Invent


Benjamin Lacombe

Autor e ilustrador francês nascido em Paris em 12 de Julho de 1982, é um dos principais representantes da nova ilustração francesa. Em 2001, ingressou na Escola Nacional de Artes Decorativas de Paris (ENSAD), onde ele segue formação artística.

Durante seus estudos, ele trabalhou em publicidade e animação; em seguida, aos 19 anos, sua primeira  bande dessinée e alguns outros livros ilustrados … Seu projeto de  graduação , Cerise Griotte,  inteiramente escrito e ilustrado por ele, é seu primeiro livro infantil , editado pela Editions du Seuil em março de 2006. Foi publicado no ano seguinte pela Walker Books (EUA) e foi selecionado pela prestigiada revista semanal Time como um dos dez melhores livros infantis de 2007 nos Estados Unidos.

Desde então Benjamin Lacombe escreveu e ilustrou mais de vinte livros, alguns dos quais foram traduzidos em várias línguas e faz o maior sucesso em todo o mundo.

Livros como Les Amants Papillons, Généalogie d’une Sorcière, La Mélodie des Tuyaux, Il était une fois…., Les Contes macabres ou encore, L’Herbier des Fées. Ele expõe regularmente o seu trabalho em galerias e  trabalha em particular com Ad Hoc Art (Nova York), Dorothy Circus (Roma), Maruzen (Tokyo), Núcleo (Los Angeles) e Daniel Maghen Gallery (Paris).

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Fontes:

http://www.benjaminlacombe.com/home_f.html

 

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Art Saint Germain des Prés 2016 – ” Côté coeur, côté raison “

A Art Saint-Germain-des-Près acontece do dia 30 de maio a 5 de junho de 2016 em cinquenta galerias do bairro, para uma apresentação dos artistas em voga.

Durante 7 dias, o bairro de Saint-Germain des Près, ganha vida em suas galerias com uma apresentação coletiva de artistas populares, permitindo aos visitantes um parecer sobre os trabalhos apresentados, cujo valor não depende de tendências.
Art Saint-Germain-des-Près celebra sua 17ª edição: o encontro permite então aos jovens colecionadores ou compradores sofisticados receber experiência dos especialistas e amantes da arte em três áreas diferentes – Arte Moderna e contemporânea, tribal e arqueológica, bem como a arte decorativa e design!

Saint Germain des Prés fica no 6eme arrondissement, na margem esquerda do Sena, e é um bairro bastante movimentado e animado.

Poucos bairros de Paris têm um passado tão rico como St Germain des Prés. Sua igreja histórica, seus cafés e boutiques da moda, cinemas e livrarias, dão a esse bairro uma aura particular.É aonde encontramos os cafés e restaurantes famosos como Les Deux Magots, Café de Flore, Brasserie Lipp e Le Procope.
No século XX ele se transformou em um dos locais mais procurados da vida intelectual e artística da cidade, e, por consequência, o bairro da moda.

A abertura coletiva do evento irá visitar as galerias participantes durante a noite, com melodias de jazz e uma atmosfera agradável, enquanto que o dia de domingo terá suas galerias abertas no período da tarde para apresentar de uma maneira descontraída suas obras aos parisienses que não têm tempo para se dedicar a sua paixão durante a semana.

La Galerie Les Yeux Fertiles, crée en 2001

Galerie Downtown 18/33 rue de Seine – 75006 Paris

 

Galerie Etienne de Causans est situé au 25 Rue de Seine à Paris 6ème.

Para ter a lista dos participantes é só clicar aqui .

Art Saint-Germain-des-Prés, association créée il y a près de 20 ans regroupe, dans le périmètre historique de Saint-Germain-des-Prés, les galeries parmi les plus actives dans les domaines de l’art moderne et contemporain, l’art tribal et l’archéologie, le design et les arts décoratifs. Cette année, Art Saint-Germain-des-Prés a fondé avec D’Days, Carré Rive Gauche et Nocturne Rive Droite, « 7 jours à Paris » ; 400 marchands et lieux d’exposition mettent en commun leurs énergies et regroupent leurs animations pendant une même semaine, du 30 mai au 5 juin, tout en gardant leurs spécificités, leurs vernissages et leurs parcours.

Dans un marché de l’art où l’on parle trop souvent de chiffres et de records, Art Saint- Germain-des-Prés souhaite montrer que l’art est aussi une affaire de coeur, d’émotion, de découverte et de partage. Ainsi la thématique de cette édition « Côté coeur, côté raison » sera soutenue par un partenariat original avec l’UNICEF ; chaque galeriste participant proposera en effet à ses clients de verser une partie du montant de ses achats à l’UNICEF-France.

Fontes:

http://artsaintgermaindespres.com/evenement/

http://www.comite-saint-germain.com/les-rdv-du-6eme/

http://www.cristinamello.com.br/?p=33259

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Star Wars,a exposição contra-ataca na Galeria Sakura

Expo Star Wars - "L'expo contre attaque"

Star Wars, l’expo contre-attaque à la Galerie Sakurama

Galeria Sakura, em Paris, realiza até dia 15 de janeiro de 2016, uma exposição dedicada aos fãs da saga de George Lucas com 150 obras originais, como ilustrações, esculturas e fotografias de 35 artistas do mundo todo, intitulada L’Expo Contre Attaque.

L’Expo Contre Attaque – Star Wars (Galerie Sakura)

O acervo da mostra contará com a presença de trabalhos de nomes como Travis DurdenSacha GoldbergerHyperactive StudioDavid EgerVesa Lehtimäki e outros, que, para delírio da comunidade geek, poderão ser comprados em impressões. Para completar a programação, a galeria convidou 13 artistas de rua para criarem releituras do célebre capacete Stormtrooper, entre eles Kashink e Chanoir.

 

Star Wars – l’expo Contre Attaque-exposition – Galerie Sakura

A exposição é gratuita e você pode ver uma prévia dessa já histórica exposição no site da Galeria Sakura e nas imagens abaixo.

Dark Vador brandissant son sabre laser au-dessus de la tête de Staline.

La Galerie Sakura accueille une expo Star Wars qui aborde le street art et d’autres médiums. © David Eger courtesy galerie Sakura

A Galerie Sakura reúne artistas de rua, escultores, ilustradores e fotógrafos . A‘expo contre-attaque nos revela o lado artístico da Força com mais de 150 obras inéditas.

