Invent


Nolwenn Leroy

Nascida em Saint-Renan, Finistère, em 28 de setembro de 1982, Nolwenn Le Magueresse (Leroy é sobrenome artístico) sempre hesitou entre as Ciências Jurídicas e a música.
Sua paixão pela música começou na adolescência, quando ganhou um violão da avó. Aos dezessete anos fez sua primeira composição em homenagem ao avô que havia falecido quando ela estava num intercâmbio nos Estados Unidos. De volta ao país natal, matriculou-se numa escola de música onde estudou canto lírico.
Aconselhada pela sua professora ingressou no Conservatório de Vichy, mas não ficou muito tempo. Não gostava da linha clássica do local, que entrava em choque com sua natureza eclética. Ainda assim, a formação lírica foi muito importante na sua carreira quando se tornou cantora anos depois.

Cassé

Em 2002 abandonou o curso de Direito que fazia na Universidade de Clermond Ferrand para se aventurar no reality show musical “Star Academy” . ”No princípio eu não achava que fosse ganhar. Nunca enviei uma fita para uma casa de discos porque vi ali um trampolim fabuloso! Eu não tinha nada a perder.  Queria apenas saber o que pensavam de mim fora da minha esfera familiar. Eu não correspondia ao clichê de vencedora nem mesmo de candidata”, revelou à Paris Match. Mas ao contrário das expectativas, Nolwenn foi a grande vencedora do Reality Show, num triunfo testemunhado por nada menos que doze milhões de pessoasDos tempos de Star Ac  ela guarda a lembrança de um vitória nada fácil e o reconhecimento de que a visibilidade do programa lhe poupou talvez uns dez anos de batalha por reconhecimento. Resultado: numa época de vacas gordas da indústria fonográfica, em 2003, seu álbum homônimo vendeu meio milhão de exemplares, em pouco mais de um mês após o lançamento.
Seu primeiro álbum, “Éponyme”, contou com a colaboração de grandes nomes da música francófona como Pascal Obispo, Lara Fabian, Lionel Florence e Laurent Voulzy, que lhe deu a música “Suivre une Etoile”.

Suivre une étoile (2003)

“ Inevitablement”-  Lara Fabian  escreveu para ela , uma das canções do primeiro álbum

Une femme cachée


O álbum vendeu 650.000 cópias e ficou várias semanas na lista dos mais vendidos. A versão canadense de seu disco tem a faixa “Le dernier mot”, escrita por ela.

Le Dernier Mot

Je l’écoute je murmure
C’est comme une musique de fond
Un pas, un bruit, une certitude
Plus qu’un image un son
Je te l’ai dit pourtant
Pourquoi exactement
Si je savais le taire
J’te le crierais autrementJe ne dirais qu’un mot
Un seul le vrai de trop
Tu pourras faire comme si
Pour toi je n’ai rien dit ( Refrain)Nos romances nos rires
Les moments les soupirs
Malgré tout c’est certain
Si je parle c’est la finL’écho de mon secret
Peut encore me trahir
Je l’avoue, je le sais
Je ne peux plus mentirRefrainSi la seule vérité
De mon cœur est trop lourde
L’infinie immensité
D’une larme qui coule
Pourrait tout changerRefrainJe saurais le vouloir
Y croire en ton absence
L’entendre et la voir
La beauté du silence
Em dezembro de 2005, saiu seu segundo CD, “Histoires naturelles”. O Single vendeu mais de 400.000 exemplares e foi disco de platina na França. Produzido pelo seu amigo Laurent Voulzy, nele, além de intérprete, ela colaborou com inúmeras composições.

Histoire Naturelle (Podium 2006)

A primeira faixa Nolwenn Ohwo, foi co-escrita por Alain Souchon e Laurent Voulzy e foi um sucesso.

Nolwenn Ohwo

Em sua jovem carreira já colecionou vários prêmios: o primeiro, “NRJ Music Award” de artista revelação francófona do ano de 2004, o  ”Etoile Chérie FM” de artista feminina que ganhou em 2006 e o “Talent France Bleu” que recebeu em novembro de 2007.

Nolwenn também se dedica às causas humanitárias. Tudo começou com uma viagem que fez à África, quando tinha treze anos. Horrorizada com as condições de vida em que viviam milhões de pessoas nos países de Terceiro Mundo, ela decidiu encontrar uma forma de ajudar as pessoas. O que ela tem feito através da música. Hoje ela faz parte de várias entidades como a “Abbé Pierre”, “Laurette Fugain” e a “Cœur des Anges” para onde destina parte do dinheiro arrecadado em seus shows.
Mas se soubesse que seria vítima do “esnobismo intelectual”, talvez tivesse aceitado o papel de Scarlett O’Hara no musical ”Autant en emporte le vent” (E o Vento Levou), já que soube que foi selecionada para o programa algumas horas antes de lhe proporem o papel de protagonista da obra americana. 

Em 2009, disposta a se livrar da etiqueta de “produto de marketing” que a mídia lhe impingiu, lançou  ”Le Cheshire Cat et moi”, álbum totalmente escrito por ela com arranjos do internacionalmente conhecido Teitur Lassen. Mais intimista, maduro e bem trabalhado que os anteriores, o disco desagradou a maioria dos fãs, vendendo apenas 50.000 exemplares, segundo a Charts in France. Mas a experiência serviu para que certos segmentos da mídia prestassem mais atenção no  trabalho da artista, e mesmo os que perseveraram em ignorá-la o fizeram porque diziam ser muito cedo para falar da ex-Star Ac.

“Faut-il, faut-il pas ?”

C’est une Nolwenn Leroy (Star Academy 2) au look de petite fille sage et tendance aristocrate que nous retrouvons dans son nouveau clip illustrant le titre Faut-il, faut-il pas ?, premier single de son album Le Cheshire Cat et Moi. Cet album a été enregistré en Suède et aux Iles Féroes.

Evoluant dans un univers aux couleurs délavés, la chanteuse s’interroge sur des questions existentielles qui semblent l’habiter : “Pourquoi faire un choix, la peste ou le choléra ?” ou encore “Tout est dilemme et tout est malaise”.

Não é à toa que a Nolwenn tem tanto orgulho da Bretanha, a região é  berço de gênios como o poeta Chateaubriand e o romancista  Júlio Verne – aquele visionário, muito querido pelos amantes da ficção científica, que antecipou em quase cem anos a chegada do homem à lua. A região também inspirou a dupla Alain Souchon/Laurent Voulzy na canção “Le Bagad De Lann Bihouë” que ela reprisou no quarto álbum “Bretonne”, o grande sucesso francês de 2011. A história do disco começou na verdade em dezembro de 2009 quando ela apresentou “Le Cheshire Cat et Moi”, um álbum de jazz que foi considerado um fiasco na época, não em termos de produção mas de vendas. Para se reabilitar decidiu lançar um álbum de reprises em homenagem à terra natal, Bretanha.

No disco ela reinterpretaria clássicos inspirados na região. A proposta começou desacreditada  mas caiu no gosto popular dos suíços, belgas, alemães e franceses, claro. Por último, chamou a atenção de uma gravadora americana que a procurou para lançar uma versão do álbum nos Estados Unidos, que sairá em janeiro do ano que vem. Nos USA o disco não se chamará mais “Bretonne” e sim “Nolwenn” e não terá mais canções em francês apenas em inglês, bretão e gaélico. Em outro plano, “Bretonne” também popularizou a moda das reprises na França – depois dele, ao longo de 2011 e 2012 sempre haveria um artista querendo homenagear alguma coisa ou alguém. Com essa sucessão de êxitos, o álbum mudou o destino da própria Nolwenn que não pretendia  ser uma cantora celta mas apenas uma intérprete de pop folk, porém agora terá que vestir a camisa celta de vez.

 Nolwenn Leroy: Princesa celta em novo clipe

“Tu és uma princesa celta evoluindo no meio artístico”, confidenciou Laurent Voulzy à cantora francesa Nolwenn Leroy quando colaborou no primeiro álbum dela em 2003. Sete anos depois , o mestre deve estar orgulhoso em ver a pupila não só como a princesse celte da chanson como também da Bretagne no clipe Tri Martolod, divulgado  pelo canal TF1.
Hoje podemos perguntar se Nolwenn é  apenas uma Princesse celte ou a Reine de Bretagne! 
Qu’elle est belle ma Bretagne quand elle pleut cantava  Jean-Michel Caradec nos anos 70. Mas a região francesa é bela não só quando chove como também quando canta! De St Malo a Lorient, passando por Brest  não há uma falésia ou rocha onde não se escute as melodias que se perdem no tempo embaladas pelas lendas celtas. Elas fazem parte do DNA bretão, escocês, irlandês, galês. Alan Stivell e Tri Yann perpetuaram e modernizaram esta música no mundo.

E se o grupo Manau na década de 90 lhe deu um nova roupagem, Nolwenn deu graça. Sim,  porque é a voz da bela finisterienne o ponto alto de Bretonne, álbum produzido por Jon Kelly, que já trabalhou com nomes como Sir Paul Mc Cartney, Melody Gardot e Kate Bush, um dos modelos da cantora francesa.

Antes do lançamento do álbum,  poucos eram os que arriscavam ao menos uma galette de sarrasin (especialidade regional bretã) no sucesso do disco. Mas os que apostaram no fracasso, morderam a língua: o álbum está a cinco semanas no topo de vendas na França. Lugar onde Nolwenn já esteve quando vendeu meio milhão de cópias em pouco mais de um mês pelo primeiro álbum em 2003. Sete anos depois, época de “vacas magras” da música, ao vender 200.000 exemplares no mesmo período, a indústria fonográfica comemorou! 
Além disso ”Bretonne reacende uma certa nostalgia das férias, do espírito das festas tradicionais bretãs” (Fest-Noz), explica Olivier Nusse, diretor geral da Mercury. Bertrand  Dicale, crítico da Rfi tem outra hipótese: “é por ser um disco de chanson francesa que seduz mais”.
E o projeto de Nolwenn começou a ser recompensado.  Bretonne foi o vencedor do Grande Prêmio de Disco do Jornal Télégrame no primeiro ano em que a competição foi decidida pelos internautas. Será este o primeiro de uma série de outros triunfos?  O futuro dirá! Enquanto este dia não chega, os fãs esperam apenas que esta menina coma crêpes por um bom tempo!
Lembram da foto em traje regional bigouden que aparece na capa do álbum da Nolwenn? Ela não sabe precisar ao certo a idade que tinha na época, mas costuma dizer que deveria ter entre três e quatro anos.   Mas vinte e cinco anos depois, ela não gostou muito da ideia de gravar um clipe com uma roupa do mesmo estilo. A intérprete queria algo mais original e por que não dizer um pouco louco, declarou ao jornal Télégrame . Foi então que a a artista e o diretor chegaram ao feliz acordo de que ela e os figurantes vestiriam um look cigano dos anos 60 no clipe La Jument de Michao, ilustrado abaixo.  

La jument de Michao – clip officiel

 A Bretanha por uma Bretã

 ‎”An neb ne oar ket euz a belec’h e teu ne c’hell ket gouzoud da belec’h.”

“Celui qui ne sait pas d’où il vient ne peut pas savoir où il va.”

Aquele que não sabe de onde vem, não pode saber para onde vai.

Quando a cantora Nolwenn Leroy anunciou que o quarto álbum de sua carreira, Bretonne, seria um disco eclético em que canções francesas se alternariam com um repertório bretão, gaélico e inglês, toda a imprensa riu.

