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Semana Francesa 2016

A cidade de São Paulo recebe, de 10 a 20 de junho, uma série de atrações culturais, gastronômicas, educacionais e empresariais. Trata-se da Semana Francesa, iniciativa realizada anualmente pela Câmara de Comércio França-Brasil de São Paulo (CCFB-SP).

Concebida pela Câmara de Comércio França-Brasil (CCFB), a Semana Francesa chega a sua quinta edição, reunindo mais de sessenta atividades entre os dias 10 e 20 de Junho de 2016. A ideia do evento é proporcionar aos participantes uma imersão verdadeiramente francesa, ao reunir diversas atrações nas áreas de gastronomia, artes, cinema e cultura ligadas à França, proporcionando, assim, aos participantes, uma experiência do “savoir-vivre” francês.

Confiram a programação clicando aqui !!!

Bons vinhos, ótima gastronomia e cultura exalando por todo o país e para dar um gostinho das boas coisas da França ao Brasil.

Além de filmes e peças teatrais ligadas à França, alguns restaurantes da cidade oferecem um menu especial para o evento.

Uma das casas participantes é o Le Vin Bistrô, que preparou um menu especial, sendo de entrada, a tradicional sopa de cebola gratinada, Soupe à l’Oignon em Feuilletage, e que na casa ganhou o nome de “Sopa Montgolfier”, em homenagem aos irmãos inventores do primeiro balão; o clássico Boeuf Bourguignon, carne guisada em vinho tinto e vegetais de prato principal e para finalizar, Tarte Tatin, a famosa torta de maçã inventada acidentalmente por duas irmãs francesas.

Somente as unidades do Le Vin de São Paulo participarão da Semana Francesa, para maiores informações acesse o site www.levin.com.br

Fontes:

http://saopaulo.ccfb.com.br/eventos/semana-francesa/

http://www.ccfb.com.br/single-news/n/semana-francesa-2016/

http://www.ccfb.com.br/eventos/eventos-nacionais-ccfb/semana-francesa/

http://saopaulo.ccfb.com.br/fileadmin/template/bresilsao/documents/Prog_semana_francesa_09.06.16.pdf

https://egidioverza.wordpress.com/2016/06/04/semana-francesa-da-camara-de-comercio-franca-brasil-acontece-em-junho/

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Dom Quixote de Jules Massenet no Theatro São Pedro

Dom Quixote  Um clássico internacional abre a temporada de óperas do Theatro São Pedro. A ópera em cinco atos composta pelo francês Jules Massenet é baseada no libreto de Henri Caïn e inspirada no romance de Miguel de Cervantes.

Jules Massenet

Cain, Henri, BNF Gallica.jpg

Henri Caïn

 Miguel de Cervantes

A estreia acontece  hoje, dia 02 de março e terá seis récitas, nos dias 04, 06, 09, 11 e 13 de março. Dom Quixote, uma ópera orquestrada à altura da grande figura criada por Cervantes, terá regência e direção musical do maestro Luiz Fernando Malheiro e concepção e direção cênica de Jorge Takla, que faz a sua estreia como diretor no Theatro São Pedro.

Ensaio da ópera "Dom Quixote", de Jules Massenet, no Theatro São Pedro, em São Paulo

Ensaio da ópera ” Dom Quixote “, de Jules Massenet no Theatro São Pedro

“Composta por Jules Massenet com elegante inspiração, magnificamente orquestrada e com uma simplicidade à altura de grande figura criada por Cervantes. Sucinta, discreta e comovente, a cena da morte do herói deixa claro que em sua obra, Massanet ainda era senhor do mesmo senso do drama musical que fez a glória de Manon, mais de 25 anos antes.”

Ensaio da ópera "Dom Quixote", de Jules Massenet, no Theatro São Pedro, em São Paulo

Ensaio da ópera ” Dom Quixote “, de Jules Massenet no Theatro São Pedro

 

Dom Quixote é uma coprodução com o Theatro Municipal do Rio de Janeiro e uma homenagem aos 400 anos de falecimento de  Cervantes, escritor espanhol que criou uma das mais conhecidas personagens da literatura mundial. A obra é fonte permanente de inspiração na música, balé e ópera. A música foi abordada por compositores de diferentes épocas como Telemann, Mendelssohn, Richard Strauss e Ravel. Do austríaco Minkus, recebeu a música para um dos grandes clássicos do balé. O compositor francês Jules Massenet, um dos mais inspirados autores da cena lírica parisiense da Belle Époque, estreou sua versão em ópera no ano de 1910, sendo uma de suas últimas criações.

Para esta montagem, o cenógrafo Nicolas Boni inspirou-se nas gravuras de Gustave Doré, os figurinos ficam por conta de Fabio Namatame, desenho de luz de Ney Bonfante e a coreografia de Nuria Castejon. A Orquestra do Theatro São Pedro (Orthesp) será regida pelos maestros MalheiroPedro Messias (9 de março), com a participação do Coral Lírico Paulista, regido por Nibaldo Araneda.

Destacam-se no elenco a mezzo-soprano Luisa Francesconi na personagem da Bela Dulcineia, o baixo Gregory Reinhart no papel-título e o barítono Eduardo Amir como Sancho Pança.

Gregory Reinhart

A ópera traz ainda o elenco estável do Theatro São Pedro: a soprano Roseane Soares (Pedro), a mezzo-soprano Cecília Massa (Garcias) e os tenores Anibal Mancini (Rodriguez) e André Rabello (Juan). Os atores Alexis RadouxDaniel Klepacz e Rodrigo Veloso vivem os bandidos.

A mesma montagem de Dom Quixote será apresentada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em cinco récitas, de 13 a 22 de abril.

 

Dom Quixote

O protagonista é um fidalgo castelhano que, ao mergulhar profundamente nos romances de cavalaria, passou a viver no universo das personagens retratadas nos livros. O romance narra as suas aventuras em companhia de Sancho Pança, seu amigo e fiel escudeiro que, apesar de ter uma visão mais realista do mundo é fascinado pelo seu mestre. Quixote apaixona-se perdidamente por Dulcineia e, para realizar um pedido dela, parte pelo mundo em suas aventuras. Com a missão cumprida, retorna para a musa e tem uma desilusão amorosa.

 

Palestra

O Theatro São Pedro realiza uma palestra gratuita que antecede todas as récitas de Dom Quixote. O ministrante é Sergio Casoy, que aborda de forma descontraída e informativa a vida do compositor, as circunstâncias históricas da composição, além da história da ópera e curiosidades.

Ensaio de "Dom Quixote"

Ensaio da ópera ” Dom Quixote “, de Jules Massenet no Theatro São Pedro

Orquestra do Theatro São Pedro

A Orquestra do Theatro São Pedro (Orthesp) é um conjunto sinfônico especializado em ópera, criado no ano de 2010, e atua neste que é um dos mais antigos teatros em atividade no país.
Ao longo destes anos, a Orthesp preparou e apresentou espetáculos de grande repercussão, como as estreias brasileiras de O Barbeiro de Sevilha, de Giovanni Paisiello, e A Volta do Parafuso, de Benjamin Britten, além das aclamadas montagens de O Elixir do Amor, de Gaetano Donizetti, e Werther, de Jules Massenet.

O grupo já recebeu muitos dos mais talentosos artistas da música erudita brasileira, como Fernando Portari, Paulo Szot, Rosana Lamosa, Gabriella Pace, Sílvio Viegas, Lutero Rodrigues, Luiz Fernando Malheiro, Roberto Duarte, entre outros, e estrelas internacionais, como Giuseppe Sabatini, Maria Bayo, Steven Mercurio, Maria Pia Piscitelli, Bruno Praticò e Nancy Herrera. Em 2012, a orquestra gravou CD em parceria com a pianista Karin Fernandes e recebeu, em 2011, o Prêmio Carlos Gomes na categoria Orquestras, pelo nível de qualidade alcançado em pouco tempo de atividade. Desde 1º de julho de 2014, Luiz Fernando Malheiro assumiu a direção artística da Orthesp.

Luiz Fernando Malheiro – regente e diretor artístico

Luiz Fernando Malheiro é o atual diretor artístico e regente titular da Orquestra Amazonas Filarmônica, diretor artístico do Festival Amazonas de Ópera (FAO), diretor artístico do Theatro São Pedro de São Paulo e regente titular de sua orquestra. Foi também diretor de Ópera no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Vencedor do Prêmio Carlos Gomes: Regente de Ópera (2012, 2011 e 2009) e Universo da ópera/2000, dirigiu no FAO/2005 a primeira montagem brasileira de O Anel do Nibelungo, de Richard Wagner, recebendo ainda mais dois prêmios: Universo da Ópera e Espetáculo do Ano. Gravou Fosca e Maria Tudor, de Carlos Gomes, em DVD e CD.

