Invent


Calendário DIEVX DV STADE 2014.

Alexandre Flanquart en couverture du calendrier 2014 des Dieux du Stade
Este calendário existe há muitos anos e os primeiros foram meio “escandalosos”, porque o rugby é  símbolo machista.
Na edição de 2014,  a 12a edição, os jogadores do Stade Français Paris posam nus com seus convidados diante da objetiva do fotógrafo francês, Fred GOUDON.

Jogadores de rugby, mas também esportistas de outras modalidades , estão presentes no calendário DIEVX DV STADE 2014.

Entre os jogadores do clube da capital, encontramos Alexandre Flanquart (a capa), Julien Dupuy, Jules Plisson, Hugo Bonneval, Sylvain Nicolas, Jérôme Porical ou Olivier Missoup.

Alexandre Flanquart

Julien Dupuy

Jules Plisson

Hugo Bonneval

Sylvain Nicolas

Jérôme Porical

Olivier Missoup.

Convidados de renome posaram para esta edição do calendário : Olivier Giroud, Yohan Cabaye et Rio Mavuba (football ), Nikola Karabatic (handball), Alexis Vastine (boxe).

Olivier Giroud

Yohan Cabaye

Rio Mavuba

Nikola Karabatic

Alexis Vastine

Desta vez foi assegurada a direção artística onde as fotos são tratadas em 3 tons : Preto e Branco, Ouro e Azul. Fred GOUDON volta com os fundamentos do calendário DIEVX DV STADE  com uma homenagem a estética do corpo dos esportistas : ” les DIEVX retournent au Stade et le Stade retrouve ses DIEVX”.

A saída do calendário está prevista para o dia 3 de outubro.
Le making-of du calendrier des Dieux du Stade 2013- é a 11a. edição.


Le making-of du calendrier des Dieux du Stade 2013 por LeNouvelObservateur

Le calendrier des Dieux du Stade, c’est le calendrier que la gent féminine attend, chaque année, avec le plus d’impatience. Ces dernières devraient être ravies en découvrant la couverture de l’édition 2014 qui vient tout juste d’être dévoilée. C’est à Alexandre Flanquart, le deuxième ligne du Stade de Français, tout muscle dehors, que revient l’honneur de poser en première page.

Bien que le suspense demeure entier quant aux autres clichés, le résultat devrait être à la hauteur des attentes des fans au regard des noms qui figurent au casting. Morgan Parra, Wesley Fofana, Nikola Karabatic ou encore Yohan Cabaye ont posé dans le plus simple appareil. Mesdames, encore quelques semaines de patience avant de pouvoir feuilleter en totalité le calendrier 2014 des Dieux du Stade !

 Algumas imagens dos  DIEVX DV STADE 2013

Fontes:

https://www.facebook.com/dievxdvstade

http://lebuzz.eurosport.fr/article/la-prometteuse-edition-2014-des-dieux-du-stade_a944/1

http://www.ladepeche.fr/article/2013/09/17/1710857-dieux-du-stade-2014-la-couverture-du-nouveau-calendrier-devoilee.html

http://www.meltybuzz.fr/calendrier-des-dieux-du-stade-2014-la-couverture-fait-craquer-les-twittos-a212592.html

http://fahrenheitfairenough.tumblr.com/post/23355230775/dieux-du-stade-2012-part-1

http://www.leschroniquesdistvan.com/article-dieux-du-stade-2013-calendrier-111598166.html

http://www.public.fr/Look/Toutes-les-news-look/Photos/Decouvrez-le-Teaser-du-Best-Of-des-Dieux-du-Stade-attention-c-est-hot-346996

http://www.aufeminin.com/sports-femme/dieux-du-stade-d22881c291748.html

http://www.dailymail.co.uk/femail/article-2251578/Allo-ladies-The-cr-la-cr-French-rugby-strip-stylishly-sexy-2013-calendar.html

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Sebastião Salgado no Museu de l’Elysée (Lausanne) e na Maison Européenne de la Photographie (Paris)

Desde o dia 29 de setembro de 2013, o Musée de l’Elysée, em Lausanne está realizando uma nova exposição sobre Sebastião Salgado chamada Gênesis.

É uma viagem fantástica para o nosso Planeta Terra, sob o olhar de Sebastião Salgado.

Sebastião Salgado, Vue du confluent du Colorado et du Petit Colorado prise depuis le territoire Navajo. Le parc national du Grand Canyon débute juste après. Arizona, Etats-Unis, 2010 © Sebastião Salgado / Amazonas Images

A exposição apresenta  o trabalho  de Sebastião Salgado de 2004-2011 onde ele teve encontros surpreendentes com montanhas, desertos e oceanos. Animais e pessoas que escaparam até agora da sociedade moderna foram clicados pelo fotógrafo. É uma exploração a longo prazo de todas as questões globais. O objetivo de Sebastião Salgado  é levar a humanidade a redescobrir-se.

Exposição Sebastião Salgado – Gênesis – Na região da bacia do Xingu, estado de Mato Grosso, um grupo de indígenas waurá pesca na lagoa Piyulaga, perto de sua aldeia. Mato Grosso, Brasil, 2005.

Exposição Sebastião Salgado – Gênesis – Uma baleia-franca-austral (Eubalaena australis ) navega no cenário do Rochedo de Puerto Pirâmides, a principal referência geográfica do litoral de Golfo Nuevo. Península Valdés, Argentina, 2004

Les Nenetes, Peninsule de Yamal, Siberie, Russie 2011 © Sebastião SALGADO / Amazonas images/Habitante da península de Yamal, na Sibéria

Sebastião Salgado descobrindo  a edição gigante de colecionador concebida e editada por Lélia Wanick Salgado.

Sebastião Salgado sobre Genesis: “Meus projetos anteriores, Trabalhadores, Êxodos e muitos outros, consistiram em viagens pelas experiências e adversidades da humanidade. Este é minha homenagem à grandiosidade da natureza”.

Ao longo de mais de 30 viagens – viajando a pé, em bimotores, navios, canoas, até balões, e por temperaturas extremamente quentes e frias –, Sebastião Salgado criou uma coleção de imagens que nos mostra um mundo ainda intocado.

As fotografias são impressionantes por sua verdade, autenticidade e uma espécie de pureza nos olhos de pessoas e animais que foram fotografados. Salgado conseguiu captar o brilho da vida em todas as diferentes cenas do Gênesis.

Confira aqui um vídeo produzido pela Taschen com o próprio Sebastião Salgado.

O Musée de l’Elysée é considerado como um dos líderes mundiais  de museus para  fotografia, desde 1985. O l’Elysée tem conseguido melhorar a compreensão do público sobre a fotografia através de exposições incríveis .

Sebastião Salgado, Gênesis
De 20/09/ 2013 à 05/01/ 2014
Musée de l’Elysée
18, avenue de l’Elysée
1014 Lausanne
Tel: +41 21 316 99 11
website: http://www.elysee.ch
Près de 250 photographies du photographe brésilien Sebastiao Salgado sont exposées jusqu’au 5 janvier au Musée de l’Elysée à Lausanne. “Genesis” montre la planète en noir et blanc.

Sebastiao Salgado, un des plus grands photojournalistes au monde, expose dès ce vendredi son oeuvre “Genesis” au Musée de l’Elysée à Lausanne. “Genesis” est une quête photographique à l’échelle de la planète.

Jusqu’au 5 janvier

Depuis 2004, Le photographe brésilien Sebastiao Salgado a entrepris plus de 30 voyages, jusqu’aux confins du monde, des Galapagos à la rencontre des Dinkas au Sud-Soudan. Des voyages à pieds, en bateau qui ont duré des semaines, des mois souvent même, à la découverte de lieux et de peuples qui ont échappé, jusqu’ici, à l’empreinte des sociétés modernes.

Le maître du noir/blanc se voue tout entier désormais à la planète. L’exposition est à voir jusqu’au 5 janvier.

Maurine Mercier/lan

Le photographe brésilien a effectué 32 expéditions autour du monde pour réaliser le livre Genesis et l’exposition éponyme qui fait halte au Musée de l’Elysée jusqu’au 5 janvier 2014.