 O sucesso do  trabalho calou a boca de todos. Paulatinamente, uma à uma, a mídia foi reconhecendo que estava errada. O projeto não só levou músicas folclóricas como La Jument de Michao (pronuncia-se michô) para as paradas de sucesso como reavivou o orgulho bretão.

Bretonne provocou uma verdadeira reviravolta na carreira da cantora. Desde o lançamento  que o álbum apareceu na lista dos dez mais vendidos na França .
 O resultado surpreendeu até o presidente da Universal Music France, Pascal Nègre. O diretor artístico da casa de discos, Domique Gau defende uma hipótese para a razão do sucesso: “É um coquetel entre voz magnífica, lindas canções e arranjos do produtor inglês de Paul McCartney” (John Kelly).  Nolwenn apresentou “Bretonne” num festival inter-celta antes de sua turnê nacional. E a mídia esnobe? Nolwenn não precisa mais chorar, até o Le Figaro desceu do pedestal para saldar a jovem. Respeite esta bretã!

Na entrevista abaixo concedida à Kathleen Aubert da revista Carrefour Savoirs de janeiro de 2011, a cantora francesa  desmitifica clichês criados pelo resto da França sobre os bretões e confirma outros numa conversa que se resume no amor pela Bretagne natal. Quem quiser ler o artigo em francês é só clicar aqui.

1-É verdade que sempre chove na Bretagne?
Nolwenn Leroy: É mentira! Acabei de passar alguns dias lá gravando o meu novo clipe e fazia muito bom tempo. A verdade é que o tempo muda muito rapidamente. Os verdadeiros bretões sabem que  pode fazer sol numa hora, chover logo em seguida e depois fazer sol novamente. Mesmo no verão pode-se prever uma mudança no clima várias vezes ao dia. A sorte é que na Bretagne o vento nunca é muito frio.
2-É verdadeira a lenda de que todos os bretões sabem fazer crêpes e galettes?
NL: Todos, todos, eu não sei, mas eu sim; e minha mãe ainda melhor. Eu cresci com os crêpes e galettes que a gente comprava no mercado ou que a minha mãe fazia em casa. Sou completamente louca pelos dois. Um bom galette completo ou um pequeno “crêpe miel-citron” de sobremesa, acompanhados de um bom copo de sidra são um sonho! Diferentemente de muitos bretões, eu não sou muito galette-saucisse. Sinceramente falando prefiro galette de base. Eu mesma tenho uma verdadeira creperia Krampouz.
3-É verdade que os bretões bebem sidra no café da manhã?
NL: Verdade! O álcool na Bretagne é um verdadeiro flagelo… Ele é a causa de numerosos acidentes em rodovias, entre outras coisas. É impressionante! Eu não digo não a um pequeno copo de sidra seco com meus crêpes de vez em quando, mas é só. Eu sou muito cautelosa com álcool. Não gosto da ideia de perder o controle.
4-É verdade que na Bretagne o número de bistrôs é equivalente ao de habitantes?
NL: Como passei apenas a minha infância na Bretagne não vivia nos bistrôs. Sinceramente falando, não sei. Nasci em Saint-Renan, cidade próxima à Brest. A minha família foi embora algum tempo depois, mas voltou só que para Guingamp, onde fiz meu curso primário (CM1  e CM 2). Em seguida, parti para Saint-Yorre, em Auvergne, mas retornei para a Bretanha para passar as férias. Mas bistrôs tem em toda a França e não só na Bretagne.
5-É verdade que na Bretagne, os bretões utilizam a manteiga para tudo na cozinha?
NL: Eu vou ser honesta: em casa a gente tinha uma certa predileção por óleo de oliva, justamente para não faltar manteiga para os crêpes, já que não é possível prepará-los à óleo. Eu não cozinho muito à base de manteiga, mas nada contra. Adoro manteiga salgada no pão, no camarão. A manteiga doce para mim é um enigma! Ela não serve para nada.
O grande sucesso do final de 2010 e início de 2011, Tri Martolod (Trois Marins).

Clip “Tri Martolod”

6-Todos os bretões tem um pé no mar?
NL: Eu sou uma. Desde pequena que tenho uma verdadeira paixão por barcos e pelo mar! Neste verão mesmo parti com meu colegas num barco à vela. Sim acho que nós temos um pé no mar!
7-O grande mistério bretão! Quando a França passa as férias na Bretagne, onde os bretões passam as suas?
NL: Em suas casas! Como os corsas…Por que partir quando se está tão bem?
8-Todos os bretões têm nomes como Erwan, Yannick, Gwendal, Nolwenn, Morgan ou Soizic?
NL: Quando a minha mãe me batizou Nolwenn (1982) não havia muitas com meu nome. Mas quando se vem de uma região onde os nomes são sim bonitos, a gente tem necessidade de mostrar nossas origens. É bonito ter um nome com um significado particular numa língua rara. Nolwenn significa “Cordeiro branco”. Quando criança, eu tinha orgulho de ter um nome original que ninguém mais tinha, você se sente única e pode desenvolver sua própria personalidade. Quando cheguei à Saint-Yorre, todo mundo errava a grafia do meu nome e quanto mais não sabiam escrever mais orgulhosa eu ficava. Quando eu tiver filhos, eles também terão nomes que remeterão às minhas origens.
Nolwenn interpretando La Suite Sud-Armoricaine no programa Dans l’univers de … Patrick Fiori.
 
9-Verdade que os bretões são fervorosos defensores de sua língua? 
NL: Sim, e com meu novo álbum rendo homenagem a esta terra que eu amo e que me viu crescer. É importante lembrar de onde a gente vem. Que seja bretão, basco ou corsa, as línguas regionais fazem parte da riqueza de nosso país. É importante que elas continuem a existir como nas escolas Diwan. Desde Tri Martolod de Alan Stivell nos anos 70 que uma canção bretã não passa nas rádios. Espero remediar isto. E que isto venha por uma jovem mulher. Comecei a estudar bretão pelo álbum com um professor genial da missão bretã em Paris e pretendo continuar até falar fluentemente.
10- É verdade que todos os bretões possuem pelo menos um álbum do Alan Stivell na discoteca?
Claro, mesmo porque ele foi o primeiro a introduzir instrumentos modernos na música bretã tradicional. Mas gosto também de outros artistas como Miossec, que escreveu para mim “Je ne serai jamais ta parisienne”, e Jean-Michel Caradec, morto em 1981. E há outros grupos incríveis mas menos populares como Gwalarn, de quem eu adaptei Karantez Vro.

Nolwenn Leroy entra no Musée Grévin

Ce lundi 8 octobre, la chanteuse Nolwenn Leroy, portée par le succès de son album Bretonne, a fait son entrée au Musée Grévin. Le double en cire de Nolwenn est représenté micro en main assis sur un piano, sur lequel joue Elton John (rien que ça !). Une étape de plus sur le chemin du succès pour l’artiste.

Révélée par sa victoire en 2002 à “Star Academy”, Nolwenn Leroy est devenue en quelques années une artiste française incontournable. Son quatrième album, “Bretonne”, composé de chants bretons, français, anglais et gaéliques, connait un immense succès en France, et à l’international“, souligne la direction du Musée Grévin, pour justifier cette nouvelle entrée dans leurs murs.

 

O primeiro disco desta nova fase da artista francesa é o álbum “Ô Filles de l’Eau”, em que ela não apenas retorna às origens celtas mas também ao universo feminino que ela aborda muito bem.

Nolwenn Leroy sort son 5e album : « Ô filles de l’eau »

Trailer “Ô Filles de l’Eau” (Juste pour me Souvenir)

« Bretonne » s’éclipse en douceur pour laisser place au cinquième album de Nolwenn Leroy, « Ô Filles de L’eau », dans les bacs ce lundi 26 novembre

Après avoir chanté les terres de sa Bretagne natale, Nolwenn Leroy s’attaque à un élément qu’elle affectionne tout particulièrement : l’eau.

Ô Filles de L’eau, son cinquième album, traite de la mer, où Nolwenn, en sirène porte-parole, aborde le thème de différentes façons. Ecolo, avec Sixième Continent, criminelle, avec Davy Jones, engagée, avec Aux filles de l’eau, nostalgique, avec J’ai volé le lit de la mer, poétique, avec Ophelia. Les autres titres de l’album en anglais, breton ou français, créent un ensemble musical varié, qui remporte déjà une franche adhésion auprès des internautes. Les références de Nolwenn, que sont Tori Amos, Kate Bush ou plus récemment Florence and The machine, planent de façon limpide sur cette création originale. Les sonorités purement celtiques ne sont pas aussi présentes que certains l’imaginaient. Loin d’être un « Bretonne bis »Ô filles de l’eau exploite toute une palette musicale, qui va de la pop fraîche aux sonorités jazzy, en passant par un air au ukulélé…

Cinq album en dix ans de carrière

Quant elle remporte la Star Academy, Nolwenn revient début 2003 avec son premier album éponyme, propulsé par le titre Cassé. Un disque qui ne lui ressemble pas. Très influencée par la musique pop, Nolwenn ne se reconnaît pas dans les chansons qu’on lui propose. Certains la taxeront de « diva capricieuse », sans chercher à savoir pourquoi elle ressent un mal-être par rapport à cet album impersonnel. Seul Laurent Voulzy lui avait écrit le très beau Suivre une étoile, ovni parmi la variété française de l’opus. S’en suivra une belle collaboration qui, en 2005, aboutit à l’album Histoires Naturelles, composé de chansons pop. Pour la première fois, jusqu’à aujourd’hui, Nolwenn s’implique dans l’écriture des textes. Le troisième album, Le Cheshire Cat et moi, produit avec Teitur, un artiste des îles Feroe, ne rencontre pas le succès lors de sa sortie fin 2009. Pourtant, Nolwenn poursuit les fondations de son univers particulier. Avec Bretonne, en 2010, elle rebondit et prouve que l’authenticité peut être récompensée. Ô Filles de L’eau semble être la parfaite synthèse de ses dix années de carrière. L’ensemble est abouti, d’une richesse musicale indéniable.

