Invent


Jimmy Choo em Paris

Seus sapatos são como joias, enquanto os outros todos são bijuterias. Os materiais são de primeira e há sandálias de seda, outras com couro de crocodilo, com detalhes surpreendentes como laços de veludo e fivelas de repletas Swarovski. Queridinha das celebridades, suas criações são presença obrigatória nos tapetes vermelhos e virou referência pop em filmes como “O Diabo Veste Prada” e até em uma música de Beyoncé. Essa é a descrição mais fiel da bem sucedida marca de luxo JIMMY CHOO, cujos produtos revelam exuberância através do trabalho artesanal.

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Nos últimos anos, enquanto muitas marcas se debateram para driblar a crise mundial, o principal desafio da JIMMY CHOO foi conseguir atender uma demanda crescente de aficionados pela marca e aumentar sua linha de produtos, como por exemplo, em 2011, quando lançou a primeira coleção de sapatos masculinos, e sua primeira linha de perfumes. Além disso, inaugurou uma segunda loja em Paris na Rue Saint-Honoré.

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A loja de Paris possuía todos os elementos da marca JIMMY CHOO: uma ala VIP, mais espaço para exibir os produtos e uma localização privilegiada, ao lado de marcas como a Colette e hotéis como o The Ritz Carlton.

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A França é atualmente o segundo maior mercado da marca inglesa, depois do Reino Unido. Fora da Europa, a JIMMY CHOO inaugurou lojas em Macau, Pequim, Tóquio e Los Angeles. Além disso, outras unidades foram inauguradas na Arábia Saudita, Dubai e Hong Kong. Mais recentemente, em 2014, além de abrir capital na Bolsa de Valores para ampliar sua expansão global, com o objetivo de melhorar o posicionamento de luxo da marca e criar uma oferta mais personalizada para seus clientes, foi lançado o serviço Made to Order, que oferece a possibilidade de customizar alguns modelos de sapatos. O exclusivo serviço oferece sapatos customizáveis com diferentes cores, materiais (cetim, camurça, lantejoulas ou peles exóticas) e até altura de salto. O toque final deste serviço inédito: cada par de sapatos pode ser decorado com um monograma com as iniciais à escolha de cada cliente. Este ano também foi marcado pelo lançamento do primeiro perfume masculino da marca.

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A loja da marca de sapatos Jimmy Choo abriu sua primeira loja na Av. Montaige . O novo conceito tem assinatura do arquiteto Christian Lahoude, que privilegiou as cores da Maison, como o bronze, sofás de veludo bege, lustre sob medida e balcões em mármore, dando uma atmosfera “cosy” ao espaço.

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O segredo para manter o luxo e a exclusividade dos produtos JIMMY CHOO está na distribuição limitada dos calçados, bolsas e acessórios aos pontos de venda selecionados e na escolha das localizações mais exclusivas do mundo para abrir suas lojas próprias, ao lado de grandes nomes da moda como Dior, Armani e Prada. Os sofisticados calçados podem ser encontrados em butiques instaladas em endereços como a Avenida Montaigne (Paris), 5° Avenida (Nova York) e Sloane Street (Londres). Seus produtos, sobretudo os sapatos, que começam custando US$ 450 e podem chegar facilmente ultrapassar US$ 2 mil, encantam estrelas como Madonna, Cameron Diaz, Catherine Zeta-Jones e Sarah Jessica Parker. A JIMMY CHOO atualmente é conhecida internacionalmente como a marca de acessórios preferida de estilistas, celebridades e mulheres cosmopolitas que seguem a moda de luxo. Os sapatos, as bolsas e os pequenos artigos de couro (como carteiras e cintos) são inovadores e exclusivos, mas mantêm a elegância clássica, a beleza e a sensualidade das quais o nome JIMMY CHOO é sinônimo.

Jimmy Choo

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Atualmente a marca JIMMY CHOO possui mais de 210 lojas espalhadas por mais de 45 países ao redor do mundo. Os produtos da marca, incluindo calçados, bolsas, perfumes e acessórios, podem ser encontrados também nas melhores lojas de departamento do mundo. No Brasil, a marca tem uma butique no luxuoso shopping Cidade Jardim em São Paulo, inaugurada em 2010. Os calçados representam 75% do faturamento da marca, que em 2016 atingiu ₤364 milhões. A marca possui oito coleções anuais e uma revista bimestral que coincide com o lançamento das coleções principais.
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Jimmy Choo Paris
34, Avenue Montaigne – 75008 – Paris

376 Rue Saint Honoré, 75001 Paris

Fonte:

http://mundodasmarcas.blogspot.com.br/2007/04/jimmy-choo-o-arteso-dos-calados.html

http://lulacerda.ig.com.br/paris-por-paulo-pereira-80/

http://www.vogue.fr/mode/news-mode/diaporama/la-reouverture-de-la-boutique-jimmy-choo-avenue-montaigne/22224#la-reouverture-de-la-boutique-jimmy-choo-avenue-montaigne-1_image1

http://webluxo.com.br/guia/anuncio/jimmy-choo/

http://glamurama.uol.com.br/jimmy-choo-lanca-colecao-pre-fall-no-shopping-cidade-jardim/

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Place de Fürstenberg

A place de Fürstenberg é conhecida por ser uma das mais charmosas praças de Paris.