Le photographe Sebastiao Salgado et sa femme Lelia s’ expriment lors de la présentation de son exposition Genesis./KEYSTONE/Christian Brun

Des visiteurs assistent à la présentation de l’exposition Genesis .

Le photographe Sebastiao Salgado pose devant ses photos.

Une visiteuse contemple les oeuvres pendant la présentation de l’exposition Genesis du photographe Sebastiao Salgado.

Un visiteur assiste à la présentation de l’exposition Genesis du photographe Sebastiao Salgado .

 Les photos de l’exposition Genesis ont été accrochées sous les yeux du photographe.

Les tirages sont déballés les uns après les autres.

 

 Accrochage extérieur de l’exposition Genesis de Sebastiao Salgado.

Salgado, à l’affût, toujours prêt à dégainer son appareil photo.

Les photos de l’exposition Genesis ont été accrochées sous les yeux du photographe.

Accrochage extérieur de l’exposition Genesis de Sebastiao Salgado.

Les photos de l’exposition Genesis ont été accrochées sous les yeux du photographe.
Odile Meylan

Derniers préparatifs pour le montage de l’exposition de photographies de Sebastiao Salgado.

Derniers préparatifs pour le montage de l’exposition de photographie de Sebastiao Salgado . Daniel Girardin, conservateur du musée./Philippe Maeder

Projeto Gênesis – Sebastião Salgado

Em Paris a exposição será na Maison Européenne de la Photographie

Maison Europeènne de la Photographie apresenta o fotógrafo Sebastião Salgado nos seguintes termos: Gênesis é a grande exposição de Sebastião Salgado, uma homenagem fotográfica sem precedentes ao nosso planeta!

Gênesis na MEP em Paris

Tartaruga gigante próxima a vulcão nas Ilhas Galápagos

As 245 fotos expostas, resultado de oito anos de trabalho e de trinta viagens pelo mundo, são apresentadas segundo um percurso de cinco capítulos geográficos: Amazônia e Pantanal, Terras do Norte, África, Santuários Naturais e Nos Confins do Sul.

Pinguins em iceberg próximo ao extremo Sul do planeta

Gênesis na MEP em Paris/Elefante corre ao ouvir carro se aproximar, na Zâmbia

Mulheres da tribo Zo’e, na Amazônia brasileira

Gênesis é a procura do mundo das origens, aquele que evoluiu durante milênios antes de ser confrontado ao rítmo da vida atual. A exposição apresenta paisagens, animais e povos que escaparam ao mundo contemporâneo. Regiões polares, florestas tropicais, savanas, desertos, montanhas e ilhas solitárias foram visitadas pelo nosso grande fotógrafo.

Do dia 25 de setembro 2013 até 5 de janeiro 2014.

Exposição aberta de quarta à domingo, das 11h às 20h. Fechado nas segundas, terças, dias feriados.

Maison Europeènne de la Photographie.

5/7 rue de Fourcy 75004 Paris.

Découvrez sans tarder cette somptueuse et magistrale expo à la MEP!

A l’affiche : Sebastião Salgado, “Genesis”
Partons à la découverte de la genèse de notre planète avec “Genesis”, à la Maison européenne de la photographie à Paris. A partir d’aujourd’hui et pour 3 mois s’exposent 250 chefs-d’oeuvre signés Sebastião Salgado. Le grand photographe était l’invité de Louis Laforge pour une conversation passionnante.

“GENESIS” est la grande exposition de Sebastião Salgado, un hommage photographique sans précédent à notre planète.
Les 245 photographies exposées, au terme de huit ans de travail et d’une trentaine de voyages à travers le monde, sont présentées selon un parcours en cinq chapitres géographiques (“Aux confins du Sud”, “Sanctuaires naturels”, “Afrique”, “Terres du Nord”, “Amazonie et Pantanal”), qui sont autant de régions du monde explorées par Sebastião Salgago pour nous révéler la nature de notre planète dans toute sa splendeur.

« Genesis est la quête du monde des origines, celui qui a évolué pendant des millénaires avant d’être confronté au rythme de la vie actuelle, avant d’oublier ce qui fait de nous des êtres humains. Cette exposition nous présente des paysages, des animaux et des peuples qui ont su échapper au monde contemporain. Elle met à l’honneur ces régions vastes et lointaines où, intacte et silencieuse, la nature règne encore dans toute sa majesté.
On peut s’abreuver à la splendeur des régions polaires, des forêts tropicales, des savanes, des déserts torrides, des montagnes dominées par des glaciers et des îles solitaires. Si certains climats sont trop froids ou arides pour la plupart des formes de vie, on trouvera dans d’autres régions des animaux et des peuples qui ne pourraient survivre sans cet isolement. Ils forment ensemble une incroyable mosaïque où la nature peut s’exprimer dans toute sa grandeur.
Les photographies de Genesis aspirent à révéler cette beauté.
L’exposition constitue un hommage à la fragilité d’une planète que nous avons tous le devoir de protéger. »

Commissaire : Lélia Wanick Salgado

Esta mesma exposição se encontra  no Sesc Belenzinho em São Paulo do dia 5 de setembro até o dia 1 de dezembro.

Gênesis é também um livro editado pela Taschen.

“Genesis” : la quête photo de Salgado

Alguns videos com Sebastião Salgado explicando seu projeto.

Projeto Gênesis – Sebastião Salgado (Parte 1)

Projeto Gênesis – Sebastião Salgado (Parte 2)

Projeto Gênesis – Sebastião Salgado (Parte 3)

Projeto Gênesis – Sebastião Salgado (Parte 4)

Projeto Gênesis – Sebastião Salgado (Parte 5)

Projeto Gênesis – Sebastião Salgado (Parte 6)

Projeto Gênesis – Sebastião Salgado (Parte 7)

 

Fontes:

http://www.24heures.ch/culture/sebastio-salgado-expose-projet-igenesisi-elysee

http://simplesluxobelmoraes.blogspot.com.br/2013/08/sebastiao-salgado-no-museu-de-lelysee.html

http://luxuryactivist.com/art/sebastiao-salgado-at-musee-de-lelysee-in-lausanne/

http://www.rts.ch/info/culture/5227866-le-musee-de-l-elysee-presente-genesis-de-sebastiao-salgado.html

https://www.facebook.com/SebastiaoSalgadoGenesis?directed_target_id=0

http://www.parisphoto.com/agenda/sebastiao-salgado

http://www.mep-fr.org/evenement/sebastiao-salgado-2/

http://www.conexaoparis.com.br/2013/09/03/paris-expoe-sebastiao-salgado/

http://guia.folha.uol.com.br/exposicoes/2013/08/1333375-exposicao-genesis-exibe-245-fotos-de-sebastiao-salgado-veja-imagens.shtml

http://www.taschen.com/pages/fr/catalogue/photography/all/05767/facts.sebastio_salgado_genesis.htm

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Cru, restaurante no Marais

Pra quem gosta de novas experiências, o restaurante CRU, no Marais em Paris, é um prato cheio. A proposta desse ambiente calmo e fora da agitação do bairro é servir receitas com ingredientes crus. Claro, existem outros pratos para quem não é fã dessa prática.

Um lugar realmente delicioso, com um cardápio vasto e com muita qualidade. Trés chic!

Bar à vins d’un côté, resto de l’autre, Cru s’est installé au calme, dans le Village Saint-Paul, comme une halte conviviale pour les explorateurs de tendance. La spécialité du lieu ? Le cru ! A nous donc les salades, carpaccios et autres tartares. Exceptions à la règle maison : les frites (maison, elles aussi) et quelques plats à la plancha. Les desserts, eux, s’affichent régressifs, dans la ligne Nutella et fraises Tagada.

Pourquoi y aller ?
CHEF DE CHOC – Une charmante cour pavée à l’écart du bruit, une salle moderne mais chaleureuse, une cave voûtée, voilà pour le décor ! Le Chef Fabien Sam, malgache d’origine chinoise, est passé par Lasserre, le Lancaster puis par le Chateaubriand d’Inaki Aïzppitarte. Ce mélange d’influences apporte au concept de Cru une touche subtile d’exotisme.

