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La nuit blanche – 6 de outubro em Paris!!

A ”Nuit Blanche”  (noite branca) foi criada pela prefeitura de Paris em 2002, e se tornou um dos mais badalados eventos anuais de arte e cultura da cidade, atraindo milhares de visitantes.

É uma manifestação cultural aberta à todos e gratuita.

É uma noite mágica e inesquecível que acontece na primeira semana de outubro, quando vários monumentos, pontos turísticos, galerias de arte, ficam abertos a noite toda, com iluminação elaborada.

metrô funciona até as 2hs da manhã. Algumas linhas funcionam das 2 às 5hs e, somente nesse horário, é gratuito

São centenas de eventos espalhados pela cidade. Várias festas nas ruas, concertos, os bares ficam abertos, e tudo grátis!

A próxima Nuit Blanche de Paris será a 11a e acontecerá dia 06 de outubro de 2012. O evento vai propor em percurso extraordinário ao longo do Sena, até dentro da cidade: um convite para explorar arquiteturas contemporâneas através da abertura de Belvederes, postos de observação da cidade, normalmente inacessíveis ao público, revelando uma nova visão de Paris.

Alguns lugares:

- la terrasse de la Tour Morland, située au 15e étage de ce bâtiment (4e) ;
- la salle du Haut Conseil située au 9e étage de l’Institut du Monde Arabe (5e) ;
- le 24e étage de la Tour Zamansky, l’Université Pierre et Marie Curie, sur le campus de Jussieu (5e);
- le 18e étage de la bibliothèque François Mitterrand (13e);
- le 6e étage de l’Hôtel Industriel de Dominique Perrault (13e).

Diretor artistico da Nuit Blanche, Laurent Le Bon, diretor do Centre Pompidou.

« Paris à l’infini » : 10 km de utopia no coração da Cidade.

Nesta nova edição da Nuit blanche o percurso será da Maison de la Radio ( no oeste) até Ivry ( no leste).

3 Pontos de Informação sobre a Programação

CHAMPS-ÉLY SÉES – CLEMENCEAU
No cruzamento da Avenue Winston Churchill com a Avenue des Champs-Élysées
Metro Champs-Élysées – Clemenceau (linhas 1 ou 13)
Aberto sábado das 16 h à 6 h

PARVIS DE L’HÔTEL DE VILLE

Metro Hôtel de Ville (linhas 1, 7 ou 11)
Aberto sábado das 16 h à 6 h

INSTITUT DU MONDE ARABE
Quai Saint-Bernard
Metro Jussieu (linhas 7 ou 10) / Metro Sully-Morland (linha 7)
Aberto sábado das 16 h à 6 h

Devido ao grande sucesso da primeira “Nuit Blanche” em 2001, o conceito inspirou várias cidades do mundo, que seguiram o modelo parisiense: Madri, Miami, Tókio, Montreal, Bucareste….

Em 2006, foi criada a ”Nuit Blanche Europe”, aonde há uma troca de artistas, e de projetos. Cada cidade acolhe um artista ou uma companhia proveniente das outras cidades.  Neste mesmo ano, Paris recebeu uma companhia de dansa italiana que se apresentou na Ponte St Louis.

As cidades européias que fazem parte da “Nuit Blanche Europe” são: Paris, Roma, Bruxelas, Madri, Bucareste, Riga (na Letônia)e La Vallette(República de Malta).

Sábado, 6 de outubro de 2012 das 20:00 às 00:00

59, rue de rivoli

gratuito

O 59 Rivoli  convida para 4 horas animadas com multiplas performances artísticas.

Si vous ne connaissez pas encore le lieu, venez vite, plein d’artistes seront là pour vous accueillir et passer avec vous une soirée conviviale dans un univers coloré. Et si vous nous connaissez déjà, alors revenez vite !

A programação da noite :

Na rua:

20h-22h : Raphaël Genty & Kouka (Pochoirisme live)

20h-00h : Ikebanart (Installation d’art végétal)

Na Galeria

Térreo :

20h-21h15 : texte et spectacle de Catherine Gil Alcala autour de la folie créative

www.lamaisonbrulee.fr

21h30-22h15 : Max Horde (danse et performance interactives)

22h30-23h30 : L’exposition « Dans le ventre des femmes » (Performances variées)

Primeiro Andar:

A partir de 20h30 : Body-painting de Nicole Aspradakis avec modèles

Segundo Andar :

21h-21h30 : Mathieu Bohet (Happening)

22h-22h30 : Mina El Balkali (Peinture sur elle-même)

Terceiro Andar :

21h-23h : Maïtena Barret (Performance artistique avec le public)

20h-21h : Ex-sistère (Théâtre, poésie, danse, peinture, et body-painting)

21h30 -23h30 : Danse et musique avec Juliet Dufour, Adele.B, Linda Finkenflügel

Quarto Andar :

21h30-23h30 : Francesco (Peinture live)

Quinto andar :

20h-00h : Antoine Puisais (Exposition inédite pourla Nuit Blanche)

Sexto Andar :

21h30-22h30 : Mélissa Streicher (Peinture live)

20h-00h : Carine Leroy (Cours de dessins)

20h-00h : Barry Jones & Benjamin Nutt (Performance avec jam-session et peinture live)

Des sens les plus surprenant du corps humain, il y a la vue. L’œil aguiché par la lumière nous fait percevoir les couleurs. La combinaison des teintes primaire, à savoir le bleu, le rouge et le vert peut nous faire voire les choses de travers. Associez les et vous trouverez un blanc immaculé, n’est ce pas la couleur de cette nuitée ?

Au clair de lune, les artistes du 59Rivoli tacheront de vous en faire voir de toutes les couleurs, mélangeant leurs arts et leurs savoir-faire, comme une synthèse additive qui ne pourra que vous plaire. Performances artistiques et musique s’entremêleront dans une symphonie tout au long de la nuit.

“Sans lumière il n’y a pas de couleurs”, tachons d’illuminer l’obscurité du 6 octobre prochain, et de colorer cette nouvelle édition dela Nuit Blanche.

Nuit blanche au musée du Quai Branly

Dans le jardin du musée du quai Branly, le plasticien Erik Samakh qui se définit comme « chasseur-cueilleur » a imaginé un parcours sonore invitant au dépaysement et à la désorientation à travers deux installations constituées de bruits de la nature ou construites à partir d’instruments traditionnels (tempura indienne) et d’extraits des collections audio du musée et il propose une perforparismance de 19 h à minuit. La terrasse du musée sera ouverte pour la première fois au public.


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Les Arènes de Lutèce em Paris- pouco conhecidas pelos turistas, mas apreciadas pelos habitantes do bairro e os apaixonados pela historia da cidade.

Para quem não sabe, Paris é uma cidade realmente bem antiga. Antes de ter esse nome, ela se chamava Lutèce.
A capital foi um bom exemplo da conquista do império romano até as terras frias.
Infelizmente, em Paris não sobrou muitos monumentos da época, pois a cidade não parou de crescer.
Mas, a boa notícia é que você pode ver um restinho da cidade através da antiga construção romana chamada Les Arènes de Lutèce. Nesse tipo de monumento, a arena servia não só para jogos de gladiadores, mas também para apresentações teatrais e circenses.
Você não sabia que em Paris existe uma autêntica e bem conservada arena de gladiadores?
Construídas no final do século I d.C. Les Arènes de Lutèce (Arenas de Lutécia) foram quase completamente destruídas durante as invasões bárbaras de 280. Na ocasião as pedras maiores foram usadas para a construção de refúgios pela população e o anfiteatro acabou tornando-se um cemitério. Apesar disso a cidade soube restaurar e preservar muito mais do que a memória ou o nome do monumento – a Arène de Lutèce é hoje um dos monumentos galo-romanos mais antigos que ainda podem ser vistos em Paris.

A boa modernidade: Antigo espaço de embates entre homens e feras, hoje a Arène de Lutèce é um agradável espaço de convívio.


A arena escavada no solo é cercada por um muro de 2,5 metros de altura com parapeito. O espaço foi concebido para alternar espetáculos teatrais com combates de gladiadores – nove nichos existentes no local da cena tinham como finalidade a melhoria da acústica da arena.

E eu que antes de conhecer a Arène de Lutèce nunca pensei que no século I já havia a preocupação com a garantia da qualidade acústica dos teatros.

O podium: essas divisórias de pedra hoje abrigam bancos ideais para você botar a leitura em dia enquanto pega um solzinho.

Cinco cubículos são dispostos sob os primeiros degraus da arquibancada – três dos quais parecem ter sido usado como jaulas de animais, abrindo-se diretamente para a arena. Os degraus que formam a arquibancada envolvem mais da metade da circunferência da arena e comportava até 17.000 pessoas.

Detalhe das jaulas no interior da arena.

Este edifício em específico media 130m de comprimento por 100m de largura e poderia acolher até 18.000 espectadores! A Arena foi construída no século I e seus vestígios foram descobertos em 1869 pelo arqueólogo Théodore Vacquer, mas se ela está aqui até hoje é graças ao escritor Victor Hugo que enviou uma carta para a prefeitura da época pedindo que o monumento não fosse demolido.

Maquete

 

Foi Théodore Vacquer quem entre 1860 e 1869 restaurou a estrutura da arena e estendeu as investigações arqueológicas no local, realizando escavações em uma área total de 5.000 m2. Mas a descoberta deste extenso local arqueológico não impediu que a cidade fizesse as obras necessárias ao seu desenvolvimento entre 1877 e 1892.
Victor Hugo, Victor Duruy e a Société des Amis des Arènes (Sociedade dos amigos da Arena) também participaram da recuperação da parte Sul do monumento, liberada após a demolição do convento Filles de Jésus-Christ em 1883.

As reentrâncias da bonita e arborizada entrada principal da arena eram usadas como vomitório durante os eventos do século I.

O Conselho Municipal conseguiu através de votação ordenar a construção de uma praça que foi aberta ao público em 1896praça ganhou mais espaço com a substituição da linha do trem pela linha 10 do metro em 1916 e até hoje enche os olhos de quem visita a arena. Essa bonita área verde nas imediações da arena é dedicada ao doutor Capitain, que cuidou da restauração do local após a Primeira Guerra Mundial.

 

O arquiteto Jules Formigé foi o encarregado dos grandes trabalhos de reconstrução.

La plaque de 1951.

Outra coisa que também impressiona é a limpeza impecável do lugar – num mesmo campo de visão você pode enxergar uma dezena de cestos de lixo que são usados de forma consciente pela população. A Arène de Lutèce fica bem atrás da estação Place Monge do metrô. Basta você sair da estação e contornar o gradil verde – o jardim que você vai ver através da grade já faz parte da arena. Depois dali fica fácil emendar um passeio a pé pelo Jardin de Plantes ou pelo quartier Mouffetard-Contrescarpe.

Estátua dedicada a Gabriel de Mortillet

Encontramos muitas arvores:

Parmi les spécimens remarquables d’arbres se trouvent deux faux de Verzy — plantés en 1905 et classés arbres remarquables , un Ilex aquifolium ferox (houx hérisson), un Ulmus minor (orme champêtre) variété « Jacqueline Hillier », un Broussonetia papyfera (mûrier à papier), un Photinia glabra et unLigustrum lucidum.

Ligustrum lucidum de la famille des troènes.

l’Ulmus minor ou orme champêtre, var. Jacqueline Hillier âgé de 15 ans et planté en 2007.

Gros plan des feuilles dIlex aquifolium ferox ou houx hérisson.

Par ailleurs, sur le site des arènes se trouvent une « maison des oiseaux » proposant des découvertes pédagogiques ornithologiques pour les plus jeunes et un parcours botanique dans les différentes allées du site.

Entrada: 47 Rue Monge

 

Arènes de Lutèce ( arenas de Lutèce )
47, rue Monge e rue de Navarre
75005 Paris

Metro:  Place Monge ( linha 13 )
Jussieu ( linhas 10 e 13 )
Lemoinne ( linha 10 )

Horário:
verão: 8 hs às 21:30
inverno: 8 hs às 17:30

Entrada: Gratuíta e aberta todos os dias.

 


Les Arènes de Lutèce – Paris antique – Lutèce 3D por olemail

Pouco conhecidas pelos turistas, mas apreciadas pelos habitantes do bairro e os apaixonados pela historia da cidade.

As ruínas estão em bom estado e com certeza se tem a impressão de viajar no tempo.

 

 

 

 

Os parisienses frequentam…para sentar e ler um bom livro, para jogar , as crianças brincam…

 

 

 

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Bon Marché festeja seus 160 anos com Catherine Deneuve como madrinha !

Le Bon Marché, 24, rue de Sèvres, 75007 Paris

Muitos pensam que o Bon Marché foi fundado pelos Boucicaut, mas na realidade ele foi criado em 1838 pelos irmãos  Videau que venderam suas partes para Marguerite & Aristide Boucicaut em 1848.
Muitas pessoas também pensam que o Le Bon Marché teria sido a primeira grande loja de Paris. Falso ! Foi a Belle Jardinière fundada em 1824 por Pierre Parissot.
Terceiro mito  sobre o  Bon Marché: esta loja e Aristide Boucicaut teriam inspirado  Emile Zola para o seu romance “Au Bonheur des Dames” publicado em 1883. Também é falso ! Foi Auguste Hériot, co-fundador dos Grands Magasins du Louvre, que serviu de modelo ao escritor.

A grande loja festeja seus 160 anos com  Catherine Deneuve como madrinha e com muitas animações !

1852 – 2012 : 160 ANS DE CRÉATION AU BON MARCHÉ RIVE GAUCHE

Le Bon Marché Rive Gauche fête ses 160 ans. Pour célébrer l’événement, le magasin rend hommage à son histoire et met en lumière la création sous toutes ses formes.

Invitée d’honneur, Mademoiselle Catherine Deneuve vous dévoile ses lieux préférés de la Rive Gauche. Mises en scène, documentaire exclusif et expositions culturelles… plus que jamais, l’esprit Rive Gauche insuffle singularité au premier Grand Magasin.
Pour ne rien manquer, débutez votre visite au rez-de-chaussée puis empruntez le somptueux escalator central imaginé par Andrée Putman. Chaque étage, ayant revêtu ses habits de fête, vous accueille et vous surprend.

 

Pour du shopping hors du commun, c’est le Bon Marché qu’il vous faut… depuis 160 ans !

Para marcar o aniversário da loja vocês poderão ver Catherine Deneuve em todas as vitrines (até dia 6 de outubro de 2012) assinadas por Marjane Satrapi. Os 10 desenhos da deusa do cinema, mostram a atriz se divertindo nos seus lugares preferidos da Rive Gauche –estão também disponíveis num box de edição limitada  (160 exemplares) à 900€, de onde uma parte será destinada ao Hospital  Necker para as crianças doentes.

 

No interior da loja, é uma festa em todos os andares :

- No térreo há uma sala de cinema somente até dia 27 de outubro, onde você poderá ver o novo documentário inédito, « Catherine Deneuve Rive Gauche » de Loïc Prigent, decididamente muito animado pela loja pois foi ele que fez a direção das suas vitrines de Noël no ano passado, e a exposição  « Homme »no ano anterior.

Au rez-de-chaussée

Catherine Deneuve Rive Gauche

Le Bon Marché Rive Gauche installe une salle de cinéma éphémère dans laquelle est projeté un documentaire inédit réalisé par Loïc Prigent. Sur un ton décalé, le réalisateur lève le voile sur les lieux de la Rive Gauche choisis parCatherine Deneuve et révèle l’audace de l’actrice et la passion du Bon Marché Rive Gauche pour la création sous toutes ses formes.

-No primeiro andar vocês poderão admirar uma exposição, « 160 ans d’illustrations » mostrando a evolução da comunicação gráfica da loja.

Au 1er étage

“160 ans d’illustrations”

La passerelle de l’Appartement de Mode propose une immersion dans les archives visuelles du Bon Marché. L’exposition “160 ans d’illustrations” revient sur l’évolution du graphisme et des logos du magasin, qui, au fil des décennies, ont dessiné son image singulière.

 

- E no segundo andar temos a exposição 160 anos de inovações, « instalações lúdicas e cheias de surpresas » que explicam a criação da loja por  Boucicaut .

Au 2ème étage

“160 ans d’innovations”

Le 2ème étage du Bon Marché remonte le temps, à travers “160 ans d’innovations”, une exposition dessinant le portrait des époux Boucicaut et des révolutions commerciales, sociales et organisationnelles qu’ils ont initiées.
Des installations ludiques et une mise en scène pleine de surprises vous attendent jusqu’au 27 octobre. L’histoire du Bon Marché n’aura plus aucun secret pour vous !