O pintor Delacroix teve o bom gosto de se instalar no numero 6 . Veja como ele a pintou…

Se você está a procura da alma de Saint Germain des Près, é aqui que é preciso ir .

Para os puristas, a praça é na realidade uma rua, porque o centro não impõem um sentido giratório, mas deixemos isso de lado, o que interessa aos verdadeiros românticos , é o ambiente único que acontece quando a noite cai e seus lindos lampadários se acedem….

” Ela não tem nada de especial a não ser um charme discreto de cidade do interior. Ela é pequena, tão pequena que às vezes ela é chamada de placette e no seu centro vivem quatro grandes árvores. Na realidade mais uma rua que uma praça, seu comprimento é de 82 metros, da rue Jacob à rue de l’Abbaye. Construída em 1699 e batizada com o nome do cardeal Fürstenberg.

Os prédios à sua volta não pertencem à categoria privilegiada e chamada “arquitetura haussmaniana”. São prédios mais discretos, sem a elegância um pouco exagerada dos imóveis construídos com a famosa pedra calcária parisiense.  Eles datam do século XVII e guardam a memória de uma época. Alguns privilegiados aí moram e os apartamentos são vendidos e passados de mão em mão dentro de um círculo fechado.

Como já disse no número 6 se encontra o Musée Delacroix, atelier e casa do pintor até sua morte em 1863.

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MUSEE-DELACROIX

Ela é o coração de Saint Germain, bairro que sempre soube misturar gêneros diferentes: literatura, música, gastronomia, teatro, arte e moda. Bairro que cultiva a estética e um estilo de vida sofisticado. Um lugar fora do tempo, aparentemente calmo, onde o Atelier de Delacroix, as belas vitrinas dos grandes nomes da decoração e as quatro árvores criam o décor de cartão postal.

Os nostálgicos de uma Saint Germain que não existe mais encontram neste mínimo espaço a lembrança de um tempo passado.

Meu cantinho preferido de Paris.

Place de Furstenberg
75006, métro Saint Germain-des-Prés

Fontes:

http://www.pariszigzag.fr/paris-au-quotidien/lieux-romantiques-a-paris
http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/posts/2013/03/04/dez-lugares-romanticos-em-paris-488429.
http://www.conexaoparis.com.br/2012/08/20/praca-de-furstenberg/
http://www.pariszigzag.fr/sortir-paris/balade-paris/le-charme-discret-de-la-place-furstenberg-paris-visite-guidee-saint-germain-des-pres
http://www.paris-a-nu.fr/la-place-de-furstenberg/

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Conheça as maravilhas de Midi-Pyrénée, encantador Sudoeste da França

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Conheça as maravilhas de Midi-Pyrénée, encantador sudoeste da França

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Este Destino revela paisagens medievais, picos nevados e obra de arte da arquitetura moderna

Arquitetura medieval de Albi rendeu o título da Unesco de Patrimônio Cultural da Humanidade

Castelos, cidadelas que parecem de contos de fadas, montanhas, e, de quebra, vinícolas pelo caminho. O Sudoeste da França abriga a charmosa região chamada Midi-Pyrénée.

viaduto de millau frança

A maior região da França traz paisagens ímpares, além de cartões-postais como o Viaduto de Millau, o maior do mundo sustentado por cabos, uma obra de arte contemporânea, recorde mundial de altura com uma torre acima de um vale com 343 m.

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Em Millau, a vista do vale sobre o rio Tarn atrai esportistas do mundo todo, que aproveitam a paisagem belíssima para inúmeros esportes radicais na água e no ar, que costuma ficar salpicado por parapentes coloridos.

 chateau de creissels

Quem quiser ficar pertinho da cidade com muito estilo pode hospedar-se no Castelo de Creissels, um charme construído no século 12 que oferece uma vista panorâmica do famoso viaduto.

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Hotel Restaurant Chateau de Creissels: Vista del Viaducto de Millau, desde el Hotel

 O valor da diária em um hotel especial como esse vai te surpreender.

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Construído no século 12, o Castelo de Creissels ainda conserva uma parte antiga medieval. O que mais impressiona no hotel é a vista panorâmica do Viaduto Millau e do Vale do rio Tarn. Descubra a seguir quanto custa dormir como rei

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Pertinho de Millau, está a charmosa Toulouse, chamada “cidade rosa”, capital da região Midi-Pyrénées.

toulouse

No passeio pela cidade, reserve seu almoço na praça do Capitole, onde inúmeros restaurantes esperam o turista, passe pelo Convento Jacobino, construção belíssima do século 13, e relaxe em um passeio às margens do rio Garonne.

praça do capitólio em toulouse

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 praça do capitólio em toulouse

margens do rio Garonne. em toulouse

 Toulouse cresce a margem do rio Garonne

 margens do rio Garonne. em toulouse

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Descubra o Midi-Pyrénées. Vista de Toulouse à noite refletida no Rio Garonne

É na cidade que são produzidos as guloseimas de flor de violeta, especialidade francesa.