CUIT OU CRU – Chez Cru, on sait ce que l’on mange : viande du pays basque, pêche de l’Ile d’Yeu, légumes bio cultivés en Ile-de-France. Cru ou cuit, à la plancha ou à basse température, tout est sain, frais et léger ! Les vins sont choisis dans le même esprit, bio ou naturels.

suggestion d’entrée

suggestion de plat

Specialité du chef

thon cru

plat rouge

herbes fraicheur

dessert chocolat

ENVIE DE BRUNCHER ?- Venez également profitez du brunch le dimanche en salle ou sur la terrasse, aux beaux jours, à l’abri du bruit des voitures. Ici, on démontre qu’on peut se faire plaisir en se faisant du bien… et en gardant la ligne !

 

Le chef vous suggère
  • ENTRÉES
  • Crème de burrata fumée, chips de légumes et pousses d’épinards
    14 €
  • Ceviche de mulet et coques au vinaigre fumé
    13 €
  • Foie gras, poêlé, rhubarbe et balsamique
    16 €
  • PLATS PRINCIPAUX
  • La grande assiette de poissons crus
    28 €
  • Sashimi de filet de bœuf au foie gras cru, condiment tamarin
    24 €
  • Agneau de lait des Pyrénées, légumes de printemps
    26 €
  • DESSERTS
  • Lingot de chocolat noir grand cru Manjari
    12 €
  • Croustillant aux framboises
    12 €
  • Philadelphia cheese cake cru
    12 €

Cru

7, rue Charlemagne

75004 Paris

metro St Paul

tel: 01 40 27 81 84

Fontes:

http://www.restaurantcru.fr/

http://www.timeout.com/paris/en/restaurants/cru

http://scope.lefigaro.fr/restaurants/restauration/ambiance/l-p167–cru/static/

http://www.lafourchette.com/restaurant/cru/5625

http://www.fodors.com/world/europe/france/paris/review-471968.html

http://www.bbouillot.com/spip.php?article207

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Elie Saab no Georges V em Paris

 

Para celebrar a chegada da semana de moda parisiense, o tradicionalíssimo Hotel George V, presenteia os seus hóspedes com uma exposição fantástica! Estão expostos os vestidos de sonhos do libanês Elie Saab da coleção Haute Couture 2013/2014.

O curador e diretor criativo do icônico hotel nos últimos 14 anos, Jeff Leatham, cercou de rosas vermelhas e brancas toda a exposição, que aliás, é o seu material favorito para decorar e o que já lhe rendeu fama internacional por sua incrível capacidade de tranformar arranjos florais em verdadeiras obras de arte – Leatham tem em seu portifólio clientes como: Alexander Wang, Alexander McQueen, Swarovski Crystal, Givenchy, Burberry, Tiffany & Co, Dom Perignon e muitos outros.Trata-se de uma parceria extraordinária: Leatham e Saab!
O lobby do hotel está adornado por seis vestidos off white, um vermelho e um prateado: todos expostos como verdadeiras jóias! O ambiente recebeu 24.000 rosas vermelhas e brancas, que no ambiente super espelhado do hotel dá o efeito ilusório de triplicar-se. Um show! No centro, sob um lustre de cristal florentino, está o majestoso vestido em seda, tule e rendas, a capa bordada com cristais, lantejoulas e pérolas finas. O deslumbrante vestido de noiva e seu véu ficam expostos estrategicamente logo na entrada.

Veja algumas imagens!

 

 

 Notem o reflexo no chão….

Relembre o desfile da coleção passada!

A exposição estará aberta ao público até o dia 06 de outubro de 2013.
Four Seasons Hotel George V, Paris
31, avenue George V
75008 Paris
Tel. +33 (1) 49 52 70 00 Fax. +33 (1) 49 52 70 10

 

Fontes:

http://ouiliviamoraes.com/2013/09/as-joias-de-elie-saab/

http://thecitizensoffashion.com/2013/09/24/elie-saab-exhibition-at-george-v-hotel-in-paris/

http://press.fourseasons.com/paris/hotel-news/2013/art-meets-fashion-the-exceptional-designs-of-elie-saab-exhibited-by-jeff-leatham-at-four-seasons-hotel-george-v-paris/

http://press.fourseasons.com/fr/paris/hotel-news/quand-lart-rencontre-la-mode-les-exceptionnells-creations-delie-saab-sont-mises-en-scene-part-jeff-leatham-au-four-seasons-hotel-george-v-paris/

http://www.scoutparis.com/2/post/2010/9/blooms-at-the-four-seasons-hotel-george-v-paris.html

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Julien Bensé

 

Juien Bensé nasceu em 18 de Abril de 1980, na cidade de Nice. Vindo de familia de origem Argelina, ele cresceu em meio à um ambiente familiar repleto de musica, aprendendo ainda adolescente a tocar violão.
Começa sua carreira cantando em pequenos bares.
Em maio de 2008 Bensé lança seu primeiro disco, intitulado apenas de Album, juntamente como primeiro single Au Grande jamais, que obteve considerável sucesso nas radios. Gravado em 15 dias, no studio de la Frette em Paris, um solar antigo.

Esse disco é inspirado na obra Cem anos de Solidão, do escritor colombiano Gabriel Garcia Marquez, o título do disco é justamente a representação de um album de verdade, um álbum de fotografias de familia que é a vida, álbum esse que pode ser interpretado em cada musica, realmente muito criativo.

Clip du nouveau titre de Bensé “Quand je marche”, extrait de la réédition de son album “Album”

 

 

Bensé – Quand je marche

‘Petite’ – Bensé & Rose Keren

Bensé & Tété – Dans Ma Soucoupe

 

 

‘Mon Frère’

‘Buvons’

Angela –  session acoustique

 

Sa Peau

Ma Veuve

 

Bensé Après Nous

Bensé Moshé

“Like a Rolling Stone” – Bensé

 

Fontes:

LastFm

http://www.lastfm.com.br/music/Bens%C3%A9

http://frotaadriano.blogspot.com.br/2011_12_01_archive.html

http://vickvalentina.blogspot.com.br/2011/03/musica-francesa.html

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Jordaens, ‘La Gloire d’Anvers’ no Petit Palais em Paris

Jacob Jordaens, ‘Le Repos de Diane’, c. 1640 / © Stéphane Piera / Petit Palais / Roger-Viollet

Jordaens  1593- 1678 La Gloire d’Anvers estará no Petit Palais de 19 de setembro à 19 de janeiro de 2014

 

Jacques Jordaens (1593-1678), Autoportrait de l’artiste avec sa femme Catharina van Noort, leur fille Elisabeth et une servante dans un jardin, 1621-1622, Huile sur toile

Le “Petit Palais”, à Paris, se prépare à accueillir, du 19 septembre au 19 janvier prochains, la première vaste rétrospective en France dédiée au maître baroque flamand du XVIIe siècle Jacques (Jacob) Jordaens (1593-1678) et qui est, chez nos voisins, moins connu que ses deux illustres contemporains Pierre-Paul Rubens (1577-1640) et Antoine (Anthony) Van Dyck (1599-1641), annonce le service de presse de l’institution culturelle.

Jacob Jordaens, artista flamengo, nasceu em Antuérpia, em 1593, numa família de comerciantes de linho. Foi aluno de Adam van Noort (desde 1607), com quem Rubens  estudou por algum tempo. Mais tarde, Jordaens casou com a filha de Noort, Catharina. Em 1615 ele se juntou à Corporação de São Lucas e, em 1621, tornou-se seu diácono.

1615-20 Portrait of a Young Married Couple- Museum of Fine Arts, Boston, USA

1620-25- The Four Evangelists, Musée du Louvre, Paris

Jacques Jordaens (1593-1678), L’adoration des bergers, 1616-1617, Huile sur toile

Jordaens pintou temas religiosos, mitológicos e históricos, retratos e cenas de gênero, além de grandes e monumentais decorações. A princípio, marcado pela influência de Caravaggio, prevalecem as cenas noturnas com iluminação  a velas ou ao luar. A individualidade do jovem mestre foi revelada em composições gradiosas, onde várias imagens enchiam toda a superfície do quadro, mas onde faltava profundidade. Este método não mudou durante a vida do artista.  Talvez fosse o resultado de seu trabalho em cortinas, que ele desenhava, pintava sobre linho e que eram vendidas por seu pai.

