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Place de Fürstenberg

A place de Fürstenberg é conhecida por ser uma das mais charmosas praças de Paris.

O pintor Delacroix teve o bom gosto de se instalar no numero 6 . Veja como ele a pintou…

Se você está a procura da alma de Saint Germain des Près, é aqui que é preciso ir .

Para os puristas, a praça é na realidade uma rua, porque o centro não impõem um sentido giratório, mas deixemos isso de lado, o que interessa aos verdadeiros românticos , é o ambiente único que acontece quando a noite cai e seus lindos lampadários se acedem….

” Ela não tem nada de especial a não ser um charme discreto de cidade do interior. Ela é pequena, tão pequena que às vezes ela é chamada de placette e no seu centro vivem quatro grandes árvores. Na realidade mais uma rua que uma praça, seu comprimento é de 82 metros, da rue Jacob à rue de l’Abbaye. Construída em 1699 e batizada com o nome do cardeal Fürstenberg.

Os prédios à sua volta não pertencem à categoria privilegiada e chamada “arquitetura haussmaniana”. São prédios mais discretos, sem a elegância um pouco exagerada dos imóveis construídos com a famosa pedra calcária parisiense.  Eles datam do século XVII e guardam a memória de uma época. Alguns privilegiados aí moram e os apartamentos são vendidos e passados de mão em mão dentro de um círculo fechado.

Como já disse no número 6 se encontra o Musée Delacroix, atelier e casa do pintor até sua morte em 1863.

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MUSEE-DELACROIX

Ela é o coração de Saint Germain, bairro que sempre soube misturar gêneros diferentes: literatura, música, gastronomia, teatro, arte e moda. Bairro que cultiva a estética e um estilo de vida sofisticado. Um lugar fora do tempo, aparentemente calmo, onde o Atelier de Delacroix, as belas vitrinas dos grandes nomes da decoração e as quatro árvores criam o décor de cartão postal.

Os nostálgicos de uma Saint Germain que não existe mais encontram neste mínimo espaço a lembrança de um tempo passado.

Meu cantinho preferido de Paris.

Place de Furstenberg
75006, métro Saint Germain-des-Prés

Fontes:

http://www.pariszigzag.fr/paris-au-quotidien/lieux-romantiques-a-paris
http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/posts/2013/03/04/dez-lugares-romanticos-em-paris-488429.
http://www.conexaoparis.com.br/2012/08/20/praca-de-furstenberg/
http://www.pariszigzag.fr/sortir-paris/balade-paris/le-charme-discret-de-la-place-furstenberg-paris-visite-guidee-saint-germain-des-pres
http://www.paris-a-nu.fr/la-place-de-furstenberg/

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Conheça as maravilhas de Midi-Pyrénée, encantador Sudoeste da França

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Conheça as maravilhas de Midi-Pyrénée, encantador sudoeste da França

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Este Destino revela paisagens medievais, picos nevados e obra de arte da arquitetura moderna

Arquitetura medieval de Albi rendeu o título da Unesco de Patrimônio Cultural da Humanidade

Castelos, cidadelas que parecem de contos de fadas, montanhas, e, de quebra, vinícolas pelo caminho. O Sudoeste da França abriga a charmosa região chamada Midi-Pyrénée.

viaduto de millau frança

A maior região da França traz paisagens ímpares, além de cartões-postais como o Viaduto de Millau, o maior do mundo sustentado por cabos, uma obra de arte contemporânea, recorde mundial de altura com uma torre acima de um vale com 343 m.

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Em Millau, a vista do vale sobre o rio Tarn atrai esportistas do mundo todo, que aproveitam a paisagem belíssima para inúmeros esportes radicais na água e no ar, que costuma ficar salpicado por parapentes coloridos.

 chateau de creissels

Quem quiser ficar pertinho da cidade com muito estilo pode hospedar-se no Castelo de Creissels, um charme construído no século 12 que oferece uma vista panorâmica do famoso viaduto.

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Hotel Restaurant Chateau de Creissels: Vista del Viaducto de Millau, desde el Hotel

 O valor da diária em um hotel especial como esse vai te surpreender.

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Construído no século 12, o Castelo de Creissels ainda conserva uma parte antiga medieval. O que mais impressiona no hotel é a vista panorâmica do Viaduto Millau e do Vale do rio Tarn. Descubra a seguir quanto custa dormir como rei

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Pertinho de Millau, está a charmosa Toulouse, chamada “cidade rosa”, capital da região Midi-Pyrénées.

toulouse

No passeio pela cidade, reserve seu almoço na praça do Capitole, onde inúmeros restaurantes esperam o turista, passe pelo Convento Jacobino, construção belíssima do século 13, e relaxe em um passeio às margens do rio Garonne.

praça do capitólio em toulouse

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 praça do capitólio em toulouse

margens do rio Garonne. em toulouse

 Toulouse cresce a margem do rio Garonne

 margens do rio Garonne. em toulouse

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Descubra o Midi-Pyrénées. Vista de Toulouse à noite refletida no Rio Garonne

É na cidade que são produzidos as guloseimas de flor de violeta, especialidade francesa.

Entre as especialidades locais vale destacar a loja de souvenirs Confiserie Regals que fica na rue du Taur, 25. Alí são vendidos doces, balas, licores, perfumes, geléias, chás, todos com essência de violeta, produto típico da cidade de Toulouse

Também rosa, devido aos tijolos utilizados nas construções, a vizinha Albi é uma joia medieval imperdível na região.

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 albi cidade medieval

O rico conjunto de arquitetura medieval foi classificado pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade.