Nolwenn Leroy – Bretonne (Reedição)

 
Photo: Iain Mckell
A Nolwenn se orgulha da Bretanha? A Bretanha também se orgulha dela. Desde que a artista francesa decidiu revisitar a região natal com o repertório que marcou sua infância que não para de colecionar sucessos: o disco evoluiu do sétimo lugar em vendas para o topo do pódio onde ficou por oito semanas não consecutivas, ficando depois no “top ten” durante todo o primeiro semestre. Em fevereiro foi a grande vencedora do “Oitavo Prêmio Télégramme de Disco”, e hoje é uma das finalistas ao “Prêmio RTL 2011″, que sairá dia 5 de dezembro além de ser uma das indicadas ao NRJ 2012 na categoria de artista francófona do ano. E não para por aí: de olho nos 40 milhões de irlandeses que moram atualmente nos Estados Unidos, a Universal Music France lançará uma versão internacional do disco “Bretonne”, que será comercializado ainda no início do ano que vem. O evento será seguido por uma turnê pelo país que culminará com um show no vetusto Olympia, na França. Em pensar que há exatamente um ano ninguém ousava apostar um crêpe no sucesso do álbum!
Photo: Iain Mckell
É bom ressaltar que apesar das influências celtas presentes na discografia de Nolwenn desde o início da carreira, que ela não se considera uma cantora celta nem tem a Enya como modelo. Suas influências são outras, Kate Bush, Tori Amos, Evanescence, Teitur, com quem gravou um dueto no álbum “Histoires Naturelles live”, Michael Jackson, o primeiro cantor de quem ela comprou um álbum, James Blunt, o grande compositor Jean-Jacques Goldman  e Lara Fabian que escreveu para ela a excelente “Inévitablement”, uma das canções do primeiro álbum epônimo. Após o primeiro trabalho, gravou “Histoires Naturelles”- que ganhou uma edição ao vivo,  morreu comercialmente em “Le Cheshire Cat et Moi” e ressuscitou no quarto, “Bretonne”, que repetiu na Rússia, Bélgica e Suiça o sucesso que fez na França. E pode-se dizer que é o que está popularizando-a pelo  mundo – no fã clube do Facebook da intérprete é cada vez mais frequente o número de admiradores estrangeiros. De qualquer forma o lançamento do álbum nos Estados Unidos vai heterogeneizar um pouco mais seu público.
foto: Iain Mickell
Na reedição do opus que chega às lojas nesta segunda-feira (28.11), além das músicas tradicionais responsáveis pelo êxito do primeiro trabalho terá sete faixas em inglês: “Moonlight Shadow”, grande sucesso de Mike Oldfield dos anos 80. Neste momento ela universaliza a proposta pessoal de reprisar as canções que marcaram a infância, porque o single não fez parte só da vida dela mas de muitos que viveram no mesmo período, quem não lembra da escocesa Maggie Reilly cantando ”The last that ever she saw him Carried away by a moonlight shadow”?A décima quinta música é  ”Scarborough Fair”, música folclórica inglesa imortalizada pelas vozes dos excelentes Sarah Brightman, ”Simon and Garfunkel” e interpretada por outros como Carly Simon, por exemplo. Além destas a intérprete adicionou no repertório “Siuil A Ruin”,  popularizada pela banda  irlandesa “Clannad”, “Dirty Old Town”, “Amazing Grace”, adaptada recentemente por Chimène Badi no álbum “Gospel and Soul” (numa brilhante interpretação por sinal, da parte da Chimène, naturalmente) e uma das melhores faixas do álbum  ”Whiskey In The Jar”. E para calar a boca  do Nouvel Observateur, que acusou em abril o disco de racista, desta vez ela não voltou no álbum para a Bretanha, como na música “Rentrer en Bretagne”, mas para a França, em ”To France”, outra das  melhores faixas do repertório. Pela versão cativante da canção dá para sentir que assim como a Nolwenn precisa voltar de vez em quando para a região natal para revisitar as raízes celtas assim ela também não conseguiria mais viver longe da sua pátria cultural, França, que ela ama tanto quanto. Como no primeiro trabalho, neste também a Nolwenn consegue fazer mais uma vez os fãs sentirem o sabor da “Bretagne”, vontade de conhecer esta região que ela exalta no álbum do princípio ao fim. Proeza que ela obteve ao tornar universal um álbum regional. 
E a Nolwenn vai entrar de férias com a consciência tranquila de quem fez um bom trabalho –  da minha parte eu vou sair magoada porque ela não registrou com clipe as minhas canções favoritas: “Suite Sudarmoricaine”, “Je ne serai jamais ta Parisienne”, “Le bagad de Lann-Bihoué”, “Dans les prisons de Nantes” e aquela que é a minha “coup de coeur”, “Karantez vro”. Linda! Linda!  Depois do sucesso do disco, seria bom se a Nolwenn seguisse os passos do “Clannad” e sempre incluísse uma ou várias músicas folclóricas nos próximos trabalhos.Os fãs agradeceriam!Depois de se aventurar pelo folclore dos ancestrais vem aquela que é talvez a parte mais difícil: conseguir produzir um álbum original tão bom quanto o de reprises. Mas, se não puder fazer um como “Bretonne”, sendo como “Histoires Naturelles” já está bom demais, e mesmo “Le Cheshire Cat et moi”, que é tão chatinho, tem umas canções que são meio grudentas. Até o próximo álbum Nolwenn, ou melhor até o NRJ 2012!  
Conheça a tracklisting, ouça-as no site Music Party e fique com o vídeo do show de “Karantez Vro”:
1 Tri martolod
2 La jument de Michao
3 Suite Sudarmoricaine
4 Greensleeves
5 Brest
6 Bro gozh va zadoù
7 Mnà na H-Eireann
8 Ma Bretagne quand elle pleut
9 Je ne serai jamais ta Parisienne
10 Karantez vro
11 Le bagad de Lann-Bihoué
12 Dans les prisons de Nantes
13 Rentrer en Bretagne
14 Moonlight Shadow
15 Scarborough Fair
16 Whiskey In The Jar
17 Siuil A Ruin
18 To France
19 Amazing Grace
20 Dirty Old Town

Fontes:

http://www.nolwenn.org

http://www.moo.pt

http://amusicafrancofona.blogspot.com.br

http://mcetv.fr

http://www.francetv.fr

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Aurélie Bidermann- designer de jóias parisiense

As peças de Aurélie Bidermann são inspiradas na trajetória de sua vida: seu pai era colecionador de Art Nouveau, sua mãe tinha uma coleção de jóias Cartier e Van Cleef & Arpels. Além disso, a designer tem um mestrado em História da Arte, trabalhou na poderosa casa de leilões Sotheby’s, em NY e, para completar, viajou (e viaja) muito: Venezuela, Brasil, Africa e India foram alguns dos lugares marcantes e decisivos para o seu estilo. 

Suas peças são inspiradas em suas viagens e uma de suas coleções mais conhecidas foi dedicada ao Brasil, com muitos búzios e linhas coloridas trançadas no ouro.
As jóias criadas por Aurélie já foram vistas em Kate Moss, Sarah Jessica Parker, Liv Tyler e até mesmo nos integrantes da banda Red Hot Chilli Pepper!

Recentemente ela abriu sua primeira loja em Paris, no coração de Saint-Germain-des-Prés. 

Aurélie Bidermann
55 bis, rue des Saint-Pères, Paris 6ème

+33 (0)1 45 48 43 14

Aurélie Bidermann | Autumn/Winter 12-13


Aurélie Bidermann

Aurélie Bidermann

 

 

Aurélie Bidermann

 

Aurélie Bidermann

 

Aurélie Bidermann


Aurélie Bidermann, un ange aux ailes d’acier

La créatrice de bijoux vient d’ouvrir, à Saint-Germain-des-Prés, une première boutique à son nom. Entrevue avec cette trentenaire qui a su trouver sa place entre fantaisie et préciosité.Il ne faut pas compter sur elle pour vanter ses propres mérites. Quand on s’étonne de trouver si peu d’informations en tapant son nom dans Google, elle répond sans fausse modestie qu’elle est « réservée » et qu’elle préfère qu’« on parle de (ses) bijoux plutôt que de(sa) vie ». De fait, les magazines de mode s’intéressent beaucoup à ses créations, car elles sont – entre autres qualités – très photogéniques. Elle reçoit ces articles « comme un cadeau » et ce soutien la « touche sincèrement ». 
Comme tous les gens normaux, Aurélie Bidermann a un petit quelque chose à part. Un mélange de douceur et de fantaisie, de gentillesse et de volonté. « C’est un ange aux ailes d’acier », résume joliment l’une de ses amies. Elle est aussi rêveuse et superstitieuse que travailleuse et déterminée. Comme beaucoup d’autres, elle se nourrit de voyages, d’expositions, de lectures diverses. « Ces inspirations ne ressortent pas immédiatement dans mes collections. Elles refont surface plusieurs années après », explique-t-elle. Cette nostalgique sait aussi être pragmatique. « Les difficultés font avancer. Elles motivent. Il est important d’être créatif mais il l’est autant d’être persévérant. »
Cette dualité se retrouve dans ses bijoux, poétiques et forts, que les fans de mode adorent, mais qui séduisent également un tas de filles très différentes. Toutes se retrouvent dans les créations de cette Parisienne de 37 ans qui sait comme personne traduire et même devancer leurs envies de préciosité et de fantaisie, d’accumulation et de mélange, de petits bracelets porte-bonheur et de colliers qui attirent toute l’attention. Ses manchettes en dentelle d’or et ses grosses gourmettes tressées de coton, ses ras-de-cou épis de blé et ses pendentifs plumes sont devenus des best-sellers, à l’instar des grigris en nacre ou laqués accrochés à un lien de Liberty ou d’oxford, que le concept-store Colette a été le premier à vendre, en 2005.

Un esprit chic et facile

L’époque où elle bricolait ses bijoux dans son dressing est révolue. Aujourd’hui, elle travaille dans des bureaux rue Saint-Honoré. Elle vient d’ouvrir sa première boutique parisienne sur la rive gauche, dans le 6e arrondissement, au 55 bis, rue des Saints-Pères, pas très loin de là où elle habite. « L’esprit chic et facile de ce quartier correspond bien à l’identité de la marque. Il y en aura d’autres, dans un futur proche, à Paris, à New York. Mais pour une première adresse, cet endroit est idéal », explique la créatrice.


Aurélie Bidermann a grandi dans le 16e arrondissement. Avec ses parents, Karen et Patrick Bidermann, elle passe ses week-ends aux puces et ses vacances aux quatre coins du monde. Après le lycée (Janson-de-Sailly), elle partage sa vie entre Paris et New York. Dans ces deux villes, elle étudie l’histoire de l’art, puis travaille au département art contemporain chez Sotheby’s pendant deux ans. Mais son goût pour le dessin, les couleurs et les bijoux – entretenu par ceux de sa mère et de sa grand-mère – la rattrape. Elle décide de tout arrêter et part à Anvers étudier la gemmologie. De retour à Paris, elle suit les cours de technique de l’École de la bijouterie-joaillerie de la rue du Louvre. C’est un voyage en Inde qui provoquera le déclic. Là-bas, elle imagine une première collection de quelques bijoux qu’elle fait réaliser au Gem Palace de Jaipur. « Je les ai montrés à des amies en rentrant, et elles ont tout acheté, avant même que j’aille les présenter dans des boutiques », se souvient-elle. Il s’agissait de créoles et de bracelets sur lesquels tintaient de pierres de couleur en briolette.

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Bracelet Charms en Liberty et nacre laquée, Aurélie Bidermann.Photo Cyrille Robin

 

Des modèles bien différents de ceux qu’elle crée aujourd’hui, mais cette expérience lui a mis le pied à l’étrier. Après ces premières pièces de joaillerie, c’est grâce à des charms montés sur un lien de coton que la jeune femme fait parler d’elle. Il s’en est vendu plus d’un million depuis sept ans. Elle les distribue toujours mais a, dans le même temps, créé de « vrais » bijoux volumineux en or ou en vermeil. Depuis, chaque saison, les collections se suivent sans vraiment se ressembler. Ni rock, ni baroque, ni ethnique, ni épuré, mais un peu de tout cela subtilement évoqué. Elle parvient à renouveler ses propositions tout en gardant un fil conducteur et une signature bien à elle. Cette constance donne envie aux addicts d’additionner bracelets et colliers. Comme le fait Aurélie Bidermann, qui les accumule aux poignets.

 fontes:
http://aureliebidermann.com
http://dicasparisemfoco.blogspot.com.br
http://www.christinapitanguy.com.br
http://www.tendances-de-mode.com
http://madame.lefigaro.fr

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Patisserie Lignac – do grande chef Cyril Lignac

A rue Paul-Bert, no 11ème, está cada vez mais conhecida pelas suas lojas gourmandes e seus restaurantes. Quem contribuiu muito para isto foi o famoso chef Cyril Lignac que abriu recentemente, em frente ao seu restaurante Le Chardenoux, a Pâtisserie Lignac.

