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Páscoa em Paris- dicas para comprar os melhores chocolates

Ovos, galinhas, coelhos, ganaches, bombons, tabletes. Não importa. Se a Páscoa é a desculpa que você precisava para se esbaldar nos chocolates  em Paris, pronto,  chegou a hora. Fiz um guia com os lugares que, além de novidades super legais para a ocasião, considero os melhores para comprar chocolates na cidade.

Patisserie Cyril Lignac: para comemorar a data, a criatividade da dupla Cyril Lignac e Benoît Couvrand vai longe. E, conhecendo a qualidade de seu produtos, não tem como não ficar – ou continuar – apaixonada pelo seu trabalho. Se for à patisserie, não se limite aos produtos especiais de Páscoa. Teste os pães e os doces, sobretudo a torta de limão!

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Duo oeufs – casal de ovos de chocolate, para conquistar a criançada, da Patisserie Cyril Lignac

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Le Lapin Gridi, feito de mousse de baunilha e pera caramelizada, pela Patisserie Cyril Lignac

24, Rue Paul Bert – 75011 – 01 43 72 74 88 – metrô Faidherbe Chaligny/linha 8 ou Charonne/linha 9  – ter/dom. – 7/20h.

Patrick Roger: mais do que chocolatier, é um verdadeiro escultor de chocolate e, por isso, a visita a uma de suas lojas é mais do que uma simples gulodice! Dá uma olhada nas suas invenções para a Páscoa… são muito fofas! Tem 5 lojas em Paris (confira os endereços).

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Patrick Roger Páscoa 2013

Pierre Hermé: o patissier criou alguns ovos especiais, como o Galets , que leva chocolate peruano (64%) e pequenas pastilhas de sabores variados (baunilha, caramelo e chocolate). Outra novidade é o ovo Mendiant (66% cacau), com amêndoas, pistaches, gengibre e laranja confite.  Diz se não é de babar?
 Pierre Hermé ouf_mendiant_noir

Henri Le Roux: para a Páscoa, Le Roux preparou sapos, peixes e até ovos de chá verde. Os chocolates de Le Roux são refinados e inesquecíveis. Se passar por lá, prove também a patês de fruits (espécie de geleia, mas um pouco mais dura, vendida em quadradinhos), uma das melhores da cidade.

La Boutique Paris Saint-Germain1 rue de Bourbon le Château – 75006 PARIS

Tél. 01 82 28 49 80

Métro : Saint-Germain des Prés, Mabillon ou Odéon

La Boutique Paris Martyrs

24 rue des Martyrs – 75009 PARIS

Tél. 01 82 28 49 83

Métro : Notre-Dame-de-Lorette ou Le Peletier

Nas lojas você pode degustar chocolates e sua maior especialidade, o caramel au beurre salé (caramelo preparado com manteiga salgada). Foi com sua receita que em 1980 Le Roux ganhou o prêmio de Meilleur bonbon de France no Salon international de la confiserie, em Paris. Em 1981 Le Roux registrou a Marca CBS (Caramel au Beurre Salé).

seg. – 11/19h; ter/sáb. – 11/20h; dom. – 11/18h

A l’Etoile D’Or:  os melhores chocolates da França estão reunidos nesta simpática loja nas redondezas de Pigalle.

A L’etoile d’Or é um lugar onde se encontra uma grande variedade de doces de qualidade. Com certeza, você não pode deixar de visitar.
Tudo o que há de mais precioso em matéria de chocolate francês você encontra nesta pequena loja de chocolates e guloseimas que é cuidada com muito carinho por Denise Acabo.
30 rue Fontaine
75009 Paris

La Maison du Chocolat:  a casa neste ano criou a Saute- mouton, muito fofos! Ah, acho que não é só a criançada que vai querer!

E tem também Coffret  Oeuf

Jean Paul Hevin: entre várias criações, a Corujinha feita em chocolata amargo e ao leite se destaca! É, no mínimo, original, não? Ela tem 170 gramas e custa 33 euros.

POUR PÂQUES JEAN-PAUL HÉVIN JOUE AVEC LES OEUFS

LA CHOUETTE: Coque en chocolat noir, décor en chocolat au lait, cette chouette est garnie de fritures et chocolats fourrés.

OEUF DUR: Oeuf en chocolat noir 68%, garni de fritures et chocolats fourrés de Pâques noir et lait.

OEUF MAILLOT:Oeuf en chocolat noir 68% avec décor maillot et chapeau en chocolat, garni de friture et chocolats fourrés de Pâques Noir et Lait
MARCHER SUR DES OEUFS : Stiletto en chocolat noir 68% posé sur des oeufs en chocolat.
 Marcher sur des œufs
Fontes:
http://aviagemcerta.com.br
http://magiadoirresistivel.blogspot.com.br
http://oguiadeparis.blogspot.com.br

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Museu D’Orsay – Exposição “L’Ange du Bizarre – Le Romantisme Noir de Goya à Max Ernst”

Não perca a exposição L’Ange du Bizarre – Le Romantisme Noir de Goya à Max Ernst – no Museu D’Orsay.

O título – L’Ange du Bizarre – foi inspirado de um conto fantástico de Poe e com esta exposição o  Musée d’Orsay propõe   uma síntese das expressões do romantismo noir (negro) nas artes visuais do século XVIII ao século XX.

Carlos Schwabe, La Mort et le fossoyeur, 1900 © Musée d’Orsay, dist. RMN / Patrice Schmidt

Se ainda hoje o cinema e a literatura se inspiram do “dark fantasy”  com seus vampiros, castelos, feiticeiras e espectros, a exposição nos mostra que a origem desta corrente da arte ocidental se encontra no Século das Luzes.

O romantismo noir se alimentou das inquietudes dos tempos de crise: começou na revolução francesa, continuou com o simbolismo do final do século XIX e foi reativado durante a primeira guerra mundial. Em todos estes momentos o romantismo noir foi uma fuga em direção ao mundo sombrio e irracional. E ao mesmo tempo um espaço de liberdade, de medo e de prazer.

O romantismo noir se alimentou também da Divina Comédia de Dante. As cenas do inferno descritas por Dante foram uma mina para as obras picturais. Aí vemos o canibalismo, o infanticídio  e o sofrimento.

Aliás, o canibalismo é o tema oculto do famoso quadro Radeau de La Méduse de Géricault.

Delacroix se inspira na Divina Comédia  para pintar a Barque de Dante.

Adolphe William BouguereauDante et Virgile aux Enfers, 1850 © Musée d’Orsay

Goya e Géricault nos mostraram as atrocidades e absurdos da guerra e naufrágios. Füssli,  Bouguereau e Delacroix pintaram os corpos e espectros de Dante, Shakespeare e Goethe.

Johann FüssliLe Cauchemar, 1781 © Bridgeman Art Library

Um dos quadros mais marcantes é o Le Cauchemar de Johann Heinrich Füssliemprestado pelo Le Detroit Institut of Arts. O museu americano, no início reticente, liberou a obra quando o Orsay propôs uma troca: La Chambre de Van Gogh contra o Le Cauchemar.

Num universo criado na Inglaterra no fim do século XVIII, com romances e literatura gótica, misteriosas e macabras que fazem grande sucesso na época.

As artes plásticas logo seguem a tendência com gravuras, esculturas e pinturas que chegam ao grotesco, rivalisando com o universos dos escritores. Goya e Géricault retratam as atrocidades das guerras e naufrágios da época, enquanto Fussli e Delacroix retratam fantasmas, bruxas e demonios.

L’Ange du Bizarre –Le Romantismo Noir de Goya  à Max Ernst -  de 5 de março até 9 de junho 2013.

Musée d’Orsay, aberto das 9.30h até às 18h nas terças, quartas, sextas, sábados e domingos. Nas quintas aberto até 21.45h. Fechado todas as segundas e dias 1 de janeiro, 1 de maio e 25 de dezembro.

5 Quai Anatole France  75007 Paris, França
+33 1 40 49 48 14

 

Le Cauchemar de Johann Heinrich Fussli, exposé au musée d’Orsay à Paris dans le cadre de l’exposition L’Ange du bizarre

Un visiteur devant les tableaux La folie de Kate(g) et Les trois sorcieres, de Johann Heinrich Fussli, au musée d’Orsay, lors de l’exposition L’Ange du bizarre

Bouclier avec le visage de Méduse d’Arnold Bocklin, exposé au musée d’Orsay dans le cadre de l’exposition L’Ange du bizarre

Uma exposição de arrepiar, literalmente.

 Le Grnd Dragon rouge et la femme vêtue de soleil – William Blake

Comment expliquer la profusion des spectres, des apparitions maléfiques, entre bêtes et hommes, ou encore la fascination pour ces succubes, belles tentatrices du sommeil, ces sorcières et autres gorgones dans la littérature ou la peinture au siècle raisonné des Lumières ? Cette formidable exposition du musée d’Orsay puise à la source des croyances mythologiques, des contes médiévaux et des odes shakespeariennes, revisitant à merveille les âges du romantisme noir selon trois temps forts : son apparition dans l’époque révolutionnaire et ses suites (1770-1850), sa résurgence dans l’art symboliste (jusqu’en 1900) et son aura dans l’art du cinéma ou du surréalisme. Du Cauchemar (1782) fascinant de Füssli aux sorcières de Goya en passant par la blanche Eve pécheresse du peintre allemand Franz von Stuck et les films de Fritz Lang, la décadence, le kitsch et le morbide planent ici partout. On en est ravi…  Laurent Boudier

C’est l’histoire de…
Ceux qui l’ont vu de leurs propres yeux parlent d’un monde où les ténèbres avaient recouvert toute chose et toute vie. Le mal y régnait en maître et répandait sur la Terre ses créatures moribondes. D’un instant à l’autre, le sol menaçait de s’ouvrir sous nos pieds, laissant s’échapper des centaines de fantômes, vampires et autres monstres. De toutes parts, le noir dominait dans cette nuit où sommeillaient les choses oubliées. Certains s’en étaient accommodés et étaient même allés jusqu’à pactiser avec les sorcières, les chauve souris et les morts-vivants. Cette tourmente infernale leur avait d’ailleurs procuré un étonnant génie créatif. Goya, Füssli, Delacroix, Géricault, Friedrich, Redon, Moreau ou Ernst, tant d’artistes qui acceptèrent la part de lugubre qui sommeillait en eux. Inspirés par les écrits de Dante, Shakespeare, Goethe ou encore Poe et Baudelaire, ils laissèrent s’exprimer dans leurs oeuvres ce monde bizarre et cauchemardesque où le désespoir était monnaie commune. « Romantisme noir », ainsi a-t-on nommé ce pays de l’étrange que le musée d’Orsay a aujourd’hui décidé de reconstituer.
Pourquoi y aller avec des enfants ?
Les monstres ça n’existe pas et il n’y a pas de fantômes dans nos placards, pourtant il règne à Orsay une atmosphère digne des meilleurs films d’épouvante. Films dont certains extraits sont d’ailleurs diffusés sur le parcours de l’exposition. La face cachée maléfique du romantisme, voilà un beau sujet qui devrait plaire à tous ceux qui aiment frissonner. Peintures, dessins, estampes et sculptures de la fin du XVIIe siècle au début du XXe ainsi qu’une douzaine de films datant de l’entre-deux-guerres recréent cet imaginaire né des inquiétudes et noirceurs de l’être humain. On y retrouve des références à de nombreux mythes ainsi qu’à la littérature gothique et au roman noir. Fortement ancré dans les créations artistiques les plus actuelles, l’imaginaire fantastique noir ne date pourtant pas d’hier et les plus grands s’y sont essayés.
Une œuvre à voir avec eux
Dans cette toile de Friedrich, les couleurs froides dominent. La lune est la seule source de lumière, tout le reste est plongé dans des tons bleutés inquiétants. Le ciel est chargé d’une lourde brume et d’épais nuages. Même si l’ensemble de la composition semble plutôt tranquille, pas de monstre ou de démon à l’horizon, l’atmosphère n’est pas sereine. Serait-ce le calme avant la tempête ? Tout ce bleu, presque irréel, laisse présager l’apparition du bizarre, de l’étrange. Les fantômes ne sont pas loin, ce sont peut-être des pirates, ou des créatures marines. Et vous, quel effet vous fait cette toile ? Vous met-elle mal à l’aise ?
Caspar David FriedrichRivages avec la lune cachée par des nuages, 1836 © BPK, Berlin, dist. RMN-Grand Palais / Elke Walford

