança na manutenção das temperaturas de segurança.

Uma visita inesquecível

O mercado mantém suas portas abertas àqueles que desejam desvendar esse mundo tão peculiar. A visita ao mercado começa entre 4 e 5 da manhã. Antes, parada para um café no Restaurant la Marée, ao lado no pavilhão de peixes e frutos do mar. Nesse horário, o mercado de peixes já encerrou suas atividades, que tiveram início em torno da meia noite. Mas seus comerciantes ainda não abandonaram Rungis e dividem-se entre um café no balcão e o almoço, servido por volta de 5h30 da manhã. O responsável pelo acompanhamento dos grupos é Simon Dominique, atencioso anfitrião que, já tendo trabalhado como comerciante, conhece o mercado como a palma de sua mão e lá transita como se andasse nos arredores de casa, trocando apertos de mão e acenos com a vizinhança.

Depois de uma breve explanação sobre as cifras e números, é preciso preparar todos para o início da visita. Ninguém penetra nos galpões sem avental e touca na cabeça. Monsieur Dominique explica que não há exceção à regra. Câmera fria adentro, onde estão armazenadas as mais preciosas carnes das França, ganham destaque os cortes de limousine, raça bovina que tem fama de ser um das carnes mais macias do país. Em outro pavilhão, coelhos dividem espaços com porcos, codornas e demais aves. É nesse setor que os milhares de quilos de foie gras tiram suspiros do grupo de franceses vindos do interior especialmente para a visita.

Le pavillon de la marée

Le pavillon des viandes

La pavillon de la volaille

Le pavillon des légumes / Litchis branchés, Citrons tout frais, Fraises ananas

Feuilles d’huitre, Choux portion, Citrons caviar, Dattes Medjoul

Seguindo adiante, o frio diminui – abandonamos as câmeras frias – e a emoção aumenta ao chegar ao maior setor do local: o pavilhão dedicado às frutas e legumes. Ali, tudo é impressionante: a diversificação de formatos e espécies, a quantidade, as cores. Pilhas de caixas de cogumelos alcançam o teto. Tomates multicoloridos disputam os olhares curiosos com os jovens aspargos selvagem. Batatas… impossível conhecer tantas espécies! E o perfume dos pêssegos, damascos e nectarinas domina o ambiente. Mas o show fica por conta de pequenos notáveis: morangos brancos! Provenientes de um cruzamento feito por um produtor holandês, a raridade tem seu preço, que varia entre de 75 a 85 euros o quilo. E se até então não era possível sentir o mínimo odor digamos “forte”, é chegada a hora de visitar o pavilhão de laticínios. Chèvre, Camembert, Gruyère e todos os tipos possíveis e imagináveis de queijos proveninentes de todas as partes da França, lógico, mas também dos demais produtores europeus, como Holanda, Espanha e Suíça.

Além de muita admiração, o que mais sentir? Fome, já que ali tudo é única e exclusivamente para ser admirado com os olhos pelos visitantes. Um brunch está previsto para encerrar a visita.

Para visitar Rungis

Para conhecer o mercado, é preciso agendar a visita com antecedência. O valor é de 80 euros e além do trajeto de ida e volta a Paris, está previsto um brunch ao final do percurso, que dura cerca de três horas.

Para mais informações: www.visiterungis.com

Rungis hoje: seus números

7,864 bilhões de euros/ano

Empresas no local: 1204

Empregos diretos: 11 683

Superfície: 232 hectares

Visitantes (comerciantes ou não) por ano: 6 735 672

Volume de produtos alimentícios/ano: 1.451.388 de toneladas

População beneficiada: 18 milhões de consumidores finais por dia

Leia essa e outras matérias na Go’Where Gastronomia n° 55.

Marché de Rungis

24 Rue des Meuniers, 94550 Chevilly-Larue, França
+33 1 41 80 80 75

Fontes:

http://www.gowheregastronomia.com.br/turismo/2012/10/rungis-o-mercadao-frances/

http://www.rungisinternational.com/index.asp

http://scally.typepad.com/cest_moi_qui_lai_fait/2008/05/visite-rungis-u.html
http://www.lapopottedemanue.com/2013/12/je-vous-emm%C3%A8ne-sur-le-march%C3%A9-de-rungis.
http://www.distripedie.com/distripedie/spip.php?article299
http://cuistot.wordpress.com/2010/02/21/rungis/
http://www.envies-culinaires.fr/le-marche-de-rungis-le-plus-grand-marche-de-produits-frais-au-monde/
http://www.rungisinternational.com/fr/rouge/visite_virtuelle/index.asp

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Goya – mostra em Paris sua modernidade estética e seu compromisso político

O universo de Francisco de Goya se apodera da Pinacoteca de Paris com a exposição “Goya e a modernidade”.

 

Com mais de 220 obras, a exposição reúne desde as pinturas mais coloridas dos primeiros anos de Goya até sua visão mais crua com “Os desastres da guerra”. A exposição fica aberta ao público até o dia 16 de março de 2014.

Nascido em 1746 em Saragoça, Francisco de Goya é um pintor e gravador espanhol que trabalhou na corte, mas também realizou retratos de toda a aristocracia.
Atingido pela surdez em 1792, Goya pintou então as cenas sombrias da vida madrilena e representou seus demônios em águas fortes.
Suas obras mais conhecidas hoje em dia são, sem dúvida, são:

La maja desnuda (museu do Prado em Madrid),

o quadro de Carlos IV e sua família (1800)

El tres de Mayo de 1808 que representa a resistência espanhola.

Ao se exilar em Bordeaux em 1824, o artista realizou diversos retratos. Foi nesta cidade que Goya viveu seus últimos dias.