Regeu diversas vezes no Festival de Ópera de La Coruña na Espanha e dirigiu concertos e espetáculos à frente das orquestras Sinfônica de Roma, Sinfônica de Miami, do Teatro Olímpico de Vicenza, Sinfônica de Bari, Filarmônica Marchigiana, da Ópera Nacional de Sófia, Sinfônica de Porto Rico, Sinfônica da Galícia e a Sinfônica Castilha e Leon, do Teatro de Bellas Artes de Bogotá, do Teatro de Bellas Artes do México, Filarmônica do México e no Teatro Del Libertador de Córdoba, na Argentina. No Brasil, regeu as orquestras Sinfônica Municipal de São Paulo, Sinfônica do Tehatro Municipal do Rio de Janeiro, Sinfônica Brasileira, Sinfônica do Estado de SP, Sinfônica e Filarmônica de Minas Gerais, Sinfônica do Paraná, Sinfônica da Bahia entre outras.

Jorge Takla, concepção e direção cênica

Formado na École des Beaux-Arts e no Conservatoire d’Art Dramatique, em Paris, Takla atuou e dirigiu La Mama, em Nova York, de 1974 a 1976. No Brasil, dirigiu e produziu mais de 70 espetáculos, entre eles: O Rei e Eu (Rodgers e Hammerstein),West Side Story (Bernstein), My Fair Lady (Lerner e Loewe), Candide (Bernstein),Mademoiselle Chanel (Maria Adelaide Amaral), Vitor ou Vitória (Mancini-Bricusse),Últimas Luas (Furio Bordon), Medeia (Eurípides), Electra (Sófocles), A Gaivota e O Jardim das Cerejeiras (Tchecov), Cabaret (Kander e Ebb), Pequenos Burgueses(Gorki), Madame Blavatsky (Plínio Marcos) e Lembranças da China (Alcides Nogueira). Em ópera, destaque para o seu trabalho em La Traviata (Verdi), La Bohème e Madama Butterfly (Puccini), As Bodas de Fígaro (Mozart), Cavalleria Rusticana (Mascagni), I Pagliacci (Leoncavallo), Os Contos de Hoffmann (Offenbach),A Viúva Alegre (Lehár) e The Rake’s Progress (Stravinsky).

Foi diretor da Divisão de Teatro da CIE-Brasil de 2002 a 2004, período quando coordenou as produções de A Bela e a Fera (Broadway), Chicago (Broadway), A Flor de Meu Bem-Querer (Juca de Oliveira), Suburbano Coração (Chico Buarque), entre outras. Foi também administrador e diretor artístico do Teatro Procópio Ferreira de 1983 a 1992.

 

Ficha Técnica:

Luiz Fernando Malheiro, direção musical e regência
Pedro Messias, regência (9 de março)
Jorge Takla, concepção e direção cênica
Nuria Castejon, coreografia
Nicolas Boni, cenografia
Fábio Namatame, figurino
Ney Bonfante, desenho de luz
Christian Mourelhe, visagismo

Elenco:

A Bela Dulcineia (mezzo-soprano) – Luisa Francesconi
Dom Quixote (baixo) – Gregory Reinhart
Sancho Pança (barítono) – Eduardo Amir
Pedro (soprano) – Roseane Soares*
Garcias (mezzo-soprano) – Cecilia Massa*
Rodriguez (tenor) – Anibal Mancini*
Juan (barítono) – André Rabello*
Bandido 1 (ator) – Alexis Radoux
Bandido 2 (ator) – Daniel Klepacz
Bandido 3 (ator) – Rodrigo Veloso

*Elenco estável do Theatro São Pedro 2016

Fotos do ensaio por Heloísa Bortz

 

SERVIÇO:

Ópera “Dom Quixote”, de J. Massenet

Quando : 2, 4, 9 e 11 de março, às 20h; e dias 6 e 13 de março, às 17h

Onde: Theatro São Pedro (R. Dr. Albuquerque Lins, 207, metrô Mal. Deodoro – São Paulo. Tel.: 11 3661-6600)

Quanto : de R$30 a R$80

Ingressos à venda na bilheteria (acesso pela R. Barra Funda, 171) de terça a sábado, das 10h às 20h, e domingo das 10h às 18h; e pelo site IngressoRapido.com.br

Duração: 180 minutos

Capacidade: 636 lugares

 

 

 

Fontes:

http://www.theatrosaopedro.org.br/opera-dom-quixote/

http://www.movimento.com/2015/11/theatro-sao-pedro-sp-divulga-temporada-2016/

http://cultura.estadao.com.br/noticias/musica,opera-inspirada-em-dom-quixote-ganha-nova-producao-no-teatro-sao-pedro,10000019058

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/03/1745416-opera-dom-quixote-lembra-os-400-anos-sem-miguel-de-cervantes.shtml

http://www.movimento.com/2016/02/o-cavaleiro-da-triste-figura-na-terra-da-garoa/

http://www.aquelelugar.com.br/tag/jardins/

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Singin’ in the Rain no Teatro Châtelet

 

Para quem estiver em Paris em dezembro e janeiro vale a pena conferir a comédia musical Singing in the Rain , no Teatro Chatelet.

 

Singin’ in the Rain – Bande annonce

Resumindo a crítica do jornalista  Thierry Hillériteau para o jornal Le Figaro  :

…não é fácil adaptar os grandes monstros sagrados de Hollywood e este filme culte é particularmente difícil. Apesar do risco de toda adaptação, o teatro Châtelet – que deveria se chamar  Broadway sur Seine –  apresenta uma versão que é um encantamento absoluto.

© Théâtre du Châtelet – Marie-Noëlle Robert

O espetáculo é fabuloso por várias razões. Pela qualidade da distribuição: os atores/cantores/dançarinos escolhidos para substituirem Gene Kelly e Debbie Reynolds são excelentes. Mesmo os papéis secundários são magistrais.

(c) Théâtre du Châtelet – Marie-Noëlle Robert

porque o diretor, Robert Carsen, é genial na adaptação do filme dentro dos limites de um teatro. A cena mítica onde Don Lockwood dança na chuva é impressionante. Ver a chuva cair no palco do Châtelet é um instante de graça e de mágica.

E fabuloso, porque a Orchestre de Chambre de Paris é impecável.

© Théâtre du Châtelet -Marie-Noëlle Robert

Théâtre du Châtelet -Marie-Noëlle Robert

Dans les coulisses de Singin’ in the Rain au Théâtre du Châtelet


SINGIN’ IN THE RAIN
Reprise du 27 novembre 2015 et jusqu’au 15 janvier 2016

Scénario : Betty Comden & Adolph Green
Chansons : Nacio Herb Brown & Arthur Freed

Direction musicale : Gareth Valentine
Mise en scène : Robert Carsen

Costumes : Anthony Powell
Chorégraphie : Stephen Mear
Décors : Tim Hatley
Dramaturge : Ian Burton
Lumières : Robert Carsen
Lumières : Giuseppe Di Iorio

Orchestre : Orchestre de chambre de Paris

Don Lockwood : Dan Burton
Cosmo Brown : Daniel Crossley
Kathy Selden : Clare Halse
Lina Lamont : Emma Kate Nelson
R.F. Simpson : Robert Dauney
Dora : Jennie Dale
Roscoe Dexter : Matthew Gonder
Rod & Tenor : Matthew McKenna
Zelda : Karen Aspinall

au Théâtre du Châtelet
2 rue Édouard Colonne
75001 Paris

Quando: de 27 de novembro até 15 de janeiro de 2016.

Onde:   Théâtre du Châtelet, 2 rue Edouard Colonne, 75001 Paris.

 

 

Fontes:

http://www.timeout.fr/paris/theatre/singin-in-the-rain#booking

http://www.conexaoparis.com.br/2015/03/26/singing-in-the-rain-no-final-do-ano/

http://www.unitedstatesofparis.com/comedie-musicale-singin-in-the-rain-nouvelle-production-au-theatre-du-chatelet-paris/

https://theparispostblog.wordpress.com/2015/03/18/singing-in-the-rain-une-petit-bombe-euphorisante-au-chatelet/

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Festa da Francofonia 2015

Para celebrar a cultura francesa, chega a São Paulo mais uma edição da Festa da Francofonia, que promove shows, espetáculos de teatro, contações de histórias, mostra de cinema, gastronomia e muito mais. O festival acontece de 17 a 31 de março em diversos espaços culturais da capital, e as atrações variam muito de preço. Para ver a programação completa, acesse o site da Aliança Francesa.

Durante esses dias, uma série de eventos culturais, envolvendo música, cinema, teatro, literatura, exposições e conferências, que ilustram a diversidade francófona . Confira a programação completa no site oficial da festa http://www.aliancafrancesa.com.br/francofoniasp/

REALIZAÇÃO: Consulado Geral da França em São Paulo; Bureau Export; Consulado Geral da Bélgica em São Paulo; Consulado Geral da Suíça em São Paulo; Consulado Geral do Canadá em São Paulo; Escritório do Québec em São Paulo; Aliança Francesa de São Paulo
PARCERIA: SESC-SP
APOIO INSTITUCIONAL: APFESP; AUF
PATROCÍNIO: Chez France

Programação

CINEMA

Mostra de Cinema da Francofonia
https://www.facebook.com/events/1412526985715883/
Cinéclub Aliança Francesa + Reserva Cultural

Os paulistanos que gostam de cinema em francês têm um prato cheio nesta semana. O Sesc Vila Mariana e a Aliança Francesa vão fazer, entre terça e sábado, a Mostra de Cinema da Francofonia, que é parte da Festa da Francofonia 2015. Dois filmes também serão exibidos no dia 28.