Jordaens nunca visitou a Itália, nem tentou imitar o estilo italiano. Seu modo de ser leva-o para perto de Rubens, em cujo ateliê  trabalhou várias vezes. Jordaens adotou o estilo de Rubens, mas  não tinha a sua inexaurível fantasia. Mesmo os motivos religiosos e mitológicos são interpretados por ele como pintura de gênero, seus personagens são inspirados na natureza e tirados da vida cotidiana. Algumas vezes as pinturas de Jordaens parecem sobrecarregadas, com imagens volumosas, como em Allegory of Fertility.

O talento de Jordaens se revelava em pinturas em que buscava assunto no folclore. em fábulas, provérbios e contos. Os museus de Moscou, Kassel, Budapeste, Munique e Bruxelas têm variações do quadro The Satyr and the Farmer’s Family, tendo uma fábula como enredo.

Satyres et paysan

Enlevement d’Europe

Jacques Jordaens, L’Enlèvement d’Europe, 1643

Diane et Actéon

Diana e Callisto

Triumph of Bacchus

Bacchus

Em 1634, sob a supervisão de Rubens, Jordaens e vários  outros pintores trabalharam numa grande encomenda de um magistrado de Antuérpia: as decorações para a visita do Príncipe Ferdinand à cidade.

Depois da morte de Rubens, Jordaens tornou-se o líder da escola de Antuérpia, executando inumeráveis encomendas para a Igreja e a corte entre 1640 e 1650, inclusive 22 quadros para o salão da Raínha Henrietta Maria, em Greenwich, trabalhos para as cortes da Escandinávia e da França.

Self Portrait

Em 1650 o artista converteu-se ao Calvinismo, mas continuou a receber encomendas da Igreja Católica. Os pintores do seu ateliê cada vez adquirem maior importância, realizando trabalhos decorativos grandiosos e pomposos, e Jordaens gradualmente perde sua originalidade.

Participou na decoração da Huis ten Bosch ( (1652)), casa de campo real perto de Haia, com pinturas que representavam o Triunfo de Frederico Henrique e Vitória do tempo, obras-primas de decoração arquitetônica.

O artista morreu em 1678 em Antuérpia.

Jacob Jordaens foi um dos grandes pintores barrocos flamengos, junto com Rubens e van Dyck.

Le roi boi@Musée royaux de Beaux Arts, Belgique, Bruxelles

 

A escada da arte na escala de Jacob.

Artista europeu de importância considerável, Jacob Jordaens nunca foi tema de uma exposição específica no solo francês. Verdadeiro evento, esta retrospectiva reúne mais de uma centena de pinturasesboços e desenhos provenientes das coleções francesas, europeias e norte-americanas.

A evolução estilística de Jordaens faz dele um artista exemplar de uma época marcada por um profundo esforço de renovação estética. Com um maneirismo tardio, com cores claras, passou a uma obra de inspiração caravagesca na virada dos anos 1610 e depois entrou na órbita de Rubens, o que o levou a produzir uma arte vigorosa com uma plasticidade escultural e uma paleta sonora que lhe conferem um lirismo intenso.
Pertencendo à história da grande pintura erudita sem renunciar a um registro ancorado na cultura popular, consta como o mais autêntico dos grandes mestres flamengos.

Jacques Jordaens (1593-1678), L’amour mal assorti (Jeune femme et vieillard avec un perroquet), vers 1638-1640, Huile sur toile

Jacques Jordaens (1593-1678), Le Banquet de Cléopâtre, 1653, Huile sur toile

Jacques Jordaens (1593-1678), Adam et Eve (la chute de l’homme), vers 1640, Huile sur toile

Jacques Jordaens (1593-1678), Servante avec une corbeille de fruits et un couple d’amoureux, vers 1628-1630, Huile sur toile

Jacques Jordaens (1593-1678), Candaule faisant épier sa femme par Gygès, vers 1646, Huile sur toile

 

Endereço:

Petit Palais, Museu de Belas Artes da cidade de Paris
avenue Winston-Churchill
75008 – Paris
Telefone : 01 53 43 40 00

Métro : Champs-Élysées – Clemenceau, Invalides RER : Invalides Bus : 42, 72, 73, 80, 93

www.petitpalais.paris.fr

Site internet

Horaires

Du mardi au dimanche de 10h à 18h,
nocturne le jeudi  jusqu’à 20h.
Fermé le lundi et les jours fériés.
Tarifs

Plein tarif : 11 euros
Tarif réduit : 8,00 euros
Demi tarif : 5,50 euros

Quand on pense peinture flamande, on pense Rembrandt, Rubens, Van Dyck. On pense moins à Jacques Jordaens, à tort. Sans doute parce qu’en France, jusqu’à ce que le Petit Palais s’attache à réparer cet oubli en cette rentrée 2013, il n’avait jamais eu droit à une rétrospective d’envergure. Ce bourgeois d’Anvers, qui n’a presque jamais quitté sa ville natale, fut pourtant l’un des peintres les plus fameux du XVIIe siècle.

Très influencé par Le Caravage et Rubens (dont il fut l’élève puis le premier assistant lorsque Van Dyck partit pour l’Italie), Jacques Jordaens (1593-1678) développe un style unique, à la croisée de ses deux prestigieux aînés donc, mais aussi des peintres vénitiens de la Renaissance ou de l’art antique. Des portraits de famille aux compositions religieuses, en passant par de formidables paysages et des sujets au réalisme brutal, Jordaens devient célèbre et impose ses éclairages vifs, ses étonnants jeux de couleurs, et son balancement entre légèreté et emphase. 

Alors qu’Anvers, à l’époque capitale économique du monde occidental, perd peu à peu sa prééminence au cours du XVIIe siècle, Jordaens voit les commandes affluer de toute l’Europe, concourant ainsi à entretenir la flamme du port de la mer du Nord. Et à devenir la gloire d’Anvers.

Jacques Jordaens (1593-1678) Autoportrait de l’artiste avec sa femme Catharina van Noort, leur fille Elisabeth et une servante dans un jardin 1621-1622 © Madrid, musée national du Prado

1638 – As the Old Sang the Young Play Pipes
Koninklijk Museum voor Schone Kunsten, Antwerp, Belgium
1638 – The King Drinks 2 
Musées Royaux des Beaux-Arts, Brussels, Belgium
Adoration of the Shepherds 
Mauritshuis, The Hague, Netherlands

Jacques Jordaens, Les quatre apôtres, vers 1625-1630 / Crédit : Crédit : RMN-Grand Palais (musée du Louvre)/René-Gabriel Ojéda

Jacques Jordaens, La Sainte Famille, 1628 / Crédit : Crédit : Hermitage, St. Petersburg, Russia / The Bridgeman Art Library

Du trio de tête de la peinture flamande du XVIIe siècle, Rubens-Van Dyck- Jordaens, ce dernier est peut-être moins connu en France faute d’y avoir jamais bénéficié d’une grande rétrospective. Le défi est relevé par le Petit Palais qui fait de l’exposition Jordaens, la gloire d’Anvers l’évènement majeur de la rentrée parisienne dans le domaine de la peinture ancienne.

Grâce aux prêts d’oeuvres exceptionnelles consentis par les plus grands musées français et internationaux, ainsi qu’à une scénographie très évocatrice, Jacques Jordaens (1593-1678) devrait retrouver son statut de gloire de la peinture anversoise. Sa longue carrière - elle se prolongera plus de trente ans après la mort de Rubens en 1640 – et la facilité de l’artiste à brosser de vastes toiles aux couleurs étincelantes lui permettront, avec le renfort d’un atelier en ordre de bataille, de fournir une partie de l’Europe entière en tableaux d’autel et en grandes compositions mythologiques. Alors qu’Anvers perdait son statut de capitale économique du continent, Jordaens en maintint le prestige artistique grâce à ses productions placées sous le signe de l’abondance et de la splendeur du coloris.
Venues de Belgique mais aussi de Russie, d’Amérique, de Suède, de Hongrie, de Jérusalem comme de Madrid et de Vienne, les cent vingt oeuvres rassemblées au Petit Palais permettront d’évoquer la richesse et la variété de son inspiration, des portraits de famille aux grandes compositions religieuses, des fameux Proverbes et scènes de banquet (Le Roi boit !) aux cartons de tapisseries. Ainsi verra-t-on combien ce bourgeois anversois qui n’a presque jamais quitté sa ville natale, a su puiser à dessources multiples où Rubens voisine avec le Caravage et les maîtres vénitiens de la Renaissance avec l’héritage antique, et comment il conquit une réputation internationale en les combinant à une verve toute personnelle.
Jalonnant le parcours de l’exposition, des propositions pédagogiques inédites offriront au visiteur la possibilité d’entrer dans l’intimité des oeuvres et d’appréhender concrètement les secrets du métier de peintre. L’exposition est par ailleurs accompagnée d’un catalogue scientifique richement illustré.