 

A loja também preparou um catálogo com objetos exclusivos .

 

Então não percam O Bon Marché festejando seus 160 anos com Catherine Deneuve até  27 de  outubro de 2012!!!

Aberto todos os dias, menos domingo, das 10h à 20h (21h quinta e sexta)

Informações práticas

  • LE BON MARCHÉ RIVE GAUCHE
    • 24, rue de Sèvres
    • 75007 Paris
    • Tel – 01.44.39.80.00
    • Fax – 01.44.39.81.17
  • HORAIRES D’OUVERTURE
    • Du lundi au samedi
    • 10h – 20h
    • Jusqu’à 21h le jeudi et vendredi
  • PLAN D’ACCÈS
    • Métro : 10, 12 (Sèvres Babylone)
    • Bus : 39, 63, 68, 70
    • 83, 84, 87, 94
    • Parking, Taxi, Voiturier, Velib’

Site oficial :http://www.lebonmarche.com.

Facebook : facebook.com/lebonmarche

BONUS !

Du 15 septembre au 31 décembre 2012, Le Bon Marché Rive Gauche fêtera ses 160 ans dans tous ses espaces. Une mise en scène spectaculaire habillera le magasin, des expositions révéleront son histoire et 600 créations contemporaines spécialement conçues pour cet évènement insuffleront à l’anniversaire du magasin l’air vivifiant de la surprise sur plus de 1000m2 et sur le nouveau site http://www.lebonmarche.com.

Le Bon Marché souffle ses 160 bougies et pour l’occasion invite l’icône de la Rive Gauche, Catherine Deneuve. Au cœur de sublimes vitrines, illustrées en volume par Marjane Satrapi, l’actrice se retrouve mise en scène non sans fantaisie et humour à travers ses 10 lieux préférés. C’est l’esprit Rive Gauche qui est célébré par cette ballade parisienne et pour Marjane Satrapi, “le monde c’est Paris et Paris, c’est Catherine Deneuve”.

Vitrines Catherine Deneuve par Marjane Satrapi au Bon Marché - Paris, septembre 2012
Vitrines Catherine Deneuve par Marjane Satrapi au Bon Marché - Paris, septembre 2012
Vitrines Catherine Deneuve par Marjane Satrapi au Bon Marché - Paris, septembre 2012
Vitrines Catherine Deneuve par Marjane Satrapi au Bon Marché - Paris, septembre 2012

Vitrines Catherine Deneuve par Marjane Satrapi au Bon Marché - Paris, septembre 2012
Vitrines Catherine Deneuve par Marjane Satrapi au Bon Marché - Paris, septembre 2012
Vitrines Catherine Deneuve par Marjane Satrapi au Bon Marché - Paris, septembre 2012
Vitrines Catherine Deneuve par Marjane Satrapi au Bon Marché - Paris, septembre 2012
Vitrines Catherine Deneuve par Marjane Satrapi au Bon Marché - Paris, septembre 2012
Vitrines Catherine Deneuve par Marjane Satrapi au Bon Marché - Paris, septembre 2012
Vitrines Catherine Deneuve par Marjane Satrapi au Bon Marché - Paris, septembre 2012
Vitrines Catherine Deneuve par Marjane Satrapi au Bon Marché - Paris, septembre 2012

 

En 2012, à l’occasion de son 160ème anniversaire, Le Bon Marché perpétue cette tradition et propose une collection d’objets exclusifs et déjà iconiques.

Figures de style

Pour célébrer cette passion pour la culture et la nouveauté, Le Bon Marché Rive Gauche a extrait de ses archives des motifs et des dessins originaux. Le bureau de style du magasin a alors retravaillé fleurs, palmiers, jouets et galuchat pour donner naissance à une collection d’objets inédits.

Les designers de plus d’une centaine de marques présentes au Bon Marché Rive Gauche et à La Grande Epicerie de Paris se sont également inspirés de ces motifs pour revisiter le patrimoine du magasin à travers des créations d’inspiration graphique.

 Sac IRIE
Sac A.P.C.
Miroir de poche en verre LE BON MARCHE

 

Les exclusifs

Les Maisons les plus prestigieuses – parmi lesquelles Pierre Hardy, Fendi, Paule Ka, Moncler, Maison Martin Margiela, Isabel Marant, Vilac, Jimmy Choo, Balenciaga, Repossi, Carven, Lalique, Rick Owens, Moët & Chandon – ont uni leur énergie créative au Bon Marché pour proposer une collection d’objets en édition limitée, teintée de l’élégance Rive Gauche et imaginée uniquement pour l’événement.

Ces collections exclusives vous attendent au sein des boutiques anniversaire, disposées dans différents espaces du magasin.

Sac “City” Balenciaga en édition limitée à 20 exemplaires numérotés et gravés, exclusivement pour Le Bon Marché Rive Gauche.

Sandales en veau velours, exclusivement pour Le Bon Marché Rive Gauche.

 

À ne pas manquer

Le catalogue “160 ans d’esprit Rive Gauche”, spécialement édité pour l’occasion, présente au fil des pages une sélection de ces collections exclusives.

 

 

 

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La Marseillaise

 

quadro de  Delacroix

La Marseillaise (A Marselhesa, em português) é o hino nacional da França. Foi composto pelo oficial Claude Joseph Rouget de Lisle em 1792, da divisão de Estrasburgo, como canção revolucionária. A canção adquiriu grande popularidade durante a Revolução Francesa, especialmente entre as unidades do exército de Marselha, ficando conhecida como A Marselhesa.

Rouget de Lisle chantant La Marseillaise pour la première fois à l’hôtel de ville de Strasbourg ou chez Dietrich en 1792 (Pils1849).

Rouget de Lisle composant la Marseillaise

Seu título era originalmente Canto de Guerra para o Exército do Reno. O hino foi composto por Rouget de Lisle, oficial do exército francês e músico autodidata, a pedido do prefeito de Estrasburgo, Philippe-Frédéric de Dietrich, dias depois da declaração de guerra ao imperador da Áustria, em 25 de abril de 1792. O canto deveria ser um estímulo para encorajar os soldados no combate de fronteira, na região do rio Reno.

Partition du XIXe siècle

A canção obteve sucesso imediato e em pouco tempo, por intermédio de viajantes, chegou à Provença, no sudeste da França. Um mês depois, a canção chegava a Paris com os soldados federados marselheses, que a cantaram durante todo o percurso. Desde então, passou a ser associada à cidade de Marselha. No dia 4 de agosto o jornal La Chronique de Paris evocou o canto dos marselheses, e seis dias depois ele seria entoado durante a famosa tomada do Palácio das Tulherias.

Em 20 de setembro de 1792, o exército revolucionário, comandado pelo general Dumouriez, venceu a Batalha de Valmy, travada contra a nobreza francesa e seus aliadosaustríacos e prussianos, que tentavam derrubar o regime instaurado em 1789. Na ocasião, Servan de Gerbey, ministro da Guerra da França, escreveu a Dumouriez: “O hino conhecido pelo nome de La Marseillaise é o Te Deum da República“. 

Le Départ des volontaires de 1792 (dit La Marseillaise), par François Rude

Em 1795, foi instituída pela Convenção como hino nacional.

Napoleão Bonaparte baniu A Marselhesa durante o império, assim como Luís XVIII na segunda restauração, devido ao seu caráter revolucionário. A revolução de 1830 restabeleceu-lhe o status de hino nacional, sendo inclusive reorquestrada por Hector Berlioz na década de 1830. Entretanto, Napoleão III tornaria a banir a canção até que, em 1879, com a instauração da III República, a canção foi definitivamente confirmada como o hino nacional francês, ato esse reafirmado nas constituições de 1946 e 1958.

“Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, a trilogia que inspirou a Revolução Francesa

La Marseillaise chantée par le choeur de l’armèe Francaise.

Edith Piaf

Mireille Mathieu

Les Choeurs de l’Armée Rouge

Casablanca La Marseillaise – Um momento de apoteose no filme Casablanca-o canto dos invasores é abafado pelo coro de la Marseillaise

Napoleon Bonaparte : la marseillaise

La Marseillaise - Roberto Alagna

Letra

Em geral, somente a primeira e a sexta estrofes e o refrão são cantados atualmente na França. Existem algumas pequenas diferenças históricas entre várias versões da letra. A que segue é a versão contida no site oficial da Presidência da República Francesa.

 

La Marseillaise


Allons enfants de la Patrie, Avante, filhos da Pátria,
Le jour de gloire est arrivé! O dia da Glória chegou!
Contre nous de la tyrannie, Contra nós da tirania,
L’étendard sanglant est levé, (bis) O estandarte ensanguentado se ergueu.(bis)
Entendez-vous dans les campagnes Ouvis nos campos
Mugir ces féroces soldats? Rugir esses ferozes soldados?
Ils viennent jusque dans vos bras Vêm eles até os vossos braços
Égorger vos fils, vos compagnes! Degolar vossos filhos, vossas mulheres!
Aux armes, citoyens, Às armas, cidadãos,
Formez vos bataillons, Formai vossos batalhões,
Marchons, marchons! Marchemos, marchemos!
Qu’un sang impur Que um sangue impuro
Abreuve nos sillons! Banhe o nosso solo!
Aux armes, citoyens, Às armas, cidadãos,
Formez vos bataillons, Formai vossos batalhões,
Marchez, marchez! Marchemos, marchemos!
Qu’un sang impur Que um sangue impuro
Abreuve nos sillons! Banhe o nosso solo!
Que veut cette horde d’esclaves, O que quer essa horda de escravos,
De traîtres, de rois conjurés? De traidores, de reis conjurados?
Pour qui ces ignobles entraves, Para quem (são) esses ignóbeis entraves,
Ces fers dès longtemps préparés? (bis) Esses grilhões há muito tempo preparados? (bis)
Français, pour nous, ah! quel outrage Franceses, para nós, ah! que ultraje
Quels transports il doit exciter! Que comoção deve suscitar!
C’est nous qu’on ose méditer É a nós que ousam considerar
De rendre à l’antique esclavage! Fazer retornar à antiga escravidão!
Aux armes, citoyens, Às armas, cidadãos,
Formez vos bataillons, Formai vossos batalhões,
Marchons, marchons! Marchemos, marchemos!
Qu’un sang impur Que um sangue impuro
Abreuve nos sillons! Banhe o nosso solo!
Aux armes, citoyens, Às armas, cidadãos,
Formez vos bataillons, Formai vossos batalhões,
Marchez, marchez! Marchemos, marchemos!
Qu’un sang impur Que um sangue impuro
Abreuve nos sillons! Banhe o nosso solo!
Quoi! des cohortes étrangères O quê! Tais multidões estrangeiras
Feraient la loi dans nos foyers! Fariam a lei em nossos lares!
Quoi! ces phalanges mercenaires O quê! Essas falanges mercenárias
Terrasseraient nos fiers guerriers! (bis) Arrasariam os nossos nobres guerreiros! (bis)
Grand Dieu! par des mains enchaînées Grande Deus! Por mãos acorrentadas
Nos fronts sous le joug se ploieraient Nossas frontes sob o jugo se curvariam
De vils despotes deviendraient E déspotas vis tornar-se-iam
Les maîtres de nos destinées! Os mestres dos nossos destinos!
Aux armes, citoyens, Às armas, cidadãos,
Formez vos bataillons, Formai vossos batalhões,
Marchons, marchons! Marchemos, marchemos!
Qu’un sang impur Que um sangue impuro
Abreuve nos sillons! Banhe o nosso solo!
Aux armes, citoyens, Às armas, cidadãos,
Formez vos bataillons, Formai vossos batalhões,
Marchez, marchez! Marchemos, marchemos!
Qu’un sang impur Que um sangue impuro
Abreuve nos sillons! Banhe o nosso solo!
Tremblez, tyrans et vous perfides Tremei, tiranos! e vós pérfidos,
L’opprobre de tous les partis, O opróbrio de todos os partidos,
Tremblez! vos projets parricides Tremei! vossos projectos parricidas
Vont enfin recevoir leurs prix ! (bis) Vão finalmente receber seu preço! (bis)
Tout est soldat pour vous combattre, Somos todos soldados para vos combater.
S’ils tombent, nos jeunes héros, Se tombarem os nossos jovens heróis,
La terre en produit de nouveaux, A terra novos produzirá,
Contre vous tout prêts à se battre ! Contra vós, todos prestes a lutarem!
Aux armes, citoyens, Às armas, cidadãos,
Formez vos bataillons, Formai vossos batalhões,
Marchons, marchons! Marchemos, marchemos!
Qu’un sang impur Que um sangue impuro
Abreuve nos sillons! Banhe o nosso solo!
Aux armes, citoyens, Às armas, cidadãos,
Formez vos bataillons, Formai vossos batalhões,
Marchez, marchez! Marchemos, marchemos!
Qu’un sang impur Que um sangue impuro
Abreuve nos sillons! Banhe o nosso solo!
Français, en guerriers magnanimes, Franceses, guerreiros magnânicos,
Portez ou retenez vos coups! Levai ou retende os vossos tiros!
Épargnez ces tristes victimes, Poupai essas tristes vítimas,
À regret s’armant contre nous. (bis) A contragosto armando-se contra nós. (bis)
Mais ces despotes sanguinaires, Mas esses déspotas sanguinários,
Mais ces complices de Bouillé, Mas esses cúmplices de Bouillé,
Tous ces tigres qui, sans pitié, Todos os tigres que, sem piedade,
Déchirent le sein de leur mère ! Rasgam o seio de suas mães!
Aux armes, citoyens, Às armas, cidadãos,
Formez vos bataillons, Formai vossos batalhões,
Marchons, marchons! Marchemos, marchemos!
Qu’un sang impur Que um sangue impuro
Abreuve nos sillons! Banhe o nosso solo!
Aux armes, citoyens, Às armas, cidadãos,
Formez vos bataillons, Formai vossos batalhões,
Marchez, marchez! Marchemos, marchemos!
Qu’un sang impur Que um sangue impuro
Abreuve nos sillons! Banhe o nosso solo!
Amour sacré de la Patrie, Amor Sagrado pela Pátria
Conduis, soutiens nos bras vengeurs Conduz, sustém nossos braços vingativos.
Liberté, Liberté chérie, Liberdade, liberdade querida,
Combats avec tes défenseurs ! (bis) Combate com os teus defensores! (bis)
Sous nos drapeaux que la victoire Debaixo as nossas bandeiras, que a vitória
Accoure à tes mâles accents, Chegue logo às tuas vozes viris!
Que tes ennemis expirants Que teus inimigos agonizantes
Voient ton triomphe et notre gloire ! Vejam teu triunfo, e nós a nossa glória.
Aux armes, citoyens, Às armas, cidadãos,
Formez vos bataillons, Formai vossos batalhões,
Marchons, marchons! Marchemos, marchemos!
Qu’un sang impur Que um sangue impuro
Abreuve nos sillons! Banhe o nosso solo!
Aux armes, citoyens, Às armas, cidadãos,
Formez vos bataillons, Formai vossos batalhões,
Marchez, marchez! Marchemos, marchemos!
Qu’un sang impur Que um sangue impuro
Abreuve nos sillons! Banhe o nosso solo!
(Couplet des enfants) (Verso das crianças)
Nous entrerons dans la carrière, Entraremos na carreira (militar),
Quand nos aînés n’y seront plus, Quando nossos anciãos não mais lá estiverem.
Nous y trouverons leur poussière Lá encontraremos suas cinzas
Et la trace de leurs vertus (bis) E o resquício das suas virtudes (bis)
Bien moins jaloux de leur survivre Bem menos desejosos de lhes sobreviver
Que de partager leur cercueil, Que de partilhar seus caixões,
Nous aurons le sublime orgueil Teremos o sublime orgulho
De les venger ou de les suivre. De vingá-los ou de segui-los.
Aux armes, citoyens, Às armas, cidadãos,
Formez vos bataillons, Formai vossos batalhões,
Marchons, marchons! Marchemos, marchemos!
Qu’un sang impur Que um sangue impuro
Abreuve nos sillons! Banhe o nosso solo!
Aux armes, citoyens, Às armas, cidadãos,
Formez vos bataillons, Formai vossos batalhões,
Marchez, marchez! Marchemos, marchemos!
Qu’un sang impur Que um sangue impuro
Abreuve nos sillons! Banhe o nosso solo!
La Marseillaise – livro

LA MARSEILLAISE – filme de Jean Renoir

 

Un patch pour la Marseillaise

André Vallini , président du Conseil général et député de l’Isère, a proposé dans un courrier au ministre de l’Education que les écoliers français chantent chaque lundi matin “La Marseillaise”, agrémentée d’un nouveau couplet.