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Perca-se pelo centro antigo, com ruas estreitas e casinhas em estilo enxaimel, técnica de construção com madeiras encaixadas e espaços preenchidos por pedras ou tijolos.

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Completam o cenário de filme da cidade a catedral fortificada e o museu Toulouse Lautrec, onde está um dos jardins mais lindos do mundo e a maior coleção do artista Henri de Toulouse-Lautrec, considerado o pai da pop art.

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O Museu na cidade de Albi possúi a coleção mais importante das obras do pintor.

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Acima das nuvens

Do topo gelado do Pic Du Midi, é possível avistar as cadeias montanhosas da região em posição acima das nuvens -
Nicolas Bourgeois/Divulgação
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Midi-Pyrénee também abriga o Pic Du Midi. A mais de 2.800 metros, o Pico do Midi de Bigorre atrai esquiadores experientes.

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Pic du Midi, Midi-Pyrénées

É lá também que está o observatório científico mais antigo, usado pela Nasa para analisar a superfície da lua.

Chega-se ao topo por um teleférico, que, por si, já é um passeio incrível, de onde se vê toda a cadeia montanhosa dos Pirineus, acima das nuvens.

Para se hospedar, turistas podem apostar em Toulouse ou Lourdes, segunda cidade hoteleira da França, que recebe todos os anos mais de 5 milhões de visitantes vindos de mais de 140 países, atraídos pela espiritualidade do lugar.

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A cidade de Lourdes, onde está o santuário católico mais importante da França

Santuário de Lourdes – França

Além de toda a aura religiosa, a cidade nos presenteia com belíssimas paisagens.

Château-Fort de Lourdes – Castelo Fortaleza – oferece vista para a cadeia de montanhas do Sudoeste da FrançaDivuglação

Além do santuário, a fortaleza milenar chamada Castelo Fortaleza de Lourdes, que abriga o museu dos Pireneus, é tombada como monumento histórico e museu da França e Patrimônio Mundial da Unesco.

 

Roquefort: o queijo das montanhas

Visita à Societé, na montanha, mostra produção de RoquefortAndrea Miramontes/R7

É na cidade de Roquefort-sur-Soulzon que são produzidos os famosos queijos de mesmo nome há mais de 2 mil anos.

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Qualquer queijo produzido longe de lá não pode levar o nome de Roquefort.

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A linda cidadezinha é toda cercada por um paredão de pedra, um conjunto montanhoso chamado chapada de Combalou. Muitos produtores de Roquefort estão espalhados na cidade.

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É dentro desse paredão de pedra, com mais de dois quilômetros, que ficam as caves onde o queijo original é produzido.

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A Societé mostra todo processo e oferece degustação. Lá, se conhece a história da descoberta da iguaria, que, pasmem, nasceu de um caso de amor.

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Caves do Roquefort Société – milhares de peças de queijos esperam seu tempo certo

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Processo de maturação do Roquefort nas cavernas da Roquefort Societé

 

 

Texto escrito por Andrea Miramontes, do R7, na França*

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Maison Goyard

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Fachada da primeira loja da marca

A francesa GOYARD, maior referência de luxo no segmento de malas e bolsas, é um verdadeiro mito nos mercados onde atua. A marca, extremamente exclusiva e seletiva, tem enorme foco na personalização, que existe de várias formas, desde os baús e malas feitos completamente sob encomenda até as iniciais e faixas que são pintadas nos produtos, de forma que os clientes possam ter algo único, o que é o verdadeiro significado do luxo. Responsável por criar acessórios eternos para o estilista Karl Lagerfeld e a Duquesa de Windsor, a marca traz em seus detalhes o melhor da sofisticação e exclusividade francesa.

Tudo começou com François Goyard, um jovem artesão de apenas 17 anos que veio da Borgonha para Paris, em 1845, com o objetivo de trabalhar como aprendiz na Maison Morel, fundada em 1792 e então maior e mais prestigiosa fabricante de baús de viagem, caixinhas, cofrinhos e embalagens, que na época era um verdadeiro sucesso entre a nobreza francesa. Em oito anos, ele se transformou no herdeiro profissional do célebre Henri Morel e teve então uma ideia muito original e ousada: abriu uma loja ao público, em 1853, no número 233 da lendária rua Saint-Honoré (onde está até hoje, no mesmo prédio) e começou a oferecer suas sofisticadas e primorosas criações que levavam requinte e luxo na hora de viajar, iniciando um novo negócio, rebatizado como La Maison Goyard, que seria expandido nas três décadas seguintes, por seu filho Edmond.

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Entre as inovações da GOYARD na época, destacam-se a abertura de filiais nos luxuosos destinos de férias dos ricos, como por exemplo, Bordeaux, Biarritz e Monte Carlo, e de corners dentro das lojas de John Wanamaker, considerado pai do conceito de loja de departamento, nas cidades da Filadélfia e Nova York. A marca sempre optou por utilizar na confecção de seus produtos uma mescla de cânhamo (fibra natural que compõem boa parte de suas peças até hoje), linho e algodão de primeira classe. Além disso, recebia um tratamento final com uma goma, garantindo assim a impermeabilidade e resistência a chuva e a maresia.