La Culturelle 234 – Pinacotheque Goya por peignoirprod

Muito interessante a exposição de Goya na Pinacoteca de Paris. Majoritariamente de gravuras, a exposição mostra toda a sua ácida crítica à religião, à guerras, aos maus tratos na educação e à situação da Espanha em suas séries “Caprices” e”Disparates”. Os óleos retratam as figuras da corte com sua fina ironia que os torna horrendos!!!Goya que era o pintor oficial da corte é extremamente mordaz em sua crítica à situação política,econômica e social de sua época.

 

Francisco de Goya, Désastre n° 22, “Tant et plus”, Les Désastres de la guerre, 1810-1820/ © Collection privée, Madrid

Francisco de Goya, Désastre n°11, “Ni celles-là”, Les Désastres de la guerre, 1810-1820 © Collection privée, Madrid

Francisco de Goya, Caprice n°49, “Gnomes”, “Les Caprices”, 1799 © Collection privée, Madrid

Francisco de Goya, “Enfants se battant pour des châtaignes”
La Jeune Femme et les hommes en cape ou La Promenade en Andalousie 1777 Huile sur toile 39 x 29 cm

Goya et la modernité à la Pinacothèque 

Vous ne craignez ni les figures grimaçantes d’êtres démoniaques, ni les créatures hybrides mi-hommes mi-animaux, ni les mises en scène morbides baignant dans un romantisme d’un noir d’encre ? Jusqu’au 16 mars 2014, l’exposition Goya et la modernité, à la Pinacothèque de Paris, dévoile l’âme sombre et tourmentée du célèbre artiste espagnol, entre eaux-fortes cauchemardesques et peintures flamboyantes. Un voyage au cœur de l’humanité, entre rêves et actes barbares, religion, prostitution et éducation, mariage, folies et caprices, guerre, jeux d’enfants et tauromachie… Âmes sensibles s’abstenir !
quoi-peut-on-faire-de-plus

Goya et la modernité : à la Pinacothèque, l’hommage au Maître

Né en 1746 près de Saragosse, Francisco de Goya s’éteint à Bordeaux, à l’âge vénérable de 82 ans. Influencé dans sa jeunesse par les grands maîtres de la peinture italienne (notamment Tiepolo), c’est de retour en Espagne, après un voyage formateur en Italie, qu’il assure peu à peu sa renommée. Ses portraits royaux et intimistes rencontrent autant de succès que ses décorations d’églises et de palais. Pourtant, au fil de ses recueils de gravures, Goya s’expose sa vie durant à la censure politique de l’Inquisition. Ce combat permanent est-il à l’origine de la modernité de son œuvre ? Face à l’esthétisme ténébreux de ses eaux-fortes qui reflète son engagement, incessant, dérangeant, avant-gardiste, c’est la question que l’on se pose.

Goya et la modernité : quand le noir se met au service de l’histoire

Si l’exposition Goya et la modernité à la Pinacothèque s’ouvre sur une poignée de gravures religieuses dénonçant la vie secrète des moines, suivies de quelques témoignages des premières années de l’artiste (peintures religieuses tout en nuage et layette) et d’une série de scènes de jeux d’enfants où d’innocents chérubins dépenaillés, fesses nues et en haillons, s’adonnent, entre deux divertissements (Les enfants à saute-mouton), aux activités préférées de leurs aînés (guerres, combats, tauromachie, vol…), elle ne tarde pas à annoncer la véritable couleur (on ne peut plus éloignée du rose bébé !) de cette rétrospective parisienne lancée en fanfare à quelques jours de la fête des morts, le Noir.

 

Ici, la férocité inhérente à la tauromachie n’est qu’une mise en bouche face à la cruauté de conflits armés qui donnent lieu aux plus insoutenables gravures de Goya, plus de quatre-vingt planches (provenant d’une collection particulière) baptisées Les Désastres de la Guerre. Profondément ébranlé par quatre années de massacres perpétrés lors de l’invasion de l’Espagne par Napoléon en 1808, Goya réinvente la peinture de guerre : ce ne sont plus les fiers cavaliers et les soldats courageux qui tiennent le haut de l’affiche, mais des hordes de barbares qui déciment indistinctement ennemis, pareils, ecclésiastiques, femmes et enfants. Des gravures sans concession qui recensent implacablement, planche après planche, comme autant de clichés journalistiques, les horreurs de la guerre : charniers, viols, infanticides, tortures, condamnations injustifiées, massacres généralisés, famines mortelles, corps empalés, décapités, pendus, morcelés, brûlés, criblés de balles… La sauvagerie fait rage ; la population, hommes et femmes, brutalisée, prend les armes avec la même cruauté que les troupes françaises et espagnoles ; les maris pleurent leurs épouses ; les mères, leurs enfants. S’il prend parti pour l’Espagne, Goya n’en souligne pas moins la noirceur, universelle et apatride, de l’âme humaine.

Les portraits de famille de Goya : et la modernité naît du réalisme

Passée la galerie des scènes de guerre, c’est avec un profond soulagement que l’on accueille les portraits souvent monumentaux de nobles fortunés, de proches et autres commanditaires plus ou moins modestes. Femmes fragiles et revêches, hommes engoncés dans leur plus bel habit, le réalisme de Goya s’exprime jusque dans les plus infimes détails : sourcils broussailleux, regards vides ou perçants, bouches pincées, corps repliés… Impitoyable, Goya croque ses modèles avec une rigueur drastique. Vive et généreuse, la peinture du maître espagnol offre néanmoins un contraste frappant (indécent?) avec la noirceur de ses gravures de guerre. On en reste le souffle coupé. Et c’est là, sans aucun doute, l’un des points forts de l’exposition Goya et la modernité à la Pinacothèque : loin des sentiers battus (et des plus célèbres peintures de Goya que l’on rêvait, certes, il faut bien l’admettre, d’admirer à Paris !), elle donne un vaste aperçu, sur plusieurs décennies, du parcours sinueux de l’artiste.
Et pour entrer tout à fait dans l’univers torturé de Goya, rien de tel que les prodigieuses eaux-fortes  exposées dans les dernières salles de la Pinacothèque…