Jordaens au P etit Palais por Blanche_Jade

Un petit avant-goût de l’exposition Jordaens !

Dès demain, venez découvrir au Petit Palais la monumentalité de ces œuvres flamandes. Placé sous le signe de l’abondance et de la splendeur du coloris des toiles du peintre anversois, le parcours de l’exposition vous permettra de découvrir l’intimité des œuvres grâce à des propositions pédagogiques inédites.

 

Fontes:

http://www.timeout.fr/paris/art/jordaens-la-gloire-danvers

http://hospedagem-em-paris.guide-accorhotels.com/hotel-paris/exposicao-paris/jacob-jordaens-1593-1678-exposicao-petit-palais-museu-de-belas-artes-da-cidade-de-paris-paris-e-86014051

http://www.brasilescola.com/biografia/jacob-jordaens.htm

http://www.sabercultural.com/template/pintores/JordaensJacob1.html

http://www.petitpalais.paris.fr/

http://www.petitpalais.paris.fr/fr/expositions/jordaens-1593-1678

http://www.expo-jordaens.be/fr/Cabinet_paintings

http://www.exponaute.com/expositions/7696-jordaens-1593-1678/

http://www.concertlive.fr/expositions/ouverture-lexposition-jordaens-petit-palais-paris-jeudi-19-septembre-8470239

http://www.parisetudiant.com/etudiant/sortie/expo-jordaens-petit-palais-paris-1593-1678-la-gloire-d-anvers.html

http://www.timeout.fr/paris/art/jordaens-la-gloire-danvers

http://www.archeolo-j.be/soyons-curieux/visites-dexpositions/visite-de-lexposition-jordaens-et-lantiquite

http://en.wikipedia.org/wiki/File:Entf%C3%BChrung_der_Europa_Jakob_Jordaens.jpg

http://www.offi.fr/

http://www.lesoir.be/300052/article/actualite/fil-info/fil-info-styles/2013-08-16/premiere-grande-retrospective-en-france-dediee-au-maitre-baroque-fl
http://toutelaculture.com/arts/expositions/jordaens-la-gloire-danvers-au-petit-palais/

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Georges Braque: retrospectiva inédita no Grand Palais

 

Um dos fundadores do Cubismo, precursor no uso de colagens, as obras do artista francês Georges Braque voltam aos holofotes com uma grande retrospectiva à mostra no Grand Palais, em Paris.

 A exposição, em cartaz entre 18 de setembro e 6 de janeiro, explora cronologicamente todas as fases do trabalho de Braque, incluindo períodos cubistas, fauvistas, as canéforas e as paisagens.

Georges Braque, L’oiseau noir et l’oiseau blanc,1960, Huile sur toile, 134 x 167,5 cm, Paris © Leiris SAS Paris © Adagp, Paris 2013 -

Entre os ineditismos da exposição do Grand Palais, está o feito de reuniur pela primeira vez numa única mostra a série cubista Estúdios (1949-1956), de nove telas. Também há fotografias por Man Ray e Cartier-Bresson inéditas.

Visitante olha a pintura “Les oiseaux noirs” (1956-1957) na retrospectiva em exibição no Grand Palais Museum, em Paris

A tela “Os pássaros negros”, de Georges Braque, está em cartaz no Grand Palais em Paris

Georges Braque : la bande annonce por Rmn-Grand_Palais

 

Nascido em Argenteuil em 1882, Georges Braque passou toda a sua juventude na cidade do Havre antes de chegar em Paris no começo do século XX. Na capital, encontrou Marie Laurencin e Francis Picabia.

Braque pintava telas com cores vivas quando da sua estadia em Estaque, logo após tomou o rumo de uma geometrização das formas depois de ver as obras de Paul Cézanne no Salão do Outono de 1907.

Seu encontro com Pablo Picasso foi uma verdadeira revelação. Sua pintura se tornou, segundo o crítico Louis Vauxcelles, um amontoado de cubinhos. Nasceu o cubismo.

Depois das paisagens, Braque se interessou pelas naturezas mortas que desestrutura. Não querendo tomar o rumo da abstração, introduz em suas telas letras e números pintados com estêncil. Depois de ter sobrevivido às guerras e às diferentes enfermidades, faleceu em Paris em 1963.

Suas obras mais célebres são sem sombra de dúvida O Viaduto de Estaque (1908) ou A Estrada perto de Estaque(1908).

Esta exposição vai ser, sem dúvida, o ponto alto da nova saison cultural em Paris. É a primeira retrospectiva do pintor e escultor Georges Braque nos últimos 40 anos. Deverão colocar sua obra em perspectiva com sua época, com paralelos com a literatura e a música.

A mostra abrange toda a carreira do pintor francês com cerca de 200 pinturas.

Présentation de l’exposition Georges Braque por Rmn-Grand_Palais

Nu Couché – 1935 – Georges Braque

Desde seu início no fauvismo, movimento marcado pelo uso da cor vermelha, em especial entre outras cores puras, e da exaltação dos sentimentos, até a sombria paisagem achada no cavalete do artista no dia de sua morte, Braque foi “um homem discreto, introvertido e amigo fiel”, segundo Brigitte Leal, diretora-adjunta do Museu Nacional de Arte Moderna de Paris e curadora da exposição.

Paris não organiza uma retrospectiva completa do artista desde a realizada em 1973, no Museu de La Orangerie.

Foi um dos artistas da “avant-garde” do inicio do séc. XX, junto com Pablo Picasso, lançou o cubismo em 1907, depois de sua fase  fauvista.  Tendo vivenciado as duas guerras mundiais, podemos notar a influência que tiveram em sua obra.  Passou pela fase chamada “temática” (interiores, pássaros, etc) à partir de 1922, para finalizar com naturezas mortas  com na fase “Métamorphoses” e com bijoux magníficos …

Uma exposição com obras vindas do mundo todo. Uma bela maneira de homenagear este artista que foi um dos grandes “maîtres” do séc. XX.

Promete ser a grande exposição do outono deste ano em Paris: a retrospectiva completa da obra de Georges Braque (1882-1963), o pai do cubismo, que, ao lado de Picasso, fez tremer os salões de arte da cidade luz no início do Séc. XX.

Dividida por períodos que identificam diferentes fases artísticas em que o pintor esteve inserido, a exposição tem início nos anos 1906/1907, com telas de paisagens de Ceret e Estaque. Coloridas e cheias de luz, todas elas ainda fazem do pintor um fauvista.

Visitante olha a pintura “Le Port de La Ciotat” (La Ciotat Harbor, 1907) na retrospectiva em exibição no Grand Palais Museum, em Pari

Mas logo ao entrar na segunda sala, o expectador é convidado a mergulhar no cubismo, universo que Braque compartilhou e viveu  intensamente ao lado de Picasso a partir de 1908. E não é demais lembrar que a importância de Braque para o referido movimento e para a arte do Séc. XX em geral, deve ser equiparada à de Picasso.

Ao longo de mais uma série de salas, o expectador acompanha a evolução e mutação do movimento cubista através da obra de Braque: a utilização de formas geométricas e a materialização do espaço através da exploração da perspectiva dão lugar à elementos que se dissolvem e se interpõe, as cores fortes dão espaço a cores mais claras e menos contrastantes e, então, colagens passam a aparecer nos quadros, ora acompanhadas de letras, e, mais adiante, dividem espaço com as texturas criadas por materiais como madeira e areia.