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Na virada do século, Edmond resolveu participar de várias feiras e exposições internacionais, conquistando inúmeros prêmios e aumentando ainda mais o prestígio da marca. Nesta época, a GOYARD abriu um departamento especificamente para atender aos proprietários de animais de estimação, entre eles cachorros, gatos e até macaquinhos, que queriam seus bichanos vestidos com acessórios da grife francesa como sapatinhos, coleiras e caixas de transporte. Rapidamente a GOYARD se tornou a favorita da aristocracia europeia conquistando também clientes fiéis ao redor do mundo como o bilionário americano John Rockfeller, a atriz francesa Sarah Bernhardt, o escritor escocês Conan Doyle, criador do personagem Sherlock Holmes, a família Rothschild, o Duque e a Duquesa de Windsor, o Marajá de Kapurthala, o pintor Pablo Picasso e Gregory Peck.

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No dia 3 de dezembro de 1931 a GOYARD oficialmente obteve a patente do Malle Bureau, um baú de viagem que poderia ser convertido em um pequeno mobiliário, com uma mesa capaz de acomodar uma máquina de escrever. Ao contrário da rival Louis Vuitton, que se tornou um colosso nas mãos de Bernard Arnault, hoje proprietário do maior conglomerado de luxo do mundo, a GOYARD se manteve pequena e fiel às suas origens, fabricando todas as suas malas artesanalmente, inclusive as costuras, e unindo forças com outras marcas tradicionalíssimas, como os caviares da Prunier, para produzir malas e baús de viagem sofisticados para se carregar de tudo, desde escritórios portáteis a equipamentos necessários para jogar pólo (da sela ao chicotinho) ou degustar um champanhe ou um chá a qualquer instante. Apesar de toda a tradição e história, a GOYARD passou por maus momentos, principalmente no período de pós-guerra, quando as lojas de Boston, Biarritz e Monte Carlo foram fechadas.

Na década de 1990 a marca, que havia praticamente caído no esquecimento, ficando restrita a um pequeno nicho de endinheirados, foi adquirida pela família Signoles, que rapidamente começou aos poucos a introduzir bolsas mais modernas e com diferentes colorações e padrões. Além disso, os novos proprietários conseguiram resgatar os valores da marca e o processo de fabricação original, além de conservar o espírito familiar, fórmula que faria com que a GOYARD retornasse ao seu posto de marca de luxo. O sucesso foi crescente e nas duas décadas seguintes a Maison francesa caiu no gosto das celebridades mundiais por oferecer produtos práticos e extremamente exclusivos. Todas as peças podem ganhar listras e as iniciais de sua proprietária através dos serviços de personalização. Redescoberta por celebridades e fashionistas, a GOYARD voltou às páginas das revistas de moda graças à bolsa-fetiche Saint Louis Tote, vendida em três tamanhos e com uma exuberante cartela de cores. Outro modelo de sucesso é a shopping bag, que vem acompanhada com uma carteira pendurada, e tem várias opções de cores como verde, amarelo, laranja, azul, vinho e vermelho.

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Devido ao enorme sucesso de seu exclusivo monograma (batizado de Chevron, que significa viga, em francês, e data de 1892), clássica estampa com espécies de galhos entrelaçados em forma de Y e em tons de preto, bege e marrom, que remete à atividade ancestral da família, o transporte de madeira no Rio Sena (os pontos imitam troncos empilhados), a grife francesa expandiu suas operações para os Estados Unidos, Hong Kong e Japão, mercados ávidos por produtos luxuosos e sofisticados. No ano 2000, a marca alcançou grande popularidade ao iniciar uma parceria bem sucedida para venda de seus exclusivos produtos com a badalada loja de departamentos de luxo Barneys New York.
 
Uma das últimas e mais brilhantes criações da marca foi a Lancôme/Goyard Vanity Case, uma pequena maleta de maquiagens com itens da sofisticada Lancôme, vendida ao preço de US$ 18.000.
Além disso, buscando atrair novos consumidores a Maison contratou o artista plástico Toland Grinnell para capturar a essência da marca, só que desta vez para um novo público. O artista criou um baú que no seu interior possuía um sistema de som com 1.000 watts de potência, integrado a um iPod, mini-bicicletas com a marca GOYARD em seus assentos e acessórios, mini-refrigerador para cervejas, grelhas da marca George Foreman, skates desenhados e conversor de energia, para que o baú mágico possa funcionar em qualquer lugar do planeta, sem deixar os festeiros na mão.
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A marca apresenta ainda uma linha de produtos para animais que inclui entre outros itens pratos para viagem e coleiras.
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Em 2010 ocorreu outro grande lançamento: um livro de 200 páginas sobre a história da Maison que traz imagens de modelos criados ao longo dos anos, com edição de apenas 233 cópias, que vinha em uma mala própria, numerada. O preço? €6.000 e quem quisesse comprar, tinha que marcar um horário para ver a disponibilidade.
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O que faz a marca ser tão desejada é justamente não lançar coleções, e sim manter o espírito tradicional, baseado no que já foi produzido no passado. O máximo que se faz, de vez em quando, é lançar novas cores. Como é o caso da linha de produtos na cor cinza, introduzida recentemente. Já no Brasil a marca inaugurou seu primeiro ponto de venda em 2008 dentro da Villa Daslu em São Paulo, para vender suas bolsas, malas e acessórios em couro. Em 2012 a GOYARD inaugurou sua primeira loja localizada no hemisfério sul no shopping Iguatemi JK, também em São Paulo. A unidade é a única no mundo a oferece um atelier com uma artesã que faz o marquage, marcação das iniciais da cliente nos acessórios e que pode ser acompanhado pela consumidora. Isto vale para qualquer produto da marca, seja ele recém-adquirido, herdado ou trazido do exterior. As paredes da loja são idênticas às da loja original na rua Saint Honoré em Paris. A loja com 120 m² vende as coleções de bolsas (incluindo modelos consagrados como Saigon, Vendome, St. Honoré e Montecarlo), malas, baús e outros pequenos acessórios como carteiras.