Tango livre


Oito filmes da França, Canadá, Suíça, Bélgica e Argélia foram selecionados para a mostra. A maioria deles é recente, como “Tango livre”, premiado no Festival de Veneza 2012. Outro destaque é “Yema”, filme argelino que fala sobre os conflitos entre o governo e rebeldes islâmicos no país.

A mostra acontece em quatro horários: 11h, 14, 17h e 20h. O valor do ingresso R$ 12, a meia-entrada custa R$ 6, e trabalhadores matriculados no Sesc não pagam nada. A programação pode ser consultada no site da Aliança Francesa.

Mostra de Cinema da Francofonia
Local: Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141 (auditório, 1° Andar – Torre A)
Telefone: 11 5080-3000
www.sescsp.org.br
Datas: 17, 18, 19, 20, 21 e 28/03, às 11h, 14h, 17h e 20h
Ingressos: R$ 12,00 (inteira), R$ 6,00 (meia), grátis para trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no SESC e dependentes

MÚSICA
Shows da ZAZ, Stromae, Angélique Kidjo, Piaf! O Show e Stéphane San Juan

LÍNGUA E LITERATURA
Jornada de Contadores de Histórias
Concurso das 10 palavras

ARTES CÊNICAS
Teatro – As Criadas (Grupo TAPA)

FRANÇA NA FRANCOFONIA
Conhecido como “o autor maldito do século XX”, Jean Genet é um dos maiores dramaturgos, poetas e escritores franceses do período. Suas obras abordam temas fortes, como o poder e a perversão, e impressionaram personalidades da época como Jean-Paul Sartre – que chegou até a escrever um ensaio sobre o autor – e Michel Foucault. Quer conhecer mais da obra de Genet? Está em cartaz no Teatro Aliança Francesa a peça ‘As Criadas’, com o grupo TAPA. Não perca!

Para o espetáculo “As Criadas” o elenco, dirigido por Eduardo Tolentino, será formado pelas atrizes Clara Carvalho, Denise Weinberg e Emilia Rey. O espetáculo conta a história de de duas irmãs, Clara e Solange, que planejam dia após dia a morte de sua patroa. Inocentes ou vilãs, assumem o risco de seus planos, que acabam por levar o “amado” de sua Madame para a prisão. As vezes criadas, as vezes patroas, a peça se confunde em um jogo de poder e submissão, amor e o ódio.

Por onde foi montado em vários países, o espetáculo já teve distintos estilos. Realista, ritualista, surrealista e até tropicalista. Para essa montagem o diretor Eduardo Tolentino brincará com a questão do mocinho e bandido que faz parte do imaginário masculino assim como a casa de bonecas que pertence ao universo feminino. Por exemplo, na ausência da patroa as criadas experimentam seus vestidos como meninas quando a mãe sai de casa. Porém quando a patroa/mãe volta, elas não conseguem cometer o assassinato simbólico com o chá envenenado, apenas conseguiram denunciar o amante/pai a polícia para afastá-lo de Madame/mãe.

Dança – Compagnie Virginie Brunelle

Foi em cafeterias e centros de convivência que a coreógrafa quebequense Virginie Brunelle, de 32 anos, iniciou as observações que resultaram no segundo espetáculo de sua autoria. A interação entre os casais, com suas semelhanças e divergências, convergiu em um ponto comum sob os olhos da artista. O resultado de sua reflexão tem chamado atenção da crítica especializada e cumprido temporada em diversos países, como Dinamarca, Coreia do Sul, Líbano e Itália. Também há apresentações marcadas neste ano na Bélgica e Holanda. No Brasil,Complexo dos Gêneros faz sessões no Sesc Pompeia nos dias 20 e 21 de março, sexta-feira e sábado, às 21h.

complexo1

Sobre as referências íntimas, Virginie conta que utiliza as sensações e emoções destacadas entre o sono e a vigília para levar propostas de movimentos aos seus bailarinos. “São coisas sem forma que eu tento situar no corpo dos dançarinos. O importante é gerar uma emoção autêntica”, explica a coreógrafa. Os movimentos do espetáculo são intensos e investigativos, como se os corpos se buscassem o tempo inteiro.

Segundo a coreógrafa, em alguns momentos eles são até grotescos. No momento inicial da peça, por exemplo, bailarinas viradas de costas para o público escondem com a saia as pernas de bailarinos que estão deitados embaixo delas. A imagem, que parece recriar um só corpo, desenha uma das percepções de Virginie.

O figurino asséptico e simples dá destaque aos corpos. “A peça traça uma estética que visa o trabalho do corpo; a pele que se avermelha ao toque do outro, por exemplo. O tema pretende não esconder a verdade”, complementa Virginie. A luz, assinada por Alexandre Pilon-Guay, parceiro de outras produções da Compagnie Virginie Brunelle, contorna os bailarinos sem dar destaque especial a eles. O trabalho é minucioso e discreto, mas deixa uma marca atraente no espetáculo.

Foto: Mathieu Doyon/Divulgação

EXPOSIÇÃO


On joue sur la terre

A cada ano, desde 2010, a Fundação Aliança Francesa organiza um grande concurso de foto junto as redes das Alianças Francesas no mundo. Por ocasião da sua 4a edição, o tema “On joue sur la Terre” (O Mundo joga) foi escolhido.

Jogar peão, Futebol ou cartas. São inúmeras as formas de jogar, sejam elas apenas para se distrair, praticar esportes ou até mesmo jogos de azar. A fim de explorar o olhar sensível e fotográfico acerca desse universo, a exposição “On Joue sur la Terre”, reúne os 55 melhores trabalhos fotográficos do concurso.

 

Olhares Cruzados

OLHARES CRUZADOS – REGARDS CROISÉS – EXCHANGING GLANCES
Brasil e Canadá: dois países jovens, nascidos no Novo Mundo e formados a partir da constante incorporação de povos, culturas e referências.
Montreal e São Paulo: duas metrópoles multiculturais.

O Instituto Cultural Brasil Canadá – ICBC, com o apoio da Câmara de Comércio Brasil Canadá – CCBC e com a Curadoria do renomado Claudinei Roberto da Silva (Eca/USP Museu Afro-Brasileiro), convidou um fotógrafo canadense – Luc Dubois de Montreal e um fotógrafo brasileiro – Renato Negrão de São Paulo, para registrarem em imagens a incursão destes artistas nestas cidades tão especialmente peculiares. Durante um breve período de tempo, cada fotógrafo mergulhará na cidade e na cultura do outro, construindo a narrativa desses “olhares entrecruzados”. Esta é a página onde os artistas alimentarão, em conjunto, as suas ansiedades, reflexões e percepções, compartilhando ideias e experiências, e contando com a participação de todos para descobrirmos juntos o que há de interessante, exótico, amargo, triste e belo, tanto no Brasil quanto no Canadá.

Abertura da exposição em São Paulo. Obrigado a todos que fizeram deste belo projeto uma realidade!! Próxima etapa: exposição em Montreal!!! — com Luc Dubois e Renato Negrão.

GASTRONOMIA
Semana do Chocolate Belga

Fritas com maionese de chocolate branco, do Arola Vintetres

Fritas com maionese de chocolate branco do Arola Vintetres

A Bélgica produz 172 mil toneladas de chocolate por ano, a maioria para exportação

CHOCO.BE – FESTIVAL DO CHOCOLATE BELGA

Evento promove o chocolate belga em mais de 30 experiências em São Paulo.

“O ministro do Comércio Exterior da Bélgica e o Cônsul Geral em São Paulo, ao lado de renomadas marcas e chefs – como Alex Atala e Dominique Persoone – vão promover o chocolate belga em mais de 30 experiências. É o Choco.be, que acontece de 14 a 21 de março, em São Paulo.

Organizado pelo Consulado Geral da Bélgica em São Paulo, o Festival Choco.be promoverá degustações, cursos, brunchs, chás da tarde e jantares – um deles assinado pelo chef Alex Atala e o chocolatier belga Dominique Persoone.

divulgação

PROGRAMAÇÃO

Apaixonados por chocolate, os brasileiros poderão no Choco.be experimentar novos sabores e ter experiências inusitadas com essa maravilha belga. Serão mais de 30 atividades, algumas delas gratuitas, para escolher e saborear. A programação completa do evento pode ser conferida no site oficial do evento. Os ingressos podem ser adquiridos através do site foodpass.com.br.

CHOCOLATE BELGA

Atualmente, a Bélgica produz 172 mil toneladas de chocolate por ano, a maioria para exportação. A exportação de chocolate belga para o Brasil aumentou em 22% em 2013 e em 34% em 2014. A média de consumo anual per capita de chocolate na Bélgica é de 9 kg, no Brasil ainda é de 2,5 kg por ano.

