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AD Intérieurs 2017

 

Pelor segundo ano consecutivo, a Monnaie de Paris acolhe de 6 a 20 de setembro a exposição AD Intérieurs .

Lançado em 2010 por ocasião do 10º aniversário da revista, o evento AD Intérieurs celebra o trabalho dos arquitetos de interior. Desde então, em setembro, dez talentos selecionados pela equipe editorial mostram um ambiente (sala de estar, cozinha, quarto, etc.) ilustrando seu know-how e seu estilo com obras de arte, objetos preciosos e curiosidades em um espaço para viver.

 

Em pouco tempo, a exposição AD Intérieurs se impôs como um dos grandes eventos culturais de Paris. Após o sucesso das edições anteriores, a revista AD continua a aventura deste ano na Monnaie de Paris, com um novo tema:« L’art et la matière ».

Alguns são arquitetos de interiores, outros designers: através de uma grande variedade de perfis e estilos, a revista procura ilustrar as diferentes sensibilidades que definem a época.

A revista AD pede este ano para cada arquiteto de interior  criar sua decoração em torno de um material específico. Que se trate de madeira, couro, papel de parede personalizado ou cerâmica, eles sublimam, questionam e usamvárias técnicas para melhor  reinventá-las.

Este evento único permite ao público em geral descobrir espaços geralmente reservados para as páginas da revista. AD Intérieurs permite que você experimente a magia de uma grande decoração.

Os talentos convidados pela revista AD este ano são Elliott Barnes, Maurizio Galante e Tal Lancman, IBLJ, Lehanneur Thomas Boog, Gert Voorjans Isabelle Stanislas Oitoempnto Rodolphe Parente Suduca e Mérillou.

AD Interieurs 2017 : rendez-vous à la rentrée

© Marc Domage

 

  AD Interieurs 2017 : rendez-vous à la rentrée : Le salon d’un collectionneur de monnaie d’Elliott Barnes

Le salon d’un collectionneur de monnaie
d’Elliott Barnes

AD Interieurs 2017 : rendez-vous à la rentrée : La chambre surréaliste<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
de Maurizio Galante et Tal Lancman” /></p>
<p style=La chambre surréaliste
de Maurizio Galante et Tal Lancman

AD Interieurs 2017 : rendez-vous à la rentrée : Le pavillon salle à manger<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
de Denis Montel pour RDAI” /></p>
<p style=Le pavillon salle à manger
de Denis Montel pour RDAI

AD Interieurs 2017 : rendez-vous à la rentrée : La chambre de marbre<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
de Mathieu Lehanneur” /></p>
<p style=La chambre de marbre
de Mathieu Lehanneur

AD Interieurs 2017 : rendez-vous à la rentrée : Le cabinet en rocaille<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
de Thomas Boog” /></p>
<p style=Le cabinet en rocaille
de Thomas Boog

AD Interieurs 2017 : rendez-vous à la rentrée : La garde-robe éclectique-chic<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
de Gert Voorjans” /></p>
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La garde-robe éclectique-chic
de Gert Voorjans

 AD Interieurs 2017 : rendez-vous à la rentrée : La cuisine-salon<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
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d’Isabelle Stanislas

AD Interieurs 2017 : rendez-vous à la rentrée : Le boudoir en panoramique<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
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<p style=Le boudoir en panoramique
d’Oitoemponto

AD Interieurs 2017 : rendez-vous à la rentrée : La lingerie métal-pop<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
de Rodolphe Parente” /></p>
<p style=La lingerie métal-pop
de Rodolphe Parente

AD Interieurs 2017 : rendez-vous à la rentrée : Le salon brodé couture<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
de Daniel Suduca et Thierry Mérillou” /></p>
<p style= Le salon brodé couture
de Daniel Suduca et Thierry Mérillou

Informations pratiques
Monnaie de Paris, 11, quai de Conti, 75006 Paris, www.monnaiedeparis.fr
Ouvert au public de 11h à 19h.

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Fontes:

http://www.admagazine.fr/les-rendez-vous-ad/ad-interieurs/diaporama/ad-interieurs-2017-rendez-vous-a-la-rentree/44748#ad-interieurs-2017-rendez-vous-a-la-rentree_image1

https://www.architecturaldigest.com/story/ad-interieurs-paris-design-week-marie-kalt

https://www.monnaiedeparis.fr/fr

https://www.monnaiedeparis.fr/fr/expositions-temporaires/ad-interieurs-2017

 

 

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CHRISTIAN DIOR, COUTURIER DU RÊVE no Musée des Arts Décoratifs

A expo da Dior (Foto: Adrien Dirand)

A expo da Dior (Foto: Adrien Dirand)

Christian Dior, couturier du rêve, no Les Arts Décoratifs, de julho de 2017 à 7 de janeiro de 2018

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O Musée des Arts décoratifs celebra o aniversário de  70 anos da criação da Maison Christian Dior . Esta exposição, rica e densa, convida os visitantes a descobrir o mundo de seu fundador e de costureiros de renome que o sucederam: Yves Saint Laurent, Marc Bohan, Gianfranco Ferré, John Galliano, Raf Simons e Maria Grazia Chiuri recentemente. Emoções, histórias vividas, afinidades, inspirações, criações e afiliações conectam esta seleção de mais de 300 vestidos de alta costura concebidos de 1974 até nossos dias.

