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Os melhores croissants de Paris

Os críticos gastronômicos do jornal Le Figaro adoram publicar listinhas “dos melhores” , então anotem os endereços dos sete melhores croissants de Paris eleitos pelo Figaroscope.

 

croissantsleve

1 – Já esperado, o primeiro lugar é ocupado por  Pierre Hermé e é um dos  endereços preferidos em Paris.



Pierre Hermé 39 avenue de l’Opera 75002 Paris.

2 – O segundo lugar coube à um dos famosos pâtissiers da rue des Martyrs,Sébastien Gaudard 

 

Sébastien Gaudard foi eleito o melhor chef pâtissier 2012 e sua loja se encontra na  22 rue des Martyrs 75009 Paris.

Paris Croissants :: Bread & Roses

 

3 – O terceiro lugar trata-se do croissant da casa de chá Bread and Roses.

Ótimo local para refeições leves e saborosas.

croissant Take a Walk on the Sweet Side: A Paris Pastry Tour

62 rue Madame 6eme arrondissement

4 – Em quarto lugar  a padaria e pâtisserie da rue de Martyrs chamada Landemaine.

 

 

MAISON LANDEMAINE MARTYRS
26 rue des Martyrs
75009 Paris-Métro Notre Dame de Lorette (L12)

Fermé le lundi

7h-20h30 du mardi au samedi
7h-20h le dimanche

Tél. 01 40 16 03 42

5 – O quinto , a padaria Des Gâteaux et du Pain ,mais uma razão para ir até Montparnasse.

 

 

63 boulevard Pasteur – 15 eme arrondissement

 

6- Sexto colocado : a padaria Julien Nelly perto da torre Eiffel.

 

 

85, rue Saint Dominique

75007 Paris

7 – E sétimo, a padaria Delmontel na rue des Martyrs.

Veja a lista completa do Figaroscope

 

Fontes:

http://www.conexaoparis.com.br/2013/01/17/os-melhores-croissants-de-paris/

http://clgourmet.clmais.com.br/page/8

http://www.parispatisseries.com/2011/06/28/croissants-of-paris-part-iii/

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Avenue Montaigne

Localizada em um dos bairros mais nobres da cidade, o 8º bairro de Paris (em francês, le 8ème arrondissement), a avenida Montaigne vai da rotatória da Champs-Élysées, em direção as margens do rio sena,  e termina na Place d’ Alma.

 

O Triangle d’Or – o Triângulo de Ouro, é  formado pela avenuenue Georges V , avenue Montaigne e a  avevenue Champs Elysées. Na hierarquia dos endereços prestigiosos de Paris este triângulo representa o que há de mais caro e seletivo.

 

 

A avenue Montaigne nos anos 1940 era ainda habitada pela elite parisiense.Quando estiverem passando pela rua mais cara de Paris lembre-se que estes imóveis foram construídos para serem residência das elites francesas dos séculos passados e que aos poucos foram virando sede de escritórios de advocacia, de grandes empresas internacionais e endereço obrigatório da alta costura. Construídos em torno dos anos 1875 eles eram o endereço residencial da alta nobreza e da antiga burguesia parisiense.

A Avenue Montaigne foi originalmente chamada de Allée des Veuves (alameda das viúvas), porque as mulheres de luto se reuniam ali, mas a rua mudou muito desde os dias do início do século 18.

O nome atual vem de Michel de Montaigne, um escritor francês do Renascimento. No século XIX, a rua ganhou notoriedade por sua decoração brilhante e colorida nas noites de sábado.

Essa avenida também foi residência de atores e atrizes famosos: A atriz Marlene Dietrich, por exemplo, manteve um apartamento na avenida Montaigne 12, por muitos anos, e lá morreu em 1992.

Montaigne é muito mais elitista que os Champs Elysées. Existe um muro de separação na esquina destas duas avenidas, lá onde está situado o metro Franklin Roosevelt. Os parisienses de classes mais populares freqüentam sem hesitação a avenida Champs Elysée, mas se sentem intimidados na avenida Montaigne.

Os franceses dos subúrbios de Paris ou os parisienses que não pertencem as classes superiores e a maioria dos turistas do mundo inteiro não ousam empurrar as portas das lojas de luxo, mesmo sabendo que a entrada é livre. Penetrar nestas lojas de marca é um ato de coragem diante de vendedores que sabem, com um rápido olhar, dizer de onde você está vindo. E aí o coitado que ousou entrar se sente imediatamente culpado de transgressão. A famosa timidez social, uma arma para manter as pessoas nos seus lugares.

File:Paris avenue montaigne sans verdure.jpg

 L’avenue Montaige à Paris, vue en direction des Champs Élysées. Au fond à gauche l’hôtel Plaza Athena.

Eu aconselho a você não ser tímido. Descendo os Champs Elysées dobre a esquina simbólica e caminhe por esta avenida, olhe a beleza da arquitetura dos séculos passados e se puder entre e compre um belo presente em uma destas tão famosas lojas da avenida mais chic de Paris.

Na Avenida Montaigne  estão situadas as lojas  da alta costura como Louis Vuitton, Dior , Dior baby, Chanel ,Salvatore Ferragamo,Giorgio Armani, Emilio Pucci, multimarcas Montaigne Market ( Alexader McQueen, Alexander Wang, Balmain, Lanvin, Gucci, Valentino, YSL, e muitos outros designers ), Nina Ricci, Prada,Versace, Fendi, Jimmy Choo, Ralph Lauren, Valentino, Dolce & Gabana, Chloé, Botega Venetta, Roberto Cavalli  etc

Esta charmosa avenida é um dos endereços mais luxuosos e badalados de Paris, aqui encontramos os maiores designers e estilistas do mundo da moda.

 

51, Av Montaigne

30 Av Montaigne

 

 

Emanuel Ungaro – 2, av Montaigne

39, av Montaige

Inside Emilio Pucci’s Avenue Montaigne boutique.

