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Glaces, gelato, helado, ice cream : LES MEILLEURES ADRESSES À PARIS

Os três fabricantes mais tradicionais e bem conceituados dessas delícias geladas em Paris são: Berthillon, Amorino e Gelati d’Alberto. Se a pergunta for“Qual deles tem o melhor sorvete de Paris”? A resposta é fácil: Experimente os três. O melhor sorvete de Paris será, para sempre, aquele que você mais gostar. Todos os três oferecem qualidade diferenciada, usam apenas ingredientes naturais (nada de corante, conservante, edulcorante, acidificante) e fazem o seu sorvete de forma artesanal – com o capricho que só tem quem conhece e ama aquilo que faz. Por trabalharem somente com frutas frescas selecionadas, a carta de sabores costuma variar de acordo com a época do ano. Mas que tal conhecermos um pouquinho mais sobre cada um desses mestres sorveteiros?

Berthillon

Berthillon é a mais famosa maison glacier de Paris. Instalada na charmosa rue de Saint-Louis en l’Île, tornou-se uma verdadeira referência quando se fala na Île Saint-Louis. A casa foi fundada em 1954 por Raymond Berthillon e em 1961 já havia sido mencionada pelos emblemáticos jornalistas Gault e Millau no Guide de Paris. Ainda hoje a Berthillon permanece uma empresa familiar, mas além da famosa sorveteria com salão de chá na Île Saint-Louis, dispõe de mais de uma centena de pontos de revenda autorizados na região de Île-de-France.

A casa Berthillon na Île Saint-Louis.

O sorvete Berthillon é considerado o melhor sorvete de Paris por muitos franceses e com razão, os sovertes são deliciosos.

A minha dica para quem for curtir Paris é passar na sorveteria oficial da Berthillon , os clientes fazem fila ao lado de fora para escolher os sorvetes que variam de Café au Whisky aos mais comuns como Banane e Caramel. Os preços não são caros, vale à pena escolher dois ou três.

 

Maison Berthillon: a aglomeração na porta da sorveteria é tão freqüente quanto justificável.


Os sorvetes são artesanais e fazem sucesso com segredos passados de geração para geração desde 1954.

Ha também um belo salão de chá onde podem ser degustados os sorvetes e outras delicias.

Segundo o guia The Ten Best of Everything, The Ultimate Guide for Travelers de Nathaniel Lande, a Berthillon figura entre as 10 melhores sorveterias do planeta. Além de turistas , a casa costuma atrair celebridades francesas, como o cantor Georges Moustaki e a atriz de cinema Carole Bouquet – que costumam aparecer por lá sem muita cerimônia. Mas badalação à parte, o que faz mesmo a diferença na Berthillon é o sabor pronunciado do sorvete. Apesar de contar com uma respeitosa gama de sabores tentadores, é o sorvete de morangos silvestres (fraises des bois) que há mais de meio século é considerado o carro-chefe da casa.

Aviso aos viajantes: a Berthillon fecha anualmente para férias entre a segunda quinzena de julho e o final de agosto. Durante esse período, os sorvetes Berthillon não são fabricados nem mesmo para a distribuição aos seus revendedores.
Glacier Berthillon
29-31 rue Saint Louis en l’Île

Metrô: Pont-Marie linha 7
Tel.: 01 4354 3161
Abre de quarta a domingo das 10h00 às 20h00

www.berthillon.fr

Incontournable et inégalé durant de nombreuses années, le mythique glacier Bertillon nous régale toujours et encore de ces divins sorbets et de ses glaces à tomber… Avec une quarantaine de parfums vous ne saurez plus où donner de la tête et serez tenter de revenir chaque jour pour tous les gouter !…

Ainsi que diriez-vous d’un cornet au Gianduja aux noisettes, au pain d’épices, au praliné aux pignons, au thé Earl Grey, à la reine-claude, à la pêche ou encore au lait d’amande, au nougat ou à la banane…

Glaces Berthillon, Paris

 Amorino

Já a Amorino é uma autêntica sorveteria italiana made in France.  Tem muitas lojas espalhadas pelo mundo . E esse rápido crescimento é justificado pelas saborosas receitas originais importadas da Itália.

Na carta, sabores tentadores e inusitados como tiramisu ou omelete da Noruega. Os fundadores da Amorino são dois jovens amigos de infância de origem italiana que parecem ter a competência aliada ao toque de Midas: Paolo Benassi era gerente da famosa maison de prêt-à-porter Max Mara, e Cristiano Sereni foi o inventor das locadoras de DVD Cinebank – as máquinas de locação de DVD que funcionam como se fossem caixas eletrônicos e que hoje estão espalhadas por toda a França.

A primeira unidade da Amorino foi instalada numa antiga Häagen-Dazs que não andava bem das pernas – e a escolha do endereço foi uma aposta ousada: a loja foi aberta no número 47 da rue de Saint-Louis en l’Île, a poucos metros da Berthillon.

E o sucesso foi imediato – justamente porque a Amorino aproveitou para abrir suas portas tão logo a Berthillon fechou para as férias anuais de 2002. Os turistas desavisados sobre o fechamento anual da Berthillon foram os primeiros clientes da Amorino.

E se a estratégia dos fundadores foi certeira no início, a qualidade do sorvete Amorino sustentou com mérito a historia de sucesso da marca: algumas das lojas de Paris chegam a atender mais de 1.000 clientes por dia.

No laboratório centralizado em Ivry-sur-Seine são elaborados os 24 sabores da marca (20 permanentes e 4 sazonais).

 Amorino

47 rue Saint Louis en l’Île
Metrô: Pont-Marie linha 7
Tel.: 01 4407 4808
Abre diariamente das 12h00 às 24h00

Venez goûter au parfum crème caramel, amaretto, orange sanguine, Nutella, mangue ou encore noisette.

La glace Inimitabile du glacier Amorino

C’est l’intransigeant Jérôme Chaucesse – qui a repéré la pépite: la crème glacée “Inimitabile” du glacier Amorino. De mon côté, j’ai simplement effectué la contre-visite et vous confirme cette information savoureuse.
Amorino Paris - Glace inimitabile
Amorino
De 3,50€ à 5,50€ selon la taille de votre glace
2 avenue de Villiers
75017 Paris
Metro Villiers

Les autres adresses parisiennes sont indiquées sur leur site:

1er arrondissement : 99 rue de Rivoli
4ème : 47 rue Saint Louis en l’île, 31 rue Vieille du Temple, 119/121 rue Saint Martin
5ème : 18 rue Mouffetard, 16 rue de la Huchette, 22 rue Soufflot

6ème : 4 rue Vavin, 4 rue de Buci, 6 rue Guisarde
7ème : 42 rue Cler
9ème : 40 boulevard Haussmann, 35 boulevard Haussmann
11ème : 4 rue de la Roquette
12ème : Bercy Village Cours Saint Emilion
14ème : 17 rue Daguerre

 Gelati D’Alberto

Seguindo a tradição da Emilia Romana (região italiana de origem dos fundadores), os sorvetes  são servidos caprichosamente em forma de flor, e não em bolas.
Na rue des Lombards, em meio ao comércio ainda adormecido, a atividade segue em ritmo forte: o maître glacier Alberto trabalha na preparação da receita secreta de seu sorvete italiano. Confecciona os sabores do dia de acordo com os produtos que encontrou no mercado. Já segue há 10 anos o mesmo ritual com a mesma dedicação.
Com alguns golpes de espátula, transforma a delicada massa de seu suntuoso sorvete em flor. A casquinha que serve de caule sustenta sabores convertidos em pétalas. Uma técnica de escultura herdada de seu avô e importada da Itália, seu país natal.
E ao passar em frente a Gelati d’Alberto, é praticamente irresistivel não se juntar as dezenas de pessoas que desfilam por sua loja para apreciar o doce sabor das pétalas geladas. Os freqüentadores assíduos tomam seu sorvete como quem degusta um bom café no pequeno ritual ao final das refeições. Já os freqüentadores curiosos estão sempre ávidos por descobrir os novos sabores: panacotta, tiramisu, piña colada, framboesa, torta de limão, Nutella, caramelo ao sal de Guérande… E então? Não parece tentador? A Gelati d’Alberto marca presença em dois respeitáveis endereços em Paris.
Gelati d’Alberto – Mouffetard
45 rue Mouffetard
Metrô: Place Monge linha 7/ Metro Cardinal-Lemoine linha 10

Gelati d’Alberto – Châtelet

12 rue des Lombards
Metrô: Châtelet linhas 1, 4, 7, 11 e 14
Tel.: 01 7711 4455
Abre diariamente das 12h00 às 24h00.
Délicieuses, voluptueuses, exquises…. Un vrai délice pour les papilles et un enchantement pour les yeux (car en forme de roses !) : Les glaces de Gelati d’Alberto sont une véritable invivation au voyage… En Italie !

Vous aurez le choix entre 36 parfums faits maison, dont Nutella, Panacotta, Tiramisu, Galak, Pina colada, tarte au citron, orange sanguine, caramel au sel de Guérande, kiwi, leetchie, mangue, melon, ou encore thé vert citron, rose d’Orient, tarte tatin, panacotta, crème brulée, bacio, stracciatella et After eight… Que dire de plus… Allez-y, vous ne serez pas déçus !
A noter qu’il a été choisi pour être le glacier officiel de Paris Plage 2010.

Vamos continuar a lista com outras sorveterias, que também valem a visita..:-)

 

Grom

É uma sorveteria italiana em Saint-Germain . A primeira loja da marca data de 2003, na cidade italiana de Turim. Depois de crescer na Itália e criar um centro de produção no país, a sorveteria foi parar em New York (2007) e Paris (2008). Nessa mesma época nasceu a Mura Mura, ambicioso projeto dos proprietários da Grom: um centro de exploração agrícola no Piemonte onde passaram a cultivar antigas espécies de pêssego, figo, damasco, pêra e morango. Um importante passo na busca pela excelência no sabor.  Espere até provar o sorvete de pistache sírio! O de chocolate extra-amargo  forte é maravilhoso também, sem esquecer o de limão, perfeito para os dias quentes .

A cada mês a lista de sabores muda, já que a idéia é tirar o que há de melhor  na natureza, respeitando as sazonalidades dos produtos.

Na lojinha azul que pode ser vista de longe, o que mais chama a atenção é o capricho dos sabores expostos na vitrine refrigerada. Os sorbets são produzidos com água pura da montanha e sem a adição de corantes ou conservantes. Já os sorvetes são super cremosos, com destaque para os saborescassata sicilienne (feita com ricota e raspas de frutas cítricas), vanille de Madagasgar (creme de baunilha) e o de chocolate (de sabor super intenso).

Os pontos fortes são o capricho do produto e a eco-responsabilidade da marca. O ponto fraco fica por conta das poucas mesas disponíveis, que não dão conta da verdadeira legião de fãs que a loja tem atraído. Preço de cones ou potes com 2 sabores a partir de 3,50€.

81, rue de Seine
Tel.: 01 4046 9260
Metrô: Mabillon linha 10

seg/qua – 12/23h, qui/sáb – 12/24h e dom 11/23h

Tout récemment installé à Paris, ce glacier italien commence à conquérir le monde.

La qualité et la saveur de ses glaces font de lui un sérieux concurrent pour les autres glaciers parisiens… Le bouche à oreille fera le reste !
Ici on peut savourer des parfums tels que melon, nougat, bacio, gianduja, sabayon ou encore kaki… 

 Raimo

Totalmente renovada ha 2 anos, a Raimo foi fundada em 1947 pela família Raimondo e é uma das sorveterias mais antigas da cidade. No balcão os sorvetes e sorbets são servidos apenas em casquinha (nada de potinhos, portanto) ou em caixas de 1 litro (30,00€). A sorveteria ainda conta com um amplo salão de chá anexo, com serviço ininterrupto e que serve desde um simples café até as principais refeições.

Os sorvetes de destaque da Raimo são o de marron glacé (que faz muito sucesso no inverno), o de érable du Vermont, o quatre épices, o de miel de canne, o de lait d’amande, assim como o sorbet de muscat. Mas os sabores mais procurados são o sorvete de vervaine e o sorbet de pamplemousse.

A Raimo têm mais de 40 de sabores diferentes de sorvetes que variam segundo a estação, e também vende sobremesas geladas para viagem. O cone de casquinha com 2 bolas custa 5,00€ e 6,50€ a taça servida no terraço.

Glaces et sorbets chez Raimo

Raimo ayant désormais pignon sur rue dans le Marais et à Saint Germain des Prés, vous allez devoir résoudre ce dilemme ô combien cruel : quelles glaces, quels sorbets choisir ?
Raimo3,50€ la boule, 7€ les 3 boules
59-61 Boulevard de Reuilly
75012 Paris
Métro Daumesnil ou Bel Air
01 43 43 70 17
Fermé le lundi
65, boulevard Saint-Germain
75005 Paris 
Métro Cluny la Sorbonne
Ouvert tous les jours
17, rue des Archives
75004 Paris
Métro Hôtel de Ville

Martine Lambert

Há mais de 20 anos essa sorveteria é a grande sensação que refresca os dias ensolarados das cidades litorâneas de Deauville e Trouville – os destinos praianos preferidos dos parisienses nos feriados prolongados.

Em Paris a sorveteria preferiu se preocupar mais com a qualidade do produto, e menos com suas instalações – a unidade parisiense da Martine Lambert é pequenina e sem uma única mesinha.  Em Paris o gostoso mesmo é comprar um sorvete dos bons e sair caminhando com ele pela rua, aproveitando cada minuto do dia para se perder propositalmente pelas ruas da cidade. Você tem um bom sorvete nas mãos e Paris sob os pés – o que mais pode querer?