Goya et la modernité : au cœur des ténèbres, la lumière

C’est rivé aux Caprices de Goya (publiés en 1799), à ses gravures sur les thèmes de la folie, de la sorcellerie ou encore du cauchemar, que l’on se retrouve d’un coup happé par les visions oniriques et diaboliques de l’artiste. Bêtes à têtes humaines, démons griffus et bébés-poulets, hommes volants, fous ensachés, hilares ou sanguinaires, carnavals de masques grotesques et rondes de créatures loufoques, sorcières à balais et ânes savants : impossible de résister à l’irrésistible.
Entre monstruosité et démesure, obscurantisme et démence, satires et rêveries expiatoires, le monde de Goya fascine par son absence même de limite. Ivre de liberté, le graveur à l’imagination outrageusement fertile dénonce au passage, et sous couvert, les excès du Clergé, les dérives de l’éducation (dans la sérieÂnerie), les désillusions de l’union maritale, la violence larvée de la prostitution… L’exposition Goya et la modernité à la Pinacothèque semble tenir sa secrète promesse, entraîner le commun des mortels dans l’Enfer de Goya !
Goya, Ni plus ni moins

Informações práticas

Até 16 /03/2014

La Pinacothèque:

28, Place de la Madeleine

75008 – Paris

Preço:  12 euros ( tarifa normal)

10 euros ( tarifa reduzida)

Horários:
10h30 – 18h30 todos os dias , quartas e sextas feiras até as 21 h
Fontes:
http://www.pinacotheque.com/
http://www.pinacotheque.com/no_cache/fr/accueil/expositions/aujourdhui/goya-et-la-modernite.html
http://hospedagem-em-paris.guide-accorhotels.com/hotel-paris/exposicao-paris/goya-o-inventor-da-modernidade-exposicao-na-pinacoteca-de-paris-pinacoteca-de-paris-paris-e-93814750
http://www.sortiraparis.com/arts-culture/exposition/articles/65535-goya-et-la-modernite-l-exposition-a-la-pinacotheque
http://culturebox.francetvinfo.fr/les-gravures-de-goya-critique-et-mystere-a-la-pinacotheque-147213
http://fr.wikipedia.org/wiki/Los_Caprichos
http://www.latoiledepandore.fr/2013/10/goya-et-la-modernite-la-pinacotheque.
http://www.offi.fr/expositions-musees/pinacotheque-1-5826/goya-et-la-modernite-50646.html

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Presidente francês é forçado a se explicar após suposta traição


Julie Gayet

É o assunto da vez: o presidente tem um relacionamento extraconjugal. Esta semana, todos fizeram comentários sobre o affair de François Hollande com a bela atriz Julie Gayet (foto acima).  Paris inteira fala nisso. O caso foi revelado na semana passada pela revista de fofocas “Closer”, que mostrava uma foto do excelentíssimo presidente da república saindo de manhã de um apartamento no centro da capital francesa.

Closer edition spéciale : François Hollande et Julie Gayet en Une de Closer du 10 janvier 2014

Até o momento, o presidente francês e Julie Gayet não desmentiram o relacionamento amoroso. Companheira de Hollande segue internada

A atriz francesa Julie Gayet processará a revista Closer por divulgar sua suposta relação com o presidente da França, François Hollande, informou nesta quarta-feira a emissora de rádio RTL. A provável ação – a emissora francesa não especificou suas fontes – vai acontecer sem que Hollande, de 59 anos, nem Gayet, de 41, tenham confirmado ou desmentido a suposta aventura amorosa entre eles.

Em março de 2013, Julie já tinha pedido ao Ministério Público de Paris para identificar os autores de um boato que começava a circular nas redes sociais sobre um suposto caso seu com François Hollande. Desde que a Closer publicou a reportagem fotográfica, o chefe de Estado pediu, como cidadão, privacidade para seus assuntos íntimos, e apenas reconheceu nesta terça-feira que atravessa “momentos difíceis” em assuntos familiares.

Em sua entrevista coletiva de imprensa anual nesta terça-feira, diante de mais de 700 jornalistas, Hollande se limitou a dizer que antes de sua visita aos Estados Unidos, em 11 de fevereiro, ele revelará se sua companheira oficial, a jornalista Valérie Trierweiler, lhe acompanhará como primeira-dama. Valérie, de 48 anos, está hospitalizada desde sexta-feira passada, seguindo uma indicação de repouso. Ela não tem previsão de alta.

No sistema presidencialista francês não há formalmente a figura da primeira-dama, mesmo quando o presidente é legalmente casado. No entanto, a mídia francesa refere-se a Valérie como primeira-dama, assim como fazia com as mulheres de outros antigos ocupantes do Palácio do Eliseu. Ainda assim, as mulheres dos presidentes franceses têm direito a algumas regalias, como um escritório e secretária no Palácio do Eliseu e despesas pagas pelo Orçamento presidencial.  Elas também podem acompanhar seus maridos em viagens e, assim como os eventuais filhos, têm direito a guarda-costas.

Nomeação suspensa – Em outro desdobramento do suposto caso entre o presidente e a atriz, o Ministério de Cultura francês voltou atrás nesta quarta-feira em relação à nomeação para uma missão pública sem remuneração de Julie. Ela fora convidada para fazer parte do júri que elegerá os bolsistas da Villa Medici, uma prestigiada instituição cultural francesa em Roma.

Perguntado sobre o assunto, o ministro de Orçamento, Bernard Cazeneuve, cometeu um ato falho e aprovou o namoro entre o presidente e a atriz. “Sua companheira tem uma atividade artística”, disse o ministro ao site iTélé. Rapidamente, ele se corrigiu e acrescentou que Gayet não é a companheira do presidente. “Não tenho nada a confirmar sobre o tema, nada a dizer, e essa atividade artística acontece há muitos anos”, concluiu.