[Portfolio] L’Ange du bizarre – Le romantisme noir de Goya à Max Ernst

 

A gauche : Jean Delville (1867-1953), L’Idole de la perversité, 1891, Pierre noire sur papier, 81,5 x 48,5 cm, Collection Privée © Droits réservés - A droite : Franz von Stuck (1863-1928), Le Baiser du Sphinx(Der Kuss der Sphinx), après 1895, Fusain, pierre noire et rehauts de blanc sur papier brun clair, 55 x 48,5 cm, Collection particulière © Droits réservés 

A gauche : Paul Hippolyte Delaroche (1797-1856), Louise Vernet, la femme de l’artiste sur son lit de mort, 1846 Huile sur toile, 62,3 x 74,5 cm, Nantes, musée des beaux-arts, inv. 997.3.1.P © RMN-Grand Palais / Gérard Blot / RMN (Musée d’Orsay) / - A droite : Julien Adolphe Duvocelle (1873-1961), Crâne aux yeux exorbités et mains agrippées à un mur, vers 1904, Crayon et fusain sur papier, 36 x 25 cm, Paris, musée d’Orsay, conservé au musée du Louvre, don de Mme Fourier en souvenir de son fils, Jérôme, 1995, RF 44338 recto © Jean-Gilles Berizzi © Droits réservés

A gauche : Adolphe William Bouguereau (1825-1905), Dante et Virgile aux Enfers, 1850, Huile sur toile, 281 x 225 cm Paris, musée d’Orsay, dation, 2010, RF 2010 8 © Musée d’Orsay, dist. RMN/Patrice Schmidt- A droite : Johann Heinrich Füssli (1741-1825), La Folie de Kate(Mad Kate), 1806-1807, Huile sur toile, 91,8 x 71,5 cm, Francfort-sur-le-Main, Frankfurter Goethe-Haus – Freies Deutsches Hochstift, inv.1955-007 © Ursula Edelmann – ARTOTHEK

Johann Heinrich Füssli (1741-1825), Les Trois Sorcières (The Three Witches), 1783, Huile sur toile, 65 x 91,5 cm, Zurich, Kunsthaus Zürich, don du conseil municipal, inv. 2540 © Zurich/Bridgeman Art Library

A gauche : Gabriel von Max (1840-1915), La Femme en blanc (Die weiß Frau), vers 1900, Huile sur toile, 100 x 72 cm, Collection particulière © Droits réservés - A gauche : Carl Friedrich Lessing (1808-1880),Paysage montagneux : ruines dans une gorge (Felsenlandschaft: Schlucht mit Ruinen), 1830, Huile sur toile, 138,2 x 120 cm, Francfort-sur-le-Main, Städel Museum, SG 528 © Städel Museum – ARTOTHEK

Fontes:

http://www.destinoparis.com.br/dorsay-de-goya-a-max-ernst/

http://www.conexaoparis.com.br/2013/03/07/exposicao-no-musee-dorsay-le-romantisme-noir/

http://www.revuedada.fr/f/index.php?sp=zoomagenda&id=261

http://sortir.telerama.fr/evenements/expos/l-ange-du-bizarre-le-romantisme-noir-de-goya-a-max-ernst,105873.php

http://www.femmemag.re/culture/le-romantisme-noir-ses-sorci%C3%A8res-et-ses-fant%C3%B4mes-sortent-de-lombre-au-mus%C3%A9e-dorsay

 

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Karl Lagerfeld e Sua Loja Conceito em Paris

Acaba de inaugurar a primeira loja conceito do famoso estilista da Chanel, Karl Lagerfeld.

Você encontrará toda coleção Prêt à Porter, como acessórios, sapatos e livros de fotografias, uma das paixões do estilista.

O estilista escolheu o 194, Boulevard de Saint Germain no 7eme arrondissement num espaço de 200m2 numa decoracão totalmente em preto e branco.

O espaço de pouco mais de 2.150 metros quadrados é destinado aos produtos assinados pelo designers.

Os itens à venda, todos desenhados/criados pelo estilista, vão de chaveiros à roupas, passando por relógios, bolsas, sapatos, capas de iPad e livros de fotos.

magasin chanel lagerfeld paris

 

boutique mode chanel Paris

Existe até um boneco na linha ‘toy art’ representando o estilista, feito pela marca japonesa Tokidoki.

E é exatamente aí que reside a grande sacada dessa nova empreitada de Karl: agora ele não está só vendendo moda mas também está vendendo a si mesmo e seu status de ícone/personagem pop.

As roupas – super gráficas, algumas clássicas outras rock’n’roll e todas em preto, branco ou cinza, assim como a loja – são totalmente inspiradas nas roupas que o próprio Karl usa no dia-a-dia.

Certos acessórios, como os colarinhos de camisa avulsos e as luvas de couro sem dedos (mitaines) são parte de seu guarda-roupa.

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O logo da marca – o perfil do estilista com seu rabo-de-cavalo e óculos escuros típicos – estampa calças, forros de casacos e capas de iPad.

Como dizem os franceses: il est partout!

 Há um forte investimento no mercado de relógios com mais de 50 modelos disponíveis.

Uma parceria com a Fossil Inc, para a sua marca própria.

Os modelos são de aço inoxidável, couro metálico, tachas e correntes. As peças serão encontradas nas lojas da América do Norte, Europa e Ásia.

Há ainda uma pequena seleção de livros de fotos, todas tiradas por Karl, óbvio.

boutique lagerfeld paris

Nada é caríssimo a ponto de constranger os consumidores normais e o staff é super gentil.

Aliás na loja podemos encontrar as maquiagens da colaborção do Karl com Shu Uemura.

 

 A coleção é composta de 17 itens, entre eles: uma caixa de maquiagem, curvex, cílios postiços, pinceis, batom, paletas de sombras, blush, delineador, baseremovedor de maquiagem, esmaltes…

Como ele mesmo disse “Para mim o 7eme arrodissement é o centro do mundo, não poderia começar se não fosse por lá”

Karl Lagerfeld – 194 boulevard Saint-Germain – 75006 Paris – metrô linha 4 – estação Saint-Germain-des-Prés

 

Karl Lagerfeld ouvre son premier concept store

 

C’est en pleine Fashion Week (évidemment), que Karl Lagerfeld a eu la bonne idée d’ouvrir son premier concept store parisien. Au cœur d’une boutique aussi design que clinquante, le pape de la mode vous invite à découvrir sa griffe éponyme.

 

Le célèbre directeur artistique de Chanel ouvre son concept store à Paris. crédit photo : Karl Lagerfeld.

Le célèbre directeur artistique de Chanel ouvre son concept store à Paris. crédit photo : Karl Lagerfeld.

C’est à Saint-Germain-des-Près (au numéro 194 précisément), que Karl Lagerfeld a décidé d’ouvrir son concept store« Pour moi, le 7ème arrondissement est le centre du monde, je ne voyais pas une boutique ailleurs pour commencer », précise le directeur artistique de Chanel dans son communiqué. A deux pas du siège de la marque et du café de Flore, la shoppeuse parisienne est ainsi invitée à découvrir l’univers de Karl Lagerfeld. Dans cet espace de 200m2 où les codes du noir et du blanc se mélangent avec grâce, on trouve bien entendu la dernière collection de prêt-à-porter signée Lagerfeld, mais pas que. Aux côtés des manteaux, sacs et sneakers compensées, accessoires divers et bouquins intelligents sont à leur place. Roi de la collaboration, Karl Lagerfeld a pensé à tout. Entre les lunettes de soleil et la première ligne de montres du monsieur, les beauty-addictsdécouvriront les produits issus de la collection de make-up que le créateur a concocté pourShu Uemura. Et si le chat de Karl Lagerfeld possède son propre iPad, le concept store se veut lui aussi à la pointe du numérique. Sur les portants ou dans les cabines d’essayage, les écrans tactiles sont partout. L’application Karl’s Booth permet même d’immortaliser son look et de le partager sur les réseaux sociaux. Quant au paiement, inutile de passer à la caisse puisque celui-ci se fait via un terminal mobile ! En 2013, Karl Lagerfeld réussit encore à nous surprendre. Rendez-vous à Saint-Germain-des-Près pour un shopping 2.0.

Le Karl Lagerfeld Store a ouvert ses portes au 194, boulevard Saint-Germain dans le 7ème arrondissement de Paris.

boutique lagerfeld paris

boutique mode chanel Paris

Fontes:

http://www.destinoparis.com.br/karl-lagerfeld-na-rive-doite/

http://www.webluxo.com.br/menu/fashion/12/loja-karl-lagerfeld-paris.htm

http://www.makefor.com.br/fofocas/karl-lagerfeld-paris.html

http://www.conexaoparis.com.br/2013/03/05/nova-loja-de-karl-lagerfeld-em-paris/

http://www.parisbouge.com/place/1896/photos

http://vanessainparis.wordpress.com/


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Le Meurice

Salvador Dalí esteve no hotel Le Meurice, em Paris, pela primeira vez quando conheceu o Conde de Barcelona, no bar do hotel. Apaixonado pelo lugar, ele decidiu passar um mês lá a cada dezembro, isso sem contar numerosas outras ocasiões. Sua suíte chegou a ser transformada em cenário de exposições.

Na rue de Rivoli, em frente aos Jardins de Tuileries, está localizado  este tradicional marco da luxuosa hotelaria parisiense: o Le Meurice. Esse lendário hotel passou, recentemente, por uma renovação na decoração, comandada pelo designer francês Philippe Starck, cuja inspiração foi Salvador Dalí, o famoso pintor surrealista. Esse ilustre hospede costumava ficar no hotel ao menos um mês por ano e tinha até uma suíte reservada para ele.

Na reforma das áreas comuns – lobby, restaurantes e o bar 228 -, a tradicional arquitetura do século 18 foi preservada, sendo que os ambientes, mantendo a elegância, ganharam um visual moderno e sofisticado. O espírito de Dali reina nesses espaços, principalmente, sobre o restaurante homônimo, com uma decoração lúdica e com muitas homenagens ao surrealismo, como os pés da cadeira em forma de sapatos de salto altos e os da mesinha em forma de sapatos masculinos – uma criação de Starck.