Expo Star Wars Galerie Sakura Paris

Daniel Picard

Expo Star Wars Galerie Sakura Paris

Vesa Lehtimäki courtesy galerie Sakura

Expo Star Wars Galerie Sakura Paris

Stephen Hollingsworth.

À partir du 10 octobre et pendant quatre mois, la Galerie Sakura accueille L’expo contre-attaque avec 230 mètres carrés consacrés à Star Wars. À quelques mois de la sortie du septième volet de la saga, la galerie innove en mettant en avant le street art avec 12 artistes qui réinterprètent les casques des Stormtroopers. RetrouvezAlbenAliChanoirCombiJohanne8KashinkMadame MoustacheNosbéPimaxSixoSmoh ou encore Tetar à travers une interprétation contemporaine du mythe. À leurs cotés, une trentaine d’artistes ont participé à cettenouvelle expo Star Wars avec des réalisations créatives et surprenantes : des totems de 2,50 mètres à l’effigie de Dark Vador présentés par l’artiste Alexandre Nicolas se mêlent au casque de Stormtrooper de 5000 cristaux Swarovski réalisé par Travis Durden. Alors fan de Star Wars ou amateur d’art, laissez-vous tenter par cette ambiance galactique !

Galerie Sakura Marais - galerie d’art

L’expo contre-attaque Star Wars
 

Informações práticas

Quando: De 10 de outubro de 2015 até 15 de janeiro de 2016

Horário : de terça à sexta de 12h à 20h, os sábados e domingos de 11h à 20h

Preço : Entrada livre e gratuita

Local : Galerie Sakura

Endereço: 21, rue du Bourg TibourgVille : Paris 75004

Metro/Transporte : Cour Saint-Émilion  

Fontes:

http://www.parisbouge.com/mag/articles/expo-star-wars-a-la-galerie-sakura-le-street-art-contre-attaque-2380

http://www.sortiraparis.com/arts-culture/exposition/guides/56800-les-expositions-de-novembre-2015-a-paris#dcFUTrul6MIrEuTq.99

http://www.parisetudiant.com/etudiant/sortie/expo-star-wars-l-expo-contre-attaque.html

http://www.hypeness.com.br/2015/09/exposicao-reune-150-obras-de-artistas-de-todo-mundo-em-homenagem-a-saga-star-wars/

http://unedemoiselleaparis.blogspot.com.br/2015/11/exposition-star-wars-lexpo-contre-attaque-galerie-sakura.html

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Exposição Splendeurs et misères – Images de la prostitution en France (1850-1910) no Musée d’Orsay

Splendeurs et misères – Images de la prostitution (1850-1910) : Affiche

Primeiro grande evento dedicado ao tema da prostituição , esta exposição no Museu d’Orsay tenta rastrear o modo como os artistas franceses e estrangeiros , fascinados por atores e locais deste fato social , continuaram a procurar novos meios pictóricos para representar realidades e fantasias.

De Olympia de Manet  ao L’ Absinthe de  Degas , incursões em bordéis de Toulouse -Lautrec e Munch , com figuras audaciosas de Vlaminck , Van Dongen e Picasso , a exposição tem como objetivo mostrar a centralidade deste mundo obscuro no desenvolvimento da pintura moderna. O fenômeno é apreendido em suas dimensões sociais e culturais através da pintura de  Salon  , escultura, artes decorativas e fotografia.  Um  rico material documentário pode finalmente evocar o status ambivalente das prostitutas , do esplendor das demi-mondaines à la misère des “pierreuses”.

Exposition Splendeurs et Misères – Musée d’Orsay

 

Olympia (1863), d'Edouard Manet. 

Édouard Manet, Olympia, 1863, Huile sur toile, 130 x 190 cm.© Musée d’Orsay, Dist. RMN-Grand Palais / Patrice Schmidt

Splendeurs et misères - Musée d’Orsay

Edgar Degas, Dans un café (L’absinthe), 1873Huile sur toile© RMN-Grand Palais (Musée d’Orsay) — Photo © Hervé Lewandowsk

” Même si le racolage s’effectue dans les rues comme le montre le magnifique tableau « La blanchisseuse » de Pascal Dagnan-Bouveret 1880, c’est surtout dans les cafés et les brasseries que ces « fleurs du mal » s’offrent. Comment les reconnaît-on ? Toute simplement parce qu’elles s’y rendent seules dans ces lieux, alors qu’une honnête femme se fera toujours accompagnée. “

“ « La brasserie » de Jean Béraud, 1882 montre comment ces belles passent du bon temps avec les messieurs dans ces lieux de bouches. L’affluence a lieu surtout à l’heure de l’absinthe les après-midi.  Ce n’est qu’à partir de 1804 que la prostitution était réglementée en France avec l’émergence des maisons closes peints par Toulouse Lautrec et Munch. L’exposition très riche en peinture, photos, films coquins. Elle nous parle aussi du succès de quelques « grandes horizontales » qui ont réussi à percer dans la haute société, entretenues par des riches messieurs ! “

Rolla, Henri Gervex, 1878.

Splendeurs et misères : La Prostitution en France (1850-1910)

Jean Béraud, L’Attente, 1880, Huile sur toile, 56 x 39,5 cm.© RMN-Grand Palais (Musée d’Orsay) / Franck Raux

Giovanni Boldini, Scène de fête au Moulin Rouge, vers 1889, Huile sur toile, 96,5 x 104,4 cm.© Musée d’Orsay, Dist. RMN-Grand Palais / Patrice Schmidt

Edgar Degas, Ballet (L’Étoile), vers 1876, Pastel, 58,4 x 42 cm.

Edgar Degas, Femme nue, accroupie, vue de dos, 1876, Pastel sur monotype à l’encre noire sur papier, 16 x 12 cm.

© RMN-Grand Palais (Musée d’Orsay) / Hervé Lewandowski

Constantin Guys, Hommes attablés en compagnie de femmes légèrement vêtues, Recto, encre brune, lavis gris, plume, 19 x 26,5 cm.

© RMN-Grand Palais (Musée d’Orsay) / Christian Jean

Henri de Toulouse Lautrec, Femme tirant son bas, 1894, Huile sur toile, 58 x 46 cm.© RMN-Grand Palais (musée d’Orsay) / Hervé Lewandowski

Henri de Toulouse Lautrec, Dans le lit, 1892, Huile sur carton marouflé sur bois parqueté, 53,5 x 70 cm.

Édouard Manet, La Serveuse de bocks, 1878-1879, Huile sur toile, 77 x 64,5 cm.© Musée d’Orsay, Dist. RMN-Grand Palais / Patrice Schmidt

Robert Carsen et l’exposition ‘’Splendeurs et misères.’’