Pucci- Av Montaigne

 Montaigne Market – Alexader McQueen, Alexander Wang, Balmain, Lanvin, Pucci, Valentino, YSL, e muitos outros designers você encontra na loja. Escolha de roupas, sapatos, bolsas e acessórios impecáveis. Vale muito a pena!

Fachada da Montaigne Market, em Paris

パリ トラベルガイド: MONTAIGNE MARKET | モンターニュ・マーケット

Um must go da capital francesa é a loja Montaigne Market, que é uma multimarca instalada na Avenue Montaigne, dai o nome. O mix da loja é cool e eles conseguem fazer uma seleção incrível das pecas mais legais de T-O-D-A-S as marcas hypes do momento, como Azzedine Alaïa, Balmain, Yves Saint Laurent e Alexander McQueen – só para citar algumas -, mas infelizmente nada por lá é muito acessível.

 

 

Uma coisa que me chama muita atenção são os  acessórios .  Eles vendem ainda criações das marcas de joias Garrard, Shamballa, Repossi e Ileana Makri. Na minha opinião, a Montaigne Market é uma das lojas com a seleção mais cool de acessórios e roupas de Paris.

End: 57 Av.Montaigne (8th arrondissement)

www.montaignemarket.com/

Além das grandes lojas, encontramos na avenida Montaigne o suntuoso hotel Plazza Athénée e o teatro Champs-Élysées, famoso pelo seu estilo Art Déco
File:Paris avenue montaigne plaza athena.1.jpg

Hotel Plaza Athénée - www.plaza-athenee-paris.com

O Teatro des Champs Elysées, que apesar do nome fica no número 15 da poderosa Avenue Montaigne, foi inaugurado em 1913 e foi o primeiro teatro de Paris construído inteiramente de concreto armado.

Em 1953, por ser considerado uma jóia da arquitetura francesa do século XX, foi um dos primeiros edifícios de arquitetura contemporânea a ser classificado como monumento histórico e, desde 1985 já passou por duas renovações a fim de ter a melhor infra-estrutura para poder receber suas óperas, concertos sinfônicos e espetáculos de dança.

Ficheiro:Plafond du Théâtre des Champs-Élysées.jpg

Teatro des Champs Elysées - www.theatrechampselysees.fr
No topo deste monumento fica o Restaurant Maiso Blannche, aliando tradição e modernidade, que são em definição, antagônicos, mas extremamente pertinentes à história deste lugar, que fica em uma ponte suspensa sobre o teto do teatro, já que este não poderia suportar nenhum peso a mais.
O Maison Blanche é um lugar para ver e ser visto e possui dois ambientes: a sala de vidro, com uma vista esplendorosa e o mezanino, com uma vida soberba do oeste da cidade – ambas hipnotizantes.

Como desfrutar momentos de glamour nesta linda avenida?

  1. Comece com compras nas grandes griffes e descubra as grandes tendencias do momento,
  2. Faça um pausa para tomar um café ou um vinho no bar do Hotel Montaigne  (nº 6), ou no bar do Hotel Plaza Athénée.(nº 25)
  3. Assista um espetáculo no teatro Champs-Elysées e
  4. termine sua noite com um jantar no restaurante Maison Blanche (nº 15) com uma vista surpreendente de Paris.

Menu à partir de 69 € (por pessoa).

Nesta avenida também encontramos o restaurante “lAvenue.
41 avenue Montaigne 75008 Paris

Além de ter uma comida muito boa e localização privilegiada, (dependendo da mesa dá para ver a torre Eiffel) ele é conhecido por ser frequentado por celebridades.

Beyoncé

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Avril Lavigne

 Rihana

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Fontes:

http://dicasparisalacarte.com/2009/11/04/compras-na-avenue-montaigne/

http://rivegaucheparis.blogspot.com.br/2011/07/restaurant-maison-blanche-e-o-theatre.

http://aviagememfoco.blogspot.com.br/2013/03/champs-elysees-v-avenue-montaigne.html

http://www.conexaoparis.com.br/2008/03/31/avenida-montaigne-em-paris

http://www.artdeviv.com/avenue-montaigne-o-endereco-da-moda-em-paris/

http://www.avenuemontaigneguide.com/
http://www.parisdigest.com/
www.fashiontraveler.com/
www.paris4travel.com/avenue-montaigne/
www.fashiomag.com/
http://luxurylab.com.br
http://www.lilianpacheco.com/dica-derestaurante-em-paris-lavenue/-

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Artcurial – uma livraria,uma galeria de arte e um restaurante

Quando estiverem descendo a avenida Champs Elysées, na esquina da avenida Montaigne verão uma bela mansão com esta placa: Artcurial.

Trata-se de um espaço com múltiplas funções. Primeiro, uma casa de vendas privadas organizadas em leilões de jóias, relógios, bolsas Hermés vintage,  garrafas de vinhos e bebidas alcoólicas raras, etc

Com 17.800 lotes classificados em 40 categorias durante o ano de 2011, a Artcurial é pelo oitavo ano consecutivo a principal leiloeira francesa. Ela é número um no mercado mundial do orientalismo e das revistas em quadrinhos, assim como líder europeu nas vendas de automóveis de coleção e no design moderno e contemporâneo. Mais da metade do seu volume de negócios é realizado graças a compradores estrangeiros, de 40 nacionalidades diferentes.

 Francis Briest é leiloeiro e co-fundador da maison Artcurial. «Um leilão é um pouco como uma corrida de longa distância. No início não se vai muito rápido, para não perturbar ninguém, até se atingir um ritmo de cruzeiro.» Como um maestro, o homem do martelo, por trás do seu púlpito, orquestra os fios da ação, lançando um olhar atento ao menor sinal do comprador discreto no fundo da sala. «É verdade que se trata de uma competição, acrescenta Martin Guesnet. Mas quando baixa a adrenalina, começa tudo do zero novamente e partimos uma vez mais rumo ao desconhecido.» Pesquisar quadros, efetuar inventários, fazer a perícia das obras… Essa fase de prospecção leva, em geral, de três a quatro meses, até a realização do catálogo, três semanas antes da venda. Um trabalho minucioso e movido pela paixão. Depois de dez anos, a Artcurial tem uma reputação sólida e uma rede de clientes, de colecionadores, de notários e advogados. Pela sua audácia e a sua perícia, a Artcurial faz a inveja de muitos e demonstra que «haverá sempre um mercado para coisas belas».