Sugestão de sabores? São mais de 50 para você escolher – todos artesanais, sem corantes nem conservantes. O top da casa é o Quiberon, de caramelo feito com manteiga salgada, seguido de perto pelo Martinique, que leva baunilha, geléia de laranja e rum. Ah, e a simpatia no atendimento também é marca registrada Martine Lambert. O preço da casquinha ou potinho com 2 bolas é de 4,70€.

Muitos sabores… sorbet pêche de vigne, pamplemousse et gingembre confit …reglisse/licorice , figue..

Prove e descubra porque Martine Lambert é conhecida como La Fée des Glaces (A Fada dos Sorvetes). Na foto, a senhora Lambert preparando mais uma de suas delícias geladas.

Prove também os macarons recheados com sorvete de Martine Lambert. São coloridos (bien sûr), bonitos e em formato de caprichados coraçõezinhos. Se não fossem tão deliciosos daria até pena de comer (100g por 6,50€).

 PARIS

192, rue de Grenelle
75007 Paris
Tél. 01 45 51 25 30

39 rue Cler
75007 Paris

 

Le Bac à Glaces

 


A meio-sorveteria, meio-creperia Le bac à glaces tem um ambiente simples, mas bem bacana – assim como sua localização, que desde 1982 faz a alegria dos moradores e turistas que circulam pela rue du Bac. Além das mesinhas dispostas no salão com ares de bistrô, há também um pequeno terraço dedicado aos clientes, mas o que faz mesmo o sucesso do local é o balcão de venda de sorvetes para viagem.

 

Os sabores originais de maior procura pela clientela são os que trazem deliciosas combinações de frutas com ervas ou flores, como o citron-basilic (limão-manjericão),pêche-romarin (pêssego-alecrim) cherry-mint (cereja-menta), poire-verveine (pera-verbena) e o recém-lançado framboise-rose (framboesa-rosa).

A receita do sabor dos sorvetes de Le bac à glaces é que eles são elaborados com ingredientes 100% naturais e levam pouco açúcar.

O pessoal do blog Viver em Paris dá uma sugestão : “E se você aceita uma sugestão para saborear o seu sorvete Le bac à glaces como um legítimo parisiense, peça no copinho de papel uma bola de sorvete de duplo sabor e outra bola de sorvete de baunilha (vanille). Com o sorvete nas mãos e um sorriso no rosto, caminhe alguns passos até a agradável square des Missions-Étrangères, que fica na esquina da rue du Bac com a rue de Commaille. Sente-se confortavelmente em um dos bancos da square e deguste seu sorvete sentindo-se no paraíso.”

Square des Missions-Étrangères: este cantinho de sossego fica pertinho da sorveteria Le bac à glaces.

A casquinha (ou potinho) com 2 bolas custa 4,00€.

109, rue du Bac
Tel.: 01 4548 8765
Metrô: Sèvres-Babylone linhas 10 e 12

Texto do Le Figaro:

L’été arrive, synonyme de bac. À sable pour les petits, à glaces pour les grands

Installé depuis 1982 à Sèvres-Babylone et voisin immédiat de la Conran Shop, ce Bac se présente en candidat libre, mi-crêperie, mi-salon de glace. Intérieur un peu sombre, microterrasse et, surtout, gros corner de vente à emporter.Parfums vedettes - C’est en pots et non en cornets que l’on trouve ici les parfums les plus étonnants comme le citron-basilic, la pêche-romarin ou encore la poire-verveine. Mais ce jour-là, la framboise-rose se mettait aussi en boule pour notre plus grande joie, faisant duo avec une excellente vanille.Bonus - Les glaces peu sucrées, à base de très bons ingrédients. Le ravissant square des Missions-Étrangères, à deux pâtés de maisons, pour les déguster, sur un banc, au soleil.

Jean-Paul Hévin


Especialidade : sorvete de cacau
Endereço : 23 , Avenue de La Motte-Picquet, Paris 7e

01 45 51 77 48

La Tropicale 


Especialidade : é uma das primeiras sorveterias de Paris com uma gama exótica de sabores como goiaba, manga ou litchi. Nela encontramos também misturas como gengibre-caramelo, banana-caramelo-sésamo, coco-rum-abacaxi ou figo-canela.
Endereço : 180, bd Vincent-Auriol, Paris 13e

La Tropicale : ambiance exotique dans le 13ème

Ce glacier a été un véritable pionnier, l’un des premiers à  proposer dès 1976, des parfums exotiques tels que lychee, mangue ou papaye. Aujourd’hui, les parfums phares de la maison restent les plus originaux  : datte noix, miel pignon, banane caramel et sésame, fraise et feuille de menthe, cannelle figue etc. Le midi, le glacier se transforme en salon de thé avec une sélection de salades, quiches et autres soupes à  consommer sur place ou à  emporter. Une adresse coup de cœur pour cet été.

 Ouvert du lundi au samedi de 12h à  19h. Fermé le dimanche et les jours fériés.

Ice to Ice 

 


Especialidade : Sorvetes acompanhados de waffer ou de crepe.
Les Parisiens de l’est se régaleront au Gelateria Café de Ice to Ice, près de Ménilmontant, 7 jours sur 7 et jusqu’à 23 heures. Pour les grandes faims, vous pouvez accompagner vos glaces de gaufres et de crêpes. En hiver, vous profiterez de ces plaisirs glacés sur la terrasse chauffée.

Adresse : 30-32, bd de Ménilmontant

75020 Paris

Tél. : 01 43 58 44 16

Site : www.icetoice.com

Christian Constant

 

Especialidade : Este grande chocolateiro e confeiteiro criou maravilhosos sorvetes de chocolate como chocolate com açafrão, chocolate com chá de jasmim, chocolate com canela ou chocolate com passas e whisky.

Endereço: 37, rue d’Assas, Paris 6e

Tel  +33 (0)1 53 63 15 15

 Pozzetto –

considerada uma das melhores sorveterias de Paris, fica no Marais

  • Addresse :39 rue du Roi de Sicile/4earrondissement Paris
  • Téléphone : 01.42.77.08.64
  • www.pozzetto.biz
  • Horaires :Du lundi au jeudi de midi à 23h, le vendredi de midi à 23h30, le samedi de midi à minuit et demi et le dimanche de midi à minuit
  • Métro : Saint-Paul ou Hôtel de Ville

Outro endereço: 21 rue de Lévis, 75017
Metro: Villiers (2, 3)
Horário:Abre todos os dias
Telefone: 01 42 77 08 64

Glace à la noisette du Piémont, Pozzetto

Ci-dessous, glace de Pozzetto, à la fois légère et très parfumée. Une vraie âme solitaire qui semble ne souffrir aucune cohabitation : ses flaveurs furent terrassées par le goût impérieux de la glace gianduja, et non moins étouffées par la pistache de Bronte
Glace noisette du Piémont - Pozzetto
5€ le pot, quelque soit le nombre de parfums choisis

Pozzetto n’est pas le glacier italien le plus connu de la capitale, il fait néanmoins partie des meilleurs. Rue du Roi de Sicile, une petite fenêtre permet de passer commande en toute tranquillité. On choisit son parfum et on emporte son cornet pour le déguster un peu plus loin, sur un banc de la place Baudoyer, ou au hasard des rues (les prix sont beaucoup plus élevés si on s’installe à l’intérieur – à partir de 4 euros à emporter, 7 euros sur place). Côté glaces, le choix est un peu limité mais il témoigne de la qualité des produits. Parmi les classiques, onctueux et intenses : l’incontournable Gianduia torinese, une spécialité de Turin au chocolat et aux noisettes du Piémont, la Fior di Latte ou le Pistacchio, sans colorant, à base de pistaches de Sicile. Et pour votre quota de cinq fruits et légumes par jour, sachez que les sorbets – Pesca, Fruitti di Bosco, Pera, Madarino, etc. – sont tout aussi délicieux.

Mary Gelateria Naturale

Mary propose 100 parfums différents et vous invite dans sa cabane italienne et rétro !

Ses glaces sont naturelles : lait, crème et fruits.

MARY – Gelateria Naturale

Caffeteria Italiana
1, rue Charles François Dupuis
75003 Paris
 01 73 74 88 22
Metro : Temple, République

Mary prépare des glaces comme à Milano, sa ville natale. Des glaces naturelles à base de lait, de crème et de fruits, c’est tout, c’est simple et excellent. Même les allergiques au gluten peuvent les déguster sans souci. Pour trouver Mary, promenez-vous dans le Haut Marais, ce quartier du 3ème arrondissement de Paris, très vivant aux terrasses remplies les beaux jours. A deux pas, la Ville de Paris redonne vie au Carreau du Temple (marché couvert à la splendide structure métallique de 1863).

Myberry

A lojinha é super simpática e se você estiver em Paris valhe a pena tomar um. Eles tem um sabor bem parecido com as lojas que temos no Brasil.

Em Paris também tem cupcakes.

O preço não é dos melhores.. custa 3 euros o pequenos, 4 euros o medio.. o grande custa 5 e tem um maior ainda… cada topping custa 1 euro, você pode escolher entre frutas, chocolate e balinhas.

S’empiffrer de glace sans pour autant prendre du poids, tel est le concept de My berry !! Cette petite boutique colorée du Marais - devant laquelle il y a très souvent foule – vous propose du yaourt glacé 0% que vous pouvez déguster accompagné de fruits frais, de céréales, de pépites de chocolats ou de coulis en tout genre…(1 topping = 0,95€).

Frais, sucré et léger, My berry c’est le compromis idéal pour les petites fringales estivales !

Comptez moins de 100 calories pour une crème glacé au coulis fruité.

São duas lojas em Paris:

My Berry à Paris

25 rue vieille du temps 75004 Paris- tel:01 42 74 54 48

51 rue rue St-Louis-en-l’île 75004 Paris- tel: 01 43 54 41 74

Lundi – Dimanche : de 12:00 à 00:00

 

It Mylk


15 rue de l’Ancienne Comédie, 75006
http://www.itmylk.fr/

It mylk tem dois locais em Paris que servem algo que os parisienses ainda não estão inteiramente acostumados: iogurte congelado. Está bem longe dos sorvetes da Berthillon ;-)  Oferece iogurte natural sem gordura que você pode enfeitar com qualquer combinação de frutas, granola, chocolate, etc .

A gente escolhe a base: ou iogurte ou sorvete de iogurte. Depois os acompanhamentos: frutas, cereais, nuts.

Em seguida a gente se instala nas cadeiras deste espaço calmo. Uma pausa deliciosa nos circuitos de Saint Germain. Uma novidade.

It Milk: 15 rue de Ancienne Comedie 75006 Paris

Um rápido olhar no corredor interminável de iogurte no supermercado e você vai ver por que esse conceito funciona. É basicamente livre de culpa.

Pascal le Glacier

Glaces et sorbets chez Pascal le Glacier

Pascal le Glacier - Sorbets et Crèmes Glacées

Je vous recommande donc :
  • La crème glacée à la vanille (pour moi la meilleure de Paris) : au goût légèrement poivré de vanille, complété d’une pointe lactée et onctueuse de crème;
  • Le sorbet à la la pêche : saisissant, terriblement parfumé, sucré aussi il faut dire;
  • Le sorbet à la framboise : savoureux mais moins fruité que celui de la Maison du Chocolat.
Pascal le Glacier

4€ la glace individuelle
17 rue Bois le Vent 75016 Paris
Métro La Muette
Fermé les dimanches et lundis
01 45 27 61 84

 
  Paris deveria ser o centro do mundo em sorvetes…acredite você ou não!!
Andando pela rue Montorgueil (1er arrondissement) você pode encontrar pelo menos 2 Sorveterias muito conhecidas  - Charles Chocolatier , Deliziefolie  

Charles Chocolatier

Endereço: 15 Rue Montorgueil, 75001 Paris

Telefone: 01 45 08 57 77

Charles Chocolatier.
Créée en 1910, cette entreprise familiale n’utilise que des ingrédients naturels pour fabriquer ses chocolats, qui ne contiennent aucun produit animal (que du beurre de cacao). Fait avec de la poudre de cacao 100 % provenant de Côte d’Ivoire, du lait bio demi-écrémé et très peu de sucre, le chocolat chaud proposé dans la boutique cuit doucement dans un chaudron en cuivre pour épaissir naturellement. On ne peut pas le déguster sur place, mais pour se réchauffer les mains dans la rue un matin d’hiver il n’y a rien de meilleur.

Delizie Folie

 

 

Delizie Folie é um dos bares/cafés/sorveterias mais conhecidas da rue Montorgueil, em pleno coração de Paris. As pessoas adoram seus sorvetes generosos tipicamente italianos , cremosos e saborosos como na Itália, servidos em bolas generosas e deliciosas ! Também gostam de seu pequeno terraço , onde podemos tomar algo aproveitando a animação da rua, e se regalar com os sorvetes, cada um mais tentador que o outro. Além disso, o serviço é muito simpático e as vendedoras sabem dar bons conselhos com as combinações dos sabores.

 Você pode ler o PDF no top 45 ice cream makers in France.
A revista Elle também tem uma lista de seus sorvetes preferidos: the top 10 flavors of l’ete in Paris.

Pierre Hermé

Glaces et sorbets chez Pierre Hermé

Parisiens désespérés, sachez qu’il fait beau ce dimanche. Vous pourrez profiter de ce succédané d’été pour déguster glaces et sorbets – chez Pierre Hermé, je vous recommande la glace Mosaïc.