Em parceria com Benoît Couvrand – antigo chef do Fauchon – realiza pães maravilhosos, viennoiseries e doces tradicionais franceses como paris-brest, baba chantilly de baunilha, éclair (bomba) de limão de Menton, entre muitas outras gostosuras!

Pâtisserie Lignac
24 rue Paul Bert, Paris 11ème
Metrô: Charonne ( linha 9) ou Faidherbe-Chaligny (linha 8)
 01 43 72 74 88
Aberta de terça a domingo das 7:00 às 20:00 hrs
Pâtisseries: 5 euros pièce.

La Pâtisserie by Cyril Lignac

Une boutique, un labo, une envie sucrée …

Un CAP pâtissier en poche, une grande prédisposition à aimer les gâteaux et une envie gourmande de créer un concept sucré, en toute simplicité sans vouloir concurrencer les meilleurs Chefs pâtissiers Français, sont les raisons pour lesquelles Cyril Lignac a souhaité se lancer dans cette nouvelle aventure.

Une première adresse

Avec un espace de 32m², La Pâtisserie installée rive droite, en face du Chardenoux, laisse place à une décoration imprégnée de l’air du temps. L’agencement, confié à la maison Italienne FIAPP, met l’accent sur un design contemporain et épuré, privilégiant une mise en avant des produits. Des couleurs entre le brun et le caramel, des matériaux entre le chêne et l’ardoise créent un espace feutré.

La Pâtisserie

Sa rencontre avec le talentueux Chef pâtissier Benoit Couvrand l’amène à définir une offre de pâtisserie et de boulangerie en toute simplicité et gourmandise, sans artifice, en respectant autant le goût que la forme et la qualité des produits. Certaines pâtisseries traditionnelles sont revisitées et adaptées à une vision moderne grâce à de subtiles associations de saveurs. Le produit reste brut, il est seulement décliné, magnifié et conjugué au fil des saisons. Il fait la part belle aux saveurs gourmandes, le chocolat, le caramel beurre salé mais aussi les fruits de saisons qui sont mis à l’honneur. La Pâtisserie propose aussi une offre de pains, viennoiseries, salades et sandwichs tout au long de la journée.

 

Le Labo

La Pâtisserie compte aussi un espace de 80 m², transformé en lieu de créativité et de recherche avec comme fonction première, la création de pains et de pâtisseries pour les bistrots du Chef. Dans un souci d’innovation et de régularité, le labo, mené d’une main de maître par Benoit Couvrand, participe à une recherche perpétuelle de nouvelles techniques, de nouvelles associations de goût, créant une osmose parfaite entre l’artiste et le visionnaire.

Benoit Couvrand

Originaire de la Sarthe, Benoit Couvrand est aux fourneaux depuis l’âge de 15 ans.Son CAP et BEP Pâtissier, confiseur, glacier en poche, il décide de rejoindre la capitale pour intégrer dès 2001, la maison Fauchon. Chef Pâtissier à la Madeleine, mais aussi chargé de la formation des pâtissiers à l’international, il contribue pendant 10 ans au développement de la marque. A 32 ans, un besoin de renouveau et sa rencontre avec le Chef Cyril Lignac, lui donnent l’envie de se lancer dans un nouveau projet riche en saveurs, plaisirs et créativités.

La Pâtisserie

Qu’il s’agisse des créations classiques ou plus modernes, les pâtisseries sont travaillées au fil des saisons. Chacune d’entre elles nécessite des matières premières de grande qualité telles que nos chocolats Valrhona et notre crèmerie de chez l’Or des Près.

Les Gâteaux

Le Paris Brest
Le Baba à la chantilly Vanille
Les éclairs (café, chocolat, Gianduja et fruits secs, caramel beurre salé)
Les religieuses (chocolat, caramel beurre salé, caramelia et mangue passion)
Le Mille‐Feuille à la Vanille
Le Flan à la Vanille Bourbon
Les Tartes
La tarte au citron
La tarte poires chocolat
La tarte Mendiants

Les Entremets

Le Caraïbe (chocolat Grand Cru)
L’Ambre (marrons et Baileys)
Le Tentation (mangue et vanille)

Les Macarons

Café Tonka
Caramel fleur de sel
Chocolat
Deux citrons
Framboise
Pistache
Vanille

Sources – Crédit Photos – Groupe Cyril Lignac
Cookie caramel – chocolat au lait 

 Tarte poire chocolat 
Baba au rhum

Pâtisserie Cyril Lignac - Baba au rhum

Paris-Brest 
Pâtisserie Cyril Lignac - Paris-Brest
Pâtisserie Cyril Lignac - Paris-Brest
Cake chocolat – fleur de sel 
Pâtisserie Cyril Lignac - Cake chocolat fleur de sel
Pains au raisin
les fraisiers étaient sur leur dernière ligne droite
LE CHAUSSON À LA POMME GRANNY

L’ÉCLAIR CARAMEL AU BEURRE SALÉ

LA FORÊT NOIRE

L’ÉCLAIR À LA FIGUE

PS: o restaurante Le Chardenoux  é uma excelente opção para quem está hospedado no bairro. Menu do almoço (entrada + prato + sobremesa) por 27 euros!
Le Chardenoux

1 rue Jules Vallés, Paris 11ème
Metrô: Charonne ou Faidherbe-Chaligny
Mais informações: www.restaurantlechardenoux.com

E para quem está em Saint Germain, este restaurante abriu uma filial por lá:
Le Chardenoux des Près

27, rue du Dragon 75006 Paris
Metrô: Saint-Germain

 

Fontes:

www.lapatisseriebycyrillignac.com

http://dicasparisemfoco.blogspot.com.br/search?updated-max=2012-11-13T15:30:00%2B01:00&max-results=7

http://blogs.lexpress.fr/styles/la-soif-du-miam/2011/11/21/on-a-teste-la-nouvelle-patisserie-de-cyril-lignac/

http://www.gourmetsandco.com/marche_du_gourmet/4443-lapatisserie-by-cyril-lignac

http://www.macaronsetgourmandises.com/2012/02/la-patisserie-by-cyril-lignac/

http://www.raids-patisseries.com/2012/11/patisserie-cyril-lignac-paris-couvrand.html

 

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Céline Dion -”sans attendre”, le nouvel album très attendu ;-)

Nom: Céline Marie Claudette Dion
Date de Naissance: 30 mars 1968
Lieu de Naissance: Charlemagne – Québec

Quem é a maior cantora do mundo? Madonna?! Não para os quebequenses. Para eles “la plus grande chanteuse du monde” é a Céline Dion. Ela que desde 1981 vem defendendo as cores da bandeira da província canadense pelos quatro cantos do planeta, colecionando sucessos ininterruptamente, sem conhecer nenhum fracasso. A Lara Fabian até que tentou destronar a estrela. Em vão. E a Céline Dion termina 2012 como uma das artistas mais bem-sucedidas de todos os tempos. No Québec, onde é ídolo e monumento da música nacional, é objeto de veneração da juventude que sonha com uma carreira internacional. Da Annie Villeneuve à Andrée Watters todas sonham em ser Céline Dion! Se a Céline pôde, por que elas não?

D’amour ou D’amitie

Depois de ficar famosa na França com a canção ”D’amour ou d’amitié” em 1983, René Angélil orientou-a a fazer curso de inglês. Em 1990  sai seu primeiro álbum na língua de Shakespeare,“Unison”, mas a glória viria apenas quatro anos mais tarde com “The Power of Love“, uma reprise de Jennifer Rush que ficaria quatro semanas no topo da ”Billboard”. Sucesso que se repetiria um ano depois, na França com “D’eux”, que lideraria as vendas no país por quarenta e quatro semanas.
O disco, composto por Jean-Jacques Goldman, é até hoje o mais vendido da história da francofonia, e agradou até ao próprio marido da cantora que declarou há alguns dias que ”ainda não encontrou até hoje, em inglês, um equivalente a Goldman”.
Durante os trinta anos de carreira, Céline Dion sempre se alternou nas duas línguas, cantando em inglês e francês. Nesta semana, a intérprete mostrou mais uma vez porque tem uma estrela na calçada da fama de Hollywood: com 100. 000 cópias vendidas na primeira semana  após o lançamento, ”Sans attendre”, o décimo quarto álbum em francês de Céline Dion, é o mais bem-sucedido do ano no Québec. Na França, onde também já é “Duplo Disco de Ouro”, o opus assinou a melhor venda para um álbum na primeira semana, logo após os “Enfoirés”.
On ne change pas

Qual é a chave do sucesso do novo disco de Céline? A sinceridade. ”Sans attendre” é um diálogo entre a cantora e os fãs, uma espécie de auto-retrato musical, sensível e privado. “É como um convite VIP: eu os convido para a minha casa”. Nele os fãs não aprenderão nada, apenas descobrirão uma face até então desconhecida da Céline Dion, que talvez não seja a mais alegre mas é a mais emocionante. A perda momentânea da voz na última primavera a fez compreender o quanto a família e os amigos eram importantes para ela. No álbum tem um poema dedicado à mãe (“Celle qui m’a tout appris”) e uma homenagem ao pai, Adhémar, em “Parler à mon père”. 

Celle Qui M’a Tout Appris

 Parler à mon père

 

Durante muitos anos Céline procurou um letrista que conseguisse exprimir bem a falta que o pai lhe fazia e foi Jacques Veneruso quem conseguiu expressar esta emoção através da canção ”Parler à mon père”. “Este é o último presente que eu gostaria de lhe dar”, confessou.

Em entrevista à revista “Nous Deux”,  Céline revelou que soube da morte do pai algumas horas antes de subir ao palco do Caesars Palace, em Las Vegas, em 2003. Como boa artista que é, não cancelou o show, mas confessou seu estado de espírito: “Hoje é uma noite muito particular para mim, mas também muito dura. Acabei de perder meu pai”. Neste momento uma onda de emoção varreu o palco.

Céline e o pai sempre tiveram uma relação de amizade e cumplicidade, estreitada pelo amor à música. O pai, acordeonista, logo percebeu que a filha tinha aptidões artísticas. “Ele era meu grande fã”, conta, “quando criança eu era sua princesa. Ele me cobria de presentes e atenções. Nós trocávamos pequenas confidências e ele me transmitiu seu amor pela música”.

Depois que a Céline se tornou célebre, a amizade entre os dois só aumentou. “Eu queria lhe retribuir tudo o que ele tinha me dado. Eu não esqueço nunca que foi graças a esta infância feliz que pude me tornar quem sou, e foi principalmente graças ao meu pai”. Nos anos 70 ele comprou um restaurante, “Le Vieux Baril”,  onde a família Dion se apresentava e onde a Céline deu os primeiros passos como cantora mas um dia o local  foi destruído por um incêndio e o patriarca da família ficou desolado.

Je sais pas

L’amour existe encore
 New Album ‘Sans Attendre’ 1/10/12

“La Mer et l’enfant”

 Les petits pieds de Léa (Sans Attendre TVA 4/11/12)

“Sans attendre” foi escrito por Luc Plamondon, ex-colaborador de Michel Berger, mas também por Grand Corps Malade e Maxime le Forestier.
Tem um duo com Johnny Hallyday e outro virtual com Henri Salvador em  “Tant de temps”. O álbum em inglês foi adiado para 2013 e uns trinta concertos em Las Vegas já foram programadas para o intervalo compreendido entre dezembro e março do ano que vem.