Temas como natureza morta, constantemente retratado pelo pintor, mitologia e os pássaros ganharam destaque na exposição. Os ateliers de Braque também figuravam entre os temas preferidos do pintor e, por isso, essas telas também ganham um espaço destacado na exposição.

Visitante olha a pintura “La Musicienne” (The Musician, 1917-1918) na retrospectiva em exibição no Grand Palais Museum, em Paris

Visitante olha as pinturas “Nature morte a la guitare” (1920-1921), “Guitare et nature morte sur la cheminee” (The Mantelpiece, 1925), “la Cheminee” (1928), E “Fruit sur une nappe et compotier” (Fruit on Tablecloth with Fruit Dish, 1925) do artista francês Georges Braque (1882-1963) na retrospectiva em exibição no Grand Palais Museum, em Paris

Fotos – algumas delas feitas por Man Ray e Bresson, livros, poesias, cartões postais e cartas enviados ou recebidos por Braque ou seus amigos, e tantos outros elementos ajudam o visitante a compreender o contexto histórico, pontuando fatos importantes como, por exemplo, a Primeira Guerra Mundial, em que o pintor esteve no fronte.

 Entre as últimas obras expostas está a última tela que Braque pintou, encontrada em seu cavalete após sua morte, em 31.08.1963.
Visitantes contemplam fotografia do artista francês Georges Braque na “Retrospectiva de Georges Braque” no Museu Grand Palais de Paris
Visitantes olham as pinturas “Le Gueridon Rouge” (1939-1952), “La Table Ronde” (1929) e “Guitare et bouteille de marc sur une table” (1930) do artista francês Georges Braque (1882-1963) na retrospectiva em exibição no Grand Palais Museum, em Paris
Visitante olha para a pintura “Atelier VIII” (1954-1955), do pintor francês Georges Braque (1882-1963), durante  exposição no Museu do Grand Palais em Paris – Charles Platiau/Reuters
Visitante olha para a pintura “Nu assis” (nu assentada, 1907), do pintor francês Georges Braque (1882-1963), durante exposição no Museu do Grand Palais em Paris  – Charles Platiau/Reuters
Pintura “L’oiseau et son nid” (O pássaro e seu ninho), do pintor francês Georges Braque (1882-1963), em exposição no Museu do Grand Palais em Paris – Jacques Demarthon/AFP
Três versões de “Le billard”, do pintor francês Georges Braque (1882-1963), em exposição no Museu do Grand Palais em Paris – Jacques Demarthon/AFP
Pintura “Nature morte au violon” (Natureza morta com violino), do pintor francês Georges Braque (1882-1963), em exposição no Museu do Grand Palais em Paris – Jacques Demarthon/AFP
Pintura “Compotier et cartes”, do pintor francês Georges Braque (1882-1963), em exposição no Museu do Grand Palais em Paris – Jacques Demarthon/AFP
Le Grand Palais présente la première rétrospective consacrée à Georges Braque (1882-1963), depuis près de quarante ans. Initiateur du cubisme et inventeur des papiers collés, il fut l’une des figures d’avant-garde du début du XXe siècle, avant de recentrer son œuvre sur l’exploration méthodique de la nature morte et du paysage. L’exposition propose un nouveau regard porté sur l’œuvre de l’artiste et une mise en perspective de son travail avec la peinture, la littérature ou la musique de son temps. Elle réunit des œuvres venues du monde entier. Exposition organisée par la Réunion des musées nationaux – Grand Palais en partenariat avec le Centre Pompidou. Exposition réalisée grâce au soutien de Nexity. 
Anote: Grand Palais – Galeries Nationales
3, avenue du Général Eisenhower
De 18.09.2013 a 06.01.2014
Horários: dom/seg. 10h/20h (qua. até 22h)
 ingressos 12 euros.
Dica: compre pela internet com horário marcado e não vai se arrepender.
Fontes:
http://www.georges-braque.fr/fr/
http://www.grandpalais.fr/fr/evenement/georges-braque
http://oglobo.globo.com/boa-viagem/grand-palais-abre-retrospectiva-de-georges-braque-em-paris-10001395
http://extra.globo.com/tv-e-lazer/viagem-e-turismo/grand-palais-abre-retrospectiva-de-georges-braque-em-paris-10001475.html
http://hospedagem-em-paris.guide-accorhotels.com/hotel-paris/exposicao-paris/george-braque-exposicao-no-grand-palais-galerias-nacionais-do-grand-palais-paris-e-88714779
http://entretenimento.uol.com.br/album/2013/09/17/artista-frances-georges-braque-ganha-retrospectiva-no-grand-palais-em-paris.htm
http://aviagemcerta.com.br/2013/09/georges-braque-retrospectiva-inedita-no-grand-palais/
http://www.parisrivedroiterivegauche.com/2013/09/04/braque-no-grand-palais-a-exposicao-da-nova-saison-20132014/
http://www.cursodehistoriadaarte.com.br/lopreto/index.php/arte-pintura-cubismo-georges-braque/
http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/paris-inaugura-grande-restrospectiva-que-reabilita-georges-braque

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Restaurante 58 Tour Eiffel

EXPERIÊNCIA TOUR EIFFEL – Você está visitando Paris?  Tem desejo de conhecer melhor a velha dama de ferro ?

É no 58 Tour Eiffel  que você precisa ir!   Fica no 1 º andar da torre, e o panorama do alto  é lindíssimo. Você vai viver uma experiência única. O restaurante oferece dois ambientes diferentes, um no almoço e um no jantar.

A 95m de altura, no 1 º andar da Torre Eiffel, o 58 oferece uma vista de tirar o fôlego no coração do monumento mais visitado da França.

O primeiro, o mais caro e mais famoso restaurante da torre Eiffel, o Jules Verne, se situa no segundo andar. Este, o 58 Tour Eiffel, se encontra no primeiro andar. Todos os dois restaurantes são dirigidos pelo grande chefe francês Alain Ducasse.

No almoço o 58 é um restaurante com preços abordáveis. No cardápio, as entradas custam em torno de 6 euros e os pratos principais 16 euros. Existe também uma fórmula com entrada + prato principal + sobremesa por 19 euros e um menu especial para as crianças por 9 euros.

A vista deste restaurante, claro, é maravilhosa.

Almoço no 58 tour Eiffel

O 58 Tour Eiffel  está aberto todos os dias para um almoço rápido e lúdico. Você será recebido pela hostess que o acompanhará até sua mesa. Alguns instantes mais tarde, sua comanda será feita e seu almoço será servido . Com certeza um almoço original. 

“Jantar no coração da noite parisiense…

Ao cair da noite, o 58 Torre Eiffel ganha um novo encanto.
Você será recebido pela hostess que o acompanhará até sua mesa, onde uma atmosfera de tranquilidade lhe aguarda.
À noite, o 58 Tour Eiffel se transforma em brasserie chic com preços mais salgados.

Para reservas e informações sobre os preços do jantar, entrem no site abaixo.

www.restaurants-toureiffel.com

Uma iluminação intimista combinada com decoração minimalista para não roubar as atenções à Cidade Luz. Um design ultramoderno com a insígnia de Patrick Jouin e um cardápio clássico-chique com serviço exclusivo à mesa.”

Le soir, le restaurant prend une dimension nouvelle.Décor ultra contemporain et carte tendance chic, servie à table avec une vue époustouflante.A partir de76.50 €

La Brasserie la plus en vue de Paris

Dînez au coeur de la nuit parisienne…
A la tombée du jour, le 58 Tour Eiffel prend une dimension nouvelle.
Une hôtesse vous accueille et vous accompagne jusqu’à votre table, où l’atmosphère feutrée vous enveloppe.
Lumière tamisée et mobilier minimaliste pour ne pas voler la vedette à la ville des lumières. Un décor ultra contemporain signé Patrick Jouin et une carte qui joue le classique chic, servie uniquement à table.