Com 19 lojas espalhadas pelos endereços mais “its” do planeta a Maison Goyard chegou ao Brasil com uma loja em 2012, juntamente com a abertura do Shopping JK Iguatemi.

A loja do JK é linda e traz diversos itens da marca, como as famosas bolsas St Louis, os baús, as carteiras, entre tantas outros objetos de desejo.

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Existe também uma área de personalização, o famoso “marcage”, onde é possível gravar as iniciais do cliente em alguns produtos. Vale a pena a visita em uma das mais exclusivas lojas que estão no Brasil.

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Em ação inédita, a grife investiu na montagem de um atelier de marquage dentro da própria loja, que permite a personalização “in loco” dos produtos comprados. Serviço inexistente até mesmo na loja-sede da marca, na Rue Saint Honoré, em Paris. Os pedidos feitos ali seguem para serem customizados na fábrica, em Carcassone (França).

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Entre as alternativas de personalização, por enquanto, estão listas e monogramas, que serão feitos manualmente por uma artesã especialmente treinada na França com tintas preparadas com exclusivos pigmentos naturais, elaborados por um processo guardo a sete chaves pela Goyard.

 

Entre os produtos-ícones da marca criada em 1853 – época em que viajar era sinônimo de poder e elegância – por François Goyard, e adquirida em 1998 pela família Signoles estão as bolsas Saigon, Vendome, St. Honoré e Montecarlo. Todas com estampas atemporais

Esta será a 16ª loja da marca no mundo. Além de São Paulo e Paris, apenas Londres, Nova York, Los Angeles, São Francisco, Boston, Osaka, Kyoto, Tóquio, Hong Kong e Seul possuem esse privilégio.

A GOYARD, sofisticada grife francesa marcada pela exclusividade, possui apenas 18 lojas ao redor do mundo espalhadas por cidades como Paris, Nova York, São Paulo, Hong Kong, Londres, Seul, Kyoto, Osaka, Tóquio, Xangai, Beijing, Boston, Beverly Hills e São Francisco. Os produtos ainda são encontrados em poucas e exclusivas lojas de departamento, entre as quais Bergdorf Goodman e Barneys Nova York. Hoje em dia, a GOYARD produz pedidos especiais e peças sob encomenda, feita na pitoresca cidade de Carcassonne no interior da França.

Quer saber mais? Vá na loja em São Paulo no Shopping JK ou entre no site: www.goyard.com

As palavras de Dhora Costa, autora do livro “A história da bolsa”, da Editora Matrix, para “Comquebolsa” resumem claramente a importância da Goyard:  ”a marca francesa GOYARD, uma das maiores referências de luxo no segmento de malas e bolsas do mundo, produz objetos exclusivos e personalizados há mais de um século” e “chegou ao século XXI, era das massificações e da produção em série dos produtos de moda, revitalizada, mas ainda com um know how único que reúne competências de grandes artesãos para atender os desejos dos seus clientes, diferenciando-se das demais marcas de acessórios de luxo, por não seguir tendências comuns, mas inspirando-se em elementos atemporais justificando, assim, a sua longevidade no mercado mundial de acessórios.”

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Fontes:

http://luxo.ig.com.br/objetosdedesejo/2012-05-31/goyard-paulistana-sera-a-primeira-a-ter-servico-de-personalizaca.html

https://certusretail.wordpress.com/2013/07/06/maison-goyard/

http://www.comquebolsa.com.br/materiabolsagoyardfotoscomquebolsa/

http://styledchicas.blogspot.com.br/2012/11/e-uma-louis-vuiton-uma-dior-nao-e-goyard.html

http://blogdolorenzetti.com.br/2014/04/04/conheca-a-grife-de-bolsas-que-as-celebridades-usam/

http://www.goyard.com/en/news/new-boutique-openings

http://mundodasmarcas.blogspot.com.br/2009/10/goyard.html

http://www.paulalorentz.com.br/?p=1726

http://lariduarte.com/goyard-love-or-hate-it/sem-categoria

http://suportecomunicacao.com.br/blog/goyard-apresenta-chic-du-chien/

http://www.devambez.com/en/233/#1

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Museu Maison Victor Hugo – Paris

museu victor hugo

 Em torno das arcadas da Place des Vosges, no número 6  encontramos o Hotel Rohan-Guéménée onde viveu o escritor Victor Hugo de 1832 à 1848 e hoje é o Museu Victor Hugo.

L´Hôtel de Rohan-Guéménée: no segundo andar, Victor Hugo viveu por 16 anos

Vista da janela do seu apartamento

Com uma vida pessoal, política e afetiva digna de um homem incomparável e absolutamente único, Victor Hugo, tem um pouco de sua vida exposta na Maison de Victor Hugo em Paris, mais exatamente na Place des Vosges, a mais antiga de Paris, situada na Rive Droite; onde Victor Hugo viveu grande parte de sua vida.

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Victor-Marie Hugo (1802-1885), foi um grande escritor francês, autor de grandes obras como Les Misérables e Notre-Dame de Paris.

Com uma rica história de vida, uma infância marcada por grandes acontecimentos e uma vida adulta rodeada sempre por pessoas influentes e de muitas amantes, Victor Hugo, escreveu mais de 30 livros e tornou-se um dos grandes nomes do romantismo francês.

Estando em Paris, eis um passeio imperdível para quem aprecia história, arte, literatura e grandes biografias como a de Victor Hugo.