Informações práticas:

Splendeurs et misères – Images de la prostitution en France (1850-1910)

Onde: Musée d’Orsay- Exposition temporaire - Acesso 1, rue de la Légion d’Honneur 75007 Paris- Entrada pelo átrio

Quando: 22 de  setembro de  2015 – 17 janeiro de 2016

Preço : 11 € – tarifa reduzida :8,50 €

Horário:
Terça-feira, quarta-feira, sexta-feira, sábado e domingo das 9h30 às 18h  Quinta-feira das 9h30 às 21h45
Transportes
Onibus : 24, 63, 68, 69, 73, 83, 84, 94
Metro :  Linha 12, estação Solférino RER Linha C, estação Musée d’Orsay
Vélib’ : Estação n.° 7007, 62 rue de Lille
Estacionamento: Louvre, Montalembert
Informações gerais www.musee‐orsay.fr +33 (0)1 40 49 48 14

Expo-Splendeurs et misères

Fontes:

http://www.musee-orsay.fr/fr/evenements/expositions/au-musee-dorsay/presentation-generale/article/splendeurs-et-miseres-42671.html?no_cache=1&tx_ttnews%5BbackPid%5D=643

http://www.parisetudiant.com/etudiant/sortie/splendeurs-et-miseres-images-de-la-prostitution-en-france-1850-1910.html

http://sortir.telerama.fr/evenements/expos/splendeurs-et-miseres-images-de-la-prostitution-en-france-(1850-1910),183430.php

http://positiveeatingpositiveliving.blogspot.com.br/2015/10/splendeurs-et-miseres-images-de-la.html

http://slash-paris.com/evenements/splendeurs-et-miseres-images-de-la-prostitution-en-france-1850-1910

http://www.offi.fr/expositions-musees/musee-dorsay-2897/splendeurs-et-miseres-images-de-la-prostitution-en-france-1850-1910-57589.html

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Alber Elbaz / Lanvin na Maison Européenne de la Photographie

Quando a marca é poderosa, sempre tem uma estória nova para contar, esse é o caso da Lanvin. Depois da belíssima exposição sobre o trabalho da Jeanne Lanvin no Palais Galliera, a Lanvin volta a cena na Maison Européenne de la Photographie desta vez falando do universo do diretor criativo Alber Elbaz.

A exposição “Alber Elbaz/Lanvin: Manifesteacontece de 9 de setembro até o dia 31 de outubro na Maison Européenne de la Photographie, em Paris e tem como principal objetivo apresentar o trabalho da maison antes, durante e depois de um desfile. Nela, Alber Elbaz, diretor criativo da marca, dá detalhes de seu dia a dia à frente da grife.

São 350 imagens que contam a história de desfiles, criação de Alber Elbaz, fabricação de roupas e acessórios, além de bastidores de campanhas, reunidas na exposição .

Uma mostra imperdível em homenagem a Lanvin.!!!

Minutos antes do desfile de verão 2013 (Foto: Reprodução/WWD)

Minutos antes do desfile de verão 2013 (Foto: Reprodução/WWD) © Katy Reiss

Katy Reiss e Sou Lai LANVIN
Um croqui de Alber Elbaz para o verão 2014 da grife (Foto: Reprodução/WWD)
Um croqui de Alber Elbaz para o verão 2014 da grife (Foto: Reprodução/WWD)
Os cliques  majestosos vêm de nomes como Sou Lai, Mark Leibowitz, James Bort, Juliette Da Cunha e Alex Koo.
Confira até 31 de outubro!
Backstage do desfile de inverno 2012, que comemorou os 10 anos de Elbaz à frente da grife (Foto: Reprodução/WWD)
Backstage do desfile de inverno 2012, que comemorou os 10 anos de Elbaz à frente da grife (Foto: Reprodução/WWD)
Geral do desfile masculino de inverno 2013. Foto: divulgação
Geral do desfile masculino de inverno 2013. Foto: divulgação
Ao longo das salas de exposição, a atmosfera do local busca mostrar o trabalho do estilista como um diálogo contínuo entre moda e fotografia. A Lanvin é simplesmente a mais antiga Maison de Couture parisiense ainda em atividade e, evidentemente, um pouco da sua história também é mostrada ali. Centenas de imagens assinadas por fotógrafos renomados transcrevem toda a paixão da marca pela moda ao longo do espaço. Em uma sala separada,  observamos peças expostas em manequins em pleno processo de criação acompanhados pelas fotografias.

 Must go para quem estiver na Cidade Luz durante o período de exibição.

 

 

Alber Elbaz/Lanvin, Manifeste » de 9 de setembro à 31 de outubro de 2015.

Maison européenne de la photographie

5-7, rue de Fourcy, Paris 4e.

Tél. : 01-44-78-75-00.

Está aberta ao público de quarta a domingo, das 11h às 19h45.

 

Exposition Alber Elbaz – Lanvin Manifeste

Fontes:
http://vogue.globo.com/lifestyle/noticia/2015/07/lanvin-em-fotografia-exposicao-conta-historia-da-grife-em-350-fotos.html
http://www.harpersbazaar.com.br/moda/lanvin-ganha-exposicao-no-paris-photo-museum/
http://www.deloox.com.br/posts/viagem-e-turismo/1216/Lanvin-ganha-exposicao-na-Maison-Europeenne-de-la-Photographie
http://www.parismechama.com/2015/09/09/lanvin-manifesto/
http://www.mep-fr.org/evenement/alber-elbaz-lanvin-manifeste/
http://www.lemonde.fr/m-styles/article/2015/09/08/alber-elbaz-par-l-image_4744382_4497319.html
http://www.mariandthecity.com/exposition-alber-elbaz-lanvin-manifeste/
http://ashadedviewonfashion.com/blog/maison-europeenne-de-la-photographie-paris-alber-elbazlanvin-manifeste-september-9-october-31

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“Beauté Congo ” – exposição na Fondation Cartier

Exposition Beauté Congo – 1926-2015 – Vongo Kitoko © Fondation Cartier pour l’art contemporain

Congo Kitoko, Beauté Congo em francês, é o título de uma exposição gigantesca que começou 11 de julho em Paris, na Fondation Cartier pour l’art contemporain. Gigantesca porque, pela primeira vez, 350 obras de uns 40 artistas todos vindos da  República Democrática do Congo estão expostas numa retrospectiva única. As obras são de 1926 à 2015. Pintores, mas também escultores, fotógrafos, maquetistas, caricaturistas e músicos serão homenageados durante 3 meses até 15 de novembro de 2015, para tentar dar  uma visão geral do dinamismo da cena artística do Congo ainda muito pouco conhecida.