Montebello (glace pistache, sorbet fraise)

Pierre Hermé - Glace Montebello
Chouette glace à la pistache, intense, relevée par des éclats croquants (c’est agréable d’avoir de la texture). Le goût du sorbet fraise ne s’affirme que dans un second temps (un peu trop sucré)

Mosaïc (glace pistache, sorbet griotte)

Pierre Hermé - Glace Mosaïc
 Un sorbet à la griotte vif, concentré en goût, agréablement accompagné de morceaux de griottes. La glace pistache est la même que pour le Montebello.

Chocolat nougatine aux éclats de fèves de cacao, poivre de Sarawak

Pierre Hermé - Glace chocolat nougatine
Chocolat fin et racé. Le grué apporte sa texture croquante et son agréable acidité. Petites flaveurs florales, apportées par le poivre. Plus pour les gourmets que pour les gourmands (ici, il ne s’agit pas d’une base d’anglaise)
Et vous, quelles glaces avez-vous essayées chez Pierre Hermé ?
6,60€ le pot individuel

Pierre Hermé

72 rue Bonaparte 
75006 Paris
Métro Saint Sulpice ou Mabillon
Ouvert tous les jours


185 rue de Vaugirard
75015 Paris
Ouvert tous les jours

 
Depois de mostrar todas estas variedades, só posso dizer para vocês:  Bon Apetit!!!!

 

Fontes:

http://www.tout-paris.org
http://viverparis.blogspot.com.br
http://www.conexaoparis.com.br/
http://aviagemcerta.com.br
http://dicasparisemfoco.blogspot.com.br
http://parisbymouth.com/five-great-for-ice-cream/
http://www.raids-patisseries.com
http://www.parisrivedroiterivegauche.com

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Papelarias de Paris

Desde pequena sou viciada em papelarias. Adoro presentear com um cartão personalizado e também ter papéis e canetas coloridas na minha escrivaninha, na minha mesa de trabalho!! Quem me conhece sabe que não posso viver sem tinteiros de cores diferentes e sempre tenho papéis coloridos e cadernos, até numa mesinha na sala para os amigos escreverem o que passar pela cabeça…;-) ( ao lado do caderno tenho canetas esferográficas de várias cores,  caneta tinteiro, um tinteiro e até um ” mata borrão” rs )

Paris tem verdadeiros tesouros em matéria de papelarias. Das mais tradicionais às mais modernas, há de papéis de carta originais ou álbuns com encadernação refinada até cartões-postais raros.

Papelarias de Paris guardam tesouros

À moda antiga

  (Foto: reprodução)

Mélodies Graphiques

Ao entrar nesta papelaria, a sensação é de voltar no tempo. Há de tudo para quem curte escrever cartas à moda antiga: canetas tinteiro, tinta em diversas cores, cadernos de caligrafia, papéis de carta e lacres de cera. Além disso, oferece cartões e convites feitos à mão e cadernos e postais de inspiração vintage. O destaque fica para os papéis italianos, com estampas lindas e delicadas.

Você encontra cadernos e diários de inspiração vintage, com capas de couro, papéis de embrulho vindos de Firenze, cartões e convites feitos à mão e carga para caneta tinteiro. É uma verdadeira viagem no tempo. Destaque para os papéis coloridos e desenhados, todos lindos.


Eric de Tugny, proprietário da loja,  é um grande caligrafista.

Lá você encontra cadernos e diários de inspiração vintage, com capas de couro, papéis de embrulho vindos de Firenze, cartões e convites feitos à mão e carga para caneta tinteiro. É uma verdadeira viagem no tempo. Destaque para os papéis coloridos e desenhados, todos lindos.

Endereço: 10, rue du Pont Louis Philippe, 75004- tel. 01 42 74 57 68.

Às segundas, das 14h às 19h; e, de terça a sábado, das 11h às 19h.

  (Foto: reprodução)

Georges and Co

É o verdadeiro templo da caligrafia parisiense, com tudo para quem pretende se dedicar à arte milenar da escrita, como tinteiros, papéis artesanais e cursos. Também dispõe de um espaço de exposição e de um café para leitura.

Uma concept store em forma de papelaria. Lá você encontra papéis e canetas de todos os tipos, calendários e livros, com embalagens em caixas maravilhosas.

 

Le Bar à encres, vous permet de choisir la couleur de votre choix assortie à votre carnet ou au papier à lettres.

Petits flacons d’encres de toutes les couleurs

Une machine innovante Georgette, calligraphe robotisé est également à votre disposition pour réaliser des mailings et retranscrire vos messages de façon manuscrite  sur tous les beaux papiers mis à votre disposition.

Georges & Co, boutique exceptionnelle de papier et d’écriture au 90 rue du Bac à Paris 7ème

Carnets et cahiers assortis aux encres et aux multiples stylos.

Agendas et carnets d’exception.

Plus traditionnel, les monogrammes et cachets de cires de toutes les couleurs.

Bar à stylos, comme pour le bar à sushis, il tourne et vous permet d’essayer la multitude de stylos de toutes les couleurs et pointes mis à votre disposition.

Ecriture et Art du beau papier sont au rendez-vouq chez Georges & Co,  une  boutique et adresse authentique que Delphine Mercier a ouvert pour exprimer sa passion de l’écriture.

http://www.georgesandco.com

Endereço: 90, rue du Bac, 75007. Às segundas, das 13h30 às 19h; e, de terça a sábado, das 10h30 às 19h.

  (Foto: reprodução)

Grim Art

 

Localizada numa dessas passagens típicas de Paris, acessível apenas à pé, trabalha com álbuns, cadernos e diários de couro de fabricação manual, material de caligrafia e papéis artesanais italianos.


Endereço: 59/61, rue Saint André des Arts, 75006. De terça a sábado, das 11h às 19h.

Téléphone : 01 46 33 19 88
Grim’Art vous propose des carnets, livres d’or, albums photo en cuir réalisés à la main et aussi des articles de calligraphie, d’écriture, du papier et des sacs en cuir très originaux.

www.grimart.fr

 

Design clean e refinado

  (Foto: reprodução)

Papier Plus 

Com métodos artesanais e produção francesa, está no mercado desde 1976. Fabrica caixas, arquivos, cadernos e álbuns com capas de tecido de diversas cores e designclean.

Aberta em 1976 por Laurent Tisné, ela oferece artigos de papelaria fina com design e encadernações próprias: álbuns de foto, pastas, fichários, caixas, cadernos e livros em branco para anotações, além de papéis especiais.
Endereço: 9, rue du Pont Louis Philippe, 75004.metro: Pont Marie (linha 7).

De terça a sábado, das 12h às 19h.

A marca  tem ótima reputação. Utilizam métodos artesanais para fabricação de cadernos e álbuns refinados, com capas em tecido de diversas cores. Utiliza papéis vindos de todas as partes do mundo. O preço dos álbuns vão de 35 a 80 euros.

http://www.papierplus.com

Desenho da fachada da Papier + (Fonte: site da loja)

Os produtos são fabricados no local e, segundo a empresa, só são utilizados papéis e tecidos fabricados na França por artesãos que seguem os métodos tradicionais de produção.
  (Foto: reprodução)

Calligrane

Papelaria refinada que trabalha com materiais bastante diferenciados, como os delicados cartões ilustrados por Agnes Pontier e cadernos e blocos de produção artesanal.

Para quem quiser conhecer o trabalho da Agnes Pontier, entre no site dela: http://agnespontier.fr/


Endereço: 4-6, rue du Pont Louis-Philippe, 75004.- metro:metro: Pont Marie

De terça a sábado, das 11h às 19h.

Aberta há mais de 30 anos, ela foi fundada por Ana Barth, que cuida pessoalmente da loja, uma verdadeira galeria de arte voltada ao papel. É ela quem seleciona os papéis especiais, criados por artistas em séries limitadas, feitos de fibras naturais, vindos de toda a parte do mundo (Japão, China, Tailândia, Índia e Brasil).

Papéis japoneses oferecidos na Calligrane (foto: Divulgação)

Caderno vendido na loja (foto: Divulgação)

Além dos papéis, cartões e envelopes, a Calligrane também oferece refinados artigos de papelaria e escritório, peças em couro (bolsas, carteiras) e até algumas gravuras.

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De tudo um pouco

  (Foto: reprodução)

Bookbinders Design

De origem sueca, esta papelaria faz o estilo moderno típico dos países nórdicos. Vende desde papéis, cadernos e agendas até tesouras, colas e clipes.
Esta marca Sueca tem lojas no mundo todo. Ela foca mais em cadernos, álbuns, fichários, mas também tem de tudo um pouco. Materiais de alta qualidade.

 

No  bairro do Marais, há esta filial da Bookbinders Design. Marca sueca fundada em 1927, a Bookbinders Design tem duas lojas em Paris. Se baseia no conceito de valorização da encadernação manual de alta qualidade. Seus cadernos, agendas, livros de assinaturas, álbuns e caixas são feitos com mais de 600 variações de cores, papéis, tecidos e texturas. Tudo feito manualmente e com design contemporâneo por encadernadores e artistas de Estocolmo. Suas prateleiras coloridas valem a visita. As lojas em Paris oferecem o serviço de hotstamping (gravação) para personalização das encadernações.

 

 

Bookbinders Design
53 rue Vieille du Temple
Tel: +33 (1) 4887 8632
info@bookbindersdesign.fr
www.bookbindersdesign.com
Aberto às segundas-feira, das 14h às 19h, de terça a sábado das 11h às 19h30 e aos domingos, das 12h às 19h
130 Rue du Bac
Tel: +33 (1) 4222 7366
Aberta de segunda a sábado, das 10h às 19h

 

  (Foto: reprodução)

L’Art du Papier

Oferece de tudo um pouco no que se refere ao mundo de papelaria e escritório, como moleskines, canetas-tinteiro etc. O diferencial fica para os papéis especiais para origami e material para scrapbooking.

É uma Papelaria contemporânea, focada em papel – de presente, de carta… Também  tem acessórios e canetas, é bem refinada.

Une des trois boutiques parisiennes créées par Jean-François Chaufaux. J’adore rentrer dans cet univers  entièrement dédié au papier et à la création. Si, comme moi, vous aimez encore écrire (même si je suis une fan d’internet), c’est ici qu’il faut venir pour acheter des papiers colorés ou avec des trames spéciales ou encore avec des reliefs.

Et puis il y a tout un choix de tampons décoratifs, de faire-parts, d’enveloppes pour toutes les occasions et de toutes tailles et également plein de jolis choses dans l’univers du scrapbooking (vous savez ces carnets qui servaient à l’origine aux peintres à ébaucher un paysage ou une personnage qu’ils avaient devant les yeux). Le slogan de la boutique c’est « imaginez, créez, personnalisez ». Tout un -beau-programme!

 

L’Art du Papier MONTPARNASSE
48, rue Vavin – 75006 – Paris
Tel. 01 43 26 10 12
Métro : Vavin (L.4), Notre-Dame des Champs (L.12)
Bus : 58  ou 82 -  Arrêt Vavin
Ouvert toute l’année: Du Lundi au samedi de 10h30 à 19h et en été : du mardi au samedi de 10h30 à 19h
L’Art du Papier OPERA
16 rue Daunou  75002 Paris
Metrô: Opéra
L’Art du Papier NATION
197 bd Voltaire 75011 Paris
Metrô: Rue des boulets ou Charonne

Comptoir des Écritures

Para os calígrafos, outro endereço imperdível fica perto do Centro Cultural Georges Pompidou – também conhecido como Beaubourg: a loja Comptoir des Écritures. Tintas, papéis, penas e outros instrumentos são oferecidos por vendedores especializados. Além do material profissional, há também kits de iniciação para novatos.

Le Comptoir des écritures est parti créer une espace de 200 m² au pied du centre Pompidou à Paris ; une galerie d’art calligraphique et une école pluriculturelle y ont cohabité pendant vingt ans, accueillant l’enseignement de Claude Mediavilla, Brody Neuenschwander, Serge Cortesi, Kitty Sabatier, Laurent Pflughaupt, Marine Porte de Sainte-Marie, Ouyang Jiaojia, Yajima Hogetsu, Oinomikado Sachiko, Hassan Massoudy, Abdallah Akar, Frank Lalou et l’enlumineuse Beatrice Balloy. Des centaines de jeunes et moins jeunes s’y sont formés ; beaucoup y ont trouvé un métier, tous s’y sont régalés.

 


Comptoir des écritures

35, rue Quincampoix
Tel: +33 (1) 4278 9510.
Aberto de terça a sexta-feira, das 11h às 19h; aos sábados, das 11h às 18h.

Tout près du Centre Beaubourg
Ouvert du mardi au samedi, de 11 heures à 19 heures (sauf samedi : 18 heures)

Métro : Châtelet-Les Halles ou Rambuteau.
Parking : Beaubourg.

http://www.comptoirdesecritures.com

Marie Papier: les arts du papier

Marie Papier 1

En me promenant du côté du jardin du Luxembourg, je suis tombée sur une petite boutique comme je les aime, bien cachée entre un Petit Bateau et Eric Bompard.

Chez Marie Papier, le papier n’est pas uniquement un support d’écriture, c’est également un art, avec des papiers uniques, comme des oeuvres d’art.

En poussant la porte de cette petite boutique aux accents nautiques, le visiteur se retrouve dans un univers du papier sublimé et entouré de matières nobles. Cahiers reliés, stylos d’une grande élégance et petits gadgets, tout a été pensé pour permettre une expérience aussi sensuelle et élégante que possible de l’écriture.