O local expõe todo o mobiliário utilizado na época por Victor Hugo, as primeiras edições alguns de seus livros, mais de 400 desenhos executados pelo escritor, obras de artes, e ainda as penas utilizadas por Victor Hugo para escrever – Les Misérables. O primeiro andar é destinado a exposição dos objetos e no segundo andar está a casa do escritor.

Aí estão todas as obras gráficas do escritor assim com seus manuscritos, pinturas e esculturas que o homenageiam, caricaturas e fotos. O museu possui também uma importante biblioteca aberta aos pesquisadores.

museu Victor Hugo

O local onde ele viveu  de 1832 a 1848  fica na esplêndida Place des Voges. Victor Hugo tinha 30 anos quando se mudou para este apartamento de 280 metros quadrados , no segundo andar do Hotel de Rohan-Guéménée, com sua esposa Adele. E lá, eles viveram por 16 anos. Hoje, a antiga residência abriga um museu.

museu Victor Hugo

O apartamento de Victor Hugo, que virou museu em 1903, foi reconstituído com certa liberdade a partir de fotos e móveis que também foram usados em outros lugares onde o escritor morou. O espaço foi adaptado num percurso de sete salas, que vai contando a vida de Hugo através de documentos, gravuras, jornais, cartas, pinturas.

Ele viveu aqui por 16 anos (de 1832 a 1848), onde escreveu grandes romances, inclusive parte de Os Miseráveis (Les Misérables). O local só virou museu no começo do século 20 e foi reconstituído a partir de fotos e documentos. Mas a escrivaninha e a pena de onde saíam suas obras, o busto feito por Rodin e parte do mobiliário são originais.

museu Victor Hugo

O apartamento foi dividido em salas que contam a história de Victor Hugo através de cartas, rascunhos, pinturas, gravuras, obras de arte e desenhos feitos pelo próprio escritor.

A visita ocorre em duas etapas: coleções permanentes, que é gratuita, e exposições temporárias, mas estas são pagas. Os objetos exibidos na primeira são principalmente documentos de trabalho do poeta, como aqueles relacionados à sua produção literária. A casa é aberta de terça a domingo, das 10h às 18h.

museu Victor Hugo

No seu apartamento, podemos visitar a sala de estar; a sala de jantar de inspiração medieval, ideia do próprio Victor Hugo, a sala chinesa também concebida pelo escritor, e o seu quarto. O mobiliário é magnífico! O interessante na visita é transportar-se ainda para o seu tempo e tentar imaginar os momentos de inspiração do escritor. Emocionante!

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

Sala de jantar de Victor Hugo/Foto de: Patrícia C. de Amorim

museu Victor Hugo

Sala Chinesa Foto: Divulgação

Parte do Museu Maison de Victor Hugo, em Paris (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

Parte do Museu Maison de Victor Hugo, em Paris (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

Os móveis eram quase todos concebidos por ele. Muita coisa ele realizava sozinho, para outras contava com a ajuda de profissionais, mas sempre supervisionado por ele.

Contam que Victor Hugo era uma personalidade muito forte e seguro de si, para não se dizer um tanto pretencioso. Alguns detalhes na sua casa mostram o quanto ele era centrado em si mesmo, como as suas inciais em todos os cantos da decoração (para não dizer as iniciais da sua amante!)

O quarto Foto: Divulgação

Ver onde a pessoa morou, seu estilo de vida, imaginar que tudo aquilo é absolutamente real e gerou boa parte da história que você gosta de ler é, realmente, espetacular. A cama onde o autor de “O Corcunda de Notre Dame” morreu é essa aí da foto

A entrada é gratuita e além de móveis originais, cartas, quadros, documentos e gravuras da imagem de Victor Hugo, é possível ver trechos manuscritos de suas mais importantes obras.

Na casa está o modo de entender a arte e a essência da filosofia de vida de Victor Hugo. Foi onde ele viveu grande parte de sua vida.

museu Victor Hugo

 Podemos ver a escrivaninha alta, já que ele preferia escrever em pé.

A visita promete ser realmente emocionante, especialmente para os fãs mais ardorosos, que poderão ver ali a mesma pena que foi utilizada para escrever suas obras mais importantes. Ao conhecer sua casa, o turista terá uma visão mais ampla do escritor e também da cidade que tanto inspirou suas histórias.

Victor Hugo foi um gênio, considerado o principal representante do romantismo francês. Era ativista dos direitos humanos e teve grande atuação política na França. Suas obras, além de intensa criatividade, traziam posições progressistas e enorme consciência social.

museu Victor Hugo

Sua imagem menos conhecida, ainda jovem

museu Victor Hugo

Maison Victor Hugo
6, place des Vosges, 75004
Metrô: Saint-Paul (linha 1), Bastille (linhas 1, 5 e 8 )
Fone: 01 42 72 10 16
Aberto de terça a domingo (exceto feriados), das 10h às 18h

Fontes:

http://www.maisonsvictorhugo.paris.fr/

http://www.parisladob.com/2012/02/06/top-5-museus-gratuitos-de-paris-5-maison-de-victor-hugo/

http://www.matraqueando.com.br/place-des-vosges-e-maison-victor-hugo-passeio-casado-e-gratuito-em-paris

http://www.parciparla.com.br/casa-do-victor-hugo/

http://blogs.diariodonordeste.com.br/andarilho/roteiros/visitando-a-casa-de-victor-hugo-a-grandiosidade-da-intelectualidade-francesa/

http://www.bigviagem.com/museu-maison-de-victor-hugo-em-paris/

http://roteirosliterarios.com.br/7-lugares-para-conhecer-usando-o-metro-de-paris/

http://viverplenamenteparis.blogspot.com.br/2012/09/casa-de-victor-hugo-em-paris.html

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Jardim do Hotel de Ville

O jardim do Hotel de Ville é florido e bem-cuidado, como todos os espaços verdes da cidade, além de ficar ao lado dessa obra-prima arquitetônica que é o prédio da prefeitura de Paris.