Mais de 300 vestidos , centenas de ilustrações, esboços, fotos e artigos de moda, chapéus, jóias ou frascos de perfume  estão expostos para nos contar a história da casas mais famosas costura francesa.

Plus de 300 robes Dior, de l’époque du célèbre couturier à nos jours, sont exposées au Musée des Arts décoratifs à Paris à partir du 5 juillet pour une grande rétrospective, à l’occasion du 70e anniversaire de la maison. (AFP/CHARLY TRIBALLEAU)

Dividida em duas gigantes alas, a mostra celebra os 70 anos da maison e revisita criações dos sete estilistas que comandaram o ateliê.

Temas como Colorama e Petit Trianon exploram as diversas inspirações por trás das criações da grife, desde o uso preciso de todas as cores à estética do século 18.

 


 

 

Fontes:

http://www.lesartsdecoratifs.fr/francais/musees/musee-des-arts-decoratifs/actualites/expositions-en-cours/mode-et-textile/christian-dior-couturier-du-reve/

https://www.sortiraparis.com/arts-culture/exposition/articles/139369-christian-dior-l-exposition-au-musee-des-arts-decoratifs-photos-et-videos

http://vogue.globo.com/lifestyle/noticia/2017/07/um-giro-pela-exposicao-christian-dior-couturier-du-reve.html

http://www.leparisien.fr/flash-actualite-culture/retrospective-dior-au-musee-des-arts-decoratifs-pour-les-70-ans-de-la-maison-07-06-2017-7027392.php

https://www.timeout.fr/paris/art/christian-dior-couturier-du-reve

http://www.vogue.fr/culture/a-voir/diaporama/exposition-christian-dior-arts-decoratifs-paris-70-ans/42710#hristian-dior-robe-junon-haute-couture-automne-hiver-1949_image1

http://www.francebillet.com/place-spectacle/manifestation/Exposition-CHRISTIAN-DIOR–COUTURIER-DU-REVE-DIOR.htm#/calendrier/

https://www.dior.com/diortv/pt_br/videos/a-maison-dior/exposi%C3%A7%C3%A3o-christian-dior-couturier-du-r%C3%AAve-gama-de-cores

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“Luxe,Cuir et Volupté ” – livro sobre sapatos

 Um novo livro sobre sapatos: “Luxe,Cuir et Volupté”, um verdadeiro guia dos sapatos de luxo, que conta toda a história deste “acessório” feminino que tem um efeito de adoração nas mulheres e fascinação nos homens.

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O que dizem sobre o livro:

«Sachant qu’une femme n’a jamais assez de chaussures et qu’un homme ne comprend pas ce postulat, on affûte nos arguments en se plongeant dans ce livre beau et captivant.»
AVANTAGES
«Le guide ultime sur l’histoire de la chaussure, richement illustré et conçu par les spécialistes fashion du Victoria & Albert Museum.»
GRAZIA.FR
«Amoureux de la chaussure, ce livre est pour vous !»
TV5 MONDE, «Tendance XXI» par Viviane Blassel
“Luxe cuir et volupté, histoire de la Chaussure” d’Hellen Persson, Cally Blackman, Hilary Davidson, Valerie Steele et Elizabeth Semmelhack aux éditions Flammarion
Prix : 34,50 euros. Site : www.librairieflammarion.fr
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Luxe, Cuir et Volupté
Ediçoes Flamarion

 

Fonte:

http://lulacerda.ig.com.br/paris-por-paulo-pereira-80/

http://www.journaldesfemmes.com/mode/shopping-mode/1444610-beau-livre-mode-noel-2015-selection/1444955-luxe-cuir-et-volupte-histoire-de-la-chaussure

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Museu Gustave Moreau

Musée Gustave-Moreau foi todo reformado e abriu recentemente suas portas ao público.

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Au 14, rue de La Rochefoucauld dans le 9ème arrondissement de Paris se situe la maison familiale du peintre symboliste Gustave Moreau (1826 – 1898).

Antiga residência do grande pintor, com inúmeras obras de arte e mobiliário de época, o museu oferece, toda quinta-feira, uma visita guiada superinteressante e intimista que conta toda a história da vida e trabalho do pintor, o que dá maior proximidade às obras do artista. Atores da Comédie-Française, uma vez por mês, leem textos de escritores e poetas franceses.