Marie Papier

Marie Papier est le bébé de Marie-Paule Orluc qui a contribué à des sociétés telles que Elizabeth Ardent, Laurent Perrier et Marie Claire. Pour sa marque, elle a appréhendé tout ce qui fait l’univers du papier et en a fait une marque luxueuse mais accessible à tous.

Je suis tombée sous le charme des papiers avec des filigranes scintillants et des petits accessoires à scrapbooking. Les possibilités sont infinies et j’ai hâte d’y retourner pour essayer les petits cahiers aux couvetures multicolores que j’ai vus en partant, ainsi que les couvertures en cuir fermées par des liens.

 

Marie Papier
26 rue Vavin
75006 Paris
Tel:  +33 (0)1 43 26 46 44

Metrô: Vavin
Tem cadernos, álbuns de foto, papéis lindos, envelopes de todas as cores, cartões, tintas, canetas e serviço pra fazer convites.

Foto: Lucilla Continenza

Un grand choix d’albums, de livres d’or, de carnets, de boîtes, tous exclusifs et tellement raffinés, mais aussi des centaines de papiers et autant de couleurs pour imprimer ou correspondre autrement.

 

Magna Carta

101 rue du Bac
metro: Rue Du Bac ou Sèvres – Babylone

www.magna-carta.f

Papelaria cheia de presentinhos – bonecas de papel, bolsas de pano, globos, caixas de metal, cadernos, adesivos, material para scrapbook. Tudo lindo.

 

 

Magna-Carta est une boutique créée en 1992 et est à l’origine une papeterie, carterie de luxe dans un style très anglais.
En 2003 Paul et Octavie Thévenot reprennent la boutique et petit à petit la font entrer dans le 21ème siècle en proposant une gamme de nouveaux produits, originaux et raffinés tout en conservant cet amour de la belle papeterie.
Ils sont tous deux diplômés de la faculté d’arts plastiques St Charles et forts de ce bagage artistique qui les habite, ils mettent un point d’honneur à mettre en avant la créativité et l’originalité au coeur de la boutique. Ils sont rejoint en 2009 par Cécile Ramzi (la soeur d’Octavie) qui est en charge de la communication de la boutique et dont l’envie est de rendre l’univers de Magna-Carta accessible à travers le monde par le biais de la boutique en ligne.

Les choix de produits ne sont pas dictés par une thématique ou des impératifs commerciaux.
Notre belle planète fourmille de créateurs qui ont envie d’embellir notre quotidien, ils ont donc décider d’aller chercher ces créateurs à travers le monde et de les regrouper dans ce lieu unique : Magna-Carta.


Cette sélection est une subtile alchimie de coups de coeur, de rencrontes, d’envies de vous faire plaisir, de vous faire sourire.

Les oeuvres de Nicole Jacobs & Aude Goalec peuvent notamment être découvertes sur le site de Magna Carta, papeterie de classe du chic parisien.

Cerf-Feuille, le Chevreuil en papier maché de Nicole Jacobs & Aude GoalecBasse-cour en papier maché de Nicole Jacobs & Aude Goalec

C’est pourquoi vous trouverez toujours chez Magna-Carta, des produits que vous n’avez pas l’habitude de voir ailleurs dans des domaines très variés (papeterie, montres, pochettes, maroquinerie, déco etc…).

Trophée de vache en papier mâché d’Aude Goalec et Nicole Jacobs,

chez MAGNA CARTA.

Une papeterie de luxe au coeur du 17éme arrondissement de Paris.

Filofax Centre

32 Rue des Francs Bourgeois
metro: Saint Paul

Eu tenho agenda da Filofax há anos. E é esta a especialidade deles – agenda com capa de couro de vários tamanhos e você só compra o refill.

 

Lavrut

 

Para quem gosta de papelaria e material de desenho e pintura, uma ótima loja se esconde em uma das passagens cobertas menos turísticas de Paris: a tradicional Lavrut, fundada em 1922. De Moleskines a cavaletes, a Lavrut tem de tudo um pouco – incluindo o raro bom atendimento.

Quem gosta de moleskine não vai a Paris sem dar um pulinho em uma de suas mais celebres papelarias, a Lavrut, para comprar . Uma loja super bacana e muito conhecida pelos seus materiais de desenho, pintura e papelaria fina.

 Dans le passage Choiseul, se cache un minuscule concept-store empli de tas de petites merveilles à shopper sans hésiter.Un bon plan shopping créateurs dans le passage Choiseul, c’était déjà une bonne surprise… en voici une seconde : Lavrut, à quelques pas de porte de là!

Des librairies au rayon papeterie/gadgets bien fournis, on en connait tous au moins une… mais celle-ci a la particularité de proposer un très large choix de produits de créateurs variés et souvent très bien sélectionnés : de Madame Mô ou Mini Labo pour les plus connus… à Cocobohême ou Coq en pâte pour les plus pointus.

Madame MO chez Lavrut

Des livres rétro en tissu lavable “Coq en pâte” à 30€ pièce

Coq en Pâte chez Lavrut..

Bon shopping si vous passez par là !

Endereço:
52 Passage Choiseul, 75002, Paris (entrada pela Rue des Petits Champs, 40)
Metrô: Quatre Septembre (linha 3) ou Pyramides (linhas 7 e 14)
Fone: 01 42 96 95 54
Site: lavrut.com
Aberto de segunda a sexta das 9h15 às 19h, e sábado das 10h às 19h

Tout Noté 

Tout noté- com itens de papelaria e decoração, essa é a típica loja que me deixa louca. Eu seria capaz de comprar mais de 80% dos produtos que eles tem lá: sacolinhas e caderninhos das marcas La Marelle eMinilabo, Moleskines de todos os tipos, álbuns, bolsas, móbiles, necessaires, porta-moedas, cartões, bonequinhas japonesas, caixas para chá e mais, muito mais!


35, rue Jussieu,  5eme

tel.: 01 43 25 28 24.

Metro:  Jussieu ou Cardinal Lemoine.
Horários: De segunda a sábado das 10:30 –19:30 hr
www.toutnote.fr.

Papelaria cheia de artigos de presentes, moda e acessórios. Vende bolsas lindas, cartões, papeis e cadernos feitos a mão, caixinhas, muita coisa colorida. Linda de ver e de comprar.

 

Depois de todas estas sugestões não tem como você não encontrar o que quiser em Paris ;-)

Aproveitem!!!

fontes:

http://casavogue.globo.com/LazerCultura/noticia/2012/09/papelarias-de-paris-guardam-tesouros.html

http://www.maison.com/ailleurs/boutiques/georges-co-passion-ecriture-5973/galerie/22113/

http://www.vgpapelaria.com.br

http://dicasparisemfoco.blogspot.com.br

http://escapismogenuino.com.br

http://tribioon.com/saint-germain-des-pres/2011/07/07/lart-du-papier/

http://aviagemcerta.com.br/2011/12/papelarias-em-paris/

http://parisladob.wordpress.com/category/compras/papelaria/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Lynda Lemay


Lynda Lemay nasceu em 25 de Julho de 1966 em Portneuf (une petite ville  près du fleuve St Laurent et à quelques kilomètres de Québec) . Cedo, ela descobriu uma paixão pela escrita e rabisca seus primeiros textos em seus cadernos escolares. Ao mesmo tempo, ela aprendeu violão e criou suas primeiras canções.Incentivada por seus pais,  ganhou o concurso ” Québec en chanson”, com a música « la Veilleuse ». 

Em 1990 grava seu primeiro  álbum  ”Nos Rêves”.

 

 

Jamais fidèle

Au nom de toutes les frustrées

Au nom de toutes les frustrées du monde entier
Au nom de toutes les pauvres laissées-pour-compte
J’vais crever les pneus de toutes les voitures au vitresembuées
Et je vais couper les cheveux des grandes blondes
Au nom de celles qu’à l’intérieur, elles sont belles
Au nom de toutes les cocues inconsolables
Je vais filer en douce tous les p’tits couples jusqu’à leurmotel
Je vais crier « au feu ! » quand ç’a l’air agréable !
Au nom de toutes les bonnes femmes à la diète
Au nom de toutes les victimes d’adultère
J’vais accrocher, sans faire exprès, le bout d’ma cigarette
Tous les visons des secrétaires particulières
Au nom de toutes les frustrées du monde entier
Je vais kidnapper Adjani et Sophie Marceau
Je vais leur faire bouffer des chips et des brownies à lapochetée
Jusqu’à voir apparaître deux gros ventres flasques
Au nom de toutes les pas jolies mais très gentilles
Au nom de toutes les révoltées contre les hommes
Je vais entrer, par effraction, chez les p’tits cons tombeurs defilles
Je vais leur faire « guili guili » pendant qu’ils dorment
Au nom de toutes les allergiques aux agaces
Au nom de toutes les ennemies de Sharon Stone
Je vais m’asseoir au cinéma derrière un couple qui s’embrasse
Je vais éternuer dans les séquences cochonnes
Au nom de toutes les frustrées du monde entier
Au nom des mangeuses de tire de Ste-Catherine
J’vais faire signer des pétitions contre le sexe à la télé
J’vais faire la chasse au laminé de Marilyn
Au nom de toutes les coquettes qui vieillissent
Et qui n’attirent plus le regard de leurs maris
J’vais m’arranger pour trouver l’moyen de faire pousser desvarices
Sur les gambettes des pétards de « Dynastie »
Au nom de la désillusion et de la rage
Au nom des tentations secrètes des bonnes soeurs
J’vais supplier le diable de faire apparaître un feu sauvage
Sur la grosse maudite bouche de Kim Basinger
Au nom de toutes les frustrées du monde entier
J’ai composé cette chanson thérapeutique
Plus on la gueule fort, mesdames, et plus on se sent libérée
Je la conseille à toutes les frustrées chroniques

Em 1994  lançou seu segundo álbum, “Y”. Desta vez, ela se impõe no cenário francês. Ela começou, então, uma longa turnê que começou em Montreal e terminou na Francofolies de La Rochelle, França.

Em 1997 se mudou para a França. Em 1999 aparece o primeiro álbum ao vivo que reúne extratos capturados durante seus muitos concertos. Depois de algumas semanas de vendas, o álbum é disco de ouro.Em 2001, o lançamento de seu quarto álbum, “Du coq à l’âme”, estabelece o talento desta jovem compositora e intérprete.

Chéri, Tu Ronfles

Moi j’aurais jamais cru
Que j’penserais au divorce
Mais l’idée m’est venu
Vers la fin d’la nuit de noce
C’est pas que j’te déteste
Ou que j’veux t’voir mourir
C’est juste que tu m’agresses
Chaque fois qu’tu respires
Non c’est pas qu’tu m’écoeures
Ou que j’peux plus t’sentir
Mais essaie de dormir
Dans la pelle d’un tracteur
C’est pas qu’t'es pas gentil
C’est qu’t'as dû avaler
Lorsque t’étais petit
Un moteur de Harley
Chéri, tu ronfles
J’t'ai donné des coups d’genoux
J’t'ai secoué, j’t'ai r’tourné
J’t'ai roué de coups d’pied
Ça rien changé du tout
Quand t’es près d’étouffer
Là je guette en silence
Presque en train d’espérer
Et puis « rron » tu r’commences
J’me suis mis des bouchons
Et des bonnets d’grand-mère
Mais y’a tes vibrations
Mesurables sur «Richter »
J’t'ai acheté toutes les marques
D’humidificateur
Pour calmer tes horreurs
D’amygdales qui claquent
Et puis j’ai bâillonné
Ta grosse face de limace
En osant prétexter
Que c’était un fantasme
Quand j’te pince les narines
Jusqu’à c’que ça fasse mal
C’est au tour des babines
De faire « ppfff » comme un cheval
Y’aurait l’opération
Qui nous sauverait la vie
Mais monsieur l’étalon
A peur des bistouris
Pourrais-tu m’expliquer
Me confier ton secret
Dis, t’es-tu fait greffer
Entr’la gorge et le nez
Un broyeur à déchets… ?
Y’a sûrement une façon
Une potion miracle
À donner aux cochons
Pour ne plus qu’y renâclent
Moi j’t'aimerais ma grenouille
Si c’tait pas qu’tu coasses
Si j’ramonais ta face
À grands coups de quenouilles
Au début j’me disais
Que j’allais m’habituer
Mais alors j’ignorais
Que t’allais empirer !!!
Là, j’comprends le bonheur
Le bonheur de ta mère au mariage
Elle rêvait qu’son enfant
Qu’son enfant-pas-d’muffler déménage
J’vais te tirer d’affaire
Si tu veux que j’me charge
De t’trouver un garage
Ou un vétérinaire
Sinon retourne chez ta mère
Avec ton vice caché
J’vais lui dire de t’refaire
Et puis de s’appliquer !!!

Le traité de solitude

Coroada na Victoire de la Musique como “artista feminina do ano”, Lynda Lemay retorna após um ano de ausência, com um álbum produzido em estúdio “Le secret des oiseaux”, fiel ao seu estilo inimitável.

J’aime pas les femmes

Em 2007, a cantora tão amada pelos franceses (3 milhões de cópias vendidas na França, 11 discos de platina, uma Victoire de la Musique …) realiza uma grande turnê francesa com um novo show .

“Une mère”, o tributo  para todas as mães do mundo,  a poesia das palavras, arranjos delicados – em seu álbum “”Ma signature” ” décimo de sua rica carreira.