COZINHA DE ALAIN SOULARD
“Após a passagem pelo Relais de Mougins, o Relais du Parc em Paris, o Restaurante Morot Gaudry e o… Le Jules Verne, Alain Soulard regressa à Torre.
Alain Soulard é um dos raros chefs da equipe Ducasse que não foi formado pelo mestre. Alain Soulard trabalhava no Relais du Parc quando Alain Ducasse se tornou conselheiro gastronômico e lhe confiou o cargo de chef executivo responsável pelo restaurante do hotel.
Foi o chef responsável por vários eventos: “Eu era responsável pela organização de seminários de dez a 350 participantes. A minha missão era preservar o espírito da cozinha de Alain Ducasse apesar das quantidades consideráveis”.
Uma experiência que foi certamente muito útil para orquestrar a cozinha a dois tempos no 58 Torre Eiffel. Ironia dos números, Alain Soulard criou a cozinha do 59 Poincaré…”
Informações práticas:
•    O bilhete para o elevador para Restaurante 58 está incluído no preço!
•    Traje : gravata não obrigatório porém jeans, tênis ou traje esporte não permitido.
Endereço :
1.° piso da Torre Eiffel
Champ de Mars
75007 Paris
Horários :
Almoço: Serviço contínuo entre 11h30 e 16h30
Jantar: Dois serviços: 18h30 e 21h
Obs : aconselha-se apresentar-se com 30 min de antecedência.
Informações adicionais e reservas : conciergerie@paris4vip.com
Fontes:
http://www.restaurants-toureiffel.com/
http://hoteis-paris.net/le-58-restaurante-da-torre-eiffel-100-romantique/
http://paris4vip.com/restaurante-58-tour-eiffel-a-brasserie-mais-prestigiada-de-paris/
http://www.conexaoparis.com.br/2009/07/09/restaurante-58-tour-eiffel/

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Retrospectiva Jean Claude Brisseau no Indie 2013

O Indie 13 traz este ano a memória da China, através da ousadia de Wang Bing e o inconsciente cheio de alusões ao prazer de Jean-Claude Brisseau. Wang nos conta, através dos relatos de seus personagens, tudo que foi condenado ao esquecimento e não poderia ser jamais lembrado pela história e situação política da China, nesse último século. Através de sua coragem, entramos num campo do “real” jamais revelado publicamente desta maneira.

Jean-Claude Brisseau, nos coloca diante da filosofia do prazer, a memória do inconsciente, os recalques, a pulsão sexual. E vai além, o indivíduo na sua relação com a realidade social e coletiva, quebrada pelo fantástico. Sexo, real e fantástico, a tríade da memória de Brisseau.

RESTROSPECTIVA JEAN-CLAUDE BRISSEAU

Mulheres nuas e sexo tornaram o cinema do francês Jean-Claude Brisseau reconhecido. Na essência um contestador e um homem de ideias filosóficas, Brisseau construiu uma cinematografia que vai muito além dos apelos eróticos que seus filmes aparentam à primeira vista.

Um cineasta verdadeiramente independente que aos 69 anos não segue, e nunca seguiu, o estilo dominante do cinema francês dos últimos 20 anos, os dilemas burgueses e da elite, e direcionou sua narrativa para as periferias de Paris, para Saint-Étienne, as escolas e a vivência dos professores (que Brisseau foi durante muitos anos), a violência de uma sociedade desigual e das famílias disfuncionais e, claro, o simbólico: o sexo. Seus filmes nunca foram construídos por uma só matéria: filosofia, sexo, violência, injustiça social, desejo e, claro, a beleza do corpo.

E há os fantasmas. Em quase todos os filmes há uma aparição, quase sempre feminina, espectral. Atrás de uma porta que se abre, no final de um corredor, pelos cantos, observando e, por vezes, interagindo. Ligeiramente, aparecem e desaparecem, não causam medo, parecem apenas nos lembrar da existência de um mundo que Brisseau diz ser onipresente, o mundo não estaria apenas no visível. Uma realidade quebrada pela lembrança do fantástico. Diferente do cinema asiático, os fantasmas de Brisseau parecem não representar uma entidade religiosa, ou uma crença, mas carregam mais um apelo alegórico e metafísico.

Seus personagens masculinos quase sempre são homens sérios, maduros, intelectuais. Alter egos? A parceria com o ator Bruno Cremer é marcante: o cientista psicopata messiânico de Um Jogo Brutal

o pai de família maluco, extremado, que pratica tiro em um apartamento na periferia de Paris em O Som e a Fúria

 e o professor de filosofia apaixonado pela ninfeta em Boda Branca.

Mas é o ator Frédéric van den Driessche que Brisseau escolhe para lhe representar em Os Anjos Exterminadores.

 

O diretor acusado de assédio por atrizes que fizeram testes para um filme, precisa defender sua honra, mas, principalmente, o seu cinema. Por que sexo? Por que essas mulheres precisam transpor suas inibições sexuais?

A trilogia que Brisseau realizou sobre o prazer feminino e a transgressão dos tabus sexuais é composta pelos filmes Coisas Secretas (2002), Os Anjos Exterminadores (2006) e A Aventura (2008).

 

As cenas de masturbação, sexo coletivo, sadomasoquismo e experiências eróticas que permeiam esses filmes marcaram imensamente a carreira de Brisseau. Seu interesse pelo prazer/desejo/gozo feminino parece legítimo (como qualquer outro interesse que ele viesse a ter), mas vale ressaltar o óbvio: é um ponto de vista masculino. Em uma entrevista, Brisseau disse que uma vez lhe disseram que ele como homem não poderia falar da sexualidade feminina. Não é para tanto, a temática artística não parece ser algo a ser definido pelo gênero, talvez apenas para as mulheres o processo de identificação com a visão de Brisseau sobre o desejo feminino, seja mais complexo.

” Celine” ( 1992)

A bela e jovem Céline acaba de viver um momento dramático, ela não suporta, quer desistir. A enfermeira Geneviève a salva. As duas se tornam amigas e, um tempo depois, Geneviève lhe ensina alguns exercícios de meditação. Céline começa a praticar com frequência e coisas estranhas passam a acontecer. Às vezes, Céline deixa seu corpo durante a meditação e se descobre em outro lugar; em outros momentos, ela tem estranhas premonições. As pessoas que se aproximam dela passam a ter visões ou a sofrer curiosas transformações. Com as cenas de aparições, milagres e levitações, Brisseau realiza um filme incorporado pelo sentido do sagrado e da transcendência.

” O Anjo Negro” (1994)

Stéphane Feuvrier matou um homem em sua casa de luxo. A vítima é Wadek Aslanian um ex-presidiário, bem conhecido da polícia. Stéphane afirma que Wadek queria estuprá-la. O magistrado Georges Feuvrier, marido de Stéphane, confia sua defesa ao amigo Paul Delorme. Paul, que é apaixonado por Stéphane há anos, começa a receber diversas cartas anônimas e, lentamente, descobre a verdade sobre essa mulher misteriosa. Na tentativa de entender a experiência do prazer feminino, um elemento frequente nos filmes de Brisseau, a busca de Paul Delorme resulta numa descida sexual, cruel e dramática ao lado obscuro de Stéphane.

“Os Excluídos do Bom Deus” (2012).

Fred e Elodie são um jovem casal. Eles têm uma garotinha chamada Séverine e vivem em um bairro popular de Saint-Etienne. Fred é um mecânico que trabalha duro para sustentar a família. Certo dia, ele chega em casa e encontra seu apartamento vazio. Elodie o deixou por um homem rico. Fred decide encontrá-la, compra uma arma, se junta a sua melhor amiga, Sandrine, e assalta a Agência de Correios onde ela trabalha. Os dois fogem e passam a noite em uma escola onde conhecem Maguette, um africano que se diz o “futuro rei” de seu país natal. Perseguidos pela polícia, o trio segue para o sul à procura de Elodie. Dinheiro, poder e injustiça: a luta de classes é onipresente.

Em seu último filme, A Garota de Lugar Nenhum, Brisseau faz o protagonista, um filósofo solitário, que um dia conhece Dora.

Michel, um professor de matemática aposentado, vive sozinho desde que sua esposa faleceu e passa o tempo escrevendo um ensaio sobre as ilusões humanas. Certo dia, Michel se depara com Dora, uma jovem que aparece ferida em sua porta, e a acolhe até que ela se recupere. Sua presença traz algo de novo para a vida de Michel e, aos poucos, o apartamento torna-se um local de acontecimentos misteriosos. No filme, que tem como cenário o próprio apartamento do diretor em Paris, Brisseau, que atua como Michel, constrói sua história em torno da necessidade humana de mitos e ilusões. O destino trágico de Michel e a transcendência se tornam tangíveis.