Par moments, on peut penser que certains députés tentent de justifier leur existence par tous les moyens. Mais là, non. Ou si peu. André, galvanisé par le succès des Choristes croit certainement que les écoliers désoeuvrés n’ont que ça à faire, à la récré entre deux goûters Papy Brossard; et que redonner un élan patriotique à la jeunesse décadente ne serait pas de trop. Pourtant, il faudrait l’informer que la réalité est bien différente de ce qu’on peut voir dans l’Instit, le mercredi soir sur France 2. Et surtout… que 2 millions de skyblogs c’est un signe des temps qui ne trompe pas.

Marseillaise façon Choristes

Le nouveau texte proposé est le suivant :

Allons enfants de nos vingt-cinq pays, une ère nouvelle est arrivée. Dans le ciel de l’Europe unie, flotte le drapeau étoilé, flotte le drapeau étoilé. Souvenons-nous du temps naguère, qui nous a tant déchirés. Et demain plus jamais la guerre, mais de l’amitié et la paix. Aux peuples de la terre, ouvrons tout grand nos coeurs, ensemble ensemble, faisons naître un monde meilleur.

Alors là, c’est vrai qu’on se croirait vraiment devant une chanson d’Henri Dès, peuplée de Bisounours et de Teletubbies.

Marseillaise façon Teletubbies

Une marseillaise bien sanguinaire c’est tellement plus inspirant, plus vivifiant ! On sent tout de suite qu’il y a un bon steak en jeu et que personne ne voudra lâcher le morceau. Regardons de près les paroles originales écrites par Claude Joseph Rouget de l’Isle à Strasbourg (s’il vous plaît) dans la nuit du 25 au 26 avril 1792 :

L’étendard sanglant est levé
Entendez-vous dans nos campagnes
Mugir ces féroces soldats ?
Ils viennent jusque dans vos bras.
Égorger vos fils, vos compagnes !
[...] Ô toi, céleste guillotine, qui raccourcis reines et rois…

Le heavy trash hardcore n’a rien inventé. Il est vrai qu’à l’époque de la Révolution personne ne faisait dans la dentelle. Et si finalement, ce n’est pas plutôt d’un air comme All You Need Is love (Da Beatles) dont on aurait besoin ? (Air qui reprend fugacement ladite Marseillaise en introduction).

Mémorial De La Marseillaise

Adresse : 23 – 25 Rue Thubaneau 13001 Marseille

Téléphone : 04 91 91 91 97
Horaires d’ouverture : en fonction des périodes de l’année.
Plus d’informations sur le site internet.

Le Mémorial de la Marseillaise retrace au travers d’un parcours de visite scénographique, dynamique, ludique et éducatif, l’histoire d’un des plus prestigieux symboles de notre République : La Marseillaise.

 

Comment le Chant de guerre pour l’armée du Rhin a-t-il pu devenir le Chant des Marseillais, puis La Marseillaise ? Quel rôle le Provençal François Mireur, tout jeune docteur en médecine, a-t-il joué à cette charnière de l’Histoire, avant d’être nommé chef d’état-major de Bernadotte et général de Bonaparte ?

    Alors que notre hymne national retrouve le chemin des écoles françaises, voilà quelques questions auxquelles répond Pierre Roumel, le journaliste se faisant historien pour la circonstance. L’auteur dresse un portrait rayonnant d’un jeune héros de la Révolution, disparu trop tôt – et tragiquement — dans les sables d’Egypte, mais dont la mémoire est restée présente dans sa Provence natale. Des documents inédits apportent un éclairage captivant sur cette période de l’Histoire, où les héroïsmes désintéressés côtoyèrent les appétits les moins patriotiques. François Mireur relevait de la première catégorie..

LA MARSEILLAISE, HYMNE NATIONAL LE PLUS ENTÊTANT !

Une étude canadienne a comparé les hymnes nationaux et La Marseillaise arrive en tête des plus entêtants, devant les hymnes américain ou anglais.

la Marseillaise

la Marseillaise

“Allons enfants de la Patrie, le jour de gloire est arrivé…”. S’il vous arrive d’entonner les couplets de “La Marseillaise” de temps en temps, ne soyez pas surpris. Selon une étude canadienne, l’hymne national français est le plus entêtant au monde. Docteurs en musicologie, Alisun Pawley et Daniel Müllensiefen ont mis au point une technique pour mesurer le potentiel enivrant de chaque chanson. Basée sur plusieurs critères comme la mélodie, les harmonies ou le ton, l’étude démontre que “La Marseillaise” est une chanson plus entêtante que “God Save the Queen” des Anglais ou “Advance Australia Fair” des Australiens.

Dans cette étude, les deux professeurs révèlent que les titres interprétés par des hommes restent plus facilement en tête que ceux chantés par des femmes. La faute à une tessiture plus basse qui permet à tous de reprendre plus facilement les titres dans un karaoké ou sous sa douche. Ainsi, dans une précédente étude dévoilée l’année dernière, Alisun Pawley et Daniel Müllensiefen avait révélé que le hit du groupe anglais Queen, “We are the Champions” était la chanson la plus entêtante de tous les temps devant “YMCA” des Village People.

La “Marseillaise” en jazz manouche au Châtelet – Romane / Ferré (gypsy guitar)


marseillaise – Grappelli- Reinhardt

LEO FERRE La Marseillaise

La Marseillaise

Gainsbourg – Aux armes

La marseillaise façon Noah

Remix de la Marseillaise interprétée par Dieudo, mix by White Grower sur le Real Rock riddim.

DIEUDONNE La Marseillaise REGGAE REMIX

la Marseillaise Metal Rock Punk French National Anthem Inophis

Guitar Hero La Marseillaise remix

La marseillaise (version rap)

MC Jean Gab’1 – La Marseillaise (2010)

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França: Hollande sofre grande perda de popularidade

Hollande substituiu o impopular Nicolas Sarkozy, mas não conseguiu manter sua aprovação alta no início do mandato

 

O presidente francês François Hollande inicia a semana, em que discursará pela primeira na Assembleia Geral das Nações Unidas, confrontado com o alto grau de desilusão dos franceses em relação a ele e a seu governo. Uma pesquisa do instituto Ifop para o Journal du dimanche (JDD), publicada no fim de semana, confirmou a amplitude da rejeição dos franceses em relação ao chefe de Estado.

Em setembro, Hollande registrou uma das maiores baixas de popularidade da história política recente da França. Segudo o Ifop, 56% dos pesquisados estão descontentes com ele (22% dos quais “muito descontentes”), ou seja, onze ponto a menos que no mês de agosto. Apenas 43% se declaram satisfeitos, dos quais 5% muito satisfeitos.

“Só Charles de Gaulle, em junho de 1962, depois dos acordos de Evian (que puseram fim à guera da Argélia) e Jacques Chirac, em junho de 2005, depois do fracasso do referendo sobre o tratado constitucional europeu, tiveram uma perda tão grande de popularidade”, afirmou Frédéric Dabi, diretor da divisão Opinião, do Ifop.

fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias ; AFP

França

François Hollande – Foto: AFP

Na França, o presidente de centro-direita Nicolas Sarkozy foi derrotado nas eleições de 6 de maio pelo socialista François Hollande. Apesar de sua personalidade e seus excessos terem se mostrado impopulares junto ao eleitorado francês desde sua eleição, a derrota de Sarkozy representa uma rejeição da população francesa às reformas de austeridades na Europa, que tiveram em Sarkozy e na chanceler alemã, Angela Merkel, seus principais defensores. A vitória de Hollande foi consolidada nas eleições legislativas do dia 17 de junho, que deram aos socialistas a sua maior participação na Assembleia Nacional na história.

 

 

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Mylène Farmer

 

 

Mylène Farmer ( 12 de Setembro de 1961 ), cujo nome verdadeiro é Mylène Jeanne Gautier, é uma cantora, compositora e atriz francesa.

Ela nasceu em Pierrefonds, pequena cidade situada à 30 km de Montréal no Québec.

Tendo vendido mais de 25 milhões de cópias, é a artista musical de maior sucesso em todos os tempos no território francês. Mudou-se para França terra natal dos seus pais, aos oito anos. O seu nome artístico, Farmer, foi adotado em homenagem a atriz de cinema Frances Farmer. Em sua adolescência, passa três anos no cours Florent e participa em alguns castings para modelo e manequim fotográfico.

Enigmática, misteriosa e muitas vezes alvo da crítica da imprensa pelo seu silêncio promocional, Mylène Farmer é a maior e mais bem sucedida cantora francesa dos últimos anos.

O mundo Pop anda meio parado hoje no que diz respeito a notícias relevantes, então nada melhor do que parar, respirar e conhecer algo novo.

Minha dica de hoje é Mylene Farmer, ela é a artista de maior sucesso até hoje na França. Seu apelido é Madonna Francesa devido ao talento, músicas e aos grandes espetáculos que apresenta.

Mylene mudou-se para a frança aos 8 anos de idade e hoje é a artista francesa de maior sucesso de todos os tempos.  Como dica de música deixamos o video de Oui, mais non.

Anos 1980

Em 1983 Mylène Farmer encontra Laurent Boutonnat.

Ele será durante anos seu produtor, compositor e realizador de videoclips. Em 1984 será ele o impulsionador para que Mylène Farmer dê voz à música “Maman a tort”, a sua primeira canção com letras de Laurent Boutonnat.

Maman a tort

Contudo é em 1986 com o primeiro álbum “Cendres de Lune e com a música Libertine escrita por Mylène Farmer que a rampa de lançamento para o seu estrondoso sucesso fica lançada. Acompanhado de um videoclip inédito para a altura, como que uma curta metragem realizada por Laurent Boutonnat, teve continuidade com a música “Pourvu qu’elles soient douces”.

Libertine

Em 1988 sai o seu segundo álbum “Ainsi soit je…“, que é distinguido com o disco de diamante pelas 1.800.000 cópias vendidas, de onde é proveniente a músicaPourvu qu’elles soient douces“. É com este videoclip que o público se rende ao universo de Mylène Farmer e as vendas chegam a ser de 10.000 exemplares por dia útil em Dezembro de 1988. Foi graças a esta música que, nesse mesmo ano, Mylène Farmer ganhou um prémio na cerimonia Victoires de la musique.

Mylène Farmer – Pourvu qu’elles soient douces

De seguida Mylène Farmer ingressa na sua primeira digressão de nome “En Concert”, de onde é proveniente o álbum “En Concert” editado em 1989 com 2 CDs. A realização das roupas para o concerto ficou a cargo de Thierry Mugler.

Anos 1990

Em Março de 1991 sai o single Désenchantée que por si só vende cerca de 1.800.000 exemplares. Esta música faz parte do seu terceiro álbum “L’Autre…“.

Désenchantée

A pedido de Mylène Farmer, Luc Besson realizou o videoclip de “Que mon coeur lâche“, uma música inédita que serviu para publicitar o seu primeiro álbum de compilações “Dance Remixes” de 1992. Em 1993 teve uma nova edição para exportação.

 ”Que mon coeur lâche”

Alguns meses mais tarde Mylène Farmer participa no que será o seu primeiro e até hoje único filme “Giorgino”, sob a direção de Laurent Boutonnat. “Giorgino” estreou em Outubro de 1994. Após “Giorgino” Mylène Farmer faz uma pausa prolongada na sua carreira e retira-se para a Califórnia. Ela muda de imagem e  se encontra, reflexo disso é o seu álbum seguinte.

Anamorphosée sai em Outubro de 1995 é um álbum que apresenta uma Mylène Farmer mais vivaz e sedutora.

 

Em seguida Mylène Farmer anuncia a sua segunda digressão, de onde é proveniente o álbum Live à Bercy. Para estes concertos a artista confiou em Paco Rabanne para a criação de suas roupas.

Em Março de 1999 Mylène Farmer retoma de novo a sua carreira, após uma estadia em Los Angeles, e lança a músicaL’Âme-stram-gram com um videoclip filmado na China pelo diretor  Ching Siu Tung.

O seu quinto álbum “Innamoramento sai no fim de 1999, e é com a música Je te rends ton amour, realizada por François Hanss, que Mylène Farmer se vê a braços com a censura do seu videoclip nos canais de televisão que se recusam a passá-lo.

 Anos 2000

Mais uma vez Mylène Farmer entra em digressão comMylenium Tour pela FrançaBélgicaSuíça e Rússia. Esta digressão deu origem ao CD duplo Mylenium Tour, editado também em VHS e DVD. Um espetáculo sem precedentes e arrebatador, onde o foco central da decoração era uma enorme estátua inspirada num desenho de H.R.Giger.

Em 2002 é editado o primeiro Best-Of de Mylène Farmer, Les Mots que é lançado com um dueto com Seal, música que confere o nome ao álbum.

Outra música deste álbum a ser explorada foi C’est une belle journée que teve direito a um videoclip feito com desenhos da própria Mylène Farmer.

Algum tempo mais tarde sai também o videoclip da música “Pardonne-moi”, desta vez realizado por Laurent Boutonnat. É neste ano que Mylène Farmer recebe na cerimonia dos NRJ Music Awards, pela terceira vez, o premio para a Melhor artista francófona do ano de 2001.

No início de 2003 Mylène Farmer recebe pela quarta vez consecutiva o prémio para a Melhor Artista Francófona na cerimónia dos NRJ Music Awards. Por este feito ela entra para o Guinness. Neste mesmo ano lança o seu primeiro livro escrito, um conto “Lisa-Loup et le conteur“, acompanhado de ilustrações feitas pela própria artista. É também editado um novo álbum “Remixes”, que conta com a remistura dos títulos mais populares da cantora.

Em 2005 é lançado o álbum Avant que l’ombre… que é precedido pelo single Fuck Them All com o videoclip realizado por Agustin Villaronga. Deste álbum foram também lançados em single as músicas Q.I.” e “Redonne-moi. A 28 de Março de 2006 Mylène Farmer coloca on line o videoclip de “L’Amour n’est rien…” em jeito de pré-lançamento, no que é o primeiro lançamento oficial de um videoclip da cantora sobre este meio.

Fuck them all

L’amour n’est rien

 

Em Janeiro de 2006 Mylène Farmer deu treze concertos no Palais Omnisports de Paris em Bercy, Avant que l’ombre… a Bercy. Treze datas completamente esgotadas quase com um ano de antecedência, um espetáculo com tecnologia inédita e não transportável visto por 170.000 espectadores, montada pelo estúdio de Mark Fisher, com um palco principal gigantesco e uma cruz (palco secundário) no meio do recinto. Franck Sorbier foi o criador de suas roupas para estes concertos. No dia 21 de Janeiro de 2006 Mylène Farmer recebe o premio de Melhor Álbum Francófono do Ano pelo seu álbum “Avant que l’ombre…” aquando da cerimonia dos NRJ Music Awards.

Avant l’ombre

Em Julho de 2006, Mylène Farmer lança o seu novo videoclip intitulado Peut-être toi, em versão animada, produzida pelo estúdio japonês Production I.G. (famosos pelos seus anime Ghost in the Shell Stand Alone Complex e xxxHolic).
Peu- être toi

No final de Setembro de 2006, começou a rodar nas rádios o novo dueto de Mylène Farmer, desta vez com o conhecido Moby. Um remake do single Slipping Away, que rápidamente chegou aos tops da Europa. Slipping Away (Crier la Vie) apresenta-nos um dueto contagiante e um aproveitamento do já existente video clip de Slipping Away.

Slipping away

Depois de um final de ano de 2006 com bastantes novidades de Mylène Farmer, 2007 foi um ano ativo também. Para começar o lançamento do single ao vivoDeshabillez-moi“, extraído dos concertos Avant Que L’Ombre… Live à Bercy, segue-se a estreia do filme Jacquou le Croquant de Laurent Boutonnat, a 17 de Janeiro de 2007, que conta com a presença vocal de Mylène Farmer com o single Devant Soi.

Deshabillez-moi


Devant soi

Em 2008,  o lançamento do primeiro single Degeneration do álbum Point de Suture .

Point de Suture

“-Looking for my name
-Je m’ennuie
-Paradis Inanimé
-Dégénération
-Appelle mon numéro
-Si j’avais au moins…. + Avé Maria
-Point de Suture
-C’est dans l’air
-Sextonik
-Reveiller le monde”

Este album, que é mais do tipo Electro, é o primeiro deste gênero .

Mylène não é conhecida somente na França, mas também em outros países, o que ela prefere nos seus concertos são os shows ” tipo americanos”, mas  da sua maneira!