Segundo, Artcurial é também uma livraria, uma das melhores de Paris com 18.000 títulos nas áreas da arte contemporânea, art deco e art nouveau, arte moderna, arte primitiva, arquitetura, design, grafismo, livros de artistas, moda e fotografia.

No mesmo endereço encontra-se ainda uma galeria de arte e um centro de conferências sobre arte e o mercado da arte francês e internacional.

  (Foto: Jacques Pépion/design Agence Charles Zana cortesia Café Artcurial)

A dica mais importante: se estiverem na hora do almoço, procurem pelo restaurante do Artcurial. Trata-se de um lugar agradável, uma pausa tranquila nesta região em permanente agitação, com preços razoáveis e pratos gostosos.

Com clima italiano, o Café Artcurial, restaurante da casa de leilões de mesmo nome, abre novamente suas portas após uma reforma. O décor do espaço, situado na prestigiada Avenue des Champs-Élysées, em Paris, ficou por conta do arquiteto francês Charles Zana, cujo projeto foi inspirado em grandes nomes do design do século 20, como Gio Ponti e Ettore Sottsass.

Em janeiro de 2013, o arquiteto francês  Charles Zana apresentou o novo design interior do café e restô parisiense Artcurial, já bastante conhecido.

  (Foto: Jacques Pépion/design Agence Charles Zana cortesia Café Artcurial)

Agora o estabelecimento funciona durante o dia e a noite. O novo proprietário do espaço, que fica dentro da prestigiada casa de leilões de mesmo nome, na Champs Elysées, confiou no arquiteto para repaginar o interior desse lugar icônico. Segundo o autor, o projeto criou um ambiente inspirado por grandes nomes do século 20, como Gio Ponti, Ettore Sottsass. Para quem for a Paris, sem dúvida vale a pena aproveitar uma noite de céu estrelado nesse espaço!

  (Foto: Jacques Pépion/design Agence Charles Zana cortesia Café Artcurial)

  (Foto: Jacques Pépion/design Agence Charles Zana cortesia Café Artcurial)

  (Foto: Jacques Pépion/design Agence Charles Zana cortesia Café Artcurial)

  (Foto: Jacques Pépion/design Agence Charles Zana cortesia Café Artcurial)

  (Foto: Jacques Pépion/design Agence Charles Zana cortesia Café Artcurial)

 

Dans un décor magnifique on savoure le luxe à la française : celui de prendre un café bien serré, à deux pas des Champs-Elysées… Tout un programme ! Nouveau repère des parisiens bobos, l’Artcurial Café est un lieu à part dans le paysage culturel urbain. On y déguste une cuisine légère de saison (qui change tours les jours), et on y fait un passage éclair (ou pas) dans la librairie Artcurial, où sont conservés des livres d’Art du XXe siècle. C’est également dans cette librairie que sont organisées les expositions temporaires du lieu, dont l’entrée est toujours libre.

 

Artcurial: 7 rond point des Champs Elysées 75008 Paris. Aberto de segunda a sábado, das 10.30 h às 19.00 h.

 

Fontes:

http://librairie.artcurial.com

http://artcurial.com

http://artensuite.com/artcurial-cafe-champs-elysees-paris/

http://www.conexaoparis.com.br/2009/06/01/artcurial-um-restaurante-uma-galeria-de-arte-e-uma-das-melhores-livrarias-de-paris

http://www.lefigaro.fr/sortir-paris/2013/02/18/03013-20130218ARTFIG00659-cafe-artcurial-l-art-en-coulisse.php

http://talk.arkpad.com.br/cityguide/o-novo-projeto-do-cafe-artcurial-em-paris

http://casavogue.globo.com/LazerCultura/noticia/2013/04/elegancia-sobria-em-tons-escuros.html

http://www.paris-lifestyle.com.br/tendencias/os-bastidores-de-paris/artcurial-hotel-particular-muito-apreciado

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Maison Causse – a elegância não é um luxo

Maison Causse - Gants - Accessoire luxe

 Luvas são indispensáveis no inverno. Você pode comprá-las nos camelôs em frente as Galerias Lafayette, nos supermercados , na lojinhas etc.  Mas pode também comprar  as luvas mais bonitas  de Paris na Maison Causse.

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Indústria fundada em 1892, Causse é o fornecedor  para os grandes nomes da moda como Chanel, Hermés e Vuitton.

 

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La maison de fabrique Causse: des gants “made in France”

Em 2007 a empresa decidiu criar sua própria marca e inaugurou esta  bela butique na rue Castiglione. O projeto da loja é do arquiteto Jean Michel Vilmotte.

Boutique

 ”Sous les arcades de la rue de Castiglione, à deux pas de la place Vendôme, la maison Causse a ouvert les portes de sa première boutique parisienne, au cœur du quartier historique des tailleurs, bottiers, gantiers et autres fleurons des métiers du luxe.
Dans un écrin raffiné au design contemporain imaginé par l’architecte Jean-Michel Wilmotte, elle présente les gants de ses collections au style chic intemporel.
Le décor s’inspire de l’univers des boutiques traditionnelles des gantiers et de l’esprit manufacturier du 19ème siècle. Des mains métalliques, répliques des ateliers, présentent les modèles de gants. Une table ronde et mécanique trône au centre de la boutique. Bois massif, métal bleui, ici tout est luxe et volupté.
Un lieu résolument moderne où tout évoque l’âme de la maison, dédié aux élégants et aux élégantes du 21ème siècle.

 la vitrine du célèbre gantier Causse

Lagerfeld, sempre de luvas, as encomenda à Maison Causse.