L’art contemporain du Congo à l’honneur à la fondation Cartier – PARIS

Beauté Congo – 1926-2015 – Congo Kitoko – “Kitoko” par André Magnin – 2015

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Chéri Samba, «La vraie carte du monde», 2011 Acrylique et paillettes sur toile, 200 x 300 cm Collection Fondation Cartier pour l’art contemporain, Paris.

Pilipili Mulongoy, Sans titre, 1955 Gouache et huile sur papier, 46 x 53 cm Musée royal de l’Afrique centrale, Tervuren, H.O.1.744.

© Bela Sara | Bela Sara, série de scènes marines, 1954-1960

© Mode Muntu | Mode Muntu, Femmes en brousse, 1975

Agitando 90 anos de arte moderna e contemporânea no Congo, a exposição Beauté Congo , 1926-2015, Congo Kitoko na Fondation Cartier  mostra os artistas precursores e  populares que participaram na vitalidade de uma arte desconhecida na Europa. Se a riqueza cultural do país é geralmente percebida através de seus tesouros históricos e étnicos, a escolha de tal exposição lança luz sobre as muitas facetas da criação congolêsa. Pintura, escultura, fotografia ou caricaturas: a diversidade dos meios apresentados oferece aos visitantes uma exploração das técnicas  através das épocas e influências. Nós  encontramos uma série assinada JP Mika que honra o “dandismo à Africana”; pinturas políticas como “A criança soldado” de Chéri SambaLittle Kadogo, I am for Peace, That is Why I Like Weapons(2004)  -; e obras mais poéticas, tais como aquarelas e guaches de Lubaki e Pilipili Mulongoy.

Chéri Samba, mimant son personnage, devant son tableau Little Kadogo – I am for Peace, That is Why I Like Weapons, 2004

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Le peintre congolais Chéri Samba devant son tableau « Hommages aux anciens créateurs » (1999), exposé dans l’exposition « Beauté Congo », à la Fondation Cartier, Paris.

Chéri Samba, Amour & Pastèque, 1984 Huile sur toile, 79 x 89 cm Collection privée

Uma imersão total na arte da República Democrática do Congo, apoiada por instalações sonoras que difundem uma seleção musical de jazz, soul e rap; continuando até as Noites Nômades organizadas pela fundação, convidando artistas e personalidades a investir nos espaços da exposição. Viva e atraente.!!!!

“C’est la plus grande exposition sur l’art congolais jamais réalisée qui vient d’ouvrir ses portes jusqu’au 15 novembre. A Paris, à la très chic et très branchée Fondation Cartier, « Beauté Congo » réunit plus de 300 œuvres de presque un siècle et démontre la profondeur artistique et l’envergure historique d’un art moderne et contemporain qui a trouvé sa place au Congo dès les années 1920.”

Exposition Beauté Congo Fondation Cartier

P Mika, Mandela dignité pour l’Afrique (détail), 2014, huile et acrylique sur toile, 170 × 160 cm

JP Mika, Kiese na Kiese, 2014
Collection Pas-Chaudoir, Belgique © JP Mika

Steve Bandoma, Je suis jeune, série Cassius Clay, 2014
Collection de l’artiste © Steve Bandoma

Kiripi Katembo, Tenir, série Un regard, 2011
Collection de l’artiste © Kiripi Katembo

Chéri Samba, Oui, il faut réfléchir, 2014
Collection de l’artiste © Chéri Samba

Jean Depara, Untitled, c. 1955-65
Collection Revue Noire, Paris © Jean Depara

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Jean Depara. Sans titre (Moziki de Léopoldville), c. 1955-1965. Tirage gélatino–argentique d’époque, 10,5 x 15,5cm. Collection Alexis Fabry.

Ambroise Ngaimoko. Euphorie de deux jeunes gens qui se retrouvent, 1972. Tirage gélatino-argentique, 27 x 27 cm. Collection de l’artiste.

Jean Depara, Untitled (Moziki), c.1955-65
CAAC – The Pigozzi Collection, Geneva © Jean Depara

© Jean Depara | Jean Depara, Sans titre, 1955-1965

Mwenze Kibwanga, Untitled, 1954
Collection Pierre Loos, Bruxelles © Mwenze Kibwanga

Mode Muntu Kusaidia, l’entraide, 1980
Collection Michaël De Plaen © Mode Muntu

Antoinette Lubaki, Untiled, c.1929
Collection Pierre Loos, Bruxelles © Antoinette Lubaki

Albert Lubaki, Untitled, c. 1929
Collection privée et courtesy Galerie Loevenbruck, Paris © Albert Lubaki

© Albert Lubaki | Albert Lubaki, Sans titre, 1927

© Djilatendo | Série de Djilatendo

Exposition Beauté Congo Fondation Cartier

Vue d’exposition, œuvre de Cheik Ledy

Exposition Beauté Congo Fondation Cartier

JP Mika, détail de Top Sap (2011) et de Mopanzi Star (2011)

JP Mika, La Sape, 2014
© Pierre Bodo | Pierre Bodo, Afrique de demain, 2011
Monsengo Shula, Ata Ndele Mokili Ekobaluka, 2014
© Monsengo Shula | Monsengo Shula, Tôt ou tard le monde changera, 2014
© Chéri Samba | Chéri Samba, Oui, il faut réfléchir, 2014
© Chéri Chérin | Chéri Chérin, Parle menteurs des partis pourritiques, 2011
Chéri  Chérin- sape acrylique sur toile
Sylvestre Kaballa, Sans titre, c. 1950

Exposition Beauté Congo Fondation Cartier

Détail d’œuvre de Monsengo Shula

Exposition Beauté Congo Fondation Cartier

Bandes dessinées de Papa Mfumu’eto Ier

Exposition Beauté Congo Fondation Cartier

 Vue d’exposition

Exposition Beauté Congo Fondation Cartier

œuvre de Cheik Led

© Bodys Isek Kingelez | Bodys Isek Kingelez, Ville fantôme, 1996

© Bodys Isek Kingelez | Bodys Isek Kingelez, Ville fantôme, 1996

© Moke | Moke, Sans titre, 1974

© Moke | Moke, Kin Oyé, 1983

“Dans la jeune génération d’artistes congolais, certains poursuivent la tradition des peintres populaires tout en développant leur propre technique. Formé par Chéri Chérin, JP Mika peint, par exemple, ses portraits directement sur des tissus achetés au marché. Mais ce qui réunit tous ces artistes nés autour de 1980, c’est leur passion pour l’environnement urbain ainsi que pour les sujets liés à l’Histoire, aux événements politiques du pays, à la mémoire collective.