Detalhe das cadeiras no restaurante Dali, na entrada do hotel

Cadeira Leda

Aqui talvez esteja a alma do hotel. Do café da manhã ao jantar, passando pelo chá da tarde, o salão não se esvazia hora alguma. Temos a sensação de que o tempo aqui é diferente, corre mais lento. Afinal, correr vai contra o luxo. E, em sua reforma, Philippe Starck conseguiu fazer deste ambiente opulente um espaço que te convida ao ócio.

Philippe e Ara Starck

Revestindo todo o teto do ambiente, tem-se uma gigante tela em estilo renascentista pintada à mão pela talentosa Ara Starck – filha do designer.

Ara Starck poderia ter tido facilidades na carreira por ser filha de Philippe Starck, mas ao contrário disso, arregaçou as mangas e criou um trabalho autoral e múltiplo. Ela é cantora, escritora e artista plástica, e com sua criatividade e bom gosto conseguiu o posto de decorar um teto inteiro do Hotel Le Maurice.

Mas a grande extravagância na decoração foi a tela imensa em forma de tenda que cobre o salão de espera, assinada por Ara. A gente poderia até pensar que foi nepotismo, mas a história engraçada prova que não.

Na época da seleção de pintores para este cargo, Ara mandou seus desenhos com um pseudônimo, para que o pai olhasse sua arte sem saber que era dela, o que impediria que a Ara fizesse o trabalho.

Dias depois seu pai ligou para “o artista misterioso” para dar a noticia da escolha, e a filha atendeu. Phillippe disse na hora: “Filha, foi engano, depois conversamos” e foi preciso que ela ligasse de volta e contasse ao pai que era a artista.

Redecorar o Le Maurice foi tarefa de Phillippe Starck, que na minha opinião, fez um lindo trabalho tendo a ousadia de “não mexer em nada” segundo ele. O designer preservou a estrutura histórica desta joia da hotelaria francesa desde 1835.

A decoração interior foi feita com móveis e objetos desenhados por Starck. Um deles é uma homenagem ao artista Salvador Dali, um abajur com haste de formas surrealistas, inspirado no pintor catalão que se hospedou no hotel durante trinta anos.

A entrada do hotel e o abajur Dali

O restaurante Le Dali é a alma do hotel, é um badalado ponto de encontro. Um lugar para uma leve refeição, um chá da tarde, ou, simplesmente, um drink.

Inspirado no “Salon de la Paix” do Palácio de Versailles, o principal restaurante do hotel – o Le Meurice - ganhou um ar contemporâneo, com a predominância do branco e prateado, porém conservando o seu estilo clássico. É pilotado pelo chef Yannick Alléno, que, recentemente, entrou para o circulo dos melhores chefs do mundo, tendo conquistado a terceira estrela no Guia Michelin.

Aqui, temos a sensação de estarmos na palácio de Versailles. Apesar de ter sido todo reformado por Philippe Starck, o salão manteve intacta a alma francesa: lustres de cristal, grandes cortinas nas janelas que dão para os Jardins des Tuileries, lareira, painéis pintados nos tetos e paredes. O salão fica aberto para café da manhã. Ou seja, o dia já começa dourado. E – elistismo máximo – o restaurante fecha aos sábados e domingos para almoço e jantar.

Ao lado do chef Yannick Alléno e de Franka Holtmann, diretora geral do Le Meurice, de Paris, o designer Philippe Starck

Restaurant le Meurice 

Les délices des saveurs donnent la réplique au plaisir des yeux. Inspirée du Salon de la Paix du Château de Versailles, la décoration du restaurant le Meurice, revisitée par Philippe Starck en décembre 2007, est une invitation à un ravissement unique. Une fois la majestueuse porte de verre et de dorures franchie, les miroirs anciens rivalisent de splendeur avec les lustres de cristal, les bronzes, les marbres et autres fresques. L’élégance romantique est à son comble aux abords des larges fenêtres, qui offrent une vue imprenable sur le Jardin des Tuileries. Dans ce décor raffiné empreint de pureté, l’argent, le blanc et la lumière naturelle confèrent au lieu une harmonie inégalée.

Code vestimentaire: Nous recommandons une tenue correcte. Veste obligatoire au dîner.

Ouvert du lundi au vendredi
Déjeuner     12h30 – 14h00
Dîner             19h30 - 22h00

Petit-déjeuner de 7h00 à 10h30 la semaine /  de 7h00 à 11h30 le week-end

 Pour réserver, vous pouvez nous contacter au 01 44 58 10 55.

Que tal um tea time no lendário hotel Le Meurice?

Todos os dias das 16h às 18h

O chá da tarde é delicioso: vários tipos de chocolate quente, de chá, de café e uma variedade enorme de pâtisserie, bolos, sanduíches e tortas (doces e salgadas). Tudo isso poderá ser acompanhado de champagne…
Veja a carta e os menus propostos clicando aqui.

Le Meurice par Yannick Alléno

Tem ainda o bar 288, mais intimista, mais sóbrio, sem tanto brilho. Mas igualmente luxuoso.

Bar 228, do Hotel Le Meurice

Em geral, os hóspedes do Le Meurice são discretos. Apesar de vermos mulheres chegando dependuradas em sacolas de marcas de luxo, há pouca ostentação.

Nos 160 apartamentos, incluindo 45 suítes, também foi preservada a decoração clássica, em perfeita harmonia com a renovação das áreas comuns do hotel. O Le Meurice é membro do Dorchester Collection que inclui o The Dorchester em Londres, o The Beverly Hills em Los Angeles, Plaza Athénée em Paris e o Príncipe de Savoia em Milão.

Pela manhã, seu jornal escolhido está na porta.

Tudo é pensado para você se sentir único, confortável, importante.

Além disso, as suítes presidenciais, nas quais Dali sempre se hospedava no hotel, acabam de ser reformadas por Charles Jouffre.

O Hotel Le Meurice, em Paris, ganhou novas suítes decoradas pelo renomado designer Charles Jouffre. Os quartos, que mesmo após a renovação continuam com características que evocam a cultura parisiense, conta com itens de mobiliário excepcionais, como a mesa Luís XVI com enfeites de porcelana ou um magnífico armário do século XVIII, meticulosamente decorados no atelier de Charles Jouffre. Um conjunto de poltronas com encosto reto, poltronas de costas curvadas  estilo Louis XV, e várias cadeiras laterais Louis XVI, algumas folhadas em ouro, foram conservadas e são essenciais para a manter a atmosfera histórica.

Charles Jouffre – designer de interiores cujo currículo inclui as cortinas e tapeçarias do Grand Foyer da Ópera Garnier – foi convidado a criar uma nova atmosfera para os quartos de número 101 a 107 do 1º andar do hotel . Juntas, elas passam a formar um espaçoso apartamento presidencial, com 425 m² decorados no melhor estilo francês do século dezoito, com alguns twists contemporâneos.

Os quartos acabaram de ficar prontos, decorados com um ar luxuoso de uma casa do século XVIII. A diária em uma suíte presidencial custa a partir de € 6.630.

 E além disso tudo a vista é maravilhosa…

THE DALI EXPERIENCE

 Para os fãs do artista, o hotel oferece ainda a “Experiência Dalí”, que inclui hospedagem e café da manhã americano, dois ingressos para a exposição de Dalí no Centro Pompidou (um dia), dois coquetéis Gala & Dalí no Bar 228 do hotel, uma fragrância Dalí (por pessoa) e acesso grátis à sauna e ao hammam & fitness Center (excluindo tratamentos). As diárias custam a partir de 840 euros em um Superior Room (válido até 24 de março 2013).

Immergez-vous dans l’univers de Dalí dans l’hôtel qu’il aimait tant. Vous profiterez d’entrées pour l’exposition Dalí au centre Pompidou puis vous dégusterez de délicieux cocktails au Bar. Pour éveiller vos sens, nous serons ravis de vous offrir le parfum Dalí et un livre racontant l’histoire de l’artiste au Meurice. Le must absolu pour les inconditionnels de Dalí. 

The Dali experience comprend : 

  • Hébergement et Petit déjeuner américain
  • Deux tickets pour l’exposition Dalí (pour un jour)
  • Deux cocktails Gala & Dalí au Bar 228
  • Un livre Meurice avec l’histoire de Dalí au Meurice
  • Un parfum Dalí par personne
  • Accès au sauna, hammam et salle de fitness (à l’exclusion des soins)

Spa Valmont pour Le Meurice 

Acompanhando a revitalização do hotel, a marca suíça de cosméticos Valmont foi eleita para administrar o spa. Esse é o único spa Valmont, na capital francesa

 

Le Meurice accueil un tout nouveau Spa lumineux et aérien, où vous pourrez vous relaxer dans un décor moderne, signé par Charles Jouffre.

La Spa Valmont utilise les meilleurs produits suisses anti-âges pour la peau – les produits Valmont. Combinaison des dernières innovations en termes de produit pour la peau avec des ingrédients naturels, nous offrons des traitements efficaces comme le Soin pour Visage Vitalité des Glaciers, ou pour en terminer avec les poches sous les yeux, le Soin Contour des Yeux en exclusivité au Meurice. Pour donner une cure de Jouvence à votre corps, choisissez entre une sélection de massages dont le massage exclusif « Meurice ».

Continuez de vous relaxer en vous allongeant sur les transats de la terrasse ensoleillée du Spa, où vous pourrez profiter d’en-cas sains tels que des salades ou des sandwiches légers, suivi de fruits frais. Après vos soins, vous pourrez aussi simplement vous rafraichir en sirotant un jus fraichement pressé.

Pour être sûre que vous repartirez avec un teint parfait, après vos soins, prenez rendez-vous avec un de nos experts en maquillage. Il vous aidera à découvrir le maquillage « By Terry » qui vous va le mieux, comme le « Baume de Rose », un véritable must-have.

Le Spa Valmont est ouvert tous les jours de 8h a 22h. Les soins sont disponibles de 10h a 20h.