A atriz Julie Gayet já atuou em mais de 50 filmes de cinema e de televisão. Em 2012, Julie participou de um videoclipe eleitoral do candidato Hollande à Presidência, a quem qualificava de homem “humilde, formidável e que escuta de verdade”. A atriz foi casada com o roteirista argentino Santiago Amigorena, e tem dois filhos.

Antes da união com Trierweiler, Hollande foi casado com Ségolène Royal, mãe de seus quatro filhos e ex-candidata à Presidência francesa pelo Partido Socialista em 2007 – à época ela perdeu as eleições para Nicolas Sarkozy.

O Presidente francês foi forçado a se explicar após suposta traição.

No encontro com mais de  500 jornalistas, Hollande foi questionado sobre as consequências de seu suposto caso amoroso com a atriz Julie Gayet.

Combinação de imagens de arquivo mostra a atriz Julie Gayet (esq.) e o presidente François Hollande Foto: AFP

Combinação de imagens de arquivo mostra a atriz Julie Gayet (esq.) e o presidente François Hollande

Muito impopular, François Hollande enfrentou na  terça-feira perguntas sobre sua vida privada após a revelação por uma revista de que ele estaria tendo um caso com uma atriz, durante uma coletiva de imprensa organizada inicialmente para esclarecer questões políticas de seu governo. O presidente socialista encarou 500 jornalistas, que iriam questionar  dois temas delicados após um ano de 2013 politicamente desastroso e pouco antes das eleições municipais de março. A coletiva, durante a qual François Hollande, 59 anos, foi perguntado sobre as consequências de seu suposto caso amoroso com a atriz Julie Gayet, 41 anos, começou às 15h30 GMT (13h30 no horário de Brasília). Seguindo a tradição na França, apenas os temas das duas ou três primeiras perguntas realizadas definirão o restante da conversa. O primeiro a fazer perguntas foi o presidente da Associação de Imprensa presidencial. O descontentamento dos franceses, sob pressão fiscal, com a alta taxa de desemprego e as restruturações fizeram com que a popularidade de Hollande despencasse.Segundo as últimas pesquisas, o chefe de Estado tem o apoio de apenas um quarto da população.

Enquanto isso, Valérie Trierweiler, a companheira do presidente, hospitalizada desde sexta-feira após as revelações da revista Closer, não pode deixar o hospital segunda-feira à noite como previsto.  ”Os médicos consideram que ela precisa de mais descanso”, indicou a presidência.

Le Figaro : La publication la semaine dernière d’un article dans un magazine a suscité de l’émoi, des questions, de la curiosité. Il est un besoin de clarification vis-à-vis des Français. Vous serez dans quelques sermaines aux Etats-Unis. Valérie Trierweiler est-elle toujours aujourd’hui première dame de France?

François Hollande : Je comprends votre question, vous comprendrez ma réponse. Chacun dans sa vie personnelle peut traverser des épreuves, c’est notre cas, ce sont des moments douloureux. Mais j’ai un principe, que les affaires privées se traitent en privé. Ce n’est donc ni le lieu ni le moment de le faire. Je répondrai aux questions avant le rendez-vous que vous avez fixé.

Hollande-Gayet: le regard de la presse anglo-saxonne – 14/01

 Para piorar, a primeira-dama, Valérie Trierweiler, foi hospitalizada no mesmo dia e os mais pessimistas cogitam a possibilidade de uma tentativa de suicídio

Como todo assunto que caiu na boca do povo, o caso de Hollande já é motivo para muitas piadas. E, desta fez, a primeira foi bastante rápida. Ontem, a empresa de aluguéis de carro Sixt revelou a sua nova publicidade (imagem acima) que diz (em tradução livre): “Senhor Presidente, da próxima vez, evite a moto. A Sixt aluga carros com vidros escuros.”

Enquanto isso, o palácio do Eliseu permanece em silêncio sobre o assunto e os jornais e revistas exploram à exaustão todos os aspectos e informações sobre o caso. Cada detalhe é analisado e a foto de Gayet estampa todas as mídias francesas. Os adeptos às teorias da conspiração já falam que é tudo cortina de fumaça para desviar a atenção de algo maior. Em todo caso, esta história parece que ainda vai render um bocado.

Fontes:

http://ela.oglobo.globo.com

http://www.closermag.fr/people/politique/francois-hollande-julie-gayet-cette-histoire-est-connue-par-beaucoup-de-monde-256867/(offset)/

http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/presidente-frances-e-forcado-a-se-explicar-apos-suposta-traicao,42caa18a8fc83410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/atriz-processara-revista-que-revelou-suposto-caso-com-hollande

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Exposição: 1925, quando a Art déco seduziu o mundo

 A Cité de l’Architecture et du Patrimoine , em Paris, apresenta a exposição “1925, quando a Art déco seduziu o mundo”, que aborda os diferentes aspectos desse movimento artístico que marcou a história entre 1919 e 1940, e deixou um importante legado, inclusive na América Latina.

A Cité de l’Architecture et du Patrimoine de Paris está com uma das mostras mais completas sobre o Art Déco dos últimos tempos, uma abrangente coletânea de exemplares desse  movimento que explodiu (e ecoou no mundo todo ) entre 1919 e 1940, quando arquitetos, artistas, estilistas “limparam” as formas do art nouveau, estilo que imperava nos 1890, e introduziram linhas mais geométricas, sinuosas  e clean.

Os mais relevantes  exemplares do estilo são mostrados pelos  mil metros quadrados que ocupa a mostra, que fica em cartaz até 3 de março de 2014.