CELINE DION et JOHNNY HALLIDAY L’ENVIE

Céline Dion & Henri Salvador – Tant De Temps

 Antes ela defenderá o disco em alguns programas populares na França e aproveitará a passagem pela Europa para visitar a Alemanha, onde é esperada no Bambi Awards, em que defenderá “Ne me quitte pas“, reprise de Jacques Brel presente no disco.

 Ne Me Quitte Pas

A revista Ici Paris revelou que Céline Dion  pretende se aventurar pelo cinema na pele de Maria Callas. “Gostaria muito de interpretá-la, Ignoro porque sua vida me atrai tanto, talvez pelos sofrimentos que viveu”. Por enquanto ela está ciente do trabalho da corda vocal mas por outro lado sabe que se viver a cantora estará cercada de profissionais aptos para ajudá-la.Em 1992 Céline se viu no centro de uma querela quando se pronunciou contra a independência do Québec. Revelação que provocou um certo mal estar na província. Depois disso ela evitou tratar de assuntos políticos. No íntimo sabe que como ela, o Canadá também é bilíngue, e é esta dupla face que faz da Céline Dion uma das maiores cantoras de todos os tempos.  
Pour que tu m’aimes encore

  Ziggy

“Sans attendre” já é Disco de Platina no Québec e Disco de Ouro Duplo na França, mas  a produção ainda não está contente e já lançou um novo clipe para promover o disco. “Le Miracle”, o single escolhido para ser ilustrado com um vídeo, foi escrito por Marie Bastide, composto por Gioacchino Maurici, e concebido “com a ideia de que tudo que se vê, tudo que se vive ou se compartilha, é por si só um milagre”, diz o diretor Thierry Vergnes, o mesmo que trabalhou com ela em “Parler à mon père”.

Le Miracle’, le clip du nouveau single !

 

Fontes:

http://people.plurielles.fr
http://www.canailleblog.com
http://amusicafrancofona.blogspot.com.br

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Site exalta a street art parisiense

Na capital francesa, a arte sai dos renomados museus e a cidade vira a tela de grandes artistas. Grafites e outras formas de intervenção na paisagem urbana convivem com a beleza dos prédios históricos de Paris.

Grupo de amigos registram arte de rua pela cidade

  (Foto: reprodução)

O site Alternative Paris, foi criado por três apaixonados por arte que largaram a sua profissão para a criação do projeto, entre eles, uma brasileira. O grupo percorre a cidade documentando a arte de rua, que agora faz parte da bela paisagem da cidade. O objetivo é divulgar e incentivar visitas a essa grande exposição de arte contemporânea a céu aberto. O site também conta com a participação de pessoas que enviam obras que encontram pela cidade.

Este site fundado e editado por Demian Smith, jornalista inglês que, depois de ter trabalhado com economia, acabou se enveredando para o envolvente mundo da street art. Mais tarde, uniram-se a ele a brasileira Maria Fernanda Hinke Schweichler,

antes executiva e jornalista de moda, e Lisa Marie Grenier, ilustradora franco-canadense.

 

Obra de artista não identificado

Completamente apaixonados, todos se especializaram no tema e, além de escrever sobre street art, organizam tours à pé ou de bike pelos bairros mais pitorescos de Paris como Belleville, Oberkampf, Montmartre e Marais em busca de mais uma obra de Fred le Chevalier, Invader ou M. Chat. É assim que o site se propõe a revelar uma cidade que não está nos guias.

Big Daddy Gun, Paris, Belleville. Photo: Demian Smith, alternativeparis.org

Um verdadeiro museu a céu aberto e em constante mutação, a street art não para nunca e é capaz de satisfazer os desejos dos olhos mais curiosos. São novos desenhos, novos formatos, novos artistas, novas cores, novas manifestações – sempre tendo Paris como pano de fundo.

O grupo também organiza workshops de stencil e grafite para aqueles que, além de admirar, querem mesmo é por a mão na massa!

Sten and Lex work on the street of Paris

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Sten and Lex work on the street of Paris

  (Foto: reprodução)
  (Foto: reprodução)

  (Foto: reprodução)

  (Foto: reprodução)

 

  (Foto: reprodução)
  (Foto: reprodução)
  (Foto: reprodução)

Ever (from Buenos Aires) rue Denoyez, Paris, Belleville. Photo: Demian Smith, alternativeparis.org

Modern art in Paris! street art tours of Paris' most eclectic neighbourhoods from Alternative Paris

Alternative Paris Tour – arte moderna em Paris!

Com Alternative Paris você ira conhecer o que tem de mais moderno no cenário da arte parisiense. Nossos tours são projetados para mostrar-lhe as obras dos artistas de rua mundialmente conhecidos, tudo isso com os bairros mais ecléticos de Paris sendo o pano de fundo e muito, muito mais….

Nossos guias são baseados em Paris, e os tours podem ser oferecidos em Inglês, Francês e Português. Eles conhecem bem as ruelas e principais ruas dos bairros que tem as mais expressivas obras de street-art como Belleville, Oberkanpf e Ménilmontant. Assim como eles compartilharam a história local, fatos engraçados e informações alternativas ao longo do caminho.

Este tour dura por volta de duas horas muito agradáveis e seguras. Apropriada para todos os níveis e idades.

Você vai ver e experimentar:

  • Melhores obras dos principais artistas Parisienses
  • Ponto de encontro dos artistas
  • Principal bairro artístico de Paris – Belleville
  • Apreciar a segunda vista mais alta da Torre Eiffel em Paris
  • Casa de Edith Piaf
  • Galerias underground de arte contemporânea
  • O trabalho de mais de 40 artistas de rua

Modern art in Paris! Street art tours of Paris from Alternative Paris - Le M.U.R. painted by Jace in Oberkampf

“Duas horas de uma caminhada informativa e interessantes em um distrito autêntico parisiense (fato interessante – casa de Vincent Cassel) é uma maneira perfeita de passar uma manhã de sábado… Não tenho arrependimentos e indico: não perca esta grande oportunidade, explorando a cultura incrível da street-art em Paris! “ Cinmana, Amstedam

Todos os sábados, às 11h e quarta-feira e sexta-feira às 15:00

(Duração de aproximadamente 2 horas)

Ponto de Encontro:

Para ficar fácil de nos encontrarmos, todos os nossos tours começam na esquina da Rue Saint-Maur e Rue Oberkampf, localizado no distrito histórico de Paris, na área 11. Quando todos os inscritos estão presente, nos começamos o tour partindo deste local muito icônico para a arte moderna nas ruas de Paris! O tour termina perto de Metro Belleville (linha 2 e 11).

Como chegar: Metro Parmentier (linha 3). Por favor chegue 10 minutos mais cedo!

Preço: “Pague o que você pode pagar”

Paris Bike Tour por Alternative Paris

Paris Bike Tour - Salvador Dali painting - Centre Pompidou - Jef Aerosol - Alternative Paris

Paris Bike Tour por Alternative Paris

Descubra os segredos do berço da arte de rua! Este tour de bike por Paris é o sonho de um fotógrafo – vamos mostrar-lhe o melhor da arte de rua , assim como monumentos mundialmente famosos.

Vamos nos aventurar nos bairros artísticos de Paris, Belleville, bem como as áreas da moda como o Le Marais e Canal Saint-Martin, antes de cruzar o rio Sena, além do Quartier Latin e Butte-aux-Cailles , onde você ira encontrar as mais frescas street-arts de Paris.

Um revigorante e seguro tour de 3,5 horas. Você receberá orientações da capital francesa, bem como uma visão verdadeiramente underground da arte e cultura parisiense.

Você vai ver e experimentar:

  • Passeio ao longo do Canal Saint-Martin & estreitas ruas medievais
  • Alternativos marcos culturais, incluindo Le MUR, La Forge Kommune & rua Denoyez
  • Descobrir o bairro onde os artistas moram e trabalham
  • Galerias de arte contemporânea e projetos de arte urbana
  • Arte de rua por mais de 40 artistas

Assim como, mundialmente famosos lugares e monumentos:

  • Centro Pompidou
  • O rio Sena
  • Vista da Torre Eiffel no horizonte
  • Le Marais
  • Bastilha
  • Padaria tradicional francesa
  • Nosso alternativo Paris Bike Tour também vai fazer uma parada em uma padaria artesanal e tradicional para você recarregar as energias.

Paris Bike Tour - Space Invader - Canal Saint-Martin - Alternative Paris
” O tour de bike com Demian abriu meus olhos para uma perspectiva nova e excitante de Paris. Ele e informado, amigável e apaixonado por seu trabalho. Eu sempre soube que Paris e uma cidade com muita arte e criatividade, mas depois deste tour eu pude testemunhar a verdadeira arte urbana em tempo real … Eu definitivamente irei voltar novamente, uma vez que a street-art esta sempre se altera e há sempre um novo trabalho na rua a cada dia que se passa! “ iancos89, São Francisco

O bike tour acontece todas as terças-feiras e domingos às 10h

(Duração de aproximadamente 3,5 horas)

LEMBRE-SE! Museus em Paris estão fechados às terças-feiras!

Ponto de encontro:

Todos os nossos tours de bike em Paris começam na saída da estação de metro Richard Lenoir (linha 5) localizado perto da área da histórica Bastille. Quando todos os inscritos chegam, pegamos as bikes ao lado da estação. O street-art tour de bike também termina em Richard Lenoir Metro.

Custo: € 29 (se você tem sua própria bike o custo é de 26 €)

fontes:
http://www.casavogue.globo.com
http://gazeta24horas.com.br/portal/?p=15202
http://www.nossoarmario.com/blog/nossoarmario/alternative-paris-street-art-na-web
http://alternativeparis.org/pt-pt/street-art-tours-bike-tours-por-alternative-paris/alternative-paris-tour-arte-moderna-em-paris

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M.Pokora

Matthieu Totta, popularmente conhecido como M. Pokora ou Matt Pokora(EstrasburgoFrança em 26 de Setembro de 1985) é um cantorcompositor e produtor francês de ascendência polonesa.

Matt, ou M. Pokora é filho do ex-jogador francês André Tota.

A carreira de M Pokora começou em 2003 quando venceu a terceira edição do programa ”Popstars”, formando o grupo ”Linkup”

Após o fim do grupo, M. Pokora começou uma carreira solo, trabalhando com os produtores de Hip Hop e R&B, Kore & Scalp.

Em 2004, inicia sua carreira como “Matt Pokora”.

Seu primeiro álbum solo foi lançado em 2004, intitulado M. Pokora, lançou o single “Elle me controle“, que lhe rendeu dois prêmios no NRJ Music Awards.

elle me controle

Em 2005, ele foi obrigado a mudar seu nome por causa um processo judicial feito pelo cantor francês Matt Houston. Como resultado, ele mudou o seu nome para “M. Pokora“ 

Seu novo álbum veio em Janeiro de 2006, Player, e liderou os topos das paradas. O single mais importante do álbum foi a faixa bônus, “It’s Alright” dueto com Ricky Martin.

M Pokora and Ricky Martin - It’s Alright

 

MP3 foi lançado no dia 24 de março de 2008. Foi produzidos por vários produtores americanos, incluindo Timbaland e Ryan Leslie, que também participaram neste álbum.

Sur Ma Route

Matt Pokora atualmente é o cantor Francês que mais está no auge internacionalmente levando a “nova cara” da cena musical Francesa, com misturas de Hip Hop, pop e R&B.

 

En attendant la fin

A nos actes manqués

Em 2010 ele lança seu mais novo álbum “Mise à Jour” contendo 14 faixas e “Mise à Jour Deluxe èdition” contendo 21 faixas, este álbum veio com fortes influências da estilo trance-eletrônica, r&b e pop.