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Gustave Moreau foi um artista não apenas francês, mas parisiense do século XIX. Se a sua obra resta talvez relativamente  desconhecida no Brasil, vale lembrar que ele foi igualmente professor na escola de Belas Artes de Paris e teve como alunos outros artistas que se tornaram celébres, como Matisse.
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Gustave Moreau é filho de  pai arquiteto e aprendeu com esse a história clássica e a mitologia, tão presente na sua obra. De saúde frágil quando criança, foi muito protegido pela mãe e desde muito cedo desenhar era o seu principal lazer. Como muitos artistas de seu tempo, sua obra é romântica, acadêmica, com uma pintada de “italianismo” ( desde cedo ele visitou a Itália, de onde voltou apaixonado), mas acima de tudo eclética. Ele não tinha como objetivo reproduzir a realidade em suas obras. Mas é muito difícil colocar o seu trabalho em uma só categoria, até hoje aparentemente ninguém conseguiu fazê-lo.
Ele fazia parte da alta burguesia da época e frequentava os grandes salões de condes e duquesas. Sua obra era muito admirada por personagens literários, dentre eles Oscar Wilde e Marcel Proust. Ou seja, era mais admirado pelos intelectuais do que pelo “povão”.
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A casa que ele adquiriu em 1852 e na qual viveu primeiro com seus pais e mais tarde sozinho (após o falecimento deles) tinha um atelier, e ele desde cedo se preocupava em relação ao fim que seria dado aos seus trabalhos. Então aparentemente ele sempre quis que a casa se  tornasse um museu, e preferiu conservar a maior parte do seu trabalho, que ele queria que fosse apresentado junto, para que as pessoas pudessem ter uma idéia de como ele era em vida. Pouco antes da sua morte a casa passou por importantes reformas, conservando o primeiro andar, mas o segundo e o terceiro foram transformados em grandes salas luminosas e espaçosas para acolher o seu trabalho.
Ele então “morava” no primeiro andar, considerado o seu apartamento:
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En janvier 2015, le musée Gustave Moreau, lieu d’exception créé par l’artiste lui-même, a révélé au public son rez-de-chaussée magistralement réhabilité.

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Vue du Cabinet de Réception de Gustave Moreau

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Seu quarto

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 Le premier étage nous présente ses souvenirs familiaux les plus précieux : mobiliers, …

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beaudoir

Boudoir

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Vue du boudoir à la mémoire d’Alexandrine Dureux

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Musée Gustave Moreau

Mas o segundo andar é fabuloso com centenas de trabalhos do artista, de todos os tamanhos e de todos os tipos: pinturas, desenhos, gravuras e mesmo esculturas.
 

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Vue de l’atelier de Gustave Moreau au 2e étage du Musée Gustave Moreau

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Essa bela escada leva ao terceiro andar:

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escalier en spirale menant au troisième étage de la maison-musée Gustave Moreau

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Vue de l’atelier de Gustave Moreau au 3e étage du Musée Gustave Moreau

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Vue du meuble à aquarelles dans l’atelier de Gustave Moreau au 3e étage 

É uma ótima dica para os amantes de arte.

Apesar do Museu ser relativamente pequeno, é necessário no mínimo uma hora para admirar tudo, pois cada peça é realmente repleta de lembranças e obras do artista. Para se ter uma idéia, grandes móveis abrigam gavetas com centenas e centenas de pequenas pinturas ou desenhos de Moreau.
No total, são cerca de 850 pinturas (incluindo aquarelas e cartons) e cerca de 15 mil desenhos.

Au 14, rue de La Rochefoucauld dans le 9ème arrondissement de Paris se situe la maison familiale du peintre symboliste Gustave Moreau (1826 – 1898). Dans cette maison modeste et d’aspect provincial qu’il possédait depuis 1852 et où il avait vécu avec ses parents, l’artiste travaillait au troisième étage.

A la fin de sa vie, seul après la disparition de ses proches, Gustave Moreau a l’idée de créer un musée pour son œuvre. Il mûrit lentement ce projet et conserve avec lui la plupart de ses peintures, qu’il retravaille sans cesse et entasse rue de La Rochefoucauld. En 1895, Moreau décide d’entamer les travaux nécessaires. Il conserve l’appartement du premier étage, chargé de tant de souvenirs, et les pièces correspondantes du rez-de-chaussée mais sacrifie les deuxième et troisième étages de la maison afin de les remplacer par de vastes ateliers vitrés offrant le plus d’espace possible.

Le musée de Gustave Moreau est conçu comme un « grand œuvre » où tous les thèmes traités par le peintre devaient être présents. L’élégant escalier en spirale menant du second  au troisième étage s’impose comme l’un des chefs d’œuvres architecturaux du lieu. L’atelier du deuxième étage accueille les toiles de grande dimension ainsi que de nombreux dessins et des maquettes de sculptures en cire. Celui du troisième étage donne la part belle aux compositions mythologiques, aux personnages légendaires et aux couleurs flamboyantes.