Pathy Tshindele fait des œuvres très différentes, dont certaines se rapprochent du graffiti. Sammy Baloji confronte l’histoire coloniale à l’histoire contemporaine en juxtaposant des photos d’indigènes du Katanga prises à la fin du XIXe lors d’expéditions belges avec des aquarelles d’aujourd’hui. Kiripi Katembo photographie, quant à lui, Kinshasa à travers ses flaques d’eau.

L’exposition ‘Beauté Congo’ est une sorte de miroir du Congo. À travers toutes ces œuvres qui parlent de l’époque coloniale, de la rue, de politique, on découvre les différentes facettes du pays. Mais l’art congolais a une telle diversité que rien ne relie vraiment le tout. À part peut-être sa vivacité.”

© Pathy Tshindele | Pathy Tshindele, Sans titre, 2009

© Sammy Boloji | Sammy Boloji, Groupe d’hommes Warua, 2011

© Kiripi Katembo | Kiripi Katembo, Subir, série Un Regard, 2011

Fondation Cartier pour l’art contemporain | Beauté Congo / 1926-2015 / Congo Kitoko

L’exposition Beauté Congo, 1926-2015, Congo Kitoko

de 11 de julho à 15 de novembro de 2015

Fondation Cartier pour l’art contemporain,

261 boulevard Raspail, 75014 Paris.

Preço : 10,50€.

Fontes:

http://fondation.cartier.com/#/en/art-contemporain/26/exhibitions/1771/now-on/1789/beaute-congo/

http://www.rfi.fr/afrique/20150712-beaute-congo-art-congolais-creativite-unique-afrique-cartier-fondation/?

http://www.rfi.fr/emission/20150709-exposition-kitoko-fondation-cartier-kinshasa-artistes-samba-mika

http://www.parisbouge.com/mag/articles/pourquoi-vous-irez-voir-lexpo-beaute-congo-a-la-fondation-cartier-2308

http://www.jeuneafrique.com/244796/culture/lart-congolais-devoile-fondation-cartier-lexposition-beaute-congo-1926-2015-congo-kitoko/

http://www.france24.com/fr/20150709-exposition-art-congolais-fondation-cartier-peinture-cheri-samba-cherin-lubaki-beaute-congo-rdc

http://24hcongo.com/actualites/la-une/beaute-congo-1926-2015-lart-congolais-devoile-par-la-fondation-cartier/

http://www.lemonde.fr/afrique/article/2015/07/10/andre-magnin-a-propos-de-l-exposition-beaute-congo-kinshasa-etait-un-centre-d-art-a-ciel-ouvert_4678612_3212.html

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Barbapapa

Barbapapa, personagem de desenho animadoo, foi criado  em Paris. Foto: Reprodução Cartão  Posrtal

Fruto de uma história romântica, Barbapapa, personagem célebre de histórias em quadrinhos e desenho animado, nasceu em Paris há 45 anos. Mais precisamente no belo e inspirador Jardin du Luxembourg. Nos anos 1970, seus criadores, o casal formado pela arquiteta francesa Annette Tison, e o professor americano de matemática Talus Taylor,passeava pelas alamedas do jardim quando Taylor, que ainda não dominava a língua francesa, ouviu uma criança de uns três anos balbuciar algo que ele achou sonoramente engraçado “barbapapa”.

Taylor perguntou à mulher do que se tratava. Anne, como era carinhosamente chamada pelo marido,  lhe explicou que a criança pedia um doce, feito somente de açúcar e anilina, colorido e geralmente em tom rosa: o algodão-doce. A guloseima na França tem o nome de “barbe-à-papa”, que numa tradução literal, significa “barba do papai”.

O americano achou aquilo ainda mais engraçado. O passeio acabou e o casal sentou-se em um bistrô. Ali Annette então desenhou, em um guardanapo, o formato do que seria um algodão-doce e deu para Taylor, que, para completar a brincadeira, colocou um par de olhos, boca e nariz.

A criação do Barbapapa é fruto de uma romântica história passada no Jardin de Luxembourg, em Paris. Foto: Reprodução  do site oficial

anim barbapapa

Talus Taylor e Annette Tison, em Paris em 1982
 Annette Tison e Talus Taylor, casal criou o Barbapapa há 45 anos, inspirados por um passeio em Paris.Foto: Reprodução do Canal de TV Euronews

Ali nascia o simpático Barbapapa, meio sem forma, mas isso pouco importava, afinal, ele poderia se transformar em qualquer coisa e essa seria a maior graça do personagem e de sua família, formada por sua mulher, Barbamama, os “barbabebês” - sete filhos que no Brasil ganharam os nomes de Barbabela, Barbacuca,Barbalala, Barbaclic, Barbaforte, Barbatinta e Barbazoo - e mais a cachorrinha Lolita.

Os  personagens da  família Barbapapa, criados em Paris por talus Taylore Annette Tisn. Foto: Reprodução site

PERSONAGENS

§ Barbapapa: É o pai da família. Tem a cor rosa.

§ Barbamama: A mãe da família. Tem a cor preta e sempre ostenta flores na cabeça, como todas as “garotas” da família.

§ Barbabela: (Barbabelle,(em inglês)/(em francês)) A mais vaidosa, sempre preocupada com a aparência. Tem a cor lilás.

§ Barbaclic: (Barbabright(em inglês)/Barbibou(em francês)) Extremamente curioso, gosta de ciências. É azul.

§ Barbacuca: (Barbalib(em inglês)/Barbotine(em francês)) É estudiosa e gosta de livro. Tem a cor laranja.

§ Barbalala: Gosta de música. Tem a cor verde.

§ Barbaploc: (Barbabravo(em inglês)/Barbidur(em francês)) É o esportista da família e gosta de bancar o detetive. Tem a cor vermelha.

§ Barbatinta: (Barbabeau(em inglês)/Barbotine(em francês)) Gosta de pintura. É preto e o único barbapapa com pêlos.

§ Barbazoo: É o amigo dos animais e plantas. Tem a cor amarela.

 

La famille Barbapapa, au grand complet.