 Dégénération

 Appelle Mon Numero

 ”POINT DE SUTURE”

Les jours de peine
Fredonnent un
Je ne sais quoi
La ritournelle
Des indécis, des quoi ?
Par habitude
J’ai pris ce chemin
D’incertitude
Où mes va sont des viens

Jours de sagesse
La voie unie et droite
Mais l’homme doute
Et court
De multiples détours
Vague mon âme
Va, prends ton chemin
L’attente est sourde
Mais la vie me retient

Les nuits sont chaudes
Mon sang chavire et tangue
Bâteau fantôme
Qui brûle
Je suis tempète et vent
Ombre et lumière
Se jouent de l’amour
Mes vagues reviennent
Mes flots sont si lourds

Prends-moi dans tes draps
Donne-moi la main,
Ne viens plus ce soir,
Dis, je m’égare

Dis-moi d’où je viens
Ne dis rien, je pars
Rejoue-moi ta mort
Je m’évapore

Des mots sur nos rêves
Déposer mes doutes
Et sur les blessures
Point de sutures

Vole mon amour
Refais-moi l’amor
Confusion des pages
Je suis naufrage

Point de suture (2008)
Paroles: Mylène Farmer

 Si j’avais au moins

Em 2010, saiu um novo single Paradis Inanimé, que foi  um grande sucesso. Nesse mesmo ano a cantora decidiu lançar um single inédito ”Oui mais non que alcançou o topo das paradas francesas e belgas, seu oitavo album titulado “Bleu noir alcançou o status de Diamante somente tres meses após o lançamento.

Paradis Inanimé

Oui mais non

 

Seus clips realmente são muito marcantes, principalmente “Plus Grandir, Je te rends ton amour, Beyond my control, Ainsi soit je” . Algumas pessoas podem dizer que são muito choquantes, mas apenas expressa sua música.

Plus Grandir

Je te rends ton amour

Beyond my control

Ainsi soit je

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Institut du Monde Arabe – IMA

Institut de Monde Arabe - IMA
1, rue des Fossés Saint-Bernard
Place Mohammed V
75005 Paris
France
T. :  +33.(0)1.40.51.38.38
F. : +33.(0)1.43.54.76.45
Serveur vocal +33 1 40 51 38 11
 Horário de Funcionamento :

Museu 3ª/dom 10h/17h15; biblioteca set/jun: 3ª/sáb 13h/20h; jul/ago: 3ª/sáb 13h/18h

Metro: Jussieu (linha 10 ou 7) ou Maubert Mutualité.

www.imarabe.org

Paris é muitas coisas. Entre elas, uma das cidades com maior quantidade de imigrantes árabes em todo o continente europeu. E a importância desse elo pode ser medida não só pelo tamanho do edifício que abriga esse instituto, com dez andares, mas também por sua beleza, gerada do encontro entre a tradicional arte árabe e arquitetura moderna (o prédio é dos anos 80).

 

 

 

Invention des mathématiques, construction de pyramides, la civilisation arabe n’a cessé de briller à  travers les siècles. Cette culture riche et surprenante méritait bien à  Paris une fondation, un édifice digne de ce savoir et de ces connaissances millénaires. L’IMA (Institut du Monde Arabe), installé à  deux pas du Jardin des Plantes dans le 5ème arrondissement, est à  la fois un musée, une bibliothèque, un centre de langue et un restaurant (au dernier étage de la tour, vue imprenable sur Notre dame et l’Ile Saint-Louis).Il  a accueilli en juin le 13ème Festival de musique de l’IMA.

A inscrição no bloco a direita significa: ” O conhecimento é um poder durável “‘.

Com janelas que se fecham automaticamente conforme a incidência de luz,  três pisos são dedicados ao museu, que expõe arte criada em vinte países.

Também há salas de cinema e espaços dedicados à divulgação do trabalho de fotógrafos e arquitetos de origem árabe. Lá encontramos também espaços para exibições, uma biblioteca, um centro de documentação, um auditório, um restaurante e oficinas infantis.

Lectures et Spectacles

 

 

 

Construção do IMA

Projetado por Jean Nouvel, o IMA é um centro de cultura árabe localizado no coração de Paris, na rive gauche, atrás da Notre Dame.

Créé par un collectif d’architectes (Jean Nouvel, Gilbert Lezenes, Pierre Soria et Architecture Studio), l’Institut du monde arabe est un lieu unique par la modernité de son architecture. Le bâtiment constitue une synthèse allégorique entre conceptions architecturales d’Orient et d’Occident.

O projeto vencedor da concorrência, promovida pelo presidente François Mitterrand, apesar de ser uma construção da arquitetura contemporânea, empregou padrões típicos da arquitetura árabe, tais como percebemos na fachada sul em que a luminosidade do ambiente é regulada através de painéis com diafragmas, semelhantes aos das máquinas fotográficas.

La façade sud de l’IMA est composée de 240 moucharabiehs dont le mécanisme est actionné électroniquement. L’ouverture des diaphragmes est réajustée toutes les heures pour s’adapter à la luminosité extérieure et créer un jeu de lumière à l’intérieur du bâtiment.

 

Este é um excelente exemplo de recriação criativa e moderna dos padrões encontrados nos mosaicos tradicionais sendo adaptados à arquitetura contemporânea.

A fotografia acima, revela a aparência externa da composição geométrica dessas várias placas com diafragamas.

O padrão desse painel é composto pela repetição de dois diferentes módulos, mostrados abaixo.

Esta outra composição, feita a partir de elementos simples como o hexágono e a estrela de seis pontas, não possui células fotosensíveis como a anterior.

A luz entra pelos orifícios existentes nessas placas, de diferentes tamanhos, passando a impressão de texturas diferentes.

Ses escaliers et sa structure d’aluminium…

Ses ascenseurs vertigineux…

Instituto do Mundo Árabe acabou de ser renovado e seu conteúdo completamente revisto.


Até então o IMA estava encarregado de apresentar a Arte Islâmica. Daqui para a frente ele abrange a arte dos vinte e dois países árabes. O museu mostra a diversidade das culturas, das línguas, das religiões e dos estilos de vida que coabitaram na península Arabica durante milênios.

Uma ponte entre a arte islâmica a as outras culturas da região, como a arte da Mesopotâmia, do Egito, da Pérsia, da Grécia, de Roma e do Mundo Bizantino.
A Arábia Saudita, o Kowëit e a Fondation Jean Luc Lagardère são os três mecenas que financiaram a renovação.

 

Após três anos de reforma, com um orçamento de cinco milhões de euros, o Instituto e Museu do Mundo Árabe, em Paris, foi reaberto com uma bela exposição sobre o oriente.

L’Institut du Monde Arabe en Pleine Mutation – Article L’Express Culture

L’Institut du Monde Arabe à Paris est un monde culturel fantastique qu’il faut absolument visiter et dont les expositions varient en permanence, où vous pourriez avoir la chance, aussi, de participer à une interview, à un spectacle musical etc…
Aujourd’hui, voici un article de L’Express Culture fort intéressant :

Après plusieurs années chaotiques, l’Institut du monde arabe inaugure ses nouvelles salles, relance ses expositions et se tourne vers l’avenir. Pour son 25e anniversaire, l’Institut du monde arabe -IMA- frappe un grand coup.  L’événement? Un nouveau musée qui abrite de façon pérenne ses propres collections. Mais aussi l’annonce d’une programmation d’expositions chocs.  
Après deux années de travaux, l’IMA inaugure son nouveau musée .  L’IMA a  préféré s’attacher à la “civilisation arabe”. Le parcours, composé de 560 pièces, permet d’explorer ses différentes facettes, linguistiques, sociales, religieuses, anthropologiques. Façon de mener une “réflexion sur l’identité arabe et non sur l’islam”, résume Marie Foissy, chef du projet.

Quando o visitante entra no museu, grandes projeções mostram vídeos sobre o mundo  árabe contemporâneo (imagens coloridas da natureza, paisagens desérticas, cidades, cenas com depoimentos legendados), para imergir o visitante neste novo universo.

Após esta recepção, o visitante pode então partir para descobrir as 560 obras das coleções, que cobrem um o período que vai da Antiguidade até a época atual.

O acervo do museu é bem maior, com peças de arte islâmica, arte contemporânea árabe, peças de vários museus da Jordânia, Síria, Tunísia, Bahreïn e Arábia Saudita.

 

Atterrissage réussi pour le Mobile Art. Le pavillon créé par la star de l’archi Zaha Hadid a élu domicile sur le parvis de l’Institut du monde arabe, à Paris.

C’ était inauguré en grande pompe le pavillon Mobile Art, sur le parvis de l’Institut du monde arabe (IMA), à Paris.  

Une star de l’archi: Zaha Hadid, seule femme lauréate du prix Pritzker (en 2004), Anglaise d’origine irakienne élevée par des nonnes françaises à Bagdad.Une chose est sûre: la forme asymétrique, organique et fluide, tranche avec bonheur avec l’ordre répétitif de l’architecture sérielle du XXe siècle. La succession de formes géométriques arquées, de taille décroissantes, qui composent l’enveloppe du pavillon, donnent à la structure un rythme et une dynamique. Pensé pour la mobilité, un thème cher à Zaha Hadid, le pavillon se veut modulable (l’intérieur peut s’adapter selon les contraintes de chaque exposition), et transportable (les éléments structurels ne dépassent pas 2,25m).  

« Je pense qu’à travers notre architecture, nous pouvons donner un aperçu d’un autre monde, enthousiasmer, proposer des idées, captiver. » Zaha Hadid.

 

Le pavillon Mobile Art sur le parvis devant la façade de l’Institut du Monde Arabe

Les courbes organiques du Mobile Art en contrepoint des motifs en moucharabieh de la façade de l’IMA

E não se esqueçam do excelente restaurante que se encontra no último andar do Instituto.

Restaurant panoramique “Le Zyriab” by Noura

Situé au sommet de l’institut du Monde ArabeZyriab by Noura est un havre de paix où gastronomie et confort sont conjugués pour vous faire vivre des moments inoubliables.

Dans un décor résolument moderne ou le fer, verre et béton arment les bâtiments, le restaurant Zyriab vous plonge dans le plaisir des yeux et papilles de la haute cuisine libanaise entre les fameux mézzés, grillades et autres bonheurs gustatifs.

Le restaurant est chaleureux avec une vue plongeante Notre-Dame ses jardins et bords de Seine, sans oublier les jeux de lumière qui jouent avec les vitres à chaque mouvement du soleil, instants magiques.  Une magnifique terrasse aux beaux jours pour dîner ou déjeuner avec vue imprenable.

 Ele é considerado pela crítica como um bom restaurante de comida árabe.

Restaurantes  de museus tendem a ser superfaturados e sem brilho. “Le Moucharabieh”, o restaurante self-service no Institut du Monde Arabe, é uma exceção à regra .

É uma lugar animado, com música árabe tocando no fundo e freqüentadores do museu se misturando com o pessoal em mesas compartilhadas.  Um espresso é € 2 e  um passeio pelo terraço do último piso para desfrutar de uma das mais belas vistas de Paris , é imperdível.
O restaurante está aberto para almoço todos os dias, exceto domingo e segunda-feira.

 

Restaurant panoramique “Le Zyriab” by Noura

De 11 h à 23 h30 (sur réservation)

Self-service “Le moucharabieh”

Du mardi au dimanche midi
De 11h30 à 15h

Le café littéraire by Noura 
Du mardi au dimanche midi
De 11h à 19h

Ouvert désormais, le soir des spectacles jusqu’à 22 h(Vendredi et Samedi)



As vitrines da loja da Hermés, situada no 24 do Faubourg Saint Honoré, provocam sempre comentários em informais conversas parisienses. Basta dizer que elas estão à altura dos preços dos objetos expostos. São monumentais, faraônicas, barrocas e fazem sempre um imenso sucesso.

A realização destas vitrines é obra de  uma artista chamada Lëila Menchari que inspirada pelas suas lembranças de infância na Tunísia cria verdadeiros pequenos teatros.

O Institut du Monde Arabe está homenageando esta artista. As vitrines de Lëila foram vistas neste museu do Quartier Latin.

O poster da exposição utiliza as cores da famosa marca e uma faz uma brincadeira entre Orient-Hermès e o famoso trem Orient Express que outrora ligava Paris e Istambul.

Para terminar algumas vistas de Paris tiradas do IMA.

 

 

http://parisecret.20minutes-blogs.fr

“Lors de mon passage à l‘Institut du Monde Arabe, j’ai terminé la visite par la terrasse.

Paris s’offrait à mes pied et l’émotion m’a submergée… Ainsi submergée, voilà ce que j’ai pu observer “

  • une même ville offre une infinité de visages ;
  • La beauté est dans l’œil de celui qui regarde.

 

Il se trouve que Michaël, auteur du blog Et Paris qui bat la mesure, a pris des clichés depuis cette même terrasse, à un jour d’intervalle. Et pourtant nous n’avons pas observé les mêmes détails.

O Institut du Monde Arabe fez aquisições espetaculares do artista PierreHumbert .No momento, as pinturas estão  no terraço do restaurante do 9 andar.

Sua esposa Anne Pierre Humbert esteve presente na exposição.

 

 

 

RENCONTRES DES CINÉMAS ARABES

Auditorium Rafik Hariri – 19:30

LES CHEVAUX DE DIEU

Long / Drame

Réalisateur > Nabil Ayouch – Maroc
Acteurs > Abdelhakim Rachid, Abdelilah Rachid,
Hamza Souidek, Ahmed El Idrissi Amrani
115 min – Couleur
Arabe sous-titré français

SAISON DES MUSICALES 2012-2013

Vendredi 12 Octobre 2012

Auditorium – Tarif C – 20h30

La Transe Électro- Orientale

Avec Ashwaq Abdulla Kulaib et Al-esh, du groupe Al-Yaman

Yémen, République tchèque

Phèdre Les Oiseaux

Institut du monde arabe – Mobile Art

Du 25 au 29 septembre 2012 à 20h30
Soirée du 25 septembre sur invitation

Spectacle en français et en arabe

Avec
Hiam Abbass
Jean-Baptiste Sastre
Chœur Les Compagnons d’Emmaüs

Texte original : Frédéric Boyer
Version arabe : Amhed Youssef
Mise en scène : Jean-Baptiste Sastre

Avec la voix de Pierre Michon
Dramaturgie et co-mise en scène : Ellen Hammer
Scénographie : Philippe Favier
Assistant à la mise en scène : Stefano Laguni
Lumières : Dominique Borrini
Son : André Serré
Costumes : Laurence Bruley
Réalisation décor : Joseph le Saint

“Cette pièce donne à entendre le chant terrible de notre propre banalité. Aujourd’hui, écrire l’histoire de Phèdre, c’est écrire la confusion des genres, l’oubli des fables, la persistance de la violence fratricide, la haine et la peur des différences, du désir et du sexe…”

Durée du spectacle : 1h15. Ouverture de la salle 20h15

Librairie-boutique de l’Institut

Une invitation au voyage à travers la culture arabe à la librairie-boutique de l’Institut du monde arabe :

Livres
Catalogues d’exposition
CD
Vidéos
Carterie
Affiches
Artisanat

Tous les jours sauf le lundi de 10h à 19h, Niveau 0

La chute de la lune (Hommage à Mahmoud Darwich) à la librairie de l’Institut du monde arabe à Paris

Film de présentation de l’Institut du monde arabe

Jean Nouvel: Institut du Monde Arabe, Paris

Jean NOUVEL – IMA Institut du Monde Arabe

La fabrication des diaphragmes de l’Institut du Monde Arabe

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Bénabar

Bénabar, cujo verdadeiro nome, Bruno Nicolini, nasceu 16 de junho de 1969 nos subúrbios de Paris. Ele descobriu a música tocando trombeta com a idade de oito, mas seus estudos  não foram concluídos, ele virou-se para o cinema através da realização de  vários curtas-metragens.
Bénabar é um cantor francês de música popular, que canta a vida cotidiana. Ele começou sua carreira no cinema trabalhando como assistente no filme Le Brasier (1991) e dirigiu três curtas-metragens Lezard Nada (1991), Sursum Corda (1994) e José Jeannette (1992). Após este período Bénaber voltou à música, trabalhando com seu  amigo Patchol, amigo que lhe deu o seu nome artístico. Cantou por anos em lugares pequenos na França, Bélgica e Suíça antes de se tornar popular graças a seu segundo álbum, Bénabar (2001)
Um artista que andava meio sumido e agora volta com força total ao cenário musical francês é o cantor e compositor Bénabar. Conhecido como “o poeta do cotidiano”, Bénabar lançou  o  álbum Infréquentable.
Apesar de estar na mesma faixa de idade que a maioria dos grandes cantores da Varieté Française - a música pop francesa -, Bénabar adotou como estilo musical a Chanson Française. O que isso quer dizer? Que ele faz músicas inspiradas em ritmos tradicionais com um certo ar retrô - aquelas que a gente só de ouvir a batida já sabe de cara que é música francesa. Seus temas recorrentes são os fatos do dia a dia, como a amizade, o trabalho ou a vida em casal. Em seu novo álbum, Bénabar tem como foco principal nos mostrar um pouco de seu próprio cotidiano como pai de família.
Segundo afirmações do próprio artista, ele passa a maior parte do dia escrevendo, o que lhe garante letras bem elaboradas, recheadas de bom humor, mas que não deixam de lado a ironia das situações cotidianas nem a observação sensível das pequenas coisas da vida. Letras inteligentes e reflexivas, enfim – mas emolduradas por músicas repletas de energia.
Bénabar foi agraciado com dois prêmios Victoires de la Musique: um como artista do ano e outro por Le dîner a canção original do ano. Em 2004 ele já havia sido recompensado nessa mesma premiação pelo melhor álbum do ano com Les risques du métier.
Mesmo sem estar se apresentando nos palcos ultimamente, Bénabar não deixa de participar de concertos pelo país se é por uma boa causa. Participou dos shows dos Enfoirés em 2007 e 2008 em benefício dos Restos du Coeur, entidade que luta no combate a fome e a pobreza, e do Sidaction em 2007 em prol da luta contra a AIDS. Sob o plano político, participou das manifestações organizadas por Charlie Habdo e do SOS Racisme. Nas últimas eleições presidenciais, o cantor tomou partido e fez campanha aberta em favor da candidata socialista Ségolène Royal.
Foi ouvindo um álbum de um Bénabar ainda em início de carreira que o lendário Henri Salvador (um eterno apaixonado pelo Rio de Janeiro) decidiu convidá-lo para abrir seus shows através de toda a França. No total, Bénabar fez 140 shows de abertura para Salvador.
Discografia: La p’tite monnaie (1997), Bénabar (2001), Les risques du métier (2003),Live au Grand Rex (2004), Reprise des négociations (2005), The best of (2007) eInfréquentable (2008).