Une mère,
Ca travaille à temps plein,
Ca dort un œil ouvert,
C’est d’garde comme un chien,
Ca court au moindre petit bruit,
Ca s’lève au petit jour,
Ca fait des petites nuits.
C’est vrai,
Ca crève de fatigue,
Ça danse à tout jamais une éternelle gigue,
Ça reste auprès de sa couvée,
Au prix de sa jeunesse,
Au prix de sa beauté.

Une mère,
Ca fait ce que ça peut,
Ca ne peut pas tout faire,
Mais ça fait de son mieux.

Une mère,
Ca calme des chamailles,
Ca peigne d’autres cheveux que sa propre broussaille.

Une mère,
C’est plus comme les autres filles,
Ca oublie d’être fière,
Ca vit pour sa famille,

Une mère,
Ca s’confie nos bercails,
C’est pris comme un noyau dans l’fruit de ses entrailles

Une mère,
C’est là qu’ça nous protège,
Avec les yeux pleins d’eau,
Les cheveux pleins de neige

Une mère,
A un moment, ça s’courbe,
Ca grince quand ça s’penche,
Ca n’en peut plus d’être lourde,
Ca tombe, ça se brise une hanche,
Puis rapidement, ça sombre,
C’est son dernier dimanche,
Ca pleure et ça fond à vue d’oeil
Ca atteind la maigreur des plus petits cercueils,
Ô bien sûr, ça veut revoir ensemble
Toute sa progéniture entassée dans sa chambre,
Et ça fait semblant d’être encore forte,
Jusqu’à c’que son cadet ait bien r’fermé la porte.

Et lorsque, toute seule ça se retrouve,
Ça attend dignement qu’le firmament s’entrouvre,
Et puis là, ça se donne le droit,
De fermer pour la première fois,
Les deux yeux à la fois.

Une mère,
Ca n’devrait pas partir,
Mais on n’y peut rien faire,
Mais on n’y peut rien dire

Le dernier choix

Surtout Vous – homenagem a Charles Aznavour

 Lynda Lemay canta suas mágoas em “Blessée” – do site a música francófona

Desde o lançamento de “Nos Rêves”, em 1990, que a cantora canadense Lynda Lemay ocupa um lugar cativo no coração dos admiradores espalhados pelos quatro cantos do globo. Para comemorar os vinte anos de sucesso, a artista lançou em setembro de 2010, o décimo segundo álbum de sua carreira, ”Blessée”.

Como de costume, através de dilemas como a tristeza e a felicidade, Lynda vai tecendo ao longo do disco histórias do cotidiano com uma boa dose de humor e ironia. Um bom exemplo disso é a canção “Jumelles”, que apesar de inspirada na forte amizade que existe entre ela e a irmã mais nova, Diane, é apenas uma metáfora da vida, com seus altos e baixos.

Quanto à inspiração para o novo trabalho, Lynda respondeu em entrevista à RFI que as canções nascem em geral no avião, nos momentos de solidão…depois “pego meu violão e construo meus textos com um enredo que tem como tema a vida das pessoas, suas epopéias mas também suas anedotas”. Como a vida dela própria. Garota tímida nos primeiros anos de vida, se alguém lhe dissesse na infância que algum dia brilharia longe da pequena Portneuf, cidade onde nasceu, não acreditaria. Menos pretensiosa, ela queria ser simplesmente arqueóloga. Mas a paixão pela poesia não deixou. Aos nove anos escreveu seu primeiro poema “Papa es-tu là?”. Só mais tarde, na idade adulta, estudante de Letras, abraçou de vez a carreira artística como profissão. Hoje, Lemay divide seu tempo entre o corre-corre da vida artística e o aconchego do lar. A família é sua prioridade, mas sem a música ela não seria nem a mulher nem a mãe que é. “Seria apenas um sombra de mim mesma”, revela.

Blessée

O balanço da trajetória da intérprete é o lançamento de doze álbuns, que traduzidos em números dá um pouco mais de três milhões de exemplares vendidos, no mundo inteiro. Pouco! Muito pouco para uma cantora como Lynda Lemay! Mas não interessa, o importante é que ela já tem um lugar garantido no panteão da música francófona, local  reservado às lendas, aos imortais. Algumas das canções do novo álbum estão disponíveis no site  da artista.

http://www.lyndalemay.info/

Para terminar este post deixo vocês com uma música que eu gosto muito

Ela critica de maneira engraçada o comportamento Francês , sem contar que é perfeito para ver as diferenças entre o francês Canadense e o da França.

Les maudits français
Y parlent avec des mots précis
Puis y prononcent toutes leurs syllabes
À tout bout d’champ, y s’donnent des bis
Y passent leurs grandes journées à table
Y ont des menus qu’on comprend pas
Y boivent du vin comme si c’était d’l'eau
Y mangent du pain pis du foie gras
En trouvant l’moyen d’pas être gros
Y font des manifs aux quart d’heure
À tous les maudits coins d’rue
Tous les taxis ont des chauffeurs
Qui roulent en fous, qui collent au cul
Et quand y parlent de venir chez nous
C’est pour l’hiver ou les indiens
Les longues promenades en Ski-doo
Ou encore en traîneau à chiens
Ils ont des tasses minuscules
Et des immenses cendriers
Y font du vrai café d’adulte
Ils avalent ça en deux gorgées
On trouve leurs gros bergers allemands
Et leurs petits caniches chéris
Sur les planchers des restaurants
Des épiceries, des pharmacies
Y disent qu’y dînent quand y soupent
Et y est deux heures quand y déjeunent
Au petit matin, ça sent l’yaourt
Y connaissent pas les œufs-bacon
En fin d’soirée, c’est plus chocroute
Magret d’canard ou escargots
Tout s’déroule bien jusqu’à c’qu’on goûte
À leur putain de tête de veau
Un bout d’paupière, un bout d’gencive
Un bout d’oreille, un bout d’museau
Pour des papilles gustatives
De québécois, c’est un peu trop
Puis, y nous prennent pour un martien
Quand on commande un verre de lait
Ou quand on demande : La salle de bain
Est à quelle place, S.V.P ?
Et quand ils arrivent chez nous
Y s’prennent une tuque et un Kanuk
Se mettent à chercher des igloos
Finissent dans une cabane à sucre
Y tombent en amour sur le coup
Avec nos forêts et nos lacs
Et y s’mettent à parler comme nous
Apprennent à dire : Tabarnak
Et bien saoulés au caribou
À la Molson et au gros gin
Y s’extasient sur nos ragoûts
D’pattes de cochon et nos plats d’binnes
Vu qu’on n’a pas d’fromages qui puent
Y s’accommodent d’un vieux cheddar
Et y se plaignent pas trop non plus
De notre petit café bâtard
Quand leur séjour tire à sa fin
Ils ont compris qu’ils ont plus l’droit
De nous appeler les Canadiens
Alors que l’on est québécois
Y disent au revoir, les yeux tout trempés
L’sirop d’érable plein les bagages
On réalise qu’on leur ressemble
On leur souhaite bon voyage
On est rendu qu’on donne des becs
Comme si on l’avait toujours fait
Y a comme un trou dans le Québec
Quand partent les maudits français
fontes:
fr.wikipedia.org
www.lyndalemay.com
www.parolesmania.com
http://www.vagalume.com.br

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Museu do Louvre ganha ” tapete voador”- Novo Departamento de Arte Islâmica

Nova ala externa expõe coleção de arte islâmica

 

Departamento de Arte Islâmica no Louvre © Philippe Ruault. Cortesia Musée du Louvre

Inaugura o Novo Departamento de Arte Islâmica no Museu do Louvre

  (Foto: Philippe Rualt)

Vinte e quatro anos após a inauguração da pirâmide de vidro de I.M. Pei, o Musée du Louvre apresentou a sua segunda peça de arquitetura contemporânea no dia 22 de setembro ao público.

Departamento de Arte Islâmica no Louvre © Raffaele Cipolletta. Cortesia Mario Bellini Architect

O novo Departamento de Arte Islâmica é projetado pelo arquiteto milanês Mario Bellini e seu colega francês Rudy Ricciotti, que ganhou a comissão através de um concurso internacional em 2005. Semelhante a IM Pei, a dupla criou uma iluminação natural, espaço da galeria subterrânea sob um telhado de vidro ondulado, dentro do pátio histórico da Cour Visconti.

Les architectes

Ruddy Ricciotti : Né à Alger en 1952 et installé à Bandol-sur-Mer, cet ingénieur et architecte connu pour son franc-parler et son esprit de provocation, à qui l’on doit le Stadium de Vitrolles (salle de concert en forme de bunker de béton noir), a actuellement en projet le musée des Civilisations d’Europe et de Méditerranée à Marseille et va inaugurer prochainement les Grands Moulins de l’université Paris VII (voir le dossier)

Mario Bellini : Né en 1935 à Milan, où il est basé actuellement, ce designer et architecte est le créateur du Tokio design center au Japon, de la National Gallery of Victoria à Melbourne (Australie), du Pôle Urbain de la Foire de Milan, de deux théâtres et d’un futur Musée à Bologne (Italie).

 

La conception des nouveaux espaces a été confiée à Rudy Ricciotti et Mario Bellini. Photo AFP

Le voile recouvrant les futures collection des Arts de l’Islam dans la cour Visconti du Louvre. Image © Musée du Louvre/R. Ricciotti & M. Bellini

Illustration du futur espace dédié au département des Arts de l’islam, au musée du Louvre ©Mario Bellini/Rudy Ricciotti

Mario Bellini visitando o Departamento de Arte Islâmica, Louvre © cortesia arquiteto Mario Bellini

Escavado a uma profundidade de 12 metros, os 2800 m² da galeria em plano aberto se tornou a nova casa da prestigiosa coleção do Louvre de Arte Islâmica. O nível inferior da galeria e sua escultórica escada são compostos de um concreto especial preto encerado, proporcionando um forte contraste com o telhado de vidro aparentemente flutuante e as paredes do perímetro quase invisíveis de vidro.

Departamento de Arte Islâmica no Louvre © Philippe Ruault. Cortesia Musée du Louvre

Um dos grandes desafios do projeto foi criar uma adição contemporânea que poderia respeitosamente coexistir com as fachadas circundantes do existente, do século 18, Cour Visconti.

Bellini descreve, “A solução foi um foulard que ondula como se estivesse suspenso no espaço pelo vento, quase tocando o chão do pátio em um ponto, mas sem onerar totalmente ou contaminar as fachadas históricas.”

Ele argumenta ainda: “Obviamente, há referências a tapetes voadores, véus islâmicos ou música arábica. Simplesmente um respeito profundo para a coleção islâmica, combinada com um conhecimento pessoal (adquirida durante o curso de numerosas viagens) de seu contexto geográfico e cultural”.

 

O “véu enorme” é construído em uma rede de forma livre de 8.000 tubos de aço e vidro duplo isolante, envolta numa malha de alumínio ouro e prata. Painéis triangulares formam uma colmeia em alumínio polido e também são integrados à estrutura flutuante para refratar as imagens externas e luz difusa.O telhado pesa um total de 120 toneladas, com uma espessura variando de 20 centímetros a 1,50 metros e uma altura máxima de 8 metros. É apoiado por oito pilares “retos” e “ligeiramente inclinados” que acentuam a sensação de leveza.Realmente quem passar pelo Louvre,  a partir deste mês, poderá experimentar a sensação de estar dentro das lendárias histórias das Mil e Uma Noites

O novo espaço promete rivalizar com a pirâmide de vidro instalada por I.M. Pei em 1988 pela atenção dos visitantes. Projetada pela dupla franco-italiana de arquitetos , a rede que constitui a cobertura é composta por 8 mil tubos de aço e de vidro, sobrepostos por um véu de metal dourado. Por baixo do “tapete”, o visitante tem a chance de observar as obras da exposição – pertencentes ao acervo do museu –, dispostas em caixas de vidro transparentes. De lá, uma escada leva ao segundo subsolo da mostra – tanto ela quanto os pilares e as paredes do andar foram revestidos com uma camada de 2,5 cm de espessura de concreto preto, produzidos especificamente para o projeto.

Para a realização da obra, o pátio precisou ser escavado até cerca de 40 m, com o cuidado de não alterar as fundações originais do palácio. “No final da obra, praticamente colocamos as artes islâmicas sobre um pedestal, criando assim, um diálogo natural entre o novo departamento e as antigas construções. Isso porque queríamos multiplicar as possibilidades de interação entre as fachadas existentes e a moderna estrutura flutuante para forçar uma convivência respeitosa”, explica Ricciotti.

  (Foto: Philippe Rualt)

 

  (Foto: Philippe Rualt)

 

  (Foto: Philippe Rualt)

 

  (Foto: Philippe Rualt)

 

  (Foto: Philippe Rualt)

Agora vou postar uma série de fotos © cortesia arquiteto Mario Bellini

 

Quand les Arts de l’Islam volent la vedette à la Joconde

Segue um texto de dois estudantes da Escola do Louvre  que foram visitar a exposição

Tout récemment, le nouveau Département des Arts de l’Islam ouvrait ses portes au public, un événement important que nous nous devions de vous présenter. Pourquoi ? Parce que les collections françaises – et surtout celles du Louvre – sont d’une richesse exceptionnelle dans ce domaine.