Entre as especialidades locais vale destacar a loja de souvenirs Confiserie Regals que fica na rue du Taur, 25. Alí são vendidos doces, balas, licores, perfumes, geléias, chás, todos com essência de violeta, produto típico da cidade de Toulouse

Também rosa, devido aos tijolos utilizados nas construções, a vizinha Albi é uma joia medieval imperdível na região.

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 albi cidade medieval

O rico conjunto de arquitetura medieval foi classificado pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade.

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Perca-se pelo centro antigo, com ruas estreitas e casinhas em estilo enxaimel, técnica de construção com madeiras encaixadas e espaços preenchidos por pedras ou tijolos.

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Completam o cenário de filme da cidade a catedral fortificada e o museu Toulouse Lautrec, onde está um dos jardins mais lindos do mundo e a maior coleção do artista Henri de Toulouse-Lautrec, considerado o pai da pop art.

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O Museu na cidade de Albi possúi a coleção mais importante das obras do pintor.

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Acima das nuvens

Do topo gelado do Pic Du Midi, é possível avistar as cadeias montanhosas da região em posição acima das nuvens -
Nicolas Bourgeois/Divulgação
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Midi-Pyrénee também abriga o Pic Du Midi. A mais de 2.800 metros, o Pico do Midi de Bigorre atrai esquiadores experientes.

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Pic du Midi, Midi-Pyrénées

É lá também que está o observatório científico mais antigo, usado pela Nasa para analisar a superfície da lua.

Chega-se ao topo por um teleférico, que, por si, já é um passeio incrível, de onde se vê toda a cadeia montanhosa dos Pirineus, acima das nuvens.

Para se hospedar, turistas podem apostar em Toulouse ou Lourdes, segunda cidade hoteleira da França, que recebe todos os anos mais de 5 milhões de visitantes vindos de mais de 140 países, atraídos pela espiritualidade do lugar.

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A cidade de Lourdes, onde está o santuário católico mais importante da França

Santuário de Lourdes – França

Além de toda a aura religiosa, a cidade nos presenteia com belíssimas paisagens.

Château-Fort de Lourdes – Castelo Fortaleza – oferece vista para a cadeia de montanhas do Sudoeste da FrançaDivuglação

Além do santuário, a fortaleza milenar chamada Castelo Fortaleza de Lourdes, que abriga o museu dos Pireneus, é tombada como monumento histórico e museu da França e Patrimônio Mundial da Unesco.

 

Roquefort: o queijo das montanhas

Visita à Societé, na montanha, mostra produção de RoquefortAndrea Miramontes/R7

É na cidade de Roquefort-sur-Soulzon que são produzidos os famosos queijos de mesmo nome há mais de 2 mil anos.

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Qualquer queijo produzido longe de lá não pode levar o nome de Roquefort.

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A linda cidadezinha é toda cercada por um paredão de pedra, um conjunto montanhoso chamado chapada de Combalou. Muitos produtores de Roquefort estão espalhados na cidade.

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É dentro desse paredão de pedra, com mais de dois quilômetros, que ficam as caves onde o queijo original é produzido.

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A Societé mostra todo processo e oferece degustação. Lá, se conhece a história da descoberta da iguaria, que, pasmem, nasceu de um caso de amor.

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Caves do Roquefort Société – milhares de peças de queijos esperam seu tempo certo

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Processo de maturação do Roquefort nas cavernas da Roquefort Societé

 

 

Texto escrito por Andrea Miramontes, do R7, na França*

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Museu Maison Victor Hugo – Paris

museu victor hugo

 Em torno das arcadas da Place des Vosges, no número 6  encontramos o Hotel Rohan-Guéménée onde viveu o escritor Victor Hugo de 1832 à 1848 e hoje é o Museu Victor Hugo.

L´Hôtel de Rohan-Guéménée: no segundo andar, Victor Hugo viveu por 16 anos

Vista da janela do seu apartamento

Com uma vida pessoal, política e afetiva digna de um homem incomparável e absolutamente único, Victor Hugo, tem um pouco de sua vida exposta na Maison de Victor Hugo em Paris, mais exatamente na Place des Vosges, a mais antiga de Paris, situada na Rive Droite; onde Victor Hugo viveu grande parte de sua vida.

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Victor-Marie Hugo (1802-1885), foi um grande escritor francês, autor de grandes obras como Les Misérables e Notre-Dame de Paris.

Com uma rica história de vida, uma infância marcada por grandes acontecimentos e uma vida adulta rodeada sempre por pessoas influentes e de muitas amantes, Victor Hugo, escreveu mais de 30 livros e tornou-se um dos grandes nomes do romantismo francês.