Funciona somente aos sábados, domingos e feriados, pois durante a semana o jardim pertence a uma escola.

Até o ano de 2001 o espaço de 1.600m2 era uma dependência dos apartamentos privados dos prefeitos de Paris. Sob a gestão de Bertrand Delanoë, os imóveis foram removidos para dar lugar a uma creche-maternal. Nas horas em que a creche estava fechada, o jardim não era utilizado.

Anne Hidalgo, a atual prefeita da cidade, desejava, desde o início de seu mandato, entregar este espaço verde ao parisienses e finalmente foi aberto ao público em 24 de janeiro de 2016.

Juste à côté la Seine, Notre Dame, l’Île de la Cité…

 

Petit coin de fougères à l’ombre des grands arbres.

pour apprécier un moment de quiétude sur ce banc qui n’attend plus que les visiteurs.

Une petite serre chauffée se laisse entrevoir dans le fond du jardin.

Un coin repos avec un beau laurier rose…

Les baies rutilantes des bambous sacrés (Nandina domestica)

Un camélia à fleurs doubles blanches…

As visitas podem ser feitas aos sábados, domingos e feriados, à partir das 9 horas. 

Fontes:

http://www.pariscotejardin.fr/2015/01/premiere-visite-du-jardin-de-lhotel-de-ville-paris-4e/comment-page-1/

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Como os parisienses se orientam em Paris

Vou dividir com vocês um texto  bem explicativo da Conexão Paris .

A superfície de Paris é de 105 km2 contra Berlin 889 e Londres 1579. Uma cidade pequena, uma cidade ideal para o pedestre, acessível à pé de todos os pontos do seu espaço. Nenhum local não é distante de mais de 5 km do seu centro geográfico que se situa na pirâmide do Museu do Louvre.

A cidade é estruturada por duas grandes divisões. A primeira os belos bairros do oeste contra os bairros populares do leste da capital. Os contrastes sociais são bem visíveis entre a avenue Montaigne e o boulevard Barbés, entre a grande burguesia e os trabalhadores imigrantes.

 

 

A segunda divisão é dada pelo rio, a rive droite (a margem direita) e o mundo dos negócios, do comércio de luxo, das grandes joalherias e a rive gauche (a margem esquerda) da cultura, da Sorbone e do mundo literário.

 

Este sistema de divisões estrutura e ordena o espaço da cidade. A divisão leste/oeste é equilibrada, apesar do emburguesamento da região da praça da Bastille. A divisão rive droite/rive gauche é desproporcional, a segunda representando só 35% do espaço.

 

Na representação turística da cidade, Paris é a rive gauche com o Quartier Latin, Saint Germain, a Sorbonne e a Torre Eiffel. Mas na realidade, Paris é antes de tudo rive droite. A margem direita contribui muito mais para a construção da imagem da capital francesa.

Este sistema de oposições e a divisão da cidade em bairros numerados faz parte do mapa mental de todo parisiense. Morar no 19 ou no 16 não tem o mesmo valor. O contraste é evidente entre a bela arquitetura com seus imóveis de pedra e fachadas esculpidas dos bairros 6,7,8,16 e as fachadas sem ornamentos dos prédios pintados de branco do 10, 18, 19.

Estas divisões e esta maneira de perceber a cidade são tão importantes que o endereço do domicílio pode influenciar de maneira positiva ou negativa a seleção de candidatos à um emprego. Ao indicar seu domicílio o parisiente já fornece um perfil social e econômico que poderá agradar ou não o empregador.

Para maiores informações sobre Paris leiam o excelente livro dos sociólogos Michel Pinçon e Monique Pinçon-Charlot, Paris Mosaique, editora Calmann Lévy.

Eles também escreveram Sociologie de Paris .

Fonte:

http://www.conexaoparis.com.br/2007/12/10/como-os-parisienses-se-orientam-em-paris/

http://www.babelio.com/auteur/Michel-Pincon/3577/videos

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Festival Photo Saint-Germain-des-Prés 2016

Paris é a Capital da foto no mês de novembro! De 4 à 20/11 de 2016, o Festival Photo Saint-Germain-des-Prés investe em 38 lugares :  museus, centros culturais galerias, livrarias, instituições, na rive gauche,  margem esquerda do Sena, com uma seleção de imagens sublimes, ” vintage” e contemporâneas . Esta é a quinta edição deste festival!!
Quinze dias de Exposições, mas também conferências, exibições, workshops e visitas  para esta programação chave em novembro.

 Festival Photo Saint-Germain

Légendes de gauche à droite :

1996_St-Germain1996_St-Germain1996_St-Germain

1/  Clara ChichinHypernuit – il y avait deux soleils -, © Clara Chichin, courtesy Galerie 1492.
2/  Paul-Émile Miot (1827-1900), Hymenée et Tané (sic!), Femmes Tahitiennes, 1869/70, tirage sur papier albuminé a partir d’un négatif en verre, 18.3 x 24.2 cm. © Daniel Blau Munich Courtesy: Daniel Blau Munich.
3/  Éric AntoineTraffic, 2016, ambrotype, 24 x 30 cm. ©Éric Antoine, courtesy Laurence Esnol Gallery.