Avant même d’avoir pris la décision de transformer sa maison pour qu’elle devienne l’actuel musée, Gustave Moreau envisageait de conserver en un « petit musée sentimental » les pièces de vie du premier étage où il avait vécu heureux avec ses parents. Le visiteur évolue entre la salle à manger où est entreposée une sublime collection de céramiques; la chambre de Moreau qui regroupe les souvenirs de famille; le boudoir consacré aux souvenirs d’Alexandrine Dureux, l’amie trop tôt disparue dont il avait racheté le mobilier, et le cabinet de réception où sont réunis des livres rares et des objets précieux, insolites, soigneusement recueillis par Moreau tout au long de son existence. Il ne s’agit donc pas de l’appartement tel que l’occupaient les parents de Gustave Moreau mais d’un véritable aménagement symboliquement orchestré par l’artiste autour de ses souvenirs et de ceux des êtres chers. Tout y est conservé ou restauré à l’identique, faisant entrevoir au visiteur les fastes d’un siècle révolu, en toute intimité.

 

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Museu Nacional Gustave Moreau

14 rue de La Rochefoucauld
75009 PARIS
Metrô trinité ou Saint Georges
http://www.musee-moreau.fr/

Horaires
Du mercredi au lundi : 10h – 17h15
Fermé le mardi et les jours fériés
A partir du 27 juin 2012, coupure entre 12h45 et 14h les lundis, mercredis et jeudis

Tarifs
Plein tarif : 6,50 €
Tarif réduit : 4,50 €
Gratuit pour les moins de 18 ans, les moins de 26 ans ressortissants de l’U.E. et le premier dimanche de chaque mois.

Fontes:

http://en.parisinfo.com/paris-museum-monument/71431/Mus%C3%A9e-national-Gustave-Moreau

http://lulacerda.ig.com.br/

http://viverplenamenteparis.blogspot.com.br/2012/06/gustave-moreau-atelier-e-casa-do.html

https://www.babelio.com/liste/4637/Gustave-Moreau-en-son-musee

http://roughdreams.fr/2012/05/musee-gustave-moreau/

http://www.parissurunfil.com/gustave-moreau-maison-musee-oeuvre/

http://artiststudiomuseum.org/studio-museums/musee-gustave-moreau/

http://www.bigmammy.fr/archives/2013/04/27/27016393.html

http://www.goodmorningparis.fr/blog/museums/gustave-moreau-a-unique-museum-in-paris/

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Place de Fürstenberg

A place de Fürstenberg é conhecida por ser uma das mais charmosas praças de Paris.

O pintor Delacroix teve o bom gosto de se instalar no numero 6 . Veja como ele a pintou…

Se você está a procura da alma de Saint Germain des Près, é aqui que é preciso ir .

Para os puristas, a praça é na realidade uma rua, porque o centro não impõem um sentido giratório, mas deixemos isso de lado, o que interessa aos verdadeiros românticos , é o ambiente único que acontece quando a noite cai e seus lindos lampadários se acedem….

” Ela não tem nada de especial a não ser um charme discreto de cidade do interior. Ela é pequena, tão pequena que às vezes ela é chamada de placette e no seu centro vivem quatro grandes árvores. Na realidade mais uma rua que uma praça, seu comprimento é de 82 metros, da rue Jacob à rue de l’Abbaye. Construída em 1699 e batizada com o nome do cardeal Fürstenberg.

Os prédios à sua volta não pertencem à categoria privilegiada e chamada “arquitetura haussmaniana”. São prédios mais discretos, sem a elegância um pouco exagerada dos imóveis construídos com a famosa pedra calcária parisiense.  Eles datam do século XVII e guardam a memória de uma época. Alguns privilegiados aí moram e os apartamentos são vendidos e passados de mão em mão dentro de um círculo fechado.

Como já disse no número 6 se encontra o Musée Delacroix, atelier e casa do pintor até sua morte em 1863.

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MUSEE-DELACROIX

Ela é o coração de Saint Germain, bairro que sempre soube misturar gêneros diferentes: literatura, música, gastronomia, teatro, arte e moda. Bairro que cultiva a estética e um estilo de vida sofisticado. Um lugar fora do tempo, aparentemente calmo, onde o Atelier de Delacroix, as belas vitrinas dos grandes nomes da decoração e as quatro árvores criam o décor de cartão postal.

Os nostálgicos de uma Saint Germain que não existe mais encontram neste mínimo espaço a lembrança de um tempo passado.

Meu cantinho preferido de Paris.

Place de Furstenberg
75006, métro Saint Germain-des-Prés

Fontes:

http://www.pariszigzag.fr/paris-au-quotidien/lieux-romantiques-a-paris
http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/posts/2013/03/04/dez-lugares-romanticos-em-paris-488429.
http://www.conexaoparis.com.br/2012/08/20/praca-de-furstenberg/
http://www.pariszigzag.fr/sortir-paris/balade-paris/le-charme-discret-de-la-place-furstenberg-paris-visite-guidee-saint-germain-des-pres
http://www.paris-a-nu.fr/la-place-de-furstenberg/

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Sébastien Perez

Sebastian nasceu em Beauvais.    Durante sua infância, ele sonha e inventa histórias que ele mantém para si mesmo.  O seu encontro com Benjamin Lacombe, autor / ilustrador, lhe deu o desejo de compartilhá-los.