Estando em Paris, eis um passeio imperdível para quem aprecia história, arte, literatura e grandes biografias como a de Victor Hugo.

O local expõe todo o mobiliário utilizado na época por Victor Hugo, as primeiras edições alguns de seus livros, mais de 400 desenhos executados pelo escritor, obras de artes, e ainda as penas utilizadas por Victor Hugo para escrever – Les Misérables. O primeiro andar é destinado a exposição dos objetos e no segundo andar está a casa do escritor.

Aí estão todas as obras gráficas do escritor assim com seus manuscritos, pinturas e esculturas que o homenageiam, caricaturas e fotos. O museu possui também uma importante biblioteca aberta aos pesquisadores.

museu Victor Hugo

O local onde ele viveu  de 1832 a 1848  fica na esplêndida Place des Voges. Victor Hugo tinha 30 anos quando se mudou para este apartamento de 280 metros quadrados , no segundo andar do Hotel de Rohan-Guéménée, com sua esposa Adele. E lá, eles viveram por 16 anos. Hoje, a antiga residência abriga um museu.

museu Victor Hugo

O apartamento de Victor Hugo, que virou museu em 1903, foi reconstituído com certa liberdade a partir de fotos e móveis que também foram usados em outros lugares onde o escritor morou. O espaço foi adaptado num percurso de sete salas, que vai contando a vida de Hugo através de documentos, gravuras, jornais, cartas, pinturas.

Ele viveu aqui por 16 anos (de 1832 a 1848), onde escreveu grandes romances, inclusive parte de Os Miseráveis (Les Misérables). O local só virou museu no começo do século 20 e foi reconstituído a partir de fotos e documentos. Mas a escrivaninha e a pena de onde saíam suas obras, o busto feito por Rodin e parte do mobiliário são originais.

museu Victor Hugo

O apartamento foi dividido em salas que contam a história de Victor Hugo através de cartas, rascunhos, pinturas, gravuras, obras de arte e desenhos feitos pelo próprio escritor.

A visita ocorre em duas etapas: coleções permanentes, que é gratuita, e exposições temporárias, mas estas são pagas. Os objetos exibidos na primeira são principalmente documentos de trabalho do poeta, como aqueles relacionados à sua produção literária. A casa é aberta de terça a domingo, das 10h às 18h.

museu Victor Hugo

No seu apartamento, podemos visitar a sala de estar; a sala de jantar de inspiração medieval, ideia do próprio Victor Hugo, a sala chinesa também concebida pelo escritor, e o seu quarto. O mobiliário é magnífico! O interessante na visita é transportar-se ainda para o seu tempo e tentar imaginar os momentos de inspiração do escritor. Emocionante!

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

Sala de jantar de Victor Hugo/Foto de: Patrícia C. de Amorim

museu Victor Hugo

Sala Chinesa Foto: Divulgação

Parte do Museu Maison de Victor Hugo, em Paris (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

Parte do Museu Maison de Victor Hugo, em Paris (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

Os móveis eram quase todos concebidos por ele. Muita coisa ele realizava sozinho, para outras contava com a ajuda de profissionais, mas sempre supervisionado por ele.

Contam que Victor Hugo era uma personalidade muito forte e seguro de si, para não se dizer um tanto pretencioso. Alguns detalhes na sua casa mostram o quanto ele era centrado em si mesmo, como as suas inciais em todos os cantos da decoração (para não dizer as iniciais da sua amante!)

O quarto Foto: Divulgação

Ver onde a pessoa morou, seu estilo de vida, imaginar que tudo aquilo é absolutamente real e gerou boa parte da história que você gosta de ler é, realmente, espetacular. A cama onde o autor de “O Corcunda de Notre Dame” morreu é essa aí da foto

A entrada é gratuita e além de móveis originais, cartas, quadros, documentos e gravuras da imagem de Victor Hugo, é possível ver trechos manuscritos de suas mais importantes obras.

Na casa está o modo de entender a arte e a essência da filosofia de vida de Victor Hugo. Foi onde ele viveu grande parte de sua vida.

museu Victor Hugo

 Podemos ver a escrivaninha alta, já que ele preferia escrever em pé.

A visita promete ser realmente emocionante, especialmente para os fãs mais ardorosos, que poderão ver ali a mesma pena que foi utilizada para escrever suas obras mais importantes. Ao conhecer sua casa, o turista terá uma visão mais ampla do escritor e também da cidade que tanto inspirou suas histórias.