Tão cobiçado quanto suas cervejas, o chocolate belga conquistou ótima reputação graças a vários atributos em sua fabricação. A Callebaut, que cria chocolates no coração da Bélgica há mais de cem anos, é uma das raras empresas que seleciona, torra e mói as amêndoas para elaborar sua própria massa de cacau – o principal ingrediente na produção do chocolate. Apenas as melhores, as mais raras e as exclusivas variedades de cacau são selecionadas. As amêndoas são torradas inteiras para preservar a delicadeza dos aromas e conferir intensidade e complexidade de sabores. Todos os ingredientes são moídos delicadamente e incorporados com precisão e paciência até que a textura alcance a perfeição.

Outro cuidado adotado pelas marcas belgas na fabricação do chocolate ao leite se estende na dosagem de cacau, considerado um superalimento pelos nutricionistas por ser rico em nutrientes. No belga, a porcentagem é mais acentuada (43% em vez dos 35% frente aos outros chocolates). “Além disso, ele contém menos açúcar, o que o torna mais saudável”, afirma Vanderhasselt, cônsul-geral da Bélgica em São Paulo.  ” ( Marina Marques redator(a) )

 

Good de / Goût de France – jantar à francesa

Grande evento internacional dedicado à gastronomia francesa, Goût de France – Good France –, organizado pelo chef Alain Ducasse, acontece no dia 19 de Março, próxima quinta-feira.

www.raphaelcriscuolo.com.br

Nesse dia, mais de 1300 chefs de todo o mundo, espalhados por cinco continentes, vão realizar um jantar-homenagem celebrando a excelência da cozinha francesa. Um dos restaurantes paulistanos a participar do Goût dev France – Good France é o Avek, comandado pelo chef francês Alain Uzan.

Para o jantar – vraiment français, comme il faut – Alain Uzan elaborou cardápio com entrada fria, entrada quente, pratos de peixe, de ave e de carne, queijo e sobremesa. Em cada item, são duas opções à escolha do cliente.

O menu completo custa R$ 165 por pessoa e 5% da renda obtida será destinada pelo Avek à Arca do Saber, ONG Franco-Brasileira criada em 2001 com o objetivo de administrar uma escola maternal na Vila Prudente, uma das mais antigas comunidades de São Paulo.

Conheça o Menu Goût de France – Good France
(Jantar homenagem à excelência da cozinha francesa)

Entrée froide
Duo de salmão (tartar de salmão sobre salmão marinado)
ou
três ostras frescas

Entrée chaude
Três ostras à moda de Nantes
ou
Petit camembert empanado sobre abacaxi caramelizado

Poisson ou crustacé
Rolinho de robalo com lagostim sobre risoto de aspargos, com molho bisque
ou
Risoto de pato com shitake, shimeji e azeite trufado

Viande ou volaille
Miolo de alcatra com molho do chef
ou
Parmentier de cordeiro com purê de cará

Fromage
Queijo de cabra sobre folhas

Dessert
Mousse de chocolate belga (receita do pai do chef)
ou
Paris-Brest com creme de avelã

 AVEK - Petit camembert empanado sobre abacaxi caramelizado - Foto Raphael Criscuolo (1)

www.raphaelcriscuolo.com.br

Vins qui accompagne les plats
Champagne Vollereaux Brut Réserve
Château Saint-Maurice Les Parcelaires (branco)
Château Saint-Maurice Les Parcelaires (rosé)
Château Boucarut (tinto)
Banyuls Rimage Cornet e Cie

Avek, Champagne Vollereaux Brut Réserve

 

 

 

O menu completo custa R$ 165.
Com os cinco vinhos (uma taça de cada um), o preço passa a R$ 285.
Os pratos podem ser também pedidos separadamente.
Os preços de cada um: duo de salmão R$ 32; ostras frescas R$ 16; ostras à moda de Nantes (R$ 19,90); petit camembert (R$ 29); rolinho de robalo (R$ 78); risoto de pato (R$ 49); miolo de alcatra (R$ 52); parmentier de cordeiro (R$ 49); queijo de cabra (R$ 28); mousse de chocolate belga (R$ 26); Paris-Brest (R$ 26).

No próximo dia 19 de Março de 2015 – véspera do início da primavera na Europa –, mais de 1.300 chefs, de todo o mundo, espalhados por cinco continentes, vão realizar um jantar-homenagem celebrando a excelência da cozinha francesa.

O objetivo do jantar Goût de France – Good France é proporcionar um melhor conhecimento da gastronomia francesa em nível internacional, ilustrando assim concretamente a sua inscrição como patrimônio mundial pela Unesco e a sua influência em todo o mundo.
O evento, organizado pelo chef Alain Ducasse, tem apoio das embaixadas francesas e de Laurent Fabius, ministro das Relações Exteriores e do Desenvolvimento Internacional da França. Todos os chefs/restaurantes participantes vão oferecer um menu especial com duas entradas e dois pratos: champagne como aperitivo, entrada fria, entrada quente, peixe ou crustáceo, carne, seleção de queijos franceses e sobremesa à base de chocolate. Todo o jantar acompanhado por vinhos franceses e digestivo francês.
O valor relativo a 5% das vendas será destinado a uma ONG ligada à área da saúde.
Mais informações em: http://int.rendezvousenfrance.com/en/gout-france-good-france

Serviço
AVEK - Restaurante e Loja de Vinhos
Rua Joaquim Antunes 48, Jardim Paulistano. São Paulo – SP
Telefone: (11) 3061-1125 e 2507-5932
Site: avek.com.br.
Para o jantar Goût de France – Good France é especialmente recomendável fazer reserva.
        Horários de funcionamento:
ALMOÇO de segunda a sexta das 12 às 15 horas e sábado e domingo das 12 às 16 horas;
JANTAR de segunda a quinta das 19 às 23 horas e sexta e sábado das 19 às 23:30 horas.

Fique por dentro das novidades e bastidores através do Instagram @francofoniasp - http://www.instagram.com/francofoniasp

 

Fontes:

https://catracalivre.com.br/sp/agenda/gratis/festa-da-francofonia-2015-chega-a-sao-paulo-com-extensa-programacao/

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/03/sesc-e-alianca-francesa-fazem-mostra-de-filmes-em-frances.

http://www.aliancafrancesa.com.br/hotsite.aspx?tipo=1

http://www.teatroaliancafrancesa.com.br/eventosteatro.aspx?id=71

https://www.facebook.com/festadafrancofoniasp/photos/a.305358306256057.1073741828.301950243263530/402046909920529/?type=1&theater

http://www.aliancafrancesamanaus.com/events/exposicao-joue-sur-la-terre/

http://www.guiadasemana.com.br/evento/restaurantes/choco-be-festival-do-chocolate-belga-14-03-2015

http://wikilicias.com.br/2015/03/12/restaurante-avek-sob-o-comando-do-chef-alain-uzan-participa-do-gout-de-france-evento-que-reune-chefs-de-todo-o-mundo/

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Piaf! O Show chega ao Brasil

Anne Carrere interpreta Edith Piaf no espetáculo internacional “Piaf! O Show”, que chega ao Brasil no centenário de nascimento da cantora francesa

PIAF! THE SHOW

 

De 20 à 22 de março, Sexta-feira e Sábado às 21h e Domingo às 20h, Anne Carrere interpreta Piaf em apresentações exclusivas no Teatro Bradesco São Paulo.

Inspirado no filme vencedor do prêmio La Môme e grande sucesso em todo o mundo, PIAF! O Show conta a incrível história de vida e da carreira da inesquecível diva da música Edith Piaf através de todas as suas canções de sucesso, interpretadas pela voz incrível de Anne Carrere. O espetáculo é composto por dois atos de 45 minutos.

O público é levado a uma viagem pelas ruas de Montmartre e Olympia Salão ambientada na Paris de 1950 e no melhor clima “La Vie en Rose” (o maior sucesso da diva). Fotos e imagens inéditas de Edith Piaf, bem como a tradução em Inglês das letras para melodias contando as histórias de Edith, serão compartilhadas através de um audiovisual inovador.

O show faz parte da comemoração oficial do 100º aniversário do nascimento de Edith Piaf, cujo evento será realizado em dezembro de 2015 em Paris.

As dores e as delícias de uma das maiores intérpretes que já existiram chegaram aos palcos brasileiros  Ou quase. No ano de seu centenário, a cantora Edith Piaf é revisitada em toda a sua intensidade no espetáculo francês “Piaf! O Show”. Além de Belo Horizonte, haverá apresentações no Rio de Janeiro (14 e 15), Porto Alegre (17), Curitiba (19) e São Paulo (20 ,21 e 22)

No musical, o começo da carreira, quando La Môme Piaf (“pequeno pardal”, em português, como costumava ser chamada) trabalhava nas ruas do bairro Montmartre nos anos 1930, de bar em bar por míseros trocados, está devidamente representado, mas suas tragédias –o abandono que sofreu na infância, as perdas do filho e do marido e a dependência química–, não terão tanto peso no musical.

“Duas partes da vida de Piaf estão nesse musical. No primeiro ato, ela é uma jovem cantando nas ruas e, no outro, representamos um de seus concertos mais famosos de 1961, no Olympia. A tragédia é o menos importante. ‘Mon Dieu’ e outras canções poderosas de seu repertório já traduzem essa fase”, explica a própria Piaf do espetáculo, a cantora Anne Carrare. “É muito difícil, porque ela era uma pessoa muito frágil. Queríamos manter o lado positivo da vida da Piaf. O vício em morfina surgiu porque ela era muito doente e fraca.” Mesmo assim, a tarefa não foi fácil para a atriz de 29 anos. “É preciso ter uma personalidade forte para interpretá-la”, reconhece.