 

Confira o  videoclipe  “Mirage”.  Deve agradar os fãs do cantor, já que possui uma batida mais rápida e vibrante  e mais próximo do som que o tornou bem-sucedido.

Mirage (clip officiel)

 
Desde o início da carreira que a trajetória de M Pokora tem sido marcada por muito sucesso comercial e “A la poursuite du bonheur” só vem confirmar este status. Lançado em março deste ano o álbum já é disco de platina.
Aproveitando a onda das festas de fim de ano, a EMI Music France lançou nesta segunda-feira a reedição do disco ”A la poursuite du bonheur”, que já é disco de ouro mas que eles querem transformar em platina, naturalmente. Para isto a produção incluiu cinco títulos bônus:”Envole-moi“ (o duo com a Tal para “Génération Goldman”)“Plus haut”, “Je voudrais vous dire”, “Je serai là” e ”Hallelujah”, de Leonard Cohen.
Mas se o Matt tem um mérito que ninguém tira dele é a de bom intérprete como pôde ser visto na regravação de “Comme d’habitude” e ”Déshabillez moi” de Juliette Gréco.
Sauve toi
Regarde moi
Une dernière fois
Juste avant que
La terre tremble
Dis-toi
Que je serai
De l’autre coté
A t’attendre

Tout autour le monde s’effondre
Il reste quelques secondes
Avant qu’il n’en reste rien
Toutes ces tours dans les décombres
Ecoute la nature qui gronde
C’est que c’est bientôt la fin
Sauve-toi
Avant de manquer d’oxygène
Avant le vacarme des sirènes
M’attends pas sauve-toi
Prends la hauteur de l’altitude
Et si tu vois que les ailes brulent
M’attends pas sauve-toi

Saisi ta chance
Fais en urgence
Ce que j’ai pas fais
Dis toi
Si tu t’en sort
Que je serai pas mort
Avec regret

Tout autour le monde s’effondre
Il reste quelques secondes
Avant qu’il n’en reste rien
Toutes ces tours dans les décombres
Ecoute la nature qui gronde
C’est que c’est bientôt la fin
Sauve-toi
Avant de manquer d’oxygène
Avant le vacarme des sirènes
M’attends pas sauve-toi
Prends la hauteur de l’altitude
Et si tu vois que les ailes brulent
M’attends pas sauve-toi

Prends la hauteur de l’altitude
Et si tu vois que les ailes brulent
M’attends pas sauve-toi

Envole-Moi – Tal & MPokora [CLIP OFFICIEL]

M.Pokora “Hallelujah” Zenith de Paris 12/05/12

Juste un instant (clip officiel)
Si tu pars (CLIP OFFICIEL)

comme d’habitude HD – ”hier encore”

On est là (clip officiel)

“Mon Evidence” 

M. Pokora fait le tour du bonheur

Quelques années plus tard, Popstar, première émission de télé-crochet en France, affole le début des années 2000. Sa troisième édition met en lumière un trio r’n’b formé pour l’occasion, les Linkup. À l’instar de Robbie Williams ou de la chanteuse Beyonce, celui qui débute alors sa carrière sous le pseudonyme Matt Pokora connaîtra une gloire bien moins éphémère que ses acolytes. Après s’être fait un nom, il sort un album dans la foulée (réédité en 2006 sous son nouveau nom), marquant les esprits avec le single De retour. Sur cet opus, on retrouve les producteurs Kore et Skalp, le duo de producteurs le plus en vogue du moment sur la scène R’n’B française. En janvier 2006, sur trois nominations, il remporte deux NRJ Music Awards (Chanson de l’année et Clip de l’année). Il enchaîne rapidement avec un second album intitulé Player, qui se classe le jour même de sa sortie n° 1 des ventes d’albums en France. L’album, sur lequel on peut découvrir des artistes comme Bionix ou Le Son des Anges, est très vite certifié disque de platine.

M. Pokora s’est fait un public, et rempli Bercy sans trop de difficultés lors de son Player Tour. La tournée s’achève en janvier 2007, avec un Bercy plein à craquer. Une semaine plus tard, il gagne de nouveau deux NRJ Music Awards, dont celui très convoité de l’Artiste masculin de l’année. Le succès auprès du public est au rendez-vous, mais les maisons de disques sont plus frileuses, et hésitent à s’engager, prédestinant Pokora à une disparition imminente et totale.

Comprenant que les portes ne s’ouvriront pas si facilement, il crée rapidement son propre label, M2theP Entertainement, et part pour New York où il rencontre Ryan Leslie d’Atlantic Records, à qui il confie son rêve de réaliser un album dans la langue du rhythm’n’blues.

La reconquête du public

Il reviendra en France un an plus tard, avec l’album MP3. Le succès critique n’est alors pas totalement au rendez-vous, malgré un soutien coriace. C’est finalement par la télévision qu’il revient sur le devant de la scène, en 2011, avec l’émission Danse avec les Stars, où il conquiert de nouveau le public en duo avec Katrina Patchett.

Il commence alors un véritable squattage médiatique, faisant la promotion de son cinquième opus. Quinze titres, un retour à la langue de Molière, et une tournée des Zéniths, en parallèle de son activité au sein du Collectif Paris Africa réuni pour l’Unicef pour la lutte contre la crise nutritionnelle et alimentaire qui frappe la Corne de l’Afrique.

Le soutien du public se confirme un peu plus, une poursuite du bonheur qui ne semble pas près de s’arrêter.
No ano que vem o artista estará nos palcos mas como ator na pele de “Robin des Bois”, na peça homônima. 

M.Pokora annonce qu’il sera Robin des Bois (Le Parisien)

 

Fontes:

http://cherryouth.wordpress.com/2010/12/01/musica-9/

http://amusicafrancofona.blogspot.com.br/

http://www.fan2.fr/matt-pokora-une-metamorphose-sexy-cote-look-a116104.html

http://www.gqmagazine.fr/pop-culture/musique/articles/comment-m-pokora-essaie-encore-d-imiter-justin-timberlake/13317

http://www.quebradadovz.com/2012/02/veja-o-novo-clipe-do-m-pokora-just-un.html

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Champs Elysées em Paris ganha iluminação de Natal

Paris inaugura iluminação de Natal na avenida Champs-Elysées

A famosa avenida parisiense Champs Elysées ganhou iluminação natalina nesta quarta (21). Arcos iluminados que alternam as cores da bandeira francesa, vermelho, branco e azul, foram instalados nas árvores.

Arcos vão iluminar a avenida francesa neste final de ano (Foto: Mehdi Fedouach/AFP)
Arcos vão iluminar a avenida francesa neste final de ano (Foto: Mehdi Fedouach/AFP)
Champs Elysées ganha iluminação de Natal nesta quarta (21) (Foto: Mehdi Taamallah/AFP)Champs Elysées ganha iluminação de Natal nesta quarta (21) (Foto: Mehdi Fedouach/AFP)
Movimentação na famosa avenida de Paris (Foto: Mehdi Fedouach/AFP)
Movimentação na famosa avenida de Paris (Foto: Mehdi Fedouach/AFP)
Champs Elysées em clima de Natal
A estrela convidada este ano para dar início a iluminacão de Natal, foi a atriz Diana Kruger (Tróia e Bastardos Inglórios).

A atriz alemã Diane Kruger e o prefeito de Paris, Bertrand Delanoë, inauguram a iluminação de Natal na mais famosa avenida do mundo. A decoração 2012 na Champs-Elysées foi modificada para dar mais brilho e reforçar o clima de Natal.

Diane Kruger, une marraine lumineuse

Comme chaque année à l’approche de Noël, l’avenue des Champs-Elysées revêt ses habits de lumière. Pour l’édition 2012, le côté glamour a été assuré par Diane Kruger. L’actrice allemande, qui succède à Audrey Tautou et Mélanie Laurent, a donné le coup d’envoi en pressant le bouton au côté du maire de Paris, Bertrand Delanoë et de sa première adjointe, Anne Hidalgo. Les officiels du Comité Champs-Elysées, l’organisme qui fédère les plus grandes enseignes présentes sur l’avenue, étaient également présents.
Ces illuminations 2012 rappellent fortement celles installées l’an passé. Pourtant, les trois anneaux lumineux qui entourent chaque arbre de l’avenue n’avaient pas vraiment convaincu. Jugés plus futuristes que féériques à l’époque, ils font leur retour même si le dispositif a été revu. Afin de rectifier le tir, les anneaux ont été rehaussés et des guirlandes scintillantes ont été ajoutées. Au total, 1,5 million de points lumineux sont installés entre la place de l’Etoile et celle de la Concorde. Coût de l’opération : un million d’euros. Mais du côté des spectateurs qui ont assisté aux premiers scintillements, la déception était à nouveau palpable. Si les lumières sont là, l’esprit des fêtes de fin d’année un peu moins.
Les centaines de milliers de personnes qui foulent les pavés de l’une des plus célèbres avenues du monde pourront profiter de ces illuminations, tous les soirs, de 17 heures à 2 heures du matin, jusqu’au 10 janvier.

Guirlandas serão postas nas 200 árvores da Avenida e mais 400 refletores.

Esta iluminação está sendo muito esperada por todos os parisienses, pois será usada até 2015.

Um evento que não dá para perder!

Mais de 1,5 milhão de lâmpadas vão iluminar a Champs-Elysées neste final de ano. Elas vão decorar as 200 árvores da avenida mais charmosa da cidade. As lâmpadas coloridas formam anéis suspensos em torno de cada árvore. Este ano, os decoradores escolheram principalmente cores vermelhas, brancas e douradas. Para reforçar ainda mais o espírito natalino, eles decidiram criar uma cortina de luz cintilante de 7 metros de altura ao longo de toda a Champs-Elysées.

As lâmpadas utilizadas são ecológicas e de baixo consumo. Este ano, elas vão consumir pouco menos de 40 mil kWh que serão fornecidos por uma central de energia solar. Desde 2006, o consumo de energia com a iluminação de final de ano na avenida parisiense foi reduzido em mais de 90%.

A decoração de Natal vai iluminar a Champs-Elysées até o dia 10 de janeiro de 2013, sempre das 17h às 2 horas da madrugada.

Champs-Elysées inaugura iluminação de Natal

 

Pelo quarto ano consecutivo, a grande Feira de Natal abriu as portas na avenida mais bonita do mundo, a Champs Elysées, de Paris. Cerca de 14 milhões de visitantes devem passear entre a Place de la Concorde e o Arco do Triunfo  até o dia 3 de janeiro de 2012.

 


São 175 chalezinhos decorados com motivos natalinos ao longo da avenida. As ofertas são as mais variadas: de produtos regionais e especiarias a artigos de artesanato e presentes originais.

 

Enfeites para árvores e para a casa, opções de presentes e algumas das receitas natalinas de diversas regiões da França estarão à sua espera. Além de outras atrações para crianças, a presença de Monsieur Père Noël (Papai noel) está confirmada!

Para os turistas que estiverem na capital francesa nesta época, a Feira de Natal abrirá todos os dias, das 11h da manhã às 22h30.

A grande novidade deste ano é uma pista de patinação, além de atrações para as crianças.

A l’occasion des fêtes de fin d’année, le Grand Palais a décidé de se transformer en immense patinoire de Noël. Le Grand Palais des Glaces prendra place du 13 décembre 2012 au 6 janvier 2013 et sera le théâtre de spectacles et d’animations.