Filmado em seu próprio apartamento, o que à primeira vista aparenta ser um filme simples, faz do encontro breve de duas pessoas, através do uso de muitos elementos fantásticos e mediúnicos, uma experiência existencial.

É interessante pensar que Brisseau ganhou por este filme o Leopardo de Ouro, no Festival de Locarno de 2012, em um júri que era presidido pelo tailândes Apichatpong Weerasethakul. Os fantasmas do francês Brisseau encontraram ressonância.

E não, o cinema de Jean-Claude Brisseau não são apenas mulheres nuas e sexo, são também, mas são muito mais, em todos os seus filmes há uma busca por uma transcendência, uma inquietação quanto ao sentido da vida. (Daniella Azzi)

FILMES

UM JOGO BRUTAL

O SOM E A FÚRIA

BODA BRANCA

CELINE

O ANJO NEGRO

OS EXCLUÍDOS DO BOM DEUS

COISAS SECRETAS

OS ANJOS EXTERMINADORES

A AVENTURA

A GAROTA DE LUGAR NENHUM

 

Fonte:

http://indiefestival.com.br/2013/sp/mostra.php?cod=3

http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-9179/

http://www.imdb.com/name/nm0109885/

http://www.allocine.fr/personne/fichepersonne_gen_cpersonne=9179.html

http://oglobo.globo.com/cultura/icone-do-cinema-erotico-jean-claude-brisseau-diz-se-sentir-injusticado-na-franca-10009637

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O Pêndulo de Foucault

O texto abaixo foi escrito por Kleber Kilhian no blog O Barícentro da Mente.

Jean Bernard Léon Foucault nasceu no dia 18 de setembro de 1819. Recebeu educação básica em sua própria casa, estudou medicina, mas abandonou-a para dedicar-se à Física.

Em 1840, Foucault contribuiu para o periódico francês Comptes Rendus, descrevendo um regulador eletromagnético para o arco de lâmpada elétrico.

Em 1850, utilizou um eletroscópio para demonstrar a velocidade da luz no ar e na água, comprovando que a velocidade da luz no meio é inversamente proporcional ao seu índice de refração.

A velocidade da luz no vácuo é uma importante constante física representada pela letra c e seu valor no SI é de exatamente 299.792.458 metros por segundo.

Em 1851, comprovou experimentalmente o movimento de rotação da Terra em torno de seu próprio eixo, utilizando-se da oscilação de um longo e pesado pêndulo suspenso no Panthéon, em Paris.

No ano seguinte inventou e construiu o primeiro giroscópio para auxiliar na comprovação de seus experimentos sobre a rotação da Terra.

Em 1857 inventou o polarizador, o qual leva seu nome. Já no ano seguinte desenvolveu um método para dar ao espelho refletor do telescópio, a forma esférica e parabólica para determinar em 1862 a velocidade da luz em 298.000.000 m / s.

Neste mesmo ano, Foucault foi nomeado membro do Bureau dês Longitudese membro oficial honorário da Legião da Honra (Legion of Honour). Em 1864 foi nomeado membro estrangeiro da Sociedade Real de Londres e no ano seguinte tornou-se membro da seção mecânica do instituto. Em 1865 intensificou seus estudo afim de modificar o regulador de Watt para a criação de um novo equipamento que regulasse a luz elétrica.

Em 11 de fevereiro de 1868 faleceu vítima de uma esclerose múltipla rapidamente desenvolvida. Seu corpo foi cremado e sua cripta encontra-se no Cemetière de Montmarte, em Paris.

O Pêndulo de Foucault

Até o ano de 1851, todas as informações a respeito do movimento de rotação da Terra eram obtida através de observações astronômicas, sobre o movimento das estrelas. Uma explicação antiga era que as estrelas estariam “presas” a um esfera que gira sobre a Terra, mas a aceitação de que a Terra não era o centro do universo derrubava esta hipótese.

O experimento de Foucault consiste em uma das maneiras mais simples e elegantes de se provar a rotação da Terra, que até hoje é admirada por sua simplicidade na forma de integração entre o ser humano e a natureza, sendo considerada por muitos físicos como um dos dez mais belos experimentos científicos.

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O pêndulo de Foucault consiste em um dispositivo composto por uma massam suspensa por um fio l, onde seu ponto de apoio é livre para girar.

A princípio, a expectativa era que o pêndulo oscilasse em um movimento retilíneo em um único plano vertical. No entanto, o que foi observado é que a oscilação do pêndulo parecia girar com o tempo, mudando sua direção em relação a esse plano considerado.

Quando o pêndulo é colocado em movimento, pelas Leis de Newton, sua oscilação depende somente da força gravitacional, da tração do fio e da resistência do ar, que faz diminuir a amplitude das oscilações com o passar do tempo. Nenhuma outra força age para explicar a mudança de direção da oscilação do pêndulo. Em Paris, a rotação é medida em cerca de 10° por hora, no sentido horário.

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Para expor sua descoberta, Foucault fez uma apresentação em público, já que descobertas científicas eram de interesse da população como uma atração. Foucault suspendeu na cúpula do Panthéon uma das extremidades de um fio com cerca de 70 metros de comprimento e na outra extremidade colocou uma massa esférica de 30kg. Em repouso, esse sistema ficava posicionado no centro de uma circunferência com 6m de diâmetro, na qual cada grau foi dividido em quatro partes. Após sucessivas oscilações, observou-se que o pêndulo movimentava-se no sentido horário, mudando seu plano de oscilação em cerca de 11°15’ por hora, realizando uma volta em 32 horas. Aplicando as proporções, obtemos:

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Foucault comprovou que o tempo gasto para completar uma volta dependia da latitude do local da experiência. Um pêndulo situado no Polo Norte daria uma volta completa em exatamente 24 horas no sentido horário; já para um pêndulo situado no Polo Sul, uma volta completa se daria também em 24 horas, mas no sentido anti-horário. Já para um pêndulo localizado na linha do Equador, o tempo gasto para completar uma volta seria infinito, ou seja, o pêndula não giraria, mantendo sua trajetória retilínea.

Podemos fazer uma representação matemática da experiência realizada por Foucault, onde θ é a latitude do local em que o experimento foi realizado, R é o raio da Terra e r é o raio da oscilação do pêndulo no plano:

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O período t para o pêndulo realizar uma volta completa em torno de seu eixo de rotação é dado pela razão entre o comprimento da circunferência descrita pelo pêndulo no plano igual a 2π e a variação da velocidade, ou seja:

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onde ω é a velocidade angular da Terra. Desta forma, temos que:

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Nos polos, θ = 90°, e o período de giro completo no plano em que se encontra o pêndulo será de 24 horas, Na linha do Equador, θ = 0°, comprovando matematicamente o que um observador poderá concluir ao fazer o experimento neste local, que o tempo será infinito.

Vejam alguns vídeos que mostram o pêndulo de Foucault em movimento:

O Pêndulo de Foucault (livro)

O Pêndulo de Foucault, originalmente Il pendolo di Foucault, é um romance do filósofo, escritor, semiólogo e linguista italiano Umberto Eco, publicado em 1988.

Um livro de teor cabalístico, cuja trama é desenvolvida de acordo com a estrutura da Árvore das Sephirots – segundo a tradição judaica, as diferentes formas de manifestação do divino ou os diferentes atributos de YHWH – que se divide em dez partes ou sephirots. A teoria da conspiração, construída a partir da simbologia do Pêndulo, suspenso pelo único ponto imóvel, acima do universo móvel, mutável, é o tema principal da obra.

 O título do livro refere-se ao pêndulo projetado pelo físico francês Léon Foucault para demonstrar a rotação da terra.

Na trama, sociedades secretas estão envolvidas em um suposto plano que governaria a humanidade. O texto é rico em informações e idéias, além de conter trechos de livros antigos e raros.

 

Fontes:

Fotos encontradas na net

http://obaricentrodamente.blogspot.com.br/2011/06/o-pendulo-de-foucault.html

http://hasempreumlivro.blogspot.com.br/2006/12/o-pndulo-de-foucault-de-umberto-eco.html

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