Em 2007, aparece o primeiro livro de imagens Destins de Chiens  (Ed. Max Milo Juventude).

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“Nombre d’enfants ont vécu le deuil de leur animal domestique sans savoir comment se débrouiller avec cette première grande séparation. Doivent-ils taire le souvenir de leur compagnon de vie, ou -bien au contraire – laisser parler sa mémoire ? Destins de chiens propose une série de petits contes pour libérer cette mémoire… Sous forme de poèmes illustrés en noir et blanc, les destinées parfois terribles, parfois drôles ou tendres de ces quinze compagnons vous sont contées dans un humour noir proche de l’esprit d’un Tim Burton ou d’un Edward Gorey…”

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Ele gosta de explorar os seus medos e  a escrita torna-se uma cura para os medos de criança. Ele descobre que ele pode misturar história e ficção e  que o humor pode perfeitamente ir ao lado do cinismo e  do fantástico. Mas  ele não se esquece de mostrar em seus textos as ideias  de memória e tolerância.

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“Le chat… Quel animal mystérieux que celui-là !

Vous êtes-vous déjà demandé quelles pensées secrètes fleurissent derrière leurs yeux envoûtants ? Quelles idées farfelues leur passent par la tête ? Ou bien s’ils vivent des aventures extraordinaires lorsque vous avez le dos tourné ?

Eux seuls le savent mais voici imaginées ici pour vous quinze des plus facétieuses histoires de chats.”

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Apaixonado e curioso, Sébastien gosta de explorar territórios ricos e variados. Depois de descobrir as bruxas Généalogie d’une Sorcière   (Ed. Seuil), estudou as fadas  L’Herbier des Fées (Ed. Albin Michel) e perfurou os mistérios de Peter Pan em Journal de Peter  (Ed. Milan Jeunesse ), que agora estende seu universo saltando  de cabeça no para o mundo adulto, com a escrita de seu primeiro romance gráfico … 

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“Alors qu’elle explore le grenier de sa grand-mère, Lisbeth découvre un étrange et poussiéreux grimoire. En tournant les pages, elle apprend que sa douce grand-mère Olga serait une sorcière. Et la petite fille n’est pas au bout de ses surprises.”

L’Herbier des Fées, texte de Sébastien Pérez et illustrations de Benjamin Lacombe

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“L’Herbier des Fées est le carnet intime d’un éminent botaniste russe du siècle dernier. Détaché du Cabinet des sciences occultes de Raspoutine, en quête d’un élixir d’immortalité, ses recherches le mènent en forêt de Brocéliande, célèbre pour ses plantes médicinales et ses légendes. Ce qu’il découvre dans ces bois va bouleverser sa vie à jamais…”

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“Un jeune garçon arrive dans un orphelinat. Il a tout oublié, jusqu’à son prénom. Mais « Peter », celui que lui a choisi la mère supérieure, lui plaît. Maintenant, pour ne rien perdre de son histoire, il écrit et dessine dans un carnet toutes les aventures qu’il vit au jour le jour. Pour tout raconter à sa mère quand il la retrouvera… Le Journal de Peter, c’est l’histoire intime de ce jeune orphelin, devenu le célèbre Peter Pan.”

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“Yomon a grandi parmi les dragons. Fasciné par ces créatures majestueuses qu’il considère comme sa famille, Yomon se sent prisonnier de son corps d’enfant. Il le sait : son cœur est celui d’un dragon. Une nuit, il se rend auprès de Quiron, le plus ancien des dragons. Celui-ci lui raconte comment les rois des hommes ont combattu et mutilé les dragons pour dérober qui une dent, qui une griffe, qui des ailes, le souffle tonitruant et la pierre de feu. Pour devenir un dragon, Yomon va devoir récupérer ces 5 trésors. Dès la levée des brumes, sans hésiter, le garçon débute sa quête. Mais chaque roi lui réserve un accueil différent, et Yomon n’est pas au bout de ses surprises…”

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“Blanche-Neige, Cendrillon, Peau d âne, Raiponce…
Les plus célèbres princesses de contes sont prises à contre-pied pour dévoiler en deux phrases une anecdote amusante autour de leurs pieds !
Sous les beaux atours, on découvre des pieds poilus, des pieds aux ongles longs comme ceux d un grizzli ou encore des pieds qui sentent la sardine… Une façon de faire glisser avec humour ces jolies princesses de leur piédestal !”

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Lorsque Ouki se réveille un matin, le soleil a disparu ! Déterminée, La petite Inuit part à la recherche de l’astre perdu. Elle rêve de s’évader en volant comme un oiseau, toujours plus haut, attirée par la lumière..
Entre légendes et réalité, son voyage jusqu au bout du monde la mènera à un dilemme : continuer à suivre le soleil ou rester auprès des siens.
Une prise de conscience sur la soif de liberté et les traditions qui perdurent.