Hotel Le Meurice

228 rue de Rivoli | 75001 Paris

Tel.:  +33 1 44 58 10 10

Fontes:

www.lemeurice.com

http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/posts/2013/03/10/experiencia-dali-no-le-meurice-489023.asp

http://revista.vogue.globo.com/lifestyle/viagem/hotel-parisiense-le-meurice-tem-suites-redecoradas-por-charles-jouffre/

http://materias.wishreport.com.br/?p=13931

http://www.valor.com.br/cultura/blue-chip/2860898/palacio-repaginado

http://www.revistahotelnews.com.br

http://dicasparisemfoco.blogspot.com.br

http://www.conexaoparis.com.br

http://goretecolaco.com/heranca-artistica-ara-starck-a-filha-do-renomado-designer-philippe-starck/

 

 

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Cinemateca Brasileira – obras referenciais do cinema francês, na Festa Internacional da Francofonia

FESTA  INTERNACIONAL DA FRANCOFONIA
19 de março a 04 de abril

A Bela e a Fera

A Cinemateca Brasileira participa da terceira edição da FESTA INTERNACIONAL DA FRANCOFONIA. Iniciativa dos Consulados Gerais da França, Canadá, Bélgica e Suíça, do Escritório de Québec em São Paulo, e da Aliança Francesa, o evento celebra a língua e a cultura francesas, promovendo uma série de atividades culturais pela cidade.A festa é mais uma oportunidade para que a Cinemateca, em parceria com a Embaixada da França, apresente ao público uma seleção de obras referenciais do cinema francês. Com curadoria da instituição, a mostra divide-se em dois programas. Composto por produções das décadas de 1940 e 1980, o primeiro reúne títulos clássicos e nomes de peso –
A Bela e a Fera (1946), obra-prima de Jean Cocteau, marcante pela riqueza plástica de sua fotografia e pelo clima surrealista, French cancan (1954), comédia musical de Jean Renoir ambientada na Belle Époque parisiense, com a participação de Édith Piaf, Acossado (1959), de Jean-Luc Godard, um dos marcos inaugurais da nouvelle vague, e O dinheiro (1983), último filme do mestre Robert Bresson, premiado no festival de Cannes. Completam o programa produções menos vistas como A guerra dos botões (1962), de Yves Robert, drama sobre um grupo de meninos que vive numa região rural da França, prêmio Jean Vigo de 1962. O segundo bloco reúne obras do cineasta Raymond Depardon. Nascido em 1942, Depardon é um dos principais nomes do moderno documentário francês. Herdeiro da tradição do chamado “cinema direto”, também se consagrou por seu trabalho como fotógrafo. Serão exibidos, dentre outros títulos de sua filmografia, 1974, um presidente em campanha (1975), registro cômico da campanha do candidato Valéry Giscard d’Estaing à presidência da França nos anos 1970, proibido pelas autoridades francesas assim que ele foi eleito, e as duas partes da trilogia de Depardon dedicada ao mundo rural francês – Perfis camponeses: a aproximação (2001), e Perfis camponeses: o cotidiano (2005) – trilogia completada  em 2008, com La vie moderne.Todos os filmes serão exibidos em cópias 35mm.
Confira a programação completa da FESTA
CINEMATECA BRASILEIRA
Largo Senador Raul Cardoso, 207
próxima ao Metrô Vila Mariana
Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)
www.cinemateca.gov.br
Ingressos: R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada)
Maiores de 60 anos e estudantes do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas têm direito à entrada gratuita mediante a apresentação de documento.

PROGRAMAÇÃO

22.03 | SEXTA
SALA CINEMATECA BNDES
18h30 1974, UM PRESIDENTE EM CAMPANHA
23.03 | SÁBADO
SALA CINEMATECA PETROBRAS
19h00 A BELA E A FERA
21h00 O DINHEIRO
24.03 | DOMINGO 
SALA CINEMATECA PETROBRAS

16h30 PERFIS CAMPONESES: A APROXIMAÇÃO
18h30 ALGUMA NOVIDADE EM GARET | PERFIS CAMPONESES: O COTIDIANO

26.03 | TERÇA

SALA CINEMATECA BNDES
19h00  A GUERRA DOS BOTÕES 
21h00 O DINHEIRO

27.03 | QUARTA

SALA CINEMATECA BNDES
19h00 ACOSSADO
21h00 FRENCH CANCAN

28.03 | QUINTA

SALA CINEMATECA BNDES
19h00 PERFIS CAMPONESES: A APROXIMAÇÃO
21h00 ALGUMA NOVIDADE EM GARET | PERFIS CAMPONESES: O COTIDIANO

29.03 | SEXTA

SALA CINEMATECA BNDES
17h00  FRENCH CANCAN
19h00 A BELA E A FERA
21h00 A GUERRA DOS BOTÕES

30.03 | SÁBADO

SALA CINEMATECA BNDES
19h00 O DINHEIRO
21h00 1974, UM PRESIDENTE EM CAMPANHA

31.03 | DOMINGO

SALA CINEMATECA BNDES
16h30 ACOSSADO
18h30 PRESOS EM FLAGRANTES
20h30 INSTANTES DE AUDIÊNCIA

02.04 | TERÇA

SALA CINEMATECA PETROBRAS
20h00 1974, UM PRESIDENTE EM CAMPANHA

03.04 | QUARTA

SALA CINEMATECA PETROBRAS
19h00 PERFIS CAMPONESES: A APROXIMAÇÃO
21h00 ALGUMA NOVIDADE EM GARET | PERFIS CAMPONESES: O COTIDIANO

04.04 | QUINTA

SALA CINEMATECA PETROBRAS
19h00 PRESOS EM FLAGRANTES
21h00 INSTANTES DE AUDIÊNCIA

FICHAS TÉCNICAS E SINOPSES

CLÁSSICOS DO CINEMA FRANCÊS

Acossado (À Bout de souffle), de Jean-Luc Godard

França, 1946, 35mm, pb, 96′ | Legendas em português

Jean-Paul Belmondo, Jean Seberg, Daniel Boulanger, Jean-Pierre Melville

qui 21 19h00 | qua 27 19h00 | dom 31 16h30

 

 

 

 

 

 

 

 

Após roubar um carro, bandido ruma para Paris e, durante a fuga, acaba matando um policial. Na cidade, encontra uma jovem americana por quem se apaixona. Primeiro longa-metragem de Jean-Luc Godard, com roteiro de François Truffaut,Acossado é um dos marcos da Nouvelle Vague.

A Bela e a Fera (La belle et la bête), de Jean Cocteau

França, 1946, 35mm, pb, 96′ | Legendas em português

Jean Marais, Josette Day, Mila Parély, Nane Germon

livre
ter 19 21h00 | sáb 23 19h00 | sex 29 19h00

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Perdido numa floresta, mercador invade um castelo e colhe uma rosa de seu jardim, a fim de presentear uma de suas filhas. No entanto, é surpreendido pelo dono do lugar, uma figura bestial, misto de monstro e ser humano, que o condena à morte. O velho só poderá escapar de seu destino se entregar à Fera uma de suas rebentas. Tripudiada pelas irmãs, a doce Bela se dispõe ao sacrifício, em troca da vida do pai. Passa a morar no castelo e, aos poucos, descobre a verdadeira natureza da Fera. Uma das mais belas adaptações para o homônimo conto de fadas escrito no século XVIII (outra célebre versão foi realizada pelos Estúdios Disney nos anos 1990). Obra-prima de Jean Cocteau, marcante pela riqueza plástica de suas imagens e pela poesia.

O dinheiro (L’argent), de Robert Bresson

 

França/Suíça, 1983, 35mm, cor, 85′ | Legendas em português

Christian Patey, Vincent Risterucci, Caroline Lang, Sylvie Van den Elsen
Nota falsa de 500 francos é cinicamente passada de pessoa para pessoa, até cair nas mãos de um jovem, que não sabe da falcatrua. O episódio terá trágicas consequências na sua vida. Inspirado em conto de Tolstói, O dinheiro é o último filme do mestre Robert Bresson. Considerada uma de suas obras-primas, recebeu o Prêmio de Melhor direção no Festival de Cannes de 1983. Com seu rigor formal característico, Bresson realiza um fascinante drama moral sobre a reificação das relações humanas no mundo contemporâneo.
não indicado para menores de 14 anos
sáb 23 21h00 | ter 26 21h00 | sáb 30 19h00

French cancan, de Jean Renoir

França/Itália, 1954, 35mm, cor, 102′ | Legendas em português | Exibição em 16mm
Jean Gabin, Françoise Arnoul, María Félix, Michel Piccoli
Na Paris do século XIX, proprietário de uma sala de espetáculos em Montmartre sofre com a decadência de seu negócio, cuja maior atração é uma dançarina do ventre, de quem ele é amante. Certo dia, descobre que o cancan é um gênero ainda festejado e decide apostar num novo espetáculo musical. Conhece então uma bela lavadeira, que tem o dom natural da dança. Depois de passar 11 anos longe da França, rodando filmes na América e na Índia, Renoir retorna à sua terra natal para realizar esta deliciosa comédia musical, uma de suas obras mais populares. Livremente inspirado na biografia de Charles Zidler, um dos fundadores do famoso cabaré Moulin Rouge, o filme conta com a participação da cantora Édith Piaf no papel de uma vedete.
não indicado para menores de 14 anos
ter 19 19h00 | qua 27 21h00 | sex 29 17h00

A guerra dos botões (La guerre des boutons), de Yves Robert

França, 1962, 35mm, pb, 90′ | Legendas em português

Jacques Dufilho, Yvette Etiévant, Michel Galabru, Michèle Méritz

não indicado para menores de 14 anos

qui 21 21h00 | ter 26 19h00 | sex 29 21h00


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na zona rural da França, a volta às aulas desencadeia, a cada ano, a hostilidade entre alunos de dois vilarejos. O que está em jogo na guerra: botões, cintos, suspensórios e cadarços de tênis. Baseado no romance homônimo de Louis Pergaud, o filme integra a galeria de obras-primas do cinema francês que tratam da infância, como Zero de conduta, de Jean Vigo, Os incompreendidos e Na idade da inocência, de Truffaut. Neste libelo pacifista, Yves Robert conduz com maestria seu elenco de meninos. Além desta versão, o livro de Pergaud recebeu três outras adaptações, a mais recente de 2011. Prêmio Jean Vigo de 1962.

RAYMOND DEPARDON

1974, um presidente em campanha (1974, une partie de campagne), de Raymond Depardon

França, 1975, 35mm, cor, 90′ | Legendas em português


O documentário registra a campanha do candidato que acabaria eleito presidente da França, Valéry Giscard d’Estaing. Uma vez eleito, o presidente se opôs à difusão do filme, motivo pelo qual este, que deveria ser o primeiro longa de Depardon, só chegou ao público em 2002.
não indicado para menores de 14 anos
sex 22 18h30 | sáb 30 21h00 | ter 02.04 20h00

Alguma novidade em Garet (Quoi de neuf au Garet), de Raymond Depardon

França, 2005, 35mm, cor, 10′ | Legendas em português

A fazenda do Garet está à venda. Dois irmãos, Raymond e Jean Depardon, conversam sobre o passado e o futuro da propriedade.
não indicado para menores de 14 anos
dom 24 18h30 | qui 28 21h00 | qua 03.04 21h00

Instantes de audiência (10e chambre – Instants d’audience), de Raymond Depardon

França, 2004, 35mm, cor, 105′ | Legendas em português

 

De maio a julho de 2003, Depardon e sua equipe acompanharam as audiências da 10a Câmara Correcional de Paris. O filme é um testemunho sobre o funcionamento da máquina judiciária francesa e é tecido a partir de 12 casos de homens e mulheres que um dia se encontram face a face com a justiça.