Madonna também encomenda suas luvas .

Kitsch: Madonna shows off her Chanel gloves as she promotes W.E. ahead of her big London premiere

It's doing the trick! Madonna is an anti-ageing master with her daily exercise regime and strict diet

Keeping it hidden: A woman's hands can develop liver spots and wrinkles as she gets older, something which Madonna didn't want to reveal

 

Inês de la Fressange, no seu livro, indica a Maison Causse.

La boutique Causse présente dans le top des plus belles adresses des guides les plus chics de Paris!
« La Parisienne » d’Inès de la Fressange
« City guide Paris » de Louis Vuitton
« Paris design guide » du magazine Intramuros

 

LA BOUTIQUE CAUSSE / PARIS DANS « LA PARISIENNE » D�INÈS DE LA FRESSANGE

 

Pour la haute couture, la capitale de la ganterie reste de Millau, dans l’Aveyron. Des maisons de luxe, références de l’élégance française, comme Chanel, Dior, Hermès ou Vuitton, continuent de s’approvisionner dans la ville. Longs pour les élégantes, mitaines pour les sportifs, en agneau pour la souplesse, en peau de python ou d’iguane pour l’exotisme, en cuir parfumé ou couvert de plumes de coq pour les collectionneurs… le gant revient en force comme accessoire dans les grandes maisons.

“Notre démarche est de réaliser des gants qui ont la dimension d’un bijou de main, revendique Manuel Rubio, directeur général de la maison Causse, qui vient d’être rachetée par Chanel. Désormais, on porte des gants pour le style, le look, l’esthétique… C’est un objet de mode pour se démarquer. Se protéger du froid passe après.”

La manufacture a été ouverte en 1892 alors que l’industrie du gant battait son plein dans la ville. A l’époque, 80 entreprises de mégisserie et 20 de ganterie y faisaient travailler près de 7 000 personnes, pour plus de 4 millions de paires produites, rappelle le conservateur du Musée de Millau et des Grands Causses, François Leyge.

Millau bénéficiait d’une matière première essentielle : les peaux des millions d’agneaux des brebis élevées pour leur lait sur le plateau du Larzac, à proximité des grottes de Roquefort. Les ganteries, installées dans la ville dès le XIIe siècle, ont prospéré avec les caprices d’une reine comme Marie-Antoinette, ou les extravagances d’une impératrice Joséphine, épouse de Napoléon, qui pouvait commander en une année jusqu’à 985 paires. A la Belle Epoque, les gens du monde ne sortaient pas sans leurs gants, mode qui a perduré jusqu’aux années 1960

Dans les années 1970, les codes vestimentaires ont changé, le jean privilégiant d’autres accessoires comme le foulard ou les bijoux, portant un coup aux manufactures de Millau. Le renchérissement du coût du travail dans une industrie très peu mécanisée a fait le reste. Aujourd’hui, il ne reste que quatre mégisseries et autant de ganteries (310 emplois). La plus importante, Causse, avec 42 employés, a emménagé dans un atelier-écrin réalisé par l’architecte Jean-Michel Wilmotte et produit chaque année 25 000 paires de gants conçus par la directrice artistique, Nadine Carel.

Alors que la plus grande partie de l’industrie du textile a disparu de France au profit des usines des pays émergents, ces entreprises maintiennent vivant un savoir-faire séculaire qui aurait inexorablement disparu sans l’industrie du luxe : “Le très, très haut de gamme est la seule façon de conserver cette activité en France”, reconnaît Manuel Rubio.

Cette clientèle du luxe est exigeante et demande des productions qui ne dépassent pas une centaine de paires. “Chaque maison a son univers, et il faut s’adapter à leurs codes”, remarque Nadine Carel. Les collections sont parfois renouvelées plusieurs fois par an. Des contraintes impossibles à respecter par des producteurs industriels à l’étranger. En relançant le gant sur les podiums à la fin des années 1990, la haute couture en a fait un accessoire indispensable.

Collection CAUSSE & ARTY

Causse & Jean-Luc VERNA Gants tatouage

MITAINE CAUSSE & ANDRÉ

Le graffeur André est connu par ses alter ego du graffiti comme Mr. A, ainsi que pour ses « Love graffiti ».

Le gantier Causse, qui produit sa propre marque aux côtés de celles des grandes maisons du luxe, insiste sur les “fantaisies” cousues sur le gant : fourrure, boucles, pièces métalliques… Des décorations parfois confiées à des artistes connus comme le graffeur André. Et pour des prix pouvant atteindre 3 000 euros la paire. Des artistes comme Sharon Stone ou Madonna ont adopté les réalisations de la maison. Ainsi que Karl Lagerfeld, et ses inévitables mitaines cloutées.

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Endereço: 12 rue de Castiglione, 75001 Paris

 

Fontes:

http://www.causse-gantier.fr/

http://blog.causse-gantier.fr/author/admin/

http://www.leparisien.fr/magazine/plaisir/mode-maison-causse-mainmise-sur-l-elegance-24-10-2013-3255633.php

http://www.lemonde.fr/style/portfolio/2013/01/15/dans-la-manufacture-de-ganterie-de-la-maison-causse_1817287_1575563.html

http://www.conexaoparis.com.br/2007/12/12/outras-dicas-para-enfrentar-o-inverno-em-paris/

http://en.vogue.fr/beauty-tips/buzz-day/articles/scented-gloves/16326

http://unelibanaiseaparis.com/2011/12/02/i-glove-causse/

http://www.lachanelphile.com/tag/paraffection/

http://www.causse-gantier.fr/fr/boutique.php

http://leluxemannequin.blogspot.com.br/2013/04/maison-causse-gantier.html

http://www.luxury-design.com/fr/lifestyle/accessoires/maison-causse-gants-accessoire-luxe–1124

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The Parisianer

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 The Parisianer par Lou Rihn

Paris vista por 100 artistas

Imaginem uma revista parisiense, THE PARISIANER.