Fontes:

http://www.sebastienperez.com/

https://lateteenclaire.wordpress.com/2015/11/07/lherbier-des-fees-texte-de-sebastien-perez-et-illustrations-de-benjamin-lacombe/

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Museu Maison Victor Hugo – Paris

museu victor hugo

 Em torno das arcadas da Place des Vosges, no número 6  encontramos o Hotel Rohan-Guéménée onde viveu o escritor Victor Hugo de 1832 à 1848 e hoje é o Museu Victor Hugo.

L´Hôtel de Rohan-Guéménée: no segundo andar, Victor Hugo viveu por 16 anos

Vista da janela do seu apartamento

Com uma vida pessoal, política e afetiva digna de um homem incomparável e absolutamente único, Victor Hugo, tem um pouco de sua vida exposta na Maison de Victor Hugo em Paris, mais exatamente na Place des Vosges, a mais antiga de Paris, situada na Rive Droite; onde Victor Hugo viveu grande parte de sua vida.

 museu

Victor-Marie Hugo (1802-1885), foi um grande escritor francês, autor de grandes obras como Les Misérables e Notre-Dame de Paris.

Com uma rica história de vida, uma infância marcada por grandes acontecimentos e uma vida adulta rodeada sempre por pessoas influentes e de muitas amantes, Victor Hugo, escreveu mais de 30 livros e tornou-se um dos grandes nomes do romantismo francês.

Estando em Paris, eis um passeio imperdível para quem aprecia história, arte, literatura e grandes biografias como a de Victor Hugo.

O local expõe todo o mobiliário utilizado na época por Victor Hugo, as primeiras edições alguns de seus livros, mais de 400 desenhos executados pelo escritor, obras de artes, e ainda as penas utilizadas por Victor Hugo para escrever – Les Misérables. O primeiro andar é destinado a exposição dos objetos e no segundo andar está a casa do escritor.

Aí estão todas as obras gráficas do escritor assim com seus manuscritos, pinturas e esculturas que o homenageiam, caricaturas e fotos. O museu possui também uma importante biblioteca aberta aos pesquisadores.

museu Victor Hugo

O local onde ele viveu  de 1832 a 1848  fica na esplêndida Place des Voges. Victor Hugo tinha 30 anos quando se mudou para este apartamento de 280 metros quadrados , no segundo andar do Hotel de Rohan-Guéménée, com sua esposa Adele. E lá, eles viveram por 16 anos. Hoje, a antiga residência abriga um museu.

museu Victor Hugo

O apartamento de Victor Hugo, que virou museu em 1903, foi reconstituído com certa liberdade a partir de fotos e móveis que também foram usados em outros lugares onde o escritor morou. O espaço foi adaptado num percurso de sete salas, que vai contando a vida de Hugo através de documentos, gravuras, jornais, cartas, pinturas.

Ele viveu aqui por 16 anos (de 1832 a 1848), onde escreveu grandes romances, inclusive parte de Os Miseráveis (Les Misérables). O local só virou museu no começo do século 20 e foi reconstituído a partir de fotos e documentos. Mas a escrivaninha e a pena de onde saíam suas obras, o busto feito por Rodin e parte do mobiliário são originais.

museu Victor Hugo

O apartamento foi dividido em salas que contam a história de Victor Hugo através de cartas, rascunhos, pinturas, gravuras, obras de arte e desenhos feitos pelo próprio escritor.

A visita ocorre em duas etapas: coleções permanentes, que é gratuita, e exposições temporárias, mas estas são pagas. Os objetos exibidos na primeira são principalmente documentos de trabalho do poeta, como aqueles relacionados à sua produção literária. A casa é aberta de terça a domingo, das 10h às 18h.

museu Victor Hugo

No seu apartamento, podemos visitar a sala de estar; a sala de jantar de inspiração medieval, ideia do próprio Victor Hugo, a sala chinesa também concebida pelo escritor, e o seu quarto. O mobiliário é magnífico! O interessante na visita é transportar-se ainda para o seu tempo e tentar imaginar os momentos de inspiração do escritor. Emocionante!

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

Sala de jantar de Victor Hugo/Foto de: Patrícia C. de Amorim

museu Victor Hugo

Sala Chinesa Foto: Divulgação

Parte do Museu Maison de Victor Hugo, em Paris (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

Parte do Museu Maison de Victor Hugo, em Paris (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

museu Victor Hugo

Os móveis eram quase todos concebidos por ele. Muita coisa ele realizava sozinho, para outras contava com a ajuda de profissionais, mas sempre supervisionado por ele.

Contam que Victor Hugo era uma personalidade muito forte e seguro de si, para não se dizer um tanto pretencioso. Alguns detalhes na sua casa mostram o quanto ele era centrado em si mesmo, como as suas inciais em todos os cantos da decoração (para não dizer as iniciais da sua amante!)

O quarto Foto: Divulgação

Ver onde a pessoa morou, seu estilo de vida, imaginar que tudo aquilo é absolutamente real e gerou boa parte da história que você gosta de ler é, realmente, espetacular. A cama onde o autor de “O Corcunda de Notre Dame” morreu é essa aí da foto

A entrada é gratuita e além de móveis originais, cartas, quadros, documentos e gravuras da imagem de Victor Hugo, é possível ver trechos manuscritos de suas mais importantes obras.