O Brasil é um dos países em destaque na exposição “1925, quando Art déco seduz o mundo”,  em Paris. A mostra, realizada no museu da arquitetura da capital francesa, aborda os diferentes aspectos desse movimento artístico que marcou a história entre 1919 e 1940, e deixou um importante legado, inclusive na América Latina.

Formas geométricas, linhas puras e dinâmicas. Assim pode ser resumido o movimento Art Déco, tema da exposição inédita do museu da Cidade da Arquitetura de Paris. O evento mostra como os artistas, arquitetos, pintores, estilistas e industriais da época se apropriaram dos novos traços que vieram substituir os afrescos carregados de formas vegetais e ornamentos do Art Nouveau, que dominavam o cena artística desde 1890.

Das impressionantes portas esculpidas do Rockfeller Center em Nova York, aos 165 prédios em estilo Art Déco de Xangai,passando pelos imponentes transatlânticos Normandie e Ile-de-France, vários foram as obras de embaixadores do movimento durante seus mais de 20 anos de predominância.

Formas geométricas, puras e dinâmicas caracterizaram um estilo de obras de renomados criadores franceses. Os arquitetos Henri Sauvage, Robert Mallet-Stevens, Pierre Patout, os decoradores André Véra, Louis Süe, André Mare, Jacques-Émile Ruhlmann e o escultor François Pompon fazem parte desse ecletismo decorativo, marcado por novos traços que substituíram os afrescos carregados e menos rebuscados da Art Nouveau.

A exposição é uma retrospectiva que reúne obras espalhadas pelo mundo todo. Construções asiáticas, americanas e brasileiras apresentam com detalhes a difusão desse estilo de formas elegantes e modernas. Do Brasil é apresentado o Jockey Clube de São Paulo, decorado por Jules Leleu e Jean Dunand, e o hotel Copacabana Palace, construído pelo arquiteto Joseph Gire. Fica em destaque a estátua mais famosa do país, o Cristo Redentor, que recebeu suas mãos e seu rosto do escultor francês de origem polonesa Paul Landowski.

 

1925-1929. Nouveaux magasins de La Samaritaine, quai du Louvre, Paris 1er : élévation sur le quai (éch. 1:100) – Henri Sauvage

 

 

Rockfeller Center

Para ressaltar a importância do movimento, a mostra parisiense parte de um dos principais eventos da história da arte : a Exposição internacional das Artes Decorativas e industriais modernas de 1925, manifestação que serviu de vitrine planetária, exportando não apenas um estilo, mas também os talentos franceses, como o arquiteto Robert Mallet-Stevens, para os quatro cantos do mundo.

Xangai

 

Jockey Clube São Paulo

Brasil é um dos países em destaque na exposição, com várias construções que atestam a influência dos artistas e arquitetos franceses no país. Uma das salas da mostra foi dedicada às obras “brasileiras”, como o Jockey Clube de São Paulo, decorado por Jules Leleu e Jean Dunand e o hotel Copacabana Palace, construído pelo arquiteto Joseph Gire, o mesmo que concebeu o edifício de 23 andares A Noite, o primeiro arranha-céu da América Latina, ambos no Rio de Janeiro.

 

Mas poucas obras simbolizam tanto a importância do Art Déco nas relações entre França e Brasil quanto o Cristo Redentor, projeto idealizado parcialmente pelo escultor francês Paul Landowski.

Moda e design industrial

A exposição parisiense também aborda o papel do movimento na moda, graças a nomes como o do estilista Paul Poiret, que transformou a imagem da mulher da época com seus vestidos tubulares sem os incômodos espartilhos.

Ou ainda Jean Patou, que ficou mais conhecido por seu perfume Joy – com embalagem desenhada por Louis Süe, um dos principais representantes do Art Déco.

Os objetos expostos, espalhados nos mais de 1000m² da mostra, também enfatizam a influência no design atual. Afinal, com suas formas geométricas simples e puras, muito mais adaptadas às máquinas e à vida moderna, o movimento abriu as portas para a industrialização do belo, podendo ser reproduzido e comercializado com mais facilidade.

A mostra “1925, quando Art déco seduz o mundo” vai até o3 de março e um livro reunindo textos de especialistas de vários países foi publicado pela editora Norma.

É emocionante ,em pleno inverno parisiense, se deparar com o enorme Cristo Redentor de braços abertos para os visitantes, símbolo máximo da Art Déco nas relações entre a França e o Brasil (o projeto é do escultor francês Paul Landowski)   

Modelos e desenhos arquitetônicos, mobiliário, pinturas e esculturas, objetos de arte, fotografia, moda , tudo  faz  reviver os anos loucos marcados pelo entusiasmo,  pela vida e uma sede para consumir após o trauma da Grande Guerra.

Vue de l’exposition 1925, quand l’Art Déco séduit le monde

Bugatti type 40 1927, Ettore et Jean Bugatti

Collection particulière, Paris © Michel Legrand/Femme élancée Bouchon de radiateur automobile

1925. Pavillon “Primavera” à l’Exposition internationale des Arts décoratifs et industriels modernes. Vue d’une perspective extérieure (cliché anonyme). Henri Sauvage

1926-1927. Immeuble d’habitation “Studio building”, rue La Fontaine et rue des Perchamps, Paris 16e : vue de la façade au coin de la rue du Général-Largeau et de la rue des Perchamps en fin de chantier (cliché anonyme) – Henri

1928. Hôtel George-V, Paris 8e : perspective du bâtiment du coté de la rue Georges-V – WYBO Georges

“1925. Quand l’Art  déco  séduit le monde, à la Cité de l’Architecture de Paris
1 Place du Trocadéro, Paris XVIe
01 58 51 52 00
De 11h à 19h, nocturnes le jeudi jusqu’à 21h et le vendredi

Jusqu’au 3 mars 2014

Né de l’impulsion des créateurs français tels que les architectes Henri Sauvage, Robert Mallet-Stevens, Pierre Patout, les décorateurs André Véra, Louis Süe, André Mare et Jacques-Émile Ruhlmann, le couturier Paul Poiret ou encore le sculpteur François Pompon, il est le fruit d’une vision d’ensemble émanant de champs artistiques variés.