Le Dîner

La Berceuse


Voilà plus d’une heure que j’te tiens dans mes bras,
voilà quelques jours que je suis tout à toi.
Il est très tard et tu dors pas,
je t’ai fait une berceuse, la voilà.

Demain le jour sera là et les oiseaux chanteront leur joie, tes paupières d’or s’ouvriront sur le soleil et sur sa chanson, ferme les yeux, c’est merveilleux et dans tes rêves toutes les fées viendront te réveiller, fais dodo… pourquoi tu dors pas?

Demain il faut que je me lève tôt,
j’ai un rendez-vous important,
si t’aimes ton père, si tu l’aimes vraiment,
sois fatigué et dors maintenant.
J’ai sauté sur l’occas’, t’avalais ton biberon
pour un micro-sommeil de dix secondes environ,
c’était confort, j’ai bien récupéré,
maintenant tu dors, t’arrêtes de nous faire… fais dodo.

Demain le jour sera là et les oiseaux chanteront leur joie, tes paupières d’or s’ouvriront sur le soleil et sur sa chanson, ferme les yeux, c’est merveilleux et dans tes rêves toutes les fées… Dors dors dors! Bordel, Pourquoi tu dors pas? Dors dors dors! Laisse dormir ton papa!

Ce que tu regardes en riant, que tu prends pour des parachutes,
ce sont mes paupières mon enfant, c’est dur d’être un adulte.
Allez on joue franc jeu, on met carte sur table,
si tu t’endors je t’achète un portable,
un troupeau de poneys, un bâton de dynamite,
j’ajoute un kangourou si tu t’endors tout de suite.

Tes paupières sont lourdes, tu es en mon pouvoir une sensation de chaleur engourdit ton corps, tu es bien, tu n’entends plus que ma voix, je compte jusqu’à trois, et tu vas t’endormir…

Pourquoi tu ne veux pas dormir, pourquoi, tu dors pas?
Je te donnerais bien un somnifère,
mais y en a plus demande à ta mère,
t’es insomniaque ou quoi?
Puisque tu ne me laisses pas le choix,
voici le temps des menaces,
si tu dors pas j’te place.
Dors dors dors! Mais on dirait que ça marche.
Tu fermes les yeux, tu es si sage,
c’est merveilleux, tu dors comme un ange,
tu as de
la chance moi aussi j’ai sommeil,
mais c’est le matin, faut qu’je m’habille.
Je me suis énervé mon amour, je le regrette,
pour me faire pardonner j’vais te jouer un peu de trompette!

Infréquentable

Politiquement correct

Pode dizer-se que Bénabar é dos cantores franceses mais polemicos dos últimos anos (amado por uns e odiado por outros). A verdade é que não tem papas na língua, e por causa disso o primeiro single foi retirado do seu novo disco. A canção chama-se “politiquement correct“, e nela o cantor fala das suas convicções e também daqueles que não acreditam que ele as tenha.

moins vite live 2012 

Para saber mais: http://www.benabar.com/

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La Défense…a Paris moderna e dinâmica!

Demorei muito para escrever aqui  no blog sobre este bairro de Paris …

“La Défense” – Um outro ponto de vista de Paris

Depois de explorar e se encantar com as ruas de Paris, seus monumentos, museus, parques, e cafés, é hora de dar o braço a torcer e descobrir um lado moderno e menos conhecido da cidade. Muito simples de se chegar, La Défense” fica a 20 minutos do centro da cidade em uma prosaica viagem de metrô da linha 1 até a última estação.

Embora muitos turistas torçam o nariz e insistam em não querer ver nada de que possa destoar da tradicional paisagem parisiense, visitar esse moderno distrito pode surpreender positivamente e trazer de certa forma tranqüilidade para corações aflitos que temem um dia chegar à cidade e não mais encontrar seus característicos prédios.

Église Notre-Dame de Pentecôte

Como qualquer cidade viva, Paris está sempre se expandindo. Ao invés de demolir ou acrescentar andares aos prédios históricos, mexendo em uma imagem tão fortemente enraizada no imaginário de cada ser que habita o planeta, optou por resolver dois problemas, promovendo a revitalização da região de Puteaux, que no fim dos anos 1950 estava bastante degradada.

O incentivo para a renovação desencadeou o surgimento de prédios de arquitetura contemporânea, e hoje em dia La Défense é o maior distrito de negócios da Europa. Com sua grandiosa área é uma visão de impacto. Observando seus altíssimos e ultra modernos edifícios é difícil acreditar que ainda se esteja em Paris. Na verdade, parece outro planeta.

Dominando a esplanada ,“La Grande Arche”, é o marco mais representativo de La Défense. Projetado pelo arquiteto dinamarquês Johan Otto von Spreckelsen, foi inaugurada em 14 de julho de 1989, dia em que se comemorava a Queda da Bastilha, e o bicentenário da Revolução Francesa.

 

Com a forma de um imenso cubo em mármore branco,vazado no centro , este arco de triunfo moderno foi construido em perfeito alinhamento com a pirâmide do Louvre, a Avenue des Champs-Elysées e o Arco do Triunfo. Subindo as escadas que levam ao pátio onde está sua base, dá para conferir. E de noite, com a iluminação dos monumentos fica mais bonito ainda.

As laterais do arco são prédios de escritórios, e é possível chegar ao topo, o”Toit de l’Arche” subindo pelos elevadores panorâmicos. De lá se tem uma vista espetacular daquela Paris eternizada pelos romances e filmes. Olhando para o outro lado, a Paris moderna e dinâmica, reafirmando sua vocação de vanguarda no mundo, sem precisar entrar em conflito nem tirar um só tijolo da “Cidade Luz”.

O Grande Arco da Fraternidade

O Grande Arco da Fraternidade mais conhecido como Grand Arche (Grande Arco) ou Grande Arche de La Défense. Essa edificação é obra do arquiteto dinamarquês Johann Otto von Spreckelsen que ganhou o concurso realizado por EPAD no ano de 1982. Com 110 metros de altura e 30 mil toneladas, todas suas faces estão recobertas por placas de vidro. Um incêndio em 2010 fez com que fosse proibida a visita pública. Antes disso o Grande Arche abria suas portas ao Centro de Congressos e Conferências, ao Museu da Informática, ao restaurante e ao mirante, o qual oferecia uma vista incrível do oeste de Paris.

Além de bonita e interessante La Défense oferece boas alternativas de restaurantes, cinemas e comércio. Diferente da prática habitual nas lojas em Paris, os “shoppings”Les Quatre Temps CNIT abrem aos domingos, uma tremenda comodidade para quem tem pouco tempo na cidade e precisa fazer compras.

Sendo uma área eminentemente empresarial, conta boas opções de serviços e uma estrutura hoteleira moderna basicamente voltada para executivos. Ultimamente com preços competitivos, e com a fácil conexão por metrô ao centro de Paris, vem cada vez mais conquistando turistas.

Quem não conhece La Défense costuma dizer que Paris soube envelhecer com elegância. Quem teve a oportunidade de visitar este distrito, vai além: Pode afirmar que a cidade tem o segredo da eterna juventude.

La Défense recebe diariamente um pouco mais de 150 mil empregados. Com suas mais de 3 milhões de metros quadrados de escritórios, é um dos maiores centros de negócios da Europa. Vamos através desse artigo nos aprofundar na história e arquitetura desse bairro único, onde os edifícios modernos se misturam com a arte contemporânea.

Em 1958 o governo francês decidiu construir um bairro de negócios moderno que ajudasse a prolongar o famoso “Axe Historique” (Eixo Histórico) parisiense para o oeste da cidade estendendo-se até as cidades de Courbevoie, Puteaux yNanterre. Foi a EPAD (Etablissement Public d’Aménagement de la Défense) a responsável por organizar a construção do bairro La Défense.

La Défense é o maior centro financeiro da cidade de Paris. Com uma população de 20.844.  O distrito está na extremidade ocidental de Paris, ao longo do Eixo Histórico, que começa no Louvre, no centro de Paris, e continua ao longo da Champs-Élysées, através do Arco do Triunfo, até culminar em La Défense.

Com o Grande Arco, com cerca de 110 metros de altura, a área abriga muitos dos maiores e mais altos edifícios da área urbana de Paris. Com 314.000 m², seus 72 edifícios de vidro e aço, incluem 14 arranha-céus acima de 150 metros, com 150.000 trabalhadores diários e 3,5 milhões de metros quadrados de espaços de escritórios, La Défense é o maior centro empresarial desenvolvido na Europa.

La Défense é uma área moderna da cidade onde se localizam os escritórios das principais empresas e a arquitetura dos prédios lembra muito o centro comercial de várias outras grandes cidades do mundo. Apesar de não ter nada de tão especial, os prédios todos espelhados e modernos mostram um lado diferente dessa cidade que não para de nos surpreender. Mesmo em uma área que tinha tudo para ser comum, Paris deu um jeito de ser diferente e criou o Grande Arco muito bonito e gigantesco, que pode ser visto de vários pontos da cidade. Existe inclusive um elevador que te leva para ver a vista no topo.

Visto do Jardin de Tuilleries

Visto do Bois de Boulogne

Visto da Torre Eiffell

Todas as  pessoas sonham em passear pelas ruas parisienses com seu estilo criado no sec 19 pelo Barão Haussmann   sobre as ordens de Napoleão III, porém não muito longe uma outra Paris se mostra presente. 

 

 


Caracterizada pela arquitetura contemporânea de suas  imensas torres,  pelo enorme jardim que vai liga-las entre si e  pelas 60 obras de arte espalhadas pela esplanada central.

Eu aconselho uma visita à este bairro atípico da periferia oeste de Paris. 

 

A Grande Arche de la Défense é um cubo oco de 112 metros de altura coberto de mármore branco e aberto no centro, apoiado por 12 pilares de 30 metros cada. Realizado em 1989 por altura do bicentenário da Revolução Francesa segundo um projeto do arquiteto dinamarquês Otto von Spreckelsen, simboliza uma janela aberta ao mundo.

Símbolo da paz, fraternidade e defesa dos direitos do homem.

Do seu terraço tem-se uma linda vista de Paris. O horário de funcionamento é: de abril a agosto, das 10 as 19 horas. De setembro a março é das 10 as 19 horas.

A entrada custa 10 euros e às terças-feiras custa 5 euros. Gratuito no dia do seu aniversário. 

 

 

Um diferencial dessa região  de La Défense é a existência do shopping  Les Quatre Temps, algo totalmente diferente das charmosas lojas de rua que são características da cidade, com exceção é claro das grandes lojas de departamentos, como a Galeria Lafayette e Printemps, que lembram muito um shopping devido a sua grandiosidade. Se você gosta de fazer compras, esse é um excelente local! Todas as principais cadeias de lojas se encontram aqui, como a Zara, H&M, C&A, Sephora, Kippling, etc

Uma solução para aqueles que querem fazer compras no domingo ou nos feriados, é o grande centro comercial . O Centre Quatre Temps regrupa 250 lojas, vários restaurantes, cinemas e atividades para as crianças. Vocês encontram também uma agência da Air France, da SNCF (passagens de trem) e agências de viagens, farmácias. 

Apesar da badalação em torno dos Grands Magasins parisineses, pouca gente sabe que o shopping Les 4 Temps de La Défense  é o segundo maior centro comercial da Europa. Os primeiros estudos para o projeto do shopping foram executados ainda em1970. Aproposta inicial era construir um centro comercial de 200.000m2 ao redor do Grande Arco de La Défense.

Inauguration du Dôme, le nouvel espace de restauration et de loisirs du centre commercial des 4 Temps, à La Défense (Puteaux), dans les Hauts-de-Seine.

 

O Cnit (essa meia esfera de vidro) –   “Centre national des industries et des techniques” (Projeto dos arquitetos Bernard Louis Zehrfuss (1911-1996). Robert Edouard Camelot (1903-1993), Jean de Mailly (1911-1975), e dos engenheiros Pier Luigi Nervi (1891-1979), Jean Prouvé (1901-1984), et Nicolas Esquillan (1902-1989). Renovado em 1989 por Andrault Parat, Ennio Torreri e Bernard Lamy com a colaboração de Bernard Louis Zehrfuss)  onde é centrada a administração, ao que segue a construção de um conjunto de torres cujos únicos princípios definidos pelos autores do plano foram de uma implantação com uma base de 24×42 metros e100 metros de altura máxima.

Grand Arche visto do Arc de Triomphe

 

Paris, la Défense, méditation et reflets.

Paris, la Défense, Takis et la Grande Arche.

La Défense, Les voiles de la Grande Arche.

Paris, la Défense, côté Nanterre au soleil couchant.

Paris, la Défense, la fontaine Agam.

Paris la Défense, les Tours.

Hoje em dia existem inúmeros projetos com desenhos ambiciosos e novas construções as quais aos poucos vão incluindo novos sistemas com energia renovável, como por exemplo o edifício Tour D2, que se parece a um prisma triangular com bordas arredondadas e que provavelmente estará concluído em finais de 2013, ou a Torre Signal do arquiteto Jean Nouvelsímbolo da Paris do século XXI.

 Três gerações de torres foram construídas com exito, nas quais se pode observar as mudanças legais que houveram na leis que permitiram evolutivamente o aumento do gabarito (altura) para formar a arquitetura única de La Défense. A primeira geração, simples e geométrica, como a Torre Nobel de 1966. Os edifícios da segunda etapa dos anos 70 são maiores e com grande superfícies. Nos anos 80 veio a terceira geração, um questionamento à arquitetura simples e impessoal. Que produziu verdadeiras obras-primas da arquitetura moderna.

Projeto D2

No Natal:

 

Cerca de 350 chalés de Natal se instalam sob o Arco deLa Défense em uma superficie de mais de10 000 m².

Do fim de novembro até o fim de dezembro, o “Marché de Noël” está aberto todos os dias.

Você encontra centenas de presentes vindos dos quatro cantos do mundo, e também produtos regionais: presunto da Corsega, foie gras do sudoeste, queijos dos Alpes, chocolates franceses

 

 

Vale a pena visitar o La Defense?  Depois de tudo o que mostrei acho que sim!!!

Acho a visita do La Defense um belo passeio. Pela arquitetura, pelas obras de arte espalhadas nos vastos jardins, pelo fato do La Defense ser um oposto de Paris. Paris, a cidade símbolo do patrimônio preservado, La Defense, símbolo do contemporâneo.

Como chegar: pegue o  metrô linha número 1 – amarela– e desça na ultima estação chamada La Defense 

ou a linha A do RER até a estação de mesmo nome. O RER é bem mais rápido, mas é importante atentar que é necessário um bilhete diferente e mais caro, pois a estação fica fora da zona inclusa nos bilhetes comuns. O metrô é mais lento, mas não é necessário pagar nada a mais pelo trajeto.