O que poderia aparecer nas suas capas, e quais histórias originais elas contariam sobre Paris?

Através de uma imagem, a capa desta revista imaginária, 100 ilustradores foram convidados para mostrar suas visões de Paris: poética ou caustica, descolada ou realista, nostálgica ou impertinente … 

 

 

 

A exposição THE PARISIANER apresentará as 100 criações originais de artistas conhecidos e jovens criadores. A exposição acontecerá do dia 20 a 23 de dezembro de 2013, na Galerie de la Cité internationale des arts, 18 rue de l’Hôtel de Ville. acompanhada pela publicação de um livro de arte e vários eventos que  vão proporcionar o encontro dos artistas e do público, ela acolherá calorosamente todos os amantes da arte e de Paris!

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The Parisianer par Olimpia Zagnole

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The Parisianer par Philippe Mignon

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The Parisianer par Virginie Morgan

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The Parisianer par Elisa Géhin

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The Parisianer par Alexandra Pichard

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The Parisianer par Aude Picault

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The Parisianer par Amélie  Falière

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The  Parisianer par Jean – Marc Mathis

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The Parisianer par Bénédicte Muller

 96 pages illustrées pour re-découvrir Paris ! 

Rien de tel qu’un livre d’art pour immortaliser cette rencontre exceptionnelle de 100 illustrateurs autour du thème de Paris.

Au fil des pages, flânez d’un univers graphique à l’autre, écoutez les rumeurs de la foule, le pépillement des  moineaux, les amoureux qui roucoulent ou tempêtent… L’ ouvrage et ses magnifiques illustrations se feuillette comme une promenade parisienne !

Le livre The Parisianer, co-édité avec Michel Lagarde, sera disponible en exclusivité du 19 au 23 décembre, durant l’exposition. Il sortira en librairie en mars 2014.

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LA CITÉ INTERNATIONALE DES ARTS

18 Rue de l’Hôtel de ville
75004 Paris
01 42 78 71 72

 

 100 illustrations of Paris in The Parisianer

A exposição : de 20 a 23 de dezembro , das 14h à 20h, na Galerie de la Cité internationale des arts,

vernissage : dia 19 de dezembro, quinta feira, das 18h à 21h.

Durant l’événement, les visiteurs pourront assister à des concerts d’artistes, rencontrer les auteurs, obtenir des dédicaces, participer à des ateliers créatifs… Nul ne sera oublié, petits et grands sont conviés.

 

Fontes:

http://www.theparisianer.fr/

http://blog.velib.paris.fr/blog/2013/12/02/the-parisianer-paris-vu-par-100-artistes/

http://etapes.com/the-parisianer-couvertures-d-un-journal-imaginaire

http://autopsi-art.tumblr.com/post/64016160573/100-illustrations-of-paris-in-the-parisianer

http://www.pingszoo.com/The-Parisianer

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Louis Vuitton abre pop up store na av Montaigne

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Louis Vuitton inaugurou no número 22 da luxuosa Avenue Montaigne, em Paris, uma pop-up store dedicada exclusivamente a seus artigos de viagem. Chamada de L’Aventure, a loja fica de portas abertas até o dia 31 de dezembro e conta com os clássicos baús, malas e outros acessórios de viagem da maison, além dos guias Louis Vuitton City Guides, com informações sobre as principais capitais do mundo. Quem passar por lá pode ainda conferir aulas funcionais da “arte de fazer malas” com experts no assunto.

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L’Aventure Pop Store Louis Vuitton

A Louis Vuitton está aproveitando a recente mudança da Fendi da Avenue Montaigne para abrir no local onde estava intalada a loja italiana uma pop-up store dedicada a viagens. A L’Aventure funcionará até o dia 31 de dezembro, em Paris. Nas prateleiras, uma vasta gama de produtos para viagens como os clássicos baús da marca, além de malas, roupas e acessórios. Além disso, a grife pretende oferecer também os guias de viagem Vuitton City Guides, com informações sobre as principais capitais, serviços de personalização e reparos e aulas funcionais sobre a “arte de arrumar uma mala”. Quem estiver programando uma viagem à Cidade Luz, não deixe de dar uma passadinha por lá!

“O Monogram provavelmente foi enviado para cada esteira de bagagens de aeroportos pelo mundo e esteve em cada terminal de cruzeiros e estação ferroviária. A lendária assinatura tem a aventura incorporada em seu cerne.”  Tyler Brulé

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Criado em colaboração com o editor Tyler Brulé, este espaço sem precedentes irá destacar a autoridade de especialista que a Louis Vuitton possui. A fim de acompanhar viajantes do passado até o presente, onde quer que eles estejam, esta loja irá oferecer não apenas produtos específicos e exclusivos, mas também uma série de serviços únicos. Dentre eles, estão inclusos a Personalização (pedidos especiais, o serviço Mon Monogram, pintura ou hot stamping), a Arte de Fazer as Malas (que relembra a profissão original de Louis Vuitton como “organizador de bagagens”) ou o suporte em reparos e pós-venda feitos por nossos artesãos especializados.

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Desde baús-cama destinados para expedições no continente africano até bagagens projetadas para equipar veículos “half-track” através da Ásia, a aventura é um fator intrínseco para a Louis Vuitton.

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A Maison homenageia o desejo de conquistar o desconhecido e de celebrar a elegância dos movimentos das bagagens no lendário canvas Monogram, dos acessórios de viagem e dos looks para um viajante moderno.

 

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L’Aventure Pop Store Louis Vuitton 5 L’Aventure Pop Store Louis Vuitton

L’Aventure Pop Store Louis Vuitton 6 L’Aventure Pop Store Louis Vuitton

 

Alguns dos produtos que estarão disponíveis na pop-up de viagem da Louis Vuitton - Foto: Reprodução

Alguns dos produtos que  estão disponíveis na pop-up de viagem da Louis Vuitton – Foto: Reprodução

Louis Vuitton, l’Aventure from Part of a Bigger Plan on Vimeo.