L’exposition “Art Déco” est la première depuis 1975 à rendre hommage à cette esthétique qui a su unir des créateurs du monde entier. Cette rétrospective de référence aborde avec détails l’Exposition internationale de 1925 et la diffusion mondiale de ce style à la popularité pérenne. Dans un premier temps, elle revient de manière didactique sur la distinction entre Art Nouveau et Art Déco.

L’exposition bénéficie du mécénat de la Compagnie de Saint-Gobain, laManufacture PrelleGalerie B. et Tarkett



1925, quand l’Art Déco séduit le monde por Cite-Cité de l’architecture de Paris

Fontes:

http://www.citechaillot.fr/en/

http://www.citechaillot.fr/fr/expositions/expositions_temporaires/25226-1925_quand_lart_deco_seduit_le_monde.html

http://culturebox.francetvinfo.fr/quand-lart-deco-seduit-le-monde-et-le-visiteur-de-la-cite-de-larchitecture-143873

http://www.offi.fr/expositions-musees/cite-de-larchitecture-et-du-patrimoine-1851/1925-quand-lart-deco-seduit-le-monde-49836.html

http://www.portugues.rfi.fr/brasil/20131015-brasil-e-destaque-em-exposicao-sobre-art-deco-em-paris

http://ela.oglobo.globo.com/blogs/lucianafroes/posts/2013/12/18/deco-brasileiro-em-paris-518540.asp

http://www.artdecobrasil.com/img/le-monde/index_pt.html

http://www.offi.fr/expositions-musees/cite-de-larchitecture-et-du-patrimoine-1851/1925-quand-lart-deco-seduit-le-monde-49836.html

http://www.fstyleparis.com/cultura/exposicao-1925-quando-art-deco-seduziu-o-mundo

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5 exposições para não perder neste começo de ano em Paris

 

Félix Vallotton : Le feu sous la glace

Onde ? Grand Palais, 3 Avenue du Général Eisenhower, 75008
Até quando ? 20  de janeiro de 2014
Tema da exposição: Descubra as pinturas deste artista próximo do movimento dos nabis (mouvement postimpressionniste d’avant-garde). com cores refinadas e desenhos precisos, sua telas são muito conhecidas.

Un peintre singulier, un “anarchiste” embourgeoisé, un “volcan sous la glace”: l’artiste Félix Vallotton (1865-1925) et ses atmosphères étranges sont à redécouvrir avec jubilation au Grand Palais

Para saber mais detalhes  é só clicar aqui  !!!

Azzedine Aïala

Azzedine Aïala

Onde ? Palais Galliera (Musée de la mode de la ville de Paris), 10 avenue Pierre Ier de Serbie 75116
Até quando ? 26  de janeiro de 2014
Tema da exposição ? 70 modelos são apresentados e mostram o percurso criativo do costureiro Azzedine Aïala que vestiu figuras emblemáticas do século xx como Arletty ou Greta Garbo.

Para saber mais detalhes é só clicar aqui !!

Pixar, 25 ans d’animation

Pixar, 25 ans d’animation

Onde ? Art Ludique le Musée, 34 quai d’Austerlitz, 75013
Até quando ? 2  de março de  2014
Tema da exposição ? Neste novo espaço dedicado a animação, ao desenho animado, história em quadrinhos, manga, cinema e jogos, vocês poderão descobrir  os bastidores do célebre estúdio Pixar. De “Ratatouille” à “Wall-E” passando por “Là-Haut” ou Toy Story, vocês encontrarão umas 500 criações (dessins, sculptures, story-boards etc…) sobre a origem destes filmes de animação.

 

Brassai, pour l’amour de Paris

 

Onde ? Hôtel de Ville de Paris, Salle Saint-Jean. 5 rue de Lobau, 75004
Até quando ? 8 de março de  2014
Tema da exposição ? Descubra os cliques de um dos maiores fotógrafos dos Anos Loucos (des Années Folles ) de Paris.  As fotografias de Brassai são uma testemunha fabulosa da vida parisiense dos anos 20/30. A exposição é gratuita ! Os amantes de  Paris poderão se deleitar com a exposição. Explorando o universo do fotógrafo Brassaï, a mostra reúne diversas fotos que evidenciam o amor do alemão pela Cidade-Luz através dos mais variados registros feitos por ele a partir dos anos 30.

Para saber mais clique aqui

America Latina: 1960 – 2013

Onde ? Fondation Cartier, 261 boulevard Raspail, 75014
Até quando ? 6 abril 2014
Tema da exposição ? 70 artistas de 11 nationalidades sul- americanas apresentam suas visões da América Latina da Revolução Cubana até nossos dias. Podemos encontrar a evolução e a reinvenção de um continente tão rico de história. Principalmente fotografias.

Marcelo Montecino, Managua, 1979 © Marcelo Montecino Private collection courtesy Toluca, Paris Exhibition America Latina 1960-2013, Fondation Cartier pour l’art contemporain, Paris

Leonora Vicuña, El Mundo, calle San Diego, Santiago de Chile, 1981 © Leonora Vicuña Collection Fondation Cartier pour l’art contemporain, Paris

Paolo Gasparini, El habitat de les hombres…, Caracas, Bello Monte, 1968 © Paolo Gasparini, Exhibition America Latina 1960-2013, Fondation Cartier pour l’art contemporain, Paris

 

Fontes:

http://www.pariszigzag.fr/balades-paris-insolite/expos-en-cours-a-paris

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Les Quatre Temps

Se por um lado Paris é uma cidade linda e cheia de atrações para visitar, por outro, pode se mostrar um lugar muito bom para compras, já que é cheia de feirinhas, lojas inusitadas, grandes grifes e, claro, boas galerias e shoppings.