Apresenta um parque de estacionamento subterrâneo com 26.000 lugares, e é servido pela auto-estrada A 14 e A 86, 15 linhas de ônibus.

Station-RER-la defense

parking la defense 1200 places sur 3 niveau d’acces

Se for de bicicleta tem onde estacionar…

O arquiteto Maurício Azenha Dias  diz:– acho curioso como muitas pessoas vão a Paris e deixam de conhecer o La Defense” .

Museu ao Ar Livre -  É sobre esta esplanada que será implementada uma das primeiras experiências de museu ao ar livre, ou de escultura no espaço público, na Europa contemporânea. A partir dos anos 70, seguindo a lógica das experiências americanas junto aos edifícios de prestígio, encontram-se aqui intervenções em elementos estruturais, como as chaminés de arejamento cujo impacto exterior necessita de tratamento plástico. Assim são chamados um conjunto de artistas plásticos, pintores, escultores, cerâmicos, etc., como Clarus que em 1975 faz a sua intervenção no “Conduit Chaminé” denominado “Le Jour et la Nuit”. Outros artistas como Miró (1893-1983), “Deux personnages fantastiquices”, anos 70; Philolaos Tloupas, (1923-) “L’Oiseau mécanique”; 1971, Calder “Stabile”; 1976, Louis Derbré, (1925-), “La Terre”, 1978, etc., ao longo dos anos 70 e 80 vão dotar esta zona do primeiro museu a céu aberto, do mundo.

 

Existe  uma escultura  interessante  denominada  ”dedo”,que mede 12 metros . Obra do artista César Baldaccini o “Le Pouce”, foi criado nos anos 60, mas instalado no local apenas em 1994.

 

Esta foto é de autoria de Leticia Pontual ,que trabalha para Paris em Foco.

http://www.parisemfoco.com

Estátuas e monumentos públicos tem o objetivo de embelezar as cidades e torná-las mais agradáveis. 

 

Le Calder

 L’Araignée Rouge (The Red Spider), également appelée Le Grand Stabile Rouge, est une œuvre d’art du sculpteur américain Alexander Calder, située dans le quartier d’affaire de La Défense, dans la banlieue ouest de Paris.

Cette sculpture monumentale a été érigée en 1976 (l’année de la mort de Calder) sur la place de la Défense, devant l’immeuble Place Défense. Mesurant 15 mètres de haut pour 75 tonnes, elle est faite d’acier peint en rouge.

Cette œuvre de Calder fait écho à une autre, le Flamingo (de l’anglais «flamant rose”) à Chicago, qui a été installée deux ans avant L’Araignée rouge.

As obras mais famosas são: le Calder de La Défense, Personnages de Miro, Le Pouce de César, La Cheminée Moretti par Moretti, La Fontaine  Agam,…. La Défense é um verdadeiro museu de arte contemporânes gratuito ao ar livre

La Cheminée Moretti

La Fontaine  Agam

La Fontaine Agam, située au centre de l’Esplanade de la Défense – Elle est constituée de mosaïque d’émaux fabriquée à Venise. 66 jets l’animent, où l’eau peut s’élever jusqu’a une quizaine de mètre de hauteur.

Miró- La Défense

O Espaço Multimédia- Em 1990, o artista Jean-Michel Jarre dá um espectáculo de música e luz para uma audiência de 2 milhões de pessoas na esplanada de La Defense e o espaço público da Esplanada encontra o seu público, o seu espaço e a sua função social.

Este foi certamente um dos grandes momentos da carreira de Jean Michel Jarre: o show “La Defense” que aconteceu no dia 14 de Julho de 1990, no mesmo dia em que se comemora a “Queda da Bastilha” ou, principalmente “A Festa Nacional “que ocorreu em 1790. O que podemos concluir neste bicentenário é a continuação desta festa, que reuniu cerca de 2.500.000 pessoas e que era possível ver, numa simples visão aérea, os fãs desde o palco piramidal até o Arco do Triunfo.

Uma cena esplendorosa de um povo reunido para assistir um dos maiores músicos do século XX.  Várias canções de albuns como “Oxygene”, “Magnetic Fields”, “Equinoxe” e “Zoolook” foram executadas.  Também foram utilizadas algumas marionetes criadas por Peter Trinidad Minshall.

 

 

 


Todos os anos tem o Jazz Festival.

Em 2010,  Caetano se apresentou  gratuitamente na esplanada de La Defense no Jazz Festival.

Vejam como ficou La Défense no dia deste show:

 

 

Mardi 9 septembre 2008, le ciel de La Défense s’est illuminé pour célébrer les 50 ans du quartier d’affaire. Cet événement  a embrasé la Grande Arche de La Défense .

Un spectacle captivant

La Grande Arche a revêtu ses habits de lumière pour les 50 ans de l’Epad (Etablissement public d’aménagement de la Défense), créé par décret le 9 septembre 1958. Un spectacle captivant à en croire les spectateurs venus nombreux pour l’occasion.

Des artifices dans tous les sens

La Grande Arche a été incontestablement la star de la soirée d’anniversaire. Un feu d’artifice sur fond de musique rétro a été tiré au pied de l’édifice.

La Défense scintille de mille feux

Outre la Grande Arche, c’est tout le quartier d’affaire de La Défense qui s’est transformé, le temps d’une soirée, en une grande scène de spectacle.

Un danseur sur la façade de la Grande Arche

Artifices de toutes les couleurs, musiques, faisceaux lumineux, projecteurs de flammes et animations lasers ont constitué la base de ce spectacle pyrotechnique.

La Défense, plus qu’un quartier d’affaire

La façade de la Grande Arche se révèle une toile de fond idéale pour un spectacle qui mêle artifices et animations lasers.

Des bougies un peu particulières

Au rythme de la musique, les 24 projecteurs de flammes ont eux aussi mis le feux au parvis de La Défense

Mille feux pour 50 ans d’existence

Plus de mille feux ont été tirés pour l’occasion

Tout en musique

Durant le spectacle, la Grande Arche s’est embrasée au son du groupe français de musique électronique Daft-Punk ou encore de l’Hymne à la joie

La Grande Arche aux couleurs de l’Epad

L’Epad a été largement fêté à travers ce spectacle son et lumière. L’organisme a été créé sous l’impulsion du général de Gaulle, qui souhaitait un quartier d’affaire d’envergure aux portes de Paris

30 000 personnes au rendez-vous

Au total, 30 000 personnes ont assisté, le soir du 9 septembre, à ce spectacle tout en son et lumière.

Em termos de espaços públicos La Défense tem 60 hectares divididos pelos Jardins do Arco (Jardins de l’Arche), o Parque Diderot, projeto do arquiteto paisagista Alain Provost, autor de, entre outros, do Parque André-Citroën (1990) e o Parque André-Malraux (25 Ha), projeto do arquiteto paisagista Jacques Sgard (1963-1971). Acompanhando o Jardim do Arco e a Esplanada (1.000 metros) tem 70 obras de arte de grande dimensão ao ar livre.

As principais companhias instaladas ali sãoCegetel,

 

Société Génerale

Total

A maior torre de La Défense é a Total, construída em 1985. Com 48 andares e 187 metros de altura, é a segunda maior torre da França após a Torre Montparnasse; há que assinalar que as duas torres são obra dos mesmos arquitetos Roger Saubot e François Julien. Estão sendo construídas duas novas torres de altura destacáveis, chamadas T1 e Granite.

Aventis,

 

Vue du Parvis et de l’Arc de Triomphe depuis la Grande Arche

Tour Axa

Encore la Tour Axa

Tour GAN

Tour GAN Eurocourtage

 Entre outras atrações conta ainda com  um cinema IMAX no formato de uma gigantesca esfera, e uma superloja da FNAC, onde se encontra de tudo em música e livros.

 

La gallerie Defacto - Museu de 400m² aberto em setembro de 2008 em homenagem ao artista Raymon Moretti, é um espaço de exposição temporária de diferentes estilos de arte. Entrada gratuita. Aberto de segunda-feira a sexta-feira das 12h as 17h.

L’Eglise Notre Dame de Pentecôte - Igreja Católica inaugurada em 7 de janeiro de 2001. Aberta de segunda-feira a sexta-feira, de 8h à 18h30 e aos sábados de 14h as 18h.

1, place deLa Défense, parvis deLa Défense

http://catholiques.aladefense.cef.fr

As vinhas “Clos de Chantecoq”

Situam-se sob a Esplanade deLa Défense,700 pés divididos em 1.000m². Foi inaugurada em maio de 2007. As primeiras colheitas deste Pinot noir e chardonnay aconteceram em 2010.


Os jardins de l’Arche

Ficam atrás deLa Grande Arche.Com uma superfície de3,3 hectares, esses jardins são bastante usados para uma refeição ao sol ou para um passeio.


Nova Torre em 2013

O arquiteto francês Jean Nouvel foi escolhido para construir um novo arranha-céu no bairro, um edifício de301 metrosde altura, que competirá com a Torre Eiffel pelo domínio do céu parisiense.

A nova torre, chamada “Signal”, ficará pronta em 2013 no coração deLa Défense, como parte de um projeto para renovar o bairro.

A torre retangular branca, de140.000 m2, terá escritórios, apartamentos, hotéis, lojas, restaurantes e equipamentos públicos.

Dezessete edifícios serão demolidos até 2013 na região, e serão substituídos por novos arranha-céus, parques e ciclovias

La tour signal de Jean Nouvel est un bâtiment rectangulaire fait de béton et de verre, avec une peau en acier inoxydable de 301 mètres de hauteur et 71 étages pour un budget d’un milliard d’euros. Le gigantesque, sous  le thème de la modernité et du développement durable…

La tour Signal en chiffres

  • 2013 (Noël) : date de livraison.
  • 301 mètres : hauteur, soit 71 étages.
  • 140 000 m² : surface totale.
  • 50 000 m² : bureaux.
  • 33 000 m² : logements.
  • 39 000 m² : hôtel.
  • 10 000 m² : commerces et restaurants.
  • 8 000 m² : équipements publics.
  • 600 Millions d’euros : coût de la construction.
  • 400 000 personnes : nombre de visiteurs quotidiens à la Défense.
  • 2 500 : nombre de sièges sociaux.
  • 20 000 : nombre d’habitants.

soit

  • 7m2 / habitants
  • 7140 euros / m2

 O bairro ganhou esse nome por conta da Estátua de La défense de Paris que se encontra atualmente situada na Praça de La Défense, construída em 1883 para simbolizar a resistência de Paris frente aos prusianos em meados de 1870.

Place de la Défense:

Mais algumas esculturas…

Leonard Delfino ” les lieux du corp”

Utsurohi

 

 

 

 

La Défense, Paris … comme si vous y étiez !

Meu amigo Bernardo, quando esteve em Paris
o ano passado tirou umas fotos maravilhosas, que vou mostrar a vocês logo em seguida.

Eu ia me esquecendo, tem restaurantes que valem a pena conhecer!

Le Mond.

1, square des Corolles La Défense

 Traditionnel – Cuisine française

Le Mond est situé en plein cœur du quartier des affaires de La Défense. Cet établissement vous accueille dans un cadre chaleureux et moderne.

La carte, qui change tous les jours, propose une cuisine traditionnelle française relevée de quelques notes méditerranéennes comme le carpaccio de thon rouge ou la salade de tomates à l’huile d’olive de Crête.

En été, vous profiterez de son agréable terrasse. En hiver, sa salle dans les tons orange et marron, est chaleureuse.

Prix (carte et menus)**

Menus midi semaine :

E/P + ½ eau minérale+ café 33€ – E/P/D + ½ eau minérale + café 42€

Prix à la carte (entrée+plat+dessert) : 45€

L’Ephémère – Pullman La Défense

11, avenue de l’Arche 92081 Paris La Défense

Tendance – Cuisine française
Au cœur du plus grand quartier des affaires de Paris, l’Ephémère est le restaurant idéal pour un repas professionnel ou un dîner au calme. Situé dans l’Hôtel Pullman de La Défense, il vous accueille dans un décor élégant.


Vous y dégusterez une cuisine raffinée avec une note d’originalité comme le cannelloni de saumon fumé aux légumes ou le Filet de Bar à la citronnelle. Les amateurs de desserts seront également conquis !
Ouvert tous les jours de 11h à 23h.

Matsuri La Défense

70, esplanade Charles de Gaulle – Tour coeur Défense – RDC Est 92334 Paris La Défense
Traditionnel – Japonais
Le restaurant japonais Matsuri, situé à La Défense, vous invite à prendre place dans un cadre à la décoration élégante et à l´ambiance typiquement nipponne.
Le concept est original : les grands classiques de la gastronomie japonaise défilent devant vous sur un tapis roulant. Vous pourrez choisir ceux que vous préférez ou vous laissez séduire par d´autres… Tous les plats sont élaborés à base de riz biologique certifié AB et le thon albacore est issu d’une pêche responsable labellisée .

Côté Parvis

Hôtel Hilton – 2, pl de la Défense 92053 La Défense
 Traditionnel – World food
Au sein de l’hôtel Hilton, à La Défense, le restaurant Côté Parvis vous accueille dans un cadre contemporain aux lignes épurées.
Vous y dégusterez une cuisine traditionnelle française mais aussi quelques spécialités du monde entier revisitées, comme le risotto Arborio au shiitake et aux Saint-Jacques.
Cette brasserie élégante et design, située au cœur d’un quartier d’affaires, est l’endroit idéal pour les rendez-vous professionnels.

Menus midi semaine : 45€ – 55€

Menus soir semaine : 35€ – 45€

Menus soir week-end : 35€ – 45€

Prix à la carte (entrée+plat+dessert) : 60€

Tangerine

Hilton Paris la Défense 2, place de la Défense, le Cnit BP210 92053 Paris la Défense
Brasserie – World food
Situé dans le quartier d’affaires de la Défense, le Tangerine est le restaurant de l’Hôtel Hilton. Dès les portes passées, vous découvrirez un intérieur design et élégant. Plusieurs espaces vous attendent (restaurant, bar lounge, brasserie), tous unis par la même qualité de service.
La maison vous propose une carte gourmande et variée qui puise son inspiration aux quatre coins du monde. Tous les palais et tous les appétits seront donc comblés, avec des salades, des tartines, du tartare de bœuf.

L’Italian Lounge

34, cours Michelet 92060 Paris La Défense
Tendance – Méditerranéenne
L’Italian Lounge, restaurant de l’hôtel Sofitel La Défense, vous accueille sous une grande verrière dans un cadre lumineux et élégant.
Le Chef Bastien Viaud et son équipe ont composé une carte originale, moderne, de saison avec des produits authentiques et choisis. Vous découvrirez une cuisine empreinte de saveurs méditerranéennes. Résolument modernes, les plats raviront les palais les plus exigeants. Pour suivre, laissez-vous tenter par les pâtisseries de Claude Pollet qui a élaboré une carte..

Pico

35, cours Michelet 92060 La Défense

 Tendance – Libanais
Situé dans le quartier d’affaire de la Défense, le restaurant le Pico vous invite pour une délicieuse évasion culinaire. Le cadre coloré aux lignes modernes, ainsi que l’accueil attentionné, apportent au lieu chaleur et convivialité et vous garantissent de passer un agréable moment.
Côté cuisine, vous découvrirez toutes les saveurs et senteurs libanaises dans des assiettes gourmandes. Le Chef vous propose un choix varié de suggestions, avec du houmous, de la moussaka, des salades, des grillades

E para terminar deixo vocês com este video:

La Défense, Paris

http://www.ladefense.fr

fontes:

http://dicasparisemfoco.blogspot.com.br/

http://www.conexaoparis.com.br

http://www.france.fr

http://blog.localnomad.com

http://www.portalsaofrancisco.com.br

Read more...


Serge Gainsbourg

Serge Gainsbourg (Lucien Ginzburg) (02/04/1928, Paris — 02/03/1991, Paris) foi um músicocantor e compositor francês.

Gainsbourg escreveu canções para diversos intérpretes, dentre os quais destacam-se Juliette GrécoFrançoise HardyFrance GallBrigitte BardotJacques Dutronc,Catherine DeneuveAlain ChamfortAlain BashungAnna KarinaIsabelle Adjani,Vanessa Paradis e para sua esposa Jane Birkin, mãe da sua filha Charlotte Gainsbourg.

A mudança de Lucien Ginzburg para Serge Gainsbourg aconteceu no final da década de 50. Estreou em vinil em 1958 com Du Chant à la Une! Sua carreira deslanchou em 1966, em meio à febre das Ye Ye Girls, quando passou a compor e empresariar a jovem cantora France Gall. Em 1968 começou um affaire com a atriz Brigitte Bardot, com a qual gravou canções memoráveis.