Victor Hugo foi um gênio, considerado o principal representante do romantismo francês. Era ativista dos direitos humanos e teve grande atuação política na França. Suas obras, além de intensa criatividade, traziam posições progressistas e enorme consciência social.

museu Victor Hugo

Sua imagem menos conhecida, ainda jovem

museu Victor Hugo

Maison Victor Hugo
6, place des Vosges, 75004
Metrô: Saint-Paul (linha 1), Bastille (linhas 1, 5 e 8 )
Fone: 01 42 72 10 16
Aberto de terça a domingo (exceto feriados), das 10h às 18h

Fontes:

http://www.maisonsvictorhugo.paris.fr/

http://www.parisladob.com/2012/02/06/top-5-museus-gratuitos-de-paris-5-maison-de-victor-hugo/

http://www.matraqueando.com.br/place-des-vosges-e-maison-victor-hugo-passeio-casado-e-gratuito-em-paris

http://www.parciparla.com.br/casa-do-victor-hugo/

http://blogs.diariodonordeste.com.br/andarilho/roteiros/visitando-a-casa-de-victor-hugo-a-grandiosidade-da-intelectualidade-francesa/

http://www.bigviagem.com/museu-maison-de-victor-hugo-em-paris/

http://roteirosliterarios.com.br/7-lugares-para-conhecer-usando-o-metro-de-paris/

http://viverplenamenteparis.blogspot.com.br/2012/09/casa-de-victor-hugo-em-paris.html

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Jardim do Hotel de Ville

O jardim do Hotel de Ville é florido e bem-cuidado, como todos os espaços verdes da cidade, além de ficar ao lado dessa obra-prima arquitetônica que é o prédio da prefeitura de Paris.

Funciona somente aos sábados, domingos e feriados, pois durante a semana o jardim pertence a uma escola.

Até o ano de 2001 o espaço de 1.600m2 era uma dependência dos apartamentos privados dos prefeitos de Paris. Sob a gestão de Bertrand Delanoë, os imóveis foram removidos para dar lugar a uma creche-maternal. Nas horas em que a creche estava fechada, o jardim não era utilizado.

Anne Hidalgo, a atual prefeita da cidade, desejava, desde o início de seu mandato, entregar este espaço verde ao parisienses e finalmente foi aberto ao público em 24 de janeiro de 2016.

Juste à côté la Seine, Notre Dame, l’Île de la Cité…

 

Petit coin de fougères à l’ombre des grands arbres.

pour apprécier un moment de quiétude sur ce banc qui n’attend plus que les visiteurs.

Une petite serre chauffée se laisse entrevoir dans le fond du jardin.

Un coin repos avec un beau laurier rose…

Les baies rutilantes des bambous sacrés (Nandina domestica)

Un camélia à fleurs doubles blanches…

As visitas podem ser feitas aos sábados, domingos e feriados, à partir das 9 horas. 

Fontes:

http://www.pariscotejardin.fr/2015/01/premiere-visite-du-jardin-de-lhotel-de-ville-paris-4e/comment-page-1/

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Como os parisienses se orientam em Paris

Vou dividir com vocês um texto  bem explicativo da Conexão Paris .

A superfície de Paris é de 105 km2 contra Berlin 889 e Londres 1579. Uma cidade pequena, uma cidade ideal para o pedestre, acessível à pé de todos os pontos do seu espaço. Nenhum local não é distante de mais de 5 km do seu centro geográfico que se situa na pirâmide do Museu do Louvre.

A cidade é estruturada por duas grandes divisões. A primeira os belos bairros do oeste contra os bairros populares do leste da capital. Os contrastes sociais são bem visíveis entre a avenue Montaigne e o boulevard Barbés, entre a grande burguesia e os trabalhadores imigrantes.

 

 

A segunda divisão é dada pelo rio, a rive droite (a margem direita) e o mundo dos negócios, do comércio de luxo, das grandes joalherias e a rive gauche (a margem esquerda) da cultura, da Sorbone e do mundo literário.

 

Este sistema de divisões estrutura e ordena o espaço da cidade. A divisão leste/oeste é equilibrada, apesar do emburguesamento da região da praça da Bastille. A divisão rive droite/rive gauche é desproporcional, a segunda representando só 35% do espaço.

 

Na representação turística da cidade, Paris é a rive gauche com o Quartier Latin, Saint Germain, a Sorbonne e a Torre Eiffel. Mas na realidade, Paris é antes de tudo rive droite. A margem direita contribui muito mais para a construção da imagem da capital francesa.

Este sistema de oposições e a divisão da cidade em bairros numerados faz parte do mapa mental de todo parisiense. Morar no 19 ou no 16 não tem o mesmo valor. O contraste é evidente entre a bela arquitetura com seus imóveis de pedra e fachadas esculpidas dos bairros 6,7,8,16 e as fachadas sem ornamentos dos prédios pintados de branco do 10, 18, 19.

Estas divisões e esta maneira de perceber a cidade são tão importantes que o endereço do domicílio pode influenciar de maneira positiva ou negativa a seleção de candidatos à um emprego. Ao indicar seu domicílio o parisiente já fornece um perfil social e econômico que poderá agradar ou não o empregador.

Para maiores informações sobre Paris leiam o excelente livro dos sociólogos Michel Pinçon e Monique Pinçon-Charlot, Paris Mosaique, editora Calmann Lévy.