O meio ambiente também estará no centro das atenções: um percurso sobre o tema da Terra deve sensibilizar o público sobre a situação atual do planeta, sua fauna e flora. Uma floresta asiática foi reconstituída especialmente para o evento, com 200 esculturas mecânicas de bichos como elefantes, girafas, tartarugas…

A grande estrela dos Natais na avenida também foi instalada, a famosa Grande Roue (Roda Gigante), de onde se tem uma vista inesquecível da Cidade Luz.

Informations pratiques : La Grande Roue de la Concorde
Place de la Concorde
Métro : Concorde
Du 16 novembre 2012 au 13 janvier 2013
Horaire : Tous les jours de 11h00 à minuit.
Tarifs :
Adultes 10 €
Enfants moins de 10 ans 5 €

Nos arredores, o Museu do Grand Palais também festeja o Natal com um parque de diversões com dezenas de atrações para os pequenos e os adultos.

Patins no Gelo na Torre Eiffel!

Mais de 1000 pessoas por dia, foram patinar no inverno passado nesta pista inusitada.

No primeiro andar da Torre Eiffel, à 57m de altura, a pista de patins no gelo conta com 200 m2 para atender o grande público.

À partir do dia 15 de dezembro até o dia 31 de janeiro de 2012, de 10:30h às 22:30h, você poderá aproveitar não só da patinação, como da vista do alto de Paris, além de um bar temático.

É Natal…. na cidade Luz! 

 

Les marchés de Noël à Paris

 

Fontes:

http://www.portugues.rfi.fr/cultura/20121121-paris-inaugura-iluminacao-da-natal-na-champs-elysees

http://cabresto.blogspot.com.br/2012/11/champs-elysees-em-paris-ganha.html

http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2012/11/champs-elysees-em-paris-ganha-iluminacao-de-natal.html

http://www.destinoparis.com.br/

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Decoração de Natal da Louis Vuitton para a Galeries Lafayette + árvore assinada pela grife de cristais Swarovski

Galeries Lafayette, um dos maiores redutos da moda de luxo em Paris, inaugurou na noite de terça-feira, 6 de novembro, uma vitrine especial de fim de ano, feita em parceria com a Louis Vuitton. No lançamento, a modelo Loulou Robert fez entrada triunfal para a ligada oficial das luzes, a bordo de um elefante, que, segundo o WWD, atendia pelo nome de Dumba.

Clip Noël du Siècle

De sa trompe, Dumba lance le Noël du siècle des Galeries Lafayette © Louis Vuitton

A top francesa Loulou Robert, rosto da Louis Vuitton, acendeu as luzes da decoração de Natal das Galeries Lafayette, no Boulevard Haussman, em Paris. Detalhe: a moça desfilou sobre um elefante coberto por uma sela com a estampa clássica da grife francesa, que patrocina a festa. Nas 11 vitrines, pinguins, flamingos, lêmures, pandas e outros bichos enfeitam o “baile do século”— em meio a detalhes em couro e bailarinas vestidas pela marca.

Coup d’Envoi du Noël du Siècle

No interior, uma única árvore assinada pela grife de cristais Swarovski com 21 metros de altura, nove de diâmetro e cinco mil estrelas de cristal fica logo abaixo do icônico domo, símbolo da art nouveau, que neste ano alcançou o centenário com novo projeto de iluminação. Assinada pela Disney, a carruagem da Cinderela, que deve comparecer ao “baile”, é outro destaque. A decoração natalina das Galeries Lafayette fica em cartaz até dia 9 de janeiro.

Loulou Robert et le PDG des Galeries Lafayette devant les marionnettes habillées par Louis Vuitton © Louis Vuitton

Estiveram presentes Philippe Houzé, CEO da galeria, e Roberto Eggs, presidente da Louis Vuitton norte-americana. O tema escolhido para a decoração foi A Bola do Século, marcando o centenário dos vitrais do edifício.

vitrine Louis Vuitton na Galeries Lafayette

Realmente as janelas da Galeria Lafayette neste Natal estarão mais chiques do que nunca. A Louis Vuitton foi convidada para produzir os efeites para a loja de departamentos parisiense, que completa seu centenário.

 

Figuras de animais de todo o mundo, entre eles flamingos, pandas, pinguins, estarão ao lado de bonecas pintadas à mão e vestidas de Louis Vuitton.

MAGASIN GALERIES LAFAYETTE VITRINES NOEL 2012 

No ano passado, a Galeria Lafayette apresentou como tema o universo do rock. Mas, com o aval da maison, este provavelmente será um dos natais mais esperados. Prepare-se para uma multidão de turistas nos arredores da loja.

A Vogue francesa adiantou algumas imagens que mostram detalhes da decoração. Uma fofura!

 

Mas a Galeries nos surpreende , como todos os anos, com seu enorme “sapin sous la coupole” …

As Galerias Lafayette fazem o tema ‘O Natal do século” celebrando os 100 anos da cúpula que marca sua arquitetura. A decoração vedette deste ano é a imensa árvore de natal que eles colocaram logo abaixo da Cúpola Central. 
 Les vitrines des galeries Lafayette du Bd Hausmann, qui fête ses 100 ans sous la coupole !

vitrines Galeries Lafayette idées déco vitrines noël

As princesas Disney (Cinderela, Branca de neve, Rapunzel…) também encantam as vitrines da loja no boulevard Haussmann, é diversão garantida para a criançada, principalmente para as meninas!

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vitrines galeries Lafayette idées déco vitrines noël

 

vitrines galeries Lafayette idées déco vitrines noël

 

Vitrines de Noël 2012 Disney Disneyland Paris aux Galeries Lafayette

Imaginons un Noël plus magique avec Disney – Galerie Lafayette

Disney aux Galeries Lafayette Noël du siècle 2012 – General store Princesses xmas Paris

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Um video para mostrar este pinheiro de Natal Swarovski 2012:

Dans les coulisses du sapin de Noël des Galeries Lafayette

Sapin de Noël Swarovski : le sapin de Noël Swarovski en vidéo

Le sapin de Noël aux Galeries Lafayette Déc 2012

Swarovski christmas tree in Galeries Lafayette.

Il faut quand même avouer qu’un sapin de 21m décoré de 120 chatons eclairés chacun par un spot et qui a pour base un gigantesque lustre avec 5000 étoiles Swarovski ça en jette un peu!

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Les nouveautés gourmandes de Noël aux Galeries Lafayette

Les shopping Noël des Galeries Lafayette, c’est de la déco, de la mode, des bijoux…mais aussi de la gastronomie !

Différentes marques présentaient jeudi dernier leurs produits entrant dans la sélection de Noël du grand magasin centenaire. Nous sommes allés à leur rencontre. Voici donc ce que vous pourrez offrir et déguster à Noël !

Côté salé…

# Des fruits à coque d’exception

Sélectionnant les matières premières directement auprès de producteurs, Le Grand Noyer a su trouver les meilleurs produits provenant des terroirs tels que l’amande Marcona d’Espagne, la noisette du Piémont, la noix de cajou du Vietnam ou encore la pistache de Sicile.

La grande force de cette gamme plébiscitée par des chefs et de grandes maisons, c’est donc le choix des fruits, la production en France sans huile ajoutée et très peu salée mais aussi et surtout par des recettes subtiles : amandes grillées au citron et piment d’espelette, noix de cajou et sésame noir et doré, noix de macadamia grillées aux baies de Sichuan ou encore mes chouchous, les amandes et pistache grillées aux baies roses.

# Non pas du saumon mais Le Salma !

Provenant d’élevage responsable en Norvège, ce saumon serait la référence de plusieurs chefs dans le monde, à tel point qu’on ne parlerait plus du saumon Salma mais du Salma !

A part vous dire qu’il est très doux, d’un beau orange (et non pas rose à tendance fluo!), peu gras et qu’il a une texture de rêve, je peux aussi vous dire que s’il est assez cher, il réhabilite le saumon en tant que produit d’exception et donne envie de se faire un petit plaisir en toute sécurité (il passe toujours ses examens sanitaires avec succès et brio).

 

# Du foie gras oui mais d’Alsace et d’oie !

Dans la tradition alsacienne, la maison strasbourgeoiseGeorges Bruck produit encore du foie gras d’oie. Pour la petite histoire, le foie gras d’oie alsacien est l’ancêtre du foie gras de canard du Sud-ouest. Ah bon ? oui oui, paraît-il ! Les guerres ayant durement éprouvé les alsaciens, une partie d’entre eux est partie, entre autre dans le sud ouest de la France où ils ont continué la production de foie mais cette fois avec des canards. Le canard est en effet plus avantageux à travailler car comme dans le cochon, tout y est bon alors que l’oie, à part son foie, ne donne pas grand chose à manger !

Aujourd’hui, le foie gras d’oie alsacien demeure une tradition qui séduit par se finesse et sa subtilité. Pour aller plus loin dans le raffinement, je vous conseille de tenter l’expérience du foie gras truffé…. Ça se passe de commentaire !

# Pour faire la transition, parlons de vin parlons de la collection Legend Vintage de Gérard Bertrand, vieux millésimes de Maury, Banyuls et Rivesaltes de 1875, 1900, 1929, 1945, 1951, 1974…

Il s’agit de vins d’époque, mis en bouteille pour former cette belle et incroyable collection. Pour ma part, j’ai goûté un Maury de 1929 très doux, laissant en bouche un impression de velours typique des vins madérisés et un Rivesaltes de 1974, lui, plus fort et long en bouche mais très madérisé également.
Bref, des bijoux pour la bouche qui devraient intéresser les curieux et les fous de vins anciens.

Côté sucré…

 

#Des confiseries en provenance du Sud de la France !

Calissons poussés à la main, pâtes de réglisse et vanille de Montpellier, pâtes de fruits des Hautes-Alpes, pralines juste ce qu’il faut enrobé de sucre caramélisé, lavandes et autres graines de fruits en sucre… La maison Petit Duc est allée rechercher dans les recettes du 17è et 18è siècles pour produire des sucreries d’antan, pas trop sucrées et élaborées avec des matière premières locales et de qualité. A offrir aux grands-parents ou toute personne aimant le sud et les confiseries au fruit.

A vous de deviner ce qui se cache dans ces sucreries !!

 

 

# Des panettoni fabriqués en Piémont.

Traditionnellement partagés en famille pour les fêtes de Noël, le panettone est devenu un vrai cadeau, décliné sous différents packaging et sous différents goûts : grappa, marron glécé, chocolat etc. Une découverte que j’ai faite en discutant avec la représentante de Bonifanti, c’est qu’au terme d’un long processus de fabrication en 3 jours, les panettoni sont séchés la tête en bas, pour préserver le bombé de leur jolies têtes.

# Enfin, pour en finir avec le tour des sucreries, j’ai découvert le bois cassé, produits par La fée Nougatine !

Bâtonnets de pâte de sucre étirée donnant une matière cassante, proche de la gaufrette et offrant des sensations proches de la barbe à papa ou de la meringue tant elle fond en bouche rapidement. On trouve différents goûts tels banane, menthe, framboise… Je pense que c’est plutôt un cadeau destiné à des enfants, par les couleurs vives et le goût très sucré.

Bonus : Pour info, Angelina ouvrira un bar à chocolat  & Mont-Blanc sur la terrasse des Galeries, 8è étage du bâtiment Coupole !

Et si vous avez le courage de pousser admirer Ma plus belle ville du monde sur le toit terrasse vous aurez le plaisir d’y trouver …crême de marron sur le gateau!

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Car le salon de thé Angelina a investi le toit pour un mois!