Je t’aime…moi non plus

LETRA

- Je t’aime je t’aime
Oh oui je t’aime
- Moi non plus
- Oh mon amour
- Comme la vague irrésolue
Je vais, je vais et je viens
Entre tes reins
Je vais et je viens
Entre tes reins
Et je me retiens- Je t’aime je t’aime
Oh oui je t’aime
- Moi non plus
- Oh mon amour
Tu es la vague, moi l’île nue
Tu vas, tu vas et tu viens
Entre mes reins
Tu vas et tu viens
Entre mes reins
Et je te rejoins- Je t’aime je t’aime
Oh oui je t’aime
- Moi non plus
- Oh mon amour
- L’amour physique est sans issue
Je vais je vais et je viens
Entre tes reins
Je vais et je viens
Je me retiens
- Non ! maintenant viens…

Je t’aime moi non plus havia sido composta originalmente para Brigitte, mas ela, insegura com o escândalo que a música poderia causar (e certamente causou), preferiu não lançar o dueto. Serge, por sua vez, encontrou uma substituta à altura: a atriz britânica Jane Birkin, que já havia causado escândalo com cenas de nudez em Blow-Up(filme de Michelangelo Antonioni) e com a qual foi depois casado.

 

 

Também foi ator e cineasta. Contudo, seu maior personagem era ele mesmo. Viciado irrecuperável em cigarros, álcool, mulheres e versos com temas polêmicos, ele colecionou escândalos e amantes durante toda a vida.

O sucesso de Je t’aime no entanto foi inegável, e a canção foi regravada mais tarde por Donna Summer e Ray Conniff, entre outros.

Serge Gainsbourg foi um talentoso compositor que soube trafegar por diversos ritmos e estilos. Produziu muitas músicas para filmes e trabalhos que vão do jazz ao rock, do funk ao reggae, incluindo um álbum com Sly Dunbar e Robbie Shakespere na Jamaica.

Serge Gainsbourg & Jane Birkin – La chanson de Slogan


Lemon Incest é uma canção escrita, composta e interpretada por Serge Gainsbourg dueto com sua filha Charlotte , emitido em 1984 , em seguida, em 1986 , em Charlotte for Ever , dois álbuns de Serge Gainsbourg.  Os coros são cantados por The Brothers Band Simms .

É outra canção polêmica, no clipe insinuante, pai e filha cantam deitados numa cama. Hoje Charlotte é a atriz preferida do também polêmico Lars Von Trier.

Ele era franzino, orelhudo, fumante inveterado e se autointitulava “o homem da cabeça de repolho”. Ainda assim, o cantor e compositor Serge Gainsbourg foi capaz de conquistar algumas das mulheres mais belas de sua época e protagonizou, junto com elas, a liberação sexual francesa dos anos 1970. Sua história boêmia, seus romances polêmicos e suas canções irônicas estão no filme “Gainsbourg – O Homem que Amava as Mulheres”, do diretor Joann Sfar.

O fotógrafo Mario Testino se uniu à editora da Vogue Paris,Carine Roitfeld, para recriar o editorial très sadomasoquista do casal Jane Birkin e Serge Gainsbourg de 1974. Compare uma foto do ensaio original com sua versão 2010. Nem dois ícones da moda moderna conseguem ganhar da musa Jane Birkin.

Na primeira foto, Serge Gainsbourg e Jane Birkin no ensaio clicado por Francis Giacobetti para a revista LUI em 1974.
Na segunda foto, Francesco Vezzoli e Daria Werbowy relembram o ensaio, fotografados por Mario Testino, para a edição de maio de 2010 da Vogue Paris.

“A feiúra é superior à beleza, porque dura para sempre”. O autor dessa frase, Serge Gainsbourg, era feio e franzino, narigudo e orelhudo, tinha olheiras e dentes podres. Além disso, vivia bêbado, fumava sem parar e consumia drogas em volumes industriais. Tinha, por assim dizer, o gosto da sarjeta. Mesmo assim foi um dos maiores sedutores de seu tempo, os libertários anos 60. Gainsbourg também colecionava escâncalos e foi preso diversas vezes: gravou na Jamaica A Marselhesa em versão reggae.

La Marseillaise version Gainsbourg

queimou dinheiro em público em protesto contra o aumento dos impostos

Gainsbourg brûle un billet de 500 Francs.

e, num programa ao vivo na TV, já na década de 80, disse à cantora Whitney Houston: “Você é muito bonita, e eu quero te comer”.

Serge Gainsbourg nunca teve residência fixa em Paris. Preferia ficar vagando em hotéis, como o Hôtel des Beaux-Arts, onde gostava de ocupar o mesmo quarto onde seu herói Oscar Wilde ordenava o champanhe mais caro da casa.

No entanto, não é que Gainsbourg tenha sido um sem-teto em Paris, ele só levou uma eternidade para se mudar. Jane Birkin finalmente conseguiu movê-lo em 1971, vários anos depois que compraram a casa na rue de Verneuil, no prestigiado bairro de Saint-Germain.

Gainsbourg e a companheira (de vida e arte) Jane Birkin, na casa deles em Paris, em 1969

Ele selecionou cada peça de mobiliário e organizou toda a casa. Tinha visto a casa de Salvador Dalí e estava muito impressionado com o fato de que lá tinha astracã preto (o pêlo do cordeiro caracol) nas paredes. Então, Serge queria preto em suas paredes e usou tecido para corbrí-las. Gainsbourg dizia que as paredes negras acalmavam e ajudavam-no a conter sua intensa atividade cerebral. Cada item de sua coleção de objetos históricos extravagantes foi especificamente colocado num lugar da casa e ele sempre sabia se alguma coisa tivesse sido tocada ou mexida. Provavelmente isto seria descrito hoje como TOC, mas Gainsbourg se esforçou para manter sua casa exatamente como queria. Depois que Charlotte nasceu, quando ela ficou tão grande que suas pernas saiam do berço e Jane disse que precisavam comprar uma cama, Serge olhou inofensivo e disse: “Coloque meias nela”. Ser incapaz de tratar a casa como uma casa teria sido um dos fatores que contribuíram para Birkin deixá-lo, em 1980.

Sua casa permanece exatamente como estava no dia em que morreu. O piso da sala principal é de mármore preto e branco. Cada superfície é coberta com cinzeiros, fotografias e coleções: medalhas de vários ramos das forças armadas, câmeras, armas, balas, emblemas policiais de toda a França, há discos de ouro e fotos de todas mulheres que cantavam suas canções. Há uma escultura de bronze de um nu sem cabeça que Charlotte diz que foi modelado em sua mãe, uma estátua do homem com cabeça de repolho (o título de um dos maiores álbuns de Gainsbourg), bonecos de fantoches, gravadores, um cassete de Jimi Hendrix, histórias de jornais emolduradas. Há fotos de Serge com Jane Birkin, Ray Charles e com sua última namorada, Bambou e seu filho, Lulu. Na pequena cozinha na parte de trás do primeiro andar ainda restam barras de chocolate, duas latas de suco de tomate na geladeira, garrafas de vinho abertas e no armário latas de comida de 1991, exceto, diz Charlotte, “as que explodiram.”

No segundo andar, há uma máquina de escrever elétrica, que ele nunca usou junto com montes de livros. No corredor escuro, fotos de Marilyn Monroe, incluindo uma da estrela morta no necrotério. Há a sala que Jane Birkin chamava de “boudoir” e quando ela o deixou, passou a ser chamada por ele de “La Chambre de Poupée” (o quarto da boneca). O banheiro tem uma banheira muito baixa, inspirada também em Salvador Dalí, e frascos de perfumes Guerlain, Roger & Gallet, e sabonetes Santa Maria Novella. Sua escova de dentes ainda está lá. O quarto principal tem cortinas blackout, uma parede espelhada, e mulheres gêmeas de ouro com pérolas em volta do pescoço. Goma de mascar e balas estão ao lado da cama, e sobre a esta, as flores secas que estão lá desde que morreu. No armário grande do corredor: seus sapatos de jazz brancos Repetto, gravatas e ternos de listras. A casa é um santuário, mas não é assustador, e pode-se imaginar o quão elegante, mesmo decadente tudo isso deve ter parecido em 1970, quando Serge e Jane mudaram-se para o que foi sua casa de família e mais tarde viria a ser o covil solitário de Gainsbourg, cantor, compositor, músico, pintor, ator, diretor, fumante, homem alcoólatra, romântico, homem das mulheres e reverenciada figura nacional.

Charlotte tem um sonho, de transformar a pequena casa em um museu, “o museu das minhas memórias”. Já reuniu-se com diversos ministros da cultura e prefeitos parisienses, que sempre lhe prometem o museu. Ela continua determinada a deixar que as pessoas visitem a casa, mas não há espaço para a segurança ou cadeiras de rodas.

Quem um dia estiver por Paris, flanando por Saint Germain, pode dar uma passadinha por lá. 

Cerca de onze anos atrás, Charlotte foi para a casa da Rue de Verneuil e todo o graffiti na fachada tinha sido coberto com tinta amarela. Ela pensou que tinha sido feito pela polícia, mas disseram-lhe que os vizinhos achavam que era muito “suja” e tinham se organizado para pintá-la, à noite. “Mas a grande coisa foi uma semana depois”, diz ela, “estava tudo coberto com grafite de novo.” Mesmo com o passar dos anos, as pessoas continuam deixando ali doses de uísque, cigarros e licor de anis.

A fachada da casa de Gainsbourg é como se fosse um santuário pop, em metamorfose constante, onde todos os dias recebem mensagens, grafites, stencils e poesias de uma avalanche de fãs que cultuam o mito. A casa mantém curiosamente a sua vida se transmutando diáriamente.


Gainsbourg e Birkin

Serge Gaindbourg, o Baudelaire dos anos 60, morreu de ataque cardíaco em 1991, após uma vida de excessos em tempo integral. O mito continua vivo, servindo de consolo e inspiração para os feios e charmosos.

Gainsbourg e BirkinGainsbourg e Birkin

Logo abaixo tem o trailer e  uma animação em 3D, da fachada da casa do cantor, obra do designer francês Arnaud Jourdain, que a partir de fotografias montou uma retrospectiva de 5 anos dessa grafitagem em tributo ao autor de “La Javanaise”, “Initials B.B.”, “Melody Nelson”, “Bonnie and Clyde”, “La Décadence”, “Dieu Fumeur de Havanes”, entre outras tantas obras-primas da música popular-erudita-maldita.

Na trilha do vídeo, um remix de “Hôtel Particulier” lançado no álbum-tributo a Serge Gainsbourg “I Love Serge Electronic Againsbourg”.

Serge Gainsbourg – animation des graffitis sur 5 ans du mur rue de Verneuil fromArnaud Jourdain on Vimeo.

 

Gainsbourg: versions femmes, faixa a faixa – parte 1

Poucos cafajestes souberam ser tão gentis artisticamente com as mulheres como Serge Gainsbourg. O francês de origem russa que se tornou um dos maiores compositores não apenas da França, mas do mundo todo, foi generoso com as divas que cruzaram seu caminho, presenteando-as com canções que até hoje figuram como algumas das mais belas da língua francesa. O álbum Gainsbourg: versions femmes é uma síntese do trabalho do poeta e uma homenagem às belas vozes femininas dos anos 60, 70 e 80.

Apesar do nome Gainsbourg: Versions Femmes, como cantor Serge é apenas um coadjuvante nesse álbum. São as mulheres que reconstroem e interpretam as canções do francês, ora sussurrando despedidas, ora celebrando o amor. O álbum inicia com a doce L’aquoiboniste, interpretada por Jane Birkin. A inglesinha foi casada com Gainsbourg por muitos anos e sabia como ninguém dar emoção às palavras do companheiro com sua voz de menina maliciosa. Serge brinca com a sonoridade da língua francesa, e L’aquoiboniste (ou “tanto-faz-ista”, numa tentativa tosca de tradução ao pé da letra) mistura a melancolia da letra à voz romântica de Birkin, voz essa que faz até os palavrões soarem bem na música.

Jane Birkin

A faixa seguinte segue o clima melancólico com Je Suis Venue Te Dire Que Je M’en Vais. Interpretada por Jo Lemaire, a música fala sobre um amante que decide partir para sempre e não poderia combinar mais com a voz grave da cantora. O instrumental parece um pouco brega durante uma primeira audição, mas levando em conta que a música é dos anos 1970, era de ouro da breguice disco, é possível gostar da canção tranqüilamente.

Levantando o astral, Petula Clark canta La gadoue. O instrumental é acústico e alegre, e a inglesa se sai bem cantando em francês com um jeitão despreocupado que tem tudo a ver com a música. Interessante notar que a carreira de Petula era morna em sua terra natal, ao passo que na França ela era bem mais sucedida, sendo a parceria com Gainsbourg uma espécie de selo de qualidade.

Petula Clark

Deixando a jovialidade de Petula pra trás, Regine canta Les P’tits Papiers no melhor estilo cabaré. O piano dá o tom da música de letra irônica que é um verdadeiro exercício imaginativo de Gainsbourg ao descrever o uso de cada tipo de papel (A l’occasion/ Papier chiffon/ Puissent-ils un soir/ Papier buvard/ Vous consoler). A canção é brega, amarga… e irresistível!

A música seguinte é cantada simplesmente pela musa absoluta da nouvelle vagueAnna Karina. Só por esse encontro com Gainsbourg, a moça já mereceria estar num álbum de homenagem ao compositor, mas não é que a atriz se sai muito bem cantando? Sous Le Soleil Exactement tem tudo que se espera de uma música francesa dos anos 1960: é jovial, sensual e libertária.

 
 Anna Karina

A sensação boa deixada por Sous Le Soleil Exactement é intensificada com a faixa seguinte, a clássica La javanaise. A voz de Juliette Greco é tão grave que pode até ser confundida com a de Serge, e ainda assim ela imprime uma feminilidade incrível à música, o que só deixa a canção sobre amantes que se tem “durante o curso de uma canção” mais sacana.

 

O ouvinte está quase se derretendo com tanta sensualidade depois de La Javanaise quando o álbum dá mais uma mostra da diversidade do trabalho de Gainsbourg com a faixa Bloody Jack. A musiqueta bem que poderia tocar em saloons de algum faroeste graças à interpretação canastrona de Zizi Jeanmaire. A letra é bonitinha e romântica, mas poderiam ter escolhido uma música mais representativa da carreira de Serge.

 

E a tal música mais representativa surge com Comment Te Dire Adieu?, que é simplesmente uma de suas canções mais conhecidas. A voz tristonha e impecável de Françoise Hardy não poderia combinar melhor com o instrumental classudo de sopro e cordas enquanto ela se pergunta como dar adeus a um amante cruel. A ironia é que essa música na verdade nem é original; trata-se de uma versão para o francês da música It hurts to say goodbye, composta por Arnold Goland em 1966 e que provavelmente você nunca ouviu falar.

Françoise Hardy
Depois de Françoise, o álbum chega ao seu ápice com France Gall, a menina de outro das canções francesas dos anos 1960. France tinha apenas dezoito anos quanto gravou Poupée de cire, poupée de son em 1965, e com ela ganhou o Festival da Canção Eurovision nesse mesmo ano. Foi a primeira vez que uma música meio rock’n’rollganhou o festival, dominado por baladas românticas. A letra dessa canção tem a marca registrada de Serge como compositor: o uso de múltiplos sentidos nas palavras (o nome  da música sugere tanto que France é uma boneca de cera quanto uma marionete manipulada por Gainsbourg).
France Gall
Para encerrar a primeira parte do Gainsbourg: versions femmes – faixa a faixa, a décima canção do álbum é bem diferente das anteriores. Trata-se de Helicoptere, interpretada por Mireille Darc. A música tem um tom meio trágico e contemplativo, contrastando com as canções de meninas que brincam de amar e desamar das faixas anteriores. Para tal atmosfera, a voz sussurrada de Mirreile é essencial; ela canta como se tentasse esconder as lágrimas, ao passo que parece despejá-las no não-dito do refrão.

Gainsbourg: versions femmes, faixa a faixa – parte 2

Gainsbourg: Versions Femmes, a bela Catherine Deneuve começa cantando em dueto com Serge a música Dieu Fumeur De Havanes. A canção brinca com o profano ao afirmar que deus fuma charutos, enquanto que o homem se contenta com cigarros baratos. A melodia é tranqüila e a voz grave de Deneuve cai muito bem. Dieu Fumeur De Havanes é perfeita para ouvir num dia de chuva, viajando em pensamentos e, para quem curte, dando aquela fumada.
Catherine Deneuve

O ritmo lento e preguiçoso da música anterior casa perfeitamente com Lulu, uma balada cantada por Bambou, apelido de Caroline von Paulus. Ela é neta do marechal Friedrich Paulus, que liderara uma das principais unidades alemãs engajadas na Batalha de Stalingrado durante a Segunda Guerra Mundial, além de ter sido a última companheira de Serge, com quem teve um filho , Lucien, apelidado de Lulu e para quem a doce canção é dedicada.