Eles também escreveram Sociologie de Paris .

Fonte:

http://www.conexaoparis.com.br/2007/12/10/como-os-parisienses-se-orientam-em-paris/

http://www.babelio.com/auteur/Michel-Pincon/3577/videos

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Grand Musée du Parfum abrirá suas portas em dezembro

 

 

Paris terá, a partir de dezembro, um grande museu dedicado ao que os franceses fazem de melhor “O Perfume”.

Grand Musée du Parfum abrirá suas portas no espaço de 1.400m2, com um grande jardim onde, no passado, foi a maison de couture Christian Lacroix. A diferença deste novo museu com o que já existe em Paris (o Fragonard) é que o Grand Musée não está ligado a nenhuma marca específica, financiado por fundos privados e com o apoio do sindicado francês da perfumaria, que tem mais de 66 associados.

 

Apoiando-se nas últimas tecnologias, o museu vai retraçar três grandes etapas da historia do perfume – do Egito dos faraós até nossos dias -, convidando o público a sentir uma coleção olfativa única, constituída de mais de 60 aromas durante a visita.

O objetivo do museu é levar ao grande público o savoir-faire francês na perfumaria, o processo criativo em torno dela e as abordagens artísticas e científicas dos perfumistas.

O museu vai contar com uma livraria e uma loja conceito.

Aguardem mais notícias. Imperdível!

Le Grand Musée du parfum sera la première insitution dédiée à l’olfaction indépendante de toutes marques à ouvrir ses portes dans la capitale.Photo iStock

Une création pour la maison de parfum Caron de Jean-Pierre Baquère dans son atelier de Colombes, près de Paris le 23 avril 2014 (AFP/FRANCK FIFE)

Grand Musée du Parfum
73, Rue Faubourg Saint-Honoré – 75008 – Paris

Métro Miromesnil

 

Fontes:

http://www.musee-du-parfum.fr/

http://lulacerda.ig.com.br/paris-por-paulo-pereira-123/

http://revistaglamour.globo.com/Beleza/noticia/2016/09/museu-do-perfume-passa-ser-mais-uma-atracao-de-viagem-em-paris.html

http://www.sortiraparis.com/arts-culture/exposition/articles/122593-le-nouveau-grand-musee-du-parfum-ouvrira-ses-portes-en-decembre

http://www.leparisien.fr/flash-actualite-culture/ouverture-d-un-grand-musee-du-parfum-en-decembre-a-paris-22-08-2016-6060917.php

http://www.vogue.fr/beaute/buzz-du-jour/diaporama/paris-grand-musee-du-parfum/36497#paris-grand-musee-du-parfum-paris

http://madame.lefigaro.fr/beaute/paris-va-enfin-connaitre-son-premier-grand-musee-du-parfum-230816-115927

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Place Dauphine

A place Dauphine, que fica pertinho da Pont Neuf, é tida como a Praça mais romântica de Paris.

Volta e meia, ela é usada como locação para filmes. Um deles é “Meia Noite em Paris”, de Woody Allen.

A praça começou a ser construída em 1607, a mando do Rei Henrique IV

Esta é a segunda praça real de Paris construída por ordem de Henry IV e assim chamada em homenagem ao Dauphin, nascido em 1601 (o Delfin, filho primogênito do rei e herdeiro do trono, futuro Louis XIII). A praça tem a forma de um triângulo e ocupa uma área no extremo oeste da Île de la Cité onde antes havia três pequenas ilhas. Numa delas foi queimado em março de 1314, por ordem do rei Philippe IV, o Belo, Jacques de Molay, Grão Mestre dos Cavaleiros Templários. Três séculos depois desse trágico episódio, a construção da Pont Neuf, inaugurada em 1607, provocou a reunião das ilhas. A bela praça tinha os três lados cercados por uma série de edifícios iguais e inspirados naqueles que vemos atualmente na Place des Vosges. Havia então apenas duas entradas, das quais sobreviveu apenas aquela situada a oeste, que se abre em frente a estátua equestre do rei Henry IV. Com o tempo muitos edifícios foram modificados arbitrariamente e todos aqueles que fechavam o lado leste foram demolidos. Apesar de ter o aspecto original desfigurado, a Place Dauphine é uma das mais encantadores de Paris e oferece uma sensação de serena tranquilidade que contrasta com o burburinho urbano.

Na ponta da ’Ile de la Cité, a Place Dauphine, na minha opinião, é a praça mais romântica de Paris.

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Escondida por pequenos imóveis  de charme, intima e secreta são as primeiras palavras que vem no espírito de seus visitantes.

Para chegar nela,vá na  place du Pont-Neuf (no nivel da ponte) e pegue a pequena rua Henri-Robert.

Yves Montant e Simone Signoret moraram no n° 15 : “La Roulotte”

Hôtel Henri 4 – Place Dauphine
Il est tenu de père en fils depuis 1937.

E a noite ela tem todo um  charme….