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Si ce gâteau de meringue, de chantilly et de crême de marron vous a cependant laissé un peu frileuse un plaid en cachemire vous sera donné….enfin prêté!

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fontes:

http://www.le-banc-moussu.com/

http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/posts/2012/11/07/vuitton-no-natal-da-galeria-lafayette-473554.asp

http://oglobo.globo.com/boa-viagem/natal-nas-vitrines-de-paris-londres-inspira-parcerias-entre-lojas-grifes-6721441

http://modaspot.abril.com.br/news/louis-vuitton-inaugura-vitrine-de-natal-da-galeries-lafayette

http://www.luxuryshoppers.net/2012/11/08/galeries-lafayettes-christmas-windows/

http://www.blogducommerce.fr/vitrines-galeries-lafayette

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Printemps inaugura vitrines de Natal assinadas pela Christian Dior


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Cire Trudon – apresenta nova vela Melchior

Cire Trudon – as velas da realeza

A Cire Trudon é uma marca secular francesa de velas desde 1643, sendo a mais antiga fábrica de velas de cera do mundo. Seu savoir-faire trouxe reputação e prestigio a marca que iluminou e ainda ilumina a vida de reis e rainhas.

Claude Trudon chegou a Paris durante o reinado de Luis XIII e abriu uma pequena mercearia na Rua Saint-Honoré onde entre outros produtos ele vendia velas fabricadas pela sua família de forma artesanal, inicialmente para pessoas mais simples moradoras do bairro. As velas começaram a ser usadas inicialmente pelas pessoas mais simples do quartier Saint-Roche para fins domésticos e religiosos, mas rapidamente passaram a ser procuradas em maior escala pelas famílias mais abastadas das imediações. Graças à imensa procura pelas velas artesanais (e a muito trabalho), a Maison Trudon prosperou em Paris em menos de um ano.

No final do reinado de Luís XIV ele comprou uma pequena fábrica  de velas e coloca seu nome. Seu filho Jacques torna-se um “farmacêutico-veleiro” e em 1687 com o título de “Destilador Boticário” da Rainha Marie Thérèse entra no coração do Palácio de Versailles, mais tarde  em 1719 a marca recebe o título de  Manufacture Royale, sendo assim o fornecedor oficial do Palácio de Versailles até o fim da Monarquia.

 A qualidade perfeccionista das velas Trudon fez com que posteriormente elas também caíssem nas graças de Marie-Antoinette, Louis XVI e ainda de Napoléon Bonaparte.

Suas velas aromatizadas mantém o mesmo aroma desenvolvido para as grandes rainhas francesas. A  Cire Trudon reencontra sua rainha: fiel à caracterização da época, a Trudon produziu todas as velas e candelabros usados no filme Marie-Antoinette, de Sofia Coppola – exatamente como eram na época.
Criada para homenagear a Marie-Antoinette de verdade, a vela perfumada Trianon é um clássico da casa. E a marca ainda fornece para palácios europeus e imponentes igrejas como Eglise de Saint Roche cliente da marca desde 1643 e para praticamente todas as igrejas parisienses.
Vela Trianon desenvolvida para homenagear a rainha Maria Antonieta, até hoje um clássico da casa.

Vale lembrar que desde a sua fundação a marca  não utiliza parafina ou qualquer outro  produto petroquímico na fabricação de suas velas, utilizam exclusivamente extratos vegetais.

Ter uma vela da Cire Trudon hoje é como ter uma bolsa Hermès e não é somente ter um objeto de desejo,  é ter um pouco da própria história e seus aromas ao seu lado.

 

Em Paris a marca era a preferida da realeza francesa, há quem diga que Napoleão deu para seu filho recém nascido, Aiglon, de presente uma vela Cire Trudon estampada com três detalhes em ouro com o rosto do imperador.

Quando nasceu seu filho Aiglon, Napoleão o presenteou com uma vela Trudon na qual havia três peças de ouro com símbolo do imperador, seu pai.
Cierge Carmée

Atualmente a Cire Trudon fabrica peças exclusivas para grandes nomes da moda como Hermès, Kenzo, Cartier, Guerlain e Dior, além de ornamentar alguns dos restaurantes mais estrelados de Paris.

 

A igreja de Saint-Roche usa as velas Trudon desde 1643 – com um cliente satisfeito desses, quem é que pode contestar a qualidade dessas velas? Ao longo dos anos, diversas outras igrejas parisienses também passaram a comprar as velas da Cire Trudon. Hoje, além de suas famosas velas decorativas perfumadas, a Cire Trudon é o maior fornecedor de velas para as igrejas da cidade.

 

Grandes nomes da historia da França já foram homenageados pela Cire Trudon através de bustos esculpidos em cera, um trabalho minucioso e que eleva o produto ao estado de arte. Outro detalhe interessante: as velas da Cire Trudon nunca usaram parafina ou qualquer outro produto petroquímico em sua composição – até hoje são feitas exclisivamente a partir de extratos vegetais.

 

 

Cire Trudon
78, rue de Seine - 75006
Tel.: 01 4326 4650
Metrô: Odéon linhas 4 e 10

Horário: de 10h à 19h, todos os dias , menos domingo.

 

A Cire Trudon criou uma vela para as festas, com um perfume inédito.

Com a proximidade do Natal  imaginou uma nova vela batizada de Melchior, em homenagem ao Rei Mago que tinha oferecido mirra e ouro, segundo o texto do evangelho.

Une bougie précieuse, qui se pare de senteurs de myrrhe, musc, benjoin et labdanum, pour venir parfumer de magie les fêtes de fin d’année. Habillé d’un verre peint de feuilles d’or, l’objet prend la forme d’un cadeau précieux, à offrir ou se faire offrir.

Disponible à partir du 12 novembre prochain dans la boutique Cire Trudon, 78 rue de Seine 75006 Paris.

Outra vela muito conhecida, a Calabre  foi inspirada no sudoeste da Itália. Com os aromas de mirra, incenso, frutas cítricas e camomila, a nova fragrância nos leva ao longo da costa do Mediterrâneo…. Voilà…

La plus ancienne manufacture de bougies au monde lance une édition limitée, aux notes méditerranéennes.

Célèbre pour ses cierges et bougies aux histoires parfumées, la maison mêle fabrication artisanale et notes envoûtantes. C’est le cas de Calabre, nouvelle création en édition limitée, qui s’inspire des senteurs du sud ouest de l’Italie. Myrrhe, encens, camomille, agrumes… le temps d’une flamme, la bougie Calabre nous transporte le long des côtes méditerranéennes.

 

Homenagem ao ilustrador Lawrence Mynott : Abd El Kader, Odalisque et Solis Rex, 3 de seus modelos mais conhecidos.

C’est le cas de la sérieMynott, une édition limitée réinterprétant les fameuses bougies Abd El KaderOdalisque et Solis Rex dans des coloris de verre inédits : vert, orange et bleu roi, frappé d’un blason en métal. Ces pièces collector se présentent dans des coffrets ornés des illustrations de Lawrence Mynott, l’intérprète facétieux des senteurs de la marque. 

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Les verres restent vierges des traces de combustion que laissent les mélanges à base de paraffine. D’ailleurs ces verrines d’une couleur profonde imaginées par Ramdane Touhami sont fabriquées artisanalement en Italie, à Vinci.

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Cire Trudon em Londres

Avec la complicité de l’agence Boxco2, Cire Trudon vient d’ouvrir une nouvelle boutique à deux pas de Marylebone. Un petit cabinet de curiosités aux teintes XVIIIe où se mêlent les effluves que l’on aime tant, de Dada à Ernesto.

 

 

Images by Paul Raeside

Cire Trudon
36 Chiltern Street W1U 7QJ - London – United Kingdom /  44 (0)20 7486 7590

 

 Cire Trudon em Nova York

Verdade ou não o que da para perceber é que a loja tem uma atmosfera do Velho mundo francês com papéis de parede rebuscados, lustres imponentes e objetos antigos.

 

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Graças à qualidade de seus produtos, a empresa resistiu à invenção do lampião e da eletricidade. Em 2006, o multifuncional Ramdane Touhami assumiu a direção da fábrica e deu outra vida à marca. Ele recriou uma produção de 367 anos, inventou 22 fragrâncias para as velas e construiu uma marca forte com 550 pontos-de-venda em 54 países, além de inaugurar uma loja-conceito para marcar esse reposicionamento da Trudon.

Localizada na Bond St., em Nova York, os 800 metros quadrados da loja contam com um espaço recriado para dar ao cliente a sensação de estar numa antiga loja parisiense. O seu interior é composto por espelhos e candelabros feitos à mão do século XVII e os móveis rústicos foram todos produzidos pela comunidade amish do estado da Pennsylvania. Ali estão à venda uma seleção de antigas e novas peças dedicadas às velas: lustres, castiçais, candelabros, abafadores, fragrâncias, entre outros.

Ramdane Touhami e sua esposa Victoire de Taillac







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ciretrudon-3.jpgCire Trudon’s staying power is partially due to the quality of their wax, which is made from rice, soy and copra (coconut kernal). It burns cleanly, doesn’t drip, lasts a long time, is biodegradable and is particularly well suited to carrying pigment and scent.

ciretrudonn-11.jpgRamdane Touhani has led the company since 2006, and in a few short years has created a wide range of products, a cult following, a new store in Paris and starting today their second store in the heart of NYC’s Nolita neighborhood.

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The NYC store is inspired by the Palace of Versaille’s Hall of Mirrors. Ramdane had the mirrors made and aged in Paris, the stucco installed by a French company, the furniture made by an Amish carpenter in Pennsylvania, and the store filled with objects and curios found at the Brimfield flea market in Massachusetts. Surrounded by windows, the royal blue walls and gilded mirrors give the light-filled space a Parisian feel that somehow feels completely at home in NYC.

 

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The store features the full range of Cire Trudon’s products: Brightly colored tapers in multiple sizes; scented and pillar candles; wax busts (Napoléon is a favorite); room sprays; stink bombs (small glass vials of room spray meant to be thrown on the floor in an act of scent terrorism); and plenty of gift sets.

When setting out to create the “scented, not perfumed” line of candles Ramdane looked to history, literature and art laced with a bit of wit and imagination. Scents like Carmélite (inspired by nuns moving through mossy stone corridors and their “peace of souls and eternity”), Roi Soleil (evocative of the Chateau de Versaille’s wooden floors, where the company’s “nose” was sent to copy the smell), and Odeur de Lune (created from the actual scientific data of moon dust, which said “nose” experienced at NASA) are unlike those you’ll find anywhere else. They come in small, medium and a supersized 2.8kg (6 lb!). New for holiday is “Contes de Noël,” a special box set with an illustrated book of fairy tales, a candle and room spray.

Worth noting are the glass containers used for the scented candles. Hand made in Vinci, Italy, the green tumblers are notched on the bottom. Because the candles burn cleanly the tumblers are easily reused as glassware, containers or planters.

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Prices range from $20-$375.

 

Fontes:

http://www.ciretrudon.com/

http://leblog.com.br

http://viverparis.blogspot.com.br

http://www.upost.com.br/cire-trudon/

http://sensodearte.blogspot.com.br/2012/07/cire-trudon-e-um-pouco-de-historia.html

http://www.perspective.name/cire-trudon-candele-rivoluzionarie.html?lang=en

http://www.shopping-premiereavenue.com/cire-trudon.72.1.collection.es.html

http://blog.stylesight.com/travel/wax-nostalgic-at-cire-trudons-london-store

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