 

não indicado para menores de 14 anos
qua 20 21h00 | dom 31 20h30 | qui 04.04 21h00

 

 

 

 

 

 

Perfis camponeses: a aproximação (Profils paysans: l’approche), de Raymond Depardon


França, 2001, 35mm, cor, 88′ | Legendas em português
Primeira parte de uma trilogia de Depardon dedicada ao mundo rural francês. Neste documentário, o diretor traça um perfil dos camponeses, uma classe esquecida, que só é lembrada, nos dias de hoje, quando catástrofes climáticas ou epidemias colocam-na sob o foco dos noticiários.
não indicado para menores de 14 anos
dom 24 16h30 | qui 28 19h00 | qua 03.04 19h00

Perfis camponeses: o cotidiano (Profils paysans: le quotidien), de Raymond Depardon


França, 2005, 35mm, cor, 83′ | Legendas em português
Depardon mostra as diferentes gerações que ocupam o campo, como os jovens que se instalam em fazendas. Também aborda os problemas da herança e da transmissão de patrimônio. Segunda parte da trilogia dedicada ao mundo rural francês. A última parte da trilogia, La vie moderne, foi lançada em 2008.
não indicado para menores de 14 anos
dom 24 18h30 | qui 28 21h00 | qua 03.04 21h00

Presos em flagrantes (Délits flagrants), de Raymond Depardon


França, 1994, 35mm, cor, 109’ | Legendas em português
Depardon acompanha o processo pelo qual passam os suspeitos pegos em flagrante, da sua chegada à delegacia até o primeiro contato com os advogados. Revelam-se uma série de procedimentos que, geralmente, acontecem por trás das portas fechadas.
não indicado para menores de 14 anos
qua 20 19h00 | dom 31 18h30  | qui 04.04 19h00

Fonte:

http://www.cinemateca.gov.br/programacao.php?id=291

http://www.cinefrance.com.br/acervo/colecoes/retrospectiva-raymond-depardon

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Festa da Francofonia traz artistas de diversos países para as unidades do Sesc

Amadou & Mariam

Festa Internacional da Francofonia 2013 mostra a cultura unificada pelo idioma francês e apresenta atrações da Bélgica, França, Mali, Quebec/Canadá e Suíça em diversas unidades do Sesc.

Entre os dias 13 e 31 de março, as cidades de São Paulo, Bauru, Campinas, Ribeirão Preto e São José dos Campos recebem uma série de atrações nacionais e internacionais para celebrar a francofonia, movimento mundial que tem o francês como ponto comum. Em 2013, o festival conta com artistas da França, Mali e Quebec/Canadá, como Amadou & Mariam, David Giguère, Julie Vincent, Lise e Mademoiselle K.

O objetivo, com a programação de música, cinema, teatro, mostra fotográfica e ateliê de contos, é atrair não só os amantes da língua francesa, mas aproximar novos interessados no idioma e na cultura. O Dia Internacional da Francofonia é celebrado em 20 de março em diversos países do mundo.

O evento é uma realização do Sesc, Consulado da Bélgica + WBI, Consulado da França, Consulado da Suíça, Consulado do Canadá, Escritório do Governo de Québec em São Paulo, Aliança Francesa de São Paulo, Bureau Export com apoio do Consulado do Líbano, ABA, APFESP, AUF Agência Universitária da Francofonia, Cinefrance, Colégio Santa Cruz, InstitutFrançais, Livraria Francesa, Lycée Pasteur, Reserva Cultural e Universidade Mackenzie.

 

Afro-blues de Mali


Amadou & Mariam, casal de músicos do Mali, cantam e mesclam ritmos tradicionais africanos com guitarra de blues. Eles se apresentam pela primeira vez em São Paulo, nos dias 21 e 22 de março no SESC Pompeia, e já possuem uma longa experiência internacional. Tocaram nas cerimônias de abertura das duas últimas Copas do Mundo, fizeram um show em homenagem ao presidente americano, Barack Obama, durante a entrega do Prêmio Nobel da Paz, e fizeram turnês com as bandas U2 e Coldplay.

Os artistas se conheceram em 1977 no Instituto para Jovens Cegos de Bamako e em 1983 decidiram trabalhar juntos, compondo canções com influência de Jimi Hendrix, Eric Clapton e Pink Floyd. Lançaram o primeiro disco em 1998 e hoje já possuem sete álbuns, inclusive um deles, Dimanche à Bamako produzido pelo músico Manu Chao. O último lançamento da dupla foi o disco “Folila”, em 2012.
Pianista francesa

Lise é mais uma artista internacional que passará pela primeira vez ao Brasil, dia 22 de março, no SESC Vila Mariana. A jovem toca piano desde os 5 anos e, hoje, também canta e compõe suas próprias músicas. As canções misturam Brahms com The Smiths ou até Bach com The Family Stone e são inspiradas no repertório da música popular francesa. O lançamento do primeiro álbum foi em 2011 pela Cinq7 e, após isso, a pianista já se apresentou mais de 80 vezes pela França e fez uma turnê pela Europa.

Teatro


Mais uma atração internacional compõe o festival francófono de 2013, com a vinda da atriz de Quebec, Julie Vincent, da Companhia Singulier Pluriel. Ela interpreta Jocasta, mãe de Édipo, personagens clássicos da mitologia grega.

A história de Jocasta, da mitologia grega, filha de Menocenes, mulher de Laio (rei de Tebas) e mãe de Édipo, será contada em formato de monólogo. O mito da mãe que se casa com o próprio filho será interpretado pela atriz canadense. A adaptação é da dramaturga uruguaia Mariana Percovich, com tradução de Guy Lavigerie e direção de Julie Vincent e Yves Dagenais.
A peça acontece dias 22 e 23 de março no Teatro Aliança Francesa em São Paulo, e no dia 26 de março no SESC Campinas, e será narrada em francês com legendas em português.

A apresentação será às 20 horas. Os espectadores devem retirar os ingressos na bilheteria do teatro um hora antes do início.

JOCASTA Dias 22 23/3, sex. e sáb. Teatro Aliança Francesa: R. General Jardim, 182, Vila Buarque . Classificação 12 anos. Com legendas. Ingressos: R$ 10 a R$ 30.  

 

Mostra fotográfica e debate

Mostra exibe fotos dos ganhadores do Prêmio Pierre Verger

Com o objetivo de aproximar interessados no idioma e na cultura francesa, a Aliança Francesa de São Paulo e a Associação Brasileira de Antropologia (ABA) promovem, de 20 de março a 30 deabril, das 9h às 21h, a exposição de ensaios fotográficos dos ganhadores do Prêmio Pierre Verger de Fotografia. A mostra fica em cartaz na Galeria Imago, que fica localizado no Bairro dos Jardins, em São Paulo.

A abertura do evento,aconteceu no dia 19 de março às 19h, contou com a conferência Antropologia e Fotografia: Ver e Entender, com o professor de fotografia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e coordenador da pós-graduação em fotografia e imagem do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro/Universidade Cândido Mendes, Johannes Andreas Valentin. A exposição faz parte da programação da Festa Internacional da Francofonia de 2013, que acontece de 13 a 31 de março.

O prêmio homenageia Pierre Verger, que nasceu em Paris em 1902 e viajou o mundo fazendo fotografias. Na década de 40, Verger chegou a morar em Salvador (BA) e na África, onde se tornou também pesquisador. O prêmio que leva seu nome surgiu em 1996 apenas para vídeo etnográfico. Em 2002, foi ampliado para fotografias de antropólogos realizadas durante pesquisas.

 

Pierre Verger foi fotógrafo e etnólogo autodidata franco-brasileiro.

Galeria Imago – Aliança Francesa (Rua Ministro Rocha Azevedo, 419, Jardins – São Paulo)

Gratuito

Exposição Prêmio Pierre Verger de Fotografia

De 20 de março a 30 de abril, das 9h às 21h / sábados das 9h às 12h

Concurso

“Les 10 mots de la Francophonie” é um concurso cultural criado em torno das dez palavras francófonas: atelier, bouquet, cachet, coup de foudre, équipe, proteger, savoir-faire, unique, vis-a-vis e voilà. Os termos foram escolhidos por serem frequentemente emprestados do francês a outras línguas, inclusive ao português. Os prêmios são uma viagem, uma bolsa de estudo, livros, vale presentes entre outros. Para participar, os interessados podem acessar o site www.aliancafrancesa.com.br/francophonie.

 

Fonte:

http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas/subindex.cfm?Paramend=1&IDCategoria=7979

http://epocasaopaulo.globo.com/cultura/teatro-alianca-francesa-inicia-temporada-de-espetaculos-em-frances/

http://www.guiadasemana.com.br/sao-paulo/turismo/centros-culturais/galeria-imago-alianca-francesa

http://www.leiaja.com/cultura/2013/mostra-exibe-fotos-dos-ganhadores-do-premio-pierre-verger

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Festa da Francofonia – São Paulo

Dia 20 de março é o dia internacional da francofonia… Francofonia, pra quem não sabe, em resumo é o “coletivo” das regiões e pessoas que falam a língua francesa. Anualmente a data é marcada por celebrações por todos os cantos…

Preparei o post pra quem estiver interessado em atividades culturais diferentes nos próximos dias… A Organização Internacional da Francofonia juntamente com consulados da França, Bélgica, Canadá e Suíça preparou uma programação especial para difundir a cultura francofônica.

Promovida pela Organização Internacional da Francofonia e, no Brasil, por uma parceria entre consulados e instituições culturais tanto brasileiras como de países de língua francesa, a Festa da Francofonia tem por objetivo difundir através de atividades artísticas e culturais valores como liberdade, solidariedade, democracia, direitos individuais e diversidade cultural.

Em São Paulo:

- Do dia 21/03 até o dia 31/03, onze filmes francofônicos serão exibidos no CineSESC (R. Augusta, 2075), dentre eles, 8 inéditos.  Programação

 Filmes:

38 Testemunhas  - Dia(s) 22/03, 26/03 Sexta, às 21h. Terça, às 19h.

38 Témoins. Direção: Lucas Belvaux, França, 2012, 104min. Livre.
Ao voltar para casa, depois de uma viagem de negócios à China, Louise descobre que sua rua foi cenário de um crime aparentemente sem testemunhas. Com o passar dos dias, ela descobre que 38 pessoas viram ou ouviram alguma coisa relacionada ao crime. Entre elas, está seu marido Pierre.
 A Culpa é do Rosseau - De 22/03 a 31/03. Todos os dias, antes das sessões da Festa Internacional da Francofonia.
Durante o Festival de Cinema da Francofonia, as sessões serão abertas com uma programação especial de curtas-metragens da série A Culpa é do Rousseau (La Faute à Rousseau). A série lançada em 2012 é uma homenagem aos 300 anos de nascimento do filósofo e escritor nascido na Suíça, Jean-Jacques Rousseau, autor do clássico O Contrato Social. Os 18 curtas-metragens que serão exibidos são de autoria de cineastas consagrados aliados a jovens realizadores e estudantes de cinema de diversos países. O projeto é fruto de uma parceria entre a Escola Superior de Artes e Design de Genebra (Suíça), Rita Produções (Suíça) e da Rádio e Televisão Suíça (RTS), em colaboração com diversas escolas de cinema no mundo, e chegou ao Brasil com o apoio do Consulado Geral da Suíça em São Paulo. Curtas do programa: Turquoise (Léa Ornella Chemouni / Líbano, 4´18″), L´homme est-il bon? (Basil da Cunha / Suíça, 6´08″), Émile! (Maria Gans / Suíça, 3´04″), Dissonance (Nalia Giovanoli / Suíça, 4’54″), Vol au Panthéon (Maryan Goormaghtigh / Suíça, Bélgica, 6´53″), Chez Nous (Damien Gubler / Suíça, 5’20″), Nos rêves vous cauchemars (Nader T. Homayoun / Irã, 6´14″), Déposer les enfants (Bettina Oberli e Antoine Jaccoud / Suíça, 10’49″), C´est à dire (Élodie Pong / Suíça, 3´42″), Rousseau chez Alain Tanner (Alain Tanner / Suíça, 4´29″), Le Bilboquet (Noël Tortajada / Suíça, 4´23″), Le Cul Bordé de Haies (Nicolas-Alexandre Tremblay / Canadá, 4’23″), Contrôle Social (Nicolas Wadimoff / Suíça, 6’27″), Saxifragues (Séverine Barde / Suíça, 4’21″), Terrain Vague (Bruno Cellier / França, 4’48″), Saudade (Fabiana de Barros e Michel Favre / Suíça, 5’02″), Le Nettoyeur (Morena Henke / Suíça, 4’58″), Chemin Faisant (Georges Schwizgebel / Suíça, 4’14″).
 Operação Liberdade - Dia(s) 22/03, 24/03 Sexta, às 19h. Domingo, às 21h.