Place DAUPHINE la NUIT

“La place Dauphine ressemble au sexe de Paris”


“La place Dauphine ressemble au sexe de Paris” por LEXPRESS

 

Yves Montand et Simone Signoret l’ont immortalisé en logeant au n°15… Située à l’ouest de l’île de la Cité, la place Dauphine est la seconde place royale parisienne du XVIIe siècle. Riche d’un passé historique et architecturale, la Place a malgré tout gardé sa quiétude intacte, du fait de l’épaisseur des murs des bâtiments qui l’encerclent.

Cet endroit est devenu le repaire des galeries d’art, des cafés et des amoureux…

Sa forme triangulaire lui vaut le surnom de « sexe de Paris » dans le récit Nadja du surréaliste André Breton. Elle est également citée dans des œuvres d’Anatole France et Gérard de Nerval beaucoup d’artistes s’en sont inspirées, c’est dire son pouvoir d’attraction. Elle inspire d’ailleurs acteurs et réalisateurs puisque elle sert de décor à plusieurs scènes du récent Midnight in Paris de Woody Allen où l’on y voit flâner Marion Cotillard et Owen Wilson.

 

Place Dauphine –  75001 Paris
Métro : Pont Neuf

Fontes:

http://www.parisguia.com.br/ile-de-la-cite-Place-Dauphine.aspx

http://doseujeitoblog.blogspot.com.br/2014/01/paris.html

http://finefolie.com/balade-romantique-place-dauphine-midnight-in-paris/
http://www.pariszigzag.fr/sortir-paris/balade-paris/sexe-de-paris-place-dauphine
http://www.gorgen.fr/blog/galeries/paris-la-nuit
https://soufflezsurlesbraises.com/2011/04/02/yves-montand-le-rital/

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Monumenta 2016. Huang Yong Ping, Empires

Criado em 2007 pelo ministério da Cultura, o conceito Monumenta consiste em pedir a um grande artista contemporâneo para ocupar 13.500 m2 da nave do Grand Palais em Paris com uma obra inédita, durante o tempo de uma exposição.

Desde 2007, de renome internacional artistas contemporâneos investem no Grand Palais com obras magistrais concebidos para a ocasião.

Depois de Anselm Kiefer , Richard Serra, Christian Boltanski , Anish Kapoor, Daniel Buren e Ilya Kabakov e Emilia, Huang Yong Ping assume o desafio em 2016.

Representante da vanguarda artística chinesa , ele imagina uma instalação espetacular, que é também uma reflexão sobre a transformação do nosso mundo .

Exposição organizada pela Réunion des Musées Nationaux – Grand Palais. Em parceria com a Kamel mennour , Paris.   A exposição tem o apoio da CMA CGM , principal parceiro , bem como o apoio de Gide , LVMH / Moët Hennessy . Louis Vuitton e La Vallée Village.   Com a participação de Chinese Business Club .

Une carte blanche de 13500 m² et 45 m de haut: un défi sans précédent lancé aux plus grands artistes contemporains.depuis 2007, Monumenta est un évènement sans équivalent dans le monde présentant des œuvres magistrales conçues pour l’occasion. Après Anselm Kiefer, Richard Serra, Christian Boltanski, Anish Kapoor, Daniel Buren et Ilya et Emilia Kabakov, Huang Yong Ping relève le challenge en 2016. Représentant de l’avant-garde artistique chinoise, il imagine une installation spectaculaire, une réflexion sur les transformations de notre monde.

L’artiste d’origine chinoise présentera son œuvre « Empires » à l’occasion de l’édition 2016 de Monumenta au Grand Palais, à Paris.

Même s’il expose en France depuis de nombreuses années, Huang Yong Ping est encore peu connu du grand public. Mais il devrait voir sa notoriété grimper en 2016. L’artiste d’origine chinoise, installé en région parisienne depuis 1989, va en effet investir la nef du Grand Palais, à Paris, à l’occasion du retour de Monumenta.

« Son art, d’un formidable onirisme, est capable de frapper les imaginations », avait affirmé Aurélie Filippetti en juin 2014, alors qu’elle était encore ministre de la Culture, pour justifier ce choix.

Huang Yong Ping, 61 ans, considéré comme l’un des fondateurs de l’art contemporain en Chine – où il a vu nombre de ses œuvres interdites –, est coutumier des installations monumentales et théâtrales. En 1989, avec « Les Magiciens de la Terre », ses livres lavés à la machine avaient envahi l’espace de la Grande Halle de la Villette. En 2009, il avait investi la chapelle des Beaux-Arts de Paris avec une Arche de Noé grandeur nature. Et à Saint-Brévin-Les-Pins, son « Serpent d’Océan », un squelette de serpent en métal de 120 mètres de long, a pris place en 2012 à l’embouchure de l’estuaire de la Loire. Entre temps, Huang Yong Ping a aussi représenté la France à la Biennale de Venise en 1999, avec « Un Homme, neuf animaux ».