  As histórias do gentil gigante rosa e sua família foram publicadas em francês pela primeira vez no “L´École des loisirs”, depois, ganharam as páginas do “Éditions du Dragon d’Or” e tornaram-se um fenômeno. Chamada de Barbafamília, as aventuras destes personagens simpáticos e ecológicos à frente do tempo, foram traduzidas para mais de 30 línguas diferentes e fizeram sucesso em centenas de países ao redor do mundo.

No Brasil, quem foi criança na década de 1970 provavelmente sabe disso. Difícil encontrar alguém entre 45 e 50 anos que não se lembre com carinho do desenho animado da Família Barbapapa, transmitidos pela TV durante  o programa Globinho Supercolorido, apresentado pela jornalista Paula Saldanha.

Cada personagem tem uma cor e uma habilidade. Eles podiam assumir vária formas.

Abertura do desenho:

Depois, a Família Barbapapa caiu um pouco no esquecimento no Brasil.  Mas  em Paris até hoje os Barbapapas  enfeitam os objetos decorativos infantis, que também agradam aos adultos nostálgicos. Algo parecido com a nossa Turma da Mônica, do Maurício de Souza, personagens que até hoje agradam às crianças e ainda despertam o carinho dos adultos.

 

Bouteilles de sirop Barbapapa

Barbapapa

Em 19 de maio foi aniversário de 45 anos da primeira publicação das histórias do Barbapapa e os personagens viraram doodle da página de buscas do Google.

 

45º aniversário da criação do Barbapapa

No dia 19 de maio de 2015 a família Barbapapa virou doodle no Google. Foto: Reprodução Google

 Mas seu criador não chegou a ver as homenagens. Talus Taylor morreu em fevereiro deste ano, deixando sua esposa e parceira de criação e o legado dos imortais e queridos personagens parisienses.

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Talus Taylor était le créateur avec sa femme Annette Tison, de la série des Barbapapa, il avait imaginé ce gentil géant rose transformable à volonté en 1970.

Les Barbapapa pleurent la mort de l’un de leurs créateurs

uma homenagem original

Dessin hommage de Joann Sfar à Talus Taylor, le cocréateur avec Annette Tyson de Barbapapa.

l’auteur de BD Joann Sfar a lui aussi réagi en postant un dessin très émouvant

 

fontes:

http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Barbapapa

http://www.metronews.fr/culture/talus-taylor-le-papa-des-barbapapa-est-mort/mocb!wOftroDFnHSQ/

http://devoltaaosanos80.blogspot.com.br/2011/02/desenhos-antigos-da-tv-globinho.html

http://www.lefigaro.fr/bd/2015/03/01/03014-20150301ARTFIG00173-barbapapa-pleure-la-mort-de-l-un-de-ses-createurs.php

http://iwong.tripod.com/Barbpict.htm

http://www.rickstv.com/tvo/barbapapa.html

http://www.meltybuzz.fr/mort-de-talus-taylor-les-dessins-hommage-au-pere-de-barbapapa-a386664.

http://www.cmjornal.xl.pt/mais_cm/obituario/detalhe/talus_taylor_1933_2015.html

http://www.iconovox.com/blog/2015/02/22/mort-de-talus-taylor-papa-des-barbapapa/

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Un très beau “Petit Prince” – O pequeno príncipe’ ganha animação com diretor Mark Osborne

A adaptação no cinema do livro de Saint-Exupéry foi projetado em Cannes dia 22 de maio. É a ocasião para redescobrir uma história que atravessa as gerações.

Prochainement : Sortie du film « Le Petit Prince » au cinéma

Cena da animação ‘O pequeno príncipe’, apresentada em Cannes, é a primeira vez em que o livro de Saint-Exupéry ganha versão neste formato (Foto: Divulgação)

O diretor Mark Osborne, que codirigiu “Kung fu panda” (2008) e “Bob Esponja: O filme” (2004), apresentou  em Cannes sua visão particular de “O pequeno príncipe”, que dá nova dimensão ao conto filosófico de Saint-Exupéry, mas preservando sua mensagem universal.

Pela primeira vez, o conto chega aos cinemas como uma animação.

Depois de muito refletir, o diretor americano acabou por encontrar a solução para adaptar ao cinema este ícone da literatura, um dos livros mais traduzidos no mundo, sem trair a obra.

Ele inventa uma história ao redor do conto e decide que o aviador sobrevive para contar sua história.

Já senhor de idade, ele passa seu tempo a observar as estrelas com seu telescópio. Uma noite, ele percebe sua pequena vizinha estudar em seu quarto e a envia um avião de papel no qual escreve as primeiras linhas de uma história.

A obra original de Saint-Exupéry é “difícil de adaptar, ela é íntima e frágil e a inteligência de Mark Osborne foi inserir o romance em uma história mais ampla”, explicou Dmitri Rassam, o coprodutor francês do filme com Anton Soumache.

Curiosa e estudiosa, a menina se esforça para responder às expectativas de sua mãe, mas está inquieta com a ideia de crescer.

Uma comovente amizade nasce entre ela e o aviador que, a cada dia, conta um novo episódio da vida do Pequeno Príncipe, este jovem menino loiro de echarpe ao vento que ele encontrou há muito tempo no deserto quando seu avião quebrou.

A cada página, o olhar da menina sobre a vida muda. E também ao longo dos encontros que o Pequeno Príncipe teve durante sua vida, como a Raposa e a Rosa.

Grandes atores concordaram em emprestar suas vozes aos diferentes personagens nas versões em inglês e francês do filme, como Jeff Bridges, Benicio del Toro, Marion Cotillard (a Rosa em ambos os idiomas), Vincent Cassel (Raposa) e André Dussollier que interpreta o aviador.

“Esta é uma tremenda alegoria sobre nossa infância e o desejo de que ela não desapareça”, explica André Dussolier.

A ideia do filme, que custou 57 milhões de euros, surgiu há 10 anos na cabeça de Dmitri Rassam, que levou mais cinco anos para concluir o projeto.

O tempo foi necessário para convencer o diretor, assim como os descendentes de Saint-Exupéry, e solucionar a questão dos direitos legais do romance.

“É realmente uma obra universal”.

“O filme encontrou um eco muito forte, como o livro que meus pais liam para mim quando eu era pequeno”, diz o coprodutor de 33 anos, que é filho de Jean-Pierre Rassam, também produtor de cinema (falecido em 1985) e da atriz Carole Bouquet.