 

louis vuitton_campanha

Campanha da Louis Vuitton com Michelle Williams.

 

Fontes:

http://www.louisvuitton.com.br/front/#/por_BR/News/articles/POP-UP-STORE-L-AVENTURE

http://www.parischerie.com/26488/inside-the-louis-vuitton-laventure-pop-up-shop/

http://www.harpersbazaar.com.br/estilo-de-vida/louis-vuitton-abre-pop-up-store-de-viagem

http://elle.abril.com.br/materia/louis-vuitton-abre-pop-up-store-de-artigos-de-viagem-em-paris

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Parque de diversões no Grand Palais

Sob a maravilhosa abóbada do Grand Palais, uma alegre parque de diversões aguarda os parisienses e turistas do dia 21 de dezembro 2013 até dia 5 de janeiro 2014.

Aproveite para festejar o fim do ano neste  parque de diversões instalado em um dos monumentos mais bonitos de Paris, o Grand Palais. Divirta-se neste imenso espaço ocupado habitualmente por exposições de arte e feiras luxuosas de antiguidade.

 

Impressionante a roda gigante instalada neste espaço normalmente dedicado à projetos mais culturais. Uma ocasião única para admirar a estrutura metálica que suporta o teto de vidro do Grand Palais.

Além da roda gigante, o evento apresenta 50 outras atrações que divertem crianças e adultos. Entre stand de tiros e o carrousel, entre o algodão doce e as maçãs do amor, festeje de maneira lúdica o final do ano.

 

Final de ano lúdico

Todos os dias, das 11h às 24h. Fechado dias 24 e 31 de dezembro. Preço: adultos 15 euros e crianças 10 euros

O Grand Palais se encontra na avenida Champs Elysées esquina com Winston Churchill, metrô Champs Elysées Clémenceau.

E na saída, vire à direita em direção ao Sena e conheça o delicioso restaurante Mini Palais instalado no Grand Palais.

O restaurante está localizado no interior do Grand Palais.

 

A entrada se encontra diante da ponte Alexandre III.

No inverno, nesta grande sala com decoração elegante assinada pela agência Gilles et Boissier.

Éric Frechon, chefe do Bristol e três estrelas no Michelin, é responsável pelo cardápio do Mini Palais e o resultado é a qualidade sem preços dolorosos.

No cardápio,  um menu a 28 euros com entrada + prato  + sobremesa.

Grand Palais: avenue Winston Churchill 75008 Paris

Fontes:

http://www.conexaoparis.com.br/2013/12/03/para-o-final-ano-parque-de-diversoes-grand-palais/

http://www.sortiraparis.com/enfant-famille/articles/45093-jours-de-fete-au-grand-palais-2013

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Crêperies em Paris

Todo mundo que vai a Paris quer conhecer uma crêperie !!!

Abaixo algumas sugestões….

 Breizh Café – La Crêpe Autrement no  Marais (considerada a melhor de Paris)

As crêpes são feitas segundo as tradição da Bretanha com uma quantidade enorme de opções, sejam as salgadas feitas com farinha de “Sarrasin” ditas “galettes”, sejam as doces que são as “crêpes” propriamente ditas.

Os crepes são divinos. As receitas tradicionais -  queijo, presunto,  creme de leite e champignons – estão ao lado de receitas inovadoras como crepe de Saint Jacques e alho poró.

* Breizh quer dizer Bretanha em breton

Breizh Café

109 Rue Vieille du Temple 75003 Paris
Tel.: 01 42 72 13 77
www.breizhcafe.com

Breizh Café tem uma épicerie que vende produtos da Bretanha bem ao lado do restaurante.

Você vai encontrar os ingredientes para fazer uma crepe perfeita. Mas não apenas: ótimos cidras  (lembrem-se: a tradição diz que crepes são acompanhadas de cidra, e não de vinho) e produtos artesanais da Bretanha: manteigas, queijos, sardinhas em lata de ótima qualidade, iogurtes, geléias. E, o melhor de tudo, balas de caramelo feitos na manteiga salgada (uma iguaria!).


La Crêperie des Canettes - tradicional da Rive Gauche

Embarquez pour une virée en mer Iroise sous le signe de la crêpe.
Située en plein coeur de Paris dans le quartier de Saint Germain des prés , la Crêperie des Canettes évoque un carré de bateau où il fait bon manger des galettes,  des crêpes et des pancakes.

Ouverts  tous les jours midi et soir, sauf dimanche pour vous faire découvrir notre recette unique.

Secile

Corsaire

Brehat

Capitaine


Succombez à la Bréhat , la crêpe caramel au beurre salé fait maison, à la Corsaire, la galette des marins affamés , à nos savoureux pancakes ou pour les petits moussaillons à la crêpe bonbon…
Pour la pensée philosophique du jour, venez  cogiter sur notre dicton du marin.
Depuis près de 30 ans, notre savoir faire  est reconnu par la plupart des  guides : Routard, Paris pas cher, Cityvox, le Figaroscope....

Creperie des Canettes

10, rue des Canettes, 75006 Paris
Téléphone : 01 43 26 27 65

 

Creperie Suzette -  (a melhor do Marais)

 

Uma portinha na rua Francs Burgeois, no coração do Marais, oferece um dos melhores crepes de Paris, bem fininhos, leves e no formato quadrado, menos habitual.

Com mesas comunitárias e cadeiras altas de frente pra cozinha, o primeiro andar é bem apertado, mas um charme.

Se o tempo permitir e der para sentar nas mesas da calçada, melhor ainda.

No andar de cima, há mais espaço e menos barulho

 Destaque para o crepe Vosges, de queijo de cabra, pesto e coulis de tomate e o Complète, com queijo, presunto e ovo estrelado, também delicioso!

Crêpe  Vosges

Crêpe Complète

Galette poulet, champignons, creme basilic

E as saladas também são deliciosas.