Na casa está o modo de entender a arte e a essência da filosofia de vida de Victor Hugo. Foi onde ele viveu grande parte de sua vida.

museu Victor Hugo

 Podemos ver a escrivaninha alta, já que ele preferia escrever em pé.

A visita promete ser realmente emocionante, especialmente para os fãs mais ardorosos, que poderão ver ali a mesma pena que foi utilizada para escrever suas obras mais importantes. Ao conhecer sua casa, o turista terá uma visão mais ampla do escritor e também da cidade que tanto inspirou suas histórias.

Victor Hugo foi um gênio, considerado o principal representante do romantismo francês. Era ativista dos direitos humanos e teve grande atuação política na França. Suas obras, além de intensa criatividade, traziam posições progressistas e enorme consciência social.

museu Victor Hugo

Sua imagem menos conhecida, ainda jovem

museu Victor Hugo

Maison Victor Hugo
6, place des Vosges, 75004
Metrô: Saint-Paul (linha 1), Bastille (linhas 1, 5 e 8 )
Fone: 01 42 72 10 16
Aberto de terça a domingo (exceto feriados), das 10h às 18h

Fontes:

http://www.maisonsvictorhugo.paris.fr/

http://www.parisladob.com/2012/02/06/top-5-museus-gratuitos-de-paris-5-maison-de-victor-hugo/

http://www.matraqueando.com.br/place-des-vosges-e-maison-victor-hugo-passeio-casado-e-gratuito-em-paris

http://www.parciparla.com.br/casa-do-victor-hugo/

http://blogs.diariodonordeste.com.br/andarilho/roteiros/visitando-a-casa-de-victor-hugo-a-grandiosidade-da-intelectualidade-francesa/

http://www.bigviagem.com/museu-maison-de-victor-hugo-em-paris/

http://roteirosliterarios.com.br/7-lugares-para-conhecer-usando-o-metro-de-paris/

http://viverplenamenteparis.blogspot.com.br/2012/09/casa-de-victor-hugo-em-paris.html

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Le Grand Bal Masqué du Chateau de Versailles – 24 de junho de 2017

LE GRAND BAL MASQUÉ DU CHÂTEAU DE VERSAILLES
24 Juin 2017 – 23h30
Dia 24 de junho tem um “Baile de Máscaras” no Castelo de Versailles, organizado por Hakim Ghorab, Diretor artistico e coreógrafo.
Neste dia será possível voltar no tempo com um toque de modernidade. Acontece nos jardins do Palácio – que nessa época já está em seu auge de beleza – um grande baile de máscaras, no melhor estilo Luis XV.
É uma festa privée, tradicional, que anualmente permite conhecer, rir e se destacar em uma atmosfera amigável e pouco usual.
Trajes de época e máscaras em estilo barroco são obrigatórios, mas a trilha sonora passa longe da valsa. Este ano com a participação do DJ GRANDMARNIER e muita música eletrônica .
Com a participação excepcional de Loïc Nottet!
A festa começa às 23:30h, com uma grande queima de fogos, e só acaba com o raiar do dia. Pra se acabar, mesmo. Os ingressos custam a partir de 90 euros e podem ser comprados pelo site do próprio chateaux.
Se estiver em Paris não perca.
Príncipes, cortesãs, duques e todos aqueles que sempre sonharam reviver a realeza francesa terão sua chance na noite de 24 de junho, no Palácio de Versailles. Na data, um dos mais famosos jardins da França será palco edição 2017 do Grande Baile de Máscaras, promovido pela administração local.
O evento, que começará com a apresentação de um espetáculo musical nas fontes do jardim, seguido por fogos de artifício, continuará noite adentro animado por muitos DJs, e coreografias, até a manhã seguinte.
Roupas de época e máscaras são obrigatórias e os ingressos estão à venda pela internet. São aguardadas cerca de 2 mil pessoas para partilhar essa experiência extravagante. Os portões estarão abertos a partir das 21h.
Com certeza essa será uma experiência inesquecível que contará com o simbolismo, a elegância, a extravagância e a magia que fazem parte do imaginário coletivo, com princesas, príncipes, pierrots e cortesãs espalhados por toda l’Orangerie e que estarão em contra-ponto à electronic dance music de nossos tempos.
A Orangerie do Castelo de Versalhes tornar-se-á, por uma noite, o mais elegante, o mais extraordinário e o mais requintado dos salões de baile…
A entrada para o Baile de Máscaras dá acesso ao espetáculo Grandes Águas Noturnas.