« Un paysage symbolique du monde économique »

Avec « Empires », Huang Yong Ping présentera un « paysage symbolique du monde économique » d’aujourd’hui, indique la Réunion des musées nationaux. Un projet « composé d’une architecture de couleur constituée de huit îlots surplombée d’une structure dont l’ombre portée se mêle (…) à celle des nervures métalliques de la verrière ». A découvrir à compter du 8 mai prochain et jusqu’au 18 juin

 Monumenta 2016 Huang Yong Ping, Empires

Data : Do sábado 08 de maio 2016 ao sábado 18 de junho 2016

Onde : Le Grand Palais
Endereço: 3, Avenue Du Général Eisenhower, Paris 75008
Metro : Champs Élysées, Clémenceau
Site : www.grandpalais.fr
Horário : Segunda, quarta e domingo 10h – 19h ; quinta, sexta e sábado 10h – 00h
Preço : 7,5 euros

Fontes:

http://www.grandpalais.fr/fr/evenement/monumenta-2016-huang-yong-ping

http://www.grandpalais.fr/fr/article/monumenta-huang-yong-ping-empires-le-dossier-pedagogique

http://www.vogue.fr/culture/a-voir/diaporama/mais-qui-est-huang-yong-ping-lartiste-de-monumenta-2016-/23549

http://www.lesechos.fr/industrie-services/services-conseils/021563060052-ils-vont-faire-2016-huang-yong-ping-1188129.php

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“Paris, immeubles insolites“, livro lançado pela editora Parigramme

 

Paris, immeubles, insolites

PARIS, IMMEUBLES, INSOLITES

PASTICHES, TROMPE-L’ŒIL, IMMEUBLES FANTÔMES, FAÇADES VÉGÉTALES… ET AUTRES BIZARRERIES ARCHITECTURALES

Todos que conhecem Paris se admiram com a harmonia e beleza dos prédios estilo “Haussmanniens” que ocupam um lugar importante na arquitetura da cidade.

O livro “Paris, immeubles insolites“, que foi lançado pela editora Parigramme, veio pra quebrar um pouco esta harmonia arquitetônica e mostrar vários dos prédios insólitos da Cidade Luz. Alguns, com inspiração medieval ou renascentista; outros, com inspiração vegetal.

a Cité du Figuier 75011

Rue d’Aboukir – 75002

Rue de Galciere 75013

Rue Desnouettes – 75015

Rue de Londres 75009

Rue Pierre- Rebiere 75017

Rue Francoeur – 75008

abrite les Pharmaciens – 75008

Dominique Lesbros/Parigramme

Dominique Lesbros/Parigramme

Editions Parigramme – 6 rue Auber, 9e

Editions Parigramme -134 rue mouffetard

Editions Parigramme — angle des rues de Cléry et de Beauregard, 2e

Une vraie tour, à l’angle des rue des Saules et Francoeur (XVIIIe). Crédits photo : Dominique Lesbros/Parigramme.

 119, boulevard  Diderot  - Crédits photo : Dominique Lesbros/Parigramme.

Nous passons dans le XVIe, avenue Emile Zola. Crédits photo : Dominique Lesbros/Parigramme.

Un immeuble situé Rue  Cambronne

Le même immeuble, dans un angle plus impressionnant.

O mesmo imóvel da Rue Cambronne em um angulo mais impressionante

Le 14, rue Thouin, dans le Ve.

Le 14, rue Thouin, no 6ème arrondissement

Angle des rues de Charenton et Ledru-Rollin (XIIe).

Angulo das ruas Charenton e Ledru- rollin no 12 ème arrondissement

Le 26 rue Louis Braille dans le XIIe.

Le 26, rue Braille no 12 ème arrondissement

Une vraie tour, à l’angle des rue des Saules et Francoeur (XVIIIe).

Uma verdadeira torre, na rue des Saules e  Francoeur no 18ème arrondissement

Une véritable lame de rasoir avenue Daumesnil dans le XIIe.

Uma verdadeira lâmina de gilette Av Daumesnil no 12ème arrondissement

Un immeuble à l’angle des rues Duphot et Saint-Honoré, dans le Ier arrondissement.

Imóvel  rue Duphot e  Saint- Honoré no 1 er arrondissement

Un immeuble marqué «Bains Douches» dans le XVe arrondissement.

Imóvel marcado Bains Douches no 15ème arrondissement

Fontes:

http://www.parismania.com.br/2015/11/12/o-predios-insolitos-de-paris/

http://www.parigramme.com/livre-paris-immeubles-insolites-419.htm

http://lulacerda.ig.com.br/paris-por-paulo-pereira-89/

http://www.acheterduneuf.com/actualite/2807__-quoi-ressemblent-les-faades-dimmeubles-les-plus-fines-de-paris-

http://immobilier.lefigaro.fr/article/a-quoi-ressemblent-les-facades-d-immeubles-les-plus-fines-de-paris-_32d55e4c-2bc7-11e5-a045-b4c05665c8a1/

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