A minha dica de hoje, no entanto, é o maior shopping da cidade, que fica numa área que muitos turistas não visitam por simplesmente ignorarem a sua existência, o Les Quatre Temps em La Défense.

Um diferencial dessa região  de La Défense é a existência do shopping  Les Quatre Temps, algo totalmente diferente das charmosas lojas de rua que são características da cidade, com exceção é claro das grandes lojas de departamentos, como a Galeria Lafayette e Printemps, que lembram muito um shopping devido a sua grandiosidade. Se você gosta de fazer compras, esse é um excelente local! Todas as principais cadeias de lojas se encontram aqui, como a Zara, H&M, C&A, Sephora, Kippling, etc…

Uma solução para aqueles que querem fazer compras no domingo ou nos feriados, é o grande centro comercial . O Centre Quatre Temps regrupa 250 lojas, vários restaurantes, cinemas e atividades para as crianças. Vocês encontram também uma agência da Air France, da SNCF (passagens de trem) e agências de viagens, farmácias.

Apesar da badalação em torno dos Grands Magasins parisineses, pouca gente sabe que o shopping Les 4 Temps de La Défense  é o segundo maior centro comercial da Europa. Os primeiros estudos para o projeto do shopping foram executados ainda em1970. A proposta inicial era construir um centro comercial de 200.000m2 ao redor do Grande Arco de La Défense.

La Défense é uma parte bem diferente da Paris tradicional, pois trata-se de uma área super moderna que se localiza em uma das extremidades da Champs-Elysée e tem até um arco do triunfo, paralelo ao mais famoso, só que este, ao invés das linhas clássicas, é bem contemporâneo.

E é nesse cenário futurista que fica o Les Quatre Temps, com mais de 250 lojas, entre elas a Toys R Us, Lacoste, Kipling, H&M, Zara, Monoprix (perfeito para comprar queijos franceses), FNAC, American Apparel, Gap, Guess, Tommey Hilfiger, Levis, Mango, Puma, Timberland, o hipermercado Auchan… além de uma boa praça de alimentação e salas de cinema.

Os seus preços não diferem muito das lojas similares espalhadas pela cidade, mas tem a vantagem de estar tudo ali reunido num só lugar e de ainda ser super fácil de chegar, pois a última estação da linha 1 é justamente lá.

Então, além de compras você pode aproveitar para conhecer um pouquinho da Paris do século XXI. Ah, e tem dois detalhes a mais neste shopping: a internet wi fii é liberada por lá e ele fica aberto aos domingos, o que não acontece nos demais.

Informações úteis

Endereço: 15 Le Parvis de la Défense, Parvis de la Défense

Como chegar: metrô linha 1 para a estação La Défense

Horário: Seg – Sáb das 9:00h – 20:00h e Dom das 10:00h – 19:00h

Site: www.les4temps.com

Boa viagem e boas compras!

Fontes:

http://www.turistaprofissional.com/

http://www.les4temps.com/W/do/centre/accueil

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Cartier ganha exposição no Grand Palais

Grand Palais apresenta até 16.02.14 uma exposição que repassa a história da joalheria Cartier, desde sua criação em 1847 até os anos 70.

Revelar a evolução das modas e dos códigos sociais sob o prisma das criações da marca foi o desafio dos curadores.

O museu parisiense inaugurou dia 04.12  a maior mostra já dedicada à joalheria Cartier: mais de 600 peças entre joias, relógios e objetos, traçam a trajetória da lendária grife francesa .

Espalhadas pelo museu, oncinhas, panteras e tigres dão um toque final ao ambiente.

Ao adentrar os salões nos deparamos com projeções de joias Cartier pelas paredes: o efeito visual ficou incrível!

The Cartier exhibition at the Grand Palais.

A mostra, chamada “Cartier, le style, l’histoire” (Cartier, estilo e história), expõe mais de 600 peças feitas pela famosa empresa de luxo francesa fundada em 1847.

Relógios, joias e artigos decorativos estão entre os objetos, a maioria pertencente à coleção da própria marca, mas algumas emprestadas por instituições públicas e colecionadores particulares. Cerca de 20 peças, por exemplo, vieram da coleção do Príncipe de Mônaco.
Joias clássicas e modernas e peças pessoais como frasqueiras de viagem, cigarreiras e relógios de pulso estão dispostas junto com vestidos, anúncios, revistas de moda, esboços e documentos de arquivo.
A ideia, segundo o Grand Palais, não é “deixar o ambiente com cara de joalheria”, mas dar ao visitante uma ideia dos bastidores e da história da marca, que teve entre seus clientes as atrizes Marlene Dietrich e Elizabeth Taylor, marajás indianos e membros da realeza europeia.

A exposição reúne 600 peças - entre joias, relógios, objetos e acessórios – criadas entre 1847 (ano em que a joalheria foi fundada) e os anos 70. Um brilhante panorama dos estilos que influenciaram o design da Cartier – desde Marie Antoinette ao movimento Art Deco, até as tendências russas, indianas e chinesas – e da evolução dos códigos sociais. Também são apresentados documentos, croquis e cadernos de ideias da joalheria. Ou seja, é uma imersão total no rico (em todos os sentidos) universo da Cartier.

Em 1902, o Rei Edward VII da Inglaterra declarou que Cartier era “o joalheiro dos reis e o rei dos joalheiros”. A seção das tiaras – um dos destaques da exposição –  faz jus à sua fama!

A parte mais alucinante é a de tiaras!

Diademe – 1914

Tiara criada pela Cartier e que faz parte da exposição (Foto: François Guillot/AFP)

Tiara criada pela Cartier e que faz parte da exposição (Foto: François Guillot/AFP)

Tiara de ouro, prata e pérolas

Da seção de tiaras, a Tiara Halo, criada em 1936 com 739 brilhantes e 149 baguetes, talvez não seja a mais importante em termos de quilates, mas sem dúvida nenhuma é a peça mais conhecida, por ter adornado a cabeça de Kate Middleton em seu casamento.