 Clip – Le Grand Bal Masqué du château de Versailles (édition 2017)

Le Grand Bal Masqué du Château de Versailles – édition 2016

Musée National du chateau de Versailles – Orangerie
Adresse: avenue de Paris, 78000 Versailles
Accès transport
RER C Versailles-Rive-Gauche
Tél : +33 (0) 1 30 83 78 89
Plus d’infos sur :
http://www.chateauversailles-spectacles.fr
http://www.chateauversailles-spectacles.fr/spectacles/2017/le-grand-bal-masque-du-chateau-de-versailles

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Fabrice Moireau

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Nascido em Blois em 1962, Fabrice Moireau formou-se na Escola Nacional de Artes.

Aquarelista, cenógrafo, um arqueólogo amador e autor de livros ilustrados, Fabrice afirma não saber fazer outra coisa senão pintar.

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De suas muitas viagens, ele trouxe carnets de croquis que são verdadeiras testemunhas culturais e  etnográficas.

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Apaixonado pelo patrimônio arquitetônico , jardins e plantas, a sua busca contínua é traduzir, para a aguarela, a sutileza dos jogos de luz e transmitir a atmosfera de uma rua, uma paisagem, um curso água ..

Né à Blois en 1962, Fabrice Moireau est diplômé de l’Ecole Nationale Supérieure des Arts Appliqués et des Métiers d’Art de Paris. Il est aquarelliste depuis 1987. De ses nombreux voyages (Chine, Maroc, Egypte, Italie, Portugal, Etats-Unis, Hongrie, Grande-Bretagne, Turquie, Japon…), il rapporte toujours des carnets de croquis, véritables témoignages culturels et ethnographiques. Grand amateur du patrimoine architectural et des jardins, sa quête permanente est de traduire et de communiquer par l’aquarelle, le jeu subtil de la lumière et de l’atmosphère d’une ville, d’un toit, d’un jardin ou d’un paysage. Fabrice Moireau réalise toujours ses aquarelles in situ. Il effectue aux 4 coins du monde, des relevés aquarellés de façades de maisons anciennes, parfois à demi ruinées dont beaucoup ont valeur d’archive. Il poursuit aussi un travail intime sur Paris : Paris monumental, Paris des rues, Paris des jardins, Paris populaire.
Il a illustré de nombreux livres dont Paris aquarelles, Jardins de Paris aquarelles, Vallée de la Loire aquarelles, Alsace aquarelles, Londres aquarelles, Venise Aquarelles, New York Aquarelles…

 

Pour saisir les toits de Paris, Fabrice Moireau a sonné aux portes, a fait semblant d’être de l’immeuble, est monté au petit bonheur la chance pour peindre, le regard perché, au risque du vertige. Sa volonté ? Varier les monuments célèbres, les endroits publics et les recoins moins célèbres de la ville, Apporter des visions, des angles inédits et des points de vues saisissants. De cette quête est née une série d’aquarelles entièrement réalisées sur le vif. Ce qui le fascine, c’est ce monde en lévitation presque irréel, l’accumulation incroyable des techniques pour couvrir les toits, l’ingéniosité à se protéger de la pluie, du vent et de la monotonie. Le livre est une invitation au voyage vers un Paris libre !

« Paris est une ville blanche. Ses ombres passent du bleu gris-mauve à des ocres grises. Tout est dans l’opposition entre ces deux familles de couleurs incroyablement subtiles. Les ombres mauves, en hauteur, descendent vers le jaune. Pour réussir une ombre, il faut savoir la nuancer. » Fabrice Moireau

 

zoom

Fontes:

http://www.fnac.com/Fabrice-Moireau/ia380909

http://www.candidature-toitsdeparis.fr/portfolio/toits-de-paris-aquarelles-de-fabrice-moireau/

http://www.fnac.com/Fabrice-Moireau/ia380909

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Benjamin Lacombe

Autor e ilustrador francês nascido em Paris em 12 de Julho de 1982, é um dos principais representantes da nova ilustração francesa. Em 2001, ingressou na Escola Nacional de Artes Decorativas de Paris (ENSAD), onde ele segue formação artística.

Durante seus estudos, ele trabalhou em publicidade e animação; em seguida, aos 19 anos, sua primeira  bande dessinée e alguns outros livros ilustrados … Seu projeto de  graduação , Cerise Griotte,  inteiramente escrito e ilustrado por ele, é seu primeiro livro infantil , editado pela Editions du Seuil em março de 2006. Foi publicado no ano seguinte pela Walker Books (EUA) e foi selecionado pela prestigiada revista semanal Time como um dos dez melhores livros infantis de 2007 nos Estados Unidos.

Desde então Benjamin Lacombe escreveu e ilustrou mais de vinte livros, alguns dos quais foram traduzidos em várias línguas e faz o maior sucesso em todo o mundo.

Livros como Les Amants Papillons, Généalogie d’une Sorcière, La Mélodie des Tuyaux, Il était une fois…., Les Contes macabres ou encore, L’Herbier des Fées. Ele expõe regularmente o seu trabalho em galerias e  trabalha em particular com Ad Hoc Art (Nova York), Dorothy Circus (Roma), Maruzen (Tokyo), Núcleo (Los Angeles) e Daniel Maghen Gallery (Paris).

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Fontes:

http://www.benjaminlacombe.com/home_f.html

 

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