E para sobremesa, o difícil é escolher entre o nutella ou de chocolate com banana.

 Crepe Caramel com sorvette de baunilha

Crêpes nutella e farinha de coco

 

crepe de maçã com calda de caramelo

Lembrando que em francês, crepe salgado se chama gallette e crepe mesmo são os doces.

Os franceses costumam tomar cidra para acompanhar, o que não parece má ideia.

 

A creperie Suzette, considerada uma das dez melhores da cidade, segundo o jornal Le Figaro, é ideal para uma pausa depois de um passeio pela Place de Vosges, uma ida ao Museu Picasso, que está bem pertinho ou de uma pausa das compras nas charmosas lojas do bairro.

Crêperie Suzette

24, Rue des Francs-Bourgeois

75004 Paris

Tel: 01 42 72 46 16

Creperie Ty Breiz

O Jornal Le Figaro, no seu suplemento Le Figaroscope, publicou a lista das melhores creperies de Paris. Ficou em segundo lugar a Ty Breizh, situada ao lado da torre e da Gare Montparnasse.

 

Crepes crocantes e deliciosos.

Este endereço é o único de Paris onde o crepe fica ao mesmo tempo macio e crocante.

Tenho amigos que dizem que não vão perder tempo comendo crepes na capital da gastronomia. Eu discordo. Uma refeição com crepes salgados e doces,  regada com um bom cidre da Bretanha é uma delícia, faz parte da tradição culinária deste país e não é caro. Na Ty Breizh,  um crepe  recheado com presunto, queijo e um ovo frito ou mexido, custa 6,80 euros e este prato vale uma refeição.

Creperie Ty Breizh

52 boulevard de Vaugirard

75015 Paris.

ao lado da torre e da Gare de Montparnasse.

Metro Montparnasse Bienvenue.- e todos os ônibus cujo ponto final seja a Gare Montparnasse.

Fechado nos domingos e nas segundas.

Fontes:

http://www.breizhcafe.com/fr-breizh-cafe-paris.html

http://www.creperiedescanettes.fr/

http://www.nogarlicnoonions.com/la-creperie-des-canettes-every-single-detail-is-homemade/

http://youmustgo.com.br/o-melhor-crepe-de-paris/

http://scope.lefigaro.fr/restaurants/restauration/bistrots—brasseries—auberges/l-r213373–creperie-suzette/static/

http://www.conexaoparis.com.br/2011/01/17/a-melhor-creperie-de-paris/

http://www.dopaoaocaviar.com.br/breizh-cafe-la-crepe-autrement

http://www.tybreizcreperieparis.fr

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My Fair Lady – no Theatre du Chatelet

My Fair Lady

Um dos musicais mais conhecidos do repertório da Broadway, My Fair Lady retorna  em nova e caprichada produção na capital francesa. A história, baseada na peça ‘Pigmaleão’, é sobre uma simples e desbocada vendedora de flores nas ruas de Londres. Fascinado pelas maneiras rudes da jovem, um professor linguista decide “domar” a fera e transformá-la em uma dama da sociedade. E nasce o amor entre duas pessoas tão diferentes… “My Fair Lady” fica em cartaz no Theatre du Chatelet, em Paris,  de 5 de dezembro até 1 de janeiro de 2014.

My Fair Lady, comédie musicale de Robert Carsen, revient, deux ans après son dernier passage sur la scène parisienne, au Théâtre du Châtelet à l’occasion des fêtes de fin d’année.

Jusqu’au 1er janvier 2014, le majestueux Théâtre du Châtelet vibrera de nouveau sous les pieds de la charmante Eliza Doolittle. Charmante fleuriste de Covent Garden, elle est l’heureuse héroïne de My Fair Lady, très populaire comédie musicale tirée de la pièce Pygmalion de George Bernard Shaw, dont la mise en scène est signée Robert Carsen.

En cette fin d’année 2013, retrouvons la jolie fleuriste essayant d’acquérir l’accent et les manières de l’aristocratie anglaise que le professeur Higgins tente de lui inculquer à la suite d’un pari avec son vieil ami, le colonel Pickering. Jusqu’où ira cette relation qui se tisse petit à petit entre le très distingué linguiste et la très jolie roturière ?

Les spectateurs ayant déjà assisté à ce petit bijou seront sans doute nombreux à réitérer l’expérience, accompagnés avec force par ceux qui l’auraient loupé. Immortalisée à l’écran par Audrey Hepburn et Rex HarrisonMy Fair Lady ravira les petits et les grands, les familles et les amis, à l’occasion de l’univers si particulier qui règne dans les théâtres à l’occasion des fêtes de fin d’année.

Infos pratiques :

My Fair Lady, au Théâtre du Châtelet, du 5 décembre au 1er janvier 2014.

Du mardi au samedi à 20h, et le dimanche à 16h.

Tarifs : de 27,50 à 101,50€.

Réservations :  01 40 28 28 40

 

 

 

 

Théatre du Chatêlet

1, Place du Chatelet

75001 – Paris

Tel:
01.40.28.28.40

Metro : Chatêlet

Preços: €10-€118

Fontes:

http://chatelet-theatre.com/2013-2014/my-fair-lady-fr

http://www.timeout.com/paris/en/arts-culture/theatre/my-fair-lady

http://www.sortiraparis.com/scenes/spectacle/articles/66995-my-fair-lady-au-theatre-du-chatelet

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Modernités plurielles, 1905-1970 no Centre Pompidou

 

Alfonso Angel Ossorio, Red Egg [Oeuf Rouge], 1942, Aquarelle et encre de Chine sur papier collé sur carton, 61,8 X 35 Cm, Photo

Com mais de 1000 obras de 400 artistas, vindos de 47 países, o Museu Nacional De Arte Moderna do Centro Pompidou inaugurou um novo percurso nas suas coleções. Optando por artistas menos conhecidos, vindos da América Latina, da Africa, do Oriente Médio ou da Asia, o circuito permite descobertas, de Irma Stern à San Yu, 

Modernités plurielles de 1905 à 1970 – du 23… por centrepompidou

Le Centre Pompidou met à l’honneur les Modernités plurielles du 23 Octobre 2013 au 31 Décembre 2014 à travers un nouvel accrochage de ses collections : aussi, le Musée national d’Art Moderne nous propose une “nouvelle géographie de l’art moderne de 1905 à 1970″ qui nous ouvre les portes des courants artistiques apparus au siècle derniers aux quatre coins du monde !