Le département voit le jour en 2003, mais le chantier commence en 2008. Ce sont les architectes Rudy Ricciotti et Mario Belini qui s’en chargent : ils aménagent un espace à deux niveaux qu’ils couvrent d’une « aile de libellule », une couverture de verre fragmentée par une armature en métal doré qui permet d’utiliser au mieux la lumière naturelle. Un véritable tour de force technique, puisque la structure s’épanouit en pleine cour Visconti, dont les façades ont été restaurées. La collection comporte plus de 14 000 objets auxquels s’ajoutent les 3 500 œuvres déposées par le musée des Arts Décoratifs. Eh oui, on vous a dit qu’il s’agissait d’une richesse exceptionnelle…

 Mais ce désir d’intégrer les arts de l’Islam au Louvre n’est pas tout récent. Faisons un petit point d’histoire. Déjà en 1893, une section consacrée aux « arts musulmans » est ouverte, mais c’est grâce à deux conservateurs – Gaston Migeon et Emile Molinier –, que les collections deviennent de plus en plus importantes, jusqu’au legs de la baronne Delort de Gléon en 1912. Undépartement des arts asiatiques est ensuite créé en 1932, qui intègre des objets d’art islamique. Néanmoins, les collections d’Extrême-Orient sont transférées au musée Guimet en 1945, et les arts de l’Islam sont présentés en fin de section au Département des Antiquités Orientales. Enfin, en 1993 avec le projet du Grand Louvre, les œuvres sont présentées dans un espace à part de 1000 m². Aujourd’hui, le département fait 3000 m²

Le département entend présenter les différentes réalisations artistiques des débuts de l’Islam au VIIe siècle jusqu’au XIXe siècle, des arts décoratifs aux éléments d’architecture, des tapis aux armes. Le monde islamique est vaste, très vaste, et a constamment bougé au fur et à mesure du temps, et le parcours cherche à confronter des pièces de provenances différentes, afin que le visiteur puisse remarquer que sous cette apparente homogénéitése cachent de nombreux particularismes régionaux.

Une fois les présentations faites, il nous reste tout de même à vous dire ce que l’on a pu penser de tout ça ! 

Aurore :Avant même de pénétrer dans ce nouveau département, la surprise est totale. Et oui, on a eu la chance d’entrer dans ce nouvel espace par les quais de Seine, et on est donc passé par une de ces nombreuses cours du Louvre toujours fermées au public. Les fontaines zoomorphes sont en marche. Quant aux arts de l’Islam, l’enchantement est complet. Nous, étudiants de l’Ecole du Louvre . Deux approches possible : flâner au milieu des pièces en appréciant les bijoux de modernité que sont les films explicatifs, les cartes des civilisation, en couleur et animées s’il vous plait ; ou bien vous y mettre à fond et découvrir douze siècles de créations. Si vous choisissez cette deuxième option, emmenez un petit goûter, car c’est dense. Néanmoins, le musée du Louvre possède une collection exceptionnelle (une des plus riches au monde) et ce nouveau département est à la hauteur des objets qu’il renferme. Un seul conseil : courrez-y.

Grégoire : Je ne vais pas être original, mais j’ai adoré. A peine arrivé, on pénètre sous cette tente-libellule-crêpe qui surprend, séduit, et rappelle les dunes des déserts orientaux. Pour rester dans le cliché, on aimerait presque faire la visite avec un thé à la menthe. Blague à part, hormis le fait que les œuvres qui sont splendides (on vous l’a répété 100 fois), il faut dire la muséographie fait la part belle à la pédagogie – chaque vitrine accueille un texte qui développe un thème précis – et aux nouvelles technologies. En effet, les écrans tactiles sont partout, des spots dessinent des lettres arabes sur les murs, des panneaux de verre vous racontent des poèmes.  Des plaques de verre sont fichées dans le sol, et diffusent, sans aucun haut-parleur (le son étant créé par les vibrations de la matière), des enregistrements. C’est assez bluffant, et c’est français, alors on en est fierL’espace est idéal : gigantesque, aéré et ouvert, il joue sur les contrastes entre lumière naturelle et lumière artificielle, entre ambiance dorée et pénombre profonde, ce qui ne manque pas de mettre en valeurs les reflets des pièces d’orfèvrerie et autres céramiques à lustre métallique.

tapete voador sobre o Louvre

fontes:

http://www.archdaily.com.br

http://casavogue.globo.com/Arquitetura/noticia/

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Intouchables

 

Intouchables ( Intocáveis ) é um filme francês de comédia dramática, escrito e realizado por Olivier Nakache e Éric Toledano, com François Cluzet e Omar Sy nos principais papéis. O filme aborda a relação de um multimilionário tetraplégico e do seu peculiar auxiliar de enfermagem, baseado no livro autobiográfico de Philippe Pozzo di BorgoLe Second souffle.

Foi o filme mais visto na França em 2011 e é o mais rentável filme francês da história. O dinheiro arrecadado com a venda dos direitos de autor da adaptação do livro ao cinema, cerca de US$ 650 mil, foram doados a uma associação de ajuda a deficientes físicos.

Sinopse:

Philippe, um refinado multimilionário tetraplégico francês, precisa de um auxiliar de enfermagem para o auxiliar nas suas atividades rotineiras. O contratado é Driss, um senegalês que vive nos subúrbios de Paris, que acaba de cumprir uma pena de seis meses de prisão e que não tem qualquer formação para o cargo.

A fita sensação francesa remete-nos a história de Driss (Omar Sy), um jovem que vive num bairro social de Paris, submete-se ao trabalho de auxiliar de um aristocrata tetraplégico, Philippe (François Cluzet). Apesar da diferença e dos mundos em que ambos vivem, desenvolve entre os dois uma duradoura e forte amizade.

 

Porém, o filme não funcionaria no seu todo se Omar Sy e François Cluzet não apresentassem desempenhos convincentes, carismáticos e principalmente uma química notável entre ambos. Os momentos em que os dois partilham a tela e vivem situações agradáveis (como também as menos agradáveis) já se encontram entre as sequências mais deliciosas e incontornáveis deste ano cinematográfico. Uma surpresa agradável que une drama e comédia em plena sintonia e que nos fazem sair da sala de cinema com um sincero sorriso estampado nos lábios.

“Intocáveis” é o maior sucesso de bilheteria do cinema francês. Saiba por que vale a pena vê-lo

 Intocáveis trata da amizade entre um tetraplégico e seu cuidadorIntocáveis trata da amizade entre um tetraplégico e seu cuidador

“Intocáveis” conta a história de um tetraplégico riquíssimo (Philippe, papel de François Cluzet) que contrata um negro da periferia de Paris (Driss, interpretado por Omar Sy) para ser seu cuidador. A rotina inclui alimentar Philippe, retirá-lo da cama, limpar, dar banho, levar para passear… Um é culto e comedido, adora Vivaldi e coleciona obras de arte. O outro ignora protocolos e acabou de sair da prisão. Prefere ouvir Earth, Wind & Fire e acha bizarro o fato de “borrões” numa tela custarem tão caro. Philippe está deprimido, Driss é debochado. Apesar das diferenças, os dois se tornam grandes amigos e acabam transformados.É o tipo de roteiro que suporta doses de drama, piedade e clichê, como tantas vezes vimos acontecer no cinema. Eis que a primeira sequência do filme termina com os protagonistas enganando a polícia francesa, graças à cadeira de rodas de Philippe e a um ataque do coração forjado. A sensação é de alívio – apesar do tema, “Intocáveis” escapa da comiseração e tem muito humor.

Poderia até ser considerado politicamente incorreto, tantas são as piadas centradas na condição de deficiente
. Mas esse julgamento logo se desfaz. Abandonando a própria noção de corpo e amargurado na medida certa, Cluzet evidencia o que Philippe menos deseja: a pena alheia. Assim, por mais chocante que possa parecer a alguns, é ótimo que Driss faça troça porque o patrão só tem orgasmos quando tocam suas orelhas ou faça nele bigodes ridículos dos quais ele jamais poderá se livrar sozinho. É um exercício de generosidade. Quando damos conta, estamos cativados pela dupla, agora formada por iguais, e torcendo para que os dois deem cabo de seus fantasmas.

Driss apresenta novas possibilidades ao amargurado PhilippeDriss apresenta novas possibilidades ao amargurado Philippe


Para além da graça e da sensibilidade, existe um tanto de redenção no filme, temática que os americanos adoram, muito mais que os europeus. É isso possivelmente que justifica a marca alcançada recentemente: ”Intocáveis” é o filme de língua não inglesa mais visto nos Estados Unidos. De acordo com a assessoria de comunicação da California Filmes, que distribui a produção,Madonna alugou um cinema inteiro para exibi-lo.

Provoca curiosidade também por ser baseado numa história real. Philippe Pozzo di Borgo, herdeiro de uma importante família da aristocracia francesa, sofreu um acidente de parapente e ficou tetraplégico. Tinha um casamento feliz, apesar da tragédia, mas perdeu a mulher de septicemia anos depois. Acaba conhecendo o argelino Abdel Sellou e, por causa dele, consegue juntar os cacos e reconstruir a própria vida.

Omar Sy cativa absurdamente como DrissOmar Sy cativa absurdamente como Driss

“Venho do mesmo subúrbio desprivilegiado de Paris que Driss, e também sou filho de imigrantes. Geralmente, quando vemos personagens com esse histórico representados no cinema, eles possuem uma atitude muito negativa. Essa foi a primeira vez que vi algo diferente, alguém sendo representado por contribuir positivamente para a história e para o mundo”, diz Sellou, que publicou um livro de memórias chamado “Você Mudou a Minha Vida” (editora Record).

Se você está com a impressão de que o filme tem tudo para ser carregado de autoajuda, está certo. Mas a grande surpresa é que, por conta de uma direção sóbria e atores extraordinários, “Intocáveis” conta uma bela história sem pieguice.

Intocáveis – Trailer legendado

O livro foi lançado em 2001 na França como Le Second Souffle, inspirado na história real de Philippe Pozzo Di Borgo, um rico empresário tetraplégico.

Le livre est sorti, il a eu un succès plus que raisonnable. Dans son émission de France 3, Mireille Dumas a reçu Philippe et Abdel, celui qu’on appelle son “auxiliaire de vie”… Abdel, c’est la vie, oui. Mais pas vraiment auxiliaire.

Tout cela, c’était il y a dix ans. Aujourd’hui, Philippe Pozzo di Borgo, c’est François Cluzet dans “Intouchables”. Et Abdel, que Phlippe appelle son “diable gardien”, c’est Omar Sy. La France entière les découvre et les aime. On fait la queue devant les 500 salles où le film est distribué, on rit pendant la projection, on applaudit à la fin. Et on pense à ce drôle de duo, longtemps après être sorti de la salle.

Saiu também o livro de Abdel Sellou:  Você mudou a minha vida

Resumo: Abdel Sellou havia acabado de sair da prisão quando foi contratado como auxiliar de enfermagem por Philippe, um milionário que ficara tetraplégico. A partir daí surge a mais improvável das amizades, que mudará para sempre a vida de ambos. Sellou, que até agora havia permanecido reservado, conta em Você Mudou Minha Vida, sua surpreendente versão de sua fabulosa aventura, ao mesmo tempo uma lição de vida e uma narrativa engraçada e comovente.

Autor: Sellou, Abdel
Editora: Record

Esse livro foi escrito pelo Abdel. Ele conta a sua história desde criança, até encontrar Phillipi. Uma amizade que mudou a vida dos dois. O livro como sempre, conta mais detalhes, e é bem divertido.

fontes:

http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt

http://flaviakitty.com/blog

http://www.colheradacultural.com.br/

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Paris se rende ao design dos irmãos Campana

Eles começaram criando peças artesanais com conchas e material reciclado, e pouco a pouco alcançaram a fama: agora, Humberto e Fernando Campana têm Paris aos seus pés com uma exposição e uma suíte criada no hotel Lutetia, um dos mais seletos da Cidade Luz. 

O design brasileiro dos irmãos Campana –  entrevista  31/08/2012

Intitulada “Irmãos Campana: Barroco Rococó” (Les frères Campana, Barroco Rococó“) a exibição no Museu de Artes Decorativas , acontece até 24 de fevereiro e é a primeira em um museu francês da dupla de designs,que já expôs no MoMA (Museu de Arte Moderna de Nova York) e em museus da Alemanha. 

 

 

 

Les frères Campana s’installent à Paris

 

A dupla, formada por Humberto, de 59 anos e advogado de formação, e Fernando, de 51 e arquiteto, recebeu das mãos do chanceler francês Laurent Fabius, o Prêmio Colbert 2012, concedido por 75 grandes marcas de luxo francesas e 13 instituições culturais. 

As homenagens e reconhecimentos mundiais não parecem ter mudado o foco de simplicidade da dupla, que há trinta anos recolhia conchas na praia para colocar em quadro e espelhos e vender em sua caminhonete. 

“Entrar em um museu parisiense e criar uma suíte no Lutetia é realizar um sonho”, disse Fernando Campana em uma entrevista no próprio hotel. 

O Brasil, sua natureza, sua fauna, flora, suas cores, ruas, sua mestiçagem, é a fonte constante de inspiração dos Campana, que ficam conhecidos em 1991 com a cadeira “Favela”, executada em pequenos pedaços de madeira, que mais de uma década depois foi produzida em série pela marca italiana Edra. 



“O Brasil continua sendo sempre uma grande inspiração, porque é um continente muito rico”, disseram os Campana, que para a Galeria de Atualidade do Museu de Artes Decorativas criaram uma cenografia em fibra de coco e usaram o bronze em candelabros adornados com crocodilos, bambú e peles. 

A dupla também se inspira no barroco brasileiro, segundo os próprios designs. “Mas a exposição é mais uma homenagem à Roma”, disse Humberto. 

“Passamos praticamente a metade do tempo fora do Brasil”, explicou Humberto, acrescentando que, para a exposição parisiense, ficou vários meses na capital italiana, no ateliê de um ourives romano. 