Operation Libertad. Direção: Nicolas Wadimoff, França/Suíça, 2012, 90min. Livre.

Em 1978, membros de um pequeno grupo revolucionário invadem um banco suíço. Eles filmam toda a ação para provar a conexão entre o sistema financeiro suíço e os ditadores da época. Trinta anos depois, as fitas da Operação Libertad ressurgem.

 A Feiticeira da Guerra - Dia(s) 23/03, 26/03 - Sábado, às 19h. Terça, às 21h.
Rebelle. Direção: Kin Nguyen (Quebéc), Quebéc-Canadá, 2012, 90min. 18 anos.
Depois de ter sua vila queimada por rebeldes e seus pais assassinados numa guerra civil na África, a menina Kemona é levada para a floresta para lutar como uma criança-soldado.
 O Guarda-Chuva de Beatocello -Dia(s) 23/03, 28/03 Sábado, às 23h. Quinta, às 19h.
L’Ombrello di Beatocello. Direção: Direção George Gachot. Suíça, 2012, 83 min, digital, documentário, 12 anos.
Desde 1996 o diretor acompanha a história do médico e violoncelista suíço Beat Richner e de seus pacientes em hospitais no Camboja. O filme retorna às origens de sua inspiração até a consolidação da construção de hospitais na terra do Khmer, por Richner idealizada.

 Perder a Razão - Dia(s) 23/03, 31/03 Sábado e domingo, às 21h.
Á Perdre La Raison. Direção: Joachim Lafosse, Bélgica/Luxemburgo/França/Suíça, 2012, 114min. Livre.
Murielle e Mounir são apaixonados um pelo outro. Desde jovem, Mounir vive com Pinget, médico que lhe proporciona uma vida confortável. Quando Mounir e Murielle decidem casar e ter filhos, a dependência do casal sobre o médico passa dos limites. A generosidade sem limites de Pinget se transforma em uma demonstração de poder. Murielle se vê presa num clima emocional doentio que conduz a família a um desfecho trágico.
 

Na Ponta dos Pés - Dia(s) 24/03, 27/03 Domingo, às 19h. Quarta, às 21h
A pas de loup. Direção: Oliver Ringer, França/Bélgica, 2011.77min.
Em um mundo não muito distante e num tempo não tão distante vive uma menina de 6 anos que, como tantas outras, acredita ser invisível para os seus pais. Para ter essa certeza, ela resolve desparecer. O que poderia acabar mal se transforma numa extraordinária aventura em busca de sua identidade e liberdade, digna de Robinson Crusoé.
Contos da Noite (3D) - Dia(s) 25/03, 29/03 Segunda, às 21h. Sexta, às 19h.
Les Contes De La Nuit. Direção: Michel Ocelot, França, 2011, 84min, animação. Livre.
Toda noite, um menino, uma menina e um velho homem se reúnem em um antigo cinema. A sala do cinema guarda um segredo. Ela é um lugar mágico onde os três amigos vasculham e desvendam o lugar, sonham, fantasiam-se e fazem parte de histórias que, à noite, se tornam muito reais para eles. Este é o momento onde seres mágicos assumem o auditório, jovens cavaleiros almejam belas princesas, lobisomens uivam e senhoras insensíveis movem suas pesadas saias de seda. Lá, existem cidades de ouro e florestas tão densas que ninguém encontra o caminho de volta. Um universo mágico, permeado por ondas de harmonia, onde coros celestiais competem com o ruído surdo de tambores mágicos. Em noites como estas, o mal pode desencadear grande infortúnio.

 

  Tão Perto, Tão Longe - Dia(s) 25/03, 30/03 Segunda, às 19h. Sábado, às 21h.

Si Prés, Si Loin. Direção: Michel Favre, Suíça, 2012, 114min, documentário. Livre.
Bolívia nos anos 50. Na Ilha do Sol, no meio do lago Titicaca, Alberto Perrin filma a comunidade indígena emancipada pela reforma agrária e a revolução de 1952. Sessenta anos depois, sua filha Carmen Perrín devolve para os habitantes o material feito pelo seu pai. Uma memória começa a surgir. Gestos são inventados. O cinema remonta o tempo.

 Tudo o que Você Tem - Dia(s) 27/03, 30/03 Quarta, às 19h. Sábado, às 23h.
Tout ce que tu possedes. Direção: Bernard Emond (Quebéc), Quebéc-Canadá, 2012, 91min.14 anos.
Pierre é um solitário e melancólico professor de literatura em uma universidade em Quebéc. Ele abandona seu emprego para se refugiar nas traduções de um poeta polonês que admira. Quando seu pai, a quem Pierre não via há anos, lhe informa que tem um câncer incurável e que deseja deixar-lhe sua fortuna, obtida por meios duvidosos, Pierre recusa. Até que um dia ele cruza por acaso num café com Nicole, uma mulher que ele havia abandonado grávida há 13 anos A descoberta de uma filha fará Pierre recuperar pouco a pouco o seu amor pela vida.

 Monsieur Lazhar - Dia(s) 28/03, 30/03 Quinta, às 21h. Sábado, às 19h.
Monsieur Lazhar. Direção: Phillippe Falardeau (Quebéc), Québec-Canadá, 2012, 94min.
Mr. Lazhar é um refugiado da Argélia, que teve sua família assassinada por extremistas muçulmanos. Ele se torna professor substituto para uma turma de alunos do ensino médio cuja professora cometeu suicídio. Enquanto a classe passa pelo processo de superação da perda, ninguém desconfia o drama pelo qual passa o novo professor, que corre o risco de ser deportado a qualquer momento.

 

Café de Flore- Dia(s) 29/03, 31/03 Sexta, às 21h. Domingo, às 19h.
Café de Flore. Direção:Jean-Marc Vallée (Quebéc), Quebéc-Canadá/França, 2011. 120min.
A história se passa nos anos de 1960 e 2010, onde Jacqueline, mãe de um menino com Síndrome de Down em Paris e Antoine, um DJ de Montreal tem seus destinos cruzados.

- Do dia 19/03 a 04/04, na Cinemateca Brasileira (Largo Senador Raul Cardoso, 207), em um de seus blocos, uma mostra de filmes também será promovida, entre eles alguns clássicos de Godard, Cocteau e Renoir. Em um outro bloco será exibida a obra do fotógrafo e cineasta  Raymond Depardon. Programação em http://www.cinemateca.gov.br/programacao.php?id=291

- Dia 24/03 no Cinema da Reserva Cultural (Avenida Paulista, 900), um café da manhã tipicamente francês será servido e às 10:30 o filme Propriedade Privada será exibido. Essa ação em parceria da Reserva com a Aliança Francesa se repetirá um domingo por mês até novembro .

 

Fontes:

http://www.sescsp.org.br

http://hrnmnk.com/category/filmes/

 

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Passeios inusitados mostram Paris sob uma nova perspectiva

Trânsito carregado, atrações turísticas com filas intermináveis e uma lista de atrativos obrigatórios (e manjados) que até quem nunca foi a Paris já sabe de cor. Visitar a capital francesa é uma experiência obrigatória para qualquer viajante, sobretudo para aquele interessado em artes de todas as épocas, diferentes estilos arquitetônicos e uma variada (e cobiçada) gastronomia.

O UOL Viagem preparou uma lista com atrações turísticas não só para fugir do comum, mas também para você se sentir como um parisiense em roteiros como uma viagem a bordo de um típico carro francês dos anos 30, um tour por casas de chocolate e padarias tradicionais da cidade acompanhado de um autêntico guia local, fazer piqueniques em plena hora de almoço de uma segunda-feira ensolarada ou conhecer o lado sombrio e subterrâneo que se esconde sob aquelas clássicas e luxuosas construções.

1) Tour em um carro antigo

O trânsito pesado e a excelente rede de metrô são motivos para deixar de lado a ideia de utilizar automóvel em Paris. Mas na capital francesa é possível fazer um passeio inusitado a bordo de um 2CV, o simpático carro francês da primeira metade do século que ficou conhecido por conta das histórias protagonizadas por Tintin, o jovem repórter dos quadrinhos.

As dimensões reduzidas e o barulho do motor de motocicleta utilizado na engenharia simples do veículo podem incomodar, porém, a viagem é uma das experiências mais autênticas para quem quiser conhecer a capital francesa sob uma perspectiva bem diferente.

A empresa conta com diversos passeios temáticos como o tour romântico de 1h30 que passa por praças e pontos turísticos como a Catedral de Notre Dame e a Torre Eiffel, visitas noturnas e até um roteiro de cartoon em que o passageiro encontra com personagens dos quadrinhos como Tintin e Astérix. De turista, o cliente passa a ser atração, já que é impossível não chamar a atenção pelas ruas a bordo destes pequenos e coloridos conversíveis. 

Informações: www.4roues-sous-1parapluie.com

2) Museu da Música


Amantes da música e curiosos em instrumentos raros não podem deixar de visitar este completo museu que abrange a história musical dos últimos quatro séculos. O acervo trazido do Conservatório Nacional de Música, criado em 1795, possui seis mil objetos, aproximadamente, e abriga raridades como os pianos que pertenceram a Chopin e Liszt, cravos franceses do século 17 e um baixo com 4 metros de altura, criado em 1849. Um dos destaques é a sala dedicada à World Music com peças de outros continentes como a Ásia e a África.

Dividido em cinco ambientes (‘Nascimento da ópera’, ‘Música do Iluminismo’, ‘Europa Romântica’, ‘Aceleração da história’ e ‘Música do mundo’), o museu convida todos os dias um músico para fazer apresentações dos instrumentos expostos e conta com guias em áudio (em francês e inglês) com detalhes técnicos e históricos das obras.

 

Localizado a nordeste do centro de Paris, ao lado do belo Parc de la Villette, o local é uma excelente alternativa aos lotados pontos turísticos da cidade.

221, avenue Jean-Jaurès (ao lado do metrô Porte de Pantin).