Embora seja inspirado no filme “Piaf – Um Hino ao Amor”, de Olivier Dahan, que levou Marion Cotillard a ganhar o Oscar de melhor atriz por sua interpretação visceral da cantora, o espetáculo tem como missão expurgar os demônios e focar na força artística da artista.

Mesmo por telefone, direto de Paris, Anne demonstra uma timidez que inicialmente contrasta com a persona dramática de Piaf, embora ela guarde intimidade com o repertório da cantora desde a infância. “Piaf faz parte da minha vida desde muito cedo. Eu costumava ouvir todas as canções com a minha avó. Ficava impressionava com essa voz tão particular e poderosa. Eu cantava para minha avó e descobri que eu queria me tornar uma cantora profissional. Como você sabe, Piaf se tornou profissional aos 22 anos, então eu fui atrás para aprender. Foi uma paixão para mim.”

“Piaf foi uma pessoa importante, de canto forte, emocional, e que passava todo o amor, o poder e sua personalidade nas melodias. Essas canções são reconhecíveis, porque são a vida. Com todos seus altos e baixos ” Anne Carrere , atriz

 No palco, acompanhada de quatro  músicos que dividem o palco com ela: Arnaud Fuste (piano), Guy Giuliano (acordeão), Nicolas Luchi (contrabaixo) e Laurent Sarrien (percussão/bateria) , ela arrancou elogios da crítica francesa. Especialmente da cantora Germaine Ricord. Amiga e confidente de Piaf, Ricord disse aos quatro ventos que Anne era quem mais se aproximava de Piaf nos shows. Aficionada pelas “chansons” francesas e com experiência no canto e na dança, Anne pediu um encontro com Ricord e Bernard Marchois, presidente do Comitê Piaf e diretor do Museu Piaf de Paris Timesquare, para se aproximar ainda mais da personagem que representaria.

“Germine era parceira de turnê dela e relembrou das vezes em que Piaf tomava de assalto o palco, sem músicos, e cantava à capella”, conta. As histórias e o gestual foram aos poucos incorporados por Anne. “Piaf era sempre performática, operística. Ela abria as cortinas, e o público não acreditava.”

Canções da vida
Antes de vir ao Brasil, a atriz fez questão de pesquisar a razão de Piaf também ser conhecida em um país com clima e cultura tão diferentes. “Sei que vocês têm Bibi Ferreira aí. Pesquisei no YouTube”, confessa, citando a atriz e cantora que também interpreta canções famosas na voz de Piaf.

Ela acredita que a força das interpretações da artista francesa, que após mais de 50 anos de sua morte ainda ultrapassa fronteiras, é o que coroa o centenário da cantora.

“Ela foi uma pessoa importante, de canto forte, emocional, e que passava todo o amor, o poder e a sua personalidade nas melodias”, observa. “Essas canções são reconhecíveis, porque são a vida. Com todos seus altos e baixos.”

Situado no interior do Bourbon Shopping São Paulo, o Teatro Bradesco é o maior espaço cultural dentro de um shopping center na América Latina, com  1457 lugares em uma área total de 7000 metros quadrados. Com moderna estrutura técnica, o espaço recebe grandes espetáculos, além de atividades paralelas, como sessão de autógrafos e exposições.

 Teatro Bradesco: espaço para shows e peças oferece 1457 lugares

Serviço

“Piaf! O Show – Anne Carrere”

20 a 22 de março de 2015

20 e 21 de março  às 21 horas e dia 22 às 20:00

Teatro Bradesco

Endereço: Rua Turiassu, 2100 – Bourbon Shopping – Perdizes - São Paulo - SP

Telefone: (11) 3670 4100

Fontes:

http://www.teatrobradesco.com.br/programacao.php?id=580&evento=PIAF!%20THE%20SHOW

http://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2015/03/13/show-celebra-centenario-de-edith-piaf-com-mais-musica-e-menos-tragedia.htm#fotoNav=1

http://www.dojeitodalu.com.br/2015/03/fica-dica-piaf-o-show-anne-carrere-no.html

http://vejabh.abril.com.br/arte-e-cultura/teatro/espetaculo-piaf-show-comemora-centenario-cantora-francesa-844064.shtml

http://www.jornalnopalco.com.br/2015/02/10/musical-frances-piaf-o-show-chega-em-porto-alegre/

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Tutu – Les Chico Mambo no Teatro Bobino

Les Chicos Mambo

Novo espetáculo do grupo Chicos Mambo :Tutu com duração de 1h15 de emoção e de risos com uma trupe extravagante.

No palco, 6 dançarinos (plus doués et sexy les uns que les autres),  com coreografia  para a música de ” O Lago dos Cisnes ” , disfarçados de patos desajeitados ou, um remake de ” Dancing with the Stars ‘ hilariante!

 

 

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Après avoir régalé le monde entier – Espagne, Italie, Ecosse, Japon, Canada, etc – avec leurs Méli-Mélo, les Chicos Mambo reviennent à Paris pour nous dévoiler une création inédite et décalée, déjantée, et loufoque.

À l’occasion des 20 ans de sa compagnie, Philippe Lafeuille (directeur artistique et chorégraphe de la compagnie) a imaginé TUTU, un spectacle original et drôle qui sera présenté pour la première fois à Paris, sur la scène du Bobino, du 10 octobre au 31 décembre 2014.

Six danseurs nous entraînent dans un maelstrom visuel effréné et plein d’humour. En 20 tableaux, ils revisitent les icônes du ballet, de la danse contemporaine, de salon, sportive et rythmique, académique ou acrobatique. C’est une ode à la danse, où la dérision côtoie l’exigence. L’occasion pour les néophytes de découvrir ses grands thèmes incontournables, et pour les plus avisés de les redécouvrir sous un jour nouveau, mais jamais dénaturés.

Chaque tableau est une surprise haute en couleur, où la compagnie nous transporte dans son univers fantasque et théâtral. Les six interprètes hommes, tels des caméléons, endossent tous les rôles – plus de 40 personnages nous font rire, nous étonnent et nous impressionnent. Mais si la troupe est connue pour son autodérision, elle est aussi appréciée pour sa technique.

Un pur moment de divertissement !

« L’humour, par moment carrément dévastateur, le rythme d’enfer, la qualité de leur interprétation, leur authentique talent de danseurs, tout concourt au plaisir total. » – Le Dauphiné Libéré
« Le spectateur se retrouve heureux complice de cet insensé zapping visuel et musical derrière lequel se cache une absolue déclaration d’amour à la danse. » – A Nous Paris
« Ils manient l’autodérision en virtuoses et franchissent les barrières du politiquement correct avec audace. » – France Soir
« Un cocktail de fruits ! des plus populaires aux plus exotiques. » – El Mundo (Espagne)
« Danseurs et pitres exceptionnels !» – Corriere della Sera (Italie)

« Un spectacle débordant de joie, de technique et d’innovation » – Asahi Shimbun (Japon)

« Un fandango très divertissant, fun et plein de finesse. » – The Herald Scotland (Ecosse)

À la découverte de “Tutu” des Chicos Mambo por francetvinfo

 

Tutu Chicos Mambo – Bobino

14-20 Rue de la Gaité, 75014 Paris
01 43 27 24 24

De terça à sábao àas19h. Domingo, 16h até 24 maio 2015

 

Fontes:

http://tutu.valprod.fr/

http://culturebox.francetvinfo.fr/scenes/danse/le-tutu-desopilant-des-chicos-mambos-sur-la-scene-de-bobino-201785

http://www.doitinparis.com/fr/news/art-de-vivre/un-shoot-dextravagance-et-de-fou-rire-19007?utm_content=buffer53dd9&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

http://www.ticketmaster.fr/fr/manifestation/tutu-chicos-mambo-billet/idmanif/314416#

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“Contact” de Philippe Decouflé no Théatre de Chaillot

Depois de uma turnê pelo interior da Franca, o celebrado coreógrafo Philippe Decouflé  chegou em Paris com o espetáculo Contact. No palco, um show dentro de um show, no qual o público vai descobrindo as aventuras de um grupo de artistas que tenta montar um musical.

A apresentação conta a história da formação de um espetáculo teatral desde o primeiro lampejo de ideias até a estreia, mostrando o processo criativo por trás dos bastidores. Será que vai ser uma história de sucesso? Ou uma grande derrota? E isso importa realmente? Quais são os inconvenientes e contingências que surgem? É o que a encenação se propõe a responder.

 "Contact", dernière création de Decouflé et sa troupe de fidèles danseurs

“Contact”, dernière création de Decouflé et sa troupe de fidèles danseurs © Culturebox

 Théâtre: Contact, nouveau spectacle de Philippe Découflé

“Contact”, c’est le nom de la dernière création du danseur et chorégraphe français Philippe Découflé. Sur la scène du théâtre national de Chaillot, une dizaine de danseurs et musiciens offrent des performances spectaculaires!