“Porque o que nos interessa é essa liberdade de poder trabalhar com aquilo que sempre sonhamos, trocando nossas experiências e a tradição da Europa”, disse. 

Ver a suíte do hotel Lutetia, em tons de verde vegetal e com um espesso tapete em tons de marrom, que não só cobre o piso mas também a cabeceira da cama, é quase como por os pés no Brasil. 

Como vocês tiveram a ideia dessa suíte em um hotel?”

“Sempre sonhei em me hospedar no Lutetia, mas não tinha os meios. Quando viemos no ano passado, convidados pelo Museu d’Orsay, para quem criamos a Cafeteria do Relógio, nos hospedamos aqui e nos apaixonamos pelo ambiente intelectual, artístico do hotel”, disse Fernando. 

“Vimos que havia aqui suítes criadas por artistas como David Lynch, e isso me fez sonhar. Logo depois o hotel entrou em contato conosco e pediu que criássemos uma”, lembrou. 

Os irmãos, que cresceram em Brotas, a 250 quilômetros de São Paulo, em um sítio cheio de árvores frutíferas e rodeado de cascatas, disseram que para a suíte buscaram recriar seu “universo brasileiro”. 

“Temos uma vivência muito grande do campo brasileiro, do interior de São Paulo. Mas ao mesmo tempo queríamos respeitar o ambiente e a tradição do hotel”, observou Humberto Campana. 

“Queríamos dar um ar vegetal. Partimos do piso, que representa um campo florescido, com as paredes em verde claro e cortinas que filtram a luz”, disse Fernando. 

“Tudo foi feito com elementos que tem uma referência orgânica, como as cadeiras ’leather box’, feitas com 400 pedaços de couro, de textura diferente ou as lâmpadas com forma de cogumelos”, explicou. 

Os Campana, que estão cheios de projetos e sonhos, também confeccionam peças de joalheria, fazem design de interiores e roupas, brincando no limite da arte e do artesanato, do comum e do luxo barroco. 

“Queremos criar pontes, com processos artesanais que estão fragilizados na sociedade. Tentamos valorizar e resgatar processos manuais e comunidades de artesãos que trabalham para nós”, concluíram os irmãos, cujas peças figuram em grandes coleções privadas e museus. 

 Du 13 septembre 2012 au 24 février 2013

” Fernando Campana (né au Brésil en 1961) et Humberto Campana (né au Brésil en 1953), respectivement architecte et avocat de formation, se sont associés en 1983 pour créer une œuvre singulière qui utilise des matériaux et des techniques à priori inhabituels dans l’univers du design. Depuis leur atelier de Sao Paulo, véritable laboratoire artisanal, Fernando et Humberto Campana conçoivent un design « tiré de la rue », à mi-chemin entre l’Arte Povera et la production industrielle d’objets de design, et ont pour matériaux de prédilection des objets de récupération.

 

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La culture du Brésil est leur principale source d’inspiration : la diversité des influences, la mixité sociale, l’économie de moyens et l’artisanat. Les premières réalisations sont celles d’Humberto : il s’agit de pièces artisanales comme des cadres de miroirs réalisés en bois et en coquillages (« Sans titre », 1977, collection particulière, Sao Paulo) et des paniers en bambou aux formes et techniques volontairement imparfaites et imprécises. Humberto et Fernando intitulent même leur première collection « Inconfortable », un ensemble de chaises très lourdes et peu fonctionnelles, présenté dans une galerie de Sao Paulo en 1989.

 

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Toutes les pièces (des lampes, des chandeliers, des tables ou des sièges) sont donc d’inspiration baroque, faites à partir de moulages en bronze doré d’éléments décoratifs anciens, puisant dans un répertoire iconographique des XVIIe-XVIIIe siècles. Ainsi, la torsion de la base de l’un des chandeliers est non seulement un élément formel du vocabulaire artistique des Campana, mais est également une référence directe au mouvement ascensionnel en torsion de nombreuses sculptures du Bernin dont celles de la Fontaine des Quatre Fleuves (1648-1651).

 

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Les éléments moulés sont ensuite « pervertis », selon l’expression des deux frères, pour aboutir à une création insolite utilisant des matériaux nobles comme le marbre de Carrare et le bronze. Ils cherchent à faire « de l’archéologie recomposée » à partir de ces éléments qui sont « désorganisés de façon à obtenir un collage personnel, un assemblage d’éléments recomposés en une forme nouvelle », parfois volontairement imparfaite, résultant de l’imagination foisonnante des Campana.

 

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Les pièces sont façonnées dans un atelier romain spécialisé dans le travail du bronze et du marbre et selon la plus pure tradition des techniques artisanales d’orfèvrerie. Chaque œuvre est produite en série très limitée. A propos de ce travail, les Campana se plaisent à dire : « Le vrai luxe est celui d’avoir l’opportunité de travailler sur des projets qui permettent de faire des prototypes sans devoir répondre aux exigences de l’industrie ».

 

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La galerie d’actualité des Arts Décoratifs poursuit la programmation d’expositions consacrées aux designers contemporains et donne, du 13 septembre 2012 au 24 février 2013, carte blanche aux frères Fernando et Humberto Campana, designers brésiliens célèbres pour leurs réalisations insolites, leurs détournements et recyclages d’objets. Leurs créations éclectiques, iconoclastes et exubérantes ont pour toile de fond l’atmosphère vibrante de leur pays d’origine. Révélés grâce aux éditeurs italiens Edra, Fontana Arte et Alessi et à l’occasion de collaboration avec la Maison Bernardaud et Lacoste, ils sont devenus en quelques années les ambassadeurs incontestés du design brésilien.

 

Les Arts Décoratifs – galerie d’actualité 
107 rue de Rivoli
75001 Paris
Tél. : 01 44 55 57 50

du mardi au dimanche de 11h à 18h

 

http://www.lesartsdecoratifs.fr

 

Irmãos Campana no Hotel Lutetia

 Suíte dos Campana no Hotel lutetia de Paris

 

Primeiro foi David Lynch. O cultuado cineasta norte-americano assina no hotel Lutetia, em Paris, uma suíte que abriga suas criações, algumas aquarelas, fotos e litografias inspiradas em suas estadias na capital francesa.

Agora é a vez dos irmãos Campana. A dupla de designers brasileiros inaugurou, em setembro, a suíte “Fernando & Humberto” no icônico hotel de Saint-Germain-des-Prés. O Lutetia é o primeiro hotel art déco da capital francesa, fundado em 1910, onde se hospedaram celebridades e grandes nomes da arte mundial como Matisse, Andre Gide, Antoine de Saint-Exupéry e Picasso. “Criamos um ambiente contemporâneo dentro do espírito do hotel”, resume Fernando Campana.

 

O mobiliário, desenhado pela dupla, segue a paleta de verdes e marrons: destaque para as poltronas da italiana Edra, elaboradas com um patchwork de 400 peças de couro cada uma.

O carpete indiano (feito à mão), desenvolvido pela italiana Nodus sobe pela parede da cama, e os cartazes feitos a partir de colagens do catálogo da exposição “Anticorpos” (2009) , realizada pelos designers no Vitra Design Museu na Alemanha.Vêm também da Itália as luminárias Amanita, produzidas pela Alessi. O Brasil enviou as almofadas desenhadas pelos designers inspiradas em curvas e formas dos répteis, produzidas pela Trousseau.

 

O toque de brasilidade vem acrescido de um ar cosmopolita já que foram utilizados produtos de vários países como os carpetes Sushi 2, criados a partir de desenho dos artistas pela empresa indiana Nodus.

A suíte Fernando & Humberto é a segunda do Lutetia projetada por brasileiros, a primeira foi a Latino Americana de Vik Muniz.  Com estilo clássico contemporâneo e ênfase em tons verdes e marrons o projeto utilizou a mobília que já existia customizando-a segundo essa cartela de cores. 

Hôtel Lutetia
 - 45, boulevard Raspail – 75006 Paris

Para quem desejar conhecer melhor os irmão Campana, assistam este video que mostra toda a história deles.

Irmãos Campana: do design à arte – Documentário SESCTV

fontes:

http://www.bitsmag.com.br-Escrito por Beth Ferreira

http://www.dzai.com.br- Por Ana María Echeverría
Fotos: AFP PHOTO / FRANCK FIFE

http://gq.globo.com/estilo/irmaos-campana-inauguram-suite-no-hotel-lutetia-em-paris/

http://www.actuart.org/article-les-freres-campana-barroco-rococo-110187318.html

 

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David Lynch desenha suíte no Lutetia e um clube de Paris tem a sua grife

David Lynch desenha suíte no Lutetia

Cineasta empresta seu estilo ao hotel de Paris

  (Foto: divulgação)

É na rive gauche, no bairro parisiense de Saint-German-des-Près, que fica o secular Hotel Lutetia.

HOTEL LUTETIA ****

45, boulevard Raspail | 75006 Paris | France | Tel: +33 (0) 1 49 54 46 46

http://www.lutetia-paris.com

Estada temporária de grandes artistas, o local deu carta branca a um de seus hóspedes mais frequentes – o cineasta David Lynchpara reformar o quarto de número 603, renomeado de Suíte 111, onde o próprio fica hospedado sempre que vai à cidade.

Apaixonado pela capital francesa, Lynch diz que sua suíte é uma ode às mulheres que residem em Paris. O multifacetado artista, que há pouco tempo inaugurou uma casa noturna na cidade, inspirada no Club Silencio de seu filme Mulholland Drive, diz: “Tudo o que é feito pelos franceses, eu afirmo, é uma expressão da arte”.

De uma forma mais moderna e menos assustadora do que em seus aclamados filmes, o diretor dá seu toque de erotismo, fantasia e sonho ao quarto, que mantém o tradicional estilo parisiense com uma forte mistura de madeiras escuras e texturas aveludadas. Além disso, o ambiente conta com litografias e esculturas criadas pelo próprio diretor em uma oficina de arte de Montparnasse, por onde já passaram grandes artistas como Picasso, Giacometti, Matisse e Chagall.

Em todo o quarto, fica implícito o estilo surrealista de Lynch. Ali, apaixonados por cinema poderão sentir os ares dos filmes e das séries já criados pelo diretor, fotógrafo, artista, designer, escultor e pintor americano.

  (Foto: divulgação)

 

  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

 

  (Foto: divulgação)

 

  (Foto: divulgação)

CLUBE EM PARIS TEM GRIFE DE DAVID LYNCH

 Club Silencio, 142 rue de Montmartre, Paris

O cultuado diretor de cinema norte-americano David Lynch assina o projeto de interiores da mais nova casa noturna de Paris, o Club Silencio. Ali, tanto o espaço quanto o nome são inspirados em uma boate que fazia parte de seu filme Mulholland Drive, de 2001, que no Brasil recebeu o nome de Cidade dos Sonhos.

Para chegar ao local, os membros do clube precisam descer seis lances de escada na altura do número 142 da rue de Montmartre, mítico endereço da imprensa parisiense, onde Émile Zola publicou um de seus mais famosos artigos, o J’accuse, em 1898. Ali também o dramaturgo Molière foi enterrado no século 17, e o socialista Jean Jaurès foi assassinado anos depois, em 1914.

O caráter do ambiente é definido pelas paredes curvas revestidas com blocos de madeira maciça folheados a ouro. O espaço de 200 m² consiste em uma série de salões privés, cada um dedicado a um fim e com uma atmosfera distinta, incluindo uma pista de dança com palco para shows, uma biblioteca, lounge, área de fumantes que simula o ambiente de uma floresta e um cinema com 24 assentos cuja programação será coordenada por Lynch.

O cineasta, aliás, é o autor das três principais peças do mobiliário do clube, réplicas do cenário do seu filme de 2001. Black Birds é o nome de uma série de mesas e cadeiras assimétricas de couro preto. O conjunto Wire inclui as poltronas e os sofás. E, na sala de cinema, os assentos ergonômicos também foram criados por Lynch. Além disso, até os carpetes têm grafismos desenhados por ele.

Para frequentar as sessões de cinema e performances que acontecem no Club Silencio, é necessário desembolsar € 1.500 e se tornar um dos sócios do local. A programação acontece diariamente entre 18h e meia-noite e é exclusiva para os membros VIP. Durante a madrugada, porém, o clube abre suas portas para o público e segue até as 6h da manhã, todos os dias, com a pista de dança comandada por DJs internacionais.

 

Agora vamos ver outras fotos de  Emanuele D’Angelo.

Associé à Arnaud Frisch, Manu Barron et Anthony Caton, propriétaires du Social Club (au 142 rue Montmartre), le réalisateur David Lynch a imaginé et conçu, de l’architecture intérieure au mobilier, le club Silencio, situé dans les sous-sol de la boite de nuit parisienne.

Inspiré du nom du bar imaginaire dans lequel se rend Naomi Watts dans Mulholland drive, ce club « Silencio » regroupera une salle de projection, une bibliothèque, un bar, un restaurant, une piste de danse et un fumoir.

Le Silencio  a été inauguré le jeudi 6 octobre 2011 et sera ouvert du mardi au dimanche, entre 18h et 6h. Si l’entrée après minuit sera ouvert à tous, il faudra être membre pour rentrer avant. Jusqu’à minuit, le Silencio sera en effet réservé à ses membres et leurs accompagnateurs. 780€ l’année, 1500€ pour un abonnement « premium » et 420€ pour les moins de 30 ans et les résidents non-Français.

Voici quelques photos du Silencio, imaginé par David Lynch et réalisé par le designer Raphaël Navot, en collaboration avec l’agence d’architecture ENIA :

Fontes:
http://www.flickr.com//photos/antoine-photoj/sets/72157627436115659/show/

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Onde Christian Louboutin se inspira para criar seus sapatos?