De ter. a sáb. do meio-dia às 18h; dom. das 10h às 18h


www.citedelamusique.fr

3) Cemitério Père-Lachaise
Nomes como Jim Morrisson, Edith Piaf, Oscar Wilde e Molíère já são suficientes para atrair milhares de visitantes, anualmente, ao Père-Lachaise, a leste do centro de Paris. No entanto, o melhor a se fazer neste famoso cemitério de 44 hectares é caminhar sem rumo pelos belos jardins e corredores arborizados que renderam ao local o título de maior área verde da cidade.

Eduardo Vessoni/UOL
Nomes como Jim Morrisson, Edith Piaf, Oscar Wilde e Molíère atraem, anualmente, milhares de visitantes ao Père-Lachaise, o cemitério mais visitado de Paris

O cenário natural do cemitério parisiense mais visitado na capital francesa é marcado por verdadeiras obras de arte em túmulos erguidos em estilos arquitetônicos variados como o Gótico, Neoclássico, Eclético e Barroco, e que dividem espaço, harmoniosamente, com sepulturas simples de anônimos.

Aberto em 1804, o local é considerado o maior cemitério de Paris e abriga, aproximadamente, 70 mil sepulturas. No Père-Lachaise, estão enterrados também os restos mortais de Balzac, Proust, Oscar Wilde, Chopin, Molière, Allan Kardec e Sarah Bernardt.

No prédio da administração, é possível retirar um mapa com a localização dos túmulos divididos por áreas como música, ciências e literatura, embora os pontos mais famosos sejam, facilmente, reconhecidos pela maior concentração de visitantes.

16, rue du Repos (metrô Père Lachaise)
Aberto de seg. a sex. das 8h às 17h30; sáb. e dom. das 9h às 17h30. Visitas guiadas, aos sábados, às 14h30
Entrada gratuita
www.pere-lachaise.com

4) Mercados de pulgas


A região norte da cidade guarda segredos que os turistas mais tradicionais não costumam conhecer: os mercados de pulgas e antiquários de Saint-Ouen.

O mercado das pulgas de Saint Ouen é o melhor marché aux puces de Paris.

As ruas estreitas e becos da região reúnem diversos pontos comerciais descolados, no estilo Praça Benedito Calixto, em São Paulo, onde é possível encontrar móveis clássicos, peças decorativas, fotografias e cartazes antigos e, em menor escala, roupas de segunda mão. Um dos maiores centros comerciais da região é o Marché Dauphine, com mais de 300 expositores.

Na realidade são vários mercados reunidos em um mesmo espaço na periferia norte da cidade. Estes mercados, que foram se agregando com o passar dos anos, formam um labirinto. Cada um deles tem sua especificidade.

 

O Biron é um dos mais antigos, especialista do mobiliário Napoleão III e Art Nouveau; Dauphine, com uma mercadoria clássica no térreo e mais contemporânea nos andares superiores;Rosiers, simpático e discreto com o primeiro andar reservado ao design europeu e americano; Paul Bert, o mais tendência de todos com 7 alas e 250 stands; Malik é o mercado das pulgas das roupas; Serpette é haut de gammeVernaison com 300 antiquários de todos os horizontes.

Para saber mais detalhes leia meu post ” Marché aux Puces”

Estações de metrô: Porte de Clignancourt e Garibaldi

O transporte mais fácil é o metrô. Peguem a linha 4 e desçam na estação Porte de Glignancourt.

Ao sair do metro, procurem por este painel indicando Porte de Clignancourt. Sigam a avenida de la Porte de Clignancourt em direção ao painel,  passem  debaixo do periférico, este elevado branco no fundo da foto. O mercado está imediatamente à esquerda. Procurem a placa indicando Rue des Rosiers e sigam por esta rua. Todos as ruelas que conduzem aos vários sub-mercados saem desta rua.

Entre este painel e o periférico, à esquerda, vocês verão barraquinhas. Não confundam esta feira com o Mercado das Pulgas.

O comércio funciona aos sáb.; dom.; e seg. das 9h às 18h

Informações complementares:  www.parispuces.com

www.les-puces.com

5) Tour de chocolate


Sem dúvida a variedade gastronômica de Paris é um dos pontos altos na cidade, mas um passeio pelas melhores casas de chocolates e padarias famosas pode ser uma enlouquecedora experiência na capital parisiense, sobretudo para os fãs das iguarias doces locais.

Organizada por uma agência especializada em tours temáticos guiados por moradores locais, a saída tem duração de três horas e inclui no roteiro visita a endereços como a Poilâne, uma padaria clássica dos anos 30 conhecida pela fabricação do tradicional miche poilâne, um pão que chega a pesar até cinco quilos e que era comprado para alimentar famílias francesas durante os anos de guerra; e a boutique Pierre Hermé, onde são vendidos os cobiçados ‘macarron’ feito com ingredientes pouco convencionais como lichia, foie gras e cenoura com canela.

Entre uma pâtisserie e outra, o guia complementa o passeio com uma breve contextualização histórica de construções históricas localizadas no bairro de Saint-Germain, onde acontece o tour.

O cardápio de tours temáticos inclui também aulas de culinária na casa de franceses, aulas de francês em um café e passeio gourmet no Quartier Latin.

Informações: www.meetingthefrench.com

Uma das paradas do tour de chocolate em Paris é nesta padaria clássica dos anos 30 conhecida pela fabricação do tradicional miche poilâne

Para ler mais veja meu outro post  Chocolaterias em Paris

6) Tour pelo subterrâneo

 


Sob construções clássicas e luxuosas, a capital francesa guarda um mundo subterrâneo que muitos visitantes costumam desconhecer: o ossário conhecido como ‘As catacumbas’ (‘Les catacombes’, em francês).

Criado no final do século 18 por questões sanitárias, o local é acessado por um corredor subterrâneo com 2 km de extensão que abriga os restos mortais de mais de 6 milhões que começaram a ser transferidos de cemitérios municipais para o local, em 1785.

Os paredões de ossos e crânios empilhados, marcados pela iluminação baixa, dão um clima misterioso (e assustador para alguns) a este atrativo histórico imperdível de Paris.

 

Avenida Colonel Henri Rol-Tanguy, 1 (estação de metrô: Denfert-Rochereau)
De ter. a dom. das 10h às 17h
Entrada paga
www.catacombes-de-paris.fr

7) Parques e jardins

Considerada a capital mais verde da Europa, Paris conta com mais de 400 parques e jardins, onde é possível vivenciar uma das experiências mais autênticas (e tipicamente parisienses): almoçar ou fazer  piqueniques ao ar livre.

A regra é simples: passe em uma das inúmeras padarias ou mercados da cidade, compre a baguete recheada de sua preferência e escolha o local para realizar a refeição. Este democrático hábito local é capaz de reunir em um mesmo ambiente visitantes como homens de negócios, grupos de estudantes, senhores e até turistas.

Um dos destinos mais populares é o belo Jardim de Luxembourg, uma área de 23 hectares que abriga o imponente prédio do Senado, esculturas dos séculos 18 e 19, e cadeiras espalhadas para uso público, onde não é raro ver locais fazendo topless em dias de sol forte.

Para quem procura uma experiência ainda mais genuína (e menos turística), as opções são o impactante Jardin des Plantes (www.jardindesplantes.net), uma área verde em funcionamento há mais de 400 anos que abriga 11 bem cuidados jardins de rosas, peônias e cerejeiras.

O Parc de la Villette (www.villette.com), um complexo cultural e natural de 35 hectares localizado em um subúrbio parisiense a nordeste do centro da cidade equipado com área infantil, pequenas trilhas e área para exposições e shows, como o Museu da Música.

8- Hotéis temáticos


Clássicos ou arrojados, históricos ou recém-inaugurados. A lista de hotéis inusitados de Paris é variada e por si só já vale como um atrativo turístico na cidade.

Se o seu interesse é História, o Shangri-la Paris (www.shangri-la.com) é uma oportunidade de fazer um mergulho profundo na época de Napoleão Bonaparte.

Construído, originalmente, em 1896, este edifício Eclético, uma mistura de estilos arquitetônicos dos séculos 17 e 19,  serviu como residência do imperador Roland Bonaparte, sobrinho-neto do famoso imperador francês.

Mais do que viver uma experiência de príncipe com pinturas e madeiras originais da época, o hóspede tem a oportunidade de ter uma das vistas mais exclusivas e cobiçadas de Paris, pois todos os quartos tem como cenário a Torre Eiffel e, de suas janelas, é possível avistar boa parte das construções mais icônicas da cidade.

 

 

Outro clássico da cidade é o Lutetia (www.lutetia-paris.com), hotel inaugurado em 1910 como o primeiro empreendimento hoteleiro erguido em estilo art déco.

O destaque deste 4 estrelas é a sua localização no bairro de Saint-Germain-de-Prés, próximo ao Jardim de Luxembourgo, e a harmoniosa mistura de obras de arte contemporânea com móveis clássicos no saguão principal. O local, cujas janelas dos quartos mais altos têm vista para a Torre Eiffel,  já recebeu hóspedes de peso como Matisse,  Antoine de Saint-Exupéry e Picasso.

 

Leia mais sobre o hotel Lutetia em outro post aqui no meu blog: David Lynch desenha suite no Lutetia

Antenados devem preferir o Seven (www.sevenhotelparis.com), um hotel boutique com 28 quartos com design inspirado no céu, com camas suspensas, móveis transparentes e decoração inspirada em personagens como James Bond, Alice no país das maravilhas e Maria Antonieta.

Mais do que um hotel com ar de balada, é uma oportunidade única de passar alguns dias em quartos com personalidade e com vista para uma rua tranquila do 5ème Arrondissement.

Detalhe do bar do Seven

Moderno, mas com uma proposta mais conservadora, o Mandarin Oriental (www.mandarinoriental.com) é uma das boas surpresas da rua Saint-Honoré, endereço conhecido pelas lojas de marcas de luxo como Armani e Gucci.

Localizado em um edifício em estilo art déco, o hotel tem design de interior inspirado em mulheres dos anos 30 como Madeleine Vionnet e Gabriele Chanel.

A decoração inclui uma parede no spa com 14 mil flores feitas em origami, tons dos móveis em turquesa e quartos decorados com o negativo em veludo da famosa foto que sugere um beijo entre duas mulheres de autoria do fotógrafo americano Man Ray. Em uma cidade com moradores pouco amigáveis, a simpatia dos funcionários do hotel é quase uma raridade em Paris.

Fonte:

http://viagem.uol.com.br/ultnot/2012/12/12/paris-dos-parisienses-conheca-opcoes-turisticas-diferentes-para-conhecer-paris-sob-uma-nova

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5inco bandas francesas

1 – LES PLASTISCINES

Plastiscines é uma banda francesa, composta por Katty Besnard (vocalista/guitarra), Louise Basilien (baixo), Anaïs Vandevyvere(bateria) e também das antigas bateristas Caroline e Zazie Tavitian e da antiga guitarrista Marine Neuille.  Elas cantam um estilo meio Indie, e não é só de musica que as garotas entendem não, elas são super fashionistas, e arrasam com as roupas.

O seu sucesso na França e já um pouco pelo resto da Europa, deve-se também às medidas de protecionismo francês na música. Em 2006 surgiram várias bandas de rock francesas,  cantando em francês, visto que a lei da rádio passou a ordenar que 40% das músicas que passavam na rádio, deveriam ser em francês, assim apareceram algumas bandas com alguma relevância no cenário europeu  cantando em francês, como Kyo, Emma Daumas e Plastiscines.