Compagnie DCA – Philippe Decouflé “Contact”

Teaser de Contact, création de la Compagnie DCA – Philippe Decouflé (2014)
www.cie-dca.com

O musical Contact fica em cartaz de hoje até o dia 6 de fevereiro, no Théatre de Chaillot.

Foyer du Palais de Chaillot

le superbe foyer situé sous l’esplanade du Trocadéro, offrant ainsi une belle vue sur la Tour Eiffel.

Théâtre National de Chaillot

1 place du Trocadéro 75116 Paris
01 53 65 30 00

Direction Didier Deschamps

Eu já escrevi um outro post sobre o Teatro Chaillot . Quem quiser conferir é só clicar aqui .!!!!

 

Fontes:

http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/

http://theatre-chaillot.fr/danse/philippe-decoufle/contact

http://ballroom-revue.net/chroniques/2015/01/contact-philippe-decoufle-au-theatre-national-chaillot/

http://www.cie-dca.com/fr/spectacles/contact

http://culturebox.francetvinfo.fr/scenes/danse/a-rennes-la-derniere-folie-decoufle-191051

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Exposição ” Les Borgia et leur temps de Léonard de Vinci à Michel-Ange” no Museu Maillol

Musée Maillol –  Les Borgia
De 17 de setembro de 2014 a 15 fevereiro de 2015

 

O Museu Maillol aberto em 1995, em um palacete do século XVIII, de Dina Vierny, (modelo do escultor Aristide Maillol), reúne um acervo de desenhos, esculturas, arte decorativa, peças em terracota, pinturas de Rousseau, Matisse, Cézanne, Degas e Picasso. Atualmente apresenta a exposição ‘ Les Borgia et leur temps

© Archivio fotografico Accademia Carrara

Altobello Melone, Portrait présumé de César Borgia, 1513, huile sur bois H.58,1 ; L.48,2 cm Bergame, Accademia Carrara di Bergamo.

A família Borgia é notória por seus estadistas, seus papas e suas personalidades de destaque . Sua má reputação tem fascinado ao longo dos séculos  diversos escritores  como Victor Hugo , Alexandre Dumas, os cartunistas Manara  e Jodorowsky   até o  manga japonês ” Cesare ” de Fuyuni Soryo .  A série de televisão  dedicada recentemente tem  deixado os espectadores fascinados.

Livres d'Alexandre Dumas et Victor Hugo présentés au musée Maillol

Livres d’Alexandre Dumas et Victor Hugo présentés au musée Maillol

Alexandre dumas a parlé de la célèbre famille dans sa série de romans Crimes célèbres, parus entre 1839 et 1840.

borgia

Cesare Borgia n’était pas l’être machiavélique et sulfureux colporté par les séries télé. La preuve en manga. Photo : CESARE © Fuyumi Soryo / Kodansha

Borgia fragmento do primeiro volume
Une série en quatre albums, Borgia, écrite par Alejandro Jodorowsky et dessinée par Milo Manara, raconte de manière romancée la vie d’Alexandre VI et de sa progéniture

French TV Series

série télévisée de Tom Fontana

La saison 3 de la série « Borgia » débute  sur Canal +. Portrait de Gentilhomme (César Borgia). (Michael Driscoll.) (Archivio fotografi co Accademia Carrara .)

La salle dédiée au mythe Borgia dans l’exposition «Les Borgia et leur temps » du musée Maillol, Paris, 2014 (©Guy Boyer)

L’exposition se termine par une salle dédiée au regard porté par les modernes sur le mythe Borgia. De Victor Hugo à Alexandre Dumas, des BD de Jodorowski aux mangas de Fuyumi Soryo, du film Lucrèce Borgia de Christian-Jaque à la série télévisée de Tom Fontana. Ambition, violence, luxure, inceste et pacte avec le démon sont chaque fois au programme.

D’après Bartolomeo Veneto (1510) – Huile sur bois, H.58 ; L.42 cm – Nîmes, Musée des Beaux Arts

 Il n’existe aucun portrait certain de César Borgia, pas plus que de sa sœur Lucrèce. La mauvaise réputation de cette dernière est très largement usurpée : elle fut surtout un instrument aux mains de son père qui la maria trois fois, au gré de ses alliances politiques.

 

Portrait présumé de Lucrèce Borgia d’après Bartolomeo Veneto, présenté dans l’exposition « Les Borgia et leur temps » du musée Maillol, Paris, 2014 (©Guy Boyer).

Est-ce la réputation sulfureuse des Borgia qui nous fascine cinq siècles plus tard ou bien leur action de mécénat auprès des artistes de la Renaissance ? Réponse en images avec l’exposition du musée Maillol à Paris. Guy Boyer
Informations pratiques sur « Les Borgia et leur temps » 

Portrait de Lucrèce Borgia au Musée Maillol © France 3 culturebox

Na exposição o visitante vai descobrir através de seus retratos a sua verdadeira face , bem como os principais protagonistas da época, príncipes , filósofos, cientistas e teólogos . Um período  conturbado pela descoberta da América e as guerras italianas , num contexto de agitações que anunciavam a Reforma Protestante instigada pelo monge Savonarola , e o nascimento de uma nova geração de humanistas . No início do século XVI , Erasmo e Lutero ilustrarão a renovação filosófica. Esta família  extraordinariamente iluminada  foi mecenas dos maiores artistas do Renascimento  .

Obras dos maiores artistas serão apresentados , Giovanni Bellini, Della Robbia , Dosso Dossi, Andrea Mantegna, Melozzo da Forlì , Michelangelo , Perugino , Pinturicchio , Rafael, Ticiano, Luca Signorelli , Verrocchio , Leonardo da Vinci , no centro de um universo fervilhante . As mais importantes instituições italianas e europeias colaboraram nesta exposição e algumas obras estarão em Paris pela primeira vez . Empréstimos de coleções particulares  permitirão descobrir obras excepcionalmente preservados em famílias há gerações .

Plus de soixante-dix pièces (tableaux, sculptures, dessins, bijoux et correspondances), inspirées par cette lignée sulfureuse et sanguinaire, sont rassemblées au Musée Maillol à Paris. Cette exposition – de Léonard de Vinci à Michel-Ange – propose au public une autre facette de Lucrèce Borgia et ses proches.

Francucci Innocenzo dit Innocenzo da Imola : « Portrait présumé de Vannozza Cattanfi » (première moitié du XVIe siècle), huile sur toile - 

 Maîtresse du pape Alexandre VI, et mère de César et de Lucrèce Borgia, Vannozza Cattanei était aussi une des plus célèbres mères maquerelles de Rome./ Crédits : SSPSAE E PER IL POLO MUSEALE DELLA CITTÀ DI ROMA

Altobello Melone : « Portrait de gentilhomme » (César Borgia ?, 1513), huile sur toile - 

César, le fils qu’elle eut avec le pape Alexandre VI, fut nommé par son père protonotaire apostolique à l’âge de 7 ans, et archevêque dix ans plus tard. A 10 ans, il devenait cardinal, mais préféra la carrière des armes. Sa cruauté en a fait une référence pour Machiavel./Crédits : ARCHIVIO FOTOGRAFI CO ACCADEMIA CARRARA

© Su Concessione del Comune di Pesaro / Servizio Politiche dei Beni Culturali

Francesco di Giorgio Martini, Portrait de Federico da Montefeltro, 1475, marbre H.47 ; L.38,5 cm Pesaro, Musei Civici, Palazzo Toschi Mosca.

Catálogo da exposição

Mais algumas imagens da exposição :

Les vies des membres de cette famille sulfureuse, d’Alexandre à Lucrèce et César, nous ont été suffisamment disséquées, romancées et exagérées.

Le Titien, Le pape Alexandre VI présente Jacopo Pesaro à Saint-Pierre, présenté dans l’exposition « Les Borgia et leur temps » du musée Maillol, Paris, 2014 (©Lukas-Art in Flanders vzw, photo Hugo Maertens). 

Le rez-de-chaussée du musée Maillol dresse le portrait des principaux membres de la famille Borgia : le pape Calixte III (né Alonso de Borja en 1378), son neveu Rodrigo (devenu pape sous le nom d’Alexandre VI), le fils de celui-ci César Borgia (modèle du Prince de Machiavel) et sa sœur Lucrèce que l’on traita d’empoisonneuse et accusa d’avoir couché avec son père. Une cohorte de visages accueille le visiteur.

Si le pape Alexandre VI Borgia a une réputation de débauché non usurpé, il fut aussi un chef de guerre, et tenta d’unifier l’Italie à son profit. Jacopo Pesaro, commandant de la marine pontificale, a vaincu les Turcs lors de la bataille de Santa Maura en 1502. Ce tableau est ainsi une affirmation de l’autorité politique et de la puissance

Les Borgia n’étaient pas que des népotistes, assassins adeptes du poison, débauchés ou encore bien d’autres qualificatifs sulfureux. Cette famille hors du commun a marqué à jamais la renaissance italienne des XVe et XVIe siècles. Ses membres étaient cultivés, deux d’entre eux furent papes (le plus connu, Alexandre VI règna de 1492 à 1503), et certains furent de grands mécènes et ont permis à Rome de retrouver une place centrale en Italie. Pour preuve, la présence d’oeuvres exceptionnelles au musée Maillol. De grandes institutions italiennes et européennes ont collaboré à cette exposition. On retrouve notamment des dessins de Léonard de Vinci, de Michel Ange et des peintures de Raphaël et duTitien. 