 

Quando :4 – 20 novembro 2016
Para conferir a programação clique aqui !!!Vejam algumas das obras que serão expostas :

Edition 2016

Como chegar:
Acesso
Métro : lines 4, 7, 10, 12 / Stations Jussieu, Mabillon, Odéon, Rue du Bac, Saint-Germain-des-Prés, Sèvres-Babylone, SolférinoRER line B / Station Saint-Michel Notre-DameBus : lignes 27, 39, 63, 86, 87, 95

 

Fontes:

http://www.photosaintgermain.com/edition-2016-2/

https://www.instagram.com/photosaintgermain/

http://fr.actuphoto.com/36421-festival-photo-saint-germain-2016.html

http://www.francefineart.com/index.php/agenda/14-agenda/agenda-news/2212-1996-photo-saint-germain

http://www.leguidedesfestivals.com/index.php5?page=fiche&festi=28209

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La Fête foraine des Tuilleries

A Fête Foraine des Tuileries regressa este ano de 25 de junho até dia 22 de agosto de 2016. Não perca esta diversão  de férias  no coração de Paris.

Fête Foraine des Tuileries

O Jardin des Tuileries  acolhe jovens e adultos para a sua  fête foraine anual . A Fête des Tuileries é o segunda maior festa de Paris  depois da Foire du Trone .

Durante todos os verões, o Jardin des Tuileries acolhe um evento que faz Paris tomar ares de cidade do interior. Trata-se de um parque de diversões montado no jardim mais central da cidade com direito a tradicionais algodões doces (chamados de Barbe à papa) e maçãs do amor. A conhecida Fête Foraine traz atrações típicas de uma tradicional quermesse como tiro-ao-alvo, pesca, roda gigante e, claro, carrossel.

O parque fica montado até o dia 22 de agosto e é um excelente passeio para parisienses e turistas, especialmente para aqueles que tem filhos.

Quanto às atrações do Festival des Tuileries, encontramos este ano:

  • Autênticos brinquedos de cavalos de madeira de 1900
  • A famosa Roda Gigante
  • Carrinhos bate bate
  • Os trens fantasmas
  • 6G, o brinquedo moderno da feira que roda a 140 kmh
  • Trampolins e escorregadores gigantes para crianças.
  • Os jogos também fazem parte: pesca pato, Chamboule-tudo …
  • Além de atividades recreativas e esportivas como Rematar ou parede de escalada.

 

Fête Foraine des Tuileries

Fête Foraine des Tuileries

Fête Foraine des Tuileries

Fête Foraine des Tuileries

Fête Foraine des Tuileries

Fête Foraine des Tuileries

Fête Foraine des Tuileries

Fête Foraine des Tuileries

Os mais gulosos poderão assistir as atrações degustando as maçãs do amor,waffles, churros, algodão doce e caramelos.

Fête Foraine des Tuileries

Fête Foraine des Tuileries

Informações úteis:

Fête des Tuileries  2016 -  de 25 de junho até 22 de agosto de 2016

Jardin des Tuileries
Place de la Concorde
75001 Paris ‎

 

Fontes:

http://www.sortiraparis.com/enfant-famille/articles/41932-la-fete-foraine-des-tuileries-2016

http://www.evous.fr/La-Fete-Foraine-du-Jardin-des-Tuileries-1132260.html

http://en.parisinfo.com/paris-show-exhibition/135470/fete-des-tuileries

http://www.timeout.com/paris/en/things-to-do/la-fete-foraine-des-tuileries

https://quefaire.paris.fr/fiche/54143_fete_foraine_du_jardin_des_tuileries

http://www.parisetudiant.com/etudiant/sortie/fete-foraine-du-jardin-des-tuileries.html

http://unpetitpoissurdix.fr/2014/09/03/la-fete-foraine-des-tuileries/

http://parisian-touch.blogspot.com.br/2013/07/fete-foraine-des-tuileries.html

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Place Dauphine

A place Dauphine, que fica pertinho da Pont Neuf, é tida como a Praça mais romântica de Paris.

Volta e meia, ela é usada como locação para filmes. Um deles é “Meia Noite em Paris”, de Woody Allen.

A praça começou a ser construída em 1607, a mando do Rei Henrique IV

Esta é a segunda praça real de Paris construída por ordem de Henry IV e assim chamada em homenagem ao Dauphin, nascido em 1601 (o Delfin, filho primogênito do rei e herdeiro do trono, futuro Louis XIII). A praça tem a forma de um triângulo e ocupa uma área no extremo oeste da Île de la Cité onde antes havia três pequenas ilhas. Numa delas foi queimado em março de 1314, por ordem do rei Philippe IV, o Belo, Jacques de Molay, Grão Mestre dos Cavaleiros Templários. Três séculos depois desse trágico episódio, a construção da Pont Neuf, inaugurada em 1607, provocou a reunião das ilhas. A bela praça tinha os três lados cercados por uma série de edifícios iguais e inspirados naqueles que vemos atualmente na Place des Vosges. Havia então apenas duas entradas, das quais sobreviveu apenas aquela situada a oeste, que se abre em frente a estátua equestre do rei Henry IV. Com o tempo muitos edifícios foram modificados arbitrariamente e todos aqueles que fechavam o lado leste foram demolidos. Apesar de ter o aspecto original desfigurado, a Place Dauphine é uma das mais encantadores de Paris e oferece uma sensação de serena tranquilidade que contrasta com o burburinho urbano.

Na ponta da ’Ile de la Cité, a Place Dauphine, na minha opinião, é a praça mais romântica de Paris.