 Le Musée national d’Art Moderne, situé dans le Centre Pompidou, fait peau neuve à partir du 23 Octobre 2013 : avec une nouvelle présentation, de nouveaux accrochages et des œuvres inédites, le Musée national d’Art Moderne nous invite à redécouvrir l’art du XXème siècle en mettant l’accent sur la diversité de la production artistique du siècle passé.

Mis en place par Catherine Grenier, la directrice adjointe de l’établissement, le nouvel accrochage, intitulé Modernités plurielles, nous renvoie à la multitude d’artistes et de courants qui se sont influencé ou bien contredit dans le siècle : cette exposition, forte de 1000 œuvres de plus de 400 artistes venus du monde entier tranche avec l’esprit lisse et Européenne de l’ancienne présentation. 

Pendant plus d’un an, les incontournables du musée - Man Ray, Matisse,Mondrian - côtoieront les œuvres de pionniers méconnus de la modernité américaine, asiatique ou africaine comme Patrick H. Bruce, Irma Stern ou San Yu : cette approche ambitieuse nous permet de revoir notre copie de l’histoire de l’art, en incluant des courants peu connus, voire marginaux de divers continents.

En partant des courants primitivistes, qui revendiquent un regard neuf avec un retour à l’art primitif, à l’art naïf qui conteste l’académisme, en passant par l’abstraction, l’exposition nous présente le spectre total de la création moderne, depuis 1905 jusqu’à nos jours !

On a pas encore tout vu, sachant que le Musée national d’Art Moderne possède l’une des plus grande collection d’art moderne avec 76 000 oeuvres qui sont présentées par roulement, en fonction de la thématique choisie pour les accrochages…

Informations pratiques :
Modernités plurielles, le nouvel accrochage du Musée national d’Art Moderne,
Du 23 Octobre 2013 au 31 Décembre 2014,
Lieu : Centre Pompidou - 3ème étage
Horaires : 11h-21h | fermé le mardi
Tarifs : 13€ | 10€ tarif réduit
Site internet du Musée national d’Art Moderne 

Chang Shuhong- Portrait Shana

Jan Zrzavy – La veuve – 1923

Juan Nicolas Mele – Construccion n°37 -

Otto-Dix-Bildnis-der-journalistin-Sylvia-Von-Harden-1926

Revues-Black-Orpheus-1957-1967

Tamara-Lempicka-Jeunefilleenvert

Victor-Brauner-Hitler-1934

-Wassily-Kandinsky-Verdunkeln-1930.

Juan Nicolas Mele – Construccion n°37 – 1948

 Man Ray, Le Violon d’Ingres, 1924, Epreuve gélatino-argentique 31 x 24,7 cm 28,2 x 22,5 cm (hors marges)© Man Ray Trust / ADAGP, Paris, 2013

Francis PICABIA 1879, Paris (France) – 1953, Paris (France) L’Adoration du veau 1941 – 1942 huile sur toile 106 x 76,2

André CADERE 1934, Varsovie (Pologne) – 1978, Paris (Paris) Sans titre 1968 – 1969 Huile sur toile 129,5 x 195 cm

Huguette CALAND Née en 1931, Beyrouth Brides de corps Huile sur toile 1973 90 x 120 cm

Frantise Kupra- Lignesanimees

 Natalia S. Gontcharova (1881-1962). Les Lutteurs, 1909. Huile sur toile. 118,5 x 103,5 cm. © Adagp, Paris 2013.

Tarsila (Do Amaral Tarsila, dit)
A Cuca, 1924

 Marcel Gromaire, Les lignes de la main, 1935 
Huile sur toile, 100 x 81 cm
Amédée Ozenfant, 1886-1966, Les quatres races, 1928
Georges Kars, 1882-1945, Odalisque rouge, 1940
Martial Raysse, 1936-    , Fait au Japon, 1964

Mario Sironi, Due Figure, 1926 – 1927

Titre attribué : L’homme et son visage
Huile sur toile, 110 x 90 cm

Vincente Monteiro – A caçada – 1923

Pedro Figari, Danse nègre / Candome, n.d.
Huile sur carton, 50 x 69,5 cm

René Magritte, Le modèle rouge, 1935

Constantant Permeke-tete-de-paysanne-1925.j

Diego Rivera, Les vases communicants, 1938

Joan Miro-interieur-1922-1923

Maruja – Mallo Kermesse – 1928

Ismael de la Serna-europe-1935

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Calder

Modernités plurielles : de 1905 à 1970 

Centre Pompidou (musée – niveau 5) 
Paris 4e 

23 de outubro de  2013 – 26 de janeiro de 2015
Horário: de 11h00 à 21h00
http://www.centrepompidou.fr/

Fontes:

http://www.centrepompidou.fr/

http://sortir.telerama.fr/evenements/expos/modernites-plurielles-1905-1970,144524.php

http://crazeegirl-wears-vintage-dress.blogspot.com.br/2013/11/modernites-plurielles-de-1905-1970.html

http://papalagi.blog.lemonde.fr/2013/10/24/modernites-plurielles-de-1905-a-1970-premiere-impression/

http://www.sortiraparis.com/arts-culture/exposition/articles/66407-modernites-plurielles-le-nouvel-accrochage-du-centre-pompidou

http://www.offi.fr/expositions-musees/centre-georges-pompidou-1728/modernites-plurielles-de-1905-a-1970-50814.html

http://mediation.centrepompidou.fr/education/ressources/ENS-Realismes/

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