© Su concessione SSPSAE e per il Polo Museale della Città di Venezia
Andrea Mantegna, Saint Georges, vers 1460, tempera sur bois – H.66 ; L.32 cm Venise, Galleria dell’Accademia.
Veneranda Biblioteca Ambrosiana © De Agostini / Biblioteca Ambrosiana
Alfredo Ravasco, Reliquaire des cheveux de Lucrèce Borgia, XXe siècle, teck avec support en malachite H.30 cm Milan, Museo dell’Ambrosiana.

Cette mèche de cheveux, qui seraient ceux de Lucrèce, aurait appartenu à Pietro Bembo, un jeune poète qui lui dédia un livre de dialogues amoureux, les Asolani. Elle devint sa maîtresse. Après avoir ainsi cocufié le duc de Ferrare, Bembo fut ensuite secrétaire du pape Léon X, puis cardinal./Crédits : DE AGOSTINI/BIBLIOTECA AMBROSIANA

© Su concessione della SBSAE per le province di Parma e Piacenza
Dosso Dossi, Saint Michel Archange et l’Assomption de la Vierge, huile sur bois – H.243 ; L.166 cm Parme, Galleria Nazionale.

© Fondazione Guglielmo Giordano

Bernardino di Betto, dit le Pintoricchio, Fragment de fresque détachée représentant l’enfant Jésus bénissant, 1492-1493 H.73 ; L.59 cm Pérouse, Fondazione Gugliemo Giordano.

Seul fragment subsistant d’une fresque ornant autrefois les appartements du pape Borgia au Vatican, cet enfant-Jésus était à l’origine placé entre le pape, qui lui touche le pied, et la vierge. Celle-ci était représentée sous les traits de Giulia Farnèse, sa dernière maîtresse en titre. Un de ses successeurs, Alexandre VII, fit détruire l’œuvre scandaleuse au milieu du XVIIe siècle./Crédits : FONDAZIONE GUGLIELMO GIORDANO 

 

© Archivi fotografico – Fondazione Musei Civici di Venezia

Giovanni Bellini, La Transfiguration du Christ, 1453-1455, huile sur bois – H.134 ; L.68 cm Venise, Museo Correr.

Giovanni Bellini (1453 – 1455) – Huile sur bois, H.134 ; L.68 cm – Venise, Museo Correr
© Su concessione della SSPSAE e per il Polo Museale della città di Firenze

Fra Bartolomeo : « Portrait de Jérôme Savonarole » (1499-1500), huile sur bois - 

Les excès du Pape, le relachement de ses mœurs, ses débauches et ses dépenses somptuaires furent dénoncées par un moine florentin, Jérôme Savonarole, qui préchait pour un retour à la pureté de l’Eglise des origines, faisant brûler les « vanités », tableaux et textes inspirés de l’Antiquité au détriment des Ecritures. Il fut lui-même conduit au bûcher, à l’instigation du pape, le 23 mai 1498.

© Francisco Alcántara

Juan de Juanes, Portrait du Pape Alexandre VI, 1586 huile sur cuir (guadamacile) H.83 ; L.56 cm Valence, Cabildo Metropolitano de Valencia.
© Su concessione della SSPSAE e per il Polo Museale della città di Firenze
Lucas Cranach le Vieux, Portrait de Luther et de sa femme, 1529, huile sur toile H.37 ; L.23 cm Florence, Museo degli Uffizi.

Savonarole ne faisait que précéder Martin Luther : le clerc allemand avait fait un séjour à Rome dont il était revenu horrifié par la licence qui y régnait. Le pape Léon X ayant développé le système des Indulgences, permettant contre de l’argent d’échapper au purgatoire, Luther engagea en 1517 un bras de fer avec la papeauté qui s’acheva par son excommunication, et la création d’une église dissidente, ce qu’on nommera la Réforme. La conduite scandaleuse des papes influença sa décision de briser l’interdiction du mariage des prêtres. Il est ici représenté auprès de sa femme, Katharina Von Bora. 

 

Pietà attribuée à Michel-Ange, présentée dans l’exposition « Les Borgia et leur temps » du musée Maillol, Paris, 2014 (©musée Maillol).

Michelangelo Buonarroti dit Michel-Ange (attribué à) : « Pieta » (dernière décennie du XVe siècle), terre cuite -

Une des découvertes de l’exposition est sans doute cette terre cuite, récemment réapparue, et que des historiens d’art de plus en plus nombreux s’accordent, sur la foi d’une documentation rigoureuse, à attribuer à Michel-Ange : elle serait le modèle de sa célèbre Pieta. C’est aussi une façon de rappeler que si les Borgia furent débauchés et sanguinaires, les arts à Rome furent rarement aussi florissants que sous leur règne./ Crédits : COLLECTION PARTICULIÈRE

Antoniazzo Romano, (vers 1489) – Huile sur bois 142 x 176 cm – Rome, Galleria Nazionale d’Arte Antica Palazzo Barberini

Ill. Saint-Michel archange et l’Assomption de la Vierge de Dosso Dossi (1533) et la Nativité d'Antoniazzo Romano, présentés dans l’exposition « Les Borgia et leur temps » du musée Maillol, Paris, 2014 (©Guy Boyer).

Saint-Michel archange et l’Assomption de la Vierge de Dosso Dossi (1533) et la Nativité d’Antoniazzo Romano, présentés dans l’exposition « Les Borgia et leur temps » du musée Maillol, Paris, 2014 (©Guy Boyer).

Calixte III et Alexandre VI se sont fait remarquer par leur mécénat artistique à Rome (appartements Borgia du Vatican, restauration du château Saint-Ange, commandes à Sangallo, Rossellino, Lippi, Romano et même Michel-Ange). Les enfants d’Alexandre VI, César et Lucrèce, suivront l’exemple, le premier en prenant Léonard de Vinci comme conseiller, la seconde s’entourant de poètes comme L’Arioste.

Ill. De gauche à droite : Érasme par Quentin Metsys (1517), Martin Luther et Katharina von Bora par Lucas Cranach l’Ancien (1529) et Savonarole par Fra Bartolommeo (1499), présentés dans l’exposition « Les Borgia et leur temps » du musée Maillol, Paris, 2014 (©Guy Boyer).

De gauche à droite : Érasme par Quentin Metsys (1517), Martin Luther et Katharina von Bora par Lucas Cranach l’Ancien (1529) et Savonarole par Fra Bartolommeo (1499), présentés dans l’exposition « Les Borgia et leur temps » du musée Maillol, Paris, 2014 (©Guy Boyer).

La Renaissance est également une période de bouleversements philosophiques et religieux. Si les humanistes retournent aux sources du savoir en relisant les textes antiques et médiévaux, les penseurs de l’Église se déchirent en analysant les évangiles. Réformateurs (Luther) et annonciateurs de la fin du monde (Jérôme Savonarole) face aux extrémistes de l’Église romaine (Innocent VIII).

Ill. Réplique d’un canon à plusieurs bouches devant une reproduction du dessin de Léonard de Vinci, présentée dans l’exposition « Les Borgia et leur temps » du musée Maillol, Paris, 2014 (©Guy Boyer).

Réplique d’un canon à plusieurs bouches devant une reproduction du dessin de Léonard de Vinci, présentée dans l’exposition « Les Borgia et leur temps » du musée Maillol, Paris, 2014 (©Guy Boyer).

L’époque des Borgia est une période bouleversée par la découverte de l’Amérique (1492) et par les guerres d’Italie (1494-1559). Machiavel écrit alors : «  Pour maintenir son État, il faut sans cesse agir contre sa parole, contre la charité, contre l’humanité, contre la religion  ». Une Renaissance sombre et brutale loin de l’image brillante et intellectuelle que l’on montre habituellement.

Exposição “Les Borgia et leur temps- de Léonard de Vinci à Michel-Ange”, imperdível!

Musée Maillol

Endereço : 59/61, rue de Grenelle
75007 Paris
Metro : Rue du Bac – linha 12
Onibus : 63, 68, 69, 83, 84, 94, 95
Vélib : bd Raspail

Horário : Aberto diariamente 10:30 – 19:00

Ingressos: 13 euros

Depois da exposição o Restaurante La Cortigiana, gostoso para almoçar, com menu inspirado na exposição atual.

Carte du restaurant

Le restaurant italien « La Cortigiana » accueille les gourmets dans un cadre raffiné et chaleureux.