De Elizabeth para Kate
A tiara de diamantes usada por Kate foi fabricada em 1936 e dada à mãe da rainha Elizabeth por seu marido, o rei George VI. Quando ainda era princesa, Elizabeth recebeu-a de presente por seu aniversário de 18 anos, e a emprestou à mulher do neto para que ela a usasse no Casamento Real, em 2011.

Kate Middleton durante seu casamento; à direita, a tiara que ela usou no dia e que faz parte de mostra sobre a marca Cartier (Foto: Ben Stansall/AFP; Royal Collection Trust/© Her Majesty Queen Elizabeth II 2013)

A tiara que a princesa Kate Middleton usou em seu casamento com o príncipe William.

Da coleção privada da Família Real de Mônaco foram emprestadas 20 peças, entre elas o icônico anel de noivado de Grace Kelly – com diamantezinho de lapidação esmeralda de 10.47 quilates e dois diamantes de lapidação baguete nas laterais.

Há ainda joias poderosas que pertenceram a Duquesa de WindsorElizabeth TaylorBarbara HuttonMaría FelixMarajá de Patilaia, e a tantos outros clientes poderosos. Mas a maior parte das peças é mesmo do acervo da Cartier.

 

entre as peças:  o anel de noivado de Grace Kelly; o colar de crocodilo em ouro, diamante, esmeralda e rubi criado em 1975. Foi um pedido especial da atriz mexicana María Félix.
O colar, broche, brincos e pente em ouro, ametista e tartaruga criados em 1860. A couraça de safira e platina de 1997

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A exposição conta com mais de 600 jóias, relógios, acessórios femininos, móveis, pinturas, fotos publicitárias e gravuras de moda. Documentos de trabalho como registros de estoque, sketch books e mais de 200 desenhos preparatórios revelam os bastidores dessa marca mítica.

 o broche de tigre de Barbara Hutton

E o espaço ganha decoração coerente com o estilo da Cartier, com pedras preciosas ornamentando as paredes, por exemplo.

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Há um espaço reservado pras jóias do Marajá Patiala

Entre elas está este colar de platina com 2.930 diamantes, dois rubis e o famoso diamante De Beers que pesa 234,69 quilates

O broche de flamingo da duquesa de Windsor é de 1940 e é apresentado junto de seus arquivos – ela foi uma das maiores clientes famosas da joalheria

Poster do filme “Stage Fright” onde Marlene Dietrich aparece usando joias Cartier

Este é um modelo de 1926 do famoso relógio “Screen Mystery”

Aliás, há uma sessão onde é possível aprender como funciona o processo de restauração dos relógios Cartier

Broche usado por Stella McCartney em 2012

E bracelete de diamantes e cristais, de 1930!

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O percurso conta ainda com perfis de atrizes, membros da realeza ou jet setters, personalidades que tiveram seus nomes associados à marca, entre eles a socialite Barbara Hutton, o Marajá de Patiala, as atrizes Marlene DietrichElisabeth TaylorMaria Félix

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 Confira abaixo alguns destaques da exposição, intitulada Cartier: Le style et l’histoire, que fica em cartaz até 16.02.14. 

1899: a maison se instala no local que hoje é sua icônica flagship, no número 13 da rue de la Paix. A ilustração mostra a chegada do Príncipe de Galles na loja e ao lado o broche de 1957, pertencente à Barbara Hutton

Colar em forma de cobra da Cartier (Foto: François Guillot/AFP)

Um colar em formato de serpente desenhado por Cartier em 1968 virou atração desta exposição dedicada à joalheria de luxo no Grand Palais, em Paris, A mostra começou no dia 4 de dezembro e vai até o dia 16 fevereiro.

E bracelete de pantera de 1958

The Cartier Patiala necklace from 1928.

The Cartier Patiala necklace from 1928/o colar de 1.000 quilates do marajá de  Patiala

A Cartier Tank watch from 1920.

A Cartier Tank watch from 1920.

 

Grand Palais será palco de expo da Cartier - Foto: Divulgação

Cartier: le style et l’histoire
Até 16.02.14
Grand Palais – Salon d’honneur
3 Avenue du Général Eisenhower, Paris 8
Tel.: 01 44 13 17 17

Exibição: diariamente, exceto às terças-feiras
Entrada: 11 euros
www.grandpalais.fr

Fontes:

http://www.cartier.com.br/

http://revista.vogue.globo.com/paristododia/2013/12/o-grand-palais-apresenta-a-maior-exposicao-ja-feita-sobre-a-cartier/

http://senatus.net/event/cartier-style-and-history-exhibition-grand-palais/

http://www.harpersbazaar.com.br/cultura/cartier-ganha-expo-exclusiva-no-grand-palais

http://hospedagem-em-paris.guide-accorhotels.com/hotel-paris/exposicao-paris/cartier-o-estilo-da-historia-exposicao-no-grand-palais-em-paris-galerias-nacionais-do-grand-palais-paris-e-90114145

http://vogue.globo.com/lifestyle/fotos/2013/12/joalheria-dos-reis-grand-palais-conta-historia-da-cartier-em-nova-exposicao.html

http://yayhypemagazine.com.br/noticias/grand-palais-apresenta-expo-de-cartier/

http://cabresto.blogspot.com.br/2013/12/tiara-de-noiva-de-kate-middleton-faz.html

http://babygarroux.blogspot.com.br/2013/12/exposicao-cartier-style-and-history.html

http://www.constancezahn.com/exposicao-cartier-le-style-et-lhistoire/

http://www.wwd.com/eye/lifestyle/cartier-exhibition-opens-in-paris-7297743

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