A música seguinte, La Chanson De Prévert é uma homenagem à uma outra composição bastante significativa na história da música popular francesa. A tal canção da qual Serge fala na letra é Les feuilles mortes, escrita pelo poeta Jacques Prévert. Com tantas músicas consideradas geniais por críticos e amadas pelo público, o francês ainda conseguia se deleitar com o trabalho alheio e mesmo dizer que “no dia que ‘Les feuilles mortes’ sumir de minha lembrança, meus amores quase mortos cessarão de existir”. A voz languida de Claire D’Asta não poderia ser moldura melhor para a canção.

Com a faixa Pull Marine, Serge demonstra como tirar inspiração de algo tão banal quanto o azul do fundo da piscina e transformar isso em poesia. Outra beldade saída das telas do cinema se une ao compositor nessa empreitada: éIsabelle Adjani. Sua voz lembra a de Jane Birkin em alguns momentos, o que dá à canção um ar nostálgico. Sem dúvida, a música foi um presentão que a moça recebeu de Serge.

Isabelle Adjani
A faixa seguinte retoma a animação dos anos 1960 com outra ex-amante de Gainsbourg: Brigitte Bardot. Uma das mulheres mais sexy do mundo andou as voltas com o poeta mais feio e bêbado da França, e o resultado desse affair foram várias canções interessantes, das quais Harley Davidson foi selecionada para o álbum. O ritmo é animado, a letra é rebelde e mesmo tendo uma voz meio estranha, B.B. sempre consegue soar bem. Seu sotaque carregado falando Harley Davidson (ou “rar-leey-da-vee-son!”) é impagável!
Brigitte Bardot

Jane Birkin reaparece no álbum com Fuir Le Bonheur De Peur Qu’il Ne Se Sauve. Agora em uma fase mais madura, a inglesa canta uma composição reflexiva que fala sobre esperança, insegurança e o medo de conhecer (e perder) a felicidade. Apesar de já estarem separados na época em que essa música foi lançada  (nos anos 1980) originalmente no álbum Baby alone in Babylone, Serge ainda compunha bastante sobre e para Jane.

Décadas atrás Serge compunha uma música vencedora do Festival Eurovision, Poupée de cire, poupée de son. Em 1990 ele entra na competição mais uma vez com White and black blues, que ficou em segundo lugar. A música é interpretada por Joelle Ursull, a primeira mulher negra a representar a França no Eurovision. Não por acaso, a canção fala sobre racismo. Gainsbourg tinha conhecimento de causa, pois ele mesmo sofrera preconceito por ser um judeu descendente de russos. O muro de sua casa era sempre pichado com dizeres anti-semitas, que foram substituídos por declarações de amor e ilustrações após sua morte.

Joelle Ursull
Mas bem, Gainsbourg era um provocateur e nunca foi de seu feitio se fazer de vítima. Ele preferia chocar as pessoas, e é exatamente o que faz ao gravar com a filha adolescente Lemon incestCharlotte Gainsbourg, então com 12 anos, cantava com sussurros sensuais tal como sua mãe, Jane Birkin. Apesar da letra da música dizer que “o amor que nunca faremos é o mais belo, o mais violento, o mais puro”, Serge foi acusado de pedofilia e incesto. Tanta polêmica só podia ter um resultado: levar a música ao topo das paradas.
                                                  Charlotte e Serge Gainsbourg
Finalizando o álbum, uma última ninfeta cruza o caminho de Gainsbourg. Vannesa Paradis (hoje a Senhora Johnny Depp) tinha acabado de virar maior de idade, e Serge era louco para trabalhar com ela. Ele compôs todas as letras do álbum Variations sur le même T’aime.
Tandem faz parte dele e finaliza Gainsbourg: Versions Femmes. A canção segue o estilo de tantas outras de Serge, com trocadilhos e uma letra centrada na necessidade de ser livre, criando a imagem de uma mulher que o compositor pareceu idealizar desde sempre: sexy, esperta, natural, meio menina e meio mulher. Não poderia ser uma imagem mais atemporal, como a própria obra do compositor.

Em 1990, Serge dedica um álbum inteiro à Jane: Amours des feintesFoi o seu último,ele morreu em 1991,

Amours des feintes é um album de músicas escritas e compostas por Serge Gainsbourg, interpretadas por Jane Birkin,  em 1990.

A capa é um retrato a tinta de Jane Birkin, desenhado por Gainsbourg , que voltou nesta época a sua primeira vocação de pintor. A história diz : ” que la plume s’est brisée, maculant le dessin de quelques taches qui ont été gardées” .
Num dicionário audio-musical que eu li por aí a expressão musa-inspiradora trazia este disco como melhor exemplo de tal situação.

O casal.

Jane Birkin – Serge Gainsbourg (também conhecido como Je t’aime… moi non plus) é um álbum com duetos e performances solo de Serge Gainsbourg e Jane Birkin. Foi lançado em 1969 e incluiu o hit mundial “Je t’aime… moi non plus“, que alcançou notoriedade por sua letra picante e gemidos que simulam uma relação sexual.

Faixas

Letra e música de Serge Gainsbourg

  1. Je t’aime… moi non plus” (4:23) vocal de Jane Birkin e Serge Gainsbourg
  2. “L’anamour” (2:17) vocal de Serge Gainsbourg
  3. “Orang-outang” (2:28) vocal de Jane Birkin
  4. “a” (2:52) vocal de Serge Gainsbourg
  5. “18-39″ (2:39) vocal de Jane Birkin
  6. “69 année érotique” (3:21) vocal de Jane Birkin e Serge Gainsbourg
  7. “Jane B” (3:09) vocal de Jane Birkin
  8. “Elisa” (2:31) Serge Gainsbourg
  9. “Le canari est sur le balcon” (2:20) vocal de Jane Birkin
  10. “Les sucettes” (2:37) vocal de Serge Gainsbourg
  11. “Manon” (2:41) vocal de Serge Gainsbourg

Les soucettes, outro grande sucesso..

Sous le Soleil Exactement

L’Anamour

Aucun Boeing sur mon transit
Aucun bateau sur mon transat
Je cherche en vain la porte exacte
Je cherche en vain le mot exit
Je chante pour les transistors
Ce récit de l’étrange histoire
De tes anamours transitoires
De Belle au Bois Dormant qui dort
Je t’aime et je crains
De m’égarer
Et je sème des grains
De pavot sur les pavés
De l’anamour
Tu sais ces photos de l’Asie
Que j’ai prises à deux cents Asa
Maintenant que tu n’es pas là
Leurs couleurs vives ont pâli
J’ai cru entendre les hélices
D’un quadrimoteur mais hélas
C’est un ventilateur qui passe
Au ciel du poste de police
Je t’aime et je crains
De m’égarer
Et je sème des grains
De pavot sur les pavés
De l’anamour
Je t’aime et je crains
De m’égarer
Et je sème des grains
De pavot sur les pavés
De l’anamour

Elisa

Manon

Manon
Manon
Non tu ne sais sûrement pas Manon
A quel point je hais
Ce que tu es
Sinon
Manon
Je t’aurais déjà perdue Manon
Perverse Manon
Perfide Manon
Il me faut t’aimer avec un autre
Je le sais Manon
Cruelle Manon
Manon
Manon
Non tu ne sauras jamais Manon
A quel point je hais
Ce que tu es
Au fond
Manon
Je dois avoir perdu la raison
Je t’aime Manon

 Em 1975,  Serge e Jane mais uma vez causam burburinho por conta de Je t’aime moi nun plus, o filme, que trazia uma mistura de homossexualidade, sexo e morte que chocou a França. 

JE T’AIME MOI NON PLUS, 1976

É dos meus filmes preferidos do Serge Gainsbourg com a sua musa Jane Birkin.
Johnny(Jane Birkin), é uma empregada de mesa num pequeno café de estrada para camionistas. Ela vive na ânsia do amor e um dia conhece Krassky (Joe Dallesandro) , que conduz um camião do lixo. A pobre moça fica desiludida quando o patrão lhe diz que ele é homossexual, no entanto, Krassky é atraído pelo aspecto masculino de Johnny e também se apaixona por ela. O problema é que ele, como homossexual, não se excita muito com raparigas… A não ser através de sexo anal, o que vai provocar algumas peripécias bem divertidas. As coisas parecem correr bem para eles, até que surge Padovan (Hugues Quester), o namorado de Krassky, um homem perigoso e ciumento.
Apesar do título, a música não entra no filme, pelo menos que eu me lembre.

Realização: Serge Gainsbourg

Atores: Jane Birkin, Joe Dallesandro, Hugues Quester, Reinhard Kolldehoff e Gérard Depardieu
França, 1976

Nos anos 1980, o relacionamento de Jane e Serge sofria principalmente por conta do alcoolismo dele e eles se separam. Em 1981, ela se envolve com o diretor Jacques Doillon. Gainsbourg encontra uma forma de exteriorizar a dor da separação através da música Baby alone in babylone, escrita para Jane e interpretada por ela.

Histoire de Melody Nelson

Chanson issue du premier concept-album de Serge Gainsbourg, Histoire de Melody Nelson, sorti en 1971. Cet album est un chef-d’œuvre absolu de la chanson française.

Paroles :

Ça c’est l’histoire
De Melody Nelson
Qu’à part moi-même personne
N’a jamais pris dans ses bras
Ça vous étonne
Mais c’est comme ça

Elle avait de l’amour
Pauvre Melody Nelson
Ouais, elle en avait des tonnes
Mais ses jours étaient comptés
Quatorze automnes
Et quinze étés

Un petit animal
Que cette Melody Nelson
Une adorable garçonne
Et si délicieuse enfant
Que je n’ai con-
Nue qu’un instant

Oh ! Ma Melody
Ma Melody Nelson
Aimable petite conne
Tu étais la condition
Sine qua non
De ma raison

Serge Gainsbourg – Histoire De Melody Nelson – Complete Original French TV Show

Serge Gainsbourg – Histoire de Melody Nelson – Teaser du documentaire

Discografia

Bibliografia

(Obras escritas por [ou em colaboração com] Serge Gainsbourg)

  • 1968 : Chansons cruelles
  • 1971 : Melody Nelson
  • 1980 : Evguenie Sokolov
  • 1980 : Au pays des malices
  • 1981 : Bambou et les poupées
  • 1983 : Black out, avec Jacques Armand (História em quadrinhos)
  • 19861992 : Gainsbourg, com Alain Coelho e Franck Lhomeau
  • 19871991 : Mon propre rôle (2 tomes)
  • 1987 : Où es-tu Melody ?, com Iusse (História em quadrinhos)
  • 1991 : Mauvaises nouvelles des étoiles
  • 1994 : Dernières nouvelles des étoiles

Biografias

(Obras de referência sobre Serge Gainsbourg)

  • 1994 : Gilles Verlant & Isabelle Salmon, Gainsbourg Et Caetera
Gainsbourg et caetera par Gilles Verlant et Isabelle Salmon

  • 2000 : Gilles Verlant, Gainsbourg
Gainsbourg – biographie – par Gilles Verlant

Editora : Albin Michel

 

  • 2004 : Serge Gainsbourg – Um Punhado de Gitanes
Uma boa referência para quem quer conhecer mais sobre o polêmico artista é o livro da jornalista Sylvie SimmonsSerge Gainsbourg – Um punhado de Gitanes(Editora Barracuda). A autora é especializada em música e conseguiu compor um retrato sensível de Gainsbourg, mostrando também o lado doce e gentil, por trás da máscara de enfant terrible, que ele sempre fez questão de manter para a mídia. Além das histórias mais conhecidas de Gainsbourg, Simmons traz à luz algumas novidades. A eterna musa Jane Birkin escreve o prefácio e aparece ao longo de todo o livro com seus preciosos depoimentos.
Gainsbourg au bout de la nuit par Gilles Verlant- janeiro de 1996

Editora : Hors Collection

 

Cinco anos após a morte de Serge Gainsbourg , no dia 2 de março de 1991, o auto retrato de um homem sombrio e emocionante, as vezes cínico e generoso, misógeno e amoroso, através de textos de suas músicas, suas intrevistas, seus escritos, durante seus mais de 30 anos de carreira.

Ilustrado com fotos raras, um album em forma de homenagem, onde descobrimos uma personalidade profunda que Gainsbourg sempre tentou esconder.

Gainsbourg – Edition définitive – par Gilles Verlant – 2003

Editora : Albin Michel

O itinerário do ” menino selvagem” . É uma biografia super documentada, cheia de anedotas, de músicas inéditas, de fatos descritos por Jane Birkin e sua filha, as irmãs de Serge e várias fatos contados por Isabelle Adjani, Brigitte Bardot, alain Bashung, Claude Berri, Bertrand Blier,Alain Chamfort, Julien Clerc, Catherine Deneuve, France Gall, Juliette Gréco, Françoise Hardy, Michel Piccoli e Vanessa Paradis.

Se esta biografis é definitiva, é porque Serge confiava em Gilles Verlant, seu biógrafo preferido, o único que não o traiu, que fez intrevistas com ele desde 1980 até outubro de 1990, alguns meses antes da sua morte.

Un mot encore : Gainsbourg incarnait la liberté extrême. C’est pour ça qu’on l’aime. Pour toujours et à jamais.

Serge Gainsbourg : Pensées, provocs et autres volutes-  2006
Editora : Le Cherche Midi

Sobrenome: Gainsbourg. Nome: Serge. Qualificações:  pequeno ladrão,  grande jogador, fanático, deprimido, pessimista, orgulhoso, “tracard”viciado, desajeitado e violento. O mais precioso: o objeto feminino. Passatempo favorito: ouvir crescer a minha barba.  Canção francesa:   que pergunta! Último ponto: não me enterrar com grande alarde, mas todas as pompas!

Depois de Pierre Dac, Daniel Prévost, Jacques Dutronc, Jean Yann, e recentemente Coluche, François Mitterrand, Gainsbourg entrou na coleção ‘Pensamentos’ coleção Bem humorada, publicada pela editora Cherce Midi. E este, por ocasião do 15 º aniversário de sua morte, 2 de março de 2006.
Os fãs vão encontrar algo para passar momentos agradáveis ​​e aprofundar seu conhecimento uma vez que nestes “pensamentos” pode realmente entender melhor uma das personalidades francesas favoritas. São provenientes de  aparições na mídia ou de suas canções, eles oferecem um panorama variado do  artista provocador, mas também, e especialmente, compositor e músico excepcional.
Os leitores que desejam descobrir ou redescobrir Gainsbourg !

 

Filmografia

como diretor

como ator

Curta-metragens e clips

Prêmios

Charlotte for Ever – filme 

Serge Gainsbourg já era um cantor consagrado na França, nos anos 60, quando realizou seu primeiro longa. “Je T?aime Moi Non Plus” foi também o nome de seu maior sucesso musical. Nesse filme, onde ainda trabalha como ator, ele interpreta Stan, um roteirista que conheceu o sucesso no passado. Agora, ele é um alcoólatra com tendências suicidas. Seu relacionamento com a filha é passional e conflituoso, pois ela acredita que ele é o culpado pela morte da mãe num acidente de carro.

Diretor  Serge Gainsbourg
Roteiro  Serge Gainsbourg
Fotografia  Willy Kurant
Montagem  Babeth Si Ramdane
Música  Serge Gainsbourg
Elenco  Chalotte Gainsbourg, Serge Gainsbourg, Roland Bertin, Roland Dubillard, Anne Zamberlan
Frases famosas de Serge Gainsbourg:
  • “É ilegal o que eu faço, mas eu vou fazer de qualquer jeito”
C’est illégal ce que je vais faire mais je vais le faire quand même
em 11 de março de 1984, queimando uma nota de 500 francos; 7 sur 7, TF1, 1984
  • “A feiúra é superir à beleza porque a feiúra permanece”.
La laideur a ceci de supérieur à la beauté c’est qu’elle dure.
citado em “Serge Gainsbourg, le maître chanteur‎” – Página 114, Christian Cazalot, Éric Cazalot – Express Éd., 2004 
Sites sobre Gainsbourg:
http://www.sergegainsbourg.com/
http://www.wfmu.org/~bart/sg.html
http://www.sergegainsbourg.com.fr/

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