 Les Plastiscines est un groupe de pop/rock français composé uniquement de filles et faisant partie de la Nouvelle scène rock française. Elles ont à leur actif deux albums :LP1 et About Love. Groupe formé sur les bancs du lycée, elles accèdent à la notoriété après leur premier album LP1

2 – SUPERBUS


Superbus é uma banda de pop rock, cuja  vocalista é Jennifer Ayache. É uma das bandas mais influentes no rock francês.

Depois de uma viagem para os Estados Unidos para aperfeiçoar seu inglês em 1999,Jennifer Ayache estava procurando por músicos para formar um grupo. Ela encontrou Michel Giovannetti, um guitarrista, e François Even, um baixista, que já se conheciam de outro grupo, e formaram uma nova banda. Eles começaram como um trio antes dos outros dois membros participarem.

Estes dois membros foram mais tarde substituídos por Guillaume Roussé (na bateria), e Patrice Focone (na guitarra). Roussé deixou a banda em 2005 e foi substituído por Greg Jacks.

A banda conseguiu seu nome da palavra latina superbus, que significa orgulho, que Ayache encontrou enquanto via um dicionário latino.

 

3 -EMMA DAUMAS

Manuelle “Emma” Daumas é uma cantora francesa de pop. Começou cedo na música, antes dos doze anos. Frequentou um curso de guitarra e entrou aos quinze anos na escola de música de de Villeuneuve-lès-Avignon.

O reconhecimento público aconteceu apenas em 2002 quando participou no concurso Star Academy, que venceu. Seguiu-se o lançamento do seu primeiro álbum, “Le sault d l´ange” em 2003. Foi um grande sucesso na França com “Tu Seras”, “Figurine Humaine” ou “J´attends” foram presença obrigatória durante meses a fio nos canais musicais francófonos. Mais tarde realiza um video com a banda pop sueca Eskobar, “You Got Me”, marcou a sua estréia na música anglo-francesa. Em 2006 lança o seu segundo álbum, “Effects Secondaires”, que ao que se espera será um grande sucesso também. Já foi extraído o single “Regarde Nous”. Emma Daumas será ao que tudo indica um dos grandes nomes da música pop francesa para os próximos anos. O som pop-rock, o acústico, os vídeos e a sua beleza muitas vezes comparada à de Kylie Minogue, fazem desta cantora um dos ícones da pop francesa desta década.

4 – PZK


PZK surgiu a pouco tempo e é formada por 5 garotos, a banda tem um estilo que é uma mistura de pop com eletro, e é muito dançante. Seu novo single é a musica Money Money, que vale a pena escutar. A banda francesa é composta de cinco amigos de infância: Djouzy Djouz (deixou o grupo para seus estudos), OLF, JLB, Baobab e KBC.
Sua música é uma mistura de pop, electro e hip-hop.  Suas músicas procuram traduzir seu modo de vida: o sexo, as festas, o colégio, as meninas, os problemas dos jovens.

 

5 – KYO


Kyo é um grupo de pop rock francês formada em 1994 , em Yvelines , um subúrbio de Paris . Consiste dos irmãos Florian e Fabien Dubos , na guitarra e bateria , respectivamente, Benoît Poher na voz e Nicolas Chassagne na guitarra.

 

Fontes:

http://manualdosdezesseis.blogspot.com.br/2011/12/5inco-bandas-francesas.html

http://www.lesplastiscines.com/

http://www.superbus.fr/

http://www.emma-daumas.biz/

http://www.pzk-potes.com/

http://www.kyomusic.com/

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Makeup Me, le bar à maquillage – Bar de Maquiagem em Paris

Os bares de maquiagem começaram a pipocar pelas grandes cidades do mundo no ano passado e, finalmente, chegou em Paris. Localizado no coração do Marais (uma das áreas mais descoladas da cidade), este charmoso espaço, chamado Makeup Me, oferece serviços que vão desde maquiagens expressas para você sair à noite com os amigos até maquiagens elaboradas para noivas e cursos com profissionais.

As tarifas simples variam entre 8 e 38 euros e, além disso, o bar também oferece make up parties: você reserva um dia para ir com as amigas (comemorar seu aniversário, seu noivado, sua promoção no trabalho, ou qualquer outro bom motivo) e vai lá beber champanhe e comer salgadinhos (ou docinhos) enquanto ganha uma maquiagem com o bar fechado só para você e sua turma.

Makeup me
12 Rue de Montmorency
75003, Paris

Tel: 09.83.38.40.72

Métro : Rambuteau – Arts et Métiers

www.makeupme.fr
Aberto de terça a sábado.

Makeup me

Le bar à maquillage

Après les bars à sourire et les bars à ongles, découvrez les bars à maquillage ! Alors que ces corners rencontrent un succès fou outre-mer, le tout premier bar à maquillage français vient enfin d’ouvrir ses portes à Paris : Makeup me.

Au coeur du marais, dans un espace tendance et raffiné, vous pourrez vous offrir une petite pause café et bien-être, tout en vous rendant belle ! Du maquillage express au maquillage naturel ou sophistiqué, un make-up artist vous fera un regard de braise, un teint de poupée, et une bouche de rêve.

Que ce soit pour un mariage, un évènement en particulier ou tout simplement une envie de relooking, les experts sauront vous mettre en beauté. Vous pouvez même vous offrir un cours d’auto maquillage, solo, duo ou en groupe. Vous pourrez également profiter d’une privatisation complète de la boutique pour organiser des soirées, anniversaires ou enterrement de vie de jeune fille. Rapidité des soins, absence de rendez-vous et carte de prix hyper raisonnable font de ce nouveau bar un succès garanti.

Si vous avez envie d’être au top pour une occasion particulière, cérémonie, entretien, rencard ou juste pour vous faire plaisir, venez vous faire chouchouter par une as du maquillage. Linda, la créatrice du concept, vous accueille dans un endroit raffiné et cosy et vous propose plusieurs mises en beauté. Vous n’aurez plus qu’à vous détendre devant une bonne boisson le temps que la fée du maquillage fasse de vous une vraie princesse !

Un joli concept magnifiquement porté par le sourire et la sympathie de Linda, nous on ne peut que vous dire d’y aller vite, vite, vite !

Linda, la pro, propose des séances de make-up naturel ou glamour, mais toujours de bon goût. Le tout pour un petit quart d’heure et un mini prix !

Carte des prix :
Maquillage express : 8 euros
Maquillage naturel : 15 euros
Maquillage sophistiqué : 30 euros
Maquillage sophistiqué + pose de faux cils : 38 euros
Leçon de maquillage : 50 euros
Cours d’auto maquillage : 80 euros
En duo : 70€/personne
En groupe : 60€/personne
Make up Party (privatisation de la boutique + mignardises pour soirée entre filles, anniversaire ou enterrement de vie de jeune fille) : 50€/personne

Makeup Me, c’est quoi ?

Un Bar à Maquillage pour vous refaire une beauté express !

Un entretien d’embauche, un diner en amoureux ou juste l’envie de se faire belle ? Le Bar à Maquillage est là!


 Makeup Me, propose des séances de make-up naturel ou glamour, mais toujours de bon goût. Le tout pour un petit quart d’heure et un mini prix ! Apprenez également toutes les astuces et techniques pour un maquillage réussi grâce aux cours.
Oublié le forcing pour que la cliente reparte absolument avec plusieurs produits! Ici seul le service de se faire maquiller prône.
Du maquillage express, naturel ou sophistiqué, nous répondrons à toutes vos envies !

Avant, pour accéder à une séance de make-up personnalisée, il fallait se rendre dans les grandes enseignes de parfumerie, chez les marques de maquillage ou chez l’esthéticienne (et là, niveau prix et souvent, résultat, je ne vous raconte pas). Maintenant, grâce à Makeup Me, on passe se faire refaire une beauté en vitesse. Et bonne nouvelle, il n’y a pas de vente ”forcing” de produits de maquillage à la clé ! Derrière Makeup Me, il y a Linda, la vingtaine, qui a tout élaboré avec ses petits bras. Après 2 ans de formation à l’Ecole de maquillage professionnel et de maquillage artistique, elle ouvre sa boutique à l’ambiance boudoir . C’est en regardant une émission sur les bars à sourcils, brushing, ongles… à la télé qu’elle se rend compte que les bars à maquillage n’existent pas ! Aujourd’hui, rue de Montmorency, elle accueille des filles de tous âges, des make-up addicts comme des filles qui ne se maquillent jamais, mais aussi des garçons qui veulent gommer leurs cernes.

Niveau prix, c’est plus qu’abordable : 8 euros la séance express, 15 euros le maquillage naturel, 30 euros le rendu sophistiqué, 80 euros la leçon de maquillage et 50 euros la make up party, soirée privative entre filles.

On peut aussi s’offrir une before party sans rendez-vous et pousser le volume du son les vendredis et samedis avant de filer en soirée. Linda, ce n’était pas les mannequins ou les stars qu’elle voulait maquiller, mais les filles de la rue. Chose dite chose faite !

Make up Party au Makeup Me/ 18 de janeiro 2013

 

C’est le premier bar à maquillage ouvert à Paris. J’y débarque le visage nu, les yeux étrécis, la ride arrogante… Un quart d’heure plus tard, je n’en crois pas le miroir : j’ai très bonne mine sans du tout avoir l’air « trafiqué ». Tour de magie opéré par Linda, jeune et pétillante patronne de ce lieu apaisant, décoré avec goût. Après m’avoir offert un capuccino, elle explique sans faire l’article que le « maquillage express » de 10 minutes à 8 € camoufle les cernes, habille l’oeil d’ombre à paupière et de mascara, rehausse le sourire de rouge à lèvres ; que le « maquillage naturel de jour » à 15 € comprend, lui, un travail d’unification et d’embellissement du teint. Pile ce qu’il me faut. Utile aussi avant un entretien d’embauche, un rendez-vous galant…

La jolie brune examine ma carnation, se sert de pinceaux variés pour déposer avec légèreté, ici et là, divers fluides teintés. Sa logique m’échappe totalement mais j’apprécie ces doux effleurements sur mon visage. En oeuvrant, Linda m’éclaire gentiment. Non, elle ne vend aucun produit. Oui, elle donne aussi des cours de maquillage : les candidates peuvent apporter leurs crèmes et fards habituels pour apprendre à les optimiser. Non, elle n’impose aucun style. Oui, elle combat les diktats de la presse féminine. Son bon sens séduit, sa personnalité charme et surtout sa compétence laisse de lumineuses traces toute la journée !

Sophie Berthier

Retrouvez Makeup Me sur facebook

Fontes:

http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/

http://www.makeupme.fr/

http://www.lebonbon.fr/bons-plans/non-classe/2012/10/12/Makeup-me/

http://www.laparisine.fr/makeup-me-le-bar-a-maquillage/

http://sortir.telerama.fr/paris/lieux/boutiques/makeup-me,17946.php

http://ladiestouch.fr/site/?p=1680

http://blog.doitinparis.fr/page/9/

http://www.parisbouge.com/mag/articles/makeup-me-le-premier-bar-a-maquillage-992

http://www.mylittleparis.com/make-up-me-bar-maquillage.html

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