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Escondida por pequenos imóveis  de charme, intima e secreta são as primeiras palavras que vem no espírito de seus visitantes.

Para chegar nela,vá na  place du Pont-Neuf (no nivel da ponte) e pegue a pequena rua Henri-Robert.

Yves Montant e Simone Signoret moraram no n° 15 : “La Roulotte”

Hôtel Henri 4 – Place Dauphine
Il est tenu de père en fils depuis 1937.

E a noite ela tem todo um  charme….

Place DAUPHINE la NUIT

“La place Dauphine ressemble au sexe de Paris”


“La place Dauphine ressemble au sexe de Paris” por LEXPRESS

 

Yves Montand et Simone Signoret l’ont immortalisé en logeant au n°15… Située à l’ouest de l’île de la Cité, la place Dauphine est la seconde place royale parisienne du XVIIe siècle. Riche d’un passé historique et architecturale, la Place a malgré tout gardé sa quiétude intacte, du fait de l’épaisseur des murs des bâtiments qui l’encerclent.

Cet endroit est devenu le repaire des galeries d’art, des cafés et des amoureux…

Sa forme triangulaire lui vaut le surnom de « sexe de Paris » dans le récit Nadja du surréaliste André Breton. Elle est également citée dans des œuvres d’Anatole France et Gérard de Nerval beaucoup d’artistes s’en sont inspirées, c’est dire son pouvoir d’attraction. Elle inspire d’ailleurs acteurs et réalisateurs puisque elle sert de décor à plusieurs scènes du récent Midnight in Paris de Woody Allen où l’on y voit flâner Marion Cotillard et Owen Wilson.

 

Place Dauphine –  75001 Paris
Métro : Pont Neuf

Fontes:

http://www.parisguia.com.br/ile-de-la-cite-Place-Dauphine.aspx

http://doseujeitoblog.blogspot.com.br/2014/01/paris.html

http://finefolie.com/balade-romantique-place-dauphine-midnight-in-paris/
http://www.pariszigzag.fr/sortir-paris/balade-paris/sexe-de-paris-place-dauphine
http://www.gorgen.fr/blog/galeries/paris-la-nuit
https://soufflezsurlesbraises.com/2011/04/02/yves-montand-le-rital/

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Art Saint Germain des Prés 2016 – ” Côté coeur, côté raison “

A Art Saint-Germain-des-Près acontece do dia 30 de maio a 5 de junho de 2016 em cinquenta galerias do bairro, para uma apresentação dos artistas em voga.

Durante 7 dias, o bairro de Saint-Germain des Près, ganha vida em suas galerias com uma apresentação coletiva de artistas populares, permitindo aos visitantes um parecer sobre os trabalhos apresentados, cujo valor não depende de tendências.
Art Saint-Germain-des-Près celebra sua 17ª edição: o encontro permite então aos jovens colecionadores ou compradores sofisticados receber experiência dos especialistas e amantes da arte em três áreas diferentes – Arte Moderna e contemporânea, tribal e arqueológica, bem como a arte decorativa e design!

Saint Germain des Prés fica no 6eme arrondissement, na margem esquerda do Sena, e é um bairro bastante movimentado e animado.

Poucos bairros de Paris têm um passado tão rico como St Germain des Prés. Sua igreja histórica, seus cafés e boutiques da moda, cinemas e livrarias, dão a esse bairro uma aura particular.É aonde encontramos os cafés e restaurantes famosos como Les Deux Magots, Café de Flore, Brasserie Lipp e Le Procope.
No século XX ele se transformou em um dos locais mais procurados da vida intelectual e artística da cidade, e, por consequência, o bairro da moda.

A abertura coletiva do evento irá visitar as galerias participantes durante a noite, com melodias de jazz e uma atmosfera agradável, enquanto que o dia de domingo terá suas galerias abertas no período da tarde para apresentar de uma maneira descontraída suas obras aos parisienses que não têm tempo para se dedicar a sua paixão durante a semana.

La Galerie Les Yeux Fertiles, crée en 2001

Galerie Downtown 18/33 rue de Seine – 75006 Paris

 

Galerie Etienne de Causans est situé au 25 Rue de Seine à Paris 6ème.

Para ter a lista dos participantes é só clicar aqui .

Art Saint-Germain-des-Prés, association créée il y a près de 20 ans regroupe, dans le périmètre historique de Saint-Germain-des-Prés, les galeries parmi les plus actives dans les domaines de l’art moderne et contemporain, l’art tribal et l’archéologie, le design et les arts décoratifs. Cette année, Art Saint-Germain-des-Prés a fondé avec D’Days, Carré Rive Gauche et Nocturne Rive Droite, « 7 jours à Paris » ; 400 marchands et lieux d’exposition mettent en commun leurs énergies et regroupent leurs animations pendant une même semaine, du 30 mai au 5 juin, tout en gardant leurs spécificités, leurs vernissages et leurs parcours.

Dans un marché de l’art où l’on parle trop souvent de chiffres et de records, Art Saint- Germain-des-Prés souhaite montrer que l’art est aussi une affaire de coeur, d’émotion, de découverte et de partage. Ainsi la thématique de cette édition « Côté coeur, côté raison » sera soutenue par un partenariat original avec l’UNICEF ; chaque galeriste participant proposera en effet à ses clients de verser une partie du montant de ses achats à l’UNICEF-France.

Fontes:

http://artsaintgermaindespres.com/evenement/

http://www.comite-saint-germain.com/les-rdv-du-6eme/

http://www.cristinamello.com.br/?p=33259

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