Quase 250 pessoas trabalharam no filme para o qual foram utilizadas duas técnicas de animação: as imagens em 3D produzidas por computação gráfica e “stop motion”, onde pequenas figuras de papel são filmadas e animadas quadro a quadro.

Uma técnica mais tradicional que permite permanecer fiel ao texto de Saint-Exupery e próximo de seu desenho, segundo os produtores do filme.

Apresentado fora de competição no Festival de Cannes, o filme chegará aos cinemas brasileiros em 20 de agosto.

 

Poético, tocante, eterno : “Le Petit prince”, célebre conto escrito em 1943 por Antoine de Saint-Exupéry,  sempre tocou muito o público. Sua adaptação ao cinema foi um acontecimento no  Festival de Cannes.

Le Petit Prince

A  história é sobre uma menina educada por uma mãe rigorosa . Um dia , a criança se aventurou no jardim do seu vizinho, um homem velho que parece  a um certo Saint- Exupéry . O homem vai descobrir para menina a história do pequeno príncipe .

Une avant-premère du Petit Prince pour vos élèves

 

“Les moments les plus forts du livre”

Os cabelos loiros, a echarpe voando ao vento e as famosa réplicas do pequeno príncipe , com certeza estão no filme. “Eu queria mostrar os destaques do livro, o que as pessoas realmente tiram desta história. Eu pensei que a melhor maneira de fazê-lo era através de uma menina cuja vida é transformada pelo pequeno príncipe ” , disse o diretor  Mark Osborne .

Le Petit Prince - France
Réalisé par Mark Osborne – Avec Rachel McAdams, James Franco, Benicio Del Toro…


C’est l’histoire d’une histoire. C’est l’histoire d’une petite fille, intrépide et curieuse, qui vit dans un monde d’adultes. C’est l’histoire d’un aviateur, excentrique et facétieux, qui n’a jamais vraiment grandi. C’est l’histoire du Petit Prince qui va les réunir dans une aventure extraordinaire.

 

 

Fontes:

http://www.lepetitprince.com/2015/04/la-bande-annonce-du-film-du-petit-prince-en

http://culturebox.francetvinfo.fr/festival-de-cannes/hors-competition-0/cannes-2015-un-tres-beau-petit-prince-inattendu-220152

http://www.francetvinfo.fr/culture/cinema/festival-de-cannes/festival-de-cannes-le-petit-prince-raconte-sur-la-croisette_916599.html

http://sarasogna.eklablog.com/une-avant-premere-du-petit-prince-pour-vos-eleves-a116903562

http://www.lefilmfrancais.com/cinema/122848/le-petit-prince-snexpose-arludik

http://www.rtl.fr/culture/arts-spectacles/le-petit-prince-la-belle-aventure-de-saint-exupery-arrive-au-cinema-7775796141

http://www.ecranlarge.com/films/news/933443-le-petit-prince-tout-ce-qu-il-faut-savoir-sur-le-film-d-animation-de-2015

http://www.cheeky.fr/blog/2014/12/08/le-petit-prince-bande-annonce/

http://www.allocine.fr/diaporamas/cinema/diaporama-18641925/8

http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2015/05/o-pequeno-principe-ganha-animacao-do-mesmo-diretor-de-kung-fu-panda.html

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Exposição Fiber Futures, Les explorateurs de la création textile au Japon. na Maison de la culture du Japon em Paris

Acontece até 11 julho, na Maison de la culture du Japon em Paris, uma bela exposição: Fiber FuturesLes explorateurs de la création textile au Japon.

W-Orbit, Akio Hamatani, 2010 Courtesy of the artist & Maison de la culture du Japon à Paris

Uma ótima ocasião para conhecer a qualidade e a vitalidade de artistas japoneses que utilizam o fio de seda, assim como fibras sintéticas, na criação de suas obras.

Esta exposição revela as últimas tendências  no Japão da arte da fibra  e permite descobrir o trabalho de 30 artistas japoneses. Inspirados pela flexibilidade e textura das fibras , eles tentam conexões inéditas entre tecelagem e arte contemporânea , e abolem as fronteiras entre arte, artesanato e design e transformam fibras naturais e artificiais em tecidos incríveis , esculturas e instalações.

Kyôko Kumai : Temps, 2011. Fil d’acier inoxydable, couture. 100 cm x 300 x 300. Kyôko Kumai / Fiber Futures.

Hitomi Nagai : Birth, 2011. Coton, nid d'abaille, tissage plat, couture. 175 cm x 110 x 28. Hitomi Nagai / Fiber Fu(tures.

Hitomi Nagai : Birth, 2011. Coton, nid d’abaille, tissage plat, couture. 175 cm x 110 x 28. Hitomi Nagai / Fiber Fu(tures.

Yasuko Iyanaga  *Umi kara no okurimono: Air, X [A Gift from theSea: Air, X]*, 2010. Spun silk and wire; tie-dyeing. 51 1/8 × 51 1/8 × 195/8 in. (130 × 130 × 50 cm). Courtesy of the artist.

Fuminori OnoFeel the Wind, 2010
Pâte chimique, teintures chimiques, fini de polyuréthane 250 x 350 cm
Photo : Mareo Suemasa

 Shigeo Kubota : Shape of red 1, 2009. Fil de pêche, sisal, ramie. 220 cm x 190 x 190. Shigeo Kubota / Fiber Futures.

Kyôko Ibe, Hogosho
2009 Papier ancien recyclé 178 x 452 cm

Jun’ichi Arai : Rideau de magasin ininflammable (or), 2005. 360 cm x 360. Film de sulfure de polyphénilène (PPS), aluminium déposé sous vide. Photo Mareo Suemasa.

Hisako Sekijima
Volúmen que tiene estructura II, #546 (número 546)
Corteza de nogal, bambú okamezasa, Cestería.
23 x 32 x 26 cm

Emiko NakanoTsuranaru (Alignement) : lettres cambodgiennes, 2009
Papier japonais, soie, feuille d’argent 170 x 280 x 5 cm
Tomoko Arakawa : Prière pour le temps, 2010. Acier inoxydable, pigments, plaque de cuivre. 200 cm x 120 x 30. Tomoko Arakawa / Fiber Futures.

Tomoko Arakawa : Prière pour le temps, 2010. Acier inoxydable, pigments, plaque de cuivre. 200 cm x 120 x 30. Tomoko Arakawa / Fiber Futures.

A arte têxtil é recente, as primeiras obras apareceram nos anos 60. Hoje, vários artistas incluíram o têxtil dentro de suas criações. O Japão, com sua longa tradição de criações em tecidos, da poesia e da delicadeza, é o primeiro nesse movimento artístico, vem crescendo e ganhando vários adeptos.