Quelques tables sont installées dans la cour de l’hôtel particulier

 

fontes:

http://www.museemaillol.com/

http://www.lemonde.fr/culture/portfolio/2014/09/26/les-borgia-s-exposent-au-musee-maillol_4489175_3246.html

http://culturebox.francetvinfo.fr/expositions/le-vrai-visage-des-borgia-au-musee-maillol-191291

http://elsborja.wordpress.com/2014/10/02/les-borgia-et-leur-temps/

http://pt.millesimehotel.fr/323-noticias/442-nossas-exposicoes-favoritas-para-o-proximo-outono-inverno-2014-2015.html

http://int.rendezvousenfrance.com/fr/agenda/borgia-temps-musee-maillol

http://www.metronews.fr/culture/cesare-fuyumi-soryo-signe-un-manga-colossal-pour-rehabiliter-cesare-borgia/mmcy!hQ0Yufrc9YMmQ/

http://www.connaissancedesarts.com/peinture-sculpture/diaporama/le-musee-maillol-redonne-vie-aux-borgia-108448.php

http://www.leparisien.fr/espace-premium/culture-loisirs/la-borgiamania-de-la-tele-au-musee-15-09-2014-4135031.php

http://www.offi.fr/expositions-musees/musee-maillol-2639/les-borgia-et-leur-temps-53816.html

http://www.huffingtonpost.fr/2014/09/15/borgia-saison-3-exposition-famille-maillol-mecene_n_5767156.html

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Exposição fotográfica ” Fabulous Crazy Horse ” – Riccardo Tinelli

Exposição fotográfica de Riccardo Tinelli de 02-11 abril 2014

Crazy Horse e Purgatoire-54 Paradis , espaço de evento dedicado à arte contemporânea e artes culinárias,  tem o prazer de apresentar do dia 2-11 de abril: Fabulous Crazy Horse, “qui es- tu derrière ces lumières?  uma exposição fotográfica exclusiva dedicada à feminilidade e glamour, nascida da união entre  a arte Riccardo Tinelli e  o Crazy Horse.

Depois de uma primeira colaboração com o famoso cabaré parisiense, Riccardo permaneceu sob o encanto deste monumento das noites parisienses, fascinado pela atmosfera que prevalece lá. Ansioso para desvendar os mistérios, Riccardo faz uma imersão nos bastidores do Crazy Horse e nos mostra a sua visão artística .

L’ambition première de Riccardo Tinelli était de capturer des instants uniques et privilégiés afin de montrer les danseuses telles qu’elles sont. Leur sensualité naturelle et spontanée cache la complexité et la rigueur qu’exige la danse professionnelle. Guidées par l’oeil complice du photographe, elles se sont alors prises au jeu des clichés pour révéler des moments d’intimité rare.

Venus Océane, Mika Do & Yasna Snigoura, 2013.
Impression digitale sur papier fine-art, 120×140 cm.

Verdadeira chamada para o glamour, o show no Crazy Horse desperta nosso desejo e desperta nossa imaginação. O principal objetivo do Riccardo Tinelli era capturar momentos únicos e especiais para mostrar as bailarinas como elas são. Sua sensualidade natural e espontânea esconde a complexidade e rigor exigido da dança profissional. Guiados pelo olhar atento do fotógrafo, então eles são  levados para os clichês do jogo para revelar momentos de intimidade rara.

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L’exposition permet au spectateur de
découvrir « derrière les lumières » l’âme du célèbre cabaret parisien.

L’ambition première de Riccardo Tinelli était de capturer des instants uniques et privilégiés afin de montrer les danseuses telles qu’elles sont. Leur sensualité naturelle et spontanée cache la complexité et la rigueur qu’exige la danse professionnelle. Guidées par l’oeil complice du photographe, elles se sont alors prises au jeu des clichés pour révéler des moments d’intimité rare.

L’ambition première de Riccardo Tinelli était de capturer des instants uniques et
privilégiés afin de montrer les danseuses telles qu’elles sont. Leur sensualité naturelle et spontanée
cache la complexité et la rigueur qu’exige la danse professionnelle. Guidées par l’oeil complice du
photographe, elles se sont alors prises au jeu des clichés pour révéler des moments d’intimité rare.

 Atrás das luzes, as meninas Crazy Horse revelam um mundo fantástico e mítico.

 

Brilhando com posturas corporais ousadas. Figurinos preciosos e elegantes. Olhos misteriosos e , sorrisos travessos. Mulheres brincalhonas e sedutoras …

Através de suas fotografias, Riccardo Tinelli conta a fascinante personalidade das dançarinas que abandonam a sua paixão pela dança. Muito mais do que uma paixão, é uma obsessão generalizada, um veículo para a criatividade e uma fonte de comunicação.

A exposição permite ao espectador ver “por trás das luzes” , a alma do cabaré parisiense.

Riccardo Tinelli

Riccardo Tinelli nasceu em Treviso, Itália. Ele é um fotógrafo  profissional. Foi com a idade de 17 anos  que Riccardo comprou sua primeira câmera. Desde então, ele continua a fotografar e encontra inspiração na vida cotidiana. Ele reproduz um mundo dinâmico, com formas doces e coloridos e paisagens exóticas.

Ele divide seu tempo entre Nova York e o décimo arrondissement de Paris.

Fabuloso Crazy Horse: “Quem é você por trás dessas luzes?” 
Exposição fotográfica de Riccardo Tinelli 

De 2 a 11 de abril de 2014 
Purgatoires-54 Paradis

54 rue de Paradis, 75010 Paris.

galeria está aberta ao público de segunda a Sexta das 10:00 às 18:00 h, exceto evento particular e excepcional.

Informações: 
01 48 78 77 13 -

 

fonte:

http://www.lecrazyhorseparis.com/fr/dernieres-news/fabuleux-crazy-horse.

http://vanessassecrets.net/2014/03/12/fabuleux-crazy-horse-au-purgatoire/

http://le-purgatoire-paris.fr/

http://obsession.nouvelobs.com/people/20140320.OBS0618/photos-les-diablesses-du-crazy-au-purgatoire.

http://www.peopleinside.fr/fabuleux-crazy-horse-au-purgatoire-exposition-photographique-de-riccardo-tinelli/news/74389

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Teatro Chaillot, no Palais de Chaillot


Do outro lado do Sena, na frente da Torre Eiffel, se encontra o Palais de Chaillot.

 

Construído durante os anos 1930, hoje este monumento é considerado como um dos mais bonitos desta época.

No Palais de Chaillot encontra-se a Cité de l’Architecture et du Patrimoine, cujo objetivo é promover o patrimônio e o arquitetura francesa da idade média até hoje, e o Theatre National de Chaillot.

Antigamente denominado  Théâtre National Populaire, o Théâtre national de Chaillot foi palco de personalidades , e  esteve sob várias direções, foi transformado para oferecer aos coreógrafos e ao público um espaço dedicado a representações.

 O Palais de Chaillot  situado no  16e arrondissement  é constituido de 2 pavilhões : le Théâtre de Chaillot (à esquerda) et le Musée de l’Homme (à direita). No meio se encontra um grande terraço,( l ‘Esplanade des Droits de l’Homme) que oferece uma vista magnífica da Tour Eiffel.

The Trocadéro, site of the Palais de Chaillot, Paris

O Théâtre National de Chaillot  foi criado em 1975 se encontra ” en contrebas de cette esplanade “.

Depois que passarem a porta da entrada principal , é preciso ficar na esquerda e descer uma escada de mármore  que se encontra no  hall ( a escada se encontra embaixo do quadro ) dando acesso as outras salas de espetáculo (Salle Jean Vilar ).

 Théâtre national de Chaillot – Hall d’entrée

 Com certeza vocês ficarão muito impressionados pelo foyer principal   que é uma galeria de uns 88 metros de comprimento ricamente decorada com dourados, marmores e pinturas. Este  foyer possui janelas altas dando vista ao Champ-de-Mars ).

  Theatre national de Chaillot : Grand foyer (photo P. Berger)

O teatro foi dirigido por personalidades como Jean Vilar (auteur, metteur en scène) ou Jack Lang (homme politique français), e está desde julho de 2011 sob a direção de Didier Deschamps, ancien danseur chorégraphe.

O Théâtre national de Chaillot é aberto a todas as formas de expressão, mas desde 2008 a programação dá mais enfase aos projetos artísticos de companhias de dança contemporanea..

A partir do térreo esta escada conduz ao teatro, ao bar e ao restaurante do Chaillot.

De um lado o restaurante, uma grande sala, com sua bela decoração anos 30.

Do outro lado o bar. A magia deste espaço se encontra nesta parede ritmada por pilastras e grandes janelas de vidro dando para a torre Eiffel.

A sala do teatro  é  magnífica.

 Théâtre national de Chaillot – Salle Jean Vilar (photo P. Berger) -

Dans la grande salle Jean Vilar, il y a 1300 places !

Teatro lotado todos os dias!!!

Programação de dança para fevereiro e março de 2014 !!!

Theatre de Chaillot – 1 Place du Trocadero 75016 Paris – metro Trocadero.

www.theatre-chaillot.fr

www.citechaillot.fr

 

Fonte:

http://www.conexaoparis.com.br/2008/10/16/teatro-em-paris-o-palais-de-chaillot/

http://theatre-chaillot.fr/la-saison

http://www.danseraparis.fr/le-the%C3%A2tre-national-de-chaillot,-un-lieu-ouvert-a-tous..php

http://ecolebrecheauxloups.net/le-theatre-de-chaillot-mai-2011/

 

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