O sapateiro Christian Louboutin em seu acervo de sapatos ©Alexandre Bailhache/Reprodução

O designer de sapatos Christian Louboutin é um colecionador. Além de calçados e casas – que agora são cinco (Paris, Portugal, Egito, Los Angeles e uma casa de campo na França) – o francês coleciona móveis, artesanato e peças de época de todas as partes do mundo. Tudo é mantido em um armazém em Paris, que ele visita regularmente e para onde corre quando precisa decorar (ou redecorar) alguma das suas casas. As peças são todas oriundas das viagens que faz pelo mundo e das compras que faz, quase todas por impulso. “Prefiro comprar as coisas e decidir onde vou coloca-las mais tarde do que me arrepender de não ter comprado”, diz ao “The Wall Street Journal”.

Sala da casa de campo e banheiro do apartamento de Louboutin em Paris. Na sala, o espelho Luis 15 e a mesa com topo de mármore foram comprados em leilão ©Alexandre Bailhache/Reprodução

O quarto do seu apartamento em Paris ©Alexandre Bailhache/Reprodução

A cozinha da sua casa em Paris ©Alexandre Bailhache/Reprodução

Em sua casa de campo, o Château de Champgillon na região de Vendée, no centro-oeste francês, que o sapateiro possui junto com o seu parceiro de negócios e amigo de longa data Bruno Chambelland, Louboutin construiu um arquivo das suas criações. Uma espécie de celeiro em madeira de carvalho que abriga oito mil das suas solas vermelhas (há espaço para 14 mil), reflexo dos seus 20 anos de trabalho.

Segundo o “The Wall Street Journal”, o sapateiro conta a história de que um conhecido seu que adora moda o visitou e pediu para ver o seu espólio. Louboutin levou-o até o porão e abriu uma de suas caixas de sapato. “A primeira caixa que abri era um sapato com bordados chineses, costurado com pêlo de mink. O sapato estava completamente estragado e o meu amigo gritou muito comigo: ‘Você tem que ser responsável! Todo esse trabalho é lindo, e sim, ele é seu, mas é também parte da história da moda’”. Entre os seus planos para o seu “pequeno” museu, estão contratar um curador e disponibilizar a sua obra para visitas de estudantes e pesquisadores.

Acervo de Christian Louboutin em sua casa de campo na França decorado com focos de luzes compradas em mercados de pulgas no Cairo e em Paris. As colunas sírias foram adquiridas em leilão; há dois totens astecas da Cidade do México e colunas indianas compradas em uma loja de antiguidades de Paris. As prateleiras são decoradas com flores do seu jardim, prensadas por um artista local. As paredes são forradas com fotos, incluindo um ensaio de David Lynch, com criações fetiche do sapateiro ©Alexandre Bailhache/Reprodução

Entrada do acervo de Louboutin ©Alexandre Bailhache/Reprodução

As ideias de Louboutin surgem de repente. A inspiração para o seu sapato “decote de dedo” – décolleté –, por exemplo, veio de uma foto antiga do ator John Travolta dançando com a princesa Diana na Casa Branca. “Ela estava usando um sapato britânico que mostrava metade dos dedos do pé. Era cafona, mas era bom de alguma forma. Tinha uma malandragem que aparecia inconscientemente”, disse em entrevista à “Vogue” britânica.

Foto histórica de John Travolta dançando com a Princesa Diana em uma festa na Casa Branca ©Reprodução

Uma das suas fontes de ideias e inspirações é o seu jardim, resultado da sua experiência autodidata enquanto paisagista. “O jardim me permite ver misturas de cores, sobreposições de materiais mate e brilhantes, é muito instrutivo. Ainda hoje, se fechar os olhos, não vejo seda combinando com veludo, vejo amores-perfeitos, de um roxo forte, com branco em volta, no meio de outras plantas com estruturas diferentes, e essa combinação me fornece as minhas cores”, diz no livro publicado pela Rizzoli que comemora seus 20 anos de carreira.

“Quando compramos a casa há 25 anos, não tinha nada. O Bruno e eu decidimos fazer um corredor central e descobrimos uma fonte embaixo de uma pilha de mato”, diz Louboutin ©Alexandre Bailhache/Reprodução

As cores das glicínias do seu jardim ©Alexandre Bailhache/Reprodução

Vista do jardim com peônias florescendo à sombra de uma macieira ©Alexandre Bailhache/Reprodução

O sofá, a cadeira e a mesa são de 1910 e foram encontrados no Cairo ©Alexandre Bailhache/Reprodução

A casa de campo de Louboutin vista da entrada dos jardins e o hall de entrada ©Alexandre Bailhache/Reprodução

Encontrei no site http://ffw.com.br/noticias/author/andreiatavares/page/4/

 

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Livro de Louboutin + lookbooks temáticos !!!

Criador de alguns dos sapatos mais icônicos do planeta e queridinho do mundo fashion, Christian Louboutin  ganhou um livro sobre os 20 anos de sua marca.  

Vejam um vídeo com os bastidores dessa produção, que conta com fotos de ninguém menos do que David Lynch.

Making of: os bastidores das fotos para o livro de Christian Louboutin

 

 
O livro com artes e cortes que saltam as páginas

Há 20 anos as mulheres não imaginavam que seriam os solados a ditar o maior sonho de consumo das aficionadas por saltos altos. O designer Christian Louboutin, criador dos icônicos sapatos com a sola vermelha, selecionou seus modelos favoritos para estampar o livro que comemora os 20 anos de sua marca, desde o “tradicional” Pigalle até o recente cap toe Metalipp.

O livro “Christian Louboutin” compila a história das incríveis criações do designer, que não poupa imaginação, nem materiais especiais, na hora de idealizar seus cobiçados pares. Com prefácio escrito por John Malkovich, imagens de arquivo de diversos fotógrafos de moda, incluindo imagens clicadas pelo cineasta David Lynch, Louboutin colocou nesse livro todas as suas paixões.

Para acompanhar a criatividade onírica de seu trabalho, Dita Von Teese, Diane von Furstenberg, Farida Khelfa e outras amigas e clientes  foram fotografadas em cenas inusitadas pelo francês Phillipe Garcia. “A escolha do fotógrafo foi crucial. A coisa mais importante para mim é que os sapatos fossem registrados de uma maneira linda. Não queria trabalhar com um profissional de moda que poderia fotografá-los de um jeito sazonal, já que o livro tem uma vida muito mais longa do que uma revista”, explicou o designer para a “Vogue” britânica.

Algumas fotos do livro:

O livro que todas as fashionistas  querem ter na sua sala: “Christian Louboutin by Christian Louboutin”. Uma compilação da carreira de duas décadas de um dos designers de sapatos de luxo mais famosos do Mundo.

O livro é em si uma verdadeira obra de arte, apresentando uma capa desdobrável, lombada em faux-leather rosa e um pop-up interior mágico.

O livro conta a história dos 20 anos da marca. O caminho percorrido pelas solas vermelhasO livro conta a história dos 20 anos da marca. O caminho percorrido pelas solas vermelhas

Da fábula romântica ao fetiche mais sombrio, ele explora o universo feminino em todas as suas nuances. Basta entrar em seu site oficial para tentar entender a miscelânea do universo estético, de onde saem os pares que mais parecem joias.

O livro está dividido em 5 capítulos, que expõem uma área distinta da marca:

- Life, uma autobiografia do criador que relata em pormenor a vida profissional, bem como a sua passagem pelas casas de moda Chanel e Yves Saint Laurent;
- The Shoes;
- Fetish;
- The Places;
- Twenty Years.
Nesta nova obra podem encontrar-se fotografias nunca antes publicadas.

Para Louboutin, usar salto alto é como ter um orgasmo

 

Christian Louboutin entende e muito sobre salto alto. Designer de sapatos há mais de 20 anos, ele já vendeu mais de 600 mil pares com o solado vermelho pelo qual ficou conhecido – muitos deles foram comprados por celebridades como Beyoncé, Rihanna e Blake Lively.

Em entrevista ao The Sunday Times, ele afirmou que um dos motivos do seu sucesso é a de que a experiência de usar sapatos de salto alto ser próxima à sensação provocada por um orgasmo. Louboutin credita a análise a um estudo acadêmico.

Elas usam Christian Louboutin: Kate Moss, Kate Bosworth e Blake Lively

“Segundo ele, a sexualidade do salto alto está no arco formado pelo pé. Esta é a mesma posição do pé de uma mulher quando ela tem um orgasmo”, explicou Louboutin.

Reese Witherspoon, Renée Zellweger e Zoe Saldana também com os pares de Louboutin

“Então, ao colocar seu pé em um sapato de salto alto, você está, possivelmente, em uma posição orgástica”, completou.

Mais celebridades: Rihanna e Beyoncé também são fãs de Louboutin

Quanto maior o salto, mais arcados ficam os pés. Abaixo, Dita Von Teese coloca a teoria em prática: o apelo sensual de suas performances burlescas combina com os saltos altíssimos que integram seu figurino, muitas vezes criados por Louboutin com exclusividade para ela.

Dita Von Teese com um dos pares do salto altíssimo do designer de sapatos

Fotos: Getty

O sempre inventivo Louboutin lançou lookbook inspirado em obras clássicas

 

A Christian Louboutin apresentou a sua  colecção de malas e sapatos de uma forma muito elegante e original: o fotógrafo Peter Lippman é o responsável pela campanha que se inspira em obras clássicas da pintura, incluindo nestas, claro está, os sapatos do criador.
Uma metáfora bastante interessante, já que retrata os sapatos, eles próprios, como obras primas clássicas da moda.

Christian Louboutin, dono de campanhas sempre criativas – o designer já se uniu a David Lynch para criar vídeos, produziu um curta que imita a famosa cena de Psicose (só que, ao invés da faca, usa um salto alto), e reproduziu contos de fadas –,  lançou o lookbook de inverno 2011.

Para mostrar sua nova coleção de solas vermelhas, o designer convidou o fotógrafo Peter Lippman, que clicou modelos reproduzindo obras clássicas, entre elas, Whistler’s Mother, de James McNeill Whistler (no alto, à dir.) e Saint Dorothy, de Francisco De Zurbarán (no alto, no centro).

 

Uma verdadeira homenagem contemporânea às obras de arte clássicas, afinal, esses solados vermelhos são obras primas modernas.

 

Além de criar os sapatos mais desejados do mundo, com seu famoso solado vermelho, Christian Louboutin anda inovando, fazendo de seus lookbooks verdadeiras obras de arte moderna. Virou edição de colecionador, com fotos belíssimas e super criativas. 

Selecionei algumas para mostrar aqui, como essa dos scarpins caindo de paraquedas, uma das que eu mais gostei.

Esse é o resultado da parceria com o fotógrafo vietnamita radicado na França, Khuong Nguyen, que começou um ano antes, num lookbook inspirado nos contos de fadas (como Alice no País das Maravilhas, por exemplo) que também ficou maravilhoso. Ele utiliza muitos efeitos gráficos e 3D em algumas imagens. 

Se você ainda não viu os lookbooks completos, pode acessar mais fotos no site do fotógrafo – www.kyongnguyen.com -, que tem vários outros trabalhos além da parceria com Louboutin, que também são incríveis. Vale a pena conferir.

Para a coleção de Outono – Inverno 2010/2011, Louboutin se inspirou nos contos de fadas, como A Branca de Neve, Alice no Pais das Maravilhas, Cinderela, A Pequena Sereia….todas as nossas histórias preferidas são reinterpretadas pelo estilista com o seu « personal fashion touch » é claro! E o resultado é mais do que perfeito!

Fontes:
infodluxe.blogspot.com.br

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Clarika

Claire Keszei, conhecida como  Clarika, – é uma cantora francesa nascida nos subúrbios de Paris em 06 de fevereiro de 1967. Filha de um poeta húngaro, Istvan Keszei, e de uma professora de literatura, ganhou fama pelas letras (compostas em grande parte por ela mesma) ácidas e irônicas. Os temas são amor contemporâneo, dicotomia entre homem e mulher, masculino e feminino, desejos e insatisfações ….

Com cinco álbuns lançados, Clarika é hoje um dos grandes nomes da nouvelle chanson. 

Discografia

1993: J’attendrai pas cent ans

1997: Ça s’peut pas

2001: La fille, tu sais

2005: Joker

2009: Moi en mieux



Obs: Eu acabei de ganhar do meu amigo Bernardo um CD com as melhores músicas dela, foi graças a ele que descobri esta cantora, espero que vocês gostem!!!

Clarika sort sont 5ème album “Moi en mieux”, coréalisé par le très doué Florent Marchet et le non moins doué et très fidèle, Jean-Jacques Nyssen. Dans cet opus, son écriture faussement naïve, joliment poétique et doucement enfantine décrit à merveille nos sentiments ordinaires ou flamboyants, en leur conférant une élégance pudique et rare. Ce nouvel album est un concentré de son art. 
Il y a 15 ans déjà, Clarika est l’une des toutes premières à oser une écriture féminine d’un genre nouveau, mélange de défi, d’ironie et de tendresse. L’art de transformer le plus banal des quotidiens en une échappée poétique, embellissant les mots les plus simples.

Moi en mieux

Ne me demande pas

Bien Mérité

Joker

Beau comme un garçon

Clarika et B. Lavilliers – Non ça s’peut pas

E para terminar deixo vocês com este clip…:-)

Les garçons dans les vestiaires

www.clarika.fr

 

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