Surpreendente, inovadora, zen!

Shigeo Kubota : Shape of Red 1(détail), 2009. Fil de pêche, sisal, ramie. 220 cm x 190 x 190.
L’expo Fiber Futures, les explorateurs de la création textile au Japon  exprime les dernières tendances en matière de fiber art. La Maison du Japon présente les œuvres d’une trentaine d’artistes qui ont su renouvelé l’art textile.
Reconnus internationalement ou talents émergents, ces artistes japonais exploitent les possibilités infinies offertes par les fibres qu’ils transforment en étoffes, sculptures et installations. D’emblée, l’on est interpellé par la créativité et l’intuition de ces artistes qui s’inspirent autant de techniques traditionnelles que des procédés récents de tissage ou de teinture. Au-delà de l’unicité de chaque œuvre, l’on est séduit – entre architecture secrète et jeu de formes et matières – par l’harmonie qui se dégage de l’ensemble. 
Dans son travail, Hiroko Watanabe privilégie une esthétique des caractères calligraphiques. Pour ses sculptures aériennes, Naoko Serino se sert de fibres naturelles, en l’occurrence de jute. Utilisant aussi bien des fils de soie, de lin et de coton, que des fibres synthétiques et métalliques, des écorces de bois ou du papierwashi, ces artistes présentent des œuvres imprégnées de modernité et de poésie. A la fois atypique et familière, l’œuvre d’art flotte ici quelque part entre design et artisanat. Au final, cette petite expo se révèle très intéressante, offrant l’opportunité de découvrir les créations particulièrement novatrices d’artistes japonais contemporains. 

Expo Fiber Futures,  les explorateurs de la création textile au Japon
Maison de la culture du Japon (2e étage)
101 bis, quai Branly 
Paris 15e 
horários : de terça à sábado de 12 h à 19 h ; quinta até 20 h. 
Fechado nos feriados 
Entrada livre 

Até 11/07/2015

 

 

Fontes:

http://www.mcjp.fr/francais/expositions/fiber-futures-les-explorateurs-de-la-creation-textile-au-japon/fiber-futures-les-explorateurs-de-la-creation-textile-au-japon

http://lulacerda.ig.com.br/paris-por-paulo-pereira-67

http://slash-paris.com/evenements/fiber-futures-les-explorateurs-de-la-creation-textile-au-japon

http://www.arts-appliques.ac-versailles.fr/spip.php?

http://blogdephaco.blogspot.com.br/2015/05/expo-fiber-futures-les-explorateurs-de.html

http://culturebox.francetvinfo.fr/le-blog-de-thierry-hay/2015/05/12/fiber-art-a-la-maison-du-japon-delicatesse-et-dynamisme.html

http://defilenarchive.com/2015/05/fiber-futures-tradition-et-modernite-japonaise/

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Lundi de Pentecôte (Pentecostes) feriado na França.

Hoje segunda é feriado, lundi de Pentecôte (Pentecostes).

 E como não poderia deixar de ser, existe um bolo para a ocasião o colombier de la Pentecôte (fotos) a base de amendoas. A tradição do bolo esta praticamente esquecida, são poucos os lugares que ainda o fazem. Em alguns lugares, nas tradicionais chocolaterias e docerias eles ainda preservam a tradição.

 

gâteau porte-bonheur

Gâteau Porte-Bonheur de la Pentecôte ou Colombier

À noter que le gâteau dit « Le Colombier » est une marque déposée par le syndicat des pâtissiers, confiseurs et chocolatiers de Marseille le 11 avril 1904. Cependant dans la version Marseillaise le gâteau est aux amandes et au melon, coloré au sirop d’abricot et parfumé au kirsch.

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http://1-ps.googleusercontent.com/x/www.paperblog.fr/media.paperblog.fr/i/324/3247453/colombier-pentecote-L-cIFQ6P.jpeg.pagespeed.ce.7KYPxE_seb.jpg

D’abord pour mettre l’eau à la bouche des gourmands, sachez qu’il est fait à base d’amandes et de melon,  et puis on lit ici ou là des variantes : couvert de sucre…ou nappé d’abricot, parfumé au kirsch et d’une façon générale à l’intérieur y est cachée une colombe.

Não poderia deixar vocês sem a historia do bolo em questão.

Sainte Genevieve, padroeira de Paris foi chamada para socorrer a cidade. Depois de um discurso caloroso para os Lutéciens incentivando-os a resistir ao invasor Átila, a pastora de Nanterre viu uma pomba pousar em seu ombro.

No final Átila foi afastado, Genevieve estava certa de incitar o povo a resistir. Os pâtissiers (no século V, eram padeiros) apressaram-se a fazer na forma de uma pomba, um biscoito tradicional da idade média, les oublies.

L’oublie est une gaufre fine qui date du Moyen-Age.

Reconstitution graphique d’une oublie d’après la palette de fer placée ci-dessous.
Face interne d’une palette de fer à oublie, Musée de la Gourmandise,Hermalle-sous-Huy.
Les gaufres ou « oublies » Les gaufres datent du moyen âge. A l’époque, une confrérie fût crée par Saint Louis, celles des oubliyeurs (oublieurs, oublayeurs ou oubloiers) qui fabriquaient un biscuit cuit entre deux fers et dérivés des hosties. Fines roulées en forme de cornet ou de bâton, et décorées d’inscriptions et d’images pieuses. […]

Voltando a programação da cidade , o que está aberto ou fechado por Paris?

 Lundi de Pentecôte à Paris : ouvert ? fermé ?

Crédits photo : Musée d'Orsay

Le 25 mai, lundi de Pentecôte, est un jour férié, mais rassurez-vous, tout n’est pas fermé à Paris ! Si vous cherchez de quoi vous distraire et vous faire plaisir, voici quelques suggestions pour occuper petits et grands. Retrouvez aussi, sur Que faire à Paris tous nos bons plans et idées de sorties.

 

Fontess:

http://quefaire.paris.fr/

http://www.paris.fr/accueil/societe/ouvert-ferme/rub_9651_actu_144322_port_24616

https://vanessainparis.wordpress.com/2013/05/20/lundi-de-pentecote-pentecostes-feriado-na-franca/

http://mere-grand.over-blog.com/article-pentecote-et-le-colom

http://stephanedecotterd.com/2014/06/06/gateau-porte-bonheur-de-la-pentecote-ou-colombier